OBSERVATÓRIO | Encontro no Recife discute segurança dos motociclistas
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Encontro no Recife discute segurança dos motociclistas

Encontro no Recife discute segurança dos motociclistas


Encontro no Recife discute segurança dos motociclistas

Não adianta morrer com razão, diz vice-presidente da Fenacor, Carlos Valle.Em Pernambuco, 11 mil pessoas já foram vítimas de acidentes com motos.
Um dos maiores problemas da Região Metropolitana do Recife é o trânsito, com o agravante do alto risco de acidentes. Em Pernambuco, de acordo com a Secretaria de Saúde do estado, entre janeiro e maio de 2013, 11.324 pessoas se feriram em acidentes com motocicletas por motivos variados como falta de estrutura das estradas e imprudências dos condutores. Até as 13h desta terça-feira (3), um simpósio na Casa Rosada, no bairro dos Aflitos, Zona Norte do Recife, vai discutir a segurança dos motociclistas. Várias soluções serão debatidas durante toda a manhã, inclusive a formação dos condutores. De acordo com o vice-presidente Federação Nacional de Corretores de Automóveis (Fenacor), Carlos Valle, um dos grandes problemas é a qualidade da educação de trânsito dos motociclistas. “Todos os condutores deveriam passar por um processo de formação muito mais completo, muito mais aperfeiçoado. Do jeito que está, a gente vê que tudo o que acontece é consequência da falta de formação”, explicou ele. Em acidentes com motociclistas, é comum ter pessoas gravemente feridas e até mesmo mortes. Para a coordenadora de Enfermagem do Samu, Janise Miranda, são comuns fraturas expostas e outros ferimentos que prejudiquem a vida profissional. “Isso vai fazer com que a vítima permanença muito tempo no hospital. A vida útil de trabalho dela perde porque ela está lá internada. Isso quando a lesão não é tão grave”, afirmou, levando em consideração que muitos acidentes provocam até mortes. Janise Miranda explica também que, ao avistar um acidente de trânsito envolvendo moto, é preciso se aproximar da vítima e perguntar o que ela sente para poder passar informações corretamente para os médicos do Samu ou do Corpo de Bombeiros. “Temos recusos diferentes, temos a unidade básica e temos a UTI. Ligue para o 192, se aproxime da vítima e veja como está essa vítima para passar a situação”. Apenas o socorrista deve retirar o capacete da vítima. Carlos Valle lembra também que não adianta saber quem estar certo ou errado em um acidente, é preciso ter cuidado com o outro. “O motociclista tem que aprender a ser visto, ter certeza que foi visto. Acho que a lição principal é essa. E não adianta morrer com razão”, afirmou. O encontro começa às 8h30 na Casa Rosada, que fica localizada na Av. Santos Dumont, 657. Qualquer pessoa pode participar, principalmente dirigentes de sindicatos e de pessoas com interesse no assunto.

Fonte: Portal do Trânsito

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