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OBSERVATÓRIO apresenta estudo inédito sobre Operações Lei Seca em todo o país
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OBSERVATÓRIO apresenta estudo inédito sobre Operações Lei Seca em todo o país

OBSERVATÓRIO apresenta estudo inédito sobre Operações Lei Seca em todo o país

Dados compilados demonstram que, quanto maior o número de blitze realizadas, maior o respeito à lei

Chamar a atenção da sociedade para a importância das fiscalizações feitas através da Operação Lei Seca em todos os estados brasileiros e demostrar, por meio de dados estatísticos, a sua eficácia para a redução de acidentes de trânsito. Esses foram os principais objetivos do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária ao apresentar, na manhã desta quinta-feira (06 de setembro), em coletiva de imprensa realizada na sede do Sindicato das Seguradoras do Estado de São Paulo (Sindseg-SP), o estudo realizado em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) que reúne, de forma inédita, o resultado das blitze realizadas contra o uso de bebidas alcoólicas atrelada à direção de veículos.

José Aurelio Ramalho, diretor-presidente do OBSERVATÓRIO, apresentou as peças da campanha  “Quando você bebe e dirige, alguém sempre se MACHUCA” e divulgou a carta aberta aos candidatos e candidatas aos governos estaduais em apelo à manutenção e ampliação das Operações Lei Seca em todo território nacional, para a segurança no trânsito e pública de toda sociedade. Para o OBSERVATÓRIO, a Lei Seca é uma iniciativa indiscutivelmente efetiva para a redução das mortes no trânsito no país.

A abertura do evento foi feita por Mauro Batista, presidente do Sindseg-SP, e contou com a exposição do professor doutor Jorge Thiago Bastos, responsável pelo Departamento de Transportes da  Universidade Federal do Paraná, e do tenente-coronel Marco Andrade, coordenador geral da Operação Lei Seca.

Sobre o estudo

Disponibilizado para consulta de toda a sociedade, o Relatório Estatístico de Segurança Viária II – Álcool demonstra as discrepâncias na realização da Operação Lei Seca no Brasil e, por meio das análises comparativas estaduais reforça-se a hipótese de que nos locais onde mais se fiscaliza, maior é a conscientização em relação ao álcool e direção, ou seja, nos estados com maior número de testes realizados, menor é a taxa de autos de infração emitidos. Ou seja, onde a sensação de impunidade se faz presente, desrespeito à lei é maior.

Outra informação relevante apontada é a proporção de testes realizados em relação à frota de veículos e em relação ao número de condutores habilitados, ambos indicadores do nível de fiscalização sobre álcool e direção nas Unidades da Federação. Destacam-se, portanto, os estados do Rio Grande do Sul, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rondônia, Acre, Amazonas e Amapá, que apresentam os melhores desempenhos em relação aos dois indicadores.

Além das informações no âmbito das unidades da federação brasileiras e da polícia Rodoviária Federal, foram também disponibilizadas pela Coordenação Nacional da Operação Lei Seca, 33 dados para um conjunto de municípios cuja unidade da federação correspondente disponibilizou dados desagregados neste nível. O mapa contém a localização dos 82 municípios (19 capitais e 63 municípios do interior) com suas informações sobre a operação Lei Seca disponibilizadas de janeiro a agosto de 2018. É importante destacar, no entanto, que nem todos os municípios apresentam continuidade nas informações neste período, seja pela não realização das Operações Lei Seca ou por indisponibilidade de dados.

Entre as capitais, Recife e Fortaleza se destacam pela baixa proporção de autos de infração emitidos em relação ao número de testes realizados – um possível indicativo de um maior nível de conscientização sobre o tema. Outras capitais (Maceió, Manaus, Rio de Janeiro, Goiânia e São Luís) também apresentam taxas reduzidas de condutores alcoolizados – todas inferiores a 10% do número total de condutores abordados nas operações. Por outro lado, Florianópolis apresentou a maior proporção de autos de infração emitidos em relação ao número de testes realizados, igual a 29%.

Em uma segunda análise a partir dos dados dos municípios, buscou-se comparar os níveis de fiscalização utilizando a proporção de veículos abordados em relação à frota total de veículos do município. Entre as capitais o nível de fiscalização varia de 1 veículo abordado para cada grupo de 34 veículos da frota (Porto Velho – fiscalização mais intensiva) até 1 veículo abordado para cada grupo de mais de 500 veículos (fiscalização menos intensiva: Campo Grande, Goiânia, Florianópolis, Cuiabá, Fortaleza e Porto Alegre).

Sobre a campanha

A campanha “Quando você bebe e dirige, alguém sempre se MACHUCA” conta com a parceria da Operação Lei Seca e o Movimento Maio Amarelo lançada para o mês de setembro e que será utilizada para a Semana Nacional de Trânsito 2018.

A campanha, criada e cedida totalmente pela agência F&Q Brasil para o OBSERVATÓRIO, pode ser utilizada por toda a sociedade, já que a meta é disseminar o alerta de que a combinação de álcool com a condução de veículos causa mortes. A orientação do OBSERVATÓRIO é que a campanha seja usada em conjunto com o mote definido pela resolução 722 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito): “Nós somos o trânsito”.

São apoiadores da campanha:

Ministério das Cidades

Rádio Sulamérica Trânsito

Revista Quatro Rodas

Programa Brasil Caminhoneiro

ABDER – Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Estradas de Rodagem

ABRAMET – Associação Brasileira de Medicina de Tráfego

AND – Associação Nacional de Detrans

ANFAVEA – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores

DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes

FOCOTRAN – Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Trânsito

INSTITUTO MOBIH

INSTITUTO PARAR

SBAIT – Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado

PARA BAIXAR TODO O CONTEÚDO APRESENTADO NA COLETIVA, ACESSE O QR CODE OU CLIQUE AQUI:

119 Comments
  • REGINALDO FRIGERI MARTINS
    Posted at 06:23h, 21 novembro Responder

    Bom dia, quem ja passou em uma blitz e foi pego pela lei seca jamais esquece, deveria sim ser feito e com campnhas ainda mais intuitiva sobre o álcool, mas parece que alguns governos nao querem que isso venha a tona a lei seca, quem nao se lembra a campanha contra o fumo, hoje em dia pouco se ve fumante em local público porque será que nao se faz, em nivel nacional uma campanha pesada,locais em concentração de bares ,policiais perto, inibicao direta,ppis o alcool nao so atrapalha quem dirigi e sim também que nao tem carro, alem do acidente, tem o inconveniente de um alcoolizado areumar uma briga e acabar com algum ferido ou ate morte, campnha intuitiva e peaada sobre alcool deveria ser feita em ambito nacional.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 17:47h, 21 novembro Responder

    OBSERVATÓRIO apresenta estudo inédito sobre Operações Lei Seca em todo o país

    …………..”Destacam-se, portanto, os estados do Rio Grande do Sul, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rondônia, Acre, Amazonas e Amapá, que apresentam os melhores desempenhos em relação aos dois indicadores.” Olhem o Estado do AMAPÁ aí novamente, tem se destacado em todas, não sendo diferente nas ações/ fiscalizações da Lei Seca. Aproveito para informar, que no âmbito das rodovias federais, o Estado do AMAPÁ passou a ter a implantação da sua SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO DNIT, ou seja, a SR/DNIT-AP, pois, anteriormente, as suas rodovias federais (BR-156/AP e BR-210/AP) eram administradas pela Superintendência Regional dos Estados do PARÁ e AMAPÁ (SR/DNIT-PA/AP) com sede na cidade de Belém/PA, nesse caso, as superintendências foram desmembradas, em Belém/PA, agora temos a SR/DNIT-PA (PARÁ) e em Macapá/AP, temos a SR/DNIT-AP (AMAPÁ), cada um cuidando da sua área e sua circunscrição, o que é muito bom. Parabéns ao Estado do AMAPÁ por mais essa vitória!
    Voltando especificamente ao artigo em questão, os dados retratam o esperado, ou seja, quanto mais fiscalização eficiente, melhor serão os resultados, menos pessoas embriagadas irão dirigir seus veículos e colocar as vidas de pessoas inocentes em risco no trânsito, o que é muito bem colocado pelo seguinte trecho do artigo: “Disponibilizado para consulta de toda a sociedade, o Relatório Estatístico de Segurança Viária II – Álcool demonstra as discrepâncias na realização da Operação Lei Seca no Brasil e, por meio das análises comparativas estaduais reforça-se a hipótese de que nos locais onde mais se fiscaliza, maior é a conscientização em relação ao álcool e direção, ou seja, nos estados com maior número de testes realizados, menor é a taxa de autos de infração emitidos. Ou seja, onde a sensação de impunidade se faz presente, desrespeito à lei é maior.”
    Isso quer dizer, que em um país ainda em desenvolvimento como é o caso do Brasil, temos que trabalhar de forma eficaz no tripé dos 3Es, ou seja, temos que trabalhar e nos aplicarmos na EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, NA ENGENHARIA DE TRÁFEGO E NA FISCALIZAÇÃO. No caso específico da LEI SECA, a fiscalização tem que ser eficiente e constante, preferencialmente, todas as noites de todos os dias, de todos os meses e de todos os anos, mas podemos iniciar fazendo uma fiscalização eficiente e constante todas as noites de QUINTAS-FEIRAS, SEXTAS-FEIRAS, SÁBADOS, DOMINGOS E FERIADOS, das 20:00hs às 06:00hs do dia seguinte. FAZER VALER A LEI SECA!!!

  • Adroaldo Pereira Santos
    Posted at 15:26h, 23 novembro Responder

    A disponibilidade do Relatório Estatístico de Segurança Viária II, retrata as diferenças e a realidade.

  • Abimadabe Vieira
    Posted at 18:38h, 24 novembro Responder

    A operação Lei Seca surge em uma modalidade de quebrar culturas e paradigmas de uma sociedade acostumada a criar seu próprio código das ruas. As blitze da Lei Seca e suas penalidades começam a enfrentar esses inúmeros atores, infratores da sociedade, que ignoram as leis e regras de trânsito no país.
    Dessa forma, com as fiscalizações inesperadas em locais e horários estratégicos, fica visível a baixa nos atropelamentos e mortes no trânsito brasileiro. No entanto, é preciso adotar estímulo para os agentes e seus integrantes, com valorização, por meio de apoio judicial, segurança, recursos financeiros e capacitação em cursos e trocas de experiências, a fim da melhoria dos seus serviços à população, como também promover campanhas que visem enaltecer a imagem do agente da autoridade de trânsito, informar e educar a sociedade sobre a eficácia e importância desse programa de segurança, que tem como proposta a proteção a vida humana.

  • Marcelo Marcelino de Melo
    Posted at 16:10h, 25 novembro Responder

    Òtimo artigo principalmente por tratar de forma inédita como um estudo esse que é um importante instrumento de fiscalização do trânsito no Brasil as operações da Lei Seca em todo país.
    Realmente como o artigo demonstra a medida em que a fiscalização aumenta também aumenta de forma proporcional a conscientização da sociedade.

  • JAIR SOARES
    Posted at 16:21h, 26 novembro Responder

    Enfim esse e um dos melhores tema a ser discutidos porem no próprio corpo da leitura pude observar uma solução para minimizar este problema; onde as pessoas sabem dos riscos porem quando tivermos fiscalizações efetivas tanto no âmbito da LEI SECA, como em todos os seguimentos. Exemplos: fiscalizar o transito onde: “todo o motorista e pedestre mas nem todo pedestre e motorista” esquecemos de dar preferencia a vida, fiscalizar as estradas e ruas em Geral, onde as pessoas precisam de campanhas com outdoors, panfletos, camisas, canetas, bonés para impactar todos. porque o bem Maior e a Vida, no transito somos todos iguais.

  • Adriana Modesto
    Posted at 17:12h, 26 novembro Responder

    Em se tratando de alcoolemia concomitantemente à condução veicular é importante se estabelecer interface com a saúde, pois, o etilismo deve ser avaliado a partir do viés da saúde pública, isto implica dizer que do ponto de vista da Saúde o sujeito flagrado em tal situação não é um mero infrator, mas um infrator adoecido, assim as abordagens devem transcender a questão legal e da fiscalização, há que se perceber ainda que culturalmente o etilismo no contexto brasileiro culturalmente é tolerado, por vezes desde tenra idade necessitando, portanto, o consórcio de ações também para desestimular o consumo de álcool. (Adriana Modesto)

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 16:07h, 27 novembro Responder

    Prezada Adriana Modesto,

    Boa tarde!

    Perfeito. Parabéns pelo excelente comentário. Destaco o seguinte trecho do seu comentário: “………….assim as abordagens devem transcender a questão legal e da fiscalização, há que se perceber ainda que culturalmente o etilismo no contexto brasileiro culturalmente é tolerado, por vezes desde tenra idade necessitando, portanto, o consórcio de ações também para desestimular o consumo de álcool.” Nesse diapasão, entra o caráter multidisciplinar do trânsito, com a necessidade de estudos e pesquisas no campo da psicologia/ psiquiatria/ assistência social. Mas também, devido a URGÊNCIA de termos de reduzir os registros de acidentes de trânsito e de consequentemente de reduzirmos imediatamente as mortes no trânsito brasileiro, faz-se necessária também a adoção de MEDIDAS AMARGAS, como é o caso da necessidade de um EXEMPLAR programa de FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO DA LEI SECA constante. Aplicação da lei!

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA

  • Noe M. Silva
    Posted at 07:37h, 28 novembro Responder

    Há de se considerar uma questão! Creio que beber socialmente como dizem é uma questão aceitável na sociedade, desde de os primórdios da humanidade! Engraçado é que a lei ela não abrange somente o álcool, tata-se também sobre o uso de substâncias psicoativas, pois, elas também são perigosas com o uso ao volante. Já vimos, na própria mídia recentemente que um indivíduo no Rio Janeiro, atropelou e matou umas pessoas que transitavam tranquilamente pela calçada, sendo que esse cidadão fazia uso de remédios controlados. É indiscutível e inaceitável tolerar isso. O problema, como sabemos é muito grave, está enraizado.
    Existem paises como Irã, Kwait, Paquistão, Índia, etc. aboliram a venda e as penas são duras, claro que isso trouxe outros problemas, por exemplo: o mercado negro. A conscientização é o melhor caminho, vale ressaltar que as blitz deveriam ser mais frequentes, principalmente nos finais de semana, tenho certeza que somente dessa forma evitaria que pessoas alcoolizadas pensariam antes de pegar o volante. Estatísticas mostram que onde há mais blitz, diminui consideravelmente os índices de acidentes provocados pelo uso de bebidas alcoólicas.

  • ARTHUR HENRIQUE ASSUNÇÃO MAGALHÃES
    Posted at 17:16h, 28 novembro Responder

    As operações de fiscalização para dissuadir e reprimir o hábito de dirigir após o consumo de bebida alcoólica ou drogas são extremamente necessárias para a promoção da segurança viária. Campanhas educativas difundidas na mídia de grande alcance, redes sociais e nas escolas (com o programa EDUCA) são também extremamente importantes para conscientizar o futuro condutor ou o condutor que ainda não consumiu bebida alcoólica.

    Considerando a conduta humana como principal fator na causa de acidentes de trânsito, ações que busquem a modificação do comportamento do condutor são extremamente úteis. Assim, a realização de operações blitzes com foco na certificação da capacidade psicomotora do condutor são eficazes para dissuadir e reprimir a conduta infracional.

    No aspecto da repressão (aplicação das penalidades previstas em lei) é preciso reconhecer e difundir a autonomia dos meios de prova para comprovar o crime do art. 306 do CTB (ou ainda dos arts. 302, §3º e 303, §2º, conforme o caso). À recusa ao teste do etilômetro nem sempre deve ser aplicada a infração do art. 165-A do CTB, devendo ser avaliada a condição do condutor por meio do Termo de Constatação previsto na Resolução 432/Contran. Infelizmente o que temos constatado é que a evolução da legislação, conseguida com muita dificuldade no embate parlamentar, não vem sendo aplicada em sua totalidade.

    Assim, as operações blitzes possuem efeito positivo, mas a aplicação das penalidades pode ser ampliada, aumentando o recrudescimento da fiscalização e o poder dissuasório das ações.

  • Jackson Fernandes
    Posted at 08:27h, 29 novembro Responder

    Não resta dúvidas que os trabalhos das blitzes da lei seca coíbem o consumo com direção, se feitos com certa frequência, seja de forma educativa ou punitiva mesmo.
    Relatório da Policia Rodoviária Federal demonstra a grande necessidade dessa fiscalização constante. O relatório mostra que, em 2017, foram realizadas 70.621 flagrantes de motoristas embriagados ao volante, com um registro de 5.431 acidentes, com 408 mortes. Números assustadores e apenas anotados em nossas Rodovias Federais.
    De nossos municípios de interior, como minha cidade, por exemplo, só a PRF faz o trabalho de fiscalização, através de uso do aparelho etilômetro – a Policia Militar NÃO tem o aparelho para realizar blitzes. Então, aqueles envolvidos em acidentes ou visivelmente embriagados ao volante, flagrados pela Policia Militar em nossas ruas, são levados à presença do Médico Legista da Policia Civil, para que seja lavrado o “Termo de Constatação de Embriagues”.
    Então, um dos gargalos da ineficiência no combate a embriagues ao volante, é a falta de equipamento nas mãos de nossas policias do Estado.
    É preciso equipar e preparar os Agentes de Fiscalização de Trânsito – não se pode esperar que a população, por si só, abandone o vicio quase milenar de beber e dirigir.
    Em minhas palestrar tenho amedrontado os alunos e trabalhadores sobre o perigo de beber/dirigir. Tenho dito que aquele gole que nada te altera, pela sua própria sensação – é falso e, que se ainda fosse garantia de bem estar, que não esqueçamos – é LEI. Então, beber e dirigir é infração gravíssima, dá suspensão do direito de dirigir e ainda pode configurar crime. Não nos iludamos pela falsa sensação de bem estar depois de apenas “um gole”, que costumeiramente, nunca é só “um gole”.
    Negar o teste, agora também é infração, em que pese as brigas judiciais sobre a “não auto condenação” – pois, acertadamente, é a maior prova que o cidadão tem para demonstrar que não ingeriu bebida alcoólica e pegou no volante, simples assim: não bebi, me dá o aparelho que vou provar. Quem nega, é porque tem culpa, não tá “limpo”.
    Enfim, para aplacar esse altos números de mortes no trânsito, esse excessivo número de acidentes, onde a bebida tem grande influencia, as blitzes constantes são um freio indispensável..

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 10:27h, 29 novembro Responder

    Prezado Jackson Fernandes,

    Bom dia!

    Perfeita a sua explanação, concordo com a mesma, temos que investir muito em CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS AGENTES DA AUTORIDADE DE TRÂNSITO, bem como na compra de EQUIPAMENTOS MODERNOS para que os mesmos possam utilizar nas suas atividades de FISCALIZAÇÃO DA LEI SECA, temos que ter uma fiscalização constante, principalmente, nos finais de semana (a partir de 5ª feira) e nos feriados, próximos de balneários, de praias, de BARES, de clubes sociais e etc. O Estado Brasileiro tem que se impor e FISCALIZAR EFICIENTEMENTE. Temos que punir os infratores e SALVAR VIDAS NO TRÂNSITO!
    Gostei muito do seguinte trecho do seu comentário: “É preciso equipar e preparar os Agentes de Fiscalização de Trânsito – não se pode esperar que a população, por si só, abandone o vicio quase milenar de beber e dirigir.”

    Saudações de Paz no Trânsito!

    BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA

  • THAIS COSTA ZANLUQUI
    Posted at 10:40h, 29 novembro Responder

    Essas blitzes são indispensáveis para a segurança no transito, e sou totalmente a favor de penas severas nessas fiscalizações.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 10:49h, 29 novembro Responder

    Prezada Thaís Zanluqui,

    Bom dia!

    É isso mesmo. temos que APLICARMOS A LEI. Temos que trabalhar com EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO e FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO CONSTANTE E EFICIENTE. Temos que fazer a nossa parte e cobrarmos a aplicação da lei SECA. A legislação de trânsito tem que ser cumprida, mas pra isso, temos que investir também em treinamento/ capacitação/ qualificação dos Agentes da Autoridade de Trânsito, e na compra de equipamentos modernos para a fiscalização da Lei Seca e de outras.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA

  • TALITA DE SOUSA LIMA
    Posted at 15:53h, 29 novembro Responder

    Falta ainda aplicabilidade. Muitas vezes falta estrutura básica dentro dos órgãos fiscalizadores, como um simples etilômetro. Precisamos de uma ação estruturada como já foi citados nos comentários acima, com agentes capacitados para fazer uma abordagem a contento!

  • Sérgio Augusto de Carvalho
    Posted at 09:18h, 01 dezembro Responder

    Este assunto realmente requer uma atenção maior por parte de todos nós e, principalmente pelo poder público no que diz respeito em melhorias na gestão do assunto. Frente ao alto índice de violência geado pela relação álcool/volante, as perguntas são: Realmente a fiscalização tem sido eficiente e eficaz? Realmente a conscientização da sociedade tem sido promovida adequadamente?
    No entanto, mesmo após a proibição do combo álcool e direção e a redução de acidentes e mortes após a criação da Lei Seca, não é difícil encontrar pessoas que ainda bebem e dirigem normalmente, infringindo a lei e aproveitando-se, muitas vezes, da fiscalização deficiente.
    Esse fenômeno acontece por uma série de fatores que vale a pena destacar, como por exemplo, a falta de etilômetros na maior parte do Brasil, levando os condutores a acreditarem na possível falta da fiscalização e agravado pela deficiência nos números de agentes de trânsito em todo o Brasil.
    Sem dúvidas nenhuma, se não fosse a Lei Seca, os acidentes teriam provocado perdas mais acentuadas de vidas humanas e também econômicas. O endurecimento das penas e a fiscalização contribuíram para evitar uma tragédia de proporções ainda maiores. Foi verificado que a punição mais severa tem impacto direto na violência do trânsito.
    Entretanto, na parte operacional, as formalidades processuais esbarram em duros entraves que, muitas vezes, remetem a sensação de impunidade. Tomo como parâmetro a minha região do Sul de Minas em que somente nas cidades maiores possuem um boa fiscalização, sendo que na maior fatia populacional que compõem as cidades pequenas não existe etilômetros e os agentes de trânsito em baixo efetivo ou inexistentes. Isso agravado pela falta de delegados para fazer processar administrativamente e criminalmente os infratores tornando a impunidade uma lamentável realidade.
    As iniciativas do ONSV e de alguns órgãos afins de efetivarem a conscientização da sociedade sobre os riscos e os violentos danos que a relação álcool/volante causam é o melhor caminho, pois a comunidade perde muitos em todos os aspectos com essa triste realidade.

  • Maria Cristina Alves
    Posted at 09:38h, 01 dezembro Responder

    Embora a Lei i 13.546/2017 acrescentou ao Artigo 302 um terceiro parágrafo, que prevê aumento de penas a quem provoca acidentes automobilísticos com morte “sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência”. Com a nova lei, as punições, que antes variavam entre 2 e 4 anos, agora partem de 5 anos e podem chegar a 8 anos, além da suspensão do direito de obter habilitação para dirigir. Porém, em meu entendimento, melhorou, mas ainda é muito pouco. Necessário se faz endurecer ainda mais a lei, estendendo a legislação também ao passageiro que permite que o condutor conduza o veículo embriagado, aumento do efetivo policial para fiscalização de blitzes, maior veiculação de propagandas sobre a Campanha “Quando você bebe e dirige, alguém sempre se machuca”. Além de propaganda massiva, a campanha necessita de apoio institucional, de PM, Estados, ONGs, Faculdades, etc.

  • JOSÉ CLAUDIO DA SILVA
    Posted at 10:09h, 02 dezembro Responder

    É sempre bom ler sobre uma ação que considero fundamental para a sociedade, entretanto muitos condutores infratores ainda insistem em beber e usar o veículo. A Operação Lei Seca salva vidas.

  • CARLOVAN PORTO DA SILVA
    Posted at 11:32h, 02 dezembro Responder

    Em Goiás o DETRAN firmou parceria com o Batalhão de Trânsito da PM e organizou um programa altamente funcional criado em setembro de 2011 e de forma permanente em função da Lei 11.705. Trata-se do Programa de Governo Balada Responsável, blitz montada e monitorada em pontos estratégicos da capital e interior perto de bares e restaurantes com o objetivo principal de conscientizar os motoristas sobre o risco de associar consumo de bebida alcoólica e direção. No seu primeiro ano de vigência houve a redução de 30% do quantitativo de acidentes ocorridos no período noturno somente em Goiânia. A boa fiscalização também foi decorrente do alto índice de mortes por veículo automotor e para atingir a meta de redução de 50% dos acidentes e mortes em Goiás até o ano de 2020, conforme estabelecido pela Década de Segurança Viária da ONU. Quando o programa teve início, o índice de recusa ao teste de bafômetro era de 50%. Agora, é inferior a 5%. Em comentário de artigo anterior externei minha preocupação e tristeza com índices negativos no trânsito goiano. Agora percebi que nesse artigo descrito pelo Observatório temos o orgulho de ver Gyn entre as capitais que melhor teve performance na redução dos autos de infração relacionados ao álcool apresentando menos de 10%. Isso se deve há muitos esforços em vária direções, mas sobretudo com a criação da Balada Responsável lá atrás e que vimos se aprimorando a cada ano que se passa, acho que como Observador Certificado temos de incentivar, apoiar e sermos bastante obstinado na defesa dessas ações que se firmam como âncoras sociais no resgate de um trânsito de paz e hamonia.

  • Andreia Paula de Resende
    Posted at 19:29h, 02 dezembro Responder

    “Quando você bebe e dirige, alguém sempre se MACHUCA”: eis um fato mais que verdadeiro. Não há mais o que se discutir!
    Está mais do que comprovado, por meio de dados oficiais, que onde a fiscalização é mais intensa os índices de acidentabilidade tendem a cair.
    Então eu pergunto, quantas pessoas ainda terão de se “MACHUCAR” para que a sociedade brasileira entenda o quão grande é o problema de assumir a direção de um veículo após a ingestão de álcool? Enquanto essa cultura não muda, porque não as autoridades do PODER JUDICIÁRIO começarem a cobrar dos responsáveis pela GESTÃO do trânsito, em todos seus segmentos ( EDUCAÇÃO, FISCALIZAÇÃO e ENGENHARIA) uma postura mais comprometida e séria ?

  • MARCOS ANDRÉ FARIAS DE LIRA
    Posted at 21:50h, 02 dezembro Responder

    A lei seca no Brasil é uma das medidas que mais tem eficiência e eficácia no combate a embriaguez no trânsito. Os dados pesquisados demonstram que a presença da blitz da Lei seca potencializa a educação no trânsito e consequentemente a diminuição dos acidentes provocados pela mistura e direção.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 09:39h, 03 dezembro Responder

    Prezado Marcos Lira,

    Bom dia!

    Você tem total razão quando diz: “A lei seca no Brasil é uma das medidas que mais tem eficiência e eficácia no combate a embriaguez no trânsito”. Realmente, a LEI SECA foi um avanço no trânsito brasileiro e temos que FISCALIZAR cada vez mais, com ampliação e fortalecimento constante da atividade de fiscalização de trânsito. O Estado Brasileiro, tem que investir em CAPACITAÇÃO/ QUALIFICAÇÃO dos Agentes da Autoridade de Trânsito, tem que fazer mais concursos para contratação de Agentes de Trânsito, tem que estruturar e equipar os Órgãos de Trânsito do Brasil (FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL). Temos que adotar uma postura de fiscalização constante e todas as semanas, por exemplo: QUINTA-FEIRA, SEXTA-FEIRA, SÁBADO, DOMINGO E FERIADOS, sempre das 19:00hs às 06:00hs do dia seguinte. Temos que SALVAR VIDAS no trânsito!

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº. BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA
    (91) 3250-2620

  • Stefania Alvise Marcelo
    Posted at 19:27h, 04 dezembro Responder

    Fiz trabalho de consultoria com auto escolas em minha cidade e trabalhamos muito com os jovens do 3º ano do EM, prestes a tirarem carteira de motorista. Foram seis meses de visitas às escolas públicas e privadas com palestras, videos e um trabalho de conscientização, os adolescentes após a explanação, fizeram uma redação e a melhor ganhou uma CNH oferecida pela autoescola. Foi muito bacana, fizemos um QUIZZ utilizando a Câmara Municipal de Poços de Caldas- MG onde os jovens criaram estratégias para melhorar o trânsito e respeitar as leis após conseguirem a CNH. As ações devem envolver a sociedade. Após minha saída do DEMUTRAN da cidade, ainda veiculam os mesmos videos do ano passado e nada foi feito para inibir ou conscientizar os moradores da cidade quanto à importância deste tema. Ainda mais agora no começo de Dezembro onde há muitas confraternizações com empresas e amigos e festas de final de ano.

  • EMANOEL PLACIDO DA SILVA
    Posted at 20:47h, 04 dezembro Responder

    É notória a importância da Operação Lei Seca para a redução dos índices de mortalidade no trânsito. Eu já participei da implantação e acompanhamento de um projeto na sede da OLS em Recife e pude ver de perto a seriedade, organização e profissionalismo desses heróis. Que mais investimentos sejam feitos nessas ações.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 11:28h, 05 dezembro Responder

    Prezado Emanoel Silva,

    Bom dia!

    Realmente, temos muitos heróis na OPERAÇÃO LEI SECA – OLS (FISCALIZAÇÃO), sendo que os nossos governantes/ políticos devem estruturar todas as unidades existentes pelo Brasil. Temos que ter uma fiscalização eficiente e constante para que todos cumpram com a LEI SECA e assim, tenhamos condições de reduzir a quantidade de acidentes de trânsito e consequentemente, de reduzirmos a quantidade de vítimas fatais no trânsito brasileiro, temos que SALVAR VIDAS!

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • EMERSON SANTANA
    Posted at 15:43h, 05 dezembro Responder

    O artigo aponta que em locais onde mais se fiscaliza, maior é a conscientização em relação ao álcool e direção, ou seja, nos estados com maior número de testes realizados, menor é a taxa de autos de infração emitidos. Ou seja, onde a sensação de impunidade se faz presente, desrespeito à lei é maior. Acredito que a conscientização deveria vir pela informação, pelo conhecimento, pela mudança de hábito, empatia e não somente pela repressão. O que demonstra o baixo nível de aceitação, evolução e conscientização de fato da sociedade brasileira. Sob o argumento econômico atual de crise, de recursos escassos por parte das instituições, municípios e regiões, esta busca pela redução dos acidentes ainda parece ser muito longa e desafiadora.. Em meu município, onde existe uma população universitária enorme, festividades culturais e eventos onde o consumo de álcool é excessivo, não vejo eventos de fiscalização há anos que poderiam coibir, fiscalizar e conscientizar. O argumento é sempre sobre o aspecto de recursos escassos, tanto financeiro quanto de contingente para um projeto de ação e fiscalização efetivo da Lei Seca. Se não alinhar Educação, com um aparato eficiente e recorrente de fiscalização, esse cenário não vai mudar a curto prazo.. O que se percebe, que as ações são pontuais, não existe um alinhamento das ações e municípios próximos envolvidos nesta temática, o que poderia contribuir e muito para a redução de acidentes e infrações.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 15:51h, 05 dezembro Responder

    Prezado Emerson Santana,

    Boa tarde!

    Primeiramente, parabéns pelo belíssimo comentário, concordo com suas ponderações, mas sem medo de errar, o que está verdadeiramente faltando em milhares de municípios, estados, na União e em centenas de órgãos públicos que trabalham com o trânsito, é acabar com a politicagem que sempre vem existindo e priorizar os profissionais técnicos e capacitados, falta GESTÃO PÚBLICA, FALTA COMPROMISSO, FALTA SERIEDADE E FALTA VONTADE DE QUERER FAZER, DE QUERER RESOLVER.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 15:58h, 05 dezembro Responder

    Música Pra não dizer que não falei das flores, de Geraldo Vandré.

    VEM, VAMOS EMBORA, QUE ESPERAR NÃO É SABER
    QUEM SABE FAZ A HORA, NÃO ESPERA ACONTECER.

    O CONCEITO DE GESTOR

    No século XX, Henry Fayol definia o gestor com um simples apontamento: a pessoa que desempenha esse papel está apta a interpretar os objetivos levantados pela empresa, atuando sempre com base no planejamento, organização, liderança e controle, convergindo tudo para a obtenção do que foi estipulado. Ou seja, toda empresa passa por uma fase de planejamento organizacional. A partir disso, o planejamento estratégico e operacional fica sob responsabilidade dos gestores, que irão mover cada um no seu departamento e realizar um sincronizado trabalho de equipe e entre setores. Toda a empresa é um lugar bastante funcional, setorizado e organizado com a finalidade de que a cada trabalho, todos busquem os objetivos que foram designados desde o início, no planejamento organizacional.

    Dentre a gama de habilidades que um gestor necessita ter, estão:

    1 – Saber observar e analisar os fatos que acontecem
    2 – Empatia
    3 – Autoconfiança
    4 – Proatividade
    5 – Ouvir na essência
    6 – Comunicação Eficaz
    7 – Humildade para reconhecer seus erros e acertos

    É importante ressaltar que para se tornar um gestor não depende só de questões hierárquicas. Além das características citadas acima, é preciso que o gestor tenha experiência profissional e habilidades de liderança. É fundamental que o gestor saiba delegar tarefas, motivar a equipe e ter meios eficientes para garantir o cumprimento de metas. Esta combinação garante a eficácia do modelo de gestão adotado pelo futuro gestor.

    Fonte: https://www.ibccoaching.com.br/portal/rh-gestao-pessoas/qual-significado-conceito-gestor/

  • ARLEI SOUZA DE OLIVEIRA
    Posted at 22:15h, 05 dezembro Responder

    Com a implantação da Lei 11.705 de junho de 2008, conhecida por Lei Seca. Houve quando de sua implantação e nos anos subsequentes, uma redução considerável nos acidentes de trânsito nos locais onde realmente foram efetuados fiscalizações através de blitz e também através da propaganda conscientizando a população da importância dessa nova Lei.
    è importante notar dois detalhes que me chamaram a atenção. O primeiro é que os efeitos positivos foram em Estados de diversas e diferentes regiões do Brasil. O segundo é a prova viva de que quando existe uma determinada política dos Governos os resultados são positivos. Portanto estamos no caminho certo

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 23:18h, 05 dezembro Responder

    Prezado Arlei de Oliveira,

    Boa noite!

    Você tem toda razão, parabéns pelo seu comentário. Mas precisamos fazer com que esse entusiasmo/ vibração/ vontade de mudar a triste realidade da acidentabilidade no trânsito brasileiro nunca pare, as OPERAÇÕES DA LEI SECA devem ser constante, não podem parar, temos que cobrar dos nossos governantes/ políticos a continuidade de processos como a FISCALIZAÇÃO PARA EXIGIR O CUMPRIMENTO DA LEI SECA. Temos que manter a vigilância e atenção redobrada, sem esquecer é claro, de ações e projetos de ENGENHARIA DE TRÁFEGO e EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Waldete R. Rodrigues
    Posted at 14:35h, 06 dezembro Responder

    Esse estudo vem comprovar da grande importância do papel da fiscalização de um modo geral. Elemento fundamental da base do chamado ” tripé do trânsito” ( ou triângulo do trânsito, Educação- Engenharia- Fiscalização), uma vez que encontra se em total defasagem a educação e engenharia, fica apenas a fiscalização como esse elemento capaz de salvar vidas.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 15:00h, 06 dezembro Responder

    Prezada Waldete Rodrigues,

    Boa tarde!

    Realmente as atividades de FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO são importantíssimas para o cumprimento não somente da LEI SECA, mas como o cumprimento de toda a LEI FEDERAL Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997 – CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB, e como você muito bem citou, faz parte dos 3Es (tripé) do trânsito, que são: EDUCAÇÃO, ENGENHARIA E FISCALIZAÇÃO.
    Outrossim, vou deixar de concordar quando você diz que existe defasagem na educação e na engenharia. Na verdade, creio que a defasagem existe nas cabeças de nossos governantes/ políticos, que ao invés de colocarem TÉCNICOS QUALIFICADOS/ COMPETENTES/ SÉRIOS à frente dos Órgãos Públicos de Trânsito (Isso nas 3 esferas de governo), colocam apadrinhados políticos que não conhecem bulhufas de trânsito, não conhecem nada de trânsito, querem somente, se locupletarem do erário público e de outras benesses. FALTA COMPROMISSO, FALTA SERIEDADE, FALTA ÉTICA, FALTA A TÉCNICA!!!

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Mercia Gomes
    Posted at 19:43h, 07 dezembro Responder

    As operações de BLITZ são o único meio de “amedrontrar” diversos condutores, uma infelicidade saber que nos bairros de classe baixa, no Município de São Paulo não existem fiscalização, tão somente nas regiões mais sofisticadas.Observo que no RJ, é diferenciada a fiscalização e permanente, enquanto que em diversos Estados, ainda são apenas uma vez na semana. Sabemos e observamos o fator agressivo de quem conduz veículo alcoolizado. Sabemos da importância em demostrar através de projetos, como o EDUCA os efeitos da condução do veículo embriagado, portanto, não basta valor alto, deve ser apresentado através de estudos à todo condutor. O papel do ONSV sempre dede o inicio tem sido brilhante, sido alcançado objetivo, através de diversas pessoas que para e ouve, portanto, deve sim manter e continuar a buscar à projetos com todos os órgãos.

  • Paulo Botelho
    Posted at 22:16h, 07 dezembro Responder

    Desde o começo da Lei Seca, está claro que onde tem fiscalização, maior o respeito a Lei. Colocar na cabeça dos nossos gestores, é o mais difícil. Só com muita luta e campanha, alertando a sociedade e levando dados e educação, podemos num futuro próximo chegar em algum resultado positivo. Parabenizo a campanha e o trabalho realizado pelo Observatório, que incansavelmente em sua luta, nos une, para que juntos conseguimos desenvolver e construir um trânsito seguro.

  • Adelmo Oliveira Amorim
    Posted at 10:03h, 08 dezembro Responder

    Como agente de fiscalização e especialista em segurança do trânsito concordo com o artigo ao afirmar a importância das operações de fiscalização da lei seca através de blitz para a diminuição das estatísticas, consoante as campanhas de conscientização que tentam sensibilizar as pessoas dos riscos que correm ao ingerir bebidas alcoólicas e dirigir. Quando falo em sensibilização é justamente sobre a campanha do OBSERVATÓRIO que diz “Quando você bebe e dirige, alguém sempre se MACHUCA”, tenta justamente chamar a atenção para o fato de que muitas vezes as pessoas são relapsas com a sua própria segurança, mas os chama a refletir sobre as pessoas que amam e as demais.

  • MILTON RODRIGO LACERDA
    Posted at 19:26h, 08 dezembro Responder

    . Esse é o caminho, o Observatório está de parabéns, é uma pena que essas fiscalizações só funcionam de vez em quando, em algumas situações, dependendo da pessoa a ser fiscalizada, para algum nada ocorre, pois é comum reportagens ou vídeos em redes sociais, onde pessoas que deveriam dar exemplo (Juízes, políticos entre outros), que quando são abordados conduzindo veículos estando alcoolizados, não são punidos como os demais, por conta de seu poder aquisitivo ou status na qual ocupam.

  • Carlos Eduardo
    Posted at 12:06h, 09 dezembro Responder

    No brasil temos uma cultura de tolerância na verdade algo maior existe ainda um status da pessoa beber e dirigir “ eu dirijo melhor quando bebo” frase comum de se ouvir em churrascos e bares brasil a fora, comportamento estimulado ate bem pouco tempo em programas de televisão, sejamos honestos quem nunca dirigiu alcoolizado eu já o fiz varias vezes ate o dia em que comecei a me questionar, se não consigo mudar o meu comportamento como vou mudar o do outro? Oque teria que acontecer para que eu se quer pensasse em beber e dirigir? Confesso que não consegui chegar a uma resposta definitiva, mas com certeza ampliar a fiscalização é uma das medidas, restrição do horário de funcionamento de bares e restaurantes, restringir a venda de bebidas alcoólicas em determinados horários, até onde a sociedade brasileira vai tolerar esse tipo de comportamento?
    Oque acho pior e perceber a hipocrisia das pessoas que quando ocorre um acidente que envolve alguém alcoolizado todos apontam o dedo mas, não poderia ser você ali?
    No meu município quando realizamos a analise dos acidentes e óbitos a terceira causa de acidentes com óbitos e o álcool porem não são todos os acidentes que o IML realiza o teste, se o fizesse temos certeza que seria segunda ou a primeira.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 15:12h, 09 dezembro Responder

    Prezado Milton Lacerda,

    Boa tarde e bom domingo!

    Concordo com você e parabéns pelo comentário, temos sim, que termos atividades laborais constantes de FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO, não somente para cumprimento da LEI SECA, mas também para cumprimento das regras gerais de circulação e conduta, bem como, para fiscalização de documentos dos veículos e dos condutores. Quanto ao outro ponto citado por você, temos que fiscalizar e fazer as autuações necessárias, caso haja alguma irregularidade, independentemente de quem seja o condutor, temos que seguir a nossa CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988, que diz o seguinte no seu Artigo 5º:

    Art. 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: … (Estatuto dos Estrangeiros).

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Lindolfo Matheus Hardt
    Posted at 13:56h, 10 dezembro Responder

    Acredito fielmente no conjunto de ações integrados. Educação, engenharia e o esforço legal. Porém até que seja criada uma cultura de respeito as normas e regras de trânsito uma das ações que possuem um efeito mais rápido é a fiscalização. A lei Seca é um ganho da sociedade e cada vez se espalha por mais e mais cidade Brasil a fora. Os dados são a melhor resposta para a pergunta sobre sua eficacia, ou seja, onde mais se fiscaliza menos os motoristas bebem e dirigem. Vida longa a lei seca.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 20:33h, 10 dezembro Responder

    Prezado Lindolfo Hardt,

    Boa noite!

    Concordo com você, parabéns pelo comentário, sou a favor de termos um mega projeto de FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO, com ênfase na fiscalização para cumprimento da LEI SECA. Não podemos deixar a LEI SECA cair no esquecimento, temos que ter atividades laborais de fiscalização de trânsito da LEI SECA, constantemente, pelo menos nas seguintes situações e dias da semana, quais sejam:

    – QUINTA-FEIRA – 18:00hs às 06:00hs do dia seguinte;;
    – SEXTA-FEIRA – 18:00hs às 06:00hs do dia seguinte;
    – SÁBADO – 18:00hs às 06:00hs do dia seguinte;
    – DOMINGO – 10:00hs às 06:00hs do dia seguinte;
    – FERIADOS; – o dia inteiro;
    -NAS PRAIAS E BALNEÁRIOS.- finais de semanas e feriados.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Júlio César Gonçalves da Silva Santos
    Posted at 09:47h, 11 dezembro Responder

    Quantos mais blitz da lei seca tivermos maior será o medo daqueles que ainda fazem uso de bebida alcoólica e conduzi seu veículo.
    É muito importante essa fiscalização que nos deu resultados positivos.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 17:44h, 11 dezembro Responder

    Prezado Júlio Santos,

    Boa tarde!

    É isso mesmo, quanto mais FISCALIZAÇÃO DA LEI SECA, mais os motoristas respeitarão a mesma, e assim, cumpriremos o rigor da lei e reduzimos a quantidade e a SEVERIDADE dos acidentes de trânsito no Brasil. Milhares de VIDAS serão salvas no nosso trânsito e assim, alcançaremos a meta da ONU, de reduzir em 50% a quantidade de vítimas fatais.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
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    (91) 98102-1329

  • André M. Lourenço
    Posted at 02:49h, 12 dezembro Responder

    A fiscalização e o único instrumento para coibir abusos e desrespeito a lei, no caso do transito de suma importância para redução de mortes e feridos no transito, pois se fala muito em mortes mas esquecem muitas vezes que o numero de invalidez total ou parcial é muito maior que o numero de mortes.
    Mais fiscalização e campanhas, esse é o caminho.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 12:55h, 12 dezembro Responder

    Prezado André Lourenço,

    Bom dia!

    Perfeito. Concordo com você e também sou a favor de atividades laborais constantes, eficientes, sérias e rigorosas de FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO, ainda mas, quando estamos tratando do cumprimento da LEI SECA. Você lembra daquele dito popular que diz: QUEM NÃO DEVE, NÃO TEME! A FISCALIZAÇÃO visando o combate a embriagues ao volante, tem que ser extremamente rigorosa, doa a quem doer, pois todos são iguais perante a lei, segundo o Artigo 5º da nossa Carta Magna que é a nossa CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988.

    A importância da fiscalização de trânsito para a segurança pública.
    24 de maio de 2017 by Icetran.
    https://icetran.com.br/blog/importancia-da-fiscalizacao-de-transito/

    A fiscalização de trânsito, além de mantenedora da eficácia das normas legais, cumpre com o papel de agente educadora, por meio da orientação e da conscientização de pedestres e condutores de veículos nas vias públicas.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Rafael da Silva Souza
    Posted at 18:10h, 12 dezembro Responder

    Bem com estudos realizados pelo observatório está de parabéns, realmente tem que ter campanhas sobre esse assunto de forma mais rigorosa, a Lei Seca em comparação com outros países, tanto de tempo, fiscalização, penalidades e campanhas e muito fraca. Realmente no Brasil tem que haver mas campanhas educacionais e orientação para os condutores. Em todos esses anos muitas mortes poderiam ser evitadas por o uso do álcool ou substâncias psicoativas.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 18:17h, 12 dezembro Responder

    Prezado Rafael Souza,

    Boa tarde!

    Verdade. Por isso é que temos que investir de forma maciça na FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO, temos que fazer cumprir rigorosamente a LEI SECA. Temos que tirar os beberrões do trânsito.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Miriam Pimentel Falleiros
    Posted at 18:22h, 12 dezembro Responder

    Eu tive a oportunidade de estar presente neste evento e venho acompanhando o trabalho do Dr. Prof. Thiago Bastos com muita atenção, testemunhei discursos emocionantes de personagens importantes para o trânsito no Brasil e é entendível que quanto maior a fiscalização em uma determinada área maior é a conscientização da população ao redor, temos como prova o caso do Rio de Janeiro que tem a fiscalização efetuada todos os dias, foram tratados casos europeus que dependendo do país a cada 10 carros 2 são fiscalizados, enquanto no Brasil ainda temos a margem q fica entre cada 300 carros 1 é fiscalizado (dependendo da região), sim a fiscalização tem que ser mais frequente e realizada em horários diferentes, mas o incentivo ao autocontrole do motorista tem que ser abordado com repetição, pois a grande realidade é que com os aplicativos de celular hoje, quem realmente ingeriu álcool terá o seu percurso alterado caso eles recebam notificação de Blitz à frente, muitos são flagrados por realmente não saberem do seu teor alcoólico mas outros simplesmente olham por alternativas de percurso diferentes perpetuando o problema dos riscos de acidentes fatais.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 18:31h, 12 dezembro Responder

    Prezada Miriam Falleiros,

    Boa tarde!

    Verdade. Concordo com você.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Cléo Barbosa Cardozo
    Posted at 10:50h, 13 dezembro Responder

    Ótimo apontamento do artigo, pois notamos na prática que os municípios que adotam as operações de fiscalização de “bebida x direção” tem uma redução significativa no índice de acidentes com condutores alcoolizados.

    No Estado do Rio Grande do Sul adotamos uma política de governo a qual chamamos de BALADA SEGURA, que ocorre principalmente a noite e próximo a casas noturnas e bares. Com esta ação já notamos um redução nos acidentes ocasionados pela ingestão de bebida alcoólica.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 10:54h, 13 dezembro Responder

    Prezado Cléo Cardozo,

    Bom dia!

    Que legal! O Estado do Rio Grande do Sul está de PARABÉNS!
    Fiquei muito feliz com o seguinte trecho do seu comentário: “No Estado do Rio Grande do Sul adotamos uma política de governo a qual chamamos de BALADA SEGURA, que ocorre principalmente a noite e próximo a casas noturnas e bares. Com esta ação já notamos um redução nos acidentes ocasionados pela ingestão de bebida alcoólica”.
    Outrossim, temos que FISCALIZAR, FISCALIZAR e FISCALIZAR! Não podemos deixar que a LEI SECA caia em esquecimento.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Elaini Karoline Russi
    Posted at 16:02h, 13 dezembro Responder

    A criação da lei seca no Brasil foi um avanço na tentativa de diminuir o número de acidentes de trânsito provocado por pessoas alcoolizadas. Porém analisando a realidade cultural do país, o consumo de bebida alcoólica é um comportamento cultural muito incentivado no país, pode-se perceber que faz parte da maioria das festividades do país o consumo de bebida alcoólica. Então esperar que as pessoas por si só decidam ‘se beber não dirigir’ ou ‘não beber para dirigir’ é algo pouco provável de acontecer. Na maioria da vezes as pessoas não tem clareza das consequências das suas ações. Por isso a lei seca tem sua contribuição social, mas para que ela tenha sua efetividade na mudança de comportamentos é preciso que haja fiscalização. O próprio texto destaca que onde há maior fiscalização ocorre menor incidência de condutores alcoolizados. Fiscalizar os atuais comportamentos imprudentes e educar os futuros condutores é uma alternativa para que haja a modificação desses comportamentos.

  • Glendo Ghess de Amorim
    Posted at 16:10h, 13 dezembro Responder

    A lei seca é uma alternativa de intervenção na mudança do comportamento de dirigir alcoolizado, porém ela por si só não é suficiente. Saber que existe a lei não é suficiente para determinar que os condutores se comportem de modo mais seguro, é preciso que haja a fiscalização e a aplicabilidade da lei a fim de diminuir a probabilidade (o ideal seria zerar essa probabilidade) das pessoas dirigirem após consumir bebida alcoólica. Conforme apontado no texto, nos locais onde ocorre fiscalização é menor a probabilidade de abordar pessoas alcoolizadas.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 16:26h, 13 dezembro Responder

    Prezado Glendo Amorim,

    Boa tarde!

    Perfeito. Concordo com você e com o seu comentário, temos que trabalhar para diminuir a probabilidade de termos motoristas embriagados nas vias públicas do Brasil. Mas também e isso é URGENTE, temos que mantermos atividades laborais intensas, constantes e sérias de FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO, temos que sermos duros (no sentido de fazer cumprir a LEI SECA) quando das FISCALIZAÇÕES DE TRÂNSITO. Não podemos permitir que esse tipo de motorista fique solto nas vias públicas se matando e o que é muito pior, tirando a VIDA de pessoas inocentes e que muitas das vezes, estão dirigindo de forma tranquila e obedecendo as regras de circulação e conduta do trânsito. Infelizmente, não podemos aguardar a diminuição da probabilidade em questão, temos que agir, fiscalizar e autuar os possíveis infratores.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • Sílvia Miranda Rosa de Lima
    Posted at 23:14h, 13 dezembro Responder

    A demonstração sobre a relação entre a aplicação da Lei Seca no território nacional e a redução da mortalidade no trânsito, elucida a resposta da população brasileira frente á fiscalização e punição como medidas efetivas para a conscientização coletiva. Apesar de considerável parte da população ter conhecimentos sobre o aumento de riscos que envolvem a mistura entre o consumo de álcool e a condução de veículos, parece que o principal fator mobilizador de transformações nos comportamentos individuais é a possibilidade de perdas financeiras e/ou de liberdades fundamentais. Uma vez que este tipo de medida demonstra uma efetividade na prevenção da violência no trânsito, , deve-se incentivar a fiscalização em todos os estados a fim de garantir o cumprimento. Embora, na minha opinião, a necessidade de uma legislação rigorosa elucide o nível de imaturidade da sociedade brasileira em relação ao senso de responsabilidade pessoal.

  • Arilmar Teixeira da Silva
    Posted at 01:37h, 14 dezembro Responder

    Percebemos pelos estudos e nos comentários que é uma unanimidade entender que a Blitz é uma grande solução para diminuição do uso do álcool no volante, os estudos comprovam e sabemos que o trabalho preventivo e repressivo das Blitz, e um dos caminhos para diminuição destes tipos de infrações ou crimes no Trânsito. Equipar os agentes de trânsito como foi comentado também é um grande sacada , pois por mais que se utiliza as formas de identificação de pessoas alcalizados no momento da condução , sem mesmo o uso do Equipamento Etilômetro, estar equipado e com as devidas instruções dadas aos agentes e o ideal, mas acredito que o grande problema e a constante Blitz que não é realizada nos mais variados corredores do trânsito, porque esbarramos no pouco efetivo designado para tal. O pouco efetivo direcionado as atividade de trânsito não permite uma variedade de Blitz em locais diferentes e ou em horários diferentes. Ha necessidade de um trabalho conjunto entre as policias militares e os agente de trânsito com o fim de aumentar o efetivo e ter mais disponibilidade de ações deste tipo de natureza. Pois as ocorrências envolvendo trânsito são inúmeras e o efetivo não é suficiente. Evidente que as campanhas voltadas para direção e álcool objetivadas também a família provocam impactos realísticos e eficazes.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 09:58h, 14 dezembro Responder

    Prezada Silvia Lima,

    Bom dia!

    Perfeito. Concordo com você. Gostei muito do seguinte trecho do seu comentário:
    “Embora, na minha opinião, a necessidade de uma legislação rigorosa elucide o nível de imaturidade da sociedade brasileira em relação ao senso de responsabilidade pessoal.”

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
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  • Fabio Fernandes Silva Alves
    Posted at 18:38h, 14 dezembro Responder

    A matéria deixa claro a importância da fiscalização de forma continua para a segurança do trânsito, como ocorre com a lei seca, havendo maior presença do Estado fiscalizando. De igual modo, as demais áreas do trânsito poderiam receber essa dedicação no quesito da fiscalização da obediência as regras gerais de circulação.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 18:57h, 14 dezembro Responder

    Prezado Fábio Alves,

    Boa tarde!

    Concordo. Realmente, a FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO é importantíssima. Temos que investir na EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO e na ENGENHARIA DE TRÁFEGO, mas não podemos de ser rigorosos (na aplicação da LEI SECA e das REGRAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA), temos que ZELAR e PROTEGER a VIDA HUMANA no trânsito brasileiro. Temos que SALVAR VIDAS!

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • MAURICIO PONTELLO
    Posted at 09:17h, 15 dezembro Responder

    Não resta dúvida de que a presença do Estado reprimindo leva o cidadão a pensar num melhor comportamento. Precisamos de mais operações da lei seca em nossas cidades, principalmente no interior dos Estados.
    Por outro lado, falo como quem há 10 anos trabalha no desenvolvimento de grupos temáticos de sensibilização e conscientização para infratores da Lei Seca e demais crimes de trânsito em parceria com a SESP e o TJ.
    O infrator da Lei Seca, para não dizer criminoso, não se estratifica por classe social, cultural ou educacional. Os infratores são os mais variados possíveis, ali chegam advogados, médicos, professores universitários, comerciantes, analfabetos, abastados e carentes.
    Boa parte daqueles comentem o crime, não tem problema com o trânsito, mas sim com o álcool, são alcoólatras e precisam de tratamento, não basta a sanção da lei e necessário uma intervenção do Estado através de uma rede de cooperadores para oferecer tratamento a estes cidadãos.
    O problema é um só, o álcool! Nós somos motivados a beber a todo instante! Então é preciso sim uma política pública que intervenha na forma como o álcool é oferecido ao cidadão, a exemplo do que tivemos com o tabaco

  • Amilton Alves de Souza
    Posted at 11:12h, 15 dezembro Responder

    O estudo demonstra a importância da fiscalização para preservar vidas, no entanto entendo que a fiscalização ainda está muito aquém da necessidade, pois ocorre na maioria das vezes apenas nas grandes cidades, deveria ocorrer com mais frequência e principalmente ser realizada também nas médias e pequenos municípios, Afinal os abusos com a combinação de álcool e direção ocorre também nos municípios menores, apesar de sabemos que em menor proporção mas ocorre.

  • Priscila Uliana Albarice
    Posted at 03:18h, 16 dezembro Responder

    Certamente que com o aumento dos valores das infrações e com o aumento na fiscalização os condutores estão se “contendo” ao beber e dirigir, mas ainda assim a incidência de tal infração é alta pois existem aqueles que julgam haver certa impunidade, principalmente aos que detêm melhores condições financeiras . É necessário que haja uma revisão legislativa no âmbito penal.

  • ROKMENGLHE VASCO SANTANA
    Posted at 10:29h, 16 dezembro Responder

    O consumo de álcool associado à condução de veículo tem um forte fator cultural no brasil. Por isso é necessário investir em todas as forma de dissuadir o condutor de beber antes de dirigir. Nesse ponto, o papel das fiscalização de trânsito é indispensável ao lado das campanhas educativas. Em análise comparativa dos dados mensais de 2017 sobre mortalidade e infrações associadas à alcoolemia no DF chegou-se à mesma conclusão que o Observatório: quanto maior o número de autuações, menor o número de vítimas fatais.

  • José Carlos de Lima Souza.
    Posted at 11:01h, 16 dezembro Responder

    Relevante pesquisa e estudo realizados pelo OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) intitulado de “Relatório Estatístico de Segurança Viária II – Álcool” demonstra, por seu relevante e apoiado conteúdo informativo, a extrema necessidade de desenvolvimento permanente de Campanhas e ações pertinentes dos órgãos públicos competentes, como os expostos no tema focado, tanto de repressão quanto prevenção ao uso de álcool por condutores violadores da norma legal pertinente. Destaca-se, também, a participação de vários importantes apoiadores, destacados, entre eles o Ministério das Cidades – órgão do Poder Executivo federal.

  • Beatriz Rocha Araujo
    Posted at 12:33h, 16 dezembro Responder

    Vários estudos comprovam que o uso de álcool e direção não combinam. Quando uma pessoa faz uso de álcool os reflexos são alterados e consequentemente interfere no ato de dirigir deste motorista. Muitas são as campanhas realizadas com o objetivo da dupla: álcool e direção sejam eliminadas de nosso cotidiano. Apesar dos esforços das autoridades competentes, a conscientização do motorista deve estar em primeiro lugar. Assim as operações Lei Seca devem continuar, pois de acordo com o estudo apresentado pelo Observatório, frequência destas operações influencia diretamente no comportamento dos motoristas, alcançando o objetivo da redução da bebida combinada com Direção.

  • Fredis Ribeiro da Costa
    Posted at 13:22h, 16 dezembro Responder

    Extraordinário esse tema. O uso de bebidas alcoólica no Brasil está diretamente ligado como nossa cultura, comer e beber neste país é motivo de festa, de entretenimento ou de prazer. É importante dizer que a Lei Seca, em seus dez anos de existência, tem conseguido resultados positivos. Mas, falta muito para ser considerada eficaz. Os esforços para que as metas traçadas pudessem ser alcançadas ainda não conseguiram os resultados que a população brasileira espera. Isso é visível. As estatísticas não mentem. Cada cidadão brasileiro precisa se conscientizar do seu papel quando for ingerir bebidas alcoólicas, não esquecer da tamanha responsabilidade que carrega. É inadmissível que um cidadão embriagado conduza um veículo.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 15:49h, 16 dezembro Responder

    Prezado Fredis Costa,

    Boa tarde e bom domingo!

    Na verdade, o melhor é NÃO BEBER! Assim, além de não termos riscos com a legislação de trânsito, SALVAMOS VIDAS e consequentemente, ECONOMIZAMOS um pouquinho. A FISCALIZAÇÃO TEM QUE SER RIGOROSA PARA O CUMPRIMENTO DA LEI SECA E DO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Carlos Rummenigge Moreira da Silva
    Posted at 18:41h, 16 dezembro Responder

    Interessante essa junção de dados das Operações Lei Seca, bem como da conclusão desse estudo. De fato, onde não existe a sensação de punição vigorará o desrespeito às leis. Que cada gestor veja isso como um alerta. Fiscalização sempre!!!

  • Carlos José Antônio Kümmel Félix
    Posted at 20:39h, 16 dezembro Responder

    FISCALIZAÇÃO:E CONSCIENTIZAÇÃO Dados compilados demonstram que, quanto maior o número de blitze realizadas, maior o respeito à lei

  • Ronaro Ferreira
    Posted at 21:05h, 16 dezembro Responder

    Um dos pontos fortes deste estudo é mostrar que a lei é a mesma em todo país, mas a aplicação da lei é diferente.
    O número de ações de fiscalização sobre lei seca (e eu acrescento, de campanhas educativas) varia muito de um estado para o outro.
    A lei publicada no Diário Oficial não se faz presente na vida das pessoas por si só. Ela depende de ações intermediárias: adquirir equipamentos, treinar equipes, agendar blitzes, punir os infratores…
    É preciso ampliar o período de análise deste estudo e incluir os dados dos órgãos estaduais e municipais. (isto será outro trabalho hercúleo).
    É importante, e mais difícil ainda incluir informações sobre as campanhas educativas realizadas; o número, a severidade e a rapidez da aplicação das penalidades; a postura da mídia sobre estas fiscalizações… Ou seja que outros fatores podem contribuir para a efetiva implantação da Lei Seca em cada município brasileiro.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 10:31h, 17 dezembro Responder

    Prezado Ronaro Ferreira,

    Bom dia!

    Perfeito. Seu comentário está excelente. Essas ações devem ser padronizadas, por exemplo aqui no Estado do PARÁ, faz tempo que não vejo e não ouço falarem de FISCALIZAÇÕES DA LEI SECA. Muito tempo mesmo! Se estão fazendo alguma coisa nesse sentido, não tem sido divulgado na imprensa.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • GUSTAVO VIANNA WEBER
    Posted at 15:08h, 25 julho Responder

    Após a 2ª Revolução Industrial, a criação da legislação de Trânsito no Brasil ganhou força e, com isso, desenvolvimento.
    Lembro-me de uma época na qual o cinto de segurança só existia para ficar jogado nos bancos e em que carros eram praticamente um parque de diversões para crianças. A sociedade muda e evolui, com isso, as grandes responsabilidades aparecem e, para adentrarmos neste mundo cada vez mais apertado, devemos compartilhar espaços que antes eram destinados somente à natureza. A irresponsabilidade tomou conta de nossas ruas, nossas calçadas e nossos lares, tornando o motorista um ser com uma máquina veloz e poderosa, onde tudo pode, inclusive usá-la criminalmente quando consumidos certos “produtos” que tiram a possibilidade de reação ou o colocam em estado de completa irresponsabilidade no Trânsito.
    A Lei Seca veio e vai ficar, tirando das ruas pessoas capazes de fazer o mal a alguém ou a várias famílias. Devemos entender que estaremos levando perigo, insegurança e dor ao Trânsito se conduzirmos alcoolizados qualquer que seja o modo de transporte, porque este mesmo meio está desgovernado, assim como nossos sentidos naquele momento. O veículo é uma extensão de nossas ações.
    Existe um longo caminho a se percorrer, Lei e Educação devem dar as mãos, o cidadão deve ter acesso às consequências que pode sofrer ou fazer sofrer caso infrinja condutas que vieram para ajudar a vida. A guerra no Trânsito se intensifica quando perdemos nossa capacidade de discernir os fatos, então, qualquer um que seja a favor da vida não deve beber e dirigir e, aquele que o faz, deve ser resgatado antes que seja tarde.
    Estamos em uma era muito avançada para os meios de transporte e não há desculpa para não arrumar outra forma de ir para casa depois de beber e até mesmo vencermos qualquer imposição que a sociedade possa jogar em nosso peito quando o assunto é ceder ao álcool sob o pretexto de desconhecer o compromisso em guiar um veículo com segurança, o que não é possível depois de consumir bebidas alcoólicas.
    Aquele que diz que é capaz de dirigir sob o efeito do álcool da mesma forma como se não o tivesse, deve rever seus conceitos de direção e Trânsito seguro, porque alguém sempre se machuca!

  • Darkle J. Portela Filho
    Posted at 07:29h, 26 julho Responder

    Nosso país possuí um bom ordenamento jurídico, incluí-se nossa constituição federal, código penal, código de trânsito brasileiro, mas, a questão educação, criar o vínculo com a pessoa que tal atitude além de errada, é algo contrário ao que a ética da população não aceita mais. A pessoa somente perceberá o que lhe foi imposto na aplicação do art. 165 e ou 165- A, quando começar a cumprir os 12 meses de suspensão, o valor a ser desembolsado quase R$ 3.000,00 e conhecer as instalações de uma cadeia ou delegacia, ser fichado e responder a um processo criminal. E mesmo com toda as penalidades acima descritas, ainda é identificado principalmente nos finais de semana e ou feriados, são flagrados condutores ainda dirigindo sob o efeito de álcool e outra substância.
    Deixo a opinião de que deveria ser divulgado a informação de pessoas que vieram a óbito em acidentea de trânsito se no exame de sangue é identificada algum vestígio de álcool e ou outro.

  • Bárbara Vita
    Posted at 16:43h, 31 julho Responder

    A Operação Lei seca corresponde a uma importante ferramenta interinstitucional para disseminar este alerta para o perigo da combinação do Álcool e Direção. Os dados apontados neste artigo do Observatório indicam que Recife e Fortaleza se destacam pela baixa proporção de lavraturas de auto de infração.
    Aqui no Recife, a coordenadoria das ações é desenvolvida pela Secretaria de saúde de Pernambuco, e segundo dados do Portal de saúde da Secretaria, 210 profissionais estão diretamente envolvidos nestas ações executadas. Ainda de acordo com o Portal, por Blitz, atuam 13 agentes de 3 órgãos do Estado de Pernambuco: Secretaria de Saúde de Pernambuco, DETRAN/PE e Polícia Militar de Pernambuco. O que me chama mais atenção nas atividades da Lei Seca em Pernambuco corresponde ao trabalho educativo, de orientação que acompanha as Blitz realizados por uma equipe que envolve pessoas com deficiência, cadeirantes ou muletantes vitimas de acidentes de trânsito.

  • Carlos Beraldo
    Posted at 08:40h, 01 agosto Responder

    Sobre o resultado das ações da Lei Seca uma grande parcela da sociedade comprou a ideia que foi lançada. Os números realmente em se tratando de redução estão sendo satisfatórios em algumas cidades. Mas não vejo uma melhora muito significativa, pois a cada ação que é realizada, o número de pessoas autuadas por teste ou recusa são significativos.
    Não há como negar, mas a grande concentração de acidentes noturnos reduziu em muito.
    Vejo com bons olhos as Operações da Lei Seca e acredito que o estado, em amplo sentido, deveria instigar cada vez mais os órgãos pertencentes ao SNT a efetuarem operações desta magnitude.
    O resultado é amplamente favorável a sociedade.
    Desviando um pouco do assunto, acredito que deveríamos instigar o Congresso Nacional a rever a penalidade de multa para os casos de alcoolemia. A ideia que tenho é de que o valor pecuniário da multa seja escalonado conforme o teor constatado. Tal proposta já foi entregue a uma deputada federal que esta analisando a propositura para uma eventual apresentação na Câmara Federal.

  • Lucélia Rossi
    Posted at 13:50h, 06 agosto Responder

    Dirigir bêbado no Brasil sempre foi tratado pela sociedade brasileira como questão cultural. As pessoas desde pequenas se acostumaram a ver os condutores a dirigirem bêbados, principalmente aqueles condutores que deveriam ser exemplos. Se uma criança vê o pai, que é a pessoa a qual ela deveria seguir os passos, dirigindo bêbado, ela cresce acreditando que aquela conduta é correta. Depois de adulta a criança até entende que a aconduta que o pai praticava era diversa da permitida em lei, porém ela não criou em sua mente que aquela conduta é crime. Precisamos chamar a atenção da sociedade para o crime previsto no artigo 306 do CTB. Se faz necessário uma maior conscientização de que dirigir bêbado é crime! Retirar essa cultura errada e passar a ver esse crime com o peso que ele realmente possui.

  • Vicente M. V. Pinto
    Posted at 22:34h, 06 agosto Responder

    O artigo revela o indiscutivel efeito pedagógico criado por uma fiscalização eficiente de trânsito, criando a longo prazo um efeito conscientizador na população local. Não se pode olvidar o endurecimento da legislação, com a Lei Seca do artigo 165, e com a punição da simples recusa 165-A, artigos do Código de Trânsito Brasileiro.

  • Noedy Parice Mendes Bertazzi
    Posted at 19:44h, 07 agosto Responder

    Estudos como este auxiliam na criação de novas medidas para combater os acidentes de trânsito relacionados ao consumo de álcool. A mudança drástica na legislação justifica-se pela crescente participação de condutores embriagados nos acidentes de trânsito. Portanto, independente de qualquer crítica que se possa fazer contra a mudança legislativa, creio que a melhoria da segurança do trânsito seja mais do que suficiente para considerarmos a Lei Seca uma grande vitória. Conscientizar os cidadãos sobre os efeitos desastrosos da ingestão de álcool ao dirigir, ampliar a fiscalização e manter um policiamento ostensivo são algumas medidas capazes de induzir a pessoa a não beber. As recentes mudanças em relação aos crimes de trânsito bem como o art. 165-A são valiosas como resposta à violência no trânsito brasileiro, diminuindo as alarmantes e trágicas estatísticas e consequências que dele decorrem, trazendo efeito altamente positivo,

  • Christian Anderson Riger
    Posted at 16:39h, 08 agosto Responder

    Acredito que o exercício de atividades de Fiscalização são sempre bem vindos em prol de um trânsito seguro e realmente, apresentam resultados satisfatórios e a curso prazo. O ideal, porém, é que a evolução do Esforço Legal, onde podemos incluir atividades de fiscalização, venha sempre acompanhada, em mesma proporção, de medidas voltadas a Educação para que a população veja a real finalidade da repreensão aos infratores, que não é e não deve ser de educar através da penalidade.

  • vitor bueno da silva
    Posted at 20:15h, 12 agosto Responder

    Essas operações são extremamente eficazes, os números demostram isso , seja com receio da multa a infração gravíssima de 2.934,70 mais suspensão da Cnh por 12 meses e reciclagem e prova importante é fiscalizar fazer com que o condutor/imprudente seja punido e conscientize-se de seus atos.. fiscalizar é indispensável

  • Daniel Carlos Santos
    Posted at 15:59h, 16 agosto Responder

    Indiscutivelmente, a fiscalização é uma das maneiras mais eficientes para conscientizar os motoristas, principalmente quando falamos da ingestão de bebidas alcoólicas, pois o condutor além de alterar o seu comportamento, coloca em maior risco os usuários da via.
    A Lei Seca, aprovada em 2008, trouxe grandes mudanças no hábito dos motoristas e índices decrescentes de acidentes e autos de infração aplicados onde essa fiscalização é mais ostensiva.

  • Marlene Alves da Silva
    Posted at 00:49h, 19 agosto Responder

    O artigo aponta uma ação de sucesso que envolve governo e sociedade por meio de organizações da sociedade civil, universidades e o cidadão. Mostra que a Lei 11.705/2008 que declara tolerância zero para o uso de álcool e o dirigir (conhecida como a Lei seca), e a Lei 13.614/2018 que cria o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito – Pnatras, que aponta a garantia de ampla divulgação das ações e procedimentos de fiscalização e a realização de campanhas permanentes e públicas de informação, esclarecimento e conscientização conseguiu reduzir o número de mortes no trânsito. Nesse sentido, o Observatório faz um belíssimo trabalho ao criar campanhas baseadas em estudos científicos e disponibilizar para a sociedade. No entanto, verifica-se que necessita de mais campanhas educativas e de programas educativos, assim como, de blitz com o uso do bafômetro como uma forma de mostrar a eficácia da lei não somente pela repressão (multa) mas também pela constância na aplicação da lei. No tocante aos dados estatísticos, existem várias fontes, infelizmente no Brasil não temos um banco de dados que reúne todos os dados e como a fiscalização é uma atribuição compartilhada entre os municípios e os Detrans, cada estado tem sua maneira de agir a respeito do uso do álcool e o dirigir, como mesmo apontou os dados do Observatório, alguns estados são mais atuantes e outros menos.

  • Silvio Osmar Peron
    Posted at 00:57h, 23 agosto Responder

    O vislumbre da impunidade baseado na falta de fiscalização pela ingestão de bebida alcoólica ou uso de substância que determine a dependência é um incentivo para que o condutor não mude seu comportamento no trânsito. De nada adianta campanhas bem elaboradas todos os anos no mês de setembro, na qual pouquíssimos segmentos da sociedade participam, se não ocorrer punição. Há que se considerar ainda que os procedimentos pós-fiscalização são deveras burocráticos, seja no caso do preenchimento da documentação ou até mesmo na condução à Delegacia de Polícia Judiciária para elaboração da prisão em flagrante de acordo com os valores apresentados, o que implica no desmantelamento do bloqueio policial no caso de dois ou três flagrados nas condições tipificadas na legislação.

  • Ricardo Alencar Sampaio
    Posted at 23:12h, 23 agosto Responder

    A Operação Lei Seca, tornou-se uma das mais bem sucedidas políticas de saúde pública de redução de acidentes de trânsito por embriagues instituída no pais.
    Foi deflagrada a guerra contra o álcool na direção, com campanhas educativas acompanhadas com ações coercitivas e punitivas, tendo como foco principal a prevenção de eventos e mortes por embriaguez no trânsito e como lema, salvar vidas.
    Punições pesadas, tais como 3 anos de detenção, R$2934,00 de multa, 12 meses de suspensão da C.N.H., acompanhados com campanhas educativas, com palestras nas escolas, entrevistas em rádios, presença e fala em palcos de grandes eventos festivos, continuidade da operação estendida para todas as regiões, provocaram mudanças de comportamentos e atitudes na comunidade, proporcionando uma redução substancial da acidentalidade em minha região( sertão de pernambuco) , como também em todo o Estado , pelo trabalho sério e comprometido a que se propuseram executar o DETRAN, a Secretaria de Saúde e a Polícia Militar que com ações conjunta e tendo como objetivo principal salvar vidas e reduzir os eventos provocados principalmente pelo álcool no trânsito.
    A Operação Lei Seca em Pernambuco encerrou o ano de 2018 com o maior número de abordagens a motoristas e motociclistas desde 2011, e as notificações caíram pela metade, confirmando assim uma mudança de comportamento dos condutores sobre o hábito de beber e dirigir.

  • SAMUEL MORGAN TEIXEIRA COSTA
    Posted at 09:37h, 24 agosto Responder

    Interessante, para não dizer trágico, como o ser humano, em grande escala, pauta suas ações pela sensação de impunidade.
    A atividade de fiscalização é muitas vezes encarada com desdém ou mesmo com desapreço pela população desinformada em geral, a qual é nutrida por velhas crenças como a da “indústria da multa”.
    E no sentido de dar uma guinada nesse status quo, vemos algumas ações bastante efetivas, seja na área da educação, seja na fiscalização, como demonstrado neste texto.
    O trânsito é um ambiente multidisciplinar, as diversas áreas devem se comunicar em busca da segurança viária. Reunir, portanto, organizações da sociedade civil, com pesquisadores de Universidade, os setores públicos e autoridades de trânsito, como foi o caso desta reunião em São Paulo, é o melhor dos caminhos por soluções que realmente podem auxiliar o alcance do objetivo.
    Caso houvesse um trabalho mais intensivo, coordenado e integrado para ações de educação de trânsito bem como de coleta de dados para entendimento do perfil do infrator e para compreensão da efetividade do trabalho exercido na fiscalização, creio que os resultados atuais seriam bem diferentes.
    E olha que existem estudos hoje que indicam que a população está mais consciente quanto ao consumo de bebidas e direção! A lei seca foi um avanço. Mas devemos almejar mais.
    Por mais relatórios detalhados na fiscalização como o que foi apresentado neste trabalho (Relatório Estatístico de Segurança Viária II – Álcool). Por mais projetos como o Educa. Por mais encontros multidisciplinares.
    Daí, direcionar a atividade da fiscalização em conjunto com a educação, abarcando todas as faixas etárias, em prol do trânsito seguro..

  • Kelcilei Rosa de Oliveira
    Posted at 11:33h, 25 agosto Responder

    A lei seca é extremamente efetiva, pra não dizer espetacular!!!! 10% em média alcoolizado já é um grande avanço, precisamos intensificar as campanhas e principalmente as fiscalizações pra conseguir chegar em números o mais próximo de 0%, o investimento em estruturas e efetivos pelo governo cairia bem para que tivéssemos fiscalizações efetivas em todos os estados brasileiros…

  • Jorge Lopes dos Santos Júnior
    Posted at 18:31h, 25 agosto Responder

    A fiscalização de condutores para certificar se está sob efeito de álcool é algo que não é possviel aceitar GOVERNOS caminharem na contra mão. Não é aceitável nos dias hodiernos um Governo ter como plataforma acabar com as fiscalizações de alcoolemia como tem se visto nos diversos Municípios do Brasil. Prefeitos e vereadores se declarando “inimigos” da fiscalização de alcoolemia no trânsito, fazendo verdadeiras “gestões” para buscar retirar da rota da fiscalização os “seus” municipios.
    É dado científico, mais fiscalização, mais concientização da população. Tem que ser adquiridos mais etilômentros para os agentes das autoridades de trânsito utilizarem em todas as abordagens. No momento que as pessoas têm a certeza que serão alvo de fiscalização elas se comportam conforme as normas. Tolerância 0 para escolha álcool e direção.

  • Reniê Alves Ferreira Júnior
    Posted at 10:52h, 28 agosto Responder

    O artigo chama a atenção da sociedade para a importância das fiscalizações, venho mencionando em todos os artigos que precisamos de constantes fiscalizações, principalmente no que tange essa epidemia, álcool e direção. O artigo aponta que em capitais e municípios onde mais se fiscaliza a conscientização e maior. É fato, que o indivíduo respeita as leis de trânsito, apenas com fiscalização e penalidades. Para melhor conscientização do condutor, é necessário maior informação, maior incentivo dos órgãos competentes. A justificativa sempre é a mesma, os recursos estão escassos, devido o atual momento econômico, não temos contingente suficiente e etc. Em meu município falta etilômetros suficientes, não temos campanhas, fiscalização. Temos que alinhar a educação com um aparato eficaz para que se tenha resultados a curto, médio e longo prazo.

  • Jose Batista de Carvalho Filho
    Posted at 15:15h, 30 agosto Responder

    Ficou claro que as operações de fiscalização “Lei seca” surtem efeitos positivos, Algumas capitais apresentam um excelente resultado, outras nem tanto, Tem de haver maior interesse dos estados em aumentar as operações para que todos possam atingir bons resultados.
    Mesmo com a redução não devemos abandonar as ações educativas.

  • HUGO LEONARDO FORTES BARBOSA
    Posted at 22:32h, 31 agosto Responder

    Vejo como importante os reflexos que a fiscalização surtem na diminuição dos acidentes de trânsito, a exemplo da Cidade de Florianópolis, tenho percebido uma intensificação das ações relacionadas à lei seca, com a utilização de uma espécie de lanterna, a qual ajuda na identificação do condutor que ingeriu bebida alcoólica, acredito que 2019 aja uma mudança no cenário, com uma diminuição do número de acidentes.

  • Vilnei Sessim
    Posted at 22:26h, 01 setembro Responder

    Indiscutível a necessidade de fiscalização de trânsito e apoio do estado nas campanha de balada segura. A fiscalização neste sentido tem se mostrado muito eficiente no controle da acidentalidade, retirando verdadeiros infratores das ruas. Assim cabe destacar que não vejo resultado quando deixa-se de fiscalizar e requer criminalizar a conduta, acreditando falsamente que isto inibe a conduta. A presença do fiscal ainda é a melhor forma de inibir a infração no pais.

  • Marcio Franclin Amaral Santana
    Posted at 20:43h, 03 setembro Responder

    E que ninguém duvide da importância das Blitz da Lei Seca, é fato que o condutor brasileiro vem tendo uma maior conscientização quanto ao beber e dirigir, contudo é notório que quando as blitz são intensificadas o temor é maior, seja pela possibilidade da suspensão da CNH ou pelo valor da multa a pagar, o condutor percebe que a partir do momento que existe um fiscalização eficaz automaticamente ele altera o seu comportamento e evita o acometimento da infração.. O cidadão precisa compreender que necessariamente ele não precisa beber para dirigir ou vice versa, outros meios estão disponíveis tais como táxi, transporte por aplicativo, motorista da rodada ou simplesmente diversão em sua própria residência ou balada zero álcool, o condutor brasileiro precisa criar a consciência da segurança, e álcool e direção sempre será uma mistura heterogênea. Campanhas precisam ser veiculadas em todas as mídias, mas uma fiscalização eficaz e uma legislação mais rígida não faria mal nenhum.

  • Rafael Rodrigo da Fonseca
    Posted at 07:59h, 05 setembro Responder

    O endurecimento da fiscalização, atualmente, é atualmente a única solução para o nosso trânsito. Em muitos momentos a pessoa acredita que apostar na loteria ela pode ter a sorte de ser contemplada com uma boa quantia em dinheiro, mas quando tratamos a questão de bebida e direção, isso nunca acontecerá com ela, estatisticamente falando, ela está enganada. A intensificação das blitzes de lei seca é fundamental para a redução dos acidentes de trânsito em nosso país, juntamente com a fiscalização quanto ao excesso de velocidade, os dois principais fatores de risco do nosso trânsito.

  • Francieli Librelotto da Rosa
    Posted at 19:44h, 05 setembro Responder

    No RS, desde a implantação permanente e em alta escala do Projeto da Balada Segura em Porto Alegre/RS, houve clara diminuição da acidentalidade no Estado. Isso demonstra que a fiscalização frequente e eficiente é indispensável para a preservação da vida. Apesar do trabalho de ensino dos Centros de Formação de Condutores, o condutor, caso não seja alvo de abordagens, acaba flexibilizando sua consciência sobre o que é certo e errado no trânsito. A certeza de que poderá ser autuado faz com que o jovem haja de forma preventiva e pense pense antecipadamente sobre usar meios de transportes alternativos quando sabe que vai ingerir bebida alcoólica. Ao meu ver, a Balada Segura ainda atinge um número pequeno de cidades (normalmente municípios maiores) e precisa ser expandida no interior e em rodovias federais.

  • Marcia Nogueira Quaresma
    Posted at 23:41h, 05 setembro Responder

    A lei seca quebrou paradigmas na nossa sociedade, pois as questões culturais, promovem formas de pensar e comportar que influenciam no estilo de vida de quem nelas estão inseridas. Entretanto, as leis, são preceitos que regulam a sociedade. são elas que definem nossos direitos e deveres e definem como deve ser a conduta do cidadão, a garantindo assim a convivência harmoniosa entre os semelhantes. Apesar da mudança de atitudes da população com a lei seca, precisamos de avançar, com mais campanhas e fiscalizações, pois muitas vidas ainda são ceifada nas vias, em detrimento dessa combinação tao perigosa, álcool e direção. A educação e a conscientização da população pode ser mais efetivas em todos sentidos. sendo que, promove atitudes mais assertivas e responsáveis para a vida.

  • ROCHANE PONZI
    Posted at 15:29h, 07 setembro Responder

    A certeza da punição é o principal pilar do caráter educativo que encerra uma multa de trânsito. Nos casos da fiscalização do consumo de álcool, também é a certeza de que haverá fiscalização que inibe esse tipo de comportamento. Saber que a fiscalização é aleatória e diária, imprime no condutor a consciência de que se infringir a lei, será flagrado e punido com rigor.

    Os estudos apresentados pelo ONSV corroboram justamente que, muito mais que leis excessivamente rigorosas, precisamos de fiscalização permanente. Uma lei dura de nada serve se o cidadão tiver a certeza que não será aplicada contra ele.

  • Dayana Cavalli
    Posted at 18:31h, 07 setembro Responder

    Dados já indicam que o álcool associado ao ato de dirigir ou pilotar é um dos principais fatores que causam mortes no trânsito. Estudo como esse mostram como a fiscalização efetiva é eficaz para inibir as pessoas a não desobedecerem a lei. Para a grande maioria ainda se faz necessário a sensação de estar sendo fiscalizado para que ajam de modo moral e ético, assim como dentro da lei. O poder público precisa ter olhos voltados para esses dados e perceber a importância de melhorar a fiscalização desse porte em todo o país. Consequentemente teremos uma melhoria na segurança e redução de valores gastos com acidentados dessa natureza.

  • Paulo Roberto Cardoso da Conceição
    Posted at 20:02h, 07 setembro Responder

    O texto demonstra uma grande preocupação em chamar a atenção da sociedade brasileira para o fato de se dar a devida importância a Operação de Fiscalização denominada “Lei Seca”, pois dados compilados demonstram que, quanto maior o número de blitzes realizadas, maior será o respeito à lei.
    Ponto importante do conteúdo acima é a divulgação da carta aberta às pessoas que possivelmente viriam a gerir o Estado, como Governador, sugerindo a manutenção e ampliação das Operações Lei Seca em todo o território nacional, além da quantidade de órgãos, institutos, associações, mídias, etc, apoiando a campanha.
    O Relatório Estatístico de Segurança Viária II – Álcool sobre o referido estudo está disponível para a consulta de toda a sociedade, nele está demostrado que há uma discrepância na realização da Operação Lei Seca no país e por meio das análises comparativas do Estado reforça-se a hipótese de que há maior conscientização das pessoas com relação ao álcool e direção nos estados onde há um maior número de operações de blitze realizadas.
    As capitais que se destacaram positivamente dentre as pesquisadas foram Recife e Fortaleza, onde houve baixa proporção de autos de infração emitidos em relação ao número de testes realizados, enquanto que Florianópolis obteve a maior proporção de autos de infração emitidos em relação ao número de testes realizados, igual a 29%.

  • ELIAS TEIXEIRA PINHEIRO
    Posted at 01:11h, 08 setembro Responder

    ELIAS TEIXEIRA PINHEIRO, Comissário de Polícia, Ex-PM, Professor e Ex-diretor de Trânsito de Triunfo/RS.(Atividade 8/4 ONSV). Com relação à Lei Seca, aponta o Relatório Estatístico de Segurança Viária II – Álcool, demonstra, em termos gerais, a relação entre a intensidade de fiscalização e os índices de desobediência à lei, tomando como base a proporção de emissão de autos de infração de trânsito, o que, por outro lado, nos leva a intuir, ou questionar: A baixa emissão de AIT seria em razão de as operações flagrarem poucos motoristas dirigindo sob efeito de álcool, ou seria pela não realização de operações e ausência da própria fiscalização? Como profissional da área de segurança pública, convivi grande parte do tempo com recursos escassos e logística limitada, tanto em número como em qualidade de equipamentos necessários. Isso, de maneira nenhuma desvaloriza o trabalho realizados e os resultados obtidos, os quais, infelizmente, estão muito aquém do desejado. Dentre os apoiadores da campanha “Quando você bebe e dirige, alguém sempre se MACHUCA” criada e cedida pela agência F&Q Brasil para o ONSV, senti falta da participação dos organismos municipais executivos de trânsito e as secretarias de mobilidade urbana. E, como já manifestei em comentários anteriores, ocorrem soluções de continuidade de acordo com diferentes momentos políticos. Daí a grande importância do trabalho do ONSV, juntamente com o aumento do numero de observadores, que poderá melhorar a coleta de dados junto às autoridades envolvidas e “in loco” com pessoas capacitadas e recrutadas nas suas respectivas comunidades, detectando as deficiências e facilitando a busca de soluções juntamente com os diversos setores (atores) envolvidos.

  • João Paulo Hidalgo de Moraes
    Posted at 12:13h, 08 setembro Responder

    Luiz Flávio Gomes (LFG) sempre defendeu a ideia de fiscalização e punição certa! Esse é o caminho! A certeza da impunidade em nosso país é o que leva o cidadão à contínua prática de atos infracionais. De nada adianta aumentar o rigor da lei se a punição não for uma certeza na “cabeça” do cidadão. E assim é na questão da embriaguez ao volante. De nada adiantará termos leis extremamente severas se a fiscalização não ocorrer a contento. Portanto, muito mais importante do que aumentar o rigor das penas, é educar e fiscalizar com rigidez e de forma incessante!

  • Arisberto Pereira da Silva
    Posted at 13:11h, 09 setembro Responder

    A necessidade da fiscalização para alcançar a eficácia das leis se dá em todos os níveis do estado, muitas vezes ouvimos que em outros países as coisas funcionam melhor, as pessoas são educadas, respeitam as normas coletivas, pura conversa. lá eles tem medo do resultado, diferente daqui, os países desenvolvidos conseguem bons resultados em função da aplicabilidade que fazem do sistema de fiscalização do estado. Que os programas criados a partir da lei seca produzem ótimos resultados, isso é inegável, mas é preciso sair da limitação desses eventos e manter o aparato permanente para garantir maior intimidação dos infratores, forçando a definitiva mudança de hábitos desviantes da lei.

  • Andréia Scheffer
    Posted at 19:53h, 09 setembro Responder

    O artigo refere que “nos locais onde mais se fiscaliza, maior é a conscientização em relação ao álcool e direção”, respeitosamente, venho discordar em parte de tal colocação. Ainda que se perceba uma redução na lavratura de autos de infração e até mesmo a redução da acidentabilidade, não vejo tais índices como conscientização dos condutores em relação ao álcool e direção, mas sim há o medo da punição.
    Obviamente o trabalho da fiscalização é essencial para a mudança do cenário, mas não podemos, enquanto sociedade, que somente a educação é capaz de realmente transformar este comportamento tão arraigado em nossa cultura.

  • Claudio Viera de Moura
    Posted at 21:35h, 09 setembro Responder

    A alcoolemia é um tema de suma importância para a segurança no trânsito. No Rio Grande do Sul O DETRAN-RS mantem convênio firmado com os municípios que tem o trânsito municipalizado em parceria com Brigada Militar e Polícia Civil. os municípios e demais órgãos comprometem-se a fazer um numero determinado de operações para controle de alcoolemia, onde toda abordagem e notificação vira estatística. As OPERAÇÕES BALADA SEGURA são uma referência nacional e já foi aplicada em outros estados seguindo o modelo gaúcho. Outra referência Nacional pró fiscalização de alcoolemia no Rio Grande do Sul foi recente decisão tomada pela “maioria Absoluta” dos desembargadores do TJ-RS que no final do mês de agosto decidiu que os motoristas que recusarem a fazer o teste do bafômetro podem “sim” ser multados. notícia completa no link abaixo.
    https://www.jornalnh.com.br/_conteudo/noticias/rio_grande_do_sul/2019/08/2482748-justica-gaucha-decide-que-recusa-ao-bafometro-pode-gerar-multa-ao-motorista.html

  • Andrei Lucas Müller
    Posted at 21:42h, 09 setembro Responder

    É importante destacar que bebida alcoólica e direção não combina. É fato que o aumento de fiscalização inibe os condutores de dirigirem alcoolizados. Pessoas do sexo masculino e de idade jovem tentam se destacar dentro de grupos de amigos como o “bambambam” que bebe e dirige. Um destaque importante a Florianópolis, conforme apresentado na pesquisa 1 veículo é abordado a cada 500 veículos, e 29% dos veículos abordados, os motoristas estavam em condições impróprias ao volante. Será que as fiscalizações estão sendo feitas em locais estratégicos ou será que ainda há a falta de fiscalização visto que Florianópolis é conhecida com a Ilha da Magia, e destaque em eventos destinado ao público jovem.

  • Laura H. B. de Oliveira Alarcon
    Posted at 12:00h, 10 setembro Responder

    A chamada impactante da campanha para a Semana Nacional do Trânsito 2018, ” Quando você bebe e dirige, alguém sempre se MACHUCA”, por si só, atinge o âmago dos nossos sentimentos.
    Como aspirantes à Observadores, aprendemos neste curto espaço de tempo que devemos deixar os “achismos” de lado e passarmos a nos basear em dados estatísticos.
    Em 2018, ou seja, dez anos do sancionamento da Lei Seca, dados do Ministério da Saúde, indicaram que houve uma redução em mais de 14% do número de mortes de trânsito no país.
    A nova Legislação evitou a morte de 40.700 pessoas e a invalidez permanente de outras 235 mil..
    Infelizmente e à contragosto, verifica-se exatamente o que o relatório estatístico citado no artigo acima concluiu:
    Punição mais severa tem impacto direto na violência do trânsito, resultado este obtido somente através da intensificação das fiscalizações.

  • Oszilee de Freitas Gazoni Ferreira
    Posted at 20:42h, 10 setembro Responder

    Excelente artigo para nós amantes do trânsito, por tratar de forma inédita como um estudo esse que é um importante instrumento de fiscalização do trânsito no Brasil as operações da Lei Seca.
    Realmente como o artigo demonstra a medida em que a fiscalização aumenta também aumenta de forma proporcional a conscientização da sociedade.

  • Priscilla M. Borges
    Posted at 10:38h, 11 setembro Responder

    Muito se fala sobre as dificuldades em mudar o comportamento de adultos, mas está aí uma alternativa eficaz (não a única, mas eficaz). Excelente demonstrar com dados de pesquisas a importância da fiscalização para mudança no comportamento.Vale lembrar que a fiscalização deve ser contínua e atuar em conjunto com a educação para resultados mais efetivos.

  • Fabia Meireles Veras Oliveira
    Posted at 12:03h, 11 setembro Responder

    É sempre bom relembrar: além de respeitar a tolerância zero estipulada pela lei, é preciso ter bom senso: não dirigir sob efeito de álcool previne muitos acidentes. Por isso, se for beber, deixe as chaves em casa e use o transporte público ou chame um serviço de táxi. O mesmo alerta vale para outras drogas, mesmo as lícitas. Isso significa que, se precisar ingerir algum medicamento, você deve verificar se ele não causa sonolência ou diminuição dos reflexos. Outra ressalva do texto é que uma campanha bem aplicada dará bons frutos e isso esta acontecendo com a lei seca no Brasil.

  • CLESTON ANDRADE CAVALCANTE
    Posted at 14:34h, 11 setembro Responder

    O presente estudo mostra que as operações Lei Seca faz parte de um conjunto de alterações previstas no código de trânsito brasileiro, com o objetivo de estabelecer alcoolemia 0 (zero) e, ao mesmo tempo, de impor penalidades severas para o condutor que dirigir sob a influência do álcool. Essa Operação está presente nas principais cidades de todo o Território Nacional, elaborando blitzes estratégicas. Esse tipo de ação busca diminuir as altas taxas de acidentes automobilísticos que ocorrem em todo o Brasil, nos quais, em muitos casos, ocasionam mortes.

  • WALLACE SILVA DE SOUSA
    Posted at 17:01h, 11 setembro Responder

    Com toda certeza sabemos a importância do trabalho realizado pelos órgãos competentes em relação a lei seca, só fico me perguntando se o investimento nesse protejo tem sido compatível com os resultados. são 11 anos de trabalho nesse sentido mas ainda sentimos uma grande necessidade de melhoria.

  • AIRTON ROCHA ALVES
    Posted at 19:04h, 11 setembro Responder

    Em São Borja/RS , cidade com pouco mais de 61.000 habitantes, a 18 meses começamos a realizar as blitz para coibir o consumo de alccol e dirigir(balada segura) nas primeiras blitz realizadas, em pouco mais de duas horas, tínhamos em torno de 16 autuações por embriagues ou recusa a se submeter ao teste, atualmente no mesmo tempo de blitz, geralmente temos menos de 5 autuações, muitas pessoas estão deixando de dirigir quando bebem, sabemos que não pelo motivo dos riscos de acidentes e sim pelo receio de serem abordados em alguma blitz e serem penalizados com a multa de quase 3 mil reais e terem seu direito de dirigir suspenso por 12 meses, mas mesmo assim as operações vem ajudando a coibir tais infrações e diminuir significativamente o numero de acidentes.

  • Bianca da Cruz Oliveira
    Posted at 20:06h, 11 setembro Responder

    Não tenho dúvida da redução do número de pessoas dirigindo alcoolizadas após passar pela experiência da Operação Lei Seca, no entanto, penso que as operações devem ser intensificadas, apresentando cunho educativo que sensibilize os condutores, além do cunho punitivo que tem uma função bem relevante.

  • savana gardelly silva lopes teixeira
    Posted at 20:31h, 11 setembro Responder

    Necessário ter mais campanhas sobre a lei seca e sou a favor que a multa seja ainda mais árdua,infelizmente nos brasileiros muitas vezes só aprendemos quando dói no bolso, e como foi dito anterior,só quem já passou por uma blitz da lei seca sabe como e um verdadeiro transtorno.

  • AGUINÉLIA SOUSA
    Posted at 20:43h, 11 setembro Responder

    A solução para esse problema não fica apenas nas mãos dos agentes da lei para encontrar esses infratores e processá-los, mas dentro de cada pessoa para fazer a escolha consciente de não beber e dirigir.
    Há sempre uma opção melhor. Mantenha as estradas seguras junto com seus entes queridos e os entes queridos dos outros por não beber e dirigir.

  • Ana Paula Corrêa Fantin
    Posted at 21:52h, 11 setembro Responder

    De grande importância este estudo do Observatório Nacional de Segurança Viária, demonstrando que a fiscalização é sim um componente importante para a redução de acidentes de trânsito. É preciso mostrar a sociedade que as fiscalizações são feitas visando a segurança e não a arrecadação.

  • Georlize Oliveira Costa Teles
    Posted at 20:16h, 12 setembro Responder

    A iniciativa do estudo merece os aplausos. Fica comprovado que se aliarmos informação e fiscalização o resultado será positivo. a responsabilização daqueles que insistem em infringir a legislação de trânsito é um excelente mecanismo para coibir estas práticas.

  • Monique Machado
    Posted at 22:12h, 12 setembro Responder

    Basta acompanhar as notícias e ver que o álcool esta presente em 3 de 4 acidentes fatais e a importância dessas operações. Pois quando as equipes estão na rua é comprovado que os bairros, as vias, as paradas, toda a região em volta fica mais seguro. Passar por uma blitz dessas é ter a certeza de chegar em casa com vida e sem problemas.

  • Juliano Benfica Viana
    Posted at 23:25h, 12 setembro Responder

    A operação de Lei Seca é um importante instrumento para a retirada de circulação de condutores infratores que serão potenciais causadores de acidentes graves e fatais. A legislação que ao longo do tempo foi aperfeiçoada também é um importante aliada no combate aos motoristas que insistem em dirigir embriagados. Neste sentido tornou-se vital instrumento de politica publica com fito de reduzir acidentes e guardião da Lei.

  • Fabiana Dias
    Posted at 01:13h, 15 setembro Responder

    Artigo excelente! As blitzes são indispensáveis para a segurança no transito, sou a favor de penas severas, fiscalizações é um importante aliado a redução de acidentes com motoristas embriagados.

  • Fabiana Dias
    Posted at 01:16h, 15 setembro Responder

    Artigo excelente, a operação da Lei Seca é indispensável para a segurança no transito, penas severas, fiscalizações são importantes aliados para a redução de acidentes com motoristas embriagados.

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