OBSERVATÓRIO | Sociedade civil unida pela segurança no trânsito
763
post-template-default,single,single-post,postid-763,single-format-standard,ajax_fade,page_not_loaded,,hide_top_bar_on_mobile_header,qode-theme-ver-10.1.1,wpb-js-composer js-comp-ver-5.0.1,vc_responsive

Sociedade civil unida pela segurança no trânsito

Sociedade civil unida pela segurança no trânsito



Sociedade civil unida pela segurança no trânsito

Vinte participantes de ONGs de diferentes estados participaram em 2 e 3 de dezembro do Workshop sobre Advocacy da Segurança Viária para ONGs, promovido pela Parceria Global pela Segurança no Trânsito (Global Road Safety Partnership) na sede da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), em Brasília.

A participação da sociedade civil organizada é fundamental na Década de Ação pela Segurança no Trânsito, instituída pela ONU, cujo objetivo é reduzir o número de mortos e feridos no trânsito em 50% até 2020.

Os participantes receberam dos representantes da GRSP, Raoul Powlowsky e Ryan Duly, um treinamento sobre como fazer advocacy, isto é, como se mobilizar para introduzir a questão na agenda política, estimulando a tomada de decisões, a criação e implementação de leis e o desenvolvimento de planos e ações para atingir os objetivos de frear a violência no trânsito.

A relação com a mídia e ações para melhor aproveitar o espaço nos meios de comunicação foi abordada pelo diretor da Agência Andi, Veet Vivarta.

Estiveram presentes representantes das ONGs Cultura de Paz/A Barraca, do Tocantins, representantes da Fundação Vida Urgente, do Rio Grande do Sul, Trânsito Amigo e Vias Seguras, do Rio de Janeiro, Instituto Paz no Trânsito, do Paraná, Aspamoto, do Pará, e Apetrans, do Piauí, Rodas da Paz, Instituto Brasileiro de Segurança no Trânsito e Rua Viva, de Brasília, Trânsito Seguro, de Ipatinga/MG, Apatru, de Rio Preto/SP e, de São Paulo, Criança Segura, Ciclo Cidade, Viva Vitão e Não Foi Acidente, Observatório Nacional de Segurança Viária.

As ONGs presentes discutiram ainda a formação de uma Aliança da sociedade civil para cobrar do governo os compromissos firmados para a Década, a liberação de recursos contingenciados, o cumprimento das leis existentes e a elaboração de novas que se façam necessárias e o apoio governamental aos projetos de cada organização.

Sem comentários

Escreva um comentário