OBSERVATÓRIO | Ministro da Infraestrutura quer Educação para o Trânsito
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Ministro da Infraestrutura quer Educação para o Trânsito

Ministro da Infraestrutura quer Educação para o Trânsito

Ministro Tarcísio de Freitas recebe o Observatório Nacional de Segurança Viária e encaminha ações junto ao MEC para levar a educação para o trânsito a todas as escolas do Brasil

 

Em audiência no Ministério da Infraestrutura, em Brasília, no último dia 31.10, o diretor-presidente do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, José Aurelio Ramalho, ouviu do Ministro Tarcísio Gomes de Freitas o compromisso de conversar pessoalmente com o Ministro da Educação para que o Educa (programa didático pedagógica de educação para o trânsito no ensino fundamental do OBSERVATÓRIO) possa fazer parte dos projetos político-pedagógicos das escolas brasileiras do ensino fundamental.

Conforme explica Francisco Garonce, relações institucionais do OBSERVATÓRIO, que também participou da audiência, “o Programa Educa foi desenvolvido por educadores para educadores, aprovado pelo Conselho Nacional de Trânsito e atende às exigências da Nova Base Nacional Comum Curricular do Ensino Fundamental, aprovada em 2017. É o caminho para termos cidadãos conscientes e preparados para lidar com o trânsito em seu cotidiano”.

Além desse compromisso, o diretor do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), Jerry Adriane Dias, que também participou do encontro, afirmou que irá estudar outras formas das prefeituras levarem o tema para a sala de aula, por intermédio de ações diretas nos municípios.

Todo o conteúdo do Programa OBSERVATÓRIO Educa está alinhado à transversalidade proposta pela BNCC (Base Nacional Comum Currícular) do Ministério da Educação e dialoga com outros temas transversais.

Está previsto no artigo 76 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro), desde 1997, o fomento à educação para o trânsito nas escolas, desde a pré-escola até a universidade. Porém, isso não acontece há 22 anos. Desde 2017, quando o conteúdo do Programa Educa foi concluído e aprovado pelo CONTRAN, o OBSERVATÓRIO trabalha para transformar este artigo do CTB em realidade.

“Foram muitas reuniões, promessas e expectativas. Agora chegamos a um ponto no qual não há mais como fechar os olhos para essa necessidade. O Ministro afirmou que irá conversar com o Ministro da Educação para fazer valer o que o CTB prevê há tantos anos. Estamos confiantes em ver essa realidade transformada de uma vez por todas”, declarou Ramalho.

No final do encontro, o Ministro gravou um vídeo agradecendo a contribuição do OBSERVATÓRIO para a educação para o trânsito e o seu compromisso em levar o assunto adiante.

Veja o que o Ministro disse:

 

 

4 Comentários
  • Fernando Pinto Coelho
    Postado às 19:21h, 02 novembro Responder

    Estamos na eminência de dar importante passo na formação cidadã para a mobilidade das pessoas. As escolas são muito importantes para educar não só seus alunos, mas toda a família através deles. Parabéns Ramalho e Garonce por apresentar este projeto aos brasileiros. Fernando Pinto Coelho.

  • DILSON DE ALMEIDA SOUZA
    Postado às 19:21h, 27 dezembro Responder

    Antes tarde do nunca.
    Fui membro da comissão que elaborou o projeto do CTB, em 1992/93.
    E lamento que até agora, praticamente, o capítulo da Educação foi letra morta.
    A lei e a expressão da vontade soberana do povo, e deve ser cumprida.
    Vamos acreditar no que está sendo afirmado pelo Ministro e espero ver a educação para o transito sendo ministrada em todas as escolas do Brasil. Pois diz a lei: É DIREITO DE TODOS.

  • JACKSON ARAUJO ALVES DA COSTA
    Postado às 20:50h, 31 dezembro Responder

    Essa com certeza será uma melhor solução a longo prazo para diminuir os índices alarmantes de mortes e feridos no trânsito brasileiro.

  • Rodrigo
    Postado às 00:14h, 10 janeiro Responder

    Qual fator especifico da educação é que irá formar condutores que dirigem de forma segura? Resposta especifica, alguém sabe exatamente? O que exatamente uma criança, que sabemos que a probabilidade de dirigir um carro no futuro é muito baixa( ver relação de habilitados e não habilitados no Brasil) precisa aprender na escola para evitar acidentes no futuro? Uma placa de curva perigosa não indica nada, ou seja, fizeram um projeto perigoso?Será que proibir construção de estradas sem acostamento não favorece a segurança? Defender que 95% ou até 100% dos acidentes são causados de forma imprudente ou imperita do condutor não é uma falacia das montadores de veículos, dos responsáveis por estradas deficientes e da fiscalização focada em arrecadar e pouco em instruir sobre os trechos de perigo ou verificar as condições da estrada de forma regular?

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