O Jornal da Manhã, da Rádio Máxima (89.9 FM) de Guaratinguetá, no interior do estado de São Paulo, abordou os temas: investimento em transporte público e único, logística de transporte rodoviário e novas tecnologias para modernizar as rodovias no programa de hoje (16). Para aprofundar o debate, entrevistou Paulo Guimarães CEO do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária.
Para iniciar o bate-papo, houve destaque à observação da produtora e apresentadora Carol Barros, destacando que atualmente a preferência de investimentos está voltada para o transporte único, deixando já há alguns anos, o transporte público, que deveria ser prioridade, de lado.
Em sua fala, o CEO do OBSERVATÓRIO destacou que defende um equilíbrio entre os investimentos. Explicando que é a função do gestor público oferecer à população o direito de escolha entre os transportes.
“As pessoas têm que ter à sua disposição vários modais de transporte, várias formas de deslocamento para que ela possa escolher aquilo que mais se adequa e mais cabe dentro do seu dia. E sem dúvidas, o transporte coletivo é um grande indutor de desenvolvimento nas cidades e de melhoria na qualidade de vida. Então à medida que você investe em transporte público, você reduz a necessidade da utilização do transporte individual. Então, sim. A gente deve priorizar os investimentos no transporte coletivo, mas a gente não pode deixar o transporte individual de lado, assim como, a gente não pode deixar os modos suaves, como o caminhar, ter um investimento em calçadas, ciclovias para melhorar a questão da circulação das bicicletas”, explicou Paulo Guimarães.
O programa também abordou o projeto inovador do governo do estado de São Paulo - Rodovias do Futuro - na Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro (SP-123), que liga o Vale do Paraíba a Campos do Jordão. Um projeto-piloto de tecnologias avançadas e práticas sustentáveis com previsão de início de obras para o segundo semestre de 2024.
O CEO do OBSERVATÓRIO ressaltou que esse projeto é muito interessante e viável, “levando tudo de mais moderno para esse projeto”. Ele também destacou que essa será a primeira rodovia com o conceito completo de Rodovia do Futuro no Brasil.
“E o que eu acho interessante é que não é uma rodovia concedida. Recentemente a Confederação Nacional dos Transportes publicou um relatório de avaliação de rodovias e a gente vê uma diferença muito clara, muito evidente, da qualidade das rodovias que são concedidas e daquelas que são geridas pelo próprio estado. E esse projeto específico, é uma rodovia não concedida, então acho que é um ponto positivo porque a gente começa a ter sinais que mesmo aquelas que não são pedagiadas, vão ter uma qualidade interessante.”
Assista a entrevista completa (a partir de 02:16:26):
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