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OBSERVATÓRIO quer melhorias no CTB
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OBSERVATÓRIO quer melhorias no CTB

OBSERVATÓRIO quer melhorias no CTB

Em entrevista à TV BandNews, Ramalho comentou sobre as mudanças prevista no CTB

As mudanças propostas pelo Governo Federal no CTB (Código de Trânsito Brasileiro) por meio do PL 3267/2019 está em discussão no plenário da Câmara dos Deputados essa semana. Sobre esse assunto, o diretor-presidente do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, José Aurelio Ramalho, participou de uma entrevista na TV BandNews em que comenta sobre essas mudanças feitas até o momento.

Entre as alterações debatidas estão: ampliação dos pontos da CNH (Carteira Nacional de Habilitação), que dobra de 20 para 40 pontos; o aumento no tempo para a renovação da CNH, atualmente esse prazo é de cinco anos e com a aprovação, passaria para 10 anos de validade para condutores de até 50 anos de idade.

Outro ponto é sobre a alteração na regra da obrigatoriedade do uso de cadeirinhas para crianças. O texto aprovado ontem prevê que a obrigatoriedade passe para até dez anos ou 1,45 cm de altura, hoje, a obrigatoriedade é para crianças até sete anos. Também foi mantido no texto a obrigatoriedade dos testes toxicológicos para motoristas profissionais.

Para Ramalho, essa obrigatoriedade nos exames toxicológicos para os motoristas profissionais deve ser mantida para que haja um acompanhamento adequado da saúde desses profissionais.

Em relação ao aumento no tempo de renovação da CNH, Ramalho diz: “Eu acho que é uma situação razoável, mesmo porque, nós do OBSERVATÓRIO, discutimos muito com as entidades relacionadas a isso, ou seja, mais do que aumentar para dez anos ou a partir de 50 anos ser muito mais frequente, é a qualidade desses exames. Nós temos que ter qualidade no exame médico e psicológico”.

Ramalho complementa: “Ele não pode ser um exame meramente cartorial, ele tem que ser um exame que realmente, reflita e traga à sociedade, a situação que diz o seguinte: ‘esse motorista, não tem condições de ser habilitado, ele precisa fazer um tratamento, ele precisa mudar o grau dos seus óculos’, e raramente a gente observa isso nesses exames”, encerra.

Assista à entrevista completa:

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