OBSERVATÓRIO | 84% dos porto-alegrenses deixaram de beber e dirigir para usar aplicativos de mobilidade
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84% dos porto-alegrenses deixaram de beber e dirigir para usar aplicativos de mobilidade

84% dos porto-alegrenses deixaram de beber e dirigir para usar aplicativos de mobilidade

Levantamento realizado pelo Datafolha revela que aplicativos se tornaram o transporte favorito dos gaúchos na hora de sair para beber

Porto Alegre, 22 de maio de 2019 – Pesquisa do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) mostra que 84% da população de Porto Alegre que consome bebida alcoólica passou a usar apps de mobilidade ao invés de dirigir. O índice é maior do que a média nacional, de 68%, também identificada pelo levantamento realizado pelo Datafolha com o apoio da Uber. O objetivo da pesquisa é chamar atenção para a campanha do Maio
Amarelo, iniciativa global que tem como objetivo a sensibilização em relação à segurança no trânsito e redução de acidentes.

Dados
da EPTC divulgados
neste ano apontam que o número de mortos em acidentes de trânsito caiu 42% em Porto Alegre de 2013 para 2018. O levantamento do Datafolha na região metropolitana identificou que 92% das pessoas acreditam que aplicativos de mobilidade ajudaram na diminuição de mortes no trânsito e 84% entendem que muitas pessoas deixaram de beber e dirigir porque agora podem utilizar os apps.

A pesquisa mostrou que os aplicativos já são a opção preferida dos moradores da região metropolitana de Porto Alegre quando saem para consumir bebida alcoólica, presentes na respostas de metade dos entrevistados. Carro ou motocicleta própria aparece com 19% de preferência e o transporte público surge em terceiro lugar, com 10%.

Segundo o Datafolha, para 72% da população da região, no passado as pessoas bebiam e dirigiam por falta de opção de transporte. Atualmente, segurança é o motivo pelo qual 62% dos moradores de Porto Alegre escolhem os aplicativos, seja por medo de assaltos ou acidentes envolvendo bebida e direção. A média nacional para esse dado é de 50%.

De acordo com o levantamento, 85% dos moradores da região metropolitana de Porto Alegre acreditam que os aplicativos de transporte deixaram o trânsito mais seguro.

Segundo a pesquisa, em Porto Alegre 54% da população afirma consumir bebida alcoólica mesmo que de vez em quando – índice acima da média nacional apurada pelo Datafolha, de 45%. As estatísticas
da EPTC apontam que a maioria dos acidentes fatais na cidade ocorrem aos sábados, dia em que é o consumo de bebida tende a ser maior.

Dados da pesquisa Datafolha*:

Entre os porto-alegrenses que consomem bebida alcoólica, 84% deixaram de utilizar carro próprio para utilizar apps de transporte quando bebem. A média nacional é de 68%.



92% dos porto-alegrenses concordam que aplicativos de mobilidade ajudaram na diminuição de mortes no trânsito


O meio de transporte preferido para ir a festas, bares e comemorações são os apps de transporte com 50% da preferência, seguido por carro ou motocicleta própria com 19% e o transporte público com 10%.


85% dos moradores da região metropolitana de Porto Alegre acreditam que os aplicativos de transporte deixaram o trânsito mais seguro


84% dos porto alegrenses concordam que muitas pessoas pararam de beber e dirigir para usar os aplicativos de mobilidade


Para 72% da população da região, no passado, as pessoas bebiam e dirigiam por falta de opção de transporte.


Segurança é o motivo pelo qual 62% dos moradores de Porto Alegre escolhem o app de transporte, seja por medo de assaltos ou acidentes envolvendo bebida e direção. A média nacional para esse dado é de 50%.



Entre a população metropolitana de Porto Alegre, 54% afirma que consome bebida alcoólica mesmo que de vez em quando.


*A pesquisa foi feita com 3.531 pessoas entre os dias 2 e 10 de abril de 2019 e tem margem de erro de 2 pontos percentuais. Além de Porto Alegre, o estudo teve abrangência nacional, incluindo capitais, cidades de outras regiões metropolitanas e cidades do interior, de diferentes portes, em todas as Regiões do Brasil.

Confira mais detalhes da pesquisa nacional do Datafolha na página do Observatório

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