OBSERVATÓRIO | Custo e efetividade das medidas de segurança viária
17787
post-template-default,single,single-post,postid-17787,single-format-standard,ajax_fade,page_not_loaded,,hide_top_bar_on_mobile_header,qode-theme-ver-10.1.1,wpb-js-composer js-comp-ver-5.0.1,vc_responsive

Custo e efetividade das medidas de segurança viária

Custo e efetividade das medidas de segurança viária

Estudo internacional aponta a efetividade em algumas medidas adotadas para que o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito seja passado

 

Na semana em que o mundo celebra o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito, sempre no terceiro domingo de novembro, o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária em parceria com a UFPR (Universidade Federal do Paraná) divulga um estudo em que mostra quão eficiente ou não, são as medidas de adotadas na maioria dos países para mitigação dos acidentes de trânsito. A ideia é propor um debate frente a tantas ações que, nem sempre, tem o retorno efetivo em segurança viária para todos que estão em trânsito.

O OBSERVATÓRIO se baseou num trabalho da empresa de consultoria internacional McKinsey para ajudar governos, gestores de frota, empresas  ou mesmo, técnicos de segurança viária que possibilite a comparação do custo-efetividade de diferentes intervenções em prol da segurança, ou seja, uma avaliação das medidas em termos de seus respectivos impactos e custos.

As ações foram dividias em cinco áreas: Legislação, Educação, Engenharia Tráfego, Infraestrutura e Segurança Veicular, basicamente o que propõe a ONU (Organização da Nações Unidas) dentro da Década de Ação para a Segurança no Trânsito lançada em 2011 recomendando a redução de 50% das mortes no trânsito até 2020. A Educação é o pilar que mais nos chama a atenção, pela efetividade das ações e o baixo custo que apresenta a implantação da maioria das medidas inseridas nessa área.

Diante da crise econômica em que o Brasil está inserido há mais de três anos, estudar a efetividade das ações adotadas para reduzir acidentes de trânsito é, além de eficiente, muito mais econômico para governos em crise, na maioria das cidades.

Segundo os autores do estudo, com este método, as entidades responsáveis, que a cada dia enfrentam orçamentos mais justos, podem ter uma base melhor para tomada de decisão de alocação de recursos através da análise de soluções referentes as áreas propostas.

Confira o estudo na íntegra:

Sem comentários

Escreva um comentário