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Em matéria do Estado de S. Paulo, OBSERVATÓRIO comenta sobre aumento de mortos e feridos nas rodovias federais após fim dos radares móveis
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Em matéria do Estado de S. Paulo, OBSERVATÓRIO comenta sobre aumento de mortos e feridos nas rodovias federais após fim dos radares móveis

Em matéria do Estado de S. Paulo, OBSERVATÓRIO comenta sobre aumento de mortos e feridos nas rodovias federais após fim dos radares móveis

Após a medida que suspendeu os radares móveis das rodovias federais, em 15 de agosto, conforme ordem do governo Bolsonaro, o número de mortos e feridos em acidentes nas rodovias cresceu, como revela a matéria do jornal O Estado de S. Paulo de 17 de dezembro. O diretor do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, Francisco Garonce, é ouvido pela reportagem.

Conforme dados da Policia Rodoviária Federal (PRF), compilados pela organização SOS Estradas, de agosto a outubro, o total de mortes aumentou 2% e o de feridos, 9,1%, comparados ao mesmo período de 2018. A mortalidade na malha federal apresenta tendência de queda desde 2011, e a justiça mandou o governo retomar a fiscalização com os equipamentos móveis no dia 14 de dezembro, mas na segunda-feira (16/12), o prazo foi adiado para o dia 23 deste mês.

Segundo comenta Francisco Garonce: “o motorista se sente livre para correr, o que aumenta o risco”, e complementa: “A sociedade quer ser livre para andar na velocidade que entender? Aí ela tem de ser esclarecida das consequências”, diz.

De janeiro a março, os registros de violência no trânsito estavam em queda de 7% nos óbitos e de 4,3% nos feridos, comparado ao mesmo período de 2018. De abril a julho, quando foi suspensa a instalação de equipamentos fixos de fiscalização, o total de mortes já havia aumentado 2,7%, na comparação com o ano anterior.

A justificativa do governo para a suspensão do uso dos radares móveis era “evitar o desvirtuamento do caráter pedagógico e a utilização meramente arrecadatória dos instrumentos e equipamentos medidores de velocidade”.

Leia a matéria em: https://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,apos-retirada-de-radares-cresce-n-de-mortos-e-feridos-nas-rodovias-federais,70003128096

130 Comments
  • Juan Ramón Soto Franco
    Posted at 15:10h, 04 fevereiro Responder

    O cidadão de modo geral não está preparado e não desenvolveu consciência cidadã suficiente para viver sem necessidade de ser fiscalizado. O problema radica na deterioração da educação que sofremos por décadas, incluído aqui o abandono do processo educativo no núcleo familiar por parte dos pais ou responsáveis.

  • Claudio kalleder
    Posted at 17:41h, 10 fevereiro Responder

    Infelizmente, existe uma “cultura” de que a velocidade regulamentada para uma via qualquer é válida apenas onde a mesma é fiscalizada. O condutor se sente motivado a acelerar mais do que é permitido, quando não há essa fiscalização. Aplicativos de celular que indicam antecipadamente a existência de radares têm incentivado essa prática.

    No texto em questão, nota-se claramente que o motorista se sente à vontade para transgredir a Lei quando sabe que não está sendo fiscalizado e que não haverá penalidade de multa. Mas essa é uma ideia errônea pois, ao invés de multa, pode pagar com a sua vida e de inocentes.

    Infelizmente, enquanto a conscientização não fizer parte da conduta correta dos motoristas, os radares – fixos, móveis, portáteis e lombadas eletrônicas serão necessárias para coibir os abusos.

  • washington felippe pereira
    Posted at 20:16h, 11 fevereiro Responder

    Certamente uma boa notícia foi a retomada da fiscalização com radares móveis nas rodovias federais de todo o país. É lamentável saber que muitos insinuam, sem provas, a utilização meramente arrecadatória destes equipamentos e não levam em consideração a importância que a fiscalização tem no sentido de contribuir para que muitos condutores mais afoitos sejam sensibilizados a dirigirem com mais cuidado e segurança. No meu ponto de vista o Brasil só terá bons resultados com relação à segurança no trânsito quando a educação e a fiscalização estiverem efetivamente unidas em um único propósito.

  • Luciane Ribeiro dos Santos de Moura
    Posted at 09:51h, 12 fevereiro Responder

    Que bom que os radares móveis retornaram. O quadro estava crítico em todo Brasil. Os condutores sentiam-se livres para abusar na velocidade e os números foram sentidos no fechamento de 2019. Aumento de acidentes e óbitos nas rodovias. Infelizmente o brasileiro ainda precisa ser vigiado para cumprir as leis. Espero que essa realidade mude.

  • JOSE ALFREDO BRANDAO E SOUSA
    Posted at 10:34h, 12 fevereiro Responder

    Pois bem, era previsível as consequências geradas pela declaração do Sr. Presidente da República. Quanto maiores as liberdades adquiridas, mais serão nossas responsabilidades. O fato que mais me espantou é que tomou-se uma decisão sem estudos prévios, sem levantamento de dados estatísticos, sem análise e discussão. Aproveito também para deixar uma polêmica: Porque cada vez mais, as montadoras e fabricantes de veículos constroem veículos mais potentes e velozes? Será que é uma estratégia de marketing, por saber que este argumente vende mais? Será que precisamos ter carros tão velozes, que no caso do Brasil, não temos, na maioria das rodovias, condições de segurança para tão altas velocidades? Será que quanto mais potência e velocidade estes motores não emitirão mais poluentes e consequentemente maior consumo de combustível? Será que a construção de pneus está adequada a suportar tanta velocidade? Tirem suas próprias conclusões. Penso eu, que motores com menos cilindradas são mais leves, mais econômicos, poluem menos, custam bem mais baratos, são mais simples de manter. Não confundam potência com velocidade, podemos perfeitamente ter motores potentes, com mais força, maior torque (mais rápidos em retomadas de velocidade) mas com velocidades máximas mais reduzidas. Esta é minha opinião, pois quanto maior a velocidade em um possível acidente, maior as chances de morte. Deixo aqui meus argumentos, amparados na segurança, na preservação da vida, da saúde e do meio ambiente.

  • LEANDRO CUNHA DA SILVA
    Posted at 12:13h, 12 fevereiro Responder

    A sociedade até percebeu que em um primeiro momento, o governo federal tentou mostrar aversão à indústria das multas, porém faltou um pouco mais de analise e estudos mais fundamentados para não virar uma questão de, “8 ou 80”, ou seja, de mantém ou acaba com os radares. vejo que devem haver mais estudos de pontos necessários à fiscalização por radar para evitar os acidentes, sem os exageros denunciados na imprensa em todo o país, que comprova a infeliz existência da indústria de multas.

  • Amilton Reis dos Santos
    Posted at 12:41h, 13 fevereiro Responder

    A retirada ou redução de equipamento eletrônicos de fiscalização viária, é um retrocesso, além de uma “falácia” eleitoreira. Atitude populista e deseducativa.

  • MARCELO WILIANS NEMESIO
    Posted at 08:14h, 14 fevereiro Responder

    Sabemos que nossa sociedade como um todo ainda não está adequada a respeitar sinalizações de trânsito apenas com placas e sim quando se torna presentes o agente de trânsito, a lombada eletrônica e os radares moveis e fixos, por isso quando há uma determinação de suspensão de qualquer fiscalização, radar, ostensiva e até a Lei seca, aqueles condutores contumazes entram abaixadinhos, de que forma, excedem na velocidade, realizam ultrapassagens pelo acostamento ou em pista com sinalização de proibição de ultrapassagem, realizam manobras perigosas em via pública e como sempre bebem e dirigem. Então ainda somos uma sociedade que tem muito a aprender, por isso devemos realizar toda e qualquer instrução desde o inicio nas escolas de ensino fundamental, não deixando de fora o ensino médio, superior e cursos técnicos também.

    • Sandro Alves Xavier
      Posted at 14:18h, 12 agosto Responder

      Sou a favor dos radares móveis, devido ao fato de que a maioria dos condutores não respeitam os limites de velocidade da vias. Muitas vezes é necessário esse tipo de fiscalização pra conscientizar o condutor.

  • Carlos Henrique Ferreira de Mello
    Posted at 11:31h, 14 fevereiro Responder

    Infelizmente uma parcela considerável da população brasileira ainda não está educada o suficiente para entender a necessidade de cumprir as regras de trânsito, independente do controle dos órgãos fiscalizadores e fazem de seu veículo uma arma contra si próprio e os demais. Frustrante a tentativa do governo em buscar conscientizar a população ao retirar de circulação os radares móveis.

  • FABIO MOUTINHO TURMA 3 Obsv. Certif.
    Posted at 09:19h, 17 fevereiro Responder

    De fato, todos sabíamos que foi uma desgraça anunciada, irresponsável e cruel. Até mesmo quem não é da área sabia que esses números aumentariam a olhos nus. Graças a separação de poderes, os “checks and balances” o judiciário corrigiu essa aberração que foi a MP dos radares. O C.T.B. tem sido castigado, mas vai resistir.

  • Sidnei Araujo
    Posted at 09:44h, 17 fevereiro Responder

    Poderíamos usar a decisão do governo federal como uma prova de que nossa sociedade ainda tem muito a evoluir.
    Foi provado que com o fim da fiscalização as pessoas abusam da velocidade, não respeitando a legislação, gerando riscos à segurança no trânsito, algo que, se houvesse a educação, ética e moral suficientes, respeitariam os limites de velocidade mesmo sem os radares, lamentável.

  • Valter Ferreira da silva
    Posted at 16:01h, 18 fevereiro Responder

    A grande verdade é que os carros melhoram e muito devido a alta tecnologia, porém, as estradas para estes veículos não receberam pavimentação adequada e motoristas peritos para conduzir os mesmos em alta velocidade, como exemplo a auto estrada “Autobahn’ na Alemanha. Por outro lado, penso que a maioria dos condutores desconhecem o artigo 61 do CTB, que regulamenta a velocidade de acordo com cada via ou rodovia.
    A proposta do Presidente em retirar os rodares móveis, não é bem vinda, vista que os condutores sob a prisma de liberdade, abusará da velocidade da qual não estão preparados e as estradas também, não tem autorização segundo o CTB, para maior do que esta previsto.
    Toda e qualquer medida sem um estudo técnico, não é bem vinda, por esta razão, por decisão judicial amparada no aumento de acidentes, decidiu pela volta dos mesmos, pela segurança e redução de acidentes que os mesmos contribuem estando em operação.

  • Antônio Peixoto de Melo
    Posted at 23:03h, 19 fevereiro Responder

    O retorno dos radares se faz necessário tendo em vista o aumento do índice de acidentes , conforme dados da (PRF) Política Rodoviária Federal compilados pela organização SOS Estradas, de agosto a outubro, o total de mortes aumentou 2% e de feridos, 9,1% .Isto já era de se esperar , tendo haja vista a deficiência educacional ofertada ou a inexistência dela as nossas crianças por parte do poder público.

  • Elmir Jorge Schneider
    Posted at 19:22h, 24 fevereiro Responder

    Conforme bem destacado por Garonce, a cultura brasileira tem uma tendência de valorizar somente a liberdade individual, e considera isso como um avanço na legislação e uma vitória pessoal. Porém, a população brasileira não está em condições de avaliar os riscos desta liberdade individual, onde se precisa de leis rígidas pautadas em estudos e pesquisas científicas, onde as pessoas não tem condições de cuidar de si próprio e precisam que o estado faça isso por ela. De acordo com Kant, isso se chama de menoridade, que é a condição que a população se encontra, ao precisar de alguém que a cuide na medida que ela própria não pode fazer isso sozinha.

  • JOSE EDIVO PEIXOTO FILHO
    Posted at 16:04h, 25 fevereiro Responder

    A população brasileira não esta preparada o suficiente para trazer para si a consciência de que seu direito interfere diretamente no direito do próximo. A nossa sociedade construiu leis para evitar que a carnificina estabelecidas nas rodovias desta nação fosse “freada”, nosso trânsito mata mais que o crime organizado e isso num país que tem uma das leis de trânsito mais severas do planeta. Reduzimos na ultima década o numero de mortos no transito, porém , segundo dados do seguro DPVAT em 2018 mais de 38 mil pessoas morreram em acidentes de trânsito. A retirada dos radares é de forma irresponsável uma medida que engrossou de forma negativa as estatísticas de mortos e feridos no transito, É de extrema urgência a reinstalação dos equipamentos.

  • Bruna de Oliveira Seiboth
    Posted at 10:22h, 26 fevereiro Responder

    A cultura que está disseminada em nosso país é que posso exceder limites desde que não sejo flagrado e não preciso pagar multas. Infelizmente isso se comprava na questão da retirada de radares das rodovias, estes instalados em pontos considerados perigosos e que ocorria acidentes com frequência. Atualmente se fala em “indústria da multa”, porém o cidadão esquece que se não “doer no bolso” não cumpri o que determina a legislação para o seu próprio bem! Se as pessoas tivessem a consciência de que o que causa o acidente é o desrespeito a legislação, muitas vidas teriam sido preservadas e muitas sequelas evitadas.

  • ANTONIO CARLOS GOMES
    Posted at 11:30h, 26 fevereiro Responder

    EM ATENÇÃO A MATERIA FEITA PELO JORNAL EM RAZÃO DA RETIRADA DOS RADARES NOTA SE UM EXPRESSIVO AUMENTO DOS DESCUMPRIMENTO AOS LIMITES DE VELOCIDADE LEVANDO O USUÁRIO DA VIA Á RISCOS IMINENTE,TEMOS QUE LEMBRAR QUE MUITOS USUÁRIOS DAS VIAS NÃO TEM EDUCAÇÃO SUFICIENTE PARA RESPEITAR AS REGRAS DE TRANSITO COMETENDO ASSIM INFRAÇÕES DE TRANSITO.ORA SE TODOS OS USUÁRIOS DAS VIAS SEJA PEDESTRE CONDUTORES DE VEÍCULOS OU QUALQUER OUTRO INTEGRANTE DO COMPLEXO TRANSITO RESPEITASSE AS LEIS NÃO TERIAMOS TANTAS MORTES .

  • Mauro Silva - Recife/PE
    Posted at 00:17h, 01 março Responder

    Vale salientar que os radares possuem função de coibir os abusos e diminuir a violência no trânsito. Mas essa não é a realidade no nosso brasil. “Radares não estão cumprindo a função social e de repressão como complemento ao processo educacional de trânsito”.
    O artigo 320 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro) diz que a receita arrecadada com a cobrança das multas de trânsito tem de ser aplicada, exclusivamente, em sinalização, engenharia de tráfego e de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito. O que deixa a deseja.
    O aumento de acidentes reflete a falta de educação dos mais variados condutores no trânsito, vindo desde a infância até a adolescência, a má formação de condutores, falta de formação continuada após adquirir a CNH (Carteira Nacional de Habilitação), e os valores morais somado doenças ocupacionais produzidas na sociedade, como o estresse, seguido por uso de álcool e drogas, fadiga, sono e desatenção provocada pela introdução de tecnologias dentro do veículo, como aparelho celular e smartphone.
    Por já ser conhecido seu posicionamento pela maioria dos condutores os radares fixos, os condutores quando chegam no ponto da fiscalização eletrônica, diminuem a velocidade e depois avançam novamente, daí sua eficiência se torna ineficiente.

  • Priscila Sauthier
    Posted at 22:46h, 01 março Responder

    Esses dados reforçam a importância de divulgar os conceitos de educação no trânsito, pois, como foi informado, o comportamento dos condutores de agir irregularmente foi destacado diante de uma redução da fiscalização por equipamentos específicos. Assim, ainda é necessário unir fiscalização com conscientização do indivíduo para manutenção da segurança no trânsito.

  • Samir Moussa
    Posted at 23:29h, 01 março Responder

    Com isso esta comprovado que alguns cidadães brasileiro não tem consciência no que faz no trânsito, se em alguns meses que ficou suspenso a fiscalização dos radares nas rodovias federais já teve um aumento nas mortes imagina se isso tivesse tido continuidade, parabéns a todos os envolvidos e que fizeram essa decisão de proibir os radares a voltar atrás, e digo mais a fiscalização tem que aumentar e não diminuir.

  • HELIO DIAS DE SOUZA
    Posted at 23:40h, 01 março Responder

    Primeiramente, vamos partir do princípio de que, como declarou o Sr. Geronce: “A sociedade quer ser livre para andar na velocidade que entender? Aí ela tem de ser esclarecida das consequências”, diz.
    Via de regra, todo condutor já é esclarecido das consequencias de seus atos infracionais.
    Embora, muitos infratores contumazes do abuso da velocidade, sempre usará o argumento que lhe convém, ou seja, indústria de multas, etc. As leis devem ser cumpridas por TODOS, ocupe a função que for, juíz, advogado, policial e até Presidente da República.

  • Diego da Silva Marques
    Posted at 15:42h, 02 março Responder

    Um dos maires absurdos do governo foi estimular e determinar a retirada dos radares de velocidade das estradas, essa medida inconsequente poderá acarretar uma elevação dos números de mortos e feridos e de forma geral tem um efeito cascata no cometimento de outras infrações associadas como é o consumo de álcool e direção. Essa combinação já ceifou vidas e deixou sequelas irreparáveis na sociedade. O governo deveria sim implementar o controle total das rodoviais e a emissão de autuações por descumprimento de velocidade média o que realmente evitaria acidentes e preservaria vidas no trânsito.

  • Joaquim Alves do Carmo
    Posted at 22:12h, 02 março Responder

    A indústria de mortes no trânsito não foi observada pelo nosso presidente. Tem que haver radar SIM e radar ESCONDIDO, porque quando o condutor vê uma viatura ele respeita os limites de velocidade. Enquanto as pessoas não aprenderem que devemos seguir regras mesmo quando ninguém nos observa necessitaremos de RADAR SIM.

  • Alex Pinheiro Sessim
    Posted at 10:35h, 04 março Responder

    Bato sempre na tecla, não somos educados ainda para ser livres nas nossas decisões no trânsito. Precisamos sim de fiscalização intensa e de punição rígida para que tenhamos mais responsabilidade com nós mesmos e os outros.
    Não podemos admitir que uma pessoa que bebe e dirige, ponha em risco uma família inteira por imprudência.

  • João Batista da Silva Neto
    Posted at 15:28h, 04 março Responder

    É sempre importante reforçar a necessidade que temos, enquanto sociedade, de sermos fiscalizados. Uma sociedade extremamente mal-educada e imperita precisa ser fiscalizada a fim de não causar danos a si mesmos e a todos a sua volta.

  • Jolserley Marcio Barbosa
    Posted at 16:51h, 04 março Responder

    Infelizmente estamos muito distantes de respeitar as leis de transito, a cultura não só do brasileiro, mas de um modo geral em não respeitar a leis e mostrada no dia a dia através da mídia. mortes, acidentes, brigas no transito, isso se tornou rotineiro. Quanto a retirada de radares fixos e moveis em rodovias, tudo isso fica claro, o motorista só respeita a velocidade quando sabe que esta sendo fiscalizado.

  • Jose Antonio de Almeida
    Posted at 19:10h, 04 março Responder

    A decisão de retirar os pardais das rodovias foi feita sem nenhum estudo apenas na intuição, mortes poderiam ter sido evitadas,.

  • Edenilton Barros Ferreira
    Posted at 22:59h, 04 março Responder

    Os radares móveis, é uma ferramenta que pode ser usada para colabora com a redução de acidentes, como as pesquisas, estudos e relatos editados através de meios de comunicação, se pronunciam quê tal “via” teve a redução por conta da presença dos equipamentos radares.
    Então fica claro que para erradicar os acidentes nos referidos locais de suas instalações provisórias (Moveis), na verdade, precisa mudar as instrutura das vias. Tirando o fato que os valores impostos pela autoridade com circunscrição sobre a via não visam necessária mente a educação do condutor, mais sim tendencialmente ao recolhimento dos valores ali aplicados nos AIT.

    Certo que a pois um período de avaliação atuando nestas vias com o equipamento móveis, haja projeto para que no futuro façam a (Revitalização), destas vias e não precise usarem mais os radares, e sejam utilizados outros meios de educar os condutores usuários destas vias.
    Tendo em vista que a população sofre com uma alta carga tributárias, e estes recursos nem sempre tem aplicação nas áreas devidas.

  • Antônio Peixoto de Melo
    Posted at 12:48h, 05 março Responder

    Já era de se esperar aumento de feridos e mortos no trânsito após atitude precipitada e irresponsável do Presidente do Brasil. Este que deveria ser exemplo e contribuir para um trânsito seguro para Todos.

  • SOLANGE RIBEIRO DA SILVA
    Posted at 18:33h, 08 março Responder

    Nossa houvem um aumento de morte por causa que foram retirados os radares!
    Claro que isso ia acontecer! A população não educada a ter respeito, seguir regras a obedecer, Sabe-se que existe um sistema responsável pela educação, formação, dos cidadãos, mas esse sistema esta acostumado a remediar e não a prevenir todas as situação, na educação, na saúde, no trânsito, e demais áreas, Pois o REMEDIAR, punir, cobrar, é mais lucrativo, do que fazer a prevenção, existem inúmeros interesses envolvidos nesse contexto, na qual temos que ponderar nossas ações frente a questionamentos em todos os eixos sociais.

  • ALINE CECCONI
    Posted at 15:55h, 10 março Responder

    O ser humano é assim, se ele não for fiscalizado ele tende a não realizar a ação correta. Problema é que no trânsito estamos lidando com vidas, famílias inteiras são devastadas por uma imprudência. Acredito que falta educação, mas também acredito que falta também muito empenho, bom senso e responsabilidade dos usuários do sistema trânsito. Continuo afirmando que se todos fizessem o seu papel não haveria acidentes de trânsito e conseqüentemente vidas perdidas.

  • GILSON DE JESUS CARDOSO
    Posted at 20:59h, 10 março Responder

    As estatísticas apenas comprovam que algumas pessoas não estão educadas ou são educadas e mecanismos do Estado seja na área do trânsito ou outra qualquer ainda devem ser usados para que o mesmo sinta no bolso que deverá cumprir as normas para sua segurança e preservação da própria vida, contudo o que defendemos é uma melhor gerencia na colocação desses radares para não torna-se a famosa “indústria da multa” e perde o caráter pedagógico e educativo da aplicação da penalidade.

  • Geraldo Medeiros Filho
    Posted at 08:31h, 12 março Responder

    Para instalar e manter os equipamentos controladores de velocidade, deve haver justificativa (§ 2º e § 3º da Resolução 396/11 do CONTRAN).
    A justificativa da instalação dos equipamentos de controle de velocidade são realizados através de estudos técnicos que detectem a necessidade de intervenção para garantir maior segurança ou fluidez no trânsito. e seus resultados são comparados anualmente através do estudo de eficácia, para justificar sua manutenção. Tais estudos são suficientes para comprovar a necessidade de destes equipamentos.
    Determinar o fim dos equipamentos de controle de velocidade é contribuir para a insegurança e a lentidão no trânsito.

  • FLAVIA VEGH BISSOLI
    Posted at 13:55h, 13 março Responder

    Analiso o Despacho Preidencial de duas maneiras, positivo, se analisado pelo sentido de que deve haver estudo prévio, se estão nos locais de maior incidência de acidentes, se estão verificados pelo in metro, contudo, a priori deveria ter havido o estudo com a substituição gradativamente e não a suspensão geral.
    REAVALIAR E REVISAR os critérios de instalação dos atuais radares, é válida, e justificável. Mas, deverias ter sido feitos mantendo os equipamentos em funcionamento, até que uma possível realocação, incremento ou diminuição de radares aconteça.
    Uma pesquisa do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) atrela a fiscalização eletrônica à redução de 60% de óbitos e 30% de acidentes no trânsito.
    A Organização Mundial de Saúde também recomenda no mundo todo o uso de medidores eletrônicos de velocidade como alternativa para a prevenção de acidentes de trânsito e redução da gravidade, no caso da ocorrência do evento.
    Diante do exposto, só serviu para aumentar o número de mortes e acidentes , sendoa ssim, não atingiu a objetivo efetivo algum.

  • Alexander Ferreira de Magalhães
    Posted at 14:34h, 16 março Responder

    Vários são os fatores que atuam no estabelecimento de um trânsito mais seguro, sendo a fiscalização um deles. O Plano de Ação para a Década de Segurança Veicular da ONU – 2011-2020 encontra-se recomendado a partir de intervenções em cinco pilares: gestão da segurança no trânsito, infraestrutura viária adequada, segurança veicular, comportamento/ segurança do usuário e atendimento pré e pós-hospitalar. No que tange ao fator ligado ao comportamento/segurança do usuário, verifica-se a relevância da fiscalização que, juntamente com a educação, atuam como agentes promotores da mudança comportamental necessária para que os usuários do trânsito respeitem as normas e adotem ações seguras.
    Deve-se educar para evitar a punição, mas quando esta for aplicada deve ser firme, com a responsabilização devida, sendo, portanto, exemplar e a partir de então, operar como instrumento de educação.
    Quanto mais educado o usuário no trânsito, menor a necessidade da fiscalização, contudo, onde não houver educação mais necessária ela se faz, visando coibir atitudes inseguras que potencializem a ocorrência dos acidentes.
    Nessa perspectiva, entendo que a ação do governo brasileiro na retirada dos radares fragiliza os esforços de fiscalização, sendo extremamente prejudicial para a segurança viária. Se mesmo com a existência dos radares, os condutores já desrespeitavam os limites de velocidade, quiçá agora, com a ausência deles. Os resultados não poderiam ser outros a não ser o aumento dos acidentes e seus vitimados.
    Infeliz essa decisão governamental, que, sem sombra de dúvida, vai de encontro ao Plano de Ação recomendado pela ONU, o que ratifica o meu entendimento quanto à ausência de uma política pública, no Brasil, voltada para a redução de mortes decorrentes de acidentes no trânsito.
    Tão infeliz quanto essa constatação é o fato de que muitos brasileiros apoiam essa insensata decisão governamental e não se dão conta de que, todos, inclusive eles mesmos e as pessoas que lhes são mais caras, estarão mais expostos aos riscos de acidentes. Como descrito pelo diretor do ONSV, Francisco Garonce, que destaca que “a sociedade quer ser livre para andar na velocidade e por isso deve ser esclarecida das consequências de seu comportamento”. E eu complemento…. Mas quantas vidas hão de ser perdidas? Até que ponto isso vale a pena?

  • Paulo Adriano Ferreira Alves
    Posted at 15:06h, 16 março Responder

    Não sou a favor das industrias das multas, por outro lado sou a favor de monitorar e punir os abusos, a grande violência que tem ceifados milhares de milhares de vidas no transito e exclusivamente por causa do excesso de velocidade de motorista que pensam ser mais habilidosos que os outros, agindo com total desrespeito e insignificância com a sua própria vida e a vida dos outros.

  • (FREDY) CARLOS FREDERICO TEJADA
    Posted at 20:01h, 17 março Responder

    A atitude de suspender a fiscalização da velocidade quer parecer que teve caráter populista, pois qualquer ser minimamente inteligente sabe que a gravidade dos acidentes está diretamente ligada a velocidade do veículo. Se existe ou não indústria de multas existem outros meios “menos letais” de eliminá-la.

  • Nádia Sudário
    Posted at 20:14h, 18 março Responder

    A Dita “indústria da multa” pode entrar em colapso a partir do momento que todos nós respeitarmos os limites de velocidade, usarmos os cintos de segurança, estacionarmos em locais apropriados e não usarmos celulares ao dirigir. Os radares também entrarão em falência quanto todos os condutores dirigirem com segurança e defensivamente, até lá radares moveis e fixos são extremamente necessário para a segurança maior de terceiros e não dos imperitos, negligentes e infratores.

  • kenedy Santos Pereira
    Posted at 22:44h, 18 março Responder

    Antes de falar da relação radar e o número de acidentes, temos que falar de comportamento humano, ou seja, comportamento do motorista na direção veicular. Como o motorista dirige o seu veículo quando não tem radar e sim uma sinalização de regulamentação de caráter imperativo . O radar entre como uma mudança de comportamento do motorista, somente no trecho indicado, ou seja, o motorista (nós para não sermos demagogos ), e quando observamos o radar reduzimos a velocidade e depois imprimimos outra velocidade. A pergunta é o que me faz não fazer ? Outro ponto são as mortes, é cristalino que o foto de reduzir mesmo que momento pode e reduz o número de acidentes.
    O governo de forma unilateral, editou o medida, e sabemos que nada funciona sem um estudo , e para fazer isso precisamos de tempo e especialista para fazer. Assim, o tema merece muito estudo antes de ter qualquer alteração , e não podemos aceitar alterações unilateral .

  • Leandro de Oliveira Machado
    Posted at 08:41h, 19 março Responder

    Toda ação no trânsito deve ser embasada em estudos e dados técnicos, atitudes populistas e sem estudos não contribuem para a melhoria da segurança viária. Basta analisar os números, que com os radares apresentavam queda, e logo após sua retirada já resultou no aumento do número de mortes.
    Mesmo sabendo que a rodovia possui fiscalização eletrônica de velocidade, os motoristas já abusam da velocidade, agora sem os radares, essa conduta fica fora de controle, e muitas vidas são colocadas em risco. Para mudar o comportamento dos motoristas, não basta somente esperar a mudança, os condutores devem ser educados e fiscalizados.

  • JOSÉ VANILSON ABREU DA SILVA
    Posted at 09:15h, 19 março Responder

    Quando falta educação, respeito ao próximo e a legislação, a única maneira de conter o avanço dos números de acidentes relacionados a imprudência no trânsito, ainda é a punição. Os números indicaram a diminuição dos acidentes com a implantação desses radares, então se faz necessário uso desses equipamentos de proteção nas rodovias com alto índice de acidentes

  • Luciano Souto
    Posted at 13:14h, 23 março Responder

    Infelizmente os condutores não tem maturidade suficiente para não serem fiscalizados,apesar de que tenho em mente que a redução somente acontecerá se for seguida de fiscalização.
    Precisamos de politicas públicas com investimentos em infraestrutura e estudos para a aplicação correta dos radares e que eles possam ser eficientes na sua aplicação.
    Os radares ainda são uma ferramenta extremamente necessária no combate a redução dos acidentes de trânsito.

  • ROSITANIA PEREIRA DE FARIAS
    Posted at 17:19h, 24 março Responder

    De acordo com a PRF com a retirada dos radares móveis teve-se um aumento considerável no número de mortes e lesões no transito, principalmente se levarmos em consideração que estava em decréscimo em torno de 7%o número de óbitos , diante desse panorama percebe-se o quão necessário é a fiscalização uma vez que a população em sua maioria não consegue aprender apenas com abordagens educativas, e apesar de verem notícias freqüentes de pessoas morrendo no trânsito, as atitudes irresponsáveis continuam as mesmas. As lesões ocorridas no trânsito são a principal causa de morte entre crianças e jovens. Os radares são instrumentos úteis para reduzir acidentes e mortes no trânsito.

  • Jackeline Silva dos Santos
    Posted at 17:46h, 24 março Responder

    Um dia um determinado aluno me perguntou por que os carros são fabricados com uma potência que não podem usufruir, vez que a Lei Federal impõe limite d velocidade? Eu dei a ele a seguinte resposta: Nobre, a indústria farmacêutica produz medicamentos para tratar doenças, mas existem as doses a serem ingeridas, caso contrário, o indivíduo pode agravar a situação ou vir a óbito.
    Como bem comentou Francisco Garonce, os condutores se sentem livres (sem os radares) para imprimir a velocidade que quiserem aumentando os riscos. Costumo dizer que ainda que não existam os radares nas rodovias, os condutores precisam entender de uma vez por todas que TODOS SOMOS LIVRES PARA FAZERMOS TUDO QUANTO AS LEIS PERMITEM, se não tiver radares nas rodovias, deveríamos obedecer as velocidades determinadas pelas placas de regulamentação e na falta destas, cumprir o que preconiza o artigo 61 do CTB. Paralelo a tudo isso, também há uma necessidade de que os equipamentos aferidores de velocidades eventualmente utilizados na fiscalização estejam em perfeitas condições para não dar o entendimento de que haja uma “indústria de multas”, na verdade a maioria dos serviços são terceirizados e as empresas são pouco eficazes na prestação do serviço.
    Penso que a medida tomada pelo atual Presidente quando do desligamento dos radares, foi uma medida midiática e pouco eficaz!

  • Elidiana Flávia Pereira Leão
    Posted at 08:34h, 25 março Responder

    Infelizmente a maioria dos condutores brasileiros não tem o conhecimento de que a sinalização de trânsito tem uma razão para existir, que houve um estudo para definir permissões e proibições de circulação, parada e estacionamento, inclusive para se determinar um limite de velocidade para determinado trecho de uma via. O discurso do governo é idêntico ao do condutor que é infrator contumaz “que a fiscalização, que deveria ter caráter educativo, tem fim arrecadatório” ou a clássica “existência de uma indústria de multa”, quando não há que se educar a pessoa que deveria ser educada para o trânsito antes mesmo que lhe fosse permitido conduzir um veículo, e que o que se vê todo o tempo nas ruas é uma verdadeira indústria de infrações, com condutores praticando sistematicamente as mais diversas infrações de trânsito previstas no CTB. Esse desastre que foi o fim dos radares móveis, não passou de um aval do governo, para o cometimento de mais uma infração, sem a devida punição, transitar em velocidade superior à máxima permitida para a via.

  • Edirley Fernandes Cardoso
    Posted at 12:30h, 25 março Responder

    Estes indicadores vão na contramão dos esforços do ONSV. Lamentável a ação governamental, porque não dizer irresponsabilidade do estado em não garatir a segurança viária. É preciso união, independemente de ideologia ou partido político para que possamos alcançar a meta estipulada pela OMS. O nosso foco tem que ser a saúde e vida das pessoas e não o vil metal arrecadatório cujo objetivo é engordar as contas obsesas de certos políticos descompromissados com a prevenção de acidentes e porque não dizer: supostos condutores contumaz em imprudência e negligência.

  • EVANDRO SIEBRA DA SILVA
    Posted at 15:54h, 25 março Responder

    Enquanto não houver cidadãos educados no trânsito, que respeitem as normas de velocidade limite inclusive, não será possível esperar que as pessoas ajam com sensatez. Seria maravilhoso se retirando os radares, as pessoas mesmo assim reduzissem porque sabem que é mais seguro. Mas infelizmente essa ainda não é nossa realidade, portanto, a fiscalização se torna necessária em conjunto com o trabalho educativo de forma contínua, para que tenhamos uma nova geração mais educada no trânsito.

  • HIDERALDO RODRIGUES GOMES
    Posted at 17:30h, 25 março Responder

    Como já comentado anteriormente, infelizmente os equipamentos eletrônicos de velocidade é um mal necessário, muitos reclamam dos valores das multas e todas as sanções praticadas pela infração, no entanto só atinge aquele que desrespeita o transito. A remoção dos radares nas estradas se deu em virtude de que em muitos lugares estes se encontravam em locais para, infelizmente angariar valores. É necessário a informação, é necessário a sinalização viária do limite de velocidade , das condições de trafegabilidade da via. São alertas educativos que se faz necessário, para que a todo momento o motorista seja alertado, para que conduza seu veiculo em segurança.

  • Romolo de Oliveira Tacchelli
    Posted at 22:49h, 25 março Responder

    O uso de radares para o controle de velocidade nas vias, com certeza não é o melhor meio de educar os motoristas quanto aos respeito à legislação e principalmente à vida. Para uma mudança de comportamento mais efetivo no trânsito, o ideal é a educação dos futuros condutores desde a educação primária. Porém, este é um processo de aplicação com efeitos a longo prazo. Cabe, assim, ações de curto prazo, com resultados mais imediatos, com campanhas educativas aos condutores já habilitados e mecanismos de punição, para ao menos, reduzir em pequenos trechos, a condução abusiva em velocidades excedentes, que venham por em risco a vida dos condutores e de terceiros.

  • Vitor Araujo
    Posted at 11:31h, 26 março Responder

    Esse retirada dos radares nas rodovias federais mostrou que maioria dos brasileiro não tem respeito pela vida e lhe falta educação no trânsito. A fiscalização e um remédio amargo mas que funciona.

  • Regiani Juciani Lacerda
    Posted at 12:27h, 26 março Responder

    Sem fiscalização não existe obediência das Leis de Transito, infelizmente a grande maiorias dos condutores tem somente medo das multas, dos pontos, da reciclagem ara condutores infratores, quando na realidade deveriam abandonar a autoconfiança e terem medo da morte.

  • Gilson Tude da Rocha
    Posted at 17:26h, 26 março Responder

    lendo o texto do onde o sr. Garonce comenta ¨que o motorista se sente livre para andar na velocidade que entender¬ eu classifico os motoristas em urbanos e rurais o motoristas das grandes cidades trafegam o tempo todo em um trânsito congestionado, ai amigos quando do feriado prolongado que ele vai para rodovia e vê a pista livre esquecem de tudo. E aja cometer infração com não fazem nenhum treinamento depois de habilitados vão se envolver em eventos danosos .

  • Elequicina Maria dos Santos
    Posted at 14:16h, 28 março Responder

    A suspensão dos radares móveis das rodovias federais pelo Governo Federal, em 2019, sem nenhuma fundamentação em critérios técnicos, tenderia com certeza,aumentar ao número de mortos e feridos nas nossas rodovias. Até porque, a falta de conscientização dos nossos condutores jamais poderia prescindir da aplicação de normas do trânsito que são atreladas aos organismos de fiscalização.

  • NORBERTO FIUZA DE CAMPOS
    Posted at 00:24h, 29 março Responder

    Os números apontam para o aumento dos índices de mortos e feridos com o afrouxamento da fiscalização e com a sensação do aumento de impunidade, mais uma vez é possível inferir, que medidas como estas tomadas pelo executivo vêm na contramão da segurança no trânsito e na da redução de acidentes. Não se trata de desvirtuamento do caráter pedagógico e de utilização meramente arrecadatória dos instrumentos e equipamentos medidores de velocidade, trata-se de segurança e redução de acidentes, haja vistos que números fornecidos pela própria PRF, apontam que mais de 16% dos acidentes nas rodovias federais ocorrem por excesso de velocidade.

  • DANIELA FERNANDA CORGOZINHO
    Posted at 01:53h, 29 março Responder

    Infelizmente . viraram pistas de corridas.

  • Edson Antonio Lamin
    Posted at 17:53h, 29 março Responder

    Quando vejo a sinalização de velocidade máxima, isso não que dizer que deva chegar perto do limite, pois devagar também se vá longe.
    Na grande maioria, o condutor que está acostumado com seu deslocamento, geralmente ele está ciente da localização dos radares fixos, sabe exatamente onde reduzir a velocidade, é a atitude de muitos condutores, reduzir a velocidade antes dos radares fixos. Já se tratando dos radares móveis, na maioria das vezes, os condutores são flagrados por estarem desobedecendo a sinalização e consequentemente cometem a infração por não saber exatamente onde estarão esses radares móveis. vejo com isso que, quanto maior for a velocidade, maior será o risco de acidente e consequentemente venham a óbito.
    Com radar ou não, o limite de velocidade deve ser respeitado.

  • Tatiane D Oliveira Luiz
    Posted at 18:18h, 29 março Responder

    A retirada dos radares foi polêmica, e sem qualquer justificativa plausível. Após anos de estudo e comprovados esses estudos na pratica que, somente respeitam quando há fiscalização e, ainda de acordo com os pontos críticos e propícios para acidentes que se fazem necessária a redução de velocidades não poderia ser diferente senão a de retomar as fiscalizações. ´É oneroso manter a fiscalização haja vista o arredamento de equipamentos, sim! Porém a mesma se paga, não somente com a questão de infrações, mas com relação aos índices de preservação da vida.

  • EDSON JAMES RASERA
    Posted at 22:43h, 29 março Responder

    Infelizmente o cidadão brasileiro (uma parcela) não têm a consciência das consequências geradas pelo excesso de velocidade, quando está conduzindo um veículo, parece que esquece dos demais elementos que utilizam a via. O uso de radares, em locais necessários, está comprovado, reduz sim os acidentes de trânsito naquele local. Me parece que o cidadão necessita ter a sensação de estar sendo fiscalizado para cumprir as regras de trânsito estabelecidas pela legislação. Quanto gasto desnecessário se imperasse em cada condutor a conscientização de atender as regras de trânsito.

  • STALEN HUALANS MENEZES FELINTO
    Posted at 15:13h, 30 março Responder

    Essa reportagem nos dá um belo exemplo de como o achismo ou medidas baseadas num discurso político populista, podem nos prejudicar diariamente. Infelizmente esse discurso acaba ganhando cada vez mais força entre pessoas que se retroalimentam em uma bolha digital de informações, geralmente desconsiderando dados em favor de meras opiniões. Ao trabalhar com avaliação psicológica de condutores e candidatos À CNH, é muito comum escutá-los dizendo: “Ei, boa sorte pessoal”. Não duvido que esse caráter necessariamente delegado à sorte no resultado da avaliação psicológica, também é transpassado para suas condutas nas vias do país. No sentido de corroborar com pensamentos fatalistas ou mágicos do tipo: “Se [o trauma] tiver de acontecer, não tem como evitar”, “foi uma fatalidade”, “a gente só morre na hora certa” . Há um tempo nas fichas da entrevista psicológica inicial, fiz um pequeno questionário, solicitando que cada candidato avalie o quanto determinadas condutas seriam arriscadas ou seguras no trânsito. Ainda não tratei dos dados, é possível que tenhamos uns setecentos formulários preenchidos. No entanto, é impressionante o quanto as pessoas neste contexto (mesmo sabendo que serão avaliadas), consideram tolerável ou seguro dirigir alcoolizado, ultrapassar pela direita, discutir com outros motoristas ou não utilizar dispositivos de segurança para o transporte de crianças.

  • Ronald Vittal
    Posted at 14:04h, 31 março Responder

    Com a retirada dos radares houve um aumento do índice de acidentes, conforme dados da (PRF) Política Rodoviária Federal compilados pela organização SOS Estradas, de agosto a outubro, o total de mortes aumentou 2% e de feridos, 9,1%.Estamos muito distantes de respeitar a legislação de trânsito, de um modo geral existe um desrespeito às leis.

  • Ronaldo Ivan da Cruz Mesquita
    Posted at 14:06h, 31 março Responder

    As pessoas não estão ainda preparadas para participarem do trânsito de forma consciente. Assistindo o desenho do Pateta no trânsito, da década de 60 mostra bem como é o comportamento de muitas pessoas, na condição de pedestre e de condutores de veículo. Falta preparação, os centros de formação de condutores não tem ainda o devido comprometimento com a vida dos alunos que lá vão na busca de suas habilitações. As leis são frágeis e o pior falta a Educação para a mudança de comportamento no trânsito. Radares são colocados sem um estudo sério,(pois já passei por muitos em lugares totalmente desnecessários) embora alguns em pontos estratégicos, a engenharia de trafego também erra muito. Não podemos focar apenas só no radar. Em alguns pontos se fazem necessário em outro até provocam acidentes. Há ainda a situação de que não é realizado um estudo técnico em todos radares no pais, para assegurar se de fato são necessários e se de fato ajudam a reduzir acidentes. Obviamente há caso que são extremamente necessários, É preciso uma recomposição desses radares através de estudo técnico de ordem responsável que visa reduzir o número de acidentes e não o lucro financeiro de municípios, estado e união. Há uma falha e ela precisa ser sanada. Na BR 080 havia um radar, confiando nesse radar as pessoas adentravam sem a devida atenção na BR e se envolviam em acidente. Tiraram o radar já faz um bom tempo e não aconteceu mais acidentes. Onde está o erro? Sou totalmente favorável a colocação desses equipamento, nos lugares que de fato são necessários. Sou a favor ainda mais da prática da Educação Para o Trânsito nas escolas de forma mais constante.

  • Delnandina MMMonteiro
    Posted at 18:24h, 31 março Responder

    Não tenho dúvidas de que não estamos ainda preparados para a
    retirada de equipamentos medidores de velocidade das vias, mesmo que
    os condutores digam que não precisam de instrumentos fiscalizando,
    porém, os resultados se apresentam. Confirmando o aumento dos
    2,7% informados na época da publicação do texto.

  • Delnandina MMMonteiro
    Posted at 21:11h, 31 março Responder

    Na oportunidade cumprimento o Observatório pelo legado do Projeto Recomeço, oportunizando as pessoas acidentadas quanto à assistência.

  • André ferreira dos Santos
    Posted at 13:42h, 01 abril Responder

    A retirada dos radares medidores de velocidade das rodovias federais acabou contribuindo sem sombra de duvidas para o expressivo aumento no numero de mortes e feridos em rodovias federais. infelizmente sem fiscalização não existe obediência as leis de trânsito e alguns condutores acabam fazendo DE NOSSAS RODOVIAS PISTAS DE CORRIDA. falta muito ainda para os Brasileiro criarem uma cultura de percepção de risco na direção dos veículos automotores. E isso só vai ser possível com muita conscientização e campanhas educativas.

  • Marcia Cristina Araújo Pereira
    Posted at 14:51h, 02 abril Responder

    Infelizmente as pessoas enxergam somente o lado negativo das penalidades por infrações de trânsito… é absurdo que ainda existam discursos contra os radares (móveis ou fixos) e as cadeirinhas. Fico feliz que no caso dos radares móveis, a medida tenha sido revertida!!

  • MORGANA GARIBALDI DIEFENTHAELER
    Posted at 23:18h, 02 abril Responder

    O controle da velocidade desenvolvida nas vias é medida recomendada pela OMS para contenção do número de acidentes de trânsito e redução da sua gravidade, tendo merecido um manual específico somente para esta matéria. Dentre todos os eixos envolvidos especificamente no caso da velocidade, a fiscalização representa pilar essencial neste processo. Os dados apenas confirmam aquilo que já sabíamos: decidir através de “achismos” custa caro, e no caso do trânsito, o curso é incalculável.

  • Gizela Eliane Ferreira da Costa Roewer
    Posted at 00:49h, 03 abril Responder

    É lamentável perdermos vidas por pensamento em desacordos com especialistas que estudaram e sugeriram estas medidas mitigadoras para se reduzir os acidentes de trânsito e que é pior é que estas ações comprovaram sua eficácia na redução dos acidentes.

  • MARGARETH GRAMACHO FADIGAS
    Posted at 12:12h, 03 abril Responder

    Esse evento nos alerta para importância de um processo de tomada de decisão respaldado em dados científicos. É fato que se critica a “industria de muta”, como chamam os infratores que se sentem prejudicados por ter que arcar com os riscos de seu comportamento. Mas a defesa da imagem do governamental não pode ser mais importância que a proteção da vida.

  • Anderson Clayton da Silva Borges
    Posted at 00:20h, 05 abril Responder

    O fim dos Radares esta cada vez mais comprovado que os Índices de acidente de trânsito aumentaram nas Rodovias, Ocorre que o cidadão sempre tem uma DESCULPA como pode ser observado no artigo 2 deste material, Portanto só existe infração se houver infrator, se o cidadão sabe que o limite MAXIMO da velocidade SEM sinalização consta no art 61 do C.T.B., então não deve exceder o limite independente de qualquer circunstancia.

  • JUCIMARA MESSIAS FERNANDES LIMA
    Posted at 15:19h, 05 abril Responder

    Exercer a cidadania, direitos e deveres sempre juntos na prática, a cooperação o respeito. De acordo com o CTB, o condutor deve assumir uma postura que não atrapalhe o fluxo do trânsito.
    O trânsito se torna um ambiente cooperativo e seguro, quando se segue a risca as normas que precisam ser observadas para manutenção da segurança.
    Preparar as crianças e adultos para se exercer a cidadania é um dos objetivos do nosso país, mais enquanto isso não é uma realidade presente os radares são indispensáveis.

  • Nizandro Martins Ramos
    Posted at 19:41h, 05 abril Responder

    Trabalho diretamente na BR e quando da suspensão do uso do radar, no primeiro momento, como apresentado á época pelo Presidente, tivemos uma diminuição do número de acidentes e óbitos nas rodovias federais, mas porque? Porque o condutor estava habituado a trafegar sem saber aonde poderia ter um radar “escondido” pela PRF e com isso trafegava dentro dos limites de velocidade. Com o passar do tempo, cerca de 30 dias essa sensação de respeito e “medo dos radares escondidos” que já se sabiam não existir, jogou por terra todo o trabalho de “conscientização forçada” dos condutores, que começaram a trafegar acima dos limites de velocidade e junto com isso, aumento do número de acidentes, feridos e óbitos.

  • Gisele Pereira
    Posted at 20:53h, 05 abril Responder

    O Brasil de forma geral, na verdade o brasileiro, ainda é muito imaturo com relação as ações do dia a dia no trânsito, percebe se que uma pequena parcela possui conhecimento do real desafio dos quais estão expostos nas rodovias, e infelizmente ainda há uma grande parcela que conhece esses riscos, mas o “burla” mediante a se beneficiar para “adiantar” o seu lado no dia a dia, fazendo com que infrinja regras e também desrespeite a legislação. De forma geral, o brasileiro não é adepto | não possui a cultura de se ter ações prevencionistas dia a dia, se não tiver algo fiscalizando para que ele sempre faça isso.
    Isso ocorre na base do problema, onde além da conscientização e informação, muitos tem atitudes inconsequentes com o pensamento de: nunca aconteceu comigo, sempre andei assim,
    De forma geral, percebemos que há um certo egoísmo no transito, onde os condutores fazem o que julgam achar correto no momento. Este é o desafio, desmitificar esse conceito.

  • Demétrius Silveira
    Posted at 15:04h, 06 abril Responder

    Se os usuário das vias respeitar a velocidade regulamentada para a via nem precisaria
    de fiscalização eletrônica , mais quando foi tirando o aumento de acidentes com
    vitimas fatais aumentou muito .

  • Daniel Furtado Alves
    Posted at 13:10h, 23 junho Responder

    Como apontados nos estudos, o emprego dos radares móveis ainda se faz necessário, em especial por parte de uma parcela da população que ainda insiste em desrespeitar as leis de trânsito, por outro lado, num momento onde explodem casos de corrupção por todo o país, a desconfiança quanto à legalidade do equipamento, sua calibragem e até mesmo as estratégias de ocultação aplicadas durante o uso geram um conflito com a sociedade.

  • Viviane Eduarda
    Posted at 22:46h, 23 junho Responder

    Se a justificativa do governo de que a suspensão no uso dos radares móveis era para “evitar o desvirtuamento do caráter pedagógico e a utilização meramente arrecadatória dos instrumentos e equipamentos medidores de velocidade” então, não haveria aumento no número de mortes. A contradição na lei fica clara quando dados consistentes são apresentados, se não houvesse aumento tal conduta justificaria. Acredito que a melhor medida é pautar as alterações no CTB em fatos e dados conforme política do ONSV, visando a redução dos acidentes e não o agrado da opinião publica.

  • João Francisco Leandro
    Posted at 21:02h, 24 junho Responder

    Eu tenho ouvido de várias pessoas, Motoristas e até mesmo instrutores de trânsito usarem este termo muito comum, “indústria de multas”,
    Sempre falo em minha aulas que na verdade não existe indústrias de multas e sim indústria de infratores.
    Se a sinalização está lá indicando a velocidade permitida na via, e mesmo na ausência dela o condutor sabe ou deveria saber que mesmo não tendo placas indicando a velocidade máxima permitida existe normas e ou Resoluções que estabelece os limites mesmo na ausência de sinalização e também deve se conscientizar de que não existe urgência existe falta de organização.
    É lamentável saber que nossos “Governantes” agem desta forma colocando vidas em risco, por uma interpretação sem sentido.
    Se nos organizarmos nunca andaremos atrasados e assim poderemos respeitar os limites de velocidade e chagar no horário combinado, afinal a pressa é inimiga da perfeição.

  • ELISIO SOUZA MELO
    Posted at 11:40h, 27 junho Responder

    Os radares, sejam eles quais forem, inibem o fator velocidade, é o olhar do genitor mediante uma ação não social, entretanto, pela minha experiência como ex-vice presidente da JARI e atual Presidente da Defesa de Autuação, observo que muitos infratores não obedecem o limite de velocidade e são reincidentes nas mesmas infrações. O respeito para com sua vida e a de sua família é muito pouco, que dirá o respeito ao outro. O poder financeiro age como se nada o atingisse. Para que se possa colocar ordem na casa são necessários radares, não escondidos atras das árvores, mas mostrando sua presença, com o recado silencioso: Cidadão: aqui existem regras no trânsito e é dever seu preservar vidas, até a sua mesmo.

  • Lylian Tsai Strinta
    Posted at 23:27h, 28 junho Responder

    A velocidade não permitida ainda é uma das grandes causas de acidentes no trânsito. O condutor não percebe o risco, não há conscientização e respeito. Eu aposto muito no projeto Educa do Observatório.

  • Celso Luiz Ferreira
    Posted at 07:53h, 02 julho Responder

    Entendo que a fiscalização por esses equipamentos são importantes e absolutamente necessárias, contudo não de se pensar que esses equipamentos é a solução para o problema, tando retirada como a implantação de fiscalização de velocidade, deve ser bem estudada e fundamentada, junto a isso deve se pensar em toda a estrutura viária, em ações educacionais.

  • Wanderlei Cesar Barneze
    Posted at 20:38h, 03 julho Responder

    Infelizmente o brasileiro não está pronto para assumir o seu papel numa sociedade democrática e justa. Sabemos também que temos muito que remar para se chegar nessa democracia almejada.
    Mas com ou sem, a vida é mais importante e com ou sem radar o dever do cidadão é respeitar as leis de trânsito e toda sinalização existente.
    Até que tudo isso não chegue, devemos sim ter por hora todos os radares, aferidos, e em funcionamento.
    Iremos conseguir a diminuição de acidentes e mortos não somente com essa ação, mas ela faz parte de um conjunto muito maior.
    Radares são importantes, sim.

  • ROBERTO OLIVEIRA GARCIA
    Posted at 11:49h, 05 julho Responder

    A justificativa do governo federal para a suspensão da utilização dos equipamentos de fiscalização eletrônica, alegando que seu caráter era meramente arrecadatória, foi totalmente refutada pela coleta de dados realizada no período e comparada com os anos anteriores, provando sua finalidade. Se existe problemas nos contratos e licitações, deve-se investigar e adotar medidas legais para punir irregularidades. Trecho da BR-116 que cruza Fortaleza teve 14 mortes em acidentes de trânsito em 2019, quatro a mais que em 2018, ou seja, um aumento de 27%.

  • Rosa Moraes
    Posted at 15:13h, 06 julho Responder

    Estudos apontam, o excesso de velocidade como uma das maiores causas de acidentes. A justificativa do governo foi equivocada. Estamos falando de vidas! não da para ficar no achismo.

  • Alberto Lopes Cruz
    Posted at 16:48h, 06 julho Responder

    Independente do motivo de quem ou empresa que instalou os “radares”, se os motorista respeitassem as normas gerais de circulação e conduta, sinalizações e a direção defensiva, mesmo que esses “radares” estivessem instalados contrários o que determina as resoluções essas pessoas ou empresas estariam falidas.

  • Jose Carlos Lo. da Silva
    Posted at 15:16h, 07 julho Responder

    Infelizmente o governo tem ido contraem poucas funcionalidades que deu certo, é claro que essas funcionalidades ao passar do tempo precisam de reajuste ou revisão, o que parece não ser um tema interessante para os governantes, pois não traz votos. Apesar de todo aparato legal, sem dúvida o radar instalado no local, desde que aja estudo técnico, tem sua eficácia comprovada. Ocorre que na pratica alguns radares são instados de forma aleatória, assim ocorre com os radares moveis, fica a pergunta qual o local especifico para ser utilizado?

  • Gerson Jorge da Silva
    Posted at 21:53h, 08 julho Responder

    Gerson Jorge da Silva

    No vasto deserto do meio político, onde não havia opção de eleger alguem, surge um candidato que mostrou-se ser um dos melhores, competentes e com equipe técnica admiravel, ledo engano, o castelo das ilusões foi ruindo aos poucos, minha decepção foi a alegação que o governo utilizou para retirar o radar das rodovias federais, que vergonha, será que seus técnicos e câmara temática não perceberam o que ocorreria caso fosse retirado?
    Sabendo que a cada dia há veículos potentes sendo fabricados e comercializado rodando no Brasil todo por rodovias federais, será que não perceberam o risco? ora, se querem dispositivos educacionais, que faça tal qual o projeto de Cosmópolis, aplique advertência por escrito mediante a participação do infrator em única palestra, desta forma é educativo a conversão de natureza leve ou média em advertência.
    Se querem que o condutor tenha possibilidades de acesso a educação para o trânsito e campanhas educacionais, que faça cumprir o Art 320 do CTB, acredito que medida populista tendem a aumentar o número de vítimas no sistema viário.
    Outra perola que assusta e a elevação do número de pontos para a suspensão do direito de dirigir, ora, sou habilitado desde 1988 e levei apenas duas autuações neste período, quando foi implantado o CTB jamais levei autuação, basta cumprir as regras de trânsito e não havera autuação.
    Lamentavelmente não havia ninguem ao lado do idealizador da retirada do radar das rodovias federais com conhecimento logico e tecnico, por isso é importante haver um observador experiente, com visão aprofundada de trânsito e principalmente conhecedor da fiscalização de trânsito.
    Não envergonho em ensinar uma estratégia para passar no laço indutivo do radar ou tornar o laser ineficaz sem ser autuado, pois acredito sim que o condutor não dever em nenhum momento ser autuado em sua viagem, para que isso ocorra, a estratégia é OBEDEÇA A SINALIZAÇÃO DA VIA.

  • Maria Inês Tondello Rodrigues
    Posted at 13:12h, 11 julho Responder

    As estatísticas falam por si. Enquanto não tratarmos o trânsito com a atenção devida, observando que educação e conscientização precisam ser desenvolvidas aos usuários do ambiente coletivo, continuaremos compilando esse tipo de dados. Infelizmente, a maioria dos condutores age valorizando o bolso e não a vida. Se temos fiscalização, radar, pardal, lombada eletrônica, há o cuidado, caso contrário, há a exploração do espaço, mesmo que de forma arriscada e perigosa. O uso da fiscalização se faz necessário devido a falta de condutas que prezem a vida e o bem comum.

  • RENAN CARDOSO PAULINO
    Posted at 22:55h, 12 julho Responder

    Para atuar na flexibilização das fiscalizações, primeiro a sociedade precisa ser educada e conscientizada, para depois flexibilizar as fiscalizações, se o processo for o contrário, o que aparenta é a impunidade, ou seja, as pessoas acham que podem fazer o que quiserem.
    No atual momento em que a sociedade brasileira vive é necessário mais fiscalização e educação, e no futuro quem sabe mais flexibilização.

  • VALDILSON AP. LOPES
    Posted at 14:59h, 16 julho Responder

    Escutamos muitas vezes falar das mortes em rodovias como se a mesma levar a morte dos seus usuários. Você também já deve ter escutado falar da rodovia da morte!
    Enquanto especialista discordo, pois as rodovias não matam quem mata é o próprio condutor por impudência ou negligência. e a falta de entendimento com relação as condições adversas.

  • Jean José Almeida Araújo
    Posted at 18:50h, 19 julho Responder

    Infelizmente, ainda não temos uma cultura que respeita as regras de trânsito apenas pela educação.
    Ainda se faz necessário o método da fiscalização eletrônica para inibir atos de imprudência nas rodovias que são próprias para velocidades mais altas.

  • JANSEN RICARDO
    Posted at 06:01h, 20 julho Responder

    Como diz a máxima: Quando o gato sai, os ratos tomam conta. Por não se ter investido em educação, conscientização e orientação nas origens, aliado a informações de falta de fiscalização eletrônica das vias. As necessidades de uma vida moderna, onde a pressa e a agonia em se chegar, faz com que os condutores venham a impor velocidades sempre superiores as de controle sobre o veiculo e diversos fatores que proporcionam a geração da industria da morte. Elevam-se os dados estatísticos de mortos e sequelados. O cidadão somente se controla quando vigiado, fiscalizado, sendo ignorante em outros casos. Se os governos ignorarem essas condições, pagaram o preço de remoção, acomodação em leitos hospitalares, deficiência e traumas nas famílias, trabalho e no pós acidente o assistencialismo. Ou seja a conta é bem maior que os investimentos em educação continuada da matéria de transito suas consequências, desde o ensino fundamental.

  • MARCELO LUIZ ALVES
    Posted at 18:10h, 21 julho Responder

    A velocidade incompatível com a via é um dos problemas que interferem na segurança viária, a falta de fiscalização eletrônica representa um risco muito alto, pois muito condutores não tem noção de física, e ao entrar em uma curva fechada por exemplo, não medem a consequência quando ha o excesso de velocidade, e quando estão dirigindo em linha reta ultrapassam todos os limites, fiscalização então para os imprudentes é industria de multas, mas neste sentido a fiscalização eletrônica funcionam como um anjo da gurda, o que é preciso mesmo é ser respeitado os limites de velocidade, e neste sentido alas são fundamental.

  • Guto Giovani de Oliveira Castro
    Posted at 20:01h, 21 julho Responder

    Lamentável essa decisão. Retirar os radares das rodovias é permitir que os condutores de veículos abusem da velocidade e coloquem em riscos suas vidas, as vidas de seus familiares e de todos que estão viajando nas estradas. A sociedade precisa reagir e tem o direito de se defender. Os equipamento eletrônicos de fiscalização eletrônica do trânsito são indispensáveis a segurança de todos na via.

  • wlamir lopes da costa
    Posted at 11:24h, 23 julho Responder

    Os dados demostraram à época, que medias relacionadas a segurança no trânsito adotadas sem fundamento técnico resultam em consequências invariavelmente negativas. Todo esforço desenvolvido ao longo dos anos para regulamentar e padronizar o uso de equipamentos registradores de infração, com a participação de especialistas na matéria, pode ser desperdiçado pela generalização de conceitos difundidos de forma distorcida.

  • Camila de Assis
    Posted at 19:52h, 25 julho Responder

    A medida de suspensão de radares móveis nas rodovias federais é no mínimo inconsequente, pois aumenta significativamente o risco no trânsito. Os radares não possui meramente o objetivo de arrecadar, como afirma o governo, e sim de fiscalizar e punir o condutor infrator evitando assim mortes no trânsito. Isso se evidência quando a matéria apresenta o excesso de velocidade como responsável por 16,1% das mortes em rodovias federais.

  • Fabio Bertrani Leme
    Posted at 23:17h, 26 julho Responder

    Penso que a decisão de retirar os radares móveis das rodovias federais foi um ato desmedido e impensado, sem justificativa técnica e até mesmo sem consultar os especialistas da área.
    Primeiramente não podemos desvirtuar o caráter pedagógico dos instrumentos de fiscalização eletrônica. Tal ferramenta muitas vezes é taxada por condutores arbitrários como “indústria da multa”, contudo, em sua essência, o conhecido “radar” tem a função, principalmente em lugares com altos índices de acidentes de ser um dispositivo de disciplinamento na moderação e controle de velocidade. Logo, a retirado desses equipamentos da rodovias federais reincide com o conceito de estimular a moderação da redução da velocidade, e em contrapartida coloca em ascensão o número de acidentes de trânsito com vítimas sequeladas e fatais.

  • Carlos Pereira Terto Junior
    Posted at 11:01h, 29 julho Responder

    O governo brasileiro infelizmente não olha os radares de forma correta, bom ou ruim estes aparelhos ajudam a reduzir naquelas localidades a quantidade de acidentes graves com sequelas ou mortes. Os condutores de veículos em sua maioria aplaudiu tal medida, mas estas pessoas são leigas no assunto e pensam apenas no caráter arrecadatório quando na verdade estes radares evitam mortes, outro ponto é que, via de regra somente quem é multado é porque excedeu o limite de velocidade. Portanto, somos favoráveis ao retorno do radares.

  • Fernando Márcio Fernandes
    Posted at 21:45h, 30 julho Responder

    Primeiramente gostaria de esclarecer que, a reportagem menciona um equipamento que tecnicamente nunca foi usado nas fiscalizações de velocidade no Brasil. Conforme a Resolução 396/11 do Contran, define: “Móvel: medidor de velocidade instalado em veículo em movimento, procedendo a medição ao longo da via” ou seja, a reportagem quis dizer equipamento “estático” ou “portátil”. O diretor do OBSERVATÓRIO foi feliz em sua colocação, sem os equipamentos para contribuir na fiscalização do excesso de velocidade, a tendência dos condutores será a desobediência dos limites de velocidade, frente a certeza da impunidade. Não deveria ser assim, nem mesmo precisaria da existência do equipamento, o condutor atento a sinalização, que mostra a ele os limites de velocidade onde podem se desenvolver com segurança, educadamente ficaria dentro dos limites estabelecidos mas, não funciona assim, e a fiscalização continua como um dos pilares para nossa segurança viária. Por outro lado, eu gostaria de conhecer a metodologia usada na pesquisa e também dos números absolutos, uma vez que esse imbróglio sempre teve um viés político.

  • Arison Benevenuto Sales de Oliveira
    Posted at 00:18h, 31 julho Responder

    Acredito que o aumento do número de acidentes e vitimas de trânsito esteja mais relacionado com o comportamento humano do que a remoção de equipamentos de fiscalização, portanto há uma deficiência na educação, orientação e conscientização dos condutores de veículos. Um exemplo pra tornar meu posicionamento mais claro: eu defino uma regra pro meu filho onde o proíbo de fazer determinada atividade e para isso instalo câmeras no interior da minha casa e informo a ele que existe um monitoramento acompanhando todas as suas atividades, em determinado momento decido retirar a câmera e como ele não se sentiu mais monitorado resolveu executar a tal atividade proibida, nesse caso a responsabilidade da execução da atividade é de quem? Minha que retirei a câmera? Minha pois não o orientei, eduquei e o conscientizei? ou do meu filho que foi o autor da infração? Compreendo e apoio a instalação de equipamentos de fiscalização eletrônica, porém devem ser avaliadas medidas alternativas, como de moderação de tráfego para atingir também de forma eficaz o objetivo em questão.

  • Maria de Fátima Siqueira Dantas
    Posted at 14:55h, 31 julho Responder

    Em minha opinião o Governo Federal deveria ter exigido da Polícia Rodoviária Federal – PRF de cada Estado um estudo técnico comprovando que, com a retida dos Radares das Rodovias Federais não aumentaram o número de óbitos, se realmente fizeram este estudo não tenho conhecimento.
    E, conforme determina a Resolução do Contran 740/2018 – que dispõe sobre a redução dos índices de mortos. Consta no artigo 5° “Durante a vigência do PNATRANS, os CETRAN, o CONTRADIFE e a PRF deverão encaminhar ao CONTRAN as ações, projetos ou programas, com os respectivos orçamentos, no padrão estabelecido no Anexo II desta Resolução, respeitadas as disposições contidas na Lei nº 13.614/2018.
    § 1° Até 31 de dezembro de 2018, os CETRAN, o CONTRADIFE – DF e a PRF deverão encaminhar ao órgão máximo executivo de Trânsito da União o DETALHAMENTO DE SUAS AÇÕES, PROJETOS E PROGRAMAS REFERENTES A 2019, conforme padrão estabelecido no Anexo II desta resolução e com base nas ações proposta no Anexo I desta Resolução. Essas ações foram fiscalizadas ou analisadas pelo DENATRAN? Pois, este Departamento tem como objetivo principal fiscalizar e fazer cumprir a legislação de trânsito e a execução das normas e diretrizes estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN.
    Acredito que para a implantação desses radares os órgãos técnicos competentes realizaram estudos, e concluíram que só através dessa implantação conseguiam reduzir os índices de acidentes com óbitos, provocados talvez por excesso de velocidade ou ultrapassagem perigosa, pois, a falta de paciência no trânsito tira muitas vidas no Brasil.

  • Sonia Cristina Gonçalves
    Posted at 01:29h, 04 agosto Responder

    Entendo a justificativa do governo para a suspensão do uso dos radares móveis a fim de “evitar o desvirtuamento do caráter pedagógico e a utilização meramente arrecadatória dos instrumentos e equipamentos medidores de velocidade”.
    Porém, infelizmente, somos obrigados a reconhecer a imaturidade do brasileiro, de forma generalizada, em relação à obediência de normas. Dessa forma, entendo que seja extremamente importante o retorno dos radares móveis com o objetivo de reduzir acidentes, como bem mostrado e defendido pelo ONSV.

  • LUCIELE SANTOS VACCHI PASSOS
    Posted at 15:31h, 04 agosto Responder

    No texto em questão, nota-se claramente que o motorista se sente à vontade para transgredir a Lei quando sabe que não está sendo fiscalizado e que não haverá penalidade de multa. É lamentável saber que muitos insinuam, sem provas, a utilização meramente arrendatória destes equipamentos e não levam em consideração a importância que a fiscalização tem no sentido de contribuir para que muitos condutores mais afoitos sejam sensibilizados a dirigirem com mais cuidado e segurança.
    Portanto, com o fim da fiscalização as pessoas abusam da velocidade, não respeitando a legislação, gerando riscos à segurança no trânsito, algo que, se houvesse a educação, ética e moral suficientes, respeitariam os limites de velocidade mesmo sem os radares, lamentável.

  • Daniele Aparecida da Silva Cruz
    Posted at 14:58h, 05 agosto Responder

    A fiscalização deve andar junta com a educação, para os educados e conscientes o radar não fará diferença e notificação para os imprudentes, eu sou a favor de radar, ele inibi e contribui muito para a segurança.

  • Adenilton Alves Bezerra
    Posted at 22:15h, 06 agosto Responder

    O radar não educa ninguém só serve pra arrecadar verba aos cofres públicos; Fico imaginando esses números estatísticos e surge-me uma dúvida: ”se o radar é uma importante ferramenta para diminuir a velocidade de um veículo e com isso reduzir o número de acidentes causados por excesso de velocidade, por que então, não instalar um (radar) em cada velocímetro dos veículos que possam estimular o sistema do mesmo, a reconhecer a velocidade permitida pra determinada via”, acaso só existe acidente em perímetros não assistidos por radares? Enfim, uma lei mais dura pode proporcionar um número satisfatório caso a punição ao condutor infrator fosse mais severa. O legislador deve agir rápido quanto a essa questão, os familiares das vitimas não podem ficar sem uma resposta por tamanha perda.

  • Lúcia Helena Cassiano Michelon
    Posted at 08:01h, 07 agosto Responder

    Os números falam por si. Se com a retirada dos radares houve aumento de morte, infelizmente a educação não prevalece, ai então deve entrar a punição. O presidente Bolsonaro, quer agradar seu eleitorado, não está preocupado com arrecadações deste porte. Ele disse anteriormente que queria devolver ao brasileiro o prazer de dirigir. O que esperar de um líder que não sabe ler dados e pesquisas? A pandemia tem revelado!

  • EDIRA POLIDO DO
    Posted at 15:32h, 07 agosto Responder

    É cientificamente comprovado como o aumento da velocidade aumenta as chances de lesões e mortes no trânsito, de forma que se esta as pessoas não conseguem respeitar os limites de velocidade apenas porque através do conhecimento tomou consciência, se torna fundamental investir em tecnologia como radares para limitar a velocidade com o grande objetivo de salvar vidas. Só existe multa porque houve desrespeitos as regras contidas no código de trânsito, então não há o que se falar com relação a indústria de multas ou fins apenas de fiscalização, pois se todos se respeitassem no trânsito e se as leis fossem respeitadas, nem seria necessário o trabalho de fiscalização presencial ou com o uso de tecnologias.

  • Manoel Soares Pinheiro Junior
    Posted at 21:58h, 07 agosto Responder

    REALMENTE FOI, UM ERRO RETIRAR OS EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS DE FISCALIZAÇÃO TIPO RADAR, PORÉM PARA SE IMPLANTAR ESSES EQUIPAMENTOS SEJA FIXO, ESTÁTICOS, MOVEIS OU DE MÃO PRECISA DE ESTUDOS DE VIABILIDADE, CONTAGEM VEICULAR, NÚMEROS DE ACIDENTES NO TRECHO OU PONTO, AFERIÇÃO DO EQUIPAMENTO SINALIZAÇÃO DA VIA. OUTRO PROBLEMA COMO JÁ FOI MUITO BEM COLOCADO AQUI E PAVIMENTAÇÃO E A EDUCAÇÃO DE NOSSOS CONDUTORES, QUE NECESSITAM DE FISCALIZAÇÃO SE NÃO FICA TODO MUNDO ANDANDO COMO QUER, A CULTURA DO EU POSSO ETC.
    PORÉM QUANDO SE INSTALA UM EQUIPAMENTO DE FISCALIZAÇÃO QUE PODE SER DE VELOCIDADE, AVANÇO DE SINAL OU PARADA SOBRE A FAIXA, É NOTÓRIO QUE OS ÍNDICES DE ACIDENTES CAI PELA METADE SEJA DE VÍTIMAS FATAL OU NÃO.

  • Élida de Souza Cândido
    Posted at 22:58h, 08 agosto Responder

    Culturalmente o povo brasileiro, negligenciam as leis em geral, mas quando se trata do trânsito, esse fator é agravado pela falta de fiscalização efetiva. O direito de ir e vir, deve sim estar atrelado ao respeito às normas e a vida.

  • João Alexandre Mendes
    Posted at 18:54h, 09 agosto Responder

    Infelizmente há uma ineficiência educacional da população sobre as diretrizes de velocidade no sistema viário. Assim, mesmo com a sinalização demonstrando a legalidade para a trafegabilidade (velocidade), o condutor teme pela restrição impositiva da multa. Assim, é cristalino que a falta de fiscalização gera ao cidadão uma falsa percepção de imputabilidade. No entanto, deve haver uma mudança de cultura, onde o povo possa perceber que os riscos decorrentes do excesso de velocidade são mais graves que a própria multa de velocidade prevista no art. 218, I, II e III, do CTB,

  • EMILSON JOSÉ DE SOUSA
    Posted at 17:59h, 10 agosto Responder

    A retirada dos radares serviu de experiencia para todos os envolvidos, sejam os condutores de uma forma em geral, os especialistas em trânsito, e os próprios órgãos fiscalizadores, mostrando que há muito para ser feito em relação ao combate a diminuição de acidentes de trânsito. Principalmente para aqueles defensores da retirada destes equipamentos, demonstrou-se com os dados de aumento de acidentes neste local especifico, comprovando a necessidade do uso dos mesmos para salvar vidas, conjuntamente com a parte de campanhas educativas da inserção na consciência do condutor de dirigir com o máximo de segurança, sem o viés da politica de punitiva.

  • JOSIRLEY DA SILVA
    Posted at 19:20h, 12 agosto Responder

    os mecanismos utilizados para fiscalização contribui de forma significativa para redução de acidentes e altera a conduta do condutor,dentre eles estão os radares, que são eficazes, pois infelizmente somente atraves da fiscalização, que há o respeito as normas de trânsito .

  • Juliana Guimaraes
    Posted at 19:23h, 13 agosto Responder

    O trânsito se constrói de forma segura com uma base sólida que contempla, entre outros: Educação, Saúde, Engenharia e Fiscalização. Não é possível excluir os elementos de um espaço multidisciplinar e transversal como o trânsito. Claro que os focos e modalidades de construção, desenvolvimento e aplicação são mutáveis e vão se desenvolvendo a partir das respostas e aprendizados da sociedade. Contudo, não estamos prontos para retirar uma fiscalização de controle, sobretudo quando falamos em salvar vidas!

  • Albervan Barreto
    Posted at 12:37h, 14 agosto Responder

    Estado mínimo é como classifico a decisão do governo em suspender a fiscalização de velocidade por meio do radar móvel.. Os números são exatos e foram ignorados ao “deixar os condutores se sentirem livres para correr, aumentando o risco” como alertou o diretor do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, Francisco Garonce. Vejo uma clara omissão do estado na tentativa de transferir toda e qualquer responsabilidade para os condutores por conta da sua provável irresponsabilidade.

  • EDERSON DE OLIVEIRA LIMA
    Posted at 10:06h, 15 agosto Responder

    Bom dia, infelizmente esbarramos com a resistência dos chefes maiores em se tratando do assunto “TRÂNSITO”. Isso é muito comum. Primeiramente é preciso fazer com que esses gestores tenham o entendimento de maneira “macro” sobre o tema, lhes explanando diretrizes que certamente levarão a um ganho mútuo. No Brasil, a imensa maioria dos gestores políticos pensam em ações que certamente agradariam o maior número de pessoas, e a cultura brasileira é de ter o direito de poder errar, mas reclamar quando lhe impostas as sanções pelos erros.

  • Anderson Boás Viana
    Posted at 18:46h, 15 agosto Responder

    Sem dúvidas a retirada dos radares móveis desencadeou um aumento considerável no número de mortes e lesões no transito devido ao excesso de velocidade. O problema em si não é dos radares, mas da falta de consciência de alguns condutores que por falta de fiscalização se excedem, por isso os radares como controlador de velocidade e do próprio fluxo viário é imprescindível para segurança viária. Essa medida do governo de retirada dos radares sempre foi alço de muitas críticas, inclusive de ações populares na justiça.

  • ANDRÉ SILVA RESENDE
    Posted at 05:18h, 16 agosto Responder

    ENTENDO QUE TRAFEGAR EM VELOCIDADE ACIMA DO PERMITIDO É UM COMPORTAMENTO PORTANTO E COMPORTAMENTO NÃO MUDA SEM UMA DEVIDA ABORDAGEM, NA MAIORIA DAS VEZES O CONDUTAR SÓ FICA SABENDO QUE FOI MULTADO QUANDO A NOTIFICAÇÃO CHEGA EM SUA CASA, PORTANTO A AUTUAÇÃO FICA SEM EFICACIA PEDAGÓGICA,

  • LILIAN
    Posted at 17:39h, 16 agosto Responder

    O cidadão de modo geral só respeita as regras se tem alguém olhando (o radar), e se o desrespeito faça doer no bolso. O problema é deterioração da educação.

  • Cynthia Ferreira
    Posted at 23:35h, 16 agosto Responder

    Após a retirada de radares móveis das estradas federais do país em agosto, cresceu o número de mortos e feridos. Pesquisas apontaram que o total de óbitos aumentou 2% e o de machucados, 9,1%. Depois que a fiscalização diminuiu, houve mais abuso na velocidade. Esse aumento interrompe uma sequência de 4 anos de queda de acidentes. É um prejuízo inestimável para a sociedade.

  • Amanda Conceição
    Posted at 09:48h, 17 agosto Responder

    Conforme o texto: A justificativa do governo para a suspensão do uso dos radares móveis era “evitar o desvirtuamento do caráter pedagógico e a utilização meramente arrecadatória dos instrumentos e equipamentos medidores de velocidade”.
    Os radares reduzem acidentes de trânsito sim, incrível como não teve ninguém neste governo que não saiu em defesa da redução de acidentes. São vidas.

  • Wendy Simelmann
    Posted at 12:25h, 17 agosto Responder

    Culturalmente, o motorista brasileiro não tem o perfil defensivo no tráfego e as ações de fiscalização de trânsito no Brasil não tem o caráter educativo e preventivo, mas sim, cunho punitivo, talvez isso explique o aumento dos acidentes após o fim dos radares móveis nas rodovias federais do Paîs.

  • Thiago Soares Manco Duenhas
    Posted at 17:39h, 17 agosto Responder

    A implementação de fiscalização por equipamentos eletrônicos quando elaborada em conjunto com toda a engenharia de tráfego e estudos técnicos da via, vêm para reforçar a fiscalização do trânsito e fortalecer o caráter pedagógico da aplicação das penalidades por transgressão das normas de trânsito. Deixando de lado estes requisitos, resta apenas a função de arrecadação.

  • VERONICA LEMOS
    Posted at 21:36h, 17 agosto Responder

    Infelizmente existe a difícil realidade entre os brasileiros de assumirem a responsabilidade sobre suas vidas e a do próximo, no que diz respeito à convivência no trânsito, só há arrecadação por via de multas de radares porque há falta de cumprimento dos limites previstos. A solução sempre será baseada na educação preventiva e já que esta é falha, só resta obedecer por meio da fiscalização punitiva.

  • CINTHIA GABRIELLE TOLENTINO DE ALMEIDA
    Posted at 21:45h, 17 agosto Responder

    Não resta dúvida que educação,engenharia e fiscalização são os pilares para a redução de mortes e acidentes de trânsito , mas quando as duas iniciais não são efetivas , só resta a fiscalização como norteadora para a conduta dos condutores. Infelizmente como muitos condutores não tem consciência do risco, o que resta é fiscalizar por meio de agentes de trânsito e dispositivos de medição e punir os infratores por tais desrespeitos que implicam em acidentes e mortes, em especial nas rodovias.

  • Lucas Cunha Daniel
    Posted at 21:58h, 17 agosto Responder

    Essa de ser livre ainda não dá para ser usada no trânsito. Pra nós sermos capazes de sermos livres de leis e regras como encontramos no Código de Trânsito Brasileiro, é preciso muita educação.O povo brasileiro , em sua maioria, não se adapta a leis tão facilmente e por isso que retirar radares é um erro monstruoso dos nossos governantes.
    Essas idéias são de uma falta de responsabilidade absurda.
    Infelizmente não estamos preparados ainda então, vamos aos pouco nos conscientizando e, quem sabe assim, podemos futuramente rever nossas regras.

  • Cintia Garcia
    Posted at 22:44h, 17 agosto Responder

    Todos nós temos o livre arbítrio para escolher o que fazer com nossas vidas… Se realmente zelassemos por nossas vidas nem seria necessário radares… Mas infelizmente o ser humano assume o risco… E por isso temos o aumento da taxa de mortalidade onde nao temos radares limitando a velocidade e preservendo vidas.

  • Carlita Moraes Bastos
    Posted at 10:51h, 19 agosto Responder

    Infelizmente ainda não chegamos nesta consciência cidadã. A liberdade em muitas vezes é confundida com libertinagem, onde o individualismo impera. Daí a necessidade de fiscalização e até mesmo punição. A transgressão da lei, muitas vezes é vista como “esperteza, me safei” coisas do tipo: a fatalidade só acontece com o outro. O processo de mudança é lento e precisa ser trabalhado incansavelmente diante uma educação de má qualidade como a nossa, e a inversão de valores que vivenciamos na sociedade de maneira geral.

  • Danilo Costa
    Posted at 13:23h, 19 agosto Responder

    O fim das fiscalizações em rodovias foi um atentado contra a vida de toda a população brasileira. Os indices e numeros não sustentam a medida adota pelo Governo Federal que por mero achismo determinou a suspensão. É importante lembrar que varios equipamentos de fiscalização são manipulados por humanos e basta orienta-los e capacita-los para o uso correto e com fins de salvar vidas para que a “industria” das multas não exista. Nesse período familias inteiras correram riscos nas Rodovias brasileiras.

  • José Eduardo Cardoso de Faria Monteiro
    Posted at 14:30h, 19 agosto Responder

    Sonho com um país onde não seja necessária a instalação de radares ou de qualquer tipo de fiscalização, mas sei que isto é utopia em qualquer país do mundo, principalmente naqueles onde a educação é deixada de lado.

  • Thiane Macêdo
    Posted at 15:31h, 19 agosto Responder

    A educação no trânsito começar no período escolar é essencial, pois a educação se leva por toda a vida.
    Infelizmente muitos condutores só estão preocupados com as punições de “multas” e não a vida. Se não existe radar então para eles estão “livres”, pois sem radar, sem “multas” e isso só se muda com a educação

  • ALEXANDRE GONÇALVES DE MATOS
    Posted at 02:37h, 20 agosto Responder

    Infelizmente vivemos em um país onde a micro corrupção esta alastrada no seio no trânsito, quem nunca ouviu falar em um caso em que foi oferecido ao aluno da primeira habilitação algum tipo de facilidade para prestar o exame, infelizmente esta é uma realidade que ainda assola nossa sociedade, considerando essa deficiência que temos no berço da educação de trânsito não da para imaginar a diminuição da fiscalização.

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