OBSERVATÓRIO | Encosto de cabeça minimiza danos em colisões
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Encosto de cabeça minimiza danos em colisões

Encosto de cabeça minimiza danos em colisões

Dispositivo tem ligação direta com a segurança, não com a estética, e saber regulá-lo é importante

Que o cinto de segurança é fundamental para evitar danos ao passageiro em caso de acidente de trânsito todos sabem, embora muitos ainda negligenciem seu uso no banco traseiro, o que é um risco. Mas há outro dispositivo com função relevante: o encosto de cabeça. Pode até não parecer, mas eles não estão nos bancos por questão estética.

Ao entrar no veículo é comum o condutor se preocupar com a regulagem dos retrovisores, ou até mesmo do banco; mas nunca com o ajuste do encosto, embora ele seja importante para minimizar consequências de uma colisão traseira, por exemplo. Portanto, a verificação de que ele está na altura apropriada deve ser uma das preocupações.

O encosto não deve ser nem alto, nem baixo demais. O ideal é que seja ajustado de forma que segure efetivamente a cabeça do passageiro. Para fazer o ajuste, o manual do veículo deve ser consultado, mas normalmente a recomendação é que a altura do encosto deve estar regulada no centro posterior da cabeça ou até 3 cm acima.

Isso porque em caso de colisão traseira, o veículo atingido é submetido a uma forte aceleração para frente, que reflete no passageiro pelo assento. No caso de não haver encosto, a cabeça do passageiro fica desprotegida, o que permite sua movimentação para frente e para trás, podendo provocar graves lesões no pescoço e na coluna cervical.

É comum que nos bancos traseiros de veículos haja apenas dois encostos. Nesse caso, o assento do meio, onde geralmente ele não é disponibilizado, deve ser usado por pessoas de estatura cuja cabeça não ultrapasse a altura do banco.

 

 

 

 

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