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OBSERVATÓRIO comenta sobre novos radares instalados na BR-290, no Sul de Minas Gerais
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OBSERVATÓRIO comenta sobre novos radares instalados na BR-290, no Sul de Minas Gerais

OBSERVATÓRIO comenta sobre novos radares instalados na BR-290, no Sul de Minas Gerais

Matéria do jornal da EPTV 2ª edição, da rede Globo, no Sul de Minas Gerais, abordou o trecho da BR-290, entre Pouso Alegre e Jacutinga, em que três novos radares começaram a multar, somando-se aos outros 14 aparelhos já existentes no trecho. Para comentar sobre a matéria, o observador certificado do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, Sérgio Carvalho, foi ouvido pela reportagem.

Como constatado pela reportagem os aparelhos que funcionavam em caráter educativo, passaram a emitir multas aos motoristas infratores, no trecho de 96 km entre as cidades do Sul de Minas Gerais. Com os 17 radares operando, soma-se uma média de 5.650 metros para cada radar. Ainda assim, o número de acidentes na via não registrou queda. A média deste ano é a mesma de 2018, 12 ocorrências por mês, mas o número de óbitos subiu de dois para três.

Para o observador certificado Sérgio Carvalho, o principal problema dos acidentes é a engenharia da via, que está ultrapassada.

“Tem que modernizar a via, tem que tirar os riscos. A via, por exemplo, em Inconfidentes, tem um trevo há anos em uma curva. E a engenharia proíbe isso, fazer um trevo em uma curva. Então existe os erros de engenharia, erro de planejamento, erro de tudo. E aí, quando não se corrige os erros primários, que nós chamamos na via, o único recurso que cabe é colocar radar para tentar suprir toda essa questão de defeito”, diz.

Leia a matéria e assista a reportagem: https://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2019/12/02/tres-novos-radares-passam-a-multar-na-br-290-entre-pouso-alegre-e-jacutinga.ghtml

Imagem: G1/EPTV Sul de Minas

134 Comments
  • Juan Ramón Soto Franco
    Posted at 13:13h, 04 fevereiro Responder

    É sumamente necessário que alguns profissionais, dentre eles, engenheiros, jornalistas, administradores, advogados, e outros profissionais que atuam e atingem áreas vinculadas ao trânsito, sejam informados, sensibilizados e complementada sua formação acadêmica, para que entendam e consequentemente contribuam de maneira positiva nesta área pouco percebida e que atinge de maneira substancial no dia a dia das pessoas nas cidades.

  • washington felippe pereira
    Posted at 12:24h, 09 fevereiro Responder

    Apesar de morar na região de Campinas – SP, eu conheço bem este trecho da rodovia em questão(BR- 290) e que passa por Jacutinga – MG. O que chama mais a nossa atenção tem a ver com a qualidade das rodovias do estado de São Paulo até ultrapassarmos a divisa do estado de Minas Gerais, quando os aspectos relacionados à estrutura das rodovias estão muito aquém do que presenciamos quando dirigimos pelo estado de São Paulo. No meu ponto de vista a fiscalização tem caráter importantíssimo, todavia, conforme os argumentos do Observador Certificado Sergio Carvalho, não adianta apenas pensar em fiscalizar quando a atenção não está voltada para outros aspectos relacionados à manutenção e dirigibilidade segura. Proporcionar mecanismos que colaborem com a fiscalização, como por exemplo uma boa sinalização vertical e horizontal, faz com que o trânsito flua com mais segurança e contribua para a redução de possíveis acidentes.

  • Claudio kalleder
    Posted at 16:14h, 10 fevereiro Responder

    Sabe-se que a engenharia é importantíssima para o planejamento e execução de quaisquer obras, inclusive na área de trânsito e transportes. Vias bem planejadas, bem construídas e corretamente sinalizadas contribuem, e muito para a segurança, exatamente pela ausência de “erros primários”.

    Todavia, a segurança também depende de quem utiliza a via. Para o motorista brasileiro, existe uma “cultura” de que a velocidade regulamentada deve ser observada e respeitada apenas onde a mesma é fiscalizada. Onde não há equipamentos para a aferição da velocidade, parece que o uso é “livre” e o motorista se sente incentivado à acelerar além do permitido entre pontos de fiscalização. E é essa “cultura” que deve mudar. Em São Paulo – Capital, nas avenidas de maior incidência de acidentes por alta velocidade, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) implementou, em caráter experimental, fiscalização ponto à ponto, que calcula a velocidade média no trecho, em função do tempo utilizado pelo motorista para percorrê-lo.

    A segurança do trânsito é uma questão que envolve a responsabilidade de todos. Ao motorista, saber que a regulamentação de trânsito enseja obediência constante e observância às normas legalmente estabelecidas. Ao poder público, dar condições à que a população possa seguir as regulamentações. Infelizmente, à título emergencial, a punição surte sim os seus efeitos educativos. Daí a importância de se manter radares em pontos estratégicos, como forma de coibir eventuais abusos de quem não gosta de observar as regras ao dirigir.

  • Luciane Ribeiro dos Santos de Moura
    Posted at 11:59h, 11 fevereiro Responder

    Para o bom andamento do trânsito, o tripé precisa ser aplicado: Engenharia, Educação e Esforço (fiscalização). Com a soma dos três, alcançaremos os objetivos de diminuição de acidentes e óbitos no trânsito. Não adianta somente a fiscalização estar presente sem o trabalho conjunto.

  • JOSE ALFREDO BRANDAO E SOUSA
    Posted at 07:52h, 12 fevereiro Responder

    O Trânsito se sustenta em um tripé, a Educação, Engenharia e Esforço Legal. Na Educação temos muito o que fazer, o Esforço Legar é necessário, posto que ainda não atingimos a maturidade necessária para respeitar regras, mas penso eu que serve apenas como um remédio, posto que boa parte dos usuários já se encontram doentes, onde o ideal seria o uso da vacina, ou seja, a educação. Os radares são necessários como forma de inibir infrações, mas muitas vezes são utilizados como substitutos da falta de competência da área da Engenharia. Nossas vias foram construídas de maneira incorreta, na sua grande maioria, com raras exceções, nas rodovias sob administração de concessionárias, onde se paga pedágio, onde parte desta receita tem que ser investida na segurança das vias. Nas demais vias podemos encontrar de tudo, geometria equivocadas em curvas, onde a inclinação da via favorece o aumento da força centrífuga, diminuindo a força centrípeta, aquela gerada pelo atrito dos pneus sob o pavimento, estabilizando o veículos em curvas, escoamento ineficaz das águas, criando bolsões nas vias, com drenagem incorreta devido a curvatura do solo, trevos mal sinalizados e principalmente falta de sinalização horizontal, apostos nos leitos das vias. Muitas vezes, percorremos dezenas de quilômetros sem a presença da sinalização vertical de limites de velocidade, apesar de existir regulamentação de velocidades máximas quando as vias não possuir sinalização (local, 30 km, coletora, 40 km, arterial 60 km, trânsito rápido, 80 km, estas consideradas vias urbanas, como também vias rurais, estradas 60 km, rodovia simples 100 km para veículos leves e 90 km para os demais e finalmente, para rodovias duplas 110 km para veículos leves e demais 90 km) o que dificulta a interpretação do condutor, se é que a maioria conhece estas regras. Nata-se também, que em rodovias, os chamados quebra molas são sinalizados de maneira indevida, posto que devem ser sinalizados através de Placas de Advertência, que sinaliza, sempre, que à frente possui um risco, são placas que indicam o “futuro”, mas que na maioria das vezes são colocadas em cima dos quebra molas, pegando de surpresa os condutores, que se assustam, freiam bruscamente, ocorrendo muitas vezes colisões traseiras e engavetamentos. Ou seja, faz-se necessário uma revisão geral das sinalizações nas rodovias, bem como nas vias urbanas. O importante é que haja uma harmonia entre a Educação, Engenharia e Esforço Legal, pois está mais do que provado que as multas não inibem as infrações e nem educam, pois cada vez mais as multas aumentam a cada ano, comprovando a tese defendida acima, apesar de ser necessário o Esforço Legal. Por fim, precisamos obedecer, respeitar, mas também precisamos ser respeitados pelos outros usuários como também pelos órgãos que se fazem representar por autoridades que deverão também se educar e se especializar em suas funções. Trânsito é um fenômeno social e deste maneira deverá ser observado, levando a todos a conscientização, a educação e a mudança de comportamento, para assim termos um trânsito mais seguro e humano para todos.

  • LEANDRO CUNHA DA SILVA
    Posted at 10:49h, 12 fevereiro Responder

    Embora o Observador tenha sido consultado para expressar um parecer técnico em nome do ONSV sobre a instalação de novos radares, de forma muito sábia, ele destaca a importância dos estudos e planejamento que a engenharia de tráfego, precisa no desempenho de seu papel realizar em todas as vias. No meu ponto de vista os radares devem sim ser instalados, não como instrumento arrecadador do governo e sim como resultado de pesquisa e estudo de trechos com a necessidade de fiscalização e controle de velocidade para a prevenção de acidentes.

  • Amilton Reis dos Santos
    Posted at 13:40h, 12 fevereiro Responder

    Os equipamentos eletrônicos de fiscalização, por si só não resolverá os problemas de segurança nesta rodovia específica, tanto quanto em qualquer outra rodovia, se o poder público com seu departamento de engenharia e planejamento, quanto a sociedade civil e a massificação de campanhas educativas não atuarem de forma contundente.

  • FABIO MOUTINHO TURMA 3 Obsv. Certif.
    Posted at 16:11h, 13 fevereiro Responder

    Penso que o tripé da mobilidade tem que estar amparado pelos 3 pilares, quando um só pilar tentar ficar de pé, a queda é inevitável. Todos devem atuar na correção em buscar da melhor solução à segurança viária.

  • MARCELO WILIANS NEMESIO
    Posted at 18:11h, 13 fevereiro Responder

    Como pude observar na leitura e reportagem a mencionada rodovia realmente precisa ser requalificada, pois pelas imagens ficou bem claro que não existe nem acostamento , questões geométricas da via podem projetar um veiculo em direção a outro que vem no sentido contrário, não é instalado radares fixos que vai trazer uma trafegabilidade segura.

  • Sidnei Araújo
    Posted at 23:06h, 13 fevereiro Responder

    Os radares são bem vindos em último caso, desde que sejam observado todos os critérios para sua instalação. Porém, como mencionado na matéria, a rodovia possui erros em sua construção, que mesmo com os radares os números de acidentes não diminuíram. Os responsáveis pela rodovia tem o dever em garantir um trânsito seguro.

  • Carlos Henrique Ferreira de Mello
    Posted at 00:21h, 14 fevereiro Responder

    Não é aumentando o número de radares que vai diminuir o número de acidentes. O artigo mostrou isso, Acidentes podem acontecer por vários fatores. No caso em tela, o principal motivo é o de engenharia da via que se arrasta há tempos. Neste caso, o mais sensato seria reunir os especialistas no assunto e adotarem uma ação que, efetivamente, resolva o problema.

  • Elmir Jorge Schneider
    Posted at 23:43h, 14 fevereiro Responder

    O problema no trânsito, geralmente não se resume a correções pontuais, mas é fruto de uma série de fatores que contribuem para a ocorrência do aumento dos riscos e consequentemente acidentes fatais. Desta forma, a simples colocação de mais radares em uma rodovia que tem muitas ocorrências de acidentes, pode não ser a solução e precisa ser avaliado com mais cautela para definir o efeito causador do trânsito violento.

  • Valter Ferreira da silva
    Posted at 09:50h, 16 fevereiro Responder

    O famoso jeitinho brasileiro que está arraigado na cultura brasileira de tal forma que, é melhor punir do que fazer o que é correto, o problema da via é de engenharia, construção de obra de arte bem como de trevos para que a via possa ser trafegável de forma segura aos seus usuários, no entanto, os administradores da mesma entenderam que o problema é o condutor, instituindo assim radares sobre ela com a utopia de reduzirem acidentes. Não quero acreditar que desconhecem o tripe do trânsito, já citado por outros colegas, é claro e cristalino que ao construir uma via, o projeto, tem por obrigação prever todas as obras de arte e trevos, com cunho único, evitar acidentes em prol de bom maior de cada ser humano a “VIDA”.

  • Vítor Araújo Damascena
    Posted at 06:42h, 18 fevereiro Responder

    Como pode observar nessa reportagem que os radares não resolveram o problema dos acidentes assim deve se partir para outra solução, na engenharia da via para que possa reduzir esse acidentes

  • Antônio Peixoto de Melo
    Posted at 20:36h, 18 fevereiro Responder

    Todas as ações realizadas pela fiscalização, engenharia de tráfego serão valiosas. Mas precisamos mesmo é instalar o RADAR DA EDUCAÇÃO no dia a dia dos nossos alunos, nos bancos escolares, através PPP- Projeto Político Pedagógico feito com seriedade respeito a todos, e com profissionais qualificados . Assim, acredito
    que haja mudança comportamental.

  • ANTONIO CARLOS GOMES
    Posted at 14:49h, 20 fevereiro Responder

    REFERENTE AOS RADARES COLOCADOS NA BR-290 O OBSERVADOR SERGIO CARVALHO FOI MUITO FELIZ EM SUA FALA QUANDO COMENTA A RESPEITO DOS ERROS DE ENGENHARIA QUE POSSUI ESTA RODOVIA ASSIM BEM COMO OUTRAS MAIS NO SUL DE MINAS,COM FALTA DE VISÃO NOS TREVOS ESCOAMENTO DE AGUA E COMO PALIATIVO OU SEJA PARA TAPAR O SOL COM A PENEIRA É POSTO RADAR O QUE GERA DESPESAS O QUE GERA REVOLTA POR NÃO RESOLVER A QUESTÃO.

  • KENEDY SANTOS PEREIRA
    Posted at 11:14h, 25 fevereiro Responder

    Os redutores de velocidades- RADAR, por si só não irão reduzir o número de acidentes, como apontado na reportagem . Entendo, que faz necessário realmente a efetivação do tripe: Educação, Fiscalização e Engenharia . Em relação a sinalização, muitas vezes ela trabalha com condicionamento negativo no usuário ( esse fato não dá para explicar nesse comentário) , outro fato importante que temos que levar em conta e a capacidades dos veículos, e o calculo de velocidade da via, de projeto e de circulação . Acredito que não devemos aplicar somente um remédio, e mesmo que seja o mais forte, temos que ampliar a rede de prevenção, e entender que uma falha na sinalização ou do projeto da via, pode ser a causadora de muitas mortes, e não é com um RADAR que vamos resolver a questão.

  • JOSE EDIVO PEIXOTO FILHO
    Posted at 12:47h, 25 fevereiro Responder

    O observador foi enfático no problema estrutural da via, problema este que é refletido em todo Brasil, parece que a engenharia de tráfego aplicada ás estradas brasileiras está sendo limitada ao momento atual. É preciso estudar a longo prazo os efeitos das construções tanto para a engenharia como para o tráfego, ensaiando inclusive métodos de correção imediatos.

  • Bruna de Oliveira Seiboth
    Posted at 17:39h, 25 fevereiro Responder

    As condições de nossas vias, digo em todo o território nacional é precária sim. Muitas são mal projetados ou entregues sem mesmo ter sido concluído a sinalização, como se esta não fosse fator relevante. Necessitamos de um trabalho em conjunto, seja por parte da Engenharia, da Educação e do Esforço Legal, não basta e não resolve culpar só um destes pilares. O trânsito seguro é de responsabilidade de todos, precisamos de conscientização sobre isso. Os radares pelo menos naquele trecho que estão instalados minimizam o risco de um acidente, pois o motorista que não é consciente pelo menos tem “medo” da multa aplicada pelo seu excesso de velocidade.

  • Mauro Silva - Recife/PE
    Posted at 00:29h, 27 fevereiro Responder

    Sabemos que errar é humano e acreditem se quiser, os engenheiros também o são. E é por isso que constantemente temos que verificar o que fazemos. Embora alguns desses erros sejam aparentemente pequenos e possam vim a ser corrigidos, pela declaração da entrevista acima, a narrativa relata e os acidentes sido testemunhado que alguns descuidos levam a pequenos e grandes acidentes. Reforçando que a função primordial do radar é salvar vidas, evitar acidentes. Não há nesse sentido nenhuma intenção em produtividade para onerar o cidadão e sim para refrear o excesso da auto confiança e amenizar os erros de engenharia da via.

  • HELIO DIAS DE SOUZA
    Posted at 23:35h, 27 fevereiro Responder

    Rodovias construídas numa época em que veículos de passeio não eram tão velozes, falta de paciência para ultrapassar veículos pesados, pois a via possui muitas curvas. Fato idêntico é o que acontece aqui no Estado do Rio de Janeiro, na BR-101 norte que liga o RJ ao ES. São veículos velozes que não querem “perder” tempo atrás de um veículo pesado e acabam ultrapassando em locais proibidos a qualquer hora, inclusive à noite. Muitos jovens estudantes da UENF em Campos, já perderam suas vidas dessa forma na BR-101 norte. Hoje com a privatização, está sendo duplicada pois já não comporta o volume médio diário daquela rodovia.Como bem disse o Observador Certificado na matéria, não adianta só a educação, fiscalização, se a engenharia não acompanha.

  • Edenilton de Barros Ferreira
    Posted at 10:34h, 29 fevereiro Responder

    Tempo de outrora,
    As nossas vias construídas na época para atender só o trânsito locas para escoa a produção não fora projetada para evoluir com o passar dos anos junto com o aumento da população e o surgimento de mais veículos nessas régios do estado, sim, há os problemas de execução dos projetos não tão mordemos e que se arrasta pela falta de iniciativa pública.

    Então, surge os radares colocados nestas vias para que os usuários e condutores possa conduzir com velocidades controladas na eminência de evita acidentes.

    Estes locais onde instalarão tais equipamentos e passarão a multa, estará sempre acesa a possibilidade de acidentes, pois as condições das vias fisicamente permanecerão as mesmas, se não forem realizadas obras públicas de ampliação ou duplicação com mais sinalizações.

    Diante do fato que já se tem informações do grau de perigosidade do trecho desta via BR-290, entende se que é uma situação calamidade pública, não se pode deixa morre mais pessoas para que se possa busca outras soluções paliativas.

  • Samir Moussa
    Posted at 23:04h, 29 fevereiro Responder

    Realmente as vias e rodovias em uma boa parte do país estão muito precárias, esta existindo poucos investimentos em engenharia e pelo contrário as industrias mobilística investindo cada vez mais em tecnologia só que as nossas estradas poucas estão suportando essa quantidade de automóveis, portanto, concordo com os aumentos de instalação de novos radares intensificando mais na fiscalização, mas também continuando com a Educação no Transito.

  • Joaquim Alves do Carmo
    Posted at 20:44h, 01 março Responder

    A intersetorialidade entre os departamentos acaba gerando riscos aos usuários da via, o artigo 1º§ 3 trás as responsabilidades para o órgão com circunscrição sobre a via.

  • Priscila Sauthier
    Posted at 22:11h, 01 março Responder

    Através da leitura da matéria acima, observa-se que a instalação de radares como meio para intervir na conduta de motoristas e evitar acidentes não necessariamente garante esse resultado, nem o caráter educativo que deveria ter. O trânsito, afinal, é um conjunto de fatores, incluindo o estado da via, conscientização dos condutores e a legislação/fiscalização, e para alcançar o objetivo de segurança no trânsito, os esforços devem ser direcionados a todos os três pontos.

  • Diego da Silva Marques
    Posted at 13:33h, 02 março Responder

    A implementação de controladores de velocidade com caráter educativo na minha opinião é totalmente equivocada e ineficaz, se tivesse sido instalado desde o início com o devido fim que é multar os condutores infratores, talvez não houvessem tantas infrações no trecho. outro ponto que gostaria de destacar é de que atualmente há uma política de desincentivo do uso de equipamentos de monitoramento eletrônico de controle de velocidade onde coloca o condutor infrator como vítima do sistema, Já foi dito na imprensa Nacional que o condutor: ” está perdendo o prazer de dirigir devido aos controladores”, isso é inadmissível pois os registros técnicos comprovam que a severidade dos acidentes está totalmente vinculada a velocidade do veículo, principalmente nos atropelamentos.

  • ELIDIANA LEÃO
    Posted at 01:03h, 03 março Responder

    O referido artigo deixa claro que fiscalização de velocidade não é o única forma de reduzir a incidência de acidentes. Embora a fiscalização de velocidade, ante falta de respeito à legislação que é uma prática de uma grande parte dos brasileiros, seja imprescindível, vias mal projetadas, mal sinalizadas e mal conservadas também são a causa de acidentes, muitas vezes fatais. Não adianta apenas fiscalizar, mas dar condições de tráfego e segurança a todos.

  • Alex Pinheiro Sessim
    Posted at 15:17h, 03 março Responder

    No Brasil, ainda precisamos ser fiscalizados. Infelizmente e culturalmente, não sabemos transitar, trabalhar ou socializar sem que em algum momento, tenhamos que ter limites ou advertências de regulamentações, etc.
    Precisamos sim ser supervisionados em qualquer área de atuação e no trânsito não é diferente. E a punição deve ser rígida, para que tenhamos a compreensão de que nossos atos podem prejudicar o próximo.
    Infelizmente liberdade para cometer excessos e esperar que nós, cidadãos tenhamos consciência de que estamos infringindo o bem social, no meu ponto de vista, ainda não é possível.

  • Jolseley Marcio Barbosa
    Posted at 16:47h, 03 março Responder

    Sou muito a favor de radares tanto em rodovias com em área urbana, pois a maioria dos motoristas no Brasil só sentem a dor quando é no bolso, porém vimos nesse artigo, que o maior problema da BR – 290 não são os radares que vão resolver e sim uma total estruturação da citada rodovia.

  • João Batista da Silva Neto
    Posted at 16:04h, 04 março Responder

    Os radares nas rodovias são extremamente importantes, pois são responsáveis por garantir a segurança de todos. Ótimo artigo!

  • Jose Antonio de Almeida
    Posted at 16:32h, 04 março Responder

    Se de fato existe um erro de engenharia de trafego, como citado pelo colega Observador, não adianta instalar radar, pode até amenizar o problema, mais também pode piorar a situação.

  • Edenilton Barros Ferreira
    Posted at 22:12h, 04 março Responder

    Tempo de outrora,
    As nossas vias construídas na época para atender só o trânsito locas para escoa a produção não fora projetada para evoluir com o passar dos anos junto com o aumento da população e o surgimento de mais veículos nessas régios do estado, sim, há os problemas de execução dos projetos não tão mordemos e que se arrasta pela falta de iniciativa pública.

    Então, surge os radares colocados nestas vias para que os usuários e condutores possa conduzir com velocidades controladas na eminência de evita acidentes.

    Estes locais onde instalarão tais equipamentos e passarão a multa, estará sempre acesa a possibilidade de acidentes, pois as condições das vias fisicamente permanecerão as mesmas, se não forem realizadas obras públicas de ampliação ou duplicação com mais sinalizações.

    Diante do fato que já se tem informações do grau de perigosidade do trecho desta via BR-290, entende se que é uma situação calamidade pública, não se pode deixa morre mais pessoas para que se possa busca outras soluções paliativas.

  • GILSON DE JESUS CARDOSO
    Posted at 11:42h, 06 março Responder

    Pela leitura do artigo verificamos claramente que foi um efeito paliativo para minimizar e arrecadar mas não para resolver a situação, verifica-se erros graves de engenharia, aliados a falta de educação no trânsito e fiscalização ineficiente, se a solução não passar por esses elementos nunca será resolvido.

  • Jackeline Silva dos Santos
    Posted at 17:03h, 06 março Responder

    Ao analisar as falas dos repórteres e entrevistados, observa-se os dedos apontados ao erro alcançável, os erros alheios. Nota-se por exemplo a vida ceifada de uma criança que talvez, não estivesse fazendo uso de equipamento de retenção e que o carro onde ela estava foi atingido por outro que, segundo a mãe da criança, surgiu como uma “bala”. Os radares cumprem um papel de inibição “local”, as pessoas que utilizam veículos automotores, em sua maioria, respeitam a velocidade em locais assistidos pela fiscalização por receio de ter que pagar quem sabe, por uma multa que venha a ser aplicada em seu desfavor. A engenharia está aquém do que se tem como via/rodovia ideal, mas se analisarmos o comportamento de condutores em vias em perfeitas condições e os índices de acidentes em locais onde a rodovia é aquela cujas condições são perfeitas, bem como a sua sinalização, teremos então a possibilidade de entender que o problema é pura e simplesmente cultural. Na reportagem um cidadão fala sobre “veículos de grande porte que trafegam à 10km/h”, percebo que ele talvez esteja se referindo a veículos que transportam cargas indivisíveis e que PODEM trafegar por todas as rodovias e estradas se estiverem licenciados para isso, como preconizam as normas estabelecidas para tanto (AET, adequação da carga, limite de dimensões, sinalização do veículo que identifique suas dimensões, quantidade de batedores, necessidade ou não de escolta pela PRF etc). O grande problema é justamente a falta de conhecimento (EDUCAÇÃO) da maioria dos condutores do Brasil e que cada dia mais, ganha força em sua ignorância tendo em vista a possibilidade quem sabe, de se “habilitarem” sem mesmo passar por um centro de formação. Não digo aqui que a rodovia em comento não precise de readequação, mas que, mais que vias em perfeitas condições, precisamos urgentemente que condutores atuais e futuros condutores tenham consciência da complexidade do trânsito em geral, principalmente no quesito educação.

  • SOLANGE RIBEIRO DA SILVA
    Posted at 07:44h, 08 março Responder

    Acredito que a base de um trânsito é a Educação, em todos os eixos sociais, na qual o individuo deve ser cuidado, educado, moldado de acordo com as diretrizes sociais de comportamentos e condutas adequados para viver em meio a outras pessoas, pois, a educação, o processo de produção de conhecimento e conscientização são fundamentais para o desenvolvimento biopsicossocial desse ser humano, Levando-o a criar estrategias de pensamentos e ao raciocínio logico de consciência, que o trânsito é importante, e que exige muito das pessoas como não apenas pedestres ou motoristas, e sim de respeito, cordialidade. O fato de instalarem radares são medidas para sanar e corrigir erros, Nesse sentido, é necessário medidas preventivas, para que as infrações de excesso de velocidade não ocorram mais.

  • José Luiz Britto Bastos
    Posted at 00:50h, 09 março Responder

    Concordo plenamente com a exposição do observador, a fiscalização eletrônica é, na maioria das vezes, necessária e importante para aumentar a segurança viária, sobretudo, num país como o Brasil onde as pessoas não têm respeito pelas normas de trânsito, onde a educação para o trânsito, praticamente não existe. Por outro lado, a situação sempre deve ser analisada cuidadosamente, pode ser que haja na rodovia problemas de engenharia que necessitem de correção, modificações do traçado, melhoria na instalação da sinalização Se todas as providências forem tomadas para aumentar a segurança, somente fiscalizando e punindo será possível obter resultados positivos.

  • Aline Cecconi
    Posted at 11:54h, 10 março Responder

    Acredito que a fiscalização deve ser um complemento da educação, e ela se faz necessária em muitos casos para ajudar a diminuir os acidentes em determinados trechos com problemas viários que não foram ainda resolvidos. O problema no Brasil é que muitos desses trechos com problemas nunca serão resolvidos e a população acaba arcando com as consequências, como acidentes ou fiscalizações excessivas, No trânsito, se cada um fizesse o seu papel, talvez não precisaríamos fazer tanto o uso da fiscalização.

  • Geraldo Medeiros Filho
    Posted at 12:46h, 11 março Responder

    O fato de 3 equipamentos de controle eletrônico de velocidade instalados, e em funcionamento, somados a outros 14 previamente existentes, não reduziram o total de acidentes na rodovia de 96 km, não significa que estes equipamentos não trouxeram resultados positivos.
    Inicialmente é preciso atentar que já haviam 14 equipamentos instalados, sendo assim, os números para estes 14, devem ser comparados com os números de antes da instalação destes, ou seja, se em 2018, período em que se comparou com os resultados do ano seguinte quando se instalou mais 3 equipamentos, aquele período de 2018 deve ser comparado com o período anterior ao da instalação dos 14 equipamentos, para verificar a eficácia destes 14, analisando os trecho de influência, não os 96 km da rodovia, pois o equipamento tem influência em um trecho específico. Algumas centenas de metros após um equipamento de controle de velocidade é suficiente para um condutor acelerar bem acima do que praticou quando passou pelo local de medição da velocidade.
    Se em 2018 já havia 14 equipamentos instalados, para analisar o resultado de 2019, deve se considerar o acréscimo de 3 equipamento a mais, sabendo que para se obter os números de 2018, já havia 14 equipamentos em funcionamento e surtindo efeito.
    Para a análise dos 3 novos equipamentos instalados em 2019, deve se considerar a área de influência de cada equipamento, pegar os números dos anos anteriores “no trecho”, e ver se houve redução “no trecho”, e não em toda rodovia, pois pode ter havido um crescimento no quantitativo de acidentes na rodovia, em áreas fora da influência dos equipamentos.
    Também é preciso verificar a justificativa da instalação de cada novo equipamento, individualizando o caso, haja vista que há equipamentos que são instalados para proporcionar maior fluidez no trânsito, e não para diminuir o número de acidentes. Isto é comum em acessos, onde há prática de velocidade elevada na via, dificultando os condutores de acessarem a via, então se instala um equipamento antes do acesso, assim os condutores que vêm na via principal praticarão uma velocidade menor, facilitando para quem vem no acesso, poder acessar a via com segurança. Este tipo de equipamento, por vezes, aumenta o número de acidentes de pequeno dano, como colisões laterais e traseiras de pouca velocidade, mas conseguem ser eficazes na fluidez, acabando com congestionamentos.
    Ressalte-se que cada equipamento instalado deve ser justificado com estudos técnicos que indiquem a necessidade de instalação (§ 2º , art. 4ª, Res. 396/11 – CONTRAN), e que seus resultados são avaliados anualmente (§ 3°, , art. 4ª, Res. 396/11 – CONTRAN), devendo apresentar resultados positivos para que continuem funcionando, ou para que sejam adotados outros procedimentos de engenharia no local.

  • Flavia Vegh Bissoli
    Posted at 12:10h, 12 março Responder

    De acordo com a matéria o excesso de radares de nada adiantou, uma rodovia sem eficiência, não basta pensar somente em punição e sim em prevenção através de primeiramente educação para o trânsito, como bem salientou Pitágoras: “Educai as curanças para não ser preciso punir os homens”. Não se corrige um problema criando outros, a priori a medida mais assertiva seria utilizar-se da tecnologia para a correção de erros da via, a fim de ser criado um projeto com fulcro na segurança viária.

  • Alexander Ferreira de Magalhães
    Posted at 15:14h, 12 março Responder

    Ações que envolvam a segurança viária só serão exitosas se contemplarem, ao mesmo tempo, esforços de fiscalização, educação e engenharia. Tratam-se de eixos fundamentais que quando aplicados de forma isolada, raramente surtem o efeito esperado. Muito provavelmente é o que deva estar ocorrendo na BR 290, no trecho existente entre Pouso Alegre e Jacutinga, onde a instalação de 17 radares não foi capaz de reduzir o número de acidentes naquele local.
    A matéria de jornal que noticia o fato foi comentada pelo Observador Certificado Sérgio Carvalho, sendo que este assinala que o principal fator relacionado aos acidentes no trecho em questão refere-se à engenharia da via a qual apresenta-se com erros de planejamento e construção, os quais tem potencializado os acidentes.
    Entendo que se o trecho em lide continua a apresentar consideráveis índices de acidentes, apesar da existência dos dispositivos de fiscalização, infere-se que outras medidas afetas à engenharia viária e à educação de usuários se fazem urgentes e necessárias para resolução do problema.
    Portanto, é preciso estudar o fenômeno com a cientificidade, seriedade e profundidade requerida, para identificação dos reais fatores que tem contribuído para os acidentes naquele local visando à adoção das medidas corretivas e preventivas pertinentes.
    Em todo o caso, saliento, mais uma vez, que essas medidas, sejam nas áreas de educação, engenharia e fiscalização, devem ser aplicadas em conjunto e não de forma isolada, sob pena de não surtirem o efeito desejado, no caso, a redução dos sinistros.

  • Paulo Adriano Ferreira Alves
    Posted at 13:09h, 16 março Responder

    Considerando o pilar dos es do transito, engenharia, educação e o esforço legal, os radares devem sim ser instalados, não como instrumento arrecadador do governo e sim como resultado de pesquisa e estudo de trechos com a necessidade de fiscalização e controle de velocidade para a prevenção de acidentes.

  • Leandro de Oliveira Machado
    Posted at 17:46h, 17 março Responder

    Os radares de fiscalização são de extrema importância, necessários, porém não podem contribuir sozinhos para a melhoria e segurança do trânsito. No caso específico do trecho da rodovia BR-290, no Sul de Minas Gerais, existem problemas de engenharia da via, que tem sido responsáveis por muitos acidentes, pois mesmo com a fiscalização eletrônica de velocidade, os números de acidentes não diminuíram. Sabemos que a segurança viária se baseia no trinômio, (Educação, Engenharia e Esforço Legal), quando um desses componentes é deficitário, a segurança viária fica ameaçada, tornando as vias perigosas e aumentando o número de acidentes.

  • (FREDY) CARLOS FREDERICO TEJADA
    Posted at 19:52h, 17 março Responder

    Não conheço essa rodovia, mas via de regra os radares são necessários. Obviamente, quando se fala em radar está se tratando do controle da velocidade e se, especificamente nessa rodovia, após a instalação de mais equipamentos não houve redução no número de acidentes, outros pontos devem ser analisados; por exemplo, reavaliação da velocidade definida em cada trecho, retificação da via nos trechos de alto índice de acidentes, sinalização vertical mais ostensiva, painéis ao longo da rodovia para sensibilizar os condutores para maior responsabilidade nas ultrapassagens, uso do celular, respeito a velocidade, entre outros.

  • Nádia Sudário
    Posted at 22:22h, 17 março Responder

    Os erros de geometria viária devem ser diretamente solucionados com ações concretas e não ações paliativas que tentam corrigir momentaneamente ou agravar ainda mais a segurança viária. Sem deixar de mencionar que ações paliativas podem custar mais aos cofres públicos do que reiniciar um novo projeto viário. Em Trânsito não se pode ficar no campo das tentativas, ainda mais em se tratando de engenharia viária, é necessário, estudo, análises , discussões e projeto dentro das normas técnicas.

  • JOSÉ VANILSON ABREU DA SILVA
    Posted at 14:21h, 18 março Responder

    Esse é um um,das centenas de casos do estado de minas gerais, onde esta situado a maior malha viária do país,mais a maioria dessas rodovias estão com a estrutura comprometida. Em trechos onde o índice de acidentes é altíssimos, a única alternativa para tentar conter esse avanço, é a instalação imediata de radares.Mas esta claro que falta educação, respeito pela vida e obediência as normas de transito por parte dos condutores.

  • Romolo Tacchelli
    Posted at 22:28h, 20 março Responder

    A instalação de radares, por mais que seja de caráter educativo, acaba sendo sempre uma medida paliativa, visto que induzirá o condutor a respeitar o limite de velocidade somente nos pontos instalados pelo receio da sanção que será aplicada. O caminho para a redução de acidentes nas vias, sejam com mortalidades ou não, provém da educação do condutor antes mesmo de se tornar habilitado. É uma educação para o respeito às leis e ao convívio com o próximo e um comportamento mais humanizado no trânsito. Embora a educação seja o processo com resultados a longo prazo, é vital que seja acompanhado de ações mais imediatas, como campanhas de conscientizações, sinalizações, investimentos na infraestrutura ideal e como uma medida final, as sanções punitivas para os que ainda sim, não respeitarem a legislação.

  • Luciano Souto
    Posted at 23:12h, 22 março Responder

    Os controladores eletrônicos de velocidade tem um papel fundamental na redução dos acidentes nas rodovias do nosso país,porém a má utilização deste equipamento tais como;equipamentos em locais em que não justificam,podem levar ao descrédito da utilização.
    É necessário estudos técnicos e levantamentos suficientes para a instalação em locais onde se consiga alcançar os objetivos fundamentais que é a redução de acidentes e salvar vidas.

  • ROSITANIA PEREIRA DE FARIAS
    Posted at 16:01h, 24 março Responder

    A imposição de multa aos infratores é uma forma de corrigir aquilo que lamentavelmente a ação educativa não foi capaz de fazê-lo, é dura, mas necessária., os controladores eletrônicos de velocidade tem um papel fundamental na redução dos acidentes , lembrando que em trechos onde o índice de acidente é altíssimo, somente com a sinalização eletrônica para conter. Quando o condutor é punido ele passa a ter mais consciência dos seus atos, No Brasil é evidente os erros de Engenharia de Trânsito e estradas em péssima condição de trafegabilidade que prejudicam o transporte de passageiros e mercadorias, porém não será com a retirada de sinalização eletrônicas como radares etc, que se resolverá o problema..,. O processo de globalização é um fenômeno enviesado no modelo econômico, e somente com educação e bom senso conseguiremos diminuir os números de óbitos nas nossas rodovias., é preciso que se entenda que a responsabilidade por um trânsito seguro é de todos.

  • Gilson Tude da Rocha
    Posted at 00:48h, 25 março Responder

    A maioria das rodovias brasileiras são antigas e cheias de problemas na Br 290 não é diferente observe os senhores, No trânsito respeito á vida certo nesta Br Pouso Alegre a Jacutinga no vídeo vi o trânsito de veículo pesado,faixa dupla continua amarela onde deslocamentos laterais e ultrapassagem são absolutamente proibidos vi também sinalização vertical .que pelas explicações dos condutores todos são da região então tem conhecimento da via que é o primeiro elemento da DIREÇÃO DEFENSIVA,
    Venho a algum tempo querendo que todo motorista ao renovar a CNH fizesse um reciclagem teórica de LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO e DIREÇÃO DEFENSIVA porque todos sabem conduzir o veiculo mais na hora da circulação esquecem de tudo, a conversa é só uma TENHO QUE CUMPRIR O HORÁRIO, TENHO QUE PEGAR O MENINO NA ESCOLA, ai velho amigo acontece um evento danoso acabou a pressa.
    AI VEM AQUELA VELHA DESCULPA FOI A RODOVIA, FOI O CAMINHÃO.

  • Edirley Fernandes Cardoso
    Posted at 10:46h, 25 março Responder

    Como a maioria das rodovias federais e estaduais tem avaliação de regular a ruim, conforme o IRIS. Colocar vários radares não é uma medida preventiva e nem corretiva para eficácia da redução do número de acidentes. O que realmente trazerá resultados positivos e efetivos: são investimentos na educação para o trânsito, engeharia de tráfego e fiscalização.

  • Edirley Fernandes Cardoso
    Posted at 10:50h, 25 março Responder

    Retificando; engenharia de tráfego.

  • EVANDRO SIEBRA DA SILVA
    Posted at 11:39h, 25 março Responder

    Muito válido o comentário do Observador Certificado. Sem dúvidas, qualquer via que seja, sem reparos e modernização por parte da engenharia de tráfego, pode ser um risco a todos. Os radares serviriam como paliativo nesse caso, e não sendo totalmente eficientes, uma vez que a estatística de acidentes no trecho continua.

  • Regiani Juciani Lacerda
    Posted at 12:04h, 25 março Responder

    A complexidade da situação não tem como ser resolvida somente com os radares. Crescente aumento na frota, condutores inexperientes ou por demais autoconfiantes, geram números estarrecedores, o empenho dever ser de todos,

  • HIDERALDO RODRIGUES GOMES
    Posted at 16:17h, 25 março Responder

    A implantação de sistema de fiscalização eletrônica de velocidade, é sempre analisado o local de sua implantação, a fim que lhe traga segurança – ao condutor e aos transeuntes, as sinalizações educativas devem sempre anteceder aos equipamentos, para que naquele trecho a velocidade seja reduzida, a fim de evitar os acidentes, estudos técnicos são realizados para estabelecer a velocidade da via. O fato de no período informado não ter reduzido o numero de acidentes, deve-se levar em conta o VDM da via, para que se obtenha o indicador mais coeso e preciso dos acidentes. SE TODOS RESPEITASSEM AS VELOCIDADES INFORMADAS – PELOS PROFISSIONAIS QUALIFICADOS – NAS VIAS , NÃO SERIAM NECESSARIO A IMPLANTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELETRONICOS DE VELOCIDADE ( radar – pardal ..etc…) , BASTARIA AS SINALIZAÇÕES DE ALERTA, ATENÇÃO.

  • STALEN HUALANS MENEZES FELINTO
    Posted at 00:09h, 26 março Responder

    Este é um belo exemplo, de que os desafios impostos pelo trânsito exigem uma análise ampla, que contemple a complexidade e singularidade de cada situação. No caso mencionado na reportagem, fica claro que o uso dos radares (tão necessários nas rodovias federais) é insuficiente, o que exige o esforço por parte do campo da engenharia do tráfego para suprimir as desatualizações da referida rodovia. Lembro-me de diferentes casos em minha cidade, nos quais ao serem instaladas novas vias, foram realizadas apenas as ações de sinalização horizontal, e só depois de graves acidentes o poder público procurou implementar a sinalização vertical e/ou a reeducação dos motoristas por meio de campanhas. É necessário estarmos atentos aos papéis de cada setor, pois tais negligências, podem contribuir para o triste aumento da mortalidade no trânsito.

  • Tatiane D Oliveira Luiz
    Posted at 13:28h, 27 março Responder

    Penso que a questão engenharia não é o principal problema que temos em rodovias. Isso se comprova-se por exemplo se formos analisar os índices de rodoviais consideradas ruins, dependendo o estado o índice e muito baixa, mas os acidentes continuam, se fosse apenas uma questão de engenharia, os acidentes seria a maioria por tombamento, saída da pista etc… e não por infrações de transito como pessoas embriagadas, ultrapassagens em locais não permitidos. Vejo como um conjunto a negligencia imprudência e imperícia dos condutores andam junto com os acidentes, bem como a questão de engenharia que poderia. sim ser melhor, porém não temos pessoas que pensam no futuro, apenas resolvem a situação momentânea. A questão sinalização é primordial, vias precisam ser e devem ser sinalizadas e muito bem sinalizadas, assim como é importante ter fiscalização.

  • Elequicina Maria dos Santos
    Posted at 12:16h, 28 março Responder

    A fiscalização deve, também, estar conectada à manutenção das rodovias, bem como a outros elementos, como: projeto correto de engenharia, boa sinalização e uma base educativa, para que assim, seja fortalecida a estruturação das rodovias.

  • NORBERTO FIUZA DE CAMPOS
    Posted at 20:03h, 28 março Responder

    Embora eu não conheça o trecho da via em comento, é sabido por todos as questões concernentes aos problemas verificados com relação a engenharia viária em nosso país, coaduna com esta afirmativa, estudo da CNT (Confederação Nacional do Transporte) que mostra que 85,3% das piores ligações rodoviárias analisadas entre 2004 e 2017 apresentam deficiências no traçado. O principal problema das piores ligações rodoviárias do Brasil está relacionado à geometria da via. No total, 85,3% da extensão conjunta dos 15 trechos analisados no estudo Rodovias Esquecidas do Brasil – Transporte Rodoviário recebeu classificação regular, ruim ou péssimo pela Pesquisa CNT de Rodovias entre 2004 e 2017. O levantamento foi divulgado pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) no dia 28 de março. Na característica geometria da via, são avaliados o tipo de rodovia (pista simples ou dupla), a presença de faixa adicional de subida (terceira faixa), de pontes, de viadutos, de curvas perigosas e de acostamento. Entre os motivos que geraram o resultado sobre essa variável, estão a predominância de pista simples de mão dupla em 97,2% da extensão total, a falta de faixa adicional de subida (88,5%) e de acostamento (56,3%) e a ausência de dispositivo de proteção contínua em trecho onde ele é necessário (64,9%). De acordo com o estudo, quatro ligações tiveram 100% da geometria da via classificada como insatisfatória na Pesquisa CNT de Rodovias 2017: Governador Valadares (MG) – João Neiva (ES); Jataí (GO) – Piranhas (GO); Marabá (PA) – Dom Eliseu (PA); e Rio Brilhante (MS) – Porto Murtinho (MS). Controle estudos técnicos para autorização de acessos são prerrogativas do órgão de trânsito com circunscrição sob a via. Os radares além das questões educativas, são fortes aliados na engenharia de trânsito quando da necessidade de se promover a redução de velocidade em trechos urbanos e ou críticos (índices de acidentabilidade alto).

  • EDSON JAMES RASERA
    Posted at 23:29h, 28 março Responder

    Somente radares não solucionam os problemas de uma via na questão dos acidentes. É preciso primeiramente estudos técnicos daquela via para a proposição de uma solução definitiva, e não provisória como a que foi estabelecida naquela via. A outra questão é a vontade política para a resolução da implementação das soluções apresentadas no estudo técnico. Muitas vezes as soluções estão elaboradas tecnicamente mas não são priorizadas na esfera de governo.

  • DANIELA FERNANDA CORGOZINHO
    Posted at 01:21h, 29 março Responder

    Infelizmente radares não educam, não mudam comportamentos, prova disso é a arrecadação bilionária e o numero de acidentes e mortes. As contas não fecham , antes de implantar radares, a estrutura da via deve ser estuda, como foi feito neste caso pelo Observatório Nacional , o qual identificou inúmeras falhas na rodovia.

  • Edson Antonio Lamin
    Posted at 13:24h, 29 março Responder

    Quando o problema envolve a estrutura da via, os radares passam a não ter a mesma efetividade que deveria ter. Sendo assim , acredito que a prioridade seja a correção da via e não a instalação demais radares.
    Particularmente quando abordam assunto de malha rodoviária, especificamente a mineira, vem em mente por ser a maior em malha rodoviária e as péssimas condições das vias e também devido a geometria por ser muito serra e num tempo atrás em que a escoação de produção mineira para chegar aos portos precisava chegar de algum moto e muito dessas estradas que eram utilizadas se tornaram rodovias, e são o que são hoje.
    Trouxe duas reportagens a respeito da via para ilustrar a real situação.

  • MARGARETH GRAMACHO FADIGAS
    Posted at 22:19h, 29 março Responder

    O resultado dos controladores e redutores eletrônicos de velocidade não são constatados imediatamente, imagine que o condutor que adote essa postura de ultrapassar os limites de velocidades, ele só mudará seu comportamento depois de receber uma, duas ou três multas. é um efeito reativo.
    Caso ele seja atento à sinalização, geralmente alertados pelo GPS, ele reduzirá sua velocidade momentaneamente e retornará logo após do equipamento.
    Algumas soluções possíveis seriam a utilização de outras medidas de trafic calming, inclusive com edutor de velocidade fixo, considerando que intervenções de infraestrutura relativas a geometria da via são extremamente mais caras.

  • MORGANA GARIBALDI DIEFENTHAELER
    Posted at 01:20h, 30 março Responder

    O observador trouxe um ponto muito importante. Em geral, os gestores do Brasil só adotam três posturas para tentar diminuir os acidentes: inclusão de semáforo (sinalização), inclusão de rotatória (engenharia), ou inclusão de medidor de velocidade (fiscalização) – não raro, sem se atentar às normas constantes nos manuais técnicos especializados. A via é um dos primeiros fatores que deve ser considerado quando se estuda a acidentalidade de um local, aí incluídos os aspectos de engenharia [qualidade, conservação e durabilidade do material] e os de sinalização [visível, suficiente, padronizada, compreensível para o tempo de resposta, etc]. Deixo, ainda, uma reflexão: nem sempre o aumento do número de acidentes representa um tipo de regresso. Por exemplo, ao se colocar um obstáculo de engenharia que force a redução de velocidade, pode ser que o número total de acidentes aumente, mas a letalidade de cada um diminuirá.

  • Delnandina MMMonteiro
    Posted at 02:19h, 30 março Responder

    Percebe-se a necessidade de uma avaliação técnica, através de um profissional que possa
    constatar a real situação da rodovia e obtenha resultados que indiquem as medidas que devem
    ser operacionalizadas. Assim, se a instalação de radares for a indicação para os locais apontados,
    que sejam implantados, entretanto, se de modo contrário, não for conveniente, que busquem outras alternativas através de estudos da engenharia.

  • André ferreira dos Santos
    Posted at 15:40h, 30 março Responder

    Querer que os acidentes nessa rodovia ou em qualquer outra rodovia se resolvam tão somente com radares é inadmissível, uma avaliação técnica ira constatar os riscos de todo o trecho da rodovia. Porque esse é um dos abjetivos da engenharia de trânsito, proporcionar, aos usuários das vias e população de maneira em geral, uma mobilidade eficiente e segura. Já a em plantação de radares, só e um complemento para a diminuição de velocidade em determinados trechos de vias, seja elas urbanas ou rurais, mas não vamos só com engenharia radares e fiscalização resolver os nossos problemas de acidentes de trânsito, precisamos do mais importante que é a mudança de comportamento e só se dará através da educação no trânsito e de ações coordenadas entre os órgãos de trânsito e a sociedade civil organizada.

  • Ronaldo Ivan da Cruz Mesquita
    Posted at 15:49h, 30 março Responder

    É lamentável que ainda algumas autoridades não entenderam que apenas multar não resolve. Se multar busque orientar, se orientar sendo necessário multe. Na era da tecnologia ficou mais barato e mais lucrativo para o esta implantar os radares eletrônicos em todo pais, Gera renda para os municípios, estados e união. No caso da BR 290 está a prova, embora existam tantos radares, o número de acidentes continuam acontecendo. A engenharia de tráfego precisa ser modernizada e responsabilizada por tantos erros nas vias, sejam municipais, estaduais ou federais, Só que isso não acontece. SE nossos filhos forem educados desde as séries inicias, serão no futuro ótimos condutores de veículos e pedestres. É preciso investir em educação.

  • Ronald Vittal
    Posted at 22:32h, 30 março Responder

    Os controladores eletrônicos de velocidade têm um papel fundamental na redução dos acidentes nas rodovias do nosso país, entretanto a utilização destes equipamentos em locais em que não inadequados levam ao descrédito da utilização. Esses equipamentos devem cumprir os objetivos de redução de acidentes e salvar vidas, e não de arrecadação.

  • Marcia Cristina Araújo Pereira
    Posted at 13:35h, 02 abril Responder

    Na minha opinião, os radares salvam vidas!! Aqui em Petrópolis quando tínhamos radares pelas vias, a redução no número de acidentes de trânsito foi muito considerável!! Acho que além de fazer o condutor trafegar na velocidade correta para determinado tipo de via, também faz com que se preste mais atenção ao trânsito em geral, pelo fato de se estar trafegando em velocidade compatível com a segurança.

  • Anderson Clayton da Silva Borges
    Posted at 17:54h, 02 abril Responder

    O radar ele deve existir sim, uma que foi comprovado no ano 2019 quando foi suspenso a utilização dos radares nas Rodovias Federais o Índice de acidentes de trânsito aumentou significativamente. então a instalação deve ocorrer sim, desde que cumpra toda exigência portada na Resolução 396, CONTRAN, inclusive abatendo a margem de erro do equipamento, Como:
    VELOCIDADE AFERIDA
    E
    VELOCIDADE CONSIDERADA .

  • Gizela Eliane Ferreira da Costa Roewer
    Posted at 19:13h, 02 abril Responder

    Ações em engenharia como uma boa sinalização vertical e horizontal, melhorais na geometria da via, estudos de estatísticas de acidentes de trânsito, implantação de sinalização educativa, um pavimento em bom estado de conservação, uma drenagem com constante manutenção e o gerenciamento da velocidade são louváveis. No entanto, temos condutores imprudentes, o órgão responsável poderia pensar na implantação da fiscalização ponto a ponto.

  • JUCIMARA MESSIAS FERNANDES LIMA
    Posted at 10:51h, 05 abril Responder

    A reportagem deixa claro que o aumento de radares não diminui os acidentes, o artigo mostrou que uma única medida de prevenção não é suficiente para reduzir o número de mortes e acidentes. No caso mencionado pelo observador a engenharia tem sido negligenciada a tempos, medidas de atualização das vias através de profissionais da área devem ser buscadas para se resolver de forma efetiva o problema.

  • Nizandro Martins Ramos
    Posted at 12:01h, 05 abril Responder

    Como bem dito pela reportagem, a implantação de radares não é suficiente para a diminuição de óbitos. Pelo contrário, um radar instalado sem um estudo prévio das causas de acidentes e no local devido pode aumentar o número de acidentes e óbitos. Infelizmente sabemos que a grande maioria dos condutores apenas diminuem a velocidade nos locais que estão instalados os radares, e logo em seguida já aumentam a velocidade do veículo acima do permitido para a via afim de “compensar o tempo” perdido durante a passagem pelo radar. Se nessa via existir locais que a engenharia da própria via propicia para que acidentes ocorram, e se nesse trecho, como citado na reportagem, um trevo por exemplo, for na área de “retomada de aceleração” para recuperar o tempo perdido, de nada adiantará o radar, pelo contrário, será mais prejudicial a via. Então além do radar, temos que ter associado a segurança da via, boa sinalização, boa engenharia de trânsito, bom asfalto, e o mais importante, condutores que respeitem as leis de trânsito.

  • Gisele Pereira
    Posted at 20:21h, 05 abril Responder

    Muito importante a matéria, uma vez que mesmo ONSV tenha participado para apoio com estudos realizados sobre a instalação desse novo radar, percebe se com base nos dados estipulados a importância desse sensor de fiscalização como um agente de conscientização e também da importância que se tem o setor de engenharia para planejamento execução deste tipo de obras e para o sistema viário.
    O estudo de trechos como estes, que já foi comprovado um alto índice de acidentes, deve sim ser reforçado com estes agentes de fiscalização para controle de velocidade e conscientização de todos que a trafegam como forma de prevenção do sistema viário.

  • Demétrius Silveira
    Posted at 14:40h, 06 abril Responder

    Com esses nos radares as pessoas fica mais alerta ao trafega pelo local, se tem muitos nem respeita
    nos somos mal educado no transito levamos para ele a nossa educação.

  • Daniel Furtado Alves
    Posted at 22:59h, 22 junho Responder

    Uma matéria como essa apenas ressalta a importância do estudo e conscientização de todos, seja o condutor, o órgão fiscalizador ou o poder competente. Existe uma série de normas que norteiam os profissionais para cada atividade e que devem ser aplicadas. Como explanado pelo Observador Certificado durante a matéria, a condição da via é insegura e não atende aos padrões de segurança, porém em algum momento chegaram à conclusão que a instalação de radares seria mais eficiente e continuaram a postergar o inevitável, as obras de correção e melhoria da via.
    Ações fundamentadas em interesses escusos mostram-se eficazes apenas em tecer insatisfação das pessoas bem intencionadas, trazendo prejuízo material e psicológico para todos, além de perdas de vidas, o que é inaceitável!

  • João Francisco Leandro
    Posted at 23:26h, 22 junho Responder

    Puxa diante desta reportagem, nem resta comentários, tanto o nosso amigo e Observador Sérgio Carvalho, quanto o DR. Otávio Miranda Junqueira, deixaram claro que podem até aumentar os radares, mas lamentavelmente os riscos de ocorrência de acidentes estarão nas mesmas proporções. Me deu até um sentimento de medo de trafegar nesta rodovia.
    E lamento de coração aos pais, pela perca de sua filha Heloany, diante deste descaso pelos Órgãos responsáveis pela via.

  • Viviane Eduarda
    Posted at 19:54h, 23 junho Responder

    Acredito que a colocação de radar precisa ser acompanhada. Esta medida de punição apenas deveria ser utilizada focando a redução no número de acidentes e como este resultado não foi atingido, deveria ser alterado. A medida mais prudente deveria ser redobrar a sinalização, realizando estudos para possíveis modificações na via ou mesmo, ações de conscientização dos riscos na circulação deste trecho. O Governo irá arrecadar com algo que é de responsabilidade da própria gestão pública e isto sim é uma conduta irresponsável é desrespeitosa com a sociedade.

  • Albeerto Lopes Cruz
    Posted at 14:49h, 26 junho Responder

    A via pode ter muitos problemas de engenharia ou sinalização, porém, o maior problema é a educação dos motoristas que acham que operar máquina (acelerar, passar marcha, parar o carro ou sair com o carro) é a mesma coisa que dirigir. Esses procedimentos não são suficiente, eles não conhecer as regras de circulação e direção defensiva, não sabem qual a melhor distância para colocar o triângulo e por que da mesma..

  • Albeerto Lopes Cruz
    Posted at 15:07h, 26 junho Responder

    A via pode ter vários problemas, porém, os motoristas acham que operar máquina é a mesma coisa que dirigir e não é (dirigir é saber regras de circulação e conduta, direção defensiva e por em pratica).
    Eles não sabem a melhor distância para o triângulo e nem o por que da mesma.

  • ELISIO SOUZA MELO
    Posted at 20:48h, 26 junho Responder

    O Sr. Sérgio Carvalho foi bastante lúcido na abordagem, pois no tripé do trânsito, os famosos 3 “E”: Educação; Engenharia e Enforcement são básicos para um trânsito seguro. Caso a engenharia não atenda seus objetivos, medidas paliativas não irão resolver os problemas de um projeto geométrico ultrapassado. É uma vã ilusão que os acidentes nesse quadro irão diminuir. As soluções são outras.

  • Lylian Tsai Strinta
    Posted at 17:14h, 28 junho Responder

    Radar é uma medida punitiva, paliativa. Haja visto que mesmo instalando radares não houve melhora significativa. A Educação é a base, a Engenharia e os Esforćos também são fundamenais para obter sustentabilidade. Esse é o caminho a ser percorido.. Educaçào, Engenharia e os Esforços são interdependentes. A ausência de um deles fragiliza a cadeia da segurança viária.

  • Celso Luiz ferreira
    Posted at 18:20h, 01 julho Responder

    É nítida que falta de infraestrutura do trecho, vai com problemas de geometria, sinalização vertical e horizontal ausente ou deficiente, falta de acostamento entre outros.
    Contudo a instalação de dispositivos de fiscalização de velocidade, precisam obedecer critérios que me parece terem sidos esquecidos, colocando esses dispositivos como a solução do problema, o que os números apontaram que não surtiram o efeito desejado.
    Faço aqui ou observação: Radares fixos, móveis, portáteis e estáticos, não multam, mas sim, fazem fiscalização com a lavratura do AIT.
    Não será a quantidade de dispositivos de fiscalização que irá melhorar os níveis de segurança e a diminuição dos riscos, mas sim, um conjunto de ações que passa pela engenharia, educação e o esforço legal, conscientizar para a mudança de atitudes e comportamentos.

  • Wanderlei Cesar Barneze
    Posted at 10:32h, 02 julho Responder

    Este tipo de comportamento de nossas autoridades é meio que corriqueiro. Quando se tem um problema busca-se por alguma solução mais simples para ver se pega, caso não inventa-se outra e não se vai a causa do problema. Se tem um problema um gestor público deve sempre levar com seriedade qualquer situação que apareça, pois foi eleito para desempenhar um papel importante que a sociedade espera. Existe poucas exceções.

  • ROBERTO OLIVEIRA GARCIA
    Posted at 17:55h, 03 julho Responder

    Embora saibamos que diversas pesquisas apontam o comportamento humano como o principal causa de acidentes, devemos ressaltar que projetos de engenharia viária mau elaborados potencializam os riscos deles acontecerem, principalmente em rodovias, cuja velocidade costuma ser muito maior do que em vias urbanas, pois existe um completo desrespeito a sinalização de regulamentação ou as normas vigentes, motivo esse, que em muitos casos, se recorre a fiscalização eletrônica de velocidade. Quando a via apresenta geometria compatível com a velocidade e uma boa visibilidade, elas são capazes de influenciar mudanças mais rápidas no comportamento do condutor, diminuindo os riscos.

  • Rosa Moraes
    Posted at 10:13h, 06 julho Responder

    Trinômio é um conjunto das ações necessárias aos órgãos de trânsito para promover a segurança viária, Engenharia, Educação e Esforço Legal.

  • Jose Carlos Lo. da Silva
    Posted at 18:00h, 06 julho Responder

    Concordo plenamente com o OBSERVADO, quanto aos erros.
    A implantação de radar conforme o texto não foi suficiente para baixar o indicie de acidente.
    É evidente que as condições da via não estão adequadas nos padrões atuais e deve ser revista.
    Enquanto isso não ocorre vidas vão e perdendo.

  • Gerson Jorge da Silva
    Posted at 20:59h, 07 julho Responder

    Gerson Jorge da Silva

    Infelizmente é assim, para suprir uma deficiência de engenharia implanta-se radares.
    Conheço aquele trecho, realmente é lastimável.

  • Maria Inês Tondello Rodrigues
    Posted at 09:18h, 11 julho Responder

    A Engenharia de tráfego tem papel muito importante na construção e projeção de vias. A segurança dessas vias está diretamente relacionada aos estudos técnicos. Uma via que não oferece segurança apresenta dados como os mostrados nesse estudo. No trânsito todos temos responsabilidades, direitos e deveres. Os profissionais que trabalham na engenharia não são diferentes. Precisam ter clareza de seus papéis nesse ambiente coletivo.

  • RENAN CARDOSO PAULINO
    Posted at 15:57h, 11 julho Responder

    Um dos pilares de um trânsito mais seguro é um bom e correto planejamento das vias, onde deve-se observar vários fatores, como o dimensionamento, largura, fluxo de veículos, pessoas, tipos de veículos, entre outros.
    Eu não conheço o local destacado no artigo, porém, concordo com o autor, na questão da modernização da via, ao invés de colocar mais equipamentos de fiscalização eletrônica.
    O investimento tem que ser maior na educação e infraestrutura, pois quanto mais ações nesses dois segmentos, menos fiscalização serão necessária.

  • Jean José Almeida Araújo
    Posted at 22:06h, 13 julho Responder

    É sabido que o trabalho da Engenharia deve ser pautado em muito estudo de técnicas e normas pré-estabelecidas e todo o traçado das vias deve ser criado com base nos resultados desses estudos, avaliando velocidade, solo, localização e outras características dos veículos e local da rodovia ou avenida. Porém, a presença dos equipamentos de fiscalização eletrônica se faz importante, pois inibe atos de imprudência no trânsito e ainda reduz a velocidade dos veículos em trechos críticos da via reduzindo assim a presença de acidentes e ocorrências de trânsito.

  • Sebastião Pereira da Silva
    Posted at 22:07h, 13 julho Responder

    Os radares nas vias de transito no Brasil tem seu papel mais punitivo do que educativo, isso é um meio pelo qual os orgãos de transito utilizam para penalizar os condutores infratores, em parte concordo. Espantosamente me chama atenção é na quantidade de aparelhos instalados (17) num percurso de menos de 100 km de distância. Segundo percebeu o representante do Observatório Nacional de Segurança Viária – ONSV, o Observador Certificado Sérgio Carvalho foram muitos erros de engenharia neste trecho da BR. a solução mais viável seria uma vitalização total em toda sua estrutura viária. Para tentar resolver essas situações do transito brasileiro é indispensável que caminhem juntos o tripé, Educação, Engenharia e Esforço legal

  • VALDILOSN AP. LOPES
    Posted at 14:07h, 16 julho Responder

    Os radares são bem vindos em último caso, porem devem ser observados todos os critérios para sua instalação. Para condutores que alegam a indústria da multa é somente respeitar a velocidade máxima permitida pela via.

  • MARCELO LUIZ ALVES
    Posted at 23:49h, 18 julho Responder

    Concordo com a fiscalização eletrônica na BR 290, pois trata-se de uma rodovia simples e muito movimentado, porém o problema é mesmo de infraestrutura da via, além de mal projetada ,está bastante ultrapassada e não possui acostamento adequado, conforme os números de veículos aumentam a cada década, as rodovias precisam crescer na mesma proporção, no meu ponto de vista as BRs precisam ser duplicadas, ou seja concordo com o artigo, um dos fatores do aumento dos acidentes na BR 290 é projeto de engenharia .

  • Camila de Assis
    Posted at 14:57h, 19 julho Responder

    O Observador está correto quando diz que devemos observar as causas primárias de um determinado problema, que nesse caso é a engenharia ultrapassada da via. Sabemos que dentro da direção defensiva a via é uma condição adversa que traz muitos riscos para o trânsito. O ideal seria vias bem projetadas, construídas e conservadas além de sinalizadas adequadamente. Como isso nem sempre é possível o condutor deve colocar em prática a direção defensiva. E a sociedade como um todo exigir do poder público que garanta vias adequadas.

  • JANSEN RICARDO
    Posted at 16:41h, 19 julho Responder

    A segurança viária seria muito bem colocada em um ranking mundial se os três pilares Engenharia, Educação e Fiscalização estivessem unido a uma legislação mais rigorosa. Com relação a Via em questão, deveremos observar o fluxo, largura da via, se tem acostamento, a sinalização horizontal, a vertical em uma quantidade de veículos que trafegam pela mesma diariamente. Não devemos esquecer as necessidades do cidadão em suas trajetória diária, existem passarelas? Concordo que sejam sim instalados radares que possibilitam a todos o livre arbítrio de ir e vir e que as notificações fossem enviadas e realmente cobradas sem dó nem piedade. A engenharia no Brasil tem deixado a desejar com vias sem manutenção, sem sinalização e longos trechos esquecidos pelos governantes.

  • Guto Giovani de Oliveira Castro
    Posted at 19:17h, 21 julho Responder

    Não podemos diagnosticar somente uma causa para acidentes na via pública. É preciso analisar a historicidade de cada pessoa envolvida no acidente, as condições de trafegabilidade da via, a sinalização disponível e os acertos geométricos. É claro que aliado a todos esses vetores temos que promover uma campanha de conscientização sobre os riscos de cada via e o aprimoramento da fiscalização não somente com radares mais com o efetivo.

  • Fernando Márcio Fernandes
    Posted at 21:33h, 21 julho Responder

    No trânsito existe uma máxima que diz “quando a fiscalização tem que trabalhar muito é por que a engenharia faltou ou falhou”. No trecho da rodovia BR-381 entre Belo horizonte e João Monlevade (115 kms), são, ou eram, mais de 200 curvas perigosas. Por aqui, é conhecida como rodovia da morte e a solução está vindo a passos lentos com obras a mais de cinco anos. Durante muito tempo insistiram com instalação de radares, o que não mudou os recordes de acidentes e óbitos. Controlar a velocidade é apenas um paliativo nestes casos. Na BR-290, mesmo com radares a cada cinco quilômetros, é possível impor velocidades incompatíveis em um pequeno trecho e dessa forma ela continua perigosa. Temos que levar em conta também todas as condições adversas. Portanto, o solução virá em definitivo com obras e melhorias no traçado da rodovia.

  • Edira Soares
    Posted at 17:15h, 22 julho Responder

    No trânsito, a educação, engenharia e fiscalização exercem papeis distinto, complementares e igualmente importantes; Por este motivo, para que se alcance os resultados desejados que é a redução das mortes e lesões no trânsito é preciso que cada área atue de forma consistente para a solução de problemas, se a via em questão precisa de novos investimentos e de mudanças para torna-la mais segura, a fiscalização pode até minimizar as ocorrências, mas com certeza não irá resolver o problema, como foi demonstrado pelos dados apresentados. Segurança Viária precisa ser vista como investimento e não custo.

  • wlamir lopes da costa
    Posted at 13:10h, 23 julho Responder

    Realmente a adoção de sistemas de registro de infração por velocidade nem sempre é a solução para problemas estruturais existentes, devendo ser utilizados após esgotada a aplicação de soluções de engenharia viáveis. A instalação de um dispositivo a cada 5 km sem registro de eficácia, como o caso exposto, demonstra que outras medidas deveriam ser analisadas previamente.

  • Maria de Fátima Siqueira Dantas
    Posted at 19:48h, 24 julho Responder

    Não conheço o trecho da BR 290, assisti ao vídeo e observei que o trecho da via não tem acostamento de nenhum dos lados, espero que não seja ao longo dos 96km, pois, a cada 5,64km tem um radar fixo para reduzir acidentes, o que acho muito difícil, pois até em baixa velocidade e distração do condutor pode causar um acidente ao perceber que vai ser multado pelo o RADAR. Não pretendo trafegar nessa via cheia de erros, por falta de uma boa engenharia, pois, o Artigo 1º da Lei 9.503/1997 no § 2º O trânsito, em condições seguras, é um direito de todos e dever dos órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito, a estes cabendo, no âmbito das respectivas competências, adotar as medidas destinadas a assegurar esse direito.
    Em minha opinião os 96 km da BR 290 deveria ser pedagiada, o dinheiro recolhido por meio do pedágio terá ser revertido em melhorias como: duplicação da via, sinalização, pavimentação asfáltica, drenagem, segurança para os condutores…, o Código de Defesa do Consumidor – CDC garante, ao consumidor, o direito de solicitar o ressarcimento pelos eventuais danos ocorridos com o veículo ou com os seus passageiros, oferece também um veículo tipo guincho para efetuar o transporte do veículo que apresentou alguma pane para uma oficina. Recomendo a leitura da Resolução do CONTRAN 396/2011, Dispõe sobre requisitos técnicos mínimos para a fiscalização da velocidade de veículos automotores, reboques e semireboques, conforme o Código de Trânsito Brasileiro.

  • Fabio Bertrani Leme
    Posted at 22:36h, 25 julho Responder

    Os aparelhos de fiscalização eletrônica possui em sua essência o caráter educativo, com objetivo de redução de acidentes de trânsito e óbitos decorrentes desses acidentes. Contudo, sabemos que existem inúmeros fatores causadores de acidentes de trânsito. Como causa principal geralmente aparecem a imprudência e a imperícia dos motorista e, às vezes, também associadas às más condições dos veículos e das vias.
    Segundo o artigo, parece que embora o órgão de trânsito responsável pela via tenha uma consciência do problema, no caso os acidentes de trânsito seguido do aumento de óbitos, não há um avanço na mudança da realidade só com a implantação dos radares.
    Aparentemente, há uma necessidade de um estudo e um acompanhamento técnico mais rigoroso na via supracitada. Muitas vezes sobrecarregar a vias de radares não é a solução mais plausível e segura.
    Penso que um bom começo para a discussão dessa demanda possa se dá a partir da leitura da Resolução do DENATRAN Nº514 de 18/12/2014, que instituiu a Política Nacional do Trânsito, que dentro de suas legalidades prioriza ações de defesa à vida e incentiva o estudo e a pesquisa orientada para a fluidez e promoção da segurança viária.

  • Carlos Pereira Terto Junior
    Posted at 22:39h, 28 julho Responder

    O que ocorre no trecho em questão além do trevo próximo de uma curva, a quantidade de radares na via poderá ocasionar o efeito “chicote” no qual os condutores já sabedores da localização destes radares diminuem a velocidade e após passarem pelo radar aumentam repentinamente a velocidade até chegar no próximo radar e assim segue por toda a via. O que poderia ser feito no caso concreto é estreitar mais ainda o radar do outro como forma dos condutores manterem uma velocidade constante, principalmente nos trechos mais perigosos e ainda, corrigir a falha de engenharia na qual a via está cravada por um trevo próximo de uma curva.

  • Elida de Souza Cândido
    Posted at 22:46h, 29 julho Responder

    Excelente colocação do Observador Sérgio Carvalho, sabemos que a indústria automobilística evolui a cada ano, busca alternativas de ergonomia, mas por outro lado as vias estão obsoletas, principalmente no traçado da engenharia e nas condições muitas vezes precárias, em contra partida as autoridades, partem para o aliado “radar” que de forma incoerente com a engenharia viária, tornando nada mais, que uma condição adversa.
    Para que o instrumento de fiscalização tenha real função educativa é necessário manter o tripé da direção defensiva, alinhados e se comunicando, pois é através da educação, engenharia e esforço legal, que vamos colher os frutos necessários para salvar vidas e contribuir para a segurança no trânsito.

  • Arison Benevenuto Sales de Oliveira
    Posted at 21:30h, 30 julho Responder

    Acredito que para definir como uma causa predominante sobre determinado assunto deva ser levado em consideração inúmeros aspectos, neste caso em específico acredito que existam outros fatores que possam contribuir para a insegurança deste trecho da rodovia. Problemas de geometria (ou engenharia) é apenas um deles. Deve ser feita uma análise de segurança viária no trecho e avaliar aspectos como sinalização suficiente e em boas condições de conservação, pavimentação, iluminação nos entroncamentos e eficácias das medidas adotadas para a redução de velocidade. Lembremos que o equipamento de fiscalização eletrônica só detecta e registra quando ocorre uma infração, com isso fica a indagação: porque houve a infração? Qual a sua causa? Será que a mudança da geometria resolveria todos os problemas?

  • Manoel Soares Pinheiro Junior
    Posted at 12:26h, 02 agosto Responder

    Um problema muito grande que percebo, principalmente no estado do Pará, e creio que deva ser em outros estados e o processo de municipalização dos seus órgãos, que na maioria quando é criado se tem basicamente a fiscalização, os setores que tem a mesma importância, como a ENGENHARIA que é de responsabilidade dos gestores, fica para segundo plano, para se implantar a fiscalização eletrônica tipo radar, tem vários parâmetros a ser estudados, (tipo de vias, velocidade, tipos de veículos circulando, e pedestre, números de acidentes, vitimas, pavimentação e sinalização são procedimentos a ser seguidos, e na sua implantação tem toda uma dinâmica , que são ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO DE ENGENHARIA, AFERIÇÃO DO INMETRO, LANÇAMENTO NO DIÁRIO OFICIAL, CLARO QUE TUDO ISSO SEM A RESPONSABILIDADE DO CONDUTOR EM RESPEITAR A VIA E SEUS LIMITES DE VELOCIDADE, CONTINUAREMOS TENDO VITIMAS

  • LUCIELE SANTOS VACCHI PASSOS
    Posted at 16:55h, 03 agosto Responder

    O trânsito seguro é de responsabilidade de todos, precisamos de conscientização sobre isso. Não é aumentando o número de radares que vai diminuir o número de acidentes.
    A segurança do trânsito é uma questão que envolve a responsabilidade de todos. Ao motorista, saber que a regulamentação de trânsito enseja obediência constante e observância às normas legalmente estabelecidas. Pois, devemos considerar o Trânsito como um fenômeno social e desta maneira deverá ser observado, levando a todos a conscientização, a educação e a mudança de comportamento, para assim termos um trânsito mais seguro e humano para todos.

  • Sonia Cristina Gonçalves
    Posted at 23:31h, 03 agosto Responder

    A segurança no trânsito é responsabilidade de todos. Desde pedestres e motoristas até os órgãos públicos competentes. A fiscalização por si só, pode até contribuir, mas nunca será o suficiente para a segurança das vias. O mesmo em relação à educação para um trânsito seguro. Se pesquisas e estatísticas apontam para um número alto de acidentes em uma via, faz-se necessário um estudo mais detalhado para se descobrir as causas desses acidentes. E se forem encontrados erros de planejamento, pavimentação inadequada, iluminação precária, falta de sinalização etc, os órgãos públicos responsáveis devem, antes de tudo, investir na solução e/ou correção desses problemas antes de buscar punir possíveis infratores de regras de trânsito com multas caríssimas. Pois essa atitude não extinguirá os acidentes e suas vítimas. Esse resultado só será atingido quando houver um sério comprometimento para um trabalho conjunto dos órgãos competentes de engenharia, educação e fiscalização.

  • Lúcia Helena Cassiano Michelon
    Posted at 08:39h, 04 agosto Responder

    Eu não conheço o trecho, portanto, como aponta o observador Sergio Carvalho, trata-se de uma engenharia ultrapassada com vias ineficientes para a demanda atual. Realmente se faz necessário comprometimento e a devolutiva adequada por parte dos órgãos responsáveis pelo trecho, afinal, se há tantos radares multando, há dinheiro entrando, supostamente para a melhoria das vias. A punição é um caminho a ser seguido para preservar-se vidas, desde que as vias estejam atendendo e oferecendo segurança.

  • Adenilton Alves Bezerra
    Posted at 20:12h, 04 agosto Responder

    O Radar seria um excelente aliado a segurança viária caso sua aplicabilidade tivesse caráter educacional e não o atual que buscar arrecadar valores que não são aplicados corretamente como determina o CTB ; No caso do condutor reincidente no que diz respeito ao excesso de velocidade flagrado pelo radar, esse deveria ser punido com horas aula de cidadania e educação para o trânsito e caso concluído as aulas, e o mesmo voltasse a transgredir as normas imputadas, caberia suspensão do direito de dirigir e posteriormente cassação da CNH.

  • Daniele Aparecida da Silva Cruz
    Posted at 13:41h, 05 agosto Responder

    Para maior segurança da via e a redução dos acidentes no local, é importantíssimo que sejam aplicadas os pilares para segurança viária: engenharia, educação e fiscalização, ambas devem andar juntas para uma maior segurança dos usuários das vias.

  • EMILSON JOSÉ DE SOUSA
    Posted at 22:31h, 07 agosto Responder

    O observador em sua fala já aponta os erros pra ele existentes. Acredito que mesmo diminuindo os espaços entre os radares, mas sem a correção das falhas de engenharia apontadas pelo observador não iriam surtir efeitos positivos na redução do numero de mortes por acidentes.Para muitas pessoas a colocação de radares fixos é uma fabrica de fazer multa, quando na verdade é uma tentativa de diminuir de forma punitiva na tentativa de diminuir acidentes

  • João Alexandre Mendes
    Posted at 15:06h, 09 agosto Responder

    Faz-se necessário uma interdisciplinariedade no trânsito. Não basta avançar diretamente para a sanção punitiva (multa), instalando radares, sem o mínimo de estudo técnico. Neste diapasão, evitando tautologia, a entrevista do colega (observador) é suficiente para apontar as falhas na engenharia arcaica daquela localidade. Destarte, infelizmente por uma questão política, encontramos ocupantes de cargos sem o mínimo de conhecimento de trânsito, gerando, no entanto, problemas de difícil reparação.

  • Lilian
    Posted at 12:57h, 11 agosto Responder

    O observador aponta as falhas. Fica claro que colocar muitos radares, não resolveu o problema. É necessário atacar a causa, reestruturar a via e aplicar uma obra para correção.

  • JOSIRLEY DA SILVA
    Posted at 22:57h, 11 agosto Responder

    Importante alinhar os pilares da educação do trânsito que esta pautado dentre eles o esforço legal, Pois existem instrumentos para controlar e ou ditar a conduta dos condutores dentre eles um importante que é o radar ,juntamente com a engenharia de trafego eles devem ser colocados em lugares onde sua eficacia seja notória e justificavel

  • VERONICA LEMOS
    Posted at 23:46h, 11 agosto Responder

    Como colocado pelo Observador na reportagem, o radar muitas vezes é utilizado como medida de solução imediata, porém ineficiente para situações que exigem intervenções mais complexas, que dependem de obras de restruturação e estudos de engenharia, afim de zelar pela segurança daqueles que utilizam as rodovias.

  • Sandro Alves Xavier
    Posted at 10:52h, 12 agosto Responder

    Considero a fiscalização eletrônica com radares importante para reprimir excessos, mas deve seguir as normas é padrões da legalidade. Se seguirmos o trinômio: Educação, engenharia e esforço legal chegaremos a um bom resultado.

  • Juliana Guimaraes
    Posted at 12:05h, 12 agosto Responder

    A Fiscalização, claro é importantíssima, mas, a Educação é essencial. É preciso mudar comportamentos, o que também implica naqueles que constroem as vias, planejam, estruturam. Ainda temos um grande caminho à frente.

  • Albervan Barreto
    Posted at 21:47h, 13 agosto Responder

    Engenharia, Educação e Fiscalização são os alicerces dos Órgãos de transito RESPONSÁVEIS, pela Segurança Viaria. Vemos no artigo que todo o foco do problema esta sendo direcionado a quantidade, instalação e funcionamento dos RADARES, entretanto como bem destacou o Observador certificado Sérgio Carvalho, a Engenharia tem sido omissa nesta região. É preciso com urgência um estudo técnico que envolva as três áreas Engenharia, Educação e Fiscalização para que a região possa reduzir o numero de acidentes, mortos e avançar no quesito segurança.

  • EDERSON DE OLIVEIRA LIMA
    Posted at 20:09h, 14 agosto Responder

    Boa noite, concordo que existem algumas irregularidades de obras de engenharia pelas rodovias brasileiras, porém, na minha opinião, deveria se implantar radares inteligente o mais rápido possível. Por que os acidentes aumentaram mesmo com a instalação de radares? Conforme o condutor vai ganhando quilometragem, acaba conhecendo as características da rodovia. Isso faz com que percorra em alta velocidade no trecho entre radares, freando ao chegar no ponto de aferição.

  • ANDRÉ SILVA RESENDE
    Posted at 03:14h, 15 agosto Responder

    NOTA-SE CLARAMENTE QUE RADARES ESTÃO SENDO USADOS EM CERTOS PONTOS DA VIA COM A FINALIDADE DE AUTUAÇÃO SEM OBSERVAR OUTROS ASPECTOS MUITO MAIS IMPORTANTE PARA A SEGURANÇA NA RODOVIA.

  • Anderson Boás Viana
    Posted at 16:21h, 15 agosto Responder

    Interessante a percepção do nosso observador certificado, Sérgio Carvalho, pois falar de segurança viária devemos sempre analisar o tripé EEE (Educação para o trânsito, Engenharia de tráfego e Esforço legal). Na teoria, nos cursos de formação de condutores, cursos especializados ou mesmo em graduação e pós-graduação em trânsito discutimos bastante a importância e do caráter indissociável desse tripé ou trinômio como alguns autores colocam, porém em situações práticas, por muitas vezes esquecemos essa análise.
    Lendo recentemente um estudo da OMS, lembro do autor registrar que deduzir o risco nos sistemas de trânsito do mundo requer comprometimento e decisões fundamentadas, por parte do governo, do setor industrial, das organizações não governamentais e agências internacionais, assim como a participação das pessoas de diferentes áreas de formação, como engenheiros rodoviários, projetistas de automóveis, autoridades encarregadas da aplicação da lei, profissionais de saúde e grupos comunitários.
    Acredito que essa afirmativa possibilita uma análise reflexiva da importância desse tripé estar bem definido e executado.

  • Cynthia Ferreira
    Posted at 20:17h, 15 agosto Responder

    Três novos radares foram realocados de outras rodovias após estudos apontarem uma demanda para estes novos pontos. Isso é ótimo, se fosse realmente funcional. No entanto, mesmo com a grande quantidade de radares nessa rodovia, o número de acidentes não tem caído no trajeto. Isso porque não adianta nada encher uma rodovia de radares e faltar sinalização adequada. A única solução para diminuir os acidentes é mudar a engenharia da via e modernizar.

  • Wendy Simelmann
    Posted at 23:37h, 16 agosto Responder

    A discussão da matéria demonstra que para se promover a redução do número de acidentes em uma via, não basta apenas a instalação de radares de fiscalização, que como ação isolada, não produz efeito significativo na redução dessas ocorrências, para se atingir esse objetivo, faz se necessário um conjunto de ações de melhoria das condições físicas e de sinalização da via.

  • CINTHIA GABRIELLE TOLENTINO DE ALMEIDA
    Posted at 23:55h, 16 agosto Responder

    Sérgio Carvalho levanta pontos significativos em seus apontamentos. Não há dúvida de que a boa qualidade da via, em especial seu planejamento é umas das bases para circulação segura, mas a consciência de quem as utiliza também é basilar, não havendo engenharia e educação a fiscalização se torna a única forma possível de minimizar o número de acidentes.

  • Amanda Conceição
    Posted at 09:32h, 17 agosto Responder

    O texto nos mostra com clareza o erro da via. A engenharia é dos nortes quando falamos em “tripé” do trânsito. A engenharia pode reduzir acidentes através de melhorias na infraestrutura e na sinalização viária.

  • Thiago Soares Manco Duenhas
    Posted at 15:28h, 17 agosto Responder

    No caso em análise, os radares foram implementados como meio secundário para redução e prevenção de acidentes. Como bem pontuou o Observador, existem diversos fatores primários que merecem maior atenção e que estão sendo negligenciados.

  • Vera Lúcia Costa Ferreira
    Posted at 20:01h, 17 agosto Responder

    TODO EQUIPAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DEVE SER UTILIZADO PARA EVITAR ACIDENTES E MORTES E A ENGENHARIA DE TRÁFEGO DEVERÁ AVALIAR OS TRECHOS QUE SÃO INSTALADOS ESSES EQUIPAMENTOS PARA QUE NÃO VENHA CAUSAR TRANSTORNOS À POPULAÇÃO

  • Lucas Cunha Daniel
    Posted at 20:05h, 17 agosto Responder

    O Sérgio está correto. Eu sou do Sul de Minas e observo em minhas viagens entre Pouso Alegre e Jacutinga que existem vários trechos que são muito perigosos. Eu mesmo já quase sofri acidente por pelo menos umas duas vezes por imprudência de outros condutores fazendo ultrapassagens em locais proibidos (marca longitudinal dupla contínua).
    E já ouvi várias outras histórias sobre os perigos existentes nesse trecho.
    Os radares tem impedido um pouco a imprudência mas ainda há muito a se fazer para diminuir os acidentes. Os erros nas vias são absurdos e a própria via, um perigo de tão ruim que é.
    Há muito o que se fazer para a melhoria mas principalmente, precisamos de motoristas conscientes.

  • Cintia Garcia
    Posted at 21:59h, 17 agosto Responder

    Segurança Viária é um conjunto… Toda via deve ser estudada para que não haja nenhuma sinalização excessiva… Muitas estradas ainda necessitam de um olhar da engenharia para que hajam menos dispositivos e mais vias seguras.

  • José Eduardo Cardoso de Faria Monteiro
    Posted at 15:22h, 18 agosto Responder

    Apostar em instalação de equipamentos (radares) para corrigir um erro de construção de via é um paliativo provisário que vai se tornar permanente. O radar tem como função de inibir o excesso de velocidade, independente de onde esteja colocado. Desvirtuar esta sua condição é realmente mais uma negligência com o nosso trânsito. Planejamento é fundamental para qualquer iniciativa…

  • Carlita Moraes Bastos
    Posted at 10:21h, 19 agosto Responder

    Infelizmente o trânsito não é levado a sério no Brasil. Quando o Sr. Sérgio Carvalho, aponta os erros que não são poucos, inclusive de engenharia e que há anos eles permanecem, demonstra o descaso das autoridades com a vida. Neste viés, as críticas de que determinadas multas servem mais ao interesse financeiro do que educativo faz sentido. Ademais, Minas Gerais tem a maior malha rodoviária do país, o que indica necessidade de maiores cuidados, já que verifica-se um grande número de acidentes e mortes registrados. Conforme a CNT- Confederação Nacional do Transporte, entre 2007 e 2017, Minas Gerais esteve em primeiro lugar em mortes de trânsito no País.

  • Danilo Costa
    Posted at 12:06h, 19 agosto Responder

    A fiscalização de forma isolada não é capaz de diminuir o indice de acidentes nas vias. Como bem asseverado pelo especialista temos que a estrutura da via é, no caso especifico, um dos motivadores dos acidentes, e alio a isso também a parte de educação, que sempre dever ser o componente principal para prevenção dos acidentes

  • Thiane Macêdo
    Posted at 13:22h, 19 agosto Responder

    Na reportagem aborda claramente que aumentou o número de radares de fiscalização no trânsito, mas infelizmente não diminui os índices de acidentes no trânsito, aumentando ainda o número de mortes por mês, o que para mim é claro que o que precisa mudar é o olhar do cidadão ao trânsito e isso é uma questão de educação.
    A engenharia é presente na busca de meios para inibir os acidentes de trânsito, as multas hoje não são tão baratas como antes é mesmo assim o Brasil registra grandes índices de acidentes com vítimas no trânsito. A educação é o pilar principal para a mudança no trânsito .

  • ALEXANDRE GONÇALVES DE MATOS
    Posted at 02:02h, 20 agosto Responder

    A grande verdade é que em meio a tantas tragédias e vidas perdidas se discute a flexibilização de penalidades e redução de fiscalização por radares, ou seja, seria cômico se não fosse trágico, mas em matéria de trânsito estamos na contramão da direção.

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