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Professor da UFPR e Observador Certificado do OBSERVATÓRIO, Jorge Tiago Bastos, fala ao Paraná no Ar sobre os perigos da condução em rodovias sob condições adversas
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Professor da UFPR e Observador Certificado do OBSERVATÓRIO, Jorge Tiago Bastos, fala ao Paraná no Ar sobre os perigos da condução em rodovias sob condições adversas

Professor da UFPR e Observador Certificado do OBSERVATÓRIO, Jorge Tiago Bastos, fala ao Paraná no Ar sobre os perigos da condução em rodovias sob condições adversas

O professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Observador Certificado do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, Jorge Tiago Bastos, falou hoje (06), ao jornal Paraná no Ar – da rede RIC Mais, afiliada à RecordTV -, sobre os perigos enfrentados quando se trafega em rodovias sob a combinação de fumaça e neblina.

Tiago Bastos explicou o motivo das condições serem perigosas aos condutores: “Para entender o porquê essa combinação é perigosa, a gente precisa ter em mente que, quando a gente fala de segurança viária 90% praticamente, da informação que o condutor precisa processar para tomar decisões, para reagir é visual”. Ele complementa: “Então, manter as condições adequadas de visibilidade para esse condutor é fundamental para qualquer tipo de decisão que ele precisa tomar quando está conduzindo um veículo”.

O professor Tiago Bastos faz um alerta aos condutores: “Que tipo de informação a gente precisa enxergar, processar visualmente? É a sinalização horizontal: são as marcas no pavimento, a sinalização vertical: as placas de trânsito, pensando em um cenário de rodovia, é o veículo que está à nossa frente. Então, no momento em que o condutor não consegue enxergar esses dispositivos ou esses outros elementos do sistema, é o momento de realmente redobrar os cuidados, reduzir a velocidade e, eventualmente, buscar um local seguro para a parada do veículo”, diz.

O professor e Observador Certificado do OBSERVATÓRIO também comentou sobre o acidente ocorrido na noite do último domingo (2), na BR-277, que envolveu mais de 20 veículos, com oito mortos e 26 feridos. Falou também sobre as tecnologias existentes para melhorar a visibilidade nas rodovias e evitar a tragédia ocorrida e, aproveitou para dar dicas sobre como os condutores podem trafegar em uma situação adversa como essa.

“Grande parte das decisões estão nas mãos do condutor, é ele quem decide a velocidade que deve praticar, quando ele deve parar, enfim, que tem essa autonomia para avaliar essas características todas naquele momento”.

Assista à matéria:

 

1 Comment
  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 14:39h, 06 agosto Responder

    PERFEITO. Gostaria de parabenizar o OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV e o Professor Jorge Tiago Bastos pela belíssima e importantíssima matéria. Ademais, além de todas as questões relacionadas com a necessidade de VISIBILIDADE, tem também o fato de muitos motoristas não guardarem (não respeitarem) a importantíssima DISTÂNCIA DE SEGURANÇA, muitos possuem um péssimo hábito (comportamento) de dirigir com o seu veículo colado no veículo da frente. Estamos juntos pela PAZ NO TRÂNSITO BRASILEIRO.
    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA

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