Observatório alerta motoristas para casos de neblina nas estradas


Observatório alerta motoristas para casos de neblina nas estradas

Com a chegada oficial da estação mais fria do ano (Inverno – 21/06 a 20/09), a incidência de neblina é bem maior em diversos trechos de rodovias de todo país. Para ajudar os motoristas a enfrentarem esse tipo de situação, o Observatório preparou uma série de recomendações para que todos evitem acidentes.

A neblina pode ocorrer em diversos locais e situações climáticas. Acontece por excesso de umidade no ar, numa geada, em pontos de variação de temperatura, como na subida de serras, nos vales e perto de lagos e rios. A neblina pode se apresentar de várias formas:

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  • Sutil e leve, permitindo a visibilidade por centenas de metros.
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  • Densa o suficiente para limitar a visibilidade a alguns metros.
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  • Repentinamente, fazendo exigindo rápida reação do motorista.
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  • Em ondas, variando de intensidade ao longo do trecho.

Os meses entre maio e julho apresentam os índices mais altos de neblina, sobretudo nas regiões sul e sudeste do país. Importante obter informações sobre as condições de tempo e temperatura antes de viajar, evitando surpresas ao longo do trajeto.  Vales e topos de serras são os lugares de neblina mais frequente. A madrugada e o período entre o entardecer e início da noite são os momentos de maior incidência. Qualquer neblina no período noturno torna a viagem potencialmente mais perigosa devido à dificuldade de se definir sua intensidade, extensão e variação.

Algumas dicas:

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  1. Fique atento tanto a veículos mais lentos à frente quanto a veículos que poderão vir atrás sem reduzir a velocidade.
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  3. Motoristas com pouca experiência têm a tendência a frear repentinamente. Nesses casos não use a buzina ou faróis para chamar a atenção.
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  5. A neblina molha a pista e caso haja óleo, pode formar uma emulsão que vai diminuir a aderência entre o pneu e o asfalto.
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  7. Qualquer freada ou movimento brusco da direção pode gerar falta aderência dos pneus com a pista, e consequentemente a perda de controle do veículo.
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  9. Nunca use o pisca-alerta com o veículo em movimento.
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  11. Se ficar difícil de enxergar as lanternas do veículo à frente, é sinal que a neblina está ficando mais espessa.
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  13. Diminua a velocidade com cuidado para que o veículo que vem atrás faça o mesmo.
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  15. Caso haja necessidade de parada, faça em local fora de estrada, nunca no acostamento. Procure um abrigo ou estacionamento.
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  17. Quando estiver dirigindo sob neblina use os faróis baixos. Nunca use os faróis altos.
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  19. O farol traseiro de neblina é um caso à parte. É aquela luz mais forte que muitos carros só têm do lado esquerdo. Eles somente devem ser usados em caso de neblina. São muito fortes para outras situações e, portanto, não devem permanecer acesos após o trecho de neblina.
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  21. Lave o para-brisa com água e use os limpadores com freqüência, já que os vidros podem embaçar pelo lado de fora, enquanto o condutor tem a impressão de que a má visibilidade é só resultado da neblina.
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  23. Em condições de neblina evite ultrapassagens e, se tiver de fazê-las, assegure-se de controlar as distâncias e a visibilidade.
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  25. Acidentes em condição de neblina geralmente têm altos índices de vítimas e grande número de veículos envolvidos, dada a falta de visibilidade e aderência. Previna-se.
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  27. Seguir um ônibus de linha regular com uma boa distância de segurança pode ser uma ideia interessante, pois eles normalmente conhecem o trajeto e suas condições.

O Observatório alerta ainda que durante a noite e com chuva todas essas recomendações devem receber atenção especial do motorista. E lembrem-se: todos nós podemos e devemos fazer mais por um trânsito mais seguro.

Para saber mais sobre o uso do farol de neblina, principalmente nessa época do ano, ouça o boletim de segurança no trânsito aqui. Saiba mais sobre como dirigir com segurança emwww.onsv.org.br. Curta e acompanhe o Observatório no Facebook.

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