OBSERVATÓRIO | Ministro das Cidades recebe proposta de criação de Agência Nacional de Segurança Viária
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Ministro das Cidades recebe proposta de criação de Agência Nacional de Segurança Viária

Ministro das Cidades recebe proposta de criação de Agência Nacional de Segurança Viária

Pleito foi apresentado pelo deputado Hugo Leal, da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro; agência é fundamental para atuação integrada em coordenada e adoção de políticas públicas para redução de acidentes no trânsito

A proposta de criação de uma Agência Nacional de Segurança Viária para nortear e indicar parâmetros e referências fundamentais para gestão mais eficaz do trânsito foi apresentada na quarta-feira, 25 de maio, ao ministro das Cidades, Bruno Araújo. A criação da agência é proposta do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária (ONSV), foi levada ao ministro pelo deputado Hugo Leal (PSB), presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro.

A existência da Agência é fundamental para que se atue de forma coordenada e integrada com os demais órgãos de trânsito para adoção de políticas públicas objetivando a redução do volume de acidentes de trânsito no país. O tema é preocupação mundial. O deputado esteve recentemente na sede da ONU, em Nova York, onde foi aprovada mais uma resolução em cima dos pilares da Década de Segurança Viária (2011 a 2020), com a preocupação da redução de acidentes de trânsito.

A Década, instituída pela ONU, tem como meta audaciosa reduzir em 50% a quantidade de mortes até 2020. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), acidentes de trânsito são uma das principais causas de morte no mundo, vitimando 1,25 milhão de pessoas por ano. No Brasil, em 2014 (últimos dados oficiais disponíveis), mais de 43 mil pessoas morreram por conta de acidentes nas vias e rodovias do país.

O número de mortes provocadas nas estradas acumula 500 mil no período de 2005 a 2015. Sem contar os altos custos para o país, provocado pelos acidentes, que chegam a R$ 52 bilhões por ano, ele provocam também a ocupação de cerca de 60% dos leitos hospitalares e deixam número expressivo de pessoas com sequelas permanentes.

 

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