OBSERVATÓRIO | CONTRIBUIÇÃO DO OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA AO PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS
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CONTRIBUIÇÃO DO OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA AO PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS

CONTRIBUIÇÃO DO OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA AO PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS

Indaiatuba, 13 de julho de 2018.

Assunto: CONTRIBUIÇÃO DO OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA AO PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS
Após termos sido convidados a participar de alguns fóruns para tratar das propostas ao Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito – PNATRANS, avaliado o teor das sugestões e direcionamento dado ao tema, o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária elaborou este arrazoado no sentido de contribuir com as entidades do setor público responsáveis pela compilação e encaminhamento do plano.

INTRODUÇÃO
Em dezembro de 2010, o deputado federal Hugo Leal fez este pronunciamento na Câmara dos Deputados em Brasília, após retorno da comitiva que esteve em Moscou quando decretada a Década de Redução de Acidentes de Trânsito pela OMS / ONU, quando cita a necessidade urgente de um plano nacional. A seguir, encontram-se trechos do pronunciamento:
“Senhor presidente, senhoras e senhores deputados
Estou aqui mais uma vez para falar do trânsito. Mais exatamente de sua face cruel e violenta, equivocadamente chamada de ACIDENTE DE TRÂNSITO.
Equivocada porque eventos que matam, ferem e mutilam não podem ser chamados de acidentes. Acidente é todo o fenômeno inesperado, imprevisível e inevitável. Já um atropelamento por avanço de sinal ou excesso de velocidade, uma colisão frontal por culpa de uma ultrapassagem indevida ou por reações retardadas de quem bebeu e pegou no volante são, na realidade, ações deliberadas de quem foi negligente, imprudente ou que desrespeitou as leis de trânsito.
Vou relatar muito rapidamente o que aconteceu nas mais de 4 horas de duração da Audiência Pública realiza na CVT, no dia 2 de dezembro último, para discutir medidas de prevenção de acidentes no período de final de ano e também o PL 5.529/09 de autoria do Deputado Beto Albuquerque – que dispõe sobre o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito.
Foram 11 expositores, tanto de órgãos de governo como de entidades privadas e organizações sociais, que concordaram sem qualquer discussão em um único aspecto: O problema é muito grave e requer solução urgente e imediata…
… José Aurélio Ramalho, diretor do CESVI, ao comentar o desperdício de dinheiro público empregado nas consequências dessa violência, sugeriu a criação de um Observatório Nacional de Trânsito que funcionaria como um órgão consultivo de planejamento e execução de ações específicas para a autoridade executiva nacional de trânsito, agregando a inteligência da sociedade civil às atividades de governo. Esta proposta, por iniciativa do deputado Beto Albuquerque, foi levada a debate nas reuniões do PARLASUL.
O deputado Beto Albuquerque, autor do PL 5.529/09 que cria o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito disse, com a autoridade de quem conhece o problema como poucos, que as metas para reduzir acidente devem ser definidas em lei. (abre aspas) Se não tivermos na lei o que temos de fazer no ano que vem, voltaremos aqui para reclamar, contar os nossos mortos e continuar sem seguir exemplos bem sucedidos de outros países (fecha aspas). O deputado também criticou a ausência de ministros na delegação brasileira presente à Conferência Mundial promovida pela ONU em Moscou na qual tive a honra de participar como chefe da delegação. Segundo o deputado Beto, essa ausência de autoridades ministeriais como definia o evento, reflete a importância que o governo dá ao tema, lembrando que o Brasil é o quinto país no ranking mundial dos que mais matam no trânsito…
Por fim, senhoras e senhores deputados, repito aqui neste plenário os sentimentos que me afligiram ao final da audiência. Um deles foi o desânimo…
Mas também me bateu outro sentimento muito forte. O de que talvez não seja possível fazer imediatamente o necessário e desejável. Mas temos que fazer, agora, o que for possível.
Acabamos de voltar da Conferência Mundial para a Segurança no Trânsito e, em nome do Brasil, assinamos juntamente com autoridades de mais 150 países um pacto pela vida e pela segurança viária. O mundo está declarando o período 2011/2020 como a Década de Ações para a Segurança no Trânsito…
Muito Obrigado
Deputado HUGO LEAL, PSC/RJ

SITUAÇÃO ATUAL
Segundo dados recentes do Ministério da Saúde, o Brasil apresentou uma redução de 4% no número de mortes no trânsito de 2015 para 2016 – com um total de 37.345 mortes. Com a proximidade do ano de 2020 e o final do prazo estabelecido pela Década Mundial de Ações para a Segurança Viária para reduzir em 50% o número previsto de mortes no trânsito (equivalente a cerca de 30 mil mortes anuais), a discussão de questões voltadas à segurança viária se faz ainda mais urgente.
Dessa maneira, o OBSERVATÓRIO entende que o país ainda tem muito o que trabalhar para buscar o cumprimento da meta e se coloca à disposição para colaborar com o poder público nesta tarefa. Com esse olhar, o OBSERVATÓRIO tem participado de diversas audiências públicas promovidas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o FOCOTRANS (Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Trânsito) para discussão do conteúdo do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS). O PNATRANS foi criado no início deste ano, por meio da Lei 13.614/18, e traz a necessidade do estabelecimento de metas e redução de mortes no trânsito a partir de índices de mortalidade por habitantes e por veículos nos estados e por parte da própria PRF.
O OBSERVATÓRIO tem realizado estudos a respeito de estabelecimento de metas de redução da mortalidade desde 2014, conforme pode ser consultado nos seguintes links:

  • Tese “Road safety strategic analysis in Brazil: indicator and index research”, desenvolvida em conjunto pela Universidade de São Paulo e a Hasselt University (Bélgica), com o apoio do OBSERVATÓRIO. http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18144/tde-08042015-103747/pt-br.php;
  • Artigo científico “Mortalidad de ocupantes de motocicleta em Brasil: diagnóstico y estabelecimento de metas de recucción”, publicado no V Congresso Ibero-Americano de Segurança Viária (CiSev) – Leia mais;
  • Artigo científico “Uma retrospectiva acerca do desempenho brasileiro no contexto da Década Mundial de Ações para a Segurança Viária”, publicado no XXX Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes – ANPET – Leia mais.
  • Custo e Efetividade das Medidas de Segurança Viária – https://www.flipsnack.com/observatorio/custo-e-efetividade-das-medidas-de-seguran-a-vi-ria.html
  • Relatório Estatístico de Segurança Viária – Pedestres: https://www.flipsnack.com/observatorio/relat-rio-estat-stico-pedestres.html
  • Condução de Motocicletas sem habilitação no Brasil: https://www.flipsnack.com/observatorio/estudo_motocicletas.html
  • Estudo comparativo da confederação nacional do trânsito dos acidentes rodoviários e infraestrutura: análise dos índices de frequência e gravidade dos acidentes – Leia mais.

Dessa forma, o OBSERVATÓRIO está apto a auxiliar o Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN, a PRF e o FOCOTRAN na construção de uma metodologia para o cumprimento do conteúdo previsto no PNATRANS, de maneira coerente com as realidades de cada Unidade da Federação. O OBSERVATÓRIO quer, com a absorção e compreensão desse conceito, contribuir para que a vida dos cidadãos seja pautada por uma mobilidade segura.

METODOLOGIA PROPOSTA
Segundo a Lei 13.614/18, até 10 de agosto de cada ano, os CETRAN, CONTRADIFE e PRF devem enviar suas respectivas propostas de metas de redução da mortalidade para o CONTRAN. Ao CONTRAN, cabe a definição das fórmulas e metodologia para coleta e tratamento dos dados estatísticos. Após o tratamentos e análise dos dados coletados, se daria a divulgação da classificação de cada estado segundo análise do ano anterior e evolução do desempenho, bem como o relatório do cumprimento das metas de cada Unidade da Federação seria apresentado na Semana Nacional do Trânsito, em agosto de cada ano.
O principal objetivo do PNATRANS é reduzir pela metade os índices brasileiros de mortes no trânsito/100 mil habitantes e mortes no trânsito/10 mil veículos. Quando se diz respeito a este último indicador – mortes no trânsito/10 mil veículos – deve-se tomar certo cuidado, pois um aumento excessivo na frota de veículos pode ocasionar uma redução no índice, sem que haja redução no número absoluto de mortes.
Apesar do mérito da iniciativa e sua importância no atual cenário da segurança viária brasileiro, no que discorre a Lei, não fica claro como será a avaliação da meta estabelecida estadualmente, e se cada unidade federativa, tendo aspectos socioeconômicos e demográficos distintos, deveria ter definida uma meta diferente.

No que diz respeito à essas questões sobre a metodologia do estabelecimento de metas, com base no conhecimento sobre o assunto, o OBSERVATÓRIO propõe algumas recomendações:

  • Divisão das unidades federativas em clusters (agrupamentos por semelhança), segundo análise de indicadores de segurança viária, conforme apresentado na Tese de Doutorado do Prof. Dr. Jorge Tiago Bastos, intitulada “Análise estratégica da segurança viária no Brasil: pesquisa de índices e indicadores”. Alguns critérios utilizados para definição dos clusters seriam: comportamento dos usuários; infraestrutura viária; sistema de saúde; composição e idade da frota; aspectos socioeconômicos, demográficos e geográficos; exposição por modo de transporte; e indicadores de segurança viária.
  • Definição de uma unidade da federação como Benchmark de cada cluster a partir da menor taxa de mortes/10 mil veículos apresentada. As metas das demais unidades da federação seriam estabelecidas tendo como base o benchmark de seu respectivo cluster.
  • É necessário um monitoramento constante dos indicadores de desempenho da segurança viária para que, além de verificar o cumprimento das metas, também seja possível direcionar campanhas, medidas e ações para que as metas sejam alcançadas dentro do prazo e com o mínimo de recursos possível.

Esperamos, com este breve relato, demonstrar que o OBSERVATÓRIO está apto a auxiliar na construção da metodologia, métricas e “flags” de controle do PNATRANS,

Certos de recebermos a costumeira atenção, estamos à disposição para qualquer outra informação necessária no que diz respeito ao detalhamento das sugestões elencadas.

Atenciosamente,

José Aurelio Ramalho
Diretor Presidente
Observatório Nacional de Segurança Viária

196 Comentários
  • Reginaldo Frigeri Martins
    Postado às 12:02h, 21 novembro Responder

    Bom dia,pelo artigo temos como relato do Ramalho,uma boa explanação dos índice que deveremos chegar e preocupamos por não chegar ao índice,mas alem da melhora da frota de veículos em relação a segurança, preocupação com a mobilidade urbana para tentar tirar a cultura de andar de carro pois seria uma vantagem pessoal de conforto e tempo, que ao mesmo tempo esse se torna desperdiçado em congestionamento, mas seria de suma importância levar em conta os horários de mortes e acidente, para a fiscalização deve ser mais intensa nos horários de maior ocorrências. Assim chegaremos nos índices determinados.

  • Adroaldo Pereira Santos
    Postado às 14:21h, 23 novembro Responder

    Como é importante quando todos se engajam em ações que beneficia a todos.
    O nobre Deputado Federal Hugo Leal.
    Palavras que deveriam encorajar toda classe politica.
    Parabéns ao Observatório que pode contribuir diretamente.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 16:20h, 23 novembro Responder

    CONTRIBUIÇÃO DO OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA AO PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS

    PERFEITO!

    Inicio com o seguinte trecho da fala do Dep. Hugo Leal no parlamento brasileiro, quando disse:

    “… José Aurélio Ramalho, diretor do CESVI, ao comentar o desperdício de dinheiro público empregado nas consequências dessa violência, sugeriu a criação de um Observatório Nacional de Trânsito que funcionaria como um órgão consultivo de planejamento e execução de ações específicas para a autoridade executiva nacional de trânsito, agregando a inteligência da sociedade civil às atividades de governo. Esta proposta, por iniciativa do deputado Beto Albuquerque, foi levada a debate nas reuniões do PARLASUL.”

    Eu, BENEDITO LUIS DE FRANÇA, tenho certeza que a contribuição do ONSV para o PNATRANS, já tinha sido dada antes mesmo do ONSV existir, isso e devidamente comprovado pelo trecho acima da fala do Dep. Hugo Leal, quando o Dr. José Aurélio Ramalho, com suas qualidades visionárias detectou a necessidade de termos o ONSV no Brasil. Volto a repetir que o ONSV é hoje um divisor de águas, pois o trânsito brasileiro dse divide atualmente em 2 eras, uma antes do ONSV e a outra, após a criação do ONSV, ainda mais com todos os estudos e projetos e ações já realizadas em prol da SEGURANÇA NO TRÂNSITO BRASILEIRO. Concordo também com as 03 (três) SUGESTÕES encaminhadas pelo ONSV, e destaco a seguinte:

    “Divisão das unidades federativas em clusters (agrupamentos por semelhança), segundo análise de indicadores de segurança viária, conforme apresentado na Tese de Doutorado do Prof. Dr. Jorge Tiago Bastos, intitulada “Análise estratégica da segurança viária no Brasil: pesquisa de índices e indicadores”. Alguns critérios utilizados para definição dos clusters seriam: comportamento dos usuários; infraestrutura viária; sistema de saúde; composição e idade da frota; aspectos socioeconômicos, demográficos e geográficos; exposição por modo de transporte; e indicadores de segurança viária.”

    É isso aí, temos que respeitar as diferenças existentes em cada município e em cada estado brasileiro. Mas chamo atenção em um ponto, que diz respeito a necessidade de colocarmos plenamente em prática as legislações no Brasil, pois, até o presente momento, temos muita coisa boa para implantarmos e fazermos que estão aí desde a sanção presidencial da LEI FEDERAL 9.503/97, de 23/09/1997 – CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB, e pasmem, mesmo mais de 20 (vinte) anos depois, não se colocou em prática, como é o caso do exigido no Parágrafo 1º do Artigo 74 do CTB, que diz:
    CAPÍTULO VI
    DA EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO

    Art. 74. A educação para o trânsito é direito de todos e constitui dever prioritário para os componentes do Sistema Nacional de Trânsito.

    § 1º É obrigatória a existência de coordenação educacional em cada órgão ou entidade componente do Sistema Nacional de Trânsito.

    § 2º Os órgãos ou entidades executivos de trânsito deverão promover, dentro de sua estrutura organizacional ou mediante convênio, o funcionamento de Escolas Públicas de Trânsito, nos moldes e padrões estabelecidos pelo CONTRAN.

    Pois bem, até os dias de hoje por exemplo, NÃO EXISTEM AS COORDENAÇÕES DE EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO por exemplo, nas estruturas das SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS DO DNIT, A MAIORIA DAS SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS DO DNIT NÃO POSSUEM “JUNTA ADMINISTRATIVA DE RECURSOS – JARI”, OU SEJA, O DNIT AUTUA, MAS NÃO TEM JARI NAS SUAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO BRASILEIRA, COMO É O CASO DO ESTADO DO PARÁ. UMA AUTARQUIA FEDERAL.

    TEMOS QUE FAZER CUMPRIR A LEI! SAUDAÇÕES DE PAZ NO TRÂNSITO!

  • Abimadabe Vieira
    Postado às 11:17h, 25 novembro Responder

    O Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) demonstra seu compromisso fundamentado em fornecer orientações necessárias com aplicabilidade de prestação de serviços e compromisso de estimular o desenvolvimento organizacional para um trânsito mais seguro. Vale salientar, um olhar nas questões mais cidadãs com relevância a desenvoltura de projetos e programas na educação do trânsito.

  • Marcelo Marcelino de Melo
    Postado às 16:36h, 25 novembro Responder

    Bom de 2010 até hoje notamos alguns avanços como o PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS e a criação do ONSV no Brasil, muito tem sido realizado e juntos realizaremos ainda mais, observo que o ONSV vem desempenhando seu papel de forma proeminente contribuindo de várias formas para o avanço da segurança no trânsito Brasileiro. Parabéns pelo excelente trabalho!

  • Noe M. Silva
    Postado às 16:28h, 26 novembro Responder

    Precisamos que o poder público possa realmente, hastear essa bandeira. Não é querer jogar responsabilidades somente. Mas é através dos DITRANS que cada município conseguira ter cada um uma receita exata a que possa levar as diversas peculiaridade de cada região ao mesmo resultado ou objetivo. Reduzir pela metade os acidentes de trânsito.

  • Adriana Modesto
    Postado às 17:48h, 26 novembro Responder

    Recentemente tive a oportunidade de ler o conteúdo do PNATRANS. Saliento a relevância e incorporação de alguns pilares, no entanto, alguns pontos carecem maior e mais profunda explanação para que sejam alcançadas as metas por ele estabelecidas. Consorte e talvez se constitua como maior desafio, materializar suas diretrizes no contexto da mobilidade urbana. Não adianta colecionar “planos” é necessário que estes saiam do papel, deixem de ser meros planos de governo e passem a ser planos de Estado. (Adriana Modesto)

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 16:15h, 27 novembro Responder

    Prezada Adriana Modesto,

    Boa tarde!

    Perfeito. Podemos observar que o Ministério das Cidades tem feito diversos investimentos em diversas cidades brasileiras, através do financiamento por exemplo, de projetos de BRT – Bus Rapid Transit, mas pelo que tive a oportunidade de observar, diz respeito justamente a exigência de AUDITORIAS DE SEGURANÇA VIÁRIA – ASV nos respectivos projetos, S.M.J. Outrossim, quando falamos em MOBILIDADE, não podemos pensar somente na implantação de projetos de BRT – Bus Rapid Transit, temos que pensar e planejarmos as cidades como um todo, inclusive com as suas respectivas áreas de expansão e Regiões Metropolitanas. Temos que ter crescimentos ordenados das cidades, controle de projetos de polós geradores de tráfego e etc.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº. BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA

  • ARTHUR HENRIQUE ASSUNÇÃO MAGALHÃES
    Postado às 18:14h, 28 novembro Responder

    Primeiramente destaca-se a demora pela ação legislativa na elaboração do PNATRAN, ocorrido 8 anos após a criação da década mundial.
    Percebe-se que a grande dificuldade no trato com a segurança viária é a falta de dados consolidados de uma ´única maneira em todo o pais, sem metodologia definida com relação a análise dos dados.
    Mesmo com a publica da Lei, conforme destacado neste artigo, faltou clareza com relação ao métodos e metas que serão utilizados pelos Estados.
    A participação do OBSERVATÓRIO, mais uma vez, é fundamental para lançar luz sobre a dificuldade de implementação que será verificada.
    Como sugestão, estamos evoluindo no DF para o protocolo de atendimento prioritário dos locais de acidentes (com ou sem vítima) por parte das viaturas de fiscalização de trânsito, com diversos objetivos que fogem ao tema deste artigo. Porém, destaca-se para este fim a coleta unificada de dados no local do acidente, posteriormente repassado para o setor de estatística de acidentes de trânsito.
    Coletar os dados no local do acidente, com todas as provas ali expostas, permitirá a consolidação dos dados com maior assertividade, possibilitando a futura promoção de políticas públicas mais direcionadas aos problemas locais.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 10:17h, 29 novembro Responder

    Prezado Arthur Magalhães,

    Bom dia!

    Perfeita a sua colocação, pois temos que ter melhorias significativas na ESTATÍSTICA DE ACIDENTES DE TRÂNSITO, desde a coleta fidedigna dos dados, até o tratamento dos mesmos. Como você muito bem citou no seu comentário, temos que ter uma PADRONIZAÇÃO NACIONAL NA ESTATÍSTICA DE ACIDENTES DE TRÂNSITO. Aqui em Belém/PA por exemplo, quando tive a oportunidade de trabalhar na extinta COMPANHIA DE TRANSPORTES DO MUNICÍPIO DE BELÉM – CTBEL (atualmente, SEMOB), fazíamos através de pesquisadores, pesquisas em todos os prontos socorros e unidades de urgência e emergência de Belém/PA e da sua região metropolitana, e mais, fazíamos o acompanhamento com visitas nos lares/ domicílios das VÍTIMAS NÃO FATAIS, em um período de até 30 (trinta) dias, para fecharmos os nossos dados estatísticos da melhor forma em termos de controle estatístico, ou seja, se aquela pessoa viesse a falecer em até 30 (trinta) dias depois da data do acidente, a mesma entraria na computação de vítimas fatais, pois podemos observar que várias pessoas recebem alta hospitalar e chegam ao óbito depois da data do acidente, e não entravam como vítimas por acidentes de trânsito.
    Temos que ter um controle na estatística de acidentes de trânsito e uma PADRONIZAÇÃO NACIONAL.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA

  • Noe M. Silva
    Postado às 11:38h, 29 novembro Responder

    Srs. Gostaria primeiro de frisar á todos que todas as colocações aqui são inteligentemente importantes, òbvio. Mas há, um ponto do qual discordo que é a preocupação em relação à apuração direcionada sobre a preocupação tácita, isto é aquilo que ocasionou, e trabalhar em cima do diagnóstico como um todo. Onde o principal é criar mecanismos que gerem uma previsão e correção, não somente apuração! Desculpe se não fui tão claro ou objetivo na fala.

  • TALITA DE SOUSA LIMA
    Postado às 15:27h, 29 novembro Responder

    Tão importante quanto o estabelecimento de metas e direcionamento é o cumprimento do que for proposto. Vejo que há engajamento social por parte dos envolvidos, mas é de extrema necessidade também contarmos com uma sociedade consciente e minimamente responsável que possa fazer o seu papel de agente transformador do trânsito. Também não teremos resultados expressivos se o Poder Público não se mobilizar acionando os mecanismos necessários para que o sistema funcione e gere frutos. Nessa grande engrenagem, o Observatório Nacional vem realizando ações efetivas que já mudaram os números de trânsito positivamente. Ainda há um long caminho pela frente!!

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 17:15h, 29 novembro Responder

    Prezada Talita Lima,

    Boa tarde!

    É isso mesmo, muito bem lembrado quando você escreveu: “…………………Também não teremos resultados expressivos se o Poder Público não se mobilizar acionando os mecanismos necessários para que o sistema funcione e gere frutos………………….” Realmente, a engrenagem do PODER PÚBLICO (MUNICIPAL, ESTADUAL e principalmente, o FEDERAL) TEM QUE FUNCIONAR, TEM QUE GIRAR em favor de políticas de estado consistentes e em prol da EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO, em prol da VIDA NO TRÂNSITO. Como você muito bem citou: “………..é o cumprimento do que for proposto………”. Outrossim, é válido lembrarmos a lentidão e omissão de muitos municípios quanto a necessidade de municipalizar o trânsito, e o fato de muitos órgãos de trânsito que ainda não cumprem determinadas exigências contidas no CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB. A lei tem que ser cumprida.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA

  • Maria Cristina Alves
    Postado às 10:02h, 01 dezembro Responder

    Muito pertinente e seria este artigo. Com a proximidade do ano de 2020 e o final do prazo estabelecido pela Década Mundial de Ações para a Segurança Viária para reduzir em 50% o número previsto de mortes no trânsito (equivalente a cerca de 30 mil mortes anuais), Em boa hora chegou o PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS e a criação do ONSV , para que possamos, num esforço comum, trabalhar pela redução de mortes no trânsito em todo o país. Os estudos e as ações o ONSV são fundamentais para que estas ações tenham êxito. Parabéns a todos os envolvidos.

  • JAIR SOARES
    Postado às 18:25h, 01 dezembro Responder

    Creio que esse numero tem a tendencia de baixar mais e mais ainda e tímido nessa estatística mais o Observatório tem contribuído muito para esses resultados para.
    todos por um transito mais Seguro.

    Embu-Guaçu/SP.

  • JOSÉ CLAUDIO DA SILVA
    Postado às 10:31h, 02 dezembro Responder

    O Observatório tem colaborado bastante com as ações de segurança viária, entretanto é importante que os órgãos responsáveis e própria sociedade comecem a encarar as questões com trânsito de uma forma mais séria. O investimento em pesquisa é fundamental nesse contexto.

  • Andreia Paula de Resende
    Postado às 21:30h, 02 dezembro Responder

    Assim como vários setores possuem seus especialistas, tais como: Educação; Saúde; Segurança Pública etc., no Trânsito não pode ser diferente. Há que se ter cada vez mais estudiosos nessa área, conforme vem dando exemplo o ONSV.
    O caminho é esse: fundamentação teórica, embasada em dados concretos!
    Profissionais que se dediquem a buscar incessantemente uma solução para essa tragédia nacional. Todavia, há que se ir além.
    É preciso se munir não somente de estudos, infelizmente. É crucial, ironicamente, ter também o poder de convencimento junto aos nossos representantes políticos. Diria até que é vergonhoso! Mas já que é assim que a situação se apresenta, temos de nos armar e ir à luta. Por um outro lado, é animador saber que políticos vem abraçando essa causa que também é deles!!!!
    Afinal, tomos somos usuários do espaço público.

  • Jorge Jackson Fernandes
    Postado às 08:18h, 03 dezembro Responder

    Recado dado, proposta entendida.
    O que me parece é que os grandes centros urbanos, onde estão os profissionais do trânsito, têm mais percepção e engajamento, além de de apoio financeiro para contribuir para a redução dos acidentes e mortes no trânsito.
    O advento do Maio Amarelo e as outras campanhas capitaneadas pelo ONSV, já estão espalhados pelos 4 cantos do País.
    A proposta do Município Laço Amarelo, assim como da Empresa Laço Amarelo, tem a proposta de municiar e engajar prefeituras e empresas nessa causa. Precisamos ir bem além de campanhas educativas, precisamos que os entes envolvidos diretamente no trânsito (Prefeitura, DEER, PRF e Policia Militar, além dos agentes municipais) atuem com mais energia e mais inteligencia nas medidas moderadoras do tráfego.
    Outro ponto que gostaria de ponderar, é a uniformização de coleta de dados dos acidentes, bem como seu planilhamento e abertura para conhecimento de todos. O programa IRIS deve ser robustamente abastecido, para que tenhamos dados individualizados dos municípios, regionais e nacionais. É importante saber o quão significativo conhecer os números e entender o impacto de cada um dele em nossas vidas e no desenvolvimento de nossas cidades. Então, é preciso difundir, ensinar e envolver todos. Só assim diminuiremos os assombrosos números tristes do trânsito.

  • THAIS COSTA ZANLUQUI
    Postado às 08:44h, 03 dezembro Responder

    Parabéns pela contribuição!

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 09:50h, 03 dezembro Responder

    Prezado Jorge Fernandes,

    Bom dia!

    Parabéns pelo comentário, concordo com você, temos que ter uma PADRONIZAÇÃO no banco de dados de estatísticas de acidentes de trânsito, desde a coleta de dados, tratamento dos mesmos e a respectiva elaboração do respectivo relatório, o Programa IRIS do ONSV é excelente. Temos que também, fazermos um acompanhamento das vítimas de acidentes de trânsito após a sua alta hospitalar, temos que ACOMPANHAR POR PELO MENOS 30 (TRINTA) DIAS, pois existem diversos casos, da pessoa receber alta hospitalar e depois vir a óbito na sua casa ou em outra internação hospitalar. Com esse tipo de acompanhamento, ou seja, se for detectado que a vítima de acidente de trânsito vier a óbito até 30 (trinta) dias depois da alta hospitalar, a mesma será computada na estatística como vítima fatal do trânsito.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº. BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA
    (91) 3250-2620

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 10:51h, 03 dezembro Responder

    O método científico consiste em um caminho, ou roteiro, para assegurar máxima confiabilidade aos resultados de uma pesquisa (PEREIRA; CRUZ; ANDRADE, 2012). Podemos usar por exemplo, o excelente método do IRIS, ou melhor, podemos usar o próprio Programa IRIS do OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV e incluirmos por exemplo, o acompanhamento das vítimas de acidentes de trânsito em até 30 dias da alta hospitalar, para termos maior confiabilidade na nossa estatística de acidentes de trânsito.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº. BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA
    (91) 3250-2620

  • Stefania Alvise Marcelo
    Postado às 20:13h, 04 dezembro Responder

    Basta um para que o meio se mobilize. O deputado foi ao ponto corretamente e conseguiu despertar uma demanda quanto a leis e a mobilização de todos.
    José Aurélio Ramalho, também foi direto ao ponto referindo-se ao desperdício de dinheiro público para o pós, para o que já havia acontecido. Estratégias, metas e prazos devem estar bem definidos nos àmbitos Federal, Estadual e municipal para que cada um faça acontecer de fato o que foi citado acima.
    É sair do papel e virar realidade no Brasil todo!

  • CARLOVAN PORTO DA SILVA
    Postado às 22:15h, 04 dezembro Responder

    Meu comentário vai da importância do PNATRANS ter sido aprovado como Lei para servir como um dos pilares de apoio no cumprimento das metas da década de prevenção de mortes no trânsito brasileiro . A proposta do Observatório da divisão das unidades federativas em clusters (agrupamentos por semelhança) e os critérios utilizados para definição dos clusters que seriam: comportamento dos usuários; infraestrutura viária; sistema de saúde; composição e idade da frota; aspectos socioeconômicos, demográficos e geográficos; exposição por modo de transporte; e indicadores de segurança viária, que tem como embasamento na Tese de Doutorado do Prof. Dr. Jorge Tiago Bastos, intitulada “Análise estratégica da segurança viária no Brasil: pesquisa de índices e indicadores” a nosso ver é nova com uma perspectiva deferente e parecendo ser muito eficaz e promissora no apontamento das realidades distintas das regiões brasileiras.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 11:36h, 05 dezembro Responder

    Prezada Stefania Marcelo,

    Bom dia!

    Verdade. Não podemos continuar matando muita gente no trânsito brasileiro, não podemos continuar ceifando a vida de 37.000 pessoas por ano e desperdiçando cerca de R$ 47 bilhões de dinheiro público com todos os custos de desperdícios registrados em função da absurda acidentabilidade existente no trânsito brasileiro. Esses R$ 47 bilhões poderiam está sendo investidos na INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES E NO PRÓPRIO TRÂNSITO BRASILEIRO.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
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  • Sérgio Augusto de Carvalho
    Postado às 23:22h, 05 dezembro Responder

    Inicia o Código de Trânsito Brasileiro que o trânsito seguro é um direito de todos e compõe atribui como obrigação aos órgãos que compõem o Sistema Nacional de Trânsito. Como citado em um dos comentários acima, o capítulo VI do CTB também ordena todo o processo para implantação efetiva da educação para trânsito, prevendo as possibilidade de convênios com entes vocacionados, a inserção da matéria trânsito em todos os níveis escolares, a criação de grupos setoriais para melhorias, dentre outros fatores. O ONSV de forma gloriosa vem fazendo muito bem seu papel contribuitivo , mas infelizmente esbarramos na morosidade do poder público em tratar o assunto trânsito com os devidos respeitos.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 23:32h, 05 dezembro Responder

    Prezado Sérgio Carvalho,

    Boa noite!

    Perfeito. Você tem toda razão, temos que cobrar ações do PODER PÚBLICO e parabenizarmos as ações, planejamentos e projetos do OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV. Temos que cobrar do poder público, o cumprimento da LEI FEDERAL Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997 – CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • ARLEI SOUZA DE OLIVEIRA
    Postado às 23:45h, 05 dezembro Responder

    Com toda certeza é impossível imaginar o que seria hoje o PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS ? se agente for pensar de cabeça fria no tanto de parlamentares que temos no Brasil inteiro, quando agente fala em políticos, nós pensamos logo em Brasília. Más os políticos Municipais e Estaduais que tem nesse Brasil de Norte a Sul? Como pode apenas um ou dois, menos de meia dúzia se destacarem ou melhor se preocuparem com essa tragédia que é o transito no Brasil. Eu afirmo categoricamente e sem nenhum medo de errar que se não fosse O ONSV. seria impossível agente pelos menos imaginar o que poderia estar acontecendo e ainda poderia acontecer com este cenário horripilante que é o nosso transito. O ONSV desenvolve um papel tão importante que deveria ser motivo de vergonha dos nossos políticos e motivo de orgulho para nós que escolhemos esse assunto para pesquisar e estudar.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 09:19h, 06 dezembro Responder

    Prezado Arlei de Oliveira,

    Bom dia!

    Perfeito. Você tem toda razão, temos que cobrar ações do PODER PÚBLICO e de todos os GOVERNANTES/ POLÍTICOS e parabenizarmos as ações, planejamentos e projetos do OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV. Temos que cobrar do poder público, o cumprimento da LEI FEDERAL Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997 – CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB. Veja por exemplo, os milhares de municípios que ainda não MUNICIPALIZARAM O TRÂNSITO de suas respectivas cidades, o que é um absurdo, pois o processo de municipalização do trânsito é importantíssimo e exigido pela citada legislação de trânsito.
    Temos que SALVAR VIDAS NO TRÂNSITO.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • EMERSON SANTANA
    Postado às 12:57h, 06 dezembro Responder

    Percebe-se que até 2010 pouco se tinha feito, divulgado e proposto melhorias sobre a segurança viária no país. O maior descaso estava realmente no baixo envolvimento da classe política eleita para representar os interesses da sociedade. A criação do ONSV, com propostas, ações, estudos e projetos aplicados de forma insistente nesta melhoria, demonstra que é possível unir pessoas capacitadas, pessoas de bem e a sociedade nesta parceria juntamente com o Governo. O ONSV como o divisor de águas na participação do Plano Nacional de redução de mortes e lesões no trânsito muito tem contribuído e apresentado resultados efetivos. Parabéns ao ONSV por este trabalhado!

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 13:10h, 06 dezembro Responder

    Prezado Emerson Santana,

    Boa tarde!

    É isso aí meu amigo, ainda bem que hoje contamos com a existência e com a PRESENÇA ATIVA do OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV. Agora, temos que cobrar a presença ativa por parte do PODER PÚBLICO (MUNICIPAL, ESTADUAL E FEDERAL), temos que cobrar ações, planejamentos, programas e projetos efetivos e constantes nas áreas de EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, ENGENHARIA DE TRÁFEGO, OPERAÇÕES E FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO.
    Temos que colocarmos em prática e cobrarmos o cumprimento do CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB, temos que garantir um trânsito seguro para todos.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • Waldete R. Rodrigues
    Postado às 15:42h, 06 dezembro Responder

    Isso mostra o quanto faz se necessário a existência do Observatório Nacional e porque não do observador! Nós! Já citei anteriormente, mas vale ressaltar do trabalho feito pelo o Observatório que vem não só mostrando as responsabilidades, mas principalmente apontado caminhos. Destaco também o papel da Educação do Trânsito nas Escolas, pois embora já previsto inclusive em nossa lei maior ( a Constituição), vem sendo negligenciada inclusive por órgãos que deveriam obedece-la ( o MEC por exemplo). Volto a lembrar mais uma vez da nossa importância como sujeitos multiplicadores envolver os que estão a nossa volta, em nosso município e assim provocar mudanças no contexto nacional. ( Uma vez que o Brasil é formado por Estados, e Estados por município e estes por pessoas).

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 16:09h, 06 dezembro Responder

    Prezada Waldete Rodrigues,

    Boa tarde!

    Concordo com você, temos que multiplicadores. Temos que levar conhecimentos de EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO para toda a Sociedade Brasileira, e para os (as) PROFESSORES (AS). Temos que disseminar a EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, temos que ajudar na formação do Cidadão de amanhã.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • Emanoel Placido da Silva
    Postado às 11:11h, 07 dezembro Responder

    Planejamento e cooperação entre os órgãos componentes do Sistema Nacional de Trânsito devem nortear as ações para a obtenção de resultados satisfatórios com relação ao PNATRANS. Fica evidente a contribuição do ONSV nesse sentido, tendo em vista o levantamento de índices, sugestão metodológica e ações que contribuem para atingir os resultado. A integração de todos é de fundamental importância nesse processo.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 12:00h, 07 dezembro Responder

    Prezado Emanoel Silva,

    Bom dia!

    Concordo com você, a INTEGRAÇÃO é fundamental, com a mesma os resultados certamente serão muito melhores, do que cada órgão trabalhar de forma isolada. Na verdade, temos que ter PROJETOS muito bem desenvolvidos, elaborados e executados. Tal como:

    Como planejar um projeto?

    Ao planejar um projeto deve-se responder as perguntas-chave de qualquer plano de ação bem elaborado, mais algumas que lhe apresentarei abaixo, com suas respectivas áreas de conhecimento (nome que se dá a cada aspecto a ser planejado num projeto):

    Escopo – O QUE vai ser feito e COMO vai ser feito?
    Tempo – Em QUANTO TEMPO deve ser concluído?
    Custo – Quando vai CUSTAR?
    Qualidade – Existem requisitos mínimos de qualidade a cumprir?
    Recursos Humanos – QUEM vai fazer?
    Stakeholders (Partes interessadas) – QUEM se interessa pelo resultado do projeto? Quais são suas EXPECTATIVAS?
    Comunicação – Como, quando e para quem devo COMUNICAR o andamento do projeto?
    Riscos – O que pode dar CERTO ou ERRADO?
    Aquisições – Há algum produto ou serviço a ser comprado?
    Integração – Como integrar esse monte de coisas? 🙂

    Você não é obrigado a usar todas as áreas, ao contrário, deve avaliar em cada projeto quais áreas utilizará, ciente de que sempre que deixar de planejar alguma aspecto pode acabar perdendo o controle sobre ele.
    Fonte: https://www.elirodrigues.com/2015/07/21/beneficios-do-gerenciamento-de-projetos/

    Temos que ter GESTÃO PÚBLICA MODERNA E EFICIENTE nos órgãos públicos (PODER PÚBLICO) que são responsáveis pelo TRÂNSITO, e isso nas 3 esferas governamentais, na Federal, na Estadual e na Municipal.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • Mercia Gomes
    Postado às 19:32h, 07 dezembro Responder

    O trabalho do ONSV é direcionado com estatística, estudo e desenvolvimento de estudos para cada tema discorrido na área de trânsito. a frase utilizada durante esclarecimento do plano nacional de que morte por acidente é não acidente, porque acidente é inevitável, inesperado e nunca, jamais calculado, acidente de trânsito é em razão de ausência de prudencia, responsabilidade. Portanto, o projeto é essencial, inclusive unificar os órgãos para de tao forma exercerem força e objetivamente buscar solução necessária dentro do destaque em morte por acidente de trânsito. Nesse sentido, o ONSV, que é frente nas mídias, educação e projetos, está cerceado de profissionais capacitados para junto à cada órgão trabalhar no melhoramento desde a educação até projetos de Lei.

  • Adelmo Oliveira Amorim
    Postado às 10:52h, 08 dezembro Responder

    Eu sempre acreditei que as ações de governo sempre se voltaram por anos para as consequências dos acidentes e não para as causas e a sociedade sempre colocou a culpa pelos números cada vez mais altos nos poderes públicos, quando o OBSERVATÓRIO usou o slogan “NÓS SOMOS O TRÂNSITO” e outras frases começaram a serem difundidas como a “SEJA A MUDANÇA QUE QUER VER NO TRÂNSITO”, as pessoa começaram a ser alertadas que para melhorar a segurança no trânsito é preciso que não só os governos façam sua parte, mas que a população precisa também agir de forma responsável para que as ações de governos sejam eficazes e efetivas. Com o PNATRANS acredito que se criou um meio de unir não só as ações de governo e a conscientização da sociedade, mas a oportunidade para que todos juntos pensem e planejem um transito mais seguro com metas claras e o papel de cada um no plano nacional de redução de mortes e lesões no trânsito.

  • MILTON RODRIGO LACERDA
    Postado às 19:28h, 08 dezembro Responder

    É uma pena que são poucos que se preocupam com o assunto, acredito que se mais Deputados ou outros, também estivessem demonstrados um pouco de preocupação com esse número de acidentados que no Brasil é muito alto, acredito que seriamos um dos primeiros a mostrar o quando nos preocupamos com nossos motoristas, mas infelizmente ainda é uma batalha dura, estamos plantando uma semente, semente esta que logo se espalhará e iremos colher o fruto tão desejado.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 14:45h, 09 dezembro Responder

    Prezado Milton Lacerda,

    Boa tarde e bom domingo!

    Infelizmente, a maioria quase absoluta de nossos políticos são PROVINCIANOS, só pensam neles, ou melhor, na conta bancária/ nos bolsos deles, só pensam em enviar o nosso dinheiro público para paraísos fiscais, comprarem uma dúzia de mansões, uma centena de apartamentos, dois iates, e uns R$ 5.000.000,00 em jóias de ouro com diamantes e brilhantes, a LAVA JATO que o diga. Mas, assim como você e os (as) demais guerreiros (as) do OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA -ONSV, acreditamos em mudanças e em um BRASIL muito melhor, com EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO, com muitos projetos e ações em favor da VIDA, com PAZ NO TRÂNSITO brasileiro..

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • Carlos Eduardo
    Postado às 21:21h, 09 dezembro Responder

    Parabéns a todos os membros do Observatório que vem contribuindo, dando subsidio para que os governantes possam criar uma politica publica de segurança viária, infelizmente algumas leis no brasil a depender dos governantes não saem do papel, aprovada mas ninguém as cumpre se o PNATRANS realmente for implantado será um grande avançado.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 00:40h, 10 dezembro Responder

    Prezado Carlos Eduardo,

    Boa noite!

    Concordo com você. Quanto ao PNATRANS, vamos juntamente com o OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV, acompanhá-lo pari-passo, temos que cobrar atitudes e cumprimento do mesmo por parte do PODER PÚBLICO.

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  • MARCOS ANDRE FARIAS DE LIRA _
    Postado às 12:07h, 10 dezembro Responder

    Deduz-se desta contribuição do Observatório Nacional de Segurança Viária ao PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS a excelente sugestão de implantação dos conceitos de Clusters e Benchmark com os quais os estudos ficarão mais próximos da realidade das estatísticas da mortalidade em cada região.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 12:17h, 10 dezembro Responder

    Prezado Marcos Lira,

    Bom dia!

    Concordo com você. isso é GESTÃO MODERNA e o OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV (e toda a sua Equipe estão preparadíssimos). Vamos ter que cobrar GESTÃO MODERNA por parte do PODER PÚBLICO, que as pessoas indicadas para assumirem os órgãos de trânsito, seja indicadas por competência e qualificação técnica e não por politicagens, simplesmente por serem filiadas a um determinado partido políticos.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • Lindolfo Matheus Hardt
    Postado às 15:15h, 10 dezembro Responder

    O observatório contribui não somente com o plano, mas com o trânsito, pois todas suas ações são alicerçadas em estudos e pesquisas, não existe “achismo” existe conhecimento e embasamento técnico. Reforçar as ações do Observatório e levar ao conhecimento amplo dos gestores públicos e sociedade em geral ampliando as informações são ferramentas poderosas na construção de um transito mais seguro.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 20:40h, 10 dezembro Responder

    Prezado Lindolfo Hardt,

    Boa noite!

    PARABÉNS pelo belíssimo comentário, o OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV vai virar esse jogo com a nossa ajuda, vamos mudar para melhor o trânsito brasileiro, vamos ter um trânsito com EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO, com muita FISCALIZAÇÕES e atividades integradas entre os órgãos de trânsito brasileiro, vamos SALVAR VIDAS NO TRÂNSITO BRASILEIRO, sempre enbasados em estudos, pesquisas, projetos e dados estatísticos confiáveis.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 20:41h, 10 dezembro Responder

    NADA DE ACHISMO!!!

  • Paulo Botelho
    Postado às 20:44h, 10 dezembro Responder

    O trabalho que o deputado Hugo Leal, do Observatório e outras instituições são de grande importância e com certeza trazem inúmeros benefícios para o trânsito. A facilidade que temos hoje, com os dados compilados do observatório, contribuir, e nos ajudam muito, isso nos anima e facilita muito nosso trabalho, sem contar que traz mais engajamento, unido tantos profissionais e tantos trabalhos, em prol da segurança.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 21:00h, 10 dezembro Responder

    Prezado Paulo Botelho,

    Boa noite!

    Verdade! Juntos, vamos vencer essa batalha, vamos alcançar todas as metas previstas e garantir SEGURANÇA NO TRÂNSITO BRASILEIRO.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 21:01h, 10 dezembro Responder

    TEMOS QUE REDUZIR A QUANTIDADE DE ACIDENTES DE TRÂNSITO, A SEVERIDADE DOS MESMOS E A QUANTIDADE DE VÍTIMAS FATAIS!!! ISSO É URGENTE!!!

  • Júlio César Gonçalves da Silva Santos
    Postado às 10:04h, 11 dezembro Responder

    Vejo o OBSV como uma referência no seguimento segurança viária.
    Essa contribuição é de suma importância para a sociedade para redução da mortalidade.

  • Ronaro Ferreira
    Postado às 16:17h, 11 dezembro Responder

    Agora temos um Plano.
    Temos uma lei.
    Temos metas.
    Temos datas.

    Estamos em uma outra etapa do nosso desafio de reduzir as mortes por trânsito.
    Temos um novo governo federal, com uma nova estrutura de ministérios.
    Isto é uma oportunidade.

    A OMS coloca como primeira estratégia para a redução de acidentes e criação 1 (uma) agência central coordenadora das ações de prevenção. Isto era impossível no nosso passado recente. Tínhamos: o Denatran, a SEMOB, o Ministério dos Transportes, a PRF, o DNIT, o Ministério da Saúde, a ANTT e o Congresso (se é que eu não estou esquecendo algum órgão…) Cada um definia suas estratégias, suas ações e suas prioridades. Ninguém coordenava ninguém.
    Estamos em um novo momento.
    Precisamos tentar implementar o PNTRANS para ajudar a cada estado, cada capital e cada município a reduzir suas estatísticas de lesões causadas pelo trânsito.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 17:57h, 11 dezembro Responder

    Prezado Ronaro Ferreira,

    Boa tarde!

    É isso mesmo, também acreditamos nas mudanças, esperamos que o TRÂNSITO seja priorizado, bem como as ações e projetos necessários em defesa da VIDA, da perfeita e necessária PAZ NO TRÂNSITO Brasileiro.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • André M. Lourenço
    Postado às 03:38h, 12 dezembro Responder

    Esse PNATRANS me faz lembrar uma expressão que conheci no tempo que passei nos EUA “Too litle, too late”, onde se fez muito pouco e muito tarde, de 2011 a 2018 quanto matamos no transito, para agora criar uma lei que não estabelece metas. Deveríamos estar apresentando a ONU as metas que atingimos cumprindo um acordo internacional que assinamos, alias esse Plano me lembra também as placas do Mercosul outro acordo internacional que assinamos e não cumprimos.
    Sim ele tem coisas interessantes com a unificação dos dados estatísticos, quem sabe agora finalmente teremos com mais facilidade estatísticas precisas e conseguiremos direcionar as ações para onde é mais necessário. Parabéns ao ONSV pelo esforço mas a lei ainda esta longe do que precisamos.

  • Miriam Pimentel Falleiros
    Postado às 17:10h, 12 dezembro Responder

    Parece que o Brasil vem acordando aos poucos de forma generalizada em relação à segurança viária, ainda muito tem que ser discutido em relação á redução de mortes no trânsito, mas sabemos que podemos contar com protagonistas chaves que lutam para cumprir com o acordo firmado do Brasil com a ONU. Uma das ações mais importantes é o cumprimento das propostas enviadas ao CONTRAN para o alcance das metas estabelecidas pelo PNATRANS, junto com uma melhor padronização de coleta de dados estaduais e municipais para um diagnóstico da situação viária no país, podendo assim ser feito uma melhor análise dos resultados referentes às novas iniciativas, acredito que 2018 teve um grande avanço talvez não consigamos cumprir as metas firmadas pela ONU em tempo, mas a resiliência de cidadãos com o mesmo propósito e a mobilização da sociedade do problema existente com campanhas nacionais fará uma grande diferença.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 18:02h, 12 dezembro Responder

    Prezada Miriam Falleiros,

    Boa tarde!

    É isso mesmo, o gigante adormecido chamado BRASIL está acordando e esperamos que a partir do dia 01/01/2019 ele acorde de uma vez por todas e não retroceda mais quanto as ações, projetos e programas para combatermos a violência no trânsito brasileiro, também acreditamos nas mudanças, esperamos que o TRÂNSITO seja priorizado, bem como as ações e projetos necessários em defesa da VIDA, da perfeita e necessária PAZ NO TRÂNSITO Brasileiro.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • Rafael da Silva Souza
    Postado às 14:45h, 13 dezembro Responder

    Boa tarde o deputado federal Hugo Leal fez este pronunciamento na Câmara dos Deputados em Brasília, após retorno da comitiva que esteve em Moscou, quando cita a necessidade urgente de um plano nacional,
    Equivocada porque eventos que matam, ferem e mutilam não podem ser chamados de acidentes. Acidente é todo o fenômeno inesperado, imprevisível e inevitável. Já um atropelamento por avanço de sinal ou excesso de velocidade, uma colisão frontal por culpa de uma ultrapassagem indevida ou por reações retardadas de quem bebeu e pegou no volante são, na realidade, ações deliberadas de quem foi negligente, imprudente ou que desrespeitou as leis de trânsito.Bem como explica o Deputado, acidente de trânsito é uma infração que não deu certo.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 15:10h, 13 dezembro Responder

    Prezado Rafael Souza,

    Boa tarde!

    Perfeito. Você tem toda razão, parabéns pelo excelente comentário.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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    Belém/PA
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  • Elaini Karoline Russi
    Postado às 17:58h, 13 dezembro Responder

    Nós somos o trânsito, portanto se queremos um trânsito mais seguro precisamos juntos criar condições para um trânsito mais seguro. O relato acima é uma demonstração das possíveis formas de contribuir para um trânsito mais seguro, desde a participação política indicada pelos deputados Hugo Leal e Beto Albuquerque, até a tese de doutorado do DR. Jorge Tiago Bastos, e o ONSV enquanto organização social voltada para o trânsito. Ou seja, a politica a universidade e a organização a serviço de uma necessidade social, diminuir os índices de acidentes de trânsito e aumentar a probabilidade de segurança no trânsito.

  • Glendo Ghess de Amorim
    Postado às 18:02h, 13 dezembro Responder

    O texto demonstra a necessidade de ‘unir diferentes forças’ para propor mudanças na realidade social do trânsito brasileiro. Esse exemplo de união de forças das esferas: politica, organização social e universidade (produção de conhecimento científico) demonstra uma possibilidade de propor intervenções que resultem nos objetivos desejados, diminuir a probabilidade de acidentes de trânsito e aumentar a probabilidade de segurança no trânsito.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 18:04h, 13 dezembro Responder

    Prezado Glendo Amorim,

    Boa tarde!

    Perfeito. Você tem toda razão, parabéns pelo excelente comentário.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • Cléo Barbosa Cardozo
    Postado às 20:18h, 13 dezembro Responder

    Importante discussão do PNATRANS da qual participei de uma audiência em meu município. Notamos que os representantes políticos são sempre os mesmos envolvidos com a causa trânsito.

  • Sílvia Miranda Rosa de Lima
    Postado às 00:54h, 14 dezembro Responder

    A participação da sociedade civil na defesa dos interesses coletivos é um passo fundamental para a concretização da democracia. O ONSV tem atuado como uma das principais organizações de referência no contexto da segurança viária, mantendo a credibilidade e aprimorando sempre a qualidade de seus produtos e serviços. A atuação do Observatório nas decisões do setor, como também no planejamento de ações e no desenvolvimento de estudos e metodologias, favorece a aproximação entre as esferas públicas, privadas e sociais e assim, nos aproxima da consolidação da realidade de um trânsito seguro. Em tempos de incredulidade acerca do poder governamental, resta-nos confiar no poder das organizações idôneas, das informações verdadeiras e da atuação profissional qualificada. O Observatório encerra todas essas premissas e assim, fortalece a segurança de que, pelo menos no tangente ao trânsito, as demandas estão sendo bem direcionadas e devidamente representadas.

  • Arilmar Teixeira da Silva
    Postado às 02:52h, 14 dezembro Responder

    Baseado no que já foi proposto pelo Deputado em “Divisão das unidades federativas em clusters (agrupamentos por semelhança), segundo análise de indicadores de segurança viária, conforme apresentado na Tese de Doutorado do Prof. Dr. Jorge Tiago Bastos, intitulada “Análise estratégica da segurança viária no Brasil: pesquisa de índices e indicadores”. Alguns critérios utilizados para definição dos clusters seriam: comportamento dos usuários; infraestrutura viária; sistema de saúde; composição e idade da frota; aspectos socioeconômicos, demográficos e geográficos; exposição por modo de transporte; e indicadores de segurança viária.”
    Acredito piamente que o Observatório já vem pensando em trabalhar cada Estado de acordo com suas especificidades, porque realmente tratar trânsito de forma geral não é o ideal, dado ao “comportamento dos usuários; infraestrutura viária; sistema de saúde; composição e idade da frota; aspectos socioeconômicos, demográficos e geográficos; exposição por modo de transporte; e indicadores de segurança viária”, aqui referidos. Muito bem posicionado o estudo do Prof Jorge. Torna-se um desafio diante da grandeza deste nosso Brasil em sua dimensão viária fazer este tratamento personalizado por Estado. Mas o Observatório vem caminhando muito bem com esta tarefa. Acredito que esta tem sido uma das grandes causas de diminuição de acidentes em determinados Estados enquanto outros não atingiram as metas de diminuição, porque por certo este tratamento de acordo com o Estado seria algo a se pensar como fator preponderante nesta diminuição.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 10:01h, 14 dezembro Responder

    Prezado Glendo Amorim,

    Boa tarde!
    Prezada Silvia Lima,

    Bom dia!

    Perfeito. Você tem toda razão, parabéns pelo excelente comentário. Gostei muito do seguinte trecho do seu comentário:
    “A atuação do Observatório nas decisões do setor, como também no planejamento de ações e no desenvolvimento de estudos e metodologias, favorece a aproximação entre as esferas públicas, privadas e sociais e assim, nos aproxima da consolidação da realidade de um trânsito seguro”.

    Saudações de Paz no Trânsito!

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  • Fabio Fernandes Silva Alves
    Postado às 18:42h, 14 dezembro Responder

    A iniciativa do parlamentar é de grande importância para sociedade, no entanto a falta de sensibilidade por parte do cidadão pela temática, não excita o parlamento brasileiro a empenhar mais esforços pela segurança no trânsito.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 19:05h, 14 dezembro Responder

    Prezado Fábio Alves,

    Boa noite!

    O Parlamento Brasileiro tem que conhecer a CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL – 1998, conforme segue abaixo:

    Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:

    XII – estabelecer e implantar política de educação para a segurança do trânsito.

    O Parlamento Brasileiro tem que conhecer a LEI FEDERAL Nº 9.503, DE 23/09/1997 – CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB, conforme segue abaixo:

    CAPÍTULO I
    DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

    Art. 1º O trânsito de qualquer natureza nas vias terrestres do território nacional, abertas à circulação, rege-se por este Código.

    § 1º Considera-se trânsito a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga.

    § 2º O trânsito, em condições seguras, é um direito de todos e dever dos órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito, a estes cabendo, no âmbito das respectivas competências, adotar as medidas destinadas a assegurar esse direito.

    § 3º Os órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito respondem, no âmbito das respectivas competências, objetivamente, por danos causados aos cidadãos em virtude de ação, omissão ou erro na execução e manutenção de programas, projetos e serviços que garantam o exercício do direito do trânsito seguro.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • MAURICIO PONTELLO
    Postado às 10:22h, 15 dezembro Responder

    Muito importante ver que a visão do Ramalho se tornou realidade. Aquilo que se esperava como ação do Estado se tornou numa causa coletivo e muito bem comandada.
    Não podemos perder a esperança e desejar sempre a queda no número de acidentes e vítimas. Longe de nós o sentimento de “quanto pior melhor” apenas para afrontar aqueles que não pensam como nós. Nesse caso o pior é morte de muitos “patrícios’.
    A importância da certificação de novos Observadores se mostrará num número muito maior de ações de aproximação com órgãos públicos e a sociedade civil e trará muito resultado positivo.

  • Amilton Alves de Souza
    Postado às 00:39h, 16 dezembro Responder

    Excelente trabalho realizado por esse visionário José Aurélio Ramalho, que do alto de sua sabedoria e competência, não mediu esforços para criar o ONSV e liderar pessoas não menos competente em busca de soluções que possam salvar vidas, a contribuição do ONSV é de fundamental importância para o cumprimento das metas estabelecidas no pnatrans.

  • Priscila Uliana Albarice
    Postado às 02:56h, 16 dezembro Responder

    Excelente a contribuição do Observatório, Parabéns a todos os envolvidos! O trabalho desenvolvido detém grande carga de conhecimento de causa e sem sombra de dúvidas carrega credibilidade sem igual. Vamos seguir firmes, cobrando de nossos políticos a atenção que o trânsito merece e vamos construir um país melhor para todos!

  • ROKMENGLHE VASCO SANTANA
    Postado às 11:21h, 16 dezembro Responder

    Mais uma vez a sempre oportuna atuação do Observatório para a promoção de políticas públicas de segurança viária. Uma pena que o Pnatrans chega quase ao final da década de segurança viária. Mas pela primeira vez temos um plano nacional integrado específico para a questão morbimortalidade no trânsito. Contudo, como já dito acima, o Plano não pode ser apenas mais um documento de boas intenções. Deve ser implementado por toda sociedade.
    Cabe também destacar que outros marcos da segurança de trânsito necessitam de atualizações, como por exemplo, a Política Nacional de Trânsito de 2004.

  • José Carlos de Lima Souza.
    Postado às 12:16h, 16 dezembro Responder

    Sabemos, a Resolução nº 740 do CONTRAN dispõe, de modo objetivo por suas várias considerações, sobre o relevante tema, isto é, traçar metas pretendidas para redução de índices de mortalidade no denominado “Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS)”. Já pela grande relevância do assunto/tema o OBSERVATÓRIO, por seu competente Diretor-presidente objetiva, com o presente estudo técnico, por sua pertinência e embasamento técnico, de forma detalhada, apresenta sua visão holítica sobre o mesmo, em exposição metodológica. Parabéns !

  • Beatriz Rocha Araujo
    Postado às 12:28h, 16 dezembro Responder

    Este comunicado, publicado por José Aurélio diretor presidente do Observatório Nacional de segurança viária, além de esplanar historicamente os acontecimentos da implementação da década de ações de segurança viária, visando a redução das mortes no trânsito, proposto pela ONU. Também apresenta as limitações quanto aos estudos para definir a real redução de mortes no trânsito. As limitações ficam em questões metodológicas de como realizar a coleta e organização destes dados para futuramente publicados. O que é certo: precisamos de uma fiscalização incentivar para que a meta de redução e mortes no trânsito seja realmente atingida pelo Brasil.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 15:37h, 16 dezembro Responder

    Prezado Roknmenglhe Santana,

    Boa tarde e bom domingo!

    Excelente! Parabéns pelo seu comentário. Gostei muito do seu comentário do qual destaco o seguinte trecho:
    “Mas pela primeira vez temos um plano nacional integrado específico para a questão morbimortalidade no trânsito”. Esperamos que já a partir de janeiro de 2019, possamos iniciar dias melhores e efetivações de POLÍTICAS DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO, para que tenhamos condições de salvarmos VIDAS no trânsito brasileiro.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Carlos Rummenigge Moreira da Silva
    Postado às 17:38h, 16 dezembro Responder

    Destaco também aqui a questão da mudança da visão de afirmar que “tudo” foi um acidente. Nossa cultura no trânsito é afirmar que praticamente tudo foi um acidente, onde podemos até arriscar que quase tudo poderia ser evitado. Existindo assim um desrespeito às leis de trânsito por parte de alguém. Tenho esperanças de uma melhoria nos números e que o PNATRANS tenha êxito na sua proposta.

  • Carlos José Antônio Kümmel Félix
    Postado às 20:43h, 16 dezembro Responder

    METODOLOGIA PROPOSTA
    O principal objetivo do PNATRANS é reduzir pela metade os índices brasileiros de mortes no trânsito/100 mil habitantes e mortes no trânsito/10 mil veículos. Quando se diz respeito a este último indicador – mortes no trânsito/10 mil veículos – deve-se tomar certo cuidado, pois um aumento excessivo na frota de veículos pode ocasionar uma redução no índice, sem que haja redução no número absoluto de mortes.

  • Fredis Ribeiro da Costa
    Postado às 21:07h, 16 dezembro Responder

    Interessante o programa para a Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020, no qual governos de todo o mundo se comprometem a tomar novas medidas para prevenir os acidentes no trânsito, que matam cerca de 1,25 milhão de pessoas no mundo por ano. O trabalho do Observatório dispensa comentários, Excepcional os esforços do ilustre Deputado Hugo, mas nota=se que nem todos no congresso tratam esse tema como prioridade. Por outro lado, é de considerar que nem todas as cidades ou pessoas recebem informações eficazes pertinente ao caso, ou até mesmo são atualizados sobre as condutas que geram os malefícios no trânsito. Grande parte da população ainda não trata o trânsito como prioridade, nem mesmo se tem um valor de juízo espontâneo para a preservação da vida no trânsito, encaram os acidentes com naturalidade, como se fizesse parte do nosso sistema viário.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 10:35h, 17 dezembro Responder

    Prezado Fredis Costa,

    Bom dia!

    Perfeito. Concordo com você, parabéns pelo seu comentário. Realmente, temos que PRIORIZAR as ações, projetos, programas de EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO brasileiro. Temos que investir na nossa INFRAESTRUTURA VIÁRIA e na SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO, seja ela estatigráfica ou semafórica, além de dispositivos auxiliares de sinalização.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • GUSTAVO VIANNA WEBER
    Postado às 17:16h, 25 julho Responder

    Destaco:
    ACIDENTES DE TRÂNSITO – São, na realidade, ações deliberadas de quem foi negligente, imprudente ou que desrespeitou as leis de trânsito. – PERFEITO.

    O artigo abre parâmetros para que os estados peguem sua responsabilidade e façam acontecer.
    Creio que os municípios devam ser mais responsabilizados em levar a Educação do Trânsito para que se inicie nas escolas e principalmente cobrar das instituições privadas – os CFCs (que são concessões) – ações de conscientização. Os CFCs são a porta para o Trânsito, de acordo com a Lei, portanto é mais do que claro que ações diretas realizadas pelos próprios órgãos sejam mais efetivas. O município deve auxiliar essas Empresas em como conseguir, efetivamente e conscientemente, atingir seu público, antes, durante e depois da conquista da CNH.
    Ao levarmos educação para as escolas no âmbito da vida no Trânsito, levaremos futuramente cidadãos conscientes que vão cobrar por Empresas mais responsáveis e que devem estar ligadas diretamente a Campanhas de segurança.
    Por este mesmo viés, devemos lembrar que a diminuição de pessoas que se aventuram no Trânsito sem documento legal diminuiu, os flagrantes aumentaram devido à maior quantidade de fiscalização, e isso foi um ponto crucial para os delitos diminuírem; não muito, mas estabelecendo um contexto em que podemos continuar esperançosos. Só o fato de alguém guiar um veículo sem a documentação necessária já é um alarde para toda a sociedade em que vivemos, um total descompromisso com a razão e a segurança, um descaso e uma afronta ao convívio comum, levando desordem e descontrole à nação.

  • Darkle J. Portela Filho
    Postado às 23:52h, 26 julho Responder

    Venho defender entidades, sociedade civil, agentes de trânsito, socorristas, policiais, engenheiros, psicólogos, todos mobilizados e que atuam pela causa e atuantes na causa, que em nossa região através do PVT, buscamos alcançar objetivos, traçar metas e principalmente analisar números que conforme no nobre deputado do texto acima menciona, não foi acidente e sim algo “intencional” e onde os principais chefes – representantes não compareceram no evento a eles destinados. Mas o tocante tema Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito – PNATRANS, será que esta cumprindo para o que veio? Será que outras medidas são necessárias um ajuste no curso de projetos e adoção de melhorias continuadas para o desenvolvimento de veículos mais seguros e talvez treinamentos em larga escala para melhorar o desempenho de motoristas categoria A e B, como exemplo os treinamentos continuados entre motoristas profissionais.

  • Carlos Beraldo
    Postado às 09:04h, 01 agosto Responder

    Bom dia.
    Participei das reuniões e Audiências públicas sobre o PNATRAN em meu estado e senti que realmente a ideia é brilhante. O objetivo é bem fundamentado e acredito em seu potencial.
    Contudo com a mudança de governo, vejo que o mesmo esta estagnado, talvez a espera de uma motivação para ser novamente trabalhado por todos os ´órgãos do SNT e por toda nossa sociedade.
    Para não ficarmos estagnados estamos viabilizando o PVT para que possamos estudar com mais clareza a história do acidente.
    Infelizmente os dados que são apresentados pelo Observatório que são de extrema vália e que serviriam de parâmetros para muitas ações estão parados em alguma gaveta sendo ignorados.

  • Bárbara Vita
    Postado às 20:00h, 01 agosto Responder

    Entendo o Plano Nacional de mortes e lesões no trânsito como importante política pública, criado pela Lei 13.614/18,
    As necessárias metas para a redução deverão ser norteadas pela via de consultas públicas ou audiência pública com a sociedade, mas o questionamento básico é em que bases o CONTRAN estabelecerá as metas de modo a levar em condições as peculiaridades de cada estado

  • Lucélia Rossi
    Postado às 16:44h, 06 agosto Responder

    O PNATRANS trouxe uma proposta inovadora envolvendo gestão de trânsito no Brasil. Os órgãos que estão participando dessa proposta são órgãos que já possuem diretrizes focadas na redução do índice de mortes no trânsito, ou seja, são vários órgãos que estão na busca pelo mesmo objetivo e trabalho pelo mesmo bem comum. Tudo que se planeja tende a ter resultados positivos,é não será diferente com o plano PNATRANS, uma vez que ele se coaduna com várias ações Plano também se coaduna às ações positivas já existentes em torno da segurança viária,

  • Vicente M. V. Pinto
    Postado às 21:46h, 07 agosto Responder

    Transcorridos quase 10 anos da criação do PNATRANS, inconteste que os esforços geraram importantes resultados, tais como a criação do ONSV e a redução do número de mortes no trânsito nacional. De um pais que sequer mandou um ministro para representa-lo junto ao evento da “Década de Redução de Acidentes de Trânsito”, em 2010, para um país muito mais engajado na redução dos acidentes de trânsito, percebe-se nítida evolução. Verdade que ainda precisamos melhor, mas acredito que em breve alcançaremos as metas propostas.

  • Noedy Párice Mendes Bertazzi
    Postado às 16:28h, 08 agosto Responder

    Creio que o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito irá contribuir de uma maneira efetiva para a segurança viária através de ações e metas anuais para e cada estado. . Através das informações e estatísticas coletadas junto aos órgãos competentes e que, estas deverão ser processadas, analisadas e divulgadas para que os atores envolvidos possam tomar as medidas corretivas necessárias sendo assim haverá a proposição de ações, projetos e programas de segurança viária .O importante é a participação da sociedade que será ouvida, através de audiências públicas e consulta públicas.mostrando a união entre o poder público e a sociedade civil, todos com um só objetivo: salvar vidas.

  • Christian Anderson Riger
    Postado às 16:49h, 08 agosto Responder

    Acredito que o papel do ONSV é fundamental para o PNATRANS. Creio inclusive que grande parcela dos resultados obtidos se deve a participação e dos trabalhos desenvolvidos pelo ONSV nessa luta.

  • vitor buen da silva
    Postado às 22:17h, 13 agosto Responder

    vejo o ONSV como um guardão da vida, alertante, mostrando buscando formas e dispositivos e mecanismos que possam atingir mais e mais pessoas , o curso de observador e um exemplo onde em diversos locais vai possuir um membro capaz de filtrar, diagnosticar e buscar correção nos índices de acidentes e mortes em diversos locais para que as metas do PNATRANS sejam alcançadas …

  • Daniel Carlos Santos
    Postado às 09:01h, 17 agosto Responder

    O objetivo do PNATRANS de reduzir pela metade os índices brasileiros de mortes no trânsito, proposto na Conferência Mundial para a Segurança no Trânsito com a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito – 2011-2020” parece algo difícil de alcançar, mas não é impossível.
    Percebemos que já existe alguns políticos que começam a voltar os seus olhos e preocupar com o trânsito de nosso país como os deputados Hugo Leal e Beto Albuquerque.
    Precisamos de mais ações e união entre os órgãos públicos e privados e contando com apoio de órgãos competentes no assunto como o ONSV para que esta meta seja alcançada.

  • Marlene Alves da Silva
    Postado às 11:58h, 19 agosto Responder

    Na fala de Hugo Leal está não é acidente. O que ocorre no trânsito são atos deliberados de condutores que não respeitam as leis de trânsito (excesso de velocidade, ultrapassagem em farol vermelho, uso de bebida alcoólica e a direção, entre outros). Todos os dias nos noticiários temos informação de acidente de trânsito devido a falha humana. O Brasil precisa de organizações como a ONSV que tem subsidiado o governo com pesquisas e direcionamentos de ações para a segurança no trânsito. Sabemos que deve ser um esforço de todos e a psicologia também pode ajudar com pesquisas e com a realização de perícia psicológica para os pretendentes à CNH e para os condutores. Hoje, trata-se de uma avaliação compulsória, no entanto a PL 3267/2109 não considera a avaliação médica e psicológica como contribuição para a segurança no trânsito.

  • Silvio Osmar Peron
    Postado às 12:53h, 23 agosto Responder

    Uma apuração séria dos problemas específicos do trânsito de cada Unidade Federativa ou Município certamente traria a tona uma sujeira que até a presente data fora empurrada para baixo do tapete, deixando clara a incompetência ou má vontade dos governantes, por isso a falta de interesse na solução dos problemas. O discurso do nobre Deputado foi em dezembro de 2010, no entanto as mudanças legislativas no que se refere à preservação da vida no trânsito foram ínfimas, dando claros sinais de que o assunto não tem a importância necessária aos olhos dos nossos representantes eleitos.

  • Kelcilei Rosa de Oliveira
    Postado às 12:36h, 25 agosto Responder

    Trabalhar pela redução de mortes no trânsito em todo o país de forma excessiva é um dever de todos é um caminho para a redução dos números alarmantes. O ONSV é fundamental para que estas ações tenham êxito, entretanto é importante que os órgãos responsáveis e a sociedade comecem a encarar a segurança viária de uma forma mais séria. O investimento em campanhas educativas, pesquisas e ações são fundamentais nesse contexto. O caminho é esse, mais profissionais que se dediquem como o ONSV a buscar incessantemente uma solução para esses números caiam a cada ano no Brasil. Por fim todos devem abraçar essa causa, políticos, profissionais da área, governo e entidades… Afinal, todos nós fazemos de alguma maneira parte do trânsito.

  • SAMUEL MORGAN TEIXEIRA COSTA
    Postado às 11:44h, 28 agosto Responder

    O texto, em especial na Fala do Dep. Hugo Leal, me remete à uma expressão muito usada por um parceiro de trabalho e que acabou por tornar-se nosso lema: “plantar sementes”.
    Salta aos olhos que apenas 8 anos depois da análise acertada do Dep., bem como das ponderações sempre acertadas e bem frisadas pelo então diretor do CESVI, Presidente Ramalho, tenha saído do plano das ideias o Plano Nacional.
    Embora tarde, “(…) talvez não seja possível fazer imediatamente o necessário e desejável. Mas temos que fazer, agora, o que for possível.”
    Vamos plantando as sementes, dia a dia regando, vendo-as crescer. Cuidar não é fácil, mas o trabalho do ONSV, ao lado de outras entidades e de várias individualidades por esse nosso Brasil, nos prova que essa jovem árvore, com suas várias ramificações, já nos enche de orgulho e um dia alcançará a maturidade!
    Endosso o coro pela recomendação de um acompanhamento e monitoramento constante dos indicadores de segurança viária de modo a orientar campanhas e projetos mais eficientes e adequados à realidade.

  • Reniê Alves Ferreira Júnior
    Postado às 11:58h, 29 agosto Responder

    Os dados apresentados reflete a importância do ONSV, até 2010 poucas ações e melhorias foram proposta para melhorar a segurança viária no país. A criação do ONSV, propondo ações, estudos e projetos, traz resultados eficientes. E notório o descaso dos nossos governantes quando o assunto é Trânsito, não enxergam os “acidentes de trânsito” como uma epidemia, se é que podemos chamar de “acidente de trânsito”. Com pessoas capacitadas, sociedade engajada e em parceria com o Governo o objetivo será alcançado. Parabéns ao ONSV e todos Observadores Certificados pelo excelente trabalho.

  • Ricardo Alencar Sampaio
    Postado às 15:09h, 29 agosto Responder

    Tendo como principal objetivo, reduzir pela metade os índices de mortes no trânsito por 100 mil habitantes como também por 10 mil veículos, o PNATRANS foi criado, sendo os CETRANs, a PRF e o CONTRANDIFE, os responsáveis pela coleta e tratamento de dados estatísticos, com fins de apresentação na Semana Nacional do Trânsito, avaliando a evolução do desempenho de cada Estado da Federação.
    Além dos critérios e e normas apresentados pelos órgãos governamentais, o Observatório Nacional de Segurança Viária, com base em conhecimentos técnicos e em pesquisas realizadas junto a renomado cientista, apresentou propostas e recomendações que poderiam melhorar a aplicabilidade das ações a serem realizadas com maior aproveitamento , detalhando os contrapontos necessários para tornar possível e exitosa o cumprimento das metas propostas.

  • HUGO LEONARDO FORTES BARBOSA
    Postado às 22:20h, 31 agosto Responder

    Muito interessante saber como se compõe o PNATRANS, e suas parcerias para que o mesmo possa ter efetividade. Primeira vez que me deparo com a palavra benchmark e seu Cluster. Também não posso deixar de comentar as belas palavras do Deputado Hugo Leal, que indicam qual é a verdadeira causa dos acidentes.

  • JOSE BATISTA DE CARVALHO FILHO
    Postado às 10:06h, 01 setembro Responder

    É bom saber que o Observatório está colaborando com o PNATRANS, vou pesquisar para saber qual o nível de atuação do CETRAN do meu Estado. Quando me candidatei para ser um Observador, é porque quero participar da redução dos acidentes de trânsito. O Deputado Hugo Leal, é uma pessoa que se preocupa com a questão trânsito e está sempre se dedicando para a melhoria do trânsito brasileiro.
    Gostaria de ver outras instituições, Organizações sociais, empresas publicas ou privadas tendo a mesma dedicação que o Observatório tem para com o trânsito.

  • Jorge Lopes dos Santos Júnior
    Postado às 16:54h, 01 setembro Responder

    A participação do ONSV na criação e formatação do PNATRAN só vem reforçar o mote de criação do próprio Observatório. Muito importante socialmente ter uma OSCIP na temática trânsito produzindo conhecimento científico. A profissionalização e ciência na área eram necessários.
    Excelente trabalho de coleta e sistematização de dados estatístico do ONSV e o mais importante a entrega a sociedade destes dados organizados. Só podemos melhorar ou modificar, com gestão, o que conhecemos. O ONSV contribuiu decisivamente para a tomada de decisão de muitos gestores e acredito que muitos outros serão sensibilizados sobre a temática redução dos índices de “acidentes” de trânsito.

  • Vilnei Sessim
    Postado às 22:40h, 01 setembro Responder

    Mais uma importante iniciativa que passa a ficar esquecida no tempo. O trabalho é de excelência e impotência impar, mas neste momento parece que esta precisando de gás.

  • Marcio Franclin Amaral Santana
    Postado às 06:00h, 04 setembro Responder

    Trabalhar trânsito no Brasil realmente é muito complexo talvez devido a nossa dimensão ou porque começamos a tratar o problema tardiamente. Mas ainda é possível, ações como essa do Deputado Hugo Leal e do ONSV são louváveis pois tem um cunho social de grande relevância, e a integração dos órgãos e entidades do Sistema Nacional de trânsito é de suma importância para que ações como essas deem certo. A complexidade do trabalho devemos enxergar apenas como uma barreira a ser ultrapassada, afinal o objetivo é salvar vidas!

  • Rafael Rodrigo da Fonseca
    Postado às 14:00h, 05 setembro Responder

    Talvez para termos um impacto inicial, seria um aumento na fiscalização de trânsito quanto ao excesso de velocidade e no consumo de álcool em conjunto com a direção. Posteriormente, realizarmos analises e estudos em locais com índices de acidentes de trânsito e no futuro, melhorarmos a questão de educação para o trânsito, juntamente com a valoração de princípios morais aos cidadãos.

  • Paulo Roberto Cardoso da Conceição
    Postado às 21:52h, 07 setembro Responder

    A participação do OBSERVATÓRIO nos fóruns para tratar das propostas ao Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito – PNATRANS é bem louvável na medida que contribui realizando estudos a respeito de estabelecimentos de metas de redução da mortalidade desde 2014.
    Propondo também recomendações no que diz respeito às questões sobre a metodologia do estabelecimento de metas para a redução de mortes no trânsito.
    Segundo o texto, os onze expositores do evento concordaram que esse problema (mortes e lesões no trânsito) é grave e requer solução urgente e imediata…
    Portanto é de fundamental importância a contribuição do OBSERVATÓRIO sugerindo propostas, realizando estudos e fazendo recomendações diversas para a solução do problema em conjunto com órgãos públicos, entidades privadas e organizações sociais.

  • Márcia Nogueira Quaresma
    Postado às 23:08h, 07 setembro Responder

    A contribuição do trabalho incessante do ONSV, tem permitido uma visibilidade da sua contribuição teórica e metodológica nos órgãos e nas politicas públicas, interessadas em promover um cenário menos violento e mais seguro nas vias. A partir da colocação do deputado Hugo Leal, o Transito mostra”sua face cruel e violenta”, poderia ser criada uma nova terminologia para os acidentes de transito, Segundo o deputado, acidente acontece sem agente prevê, mas quando ações necessárias podem ser planejadas em prol da preservação da vida, e são negligenciadas, já não caracteriza um acidente. deste modo, deveria ser chamada de “atitudes irresponsáveis no transito”, para assim, chamar mais atenção do poder publico e da população, de tragédias anunciadas, sendo que segundo as pesquisas as reduções de mortalidade no transito podem ser reduzidas. pois o excesso de velocidade, ultrapassagem em farol vermelho, uso de bebida alcoólica, são atitudes inconsequentes e de desrespeito as leis do transito. Mas vale ressaltar que a direção que o OBSERVATÓRIO, propõe seguir, apresenta uma proposta responsável e interessada para mudar a realidade do transito do nosso pais.
    n

  • Márcia Nogueira Quaresma
    Postado às 23:24h, 07 setembro Responder

    o Transito mostra: !sua face cruel e violenta!, segundo o Deputado, essa é a realidade do nosso trânsito atualmente, medidas preventivas são indispensáveis para mudar essa realidade, o ONSV, com suas pesquisas, cursos e educação para o transito, está possibilitando uma nova ideia de cuidar de um assunto, que apesar de ser tão importante, não é tão levado a sério como deveria, pelo poder publico.

  • João Paulo Hidalgo de Moraes
    Postado às 13:07h, 08 setembro Responder

    Importante a criação do Pnatrans, ainda que com considerável atraso do nosso país em buscar, de forma efetiva, cumprir o que foi pactuado junto a ONU (Plano Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020). Mais importante ainda, se forem seguidas as recomendações propostas pelo OBSERVATÓRIO. Planos como este, criados por lei, são importantes e necessários, porém, somente surtirão efeito se forem bem executados, com medidas que realmente transformem o texto de lei em realidade no nosso cotidiano. Caso contrário, e como é costumeiro em nosso país, daqui a alguns anos uma nova lei vai ser editada, visando, por mais uma vez, reduzir o número de mortes no trânsito, pois, a cada ano que passa criamos/alteramos nossa legislação, sem que quase nenhuma destas leis traga um real resultados para nossa sociedade.

  • ROCHANE PONZI
    Postado às 17:10h, 08 setembro Responder

    Importantíssima a contribuição do ONSV para o PNATRANS, especialmente quando destaca a importante de um monitoramento das metas a que os órgão se propuseram a cumprir. A análise quantitativa de dados implica em importante informação gerencial, imprescindível para que o referido plano não fique apenas no papel. Todavia, não podemos deixar de referir que muito melhor seria se o Brasil tivesse cumprido a meta proposta pela ONU (Década de Ação para o Trânsito) e não “aumentado” a meta através do PNATRANS. De toda a sorte, todo o esforço é bem-vindo.

  • Francieli Librelotto da Rosa
    Postado às 01:23h, 09 setembro Responder

    Gratificante analisar que o trabalho do Observatório Nacional auxilia tecnicamente os órgãos responsáveis dando subsídios para que possam cumprir sua função de forma fundamentada, confiando na análise isenta e técnica do Instituto. Trabalho essencial e que demonstra o objetivo primordial de salvar vidas no trânsito.

  • Arisberto Pereira da Silva
    Postado às 15:36h, 09 setembro Responder

    O Observatório teve papel importante na construção do PNATRANS e continua problematizando no sentido de buscar sua efetivação, pois o estabelecimento de metas gerais e a falta de clareza no trato das informações pode se tornar um entrave a consecução dos objetivos estabelecidos, Parabéns ao ONSV, por essa e todas as outras contribuições, cuja importância foi crucial para a “Década de Redução de Acidentes de Trânsito”. sem suas ações dificilmente alcançaríamos os resultados do pacto pela vida e pela segurança viária, assinado junto a 150 países, descrito pelo deputado Hugo Leal.

  • Andréia Scheffer
    Postado às 20:28h, 09 setembro Responder

    Em que pese o atraso significativo para implementação do plano de redução, é de suma importância que o empenho seja conjunto: poder público alinhado aos anseios da sociedade para o desenvolvimento de propostas afirmativas em prol da segurança viária, neste contexto, não é possível a realização de qualquer projeto sem a observância de dados técnicos e estatísticos que apontem a atual realidade, aí destaco a importância do ONSV neste embasamento.

  • Andrei Lucas Müller
    Postado às 21:44h, 09 setembro Responder

    A violência no trânsito certamente é um problema mundial. Em prol disso, a Conferência Mundial promovida pela ONU em Moscou onde o mundo declarou o período 2011/2020 como a Década de Ações para a Segurança no Trânsito, sendo no Brasil a missão de reduzir 50% do números de acidentes. Apesar do aumento significativo do número de veículos e principalmente da quantidade em circulação nas ruas, ocasionado pela popularidade do combustível, o Brasil apresenta uma redução no número de mortes em acidentes de trânsito. Como apresentado em uma palestra pelo Superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Santa Catarina, Carlos Magno Júnior, na cidade de Gaspar com o tema “Nós Somos o Trânsito”, o mesmo afirmou que as mortes no trânsito são exclusivamente causadas pelos seres humanos.

  • Claudio Viera de Moura
    Postado às 22:51h, 09 setembro Responder

    Estamos chegando ao final da DECADA com índices quase batidos, porém não podemos deixar que no final se deixe aprovar medidas como o PL 3267/2019 sem muita discussão nas câmaras temáticas, sem as vozes de todos que um dia iniciaram a luta para a redução da mortalidade. Precisamos diante das circunstancias atuais que o Laboratório se faça ouvir cumprindo a função de órgão consultivo de assessoramento da autoridade nacional de trânsito aproveitando assim a “inteligência da Sociedade Civil às atividades do governo, Motivo de sua criação

  • ELIAS TEIXEIRA PINHEIRO
    Postado às 00:09h, 10 setembro Responder

    ELIAS TEIXEIRA PINHEIRO, Ex-PM, Professor e Ex-Diretor de Trânsito ide Triunfo/RS – Conforme bem colocado pelo deputado Beto Albuquerque, com relação a ausência de autoridades ministeriais na Conferência Mundial para a Segurança no Trânsito, refletindo a importância que o governo dá ao tema, ao que ,., eu gostaria de comentar que isso é o reflexo do que ocorre na unidades da federação e nos municípios, os índices refletem, também, a importância dispensada ao assunto por cada estado e município; Devido a uma experiência pessoal, vivida em 27 meses de mandato como Diretor Municipal de Trânsito, onde foram grandes as dificuldades enfrentadas para simples implantações de sinalização adequada, lombadas, adequação das ciclovias e meios de acessibilidade para deficientes e idosos e, pior ainda, a situação em que se encontra o setor atualmente, com precariedade das vias e sinalizações licitadas e adquiridas nunca foram implantadas, tintas tiveram a validade de uso vencidas no almoxarifado. Por essas e outras o RS tem apresentados índices de insignificantes na redução de mortes no trânsito. Com relação a metodologia prevista na Lei 13.614/18, a sua importância no atual cenário da segurança viária brasileiro, não fica claro como será a avaliação da meta estabelecida estadualmente e nem municipalmente,., Por isso, vejo como de suma importância a atuação do ONSV, através dos seus observadores e futuros observadores, alcançando cada município, para um monitoramento constante dos indicadores de desempenho da segurança viária para que, além de verificar o cumprimento das metas, também seja possível planejar campanhas com foco nos modais de maior necessidade,

  • Oszilene de Freitas Gazoni Ferreira
    Postado às 20:35h, 10 setembro Responder

    É evidente a contribuição do ONSV no planejamento e cooperação entre os órgãos componentes do Sistema Nacional de Trânsito que devem nortear as ações para a obtenção de resultados satisfatórios com relação ao PNATRANS.. A integração de todos é de fundamental importância nesse processo.

  • Laura H. B. de Oliveira Alarcon
    Postado às 21:17h, 10 setembro Responder

    Este artigo, postado em 13 de julho de 2018, mostra no cenário de hoje, a importância ainda maior do Observatório Nacional de Segurança Viária.
    Como vimos recentemente, o novo Governo decidiu rever o Plano Nacional de Segurança do Trânsito (PNATRANS), um programa que foi discutido ao longo de oito anos e foi sancionado, por meio de projeto de lei, em janeiro de 2018.
    Momento de transição de governo com problemas bastante complexos necessita do apoio intelectual de Entidades apartidárias com visão, missão e valores semelhantes aos do Observatório e as recomendações propostas no artigo, demonstram por si só a importância e seriedade dos estudos já realizados e a serem realizados para futuras tomadas de decisões.
    Cabe aos Observadores assistir no que for preciso para o atingimento das metas propostas.

  • Fabia Meireles Veras Oliveira
    Postado às 14:05h, 11 setembro Responder

    Devemos entender por tal disposição que trânsito é o conjunto de deslocamentos das pessoas no espaço público, considerados como bens públicos de uso comum, pelas calça­das e vias públicas, incluindo uma movimentação geral de pessoas e animais, nos mais diferentes tipos de veículos. Entao, é preciso mudar, de fato essa a cultura no trânsito de excesso de velocidade, falta de cinto de segurança e avanço de sinal vermelho.

  • CLESTON ANDRADE CAVALCANTE
    Postado às 15:09h, 11 setembro Responder

    O presente texto se refere sobre a “contribuição do Observatório ao PNATRANS. Pois bem, após breve leitura do texto supramencionado, passei a compreender que trabalhou neste processo com o objetivo de buscar o cumprimento da meta e se coloca à disposição para colaborar com o poder público nesta tarefa. Toda feita, o OBSERVATÓRIO tem participado de diversas audiências públicas promovidas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o FOCOTRANS (Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Trânsito) para discutir todo conteúdo do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS). Ainda, o OBSERVATÓRIO tem realizado estudos a respeito de estabelecimento de metas de redução da mortalidade desde 2014, conforme os links acima exposto.

  • AIRTON ROCHA ALVES
    Postado às 19:25h, 11 setembro Responder

    claramente é possível constatar que ONSV está cada vez mais embuído em contribuir para que ocorra a redução no numero de mortes no trânsito, não só através dos estudos, das pesquisas e das campanhas realizadas, o próprio programa de Observadores certificados, onde vai contar com representantes em varias regiões do Brasil, levando as mensagens, as campanhas educativas, mostrando os dados compilados, também é uma grande contribuição com Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito – PNATRANS

  • savana gardelly silva lopes teixeira
    Postado às 20:50h, 11 setembro Responder

    Parabéns ao Observatório pela grande contribuição e ao deputado Hugo Leal ,ambos um único objetivo.Necessita muito mais do apoio intelectual de Entidades apartidárias com visão, missão e valores.

  • Bianca da Cruz Oliveira
    Postado às 21:05h, 11 setembro Responder

    É papel nosso provocar as autoridades para que se movimentem e se empenhem na melhoraria da segurança viária, pois é uma vergonha observar que poucos dos que constituem o poder legislativo e executivo têm se interessado pelo assunto. No que tange à contribuição do Observatório ao PNATRANS, considero que foram ofertadas recomendações formidáveis.

  • Ana Paula Corrêa Fantin
    Postado às 22:19h, 11 setembro Responder

    Excelentes palavras do Deputado Hugo Leal, pois os acidentes de trânsito lesionam e matam muitas pessoas no Brasil, mas chamá-los de “acidentes” é equivocado, visto que na maioria dos casos não foram eventos inesperados, imprevisíveis e inevitáveis. E, parabéns ao Observatório Nacional de Segurança Viária ao seu empenho em buscar a redução destes índices e a segurança no trânsito.

  • AGUINÉLIA SOUSA
    Postado às 13:03h, 12 setembro Responder

    Ao realizar um planejamento, mesmo que simplificado, as chances de alcançar o objetivo é muito mais efetiva.
    Os sonhos de realizar o impossível ou fazer imediatamente o desejável, muitas vezes fica adiado por anos devido ao planejamento não ser realizado de forma correta e os acontecimentos do cotidiano acabarem postergando a conquista do objetivo – principalmente se não foi passado para o papel. Mas temos que fazer, agora, o que for possível.

  • WALLACE SILVA DE SOUSA
    Postado às 14:33h, 12 setembro Responder

    (abre aspas) Se não fizermos nada estaremos todos os anos contando a mesma história e contando os mortos no trânsito (fecha aspas). Podemos ver que através de atitudes e planeamento bons resultados aparecerão.

  • Priscilla M, Borges
    Postado às 19:21h, 12 setembro Responder

    Todas as acoes de um governo devem ser pautadas por indicadores de quem estuda, conhece e vivencia o transito. Considerar sempre o que especialistas na area tem a dizer sobre o assunto. O Observatorio tem grande responsabilidade ao propor exatamente isso e por isso o valor de sua contribuicao para que obtenhamos os resultados propostos no PNATRANS.

  • Georlize Oliveira Costa Teles
    Postado às 20:34h, 12 setembro Responder

    O artigo expressa muito claramente como a conjunção de esforços é importante. A representação do Legislativo fazendo sua parte: Apresentando proposta legislativa. Enquanto o Observatório fomentando estudos e pesquisas que ofertam elementos que consubstanciam a propositura. Parabéns ao Observatório pelo trabalho.

  • Monique Machado
    Postado às 22:20h, 12 setembro Responder

    Como é necessário o engajamento da sociedade também em prol de um trânsito mais seguro, é preciso ter parcerias, cobranças para se ter resultados. E a criação do Observatório é importante nesta caminhada para empoderar nosso parlamento a criar leis que nos protejam e ter argumentos para defende-las pois é inadmissível ainda pessoas morrerem ao atravessar a rua, ao ir trabalhar.

  • Juliano Benfica Viana
    Postado às 23:38h, 12 setembro Responder

    O PNATRANS criado por meio da Lei 13.614/18 é um importante aliado da sociedade e do governo para juntos reduzir a mortalidade envolvendo acidentes de trânsito, Se tornou um instrumento de politica pública para redução de mortes no transito.

  • Fabiana Dias
    Postado às 01:28h, 15 setembro Responder

    O ONSV é fundamental para que estas ações tenham êxito.

  • Juan Ramón Soto Franco
    Postado às 14:51h, 04 fevereiro Responder

    O plano é ambicioso e sua possível abrangência é pretensiosa, no bom sentido, mas grande parte dos órgãos de trânsito e saúde e seus gestores nos âmbitos municipal e estadual não estão suficientemente preparados e até capacitados para conduzir este processo. Receio que demorá para vermos o plano engrenado e funcionando como se pretende.

  • washington felippe pereira
    Postado às 08:13h, 10 fevereiro Responder

    É certo que o tema trânsito e seus pormenores tem trazido acaloradas discussões no que diz respeito ao número de mortes e feridos. É sabido que uma das problemáticas que mais tem chamado a atenção das autoridades por todo o mundo tem haver também com o trânsito e sua repercussão negativa, pois muito pouco tem sido feito por vários países e o número de mortos tem aumentado gradativamente em regiões importantes. A ONU tem intermediado ações importantes no que diz respeito à redução do número de mortos e feridos e chamado a atenção de vários países para que políticas de redução de acidentes sejam elaboradas. Que a iniciativa do PNATRANS possa dar mais subsídios e colaborar de forma mais significativa para que mecanismos de redução de acidentes sejam elaborados visando colocar o país em um patamar que condiz com uma realidade que até então não é percebida diante dos dados estatísticos apresentados.

  • Claudio kalleder
    Postado às 17:25h, 10 fevereiro Responder

    A participação efetiva do ONSV em questões como o desenvolvimento e a aplicação do PNATRANS é muito importante. A aproximação da Sociedade Civil com os governos, no que diz respeito á observação de fatos e dados verídicos permite a criação de campanhas mais consistentes, com objetivos e metas específicas, que de fato possam surtir os efeitos que delas se espera.

    Essa é a essência e a razão da existência do ONSV: contribuir, com as suas observações e com a expertise de seus membros para em conjunto com os governos, definir políticas públicas que permitam coibrir as metas estabelecidas em compromissos firmados internacionalmente.

    O Brasil ainda mata muito no trânsito Além de mortes, milhares de sequelados, onerando toda a sociedade. Ao somarmos esforços, acredito que ações mais consistentes possam ser criadas e implementadas. É a sociedade no caminho certo: discutir o problema e apresentar soluções. .

  • Luciane Ribeiro dos Santos de Moura
    Postado às 09:43h, 12 fevereiro Responder

    O PNATRANS é o passo importante para ações positivas em torno da segurança viária. Tem objetivo claro e preciso. O que precisa de investimentos é na estatística para que os números se tornem reais. De um lado temos acidentes não registrados e de outro, a falta de leitura concreta do que se tem. Tenho esperança que a metodologia explanada no Plano consiga ser cumprida.

  • LEANDRO CUNHA DA SILVA
    Postado às 11:54h, 12 fevereiro Responder

    O artigo mostra o quanto é importante a atuação do ONSV junto as instituições governamentais, em nome da sociedade civil, através de pesquisas e estudos, que comprovam e dão legitimidade a todas estas ações que tentam de forma muito eficaz mudar estas mortes e lesões ocorridas no trânsito.

  • JOSE ALFREDO BRANDAO E SOUSA
    Postado às 12:18h, 12 fevereiro Responder

    PNATRANS, alinhado com a Resolução ONU para a década de redução de acidentes (2011-2020). Sabemos que não vamos conseguir atingir o objetivo proposto, e me sinto indignado pela ausência de ministros no evento de lançamento, porém me sinto esperançoso, pois o primeiro passo foi dado, com o apoio do ONSV, que foi muito feliz, através das palavras do Sr. Ramalho em afirmar que é um desperdício de dinheiro público gastar com as consequências dos acidentes, que ao meu ver seria muita mais bem utilizado na prevenção, através de políticas públicas direcionadas massivamente ao tema, com verbas encaminhadas às entidades comprometidas com o coleta de dador, análise, estudo e criadora de soluções, onde esta verba não deveria ser considerada como gasto e sim como um investimento social. Parabéns ONSV pela atuação junto ao nosso Governo.

  • Amilton Reis dos Santos
    Postado às 12:30h, 13 fevereiro Responder

    A despeito dos argumento do Deputado Ugo Leal e de outros, destaco a importância do nascimento do Observatório Nacional de Segurança Viária, pelo companheiro José Ramalho.

  • MARCELO WILIANS NEMESIO
    Postado às 19:11h, 13 fevereiro Responder

    Amigos é publico e notório que o transito em nosso país da forma como se encontra pode ser considerado um problema na saúde nacional, por outro lado aqueles que realmente fazem as politicas publicas valerem realmente tratam como simples “ACIDENTES DE TRANSITO’, algo que acontece todos os dias e as unidades de saúde vivem lotadas. Sabemos que a meta determinada pelo PNATRANS, dificilmente sera alcançada, ao fim de 2020, justamente por falta de uma seriedade maior de quem executa as politicas publicas em nosso país.

  • Carlos Henrique Ferreira de Mello
    Postado às 11:02h, 14 fevereiro Responder

    No meu entender, muito mais do que criar metodologias, é introduzir a matéria “trânsito” nos currículos escolares desde o ensino fundamental, Atualmente, o assunto só é visto quando o jovem atinge a maioridade e deseja a CNH. Nos Centros de Formação de Condutores escutei várias vezes a pergunta: “Cai na prova do DETRAN?”. Ou seja, ao candidato a condutor pouco importa o aprendizado. O que vale são os pontos da prova que irá fazer.À matéria “Relacionamento interpessoal”, prevista na Resolução 168/CONTRAN, por exemplo, é dada pouca ênfase. Falar em comportamento solidário no trânsito é motivo de risos.

  • Valter Ferreira da silva
    Postado às 11:29h, 16 fevereiro Responder

    Nos palavras do Deputado Hugo e Beto, restou claro a falta de comprometimento dos nossos governantes ligados diretamente com o tema e outras que não estão ligadas, porém, tem responsabilidade na recuperação dos acidentados. Ainda bem que entidades como o Observatório, surgiram para fechar esta lacuna aberta por parte da administração pública, voltadas para o trânsito. O grande mote desta luta passa pelo artigo 74 do CTB, que após 20 anos de existência de Lei 9.503/97, ainda é ignorado de forma tão absurda.

  • Sidnei Araujo
    Postado às 08:52h, 17 fevereiro Responder

    Parabéns aos idealizadores dos fóruns em convidarem o OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA para tratar das propostas ao Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito – PNATRANS.
    O Observatório tem plenas condições em auxiliar todos que estão comprometidos com a mobilidade segura.
    Só cabe aos responsáveis da gestão pública se conscientizarem e solicitar o apoio de quem realmente entende de segurança viária.

  • FABIO MOUTINHO TURMA 3 Obsv. Certif.
    Postado às 09:05h, 17 fevereiro Responder

    Eu fico a me perguntar porque a insipiência governamental acerca de um tema que é urgente, que ceifa vidas, fere, custa caro, inclusive “dá votos”, e mesmo assim, não é tratado com seriedade e respeito merecidos. Por que a pouca vontade política nos assuntos afetos ao trânsito e seus desafios. Realmente, precisamos de contribuições como essa do ONSV e de um imenso esforço para colocar esse tema em definitivo na pauta do governo e da sociedade em geral.

  • Antônio Peixoto de Melo
    Postado às 19:19h, 19 fevereiro Responder

    A cada artigo que leio sobre a participação do ONSV, sinto-me estimulado em participar de forma mais intensa. Tendo em vista que o objetivo é sempre grandioso. Ou seja, REDUZIR O NÚMERO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO. Diante do que foi mencionado, venho refletir sobre Educação. Assim, o contexto do assunto me faz lembrar do mestre Paulo Freire. Se a educação sozinha não transforma a sociedade…sem ela, tampouco a sociedade muda. (Paulo Freire)
    Portanto, acredito em uma mudança no mínimo razoável mediante um processo educacional onde os alunos se deleite desse assunto nos bancos escolares. Sonho um dia em integrar o trânsito nos PPP (Projeto Político Pedagógico ) de todas as escolas do Brasil.

  • Elmir Jorge Schneider
    Postado às 09:15h, 23 fevereiro Responder

    Toda proposta/projeto, que trata da redução de acidentes no trânsito é válida. Porém, o que se identifica ainda no Brasil, que o governo não tem dado a importância necessária para atingir estes objetivos. O que se tem visto no trânsito é um aumento nas fiscalizações para tentar reduzir as imprudências que ocorrem nas estradas, apesar de válidas estas ações, ainda é preciso fazer muito mais e pensar em projetos a médio e longo prazo. Como por exemplo, investir mais em educação para o trânsito no sentido de conscientizar as pessoas e mudar os hábitos para uma cultura de segurança no espaço viário.

  • JOSE EDIVO PEIXOTO FILHO
    Postado às 15:43h, 25 fevereiro Responder

    Ficou clara a preocupação do Deputado Hugo Leal ainda no ano de 2009 quanto aos índices alarmantes de mortes no trânsito no Brasil. Com a iniciativa do PNATRAN a redução no quadro de mortos deveria ser bem visível, porém os índices apesar de reduzidos em 4% ainda são extremamente altos. É preciso que os governantes vejam o transito como um simples “construir vias” é urgente a causa! Parabéns ONSV pela brilhante iniciativa!

  • Bruna de Oliveira Seiboth
    Postado às 09:33h, 26 fevereiro Responder

    É de suma relevância a criação de projetos relacionados a prevenção de acidentes no trânsito e a conscientização de que precisamos de uma educação de qualidade. Porém, não podemos esquecer de após implantar os projetos, monitorar pra obter resultados positivos e comprovar que o mesmo é eficaz.

  • ANTONIO CARLOS GOMES
    Postado às 10:58h, 26 fevereiro Responder

    PARABÉNS AO DEPUTADO HUGO LEAL POR ESTAR A FRENTE DESTA LUTA CONTRA AS MORTES CAUSADAS NO TRANSITO E A JOSÉ AURELIO RAMALHO A FRENTE DO ONSV,COLETANDO DADOS COM SUA EQUIPE PARA DIMINUIR O SOFRIMENTO DE FAMILIARES E PAIS QUE POR SUA VEZ PERDE SEUS ENTES QUERIDOS.

  • Mauro Silva - Recife/PE
    Postado às 23:23h, 29 fevereiro Responder

    Haverá sempre a necessidade do estabelecimento de metas e redução de mortes no trânsito a partir de índices de mortalidade por habitantes e por veículos nos estados e está contribuição sempre será recorrente ao ONSV No que diz respeito à essas questões sobre a metodologia do estabelecimento de metas, com base no conhecimento sobre o assunto, e o OBSERVATÓRIO sempre terá recomendações a serem feitas.

  • Samir Moussa
    Postado às 22:31h, 01 março Responder

    Muito importante esse Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no trânsito, pois com o aumento da frota brasileira deve ser colocado cada vez mais em prática esse plano, como também ser divulgado e cobrar a participação dos órgãos públicos e privados, ao meu entender as montadoras que existem em nosso país devem participar desses projetos como um mantenedor.
    Em relação a CONTRIBUIÇÃO DO OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA AO PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS é de grande valia pois o ONSV esta focado nesse assunto e com isso tem muito no que contribuir pois hoje o observatório tem muita credibilidade.

  • Priscila Sauthier
    Postado às 22:38h, 01 março Responder

    A Lei nº 13.614/2018 criou o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesão no Trânsito, determinando aos integrantes do Sistema Nacional de Trânsito o dever de agir prioritariamente na redução das mortes causadas no trânsito. Considerando a importância do tema, frente aos valores internacionais de segurança no trânsito e a realidade brasileira, o Observatório está contribuindo com o levantamento de informações essenciais para a ocorrência de mudanças. Mais uma iniciativa admirável.

  • HELIO DIAS DE SOUZA
    Postado às 22:53h, 01 março Responder

    Em 2010, José Aurélio Ramalho começava a delinear o que o nobre Deputado Hugo Leal, já vinha abordando de forma incansável desde que era Diretor do Detran-RJ. ocorre que as barreiras que temos nos meandros da Justiça e na Política, continuam até hoje a “emperrar a máquina” que todos os técnicos e interessados responsáveis, tentamos fazê-la funcionar para que caia drasticamente os números absolutos de ocorrências de trânsito que continuam a sequelar e tirar indiscriminadamente as vidas de nossos cidadãos e cidadães brasileiras.

  • Diego da Silva marques
    Postado às 15:37h, 02 março Responder

    A realização da ações focadas na segurança através do Observatório e do PNATRAN são de extrema relevância para que o assunto trânsito continue permeando as esferas federais, Estaduais e Municipais de todo País. Infelizmente ainda em nosso País não há uma preocupação direta com o resultado desastroso dos índices de acidentes e mortes. é fundamental essa luta de preservarmos Vidas ser uma bandeira Política de todos os partidos.

  • Joaquim Alves do Carmo
    Postado às 21:51h, 02 março Responder

    Muita gente trabalhou para o desenvolvimento do PNATRANS, uma das metas era a diminuição das velocidades nas vias. O governo atual trabalha para a diminuição dos radares nas rodovias contrariando tudo aquilo que já foi estudado sobre o assunto. Não podemos ficar a mercê de governos, temos que ter dirigentes técnicos para que isso não continue a acontecer..

  • Alex Pinheiro Sessim
    Postado às 09:48h, 04 março Responder

    A fala do Dep. Beto Albuquerque é muito pertinente, pois se não tivermos Leis que regulamentam as ações que devem ser tomadas, no próximo ano continuaremos a contar os mortos.
    O ONSV trás os dados para tomar as decisões, trás os projetos que podem funcionar para cada assunto relevante no trânsito das cidades, trás alternativas educacionais para conscientizar o usuários…
    Agora precisa de suporte governamental para agir.

  • João Batista da Silva Neto
    Postado às 15:53h, 04 março Responder

    Ótimo artigo com dados muito precisos e recorrentes na atualidade. Parabéns à equipe do Observatório Nacional de Segurança Viária!

  • Jolseley Marcio Barbosa
    Postado às 16:13h, 04 março Responder

    Vejo o ONSV sempre buscando contribuir para um transito mais seguro e nao é diferente o que tem buscado fazer para o PNATRANS atingir suas metas e objetivos, fazendo estudos, pesquisas, apresentando estátisticas, participando de congressos, eventos, fóruns em diversas partes do mundo. porem estamos a merce novamente de politicas publicas para termos sucesso, e como sempre a guerra de interesses dos nossos políticos sempre fala mais alto, ão poucos que realmente tem preocupação com áreas de tanta importância para a população.

  • Jose Antonio de Almeida
    Postado às 18:51h, 04 março Responder

    “Segundo a Lei 13.614/18, até 10 de agosto de cada ano, os CETRAN, CONTRADIFE e PRF devem enviar suas respectivas propostas de metas de redução da mortalidade para o CONTRAN” Este compromisso foi assumido pelos órgãos?

    As propostas do OBSERVATÓRIO foram postas em prática?

  • Edenilton Barros Ferreira
    Postado às 22:34h, 04 março Responder

    ENTENDO QUE A PRESENÇA DO ONSV UNIDO-SE AO PNATRANS É UM FEITO DE GRANDE IMPORTÂNCIA, E QUEM SAI GANHADO É SOCIEDADE, A UNIÃO DOS ÓRGÃOS PUBLICO COM EMPRESAS PRIVADAS ONDE COMPARTILHAM PESQUISAS E PROJETOS VISANDO A QUALIDADE DE VIDA NO TRÂNSITO, ACREDITAMOS QUE DEVEMOS USAR TODOS OS MEIOS E FERRAMENTAS DISPONÍVEIS PARA QUE POSSAMOS VENCER ESTA GUERRA QUE É A MORTALIDADE NO TRÂNSITO DO BRASIL, PARA ISTO SE FAZ NECESSÁRIO O ENGAJAMENTO DE AUTORIDADES COMO A PRESENÇA DE MEMBRO NA CATEGORIA DE REPRESENTANTE DA SOCIEDADE (DEPUTADOS, E OUTROS) E QUE TENHA CONHECIMENTO PARA QUE ESTAS INFORMAÇÕE COMPARTILHAS SIRVA DE PARÂMETRO PARA TOMADAS DE DECISÕES PARA SEGURANÇA NO TRÂNSITO E QUE VENHA MAIS ENTIDADES COM MISSÃO DE REDUÇÃO DE ACIDENTES E DE PRESERVAÇÃO DA VIDA HUMANA E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

  • SOLANGE RIBEIRO DA SILVA
    Postado às 18:07h, 08 março Responder

    Com todas as informações obtidas nas pesquisas do Observatório, temos a produção de conhecimento da real situação do trânsito em nosso país, e esses dados, irão sempre mostrar o que esta acontecendo hoje, criando uma imagem realista do trânsito, possibilitando-nos a colocarmos a mão na massa e criar novas estratégias de PREVENÇÃO, e não só apenas colocar dados, aprofundando mais um degrau para uma construção contínua de um transito melhor.

  • KENEDY SANTOS PEREIRA
    Postado às 22:52h, 09 março Responder

    O ONSV, com toda sua credibilidade, devido o seu trabalho sério, vem compilando todos os dados para mostrar a REAL ( ou chegar mais próximo ) de mortes no trânsito. Um triste cenário que temos que mudar . Os números são assustadores, mas para alguns não são suficientes para gerar a mudança de comportamento .

  • Antônio Peixoto de Melo
    Postado às 23:31h, 09 março Responder

    O problema que envolve mortos e feridos no Brasil é extremamente sério. Diante disso, acredito que estes números serão reduzidissimos com implantação do Programa Educa nas Escolas Públicas e Privadas todo o Brasil. Outro ponto importante seria primeiro qualificar os professores e logo integrar o Programa Educa ao PPP- Projeto Político Pedagógico em todas as Escolas. O ONSV já atingiu um grau de credibilidade elevadíssimo no Brasil e mundo a fora, portanto agora, este é o momento de investir nesta ideia com mais energia junto ao Poder Público.

  • ALINE CECCONI
    Postado às 12:48h, 10 março Responder

    Vejo que essas mortes no trânsito acabam se tornando apenas números e estatísticas, sem dar a devida importância a vida que estava por trás disso, É necessário dar ênfase a isso e esclarecer que essas mortes não precisavam ter acontecido, se cada um fizesse o seu devido papel no trânsito. Concordo plenamente com o deputado Hugo Leal quando ele diz que essas mortes não são acidentes. Pois são ocasionadas por um erro de alguém, por um desrespeito as leis que todos devem seguir,
    Acredito que ONSV é a entidade mais apropriada do assunto para ajudar a criar estratégias para diminuir o número alarmante de mortes no trânsito.

  • José Luiz Britto Bastos
    Postado às 17:15h, 10 março Responder

    Concordo plenamente com o deputado Hugo Leal, quando diz que é “equivocada a expressão acidente de trânsito, porque eventos que matam, ferem e mutilam não podem ser chamados de acidentes. Acidente é todo o fenômeno inesperado, imprevisível e inevitável. Já um atropelamento por avanço de sinal ou excesso de velocidade, uma colisão frontal por culpa de uma ultrapassagem indevida ou por reações retardadas de quem bebeu e pegou no volante são, na realidade, ações deliberadas de quem foi negligente, imprudente ou que desrespeitou as leis de trânsito”. Mas, é assim que as pessoas tratam os “acidentes de trânsito”. Não é por outra razão que a Suécia adotou a “Visão Zero” em 1997, que é uma forma de compreender e desenvolver um Sistema Seguro de mobilidade, tendo sido incorporada na Lei de Trânsito Viário pela maioria do Parlamento Sueco. A Visão Zero se baseia na premissa que nenhuma morte prematura é aceitável, entendendo que a vida humana é principal prioridade. Essa política reconhece que os erros humanos são inevitáveis. Nesse sentido os reguladores do sistema de vias e transporte “devem fazer tudo que estiver a seu alcance para garantir a segurança de todos os cidadãos. No trânsito ninguém deve morrer ou se ferir. Preocupada com a tragédia dos acidentes de trânsito no mundo a ONU na Conferência Mundial para a Segurança do Trânsito em Moscou em 2010, com a participação de 150 países, incluindo o Brasil, propõe a criação de 2011/2020 como a Década de Ações para a Segurança no Trânsito. Nessa mesma época foi criado o ONSV, com a mesma finalidade, reduzir acidentes de trânsito e preservar vidas. Em 2018 o Brasil cria o Plano Nacional de redução de Mortes e Lesões no Trânsito – PNATRANS, com o objetivo de estabelecer metas e redução de mortes no trânsito a partir de índices de mortalidade por habitante e por veículo nos Estados e por parte da própria Polícia Rodoviária Federal. Nesse contexto insere-se a colaboração da equipe do Observatório Nacional de Segurança Viária no PNATRANS.

  • GILSON DE JESUS CARDOSO
    Postado às 20:52h, 10 março Responder

    O papel e a contribuição do ONSV sempre é essencial e nobre, o que preocupa em todos os acordos que o Brasil participa é a falta de continuidade dos objetivos propostos, não sabemos trabalhar com isso, muda-se o os políticos por eleição, arquiva-se tudo de bom que estava em andamento e nunca conseguimos chegar a resultados a longo prazo infelizmente, pois principalmente planos na área de trânsito são projetados e planejados para serem desenvolvidos em décadas no mínimo.

  • Geraldo Medeiros Filho
    Postado às 19:44h, 11 março Responder

    Apesar da boa vontade de alguns agentes, entre estes o OSNV, não havendo interesse dos gestores, não haverá resultados positivos continuados.
    O Deputado Beto Albuquerque bem frisou que “a ausência de autoridades ministeriais como definia o evento, reflete a importância que o governo dá ao tema, lembrando que o Brasil é o quinto país no ranking mundial dos que mais matam no trânsito”. Isto demostra a falta de interesse de nossos gestores em agir para a segurança no trânsito. Não há interesse, e esta falta de interesse se reflete em âmbito municipal, onde para não se indispor com o eleitor pela aplicação de multas, os gestores deixam de fiscalizar o trânsito.
    A partir do momento em que tivermos gestores comprometidos, os resultados aparecerão.
    Apesar de tudo os esforços devem continuar, na tentativa de conscientizar para construir um trânsito seguro.

  • FLAVIA VEGH BISSOLI
    Postado às 13:34h, 13 março Responder

    O nosso país infelizmente adormece na prioridade de segurança viária, execelente a posição do Ramalho no sentido de colaborar, inslcusive com metodologia, projeto, ou seja, realmente esquadrinhando o probelma a forma de combate , prevenção e acompanhamento de resultados.

    Não ficando inerte a pandemia que estamos sofrendo com o reflexo de mortes e acidentes de trâsnito em todas as esferas em emocional, psiquica, financeira, etc.

  • Alexander Ferreira de Magalhães
    Postado às 17:41h, 14 março Responder

    Evidencia-se mais uma vez, a forte atuação do ONSV junto aos gestores com o fito de influenciar na tomada de decisões de ordem pública que colaborem para a redução do número de acidentes de trânsito e de suas vítimas, ao sugerir metodologia para o estabelecimento de metas do PNATRANS.
    Concordo com o Ramalho, Diretor do Observatório, no que tange ao mérito da iniciativa do PNATRANS e sua relevância no atual cenário da segurança viária brasileiro, contudo, não se pode deixar de considerar que a questão dos acidentes de trânsito, no país, ainda não é tratada com a pertinência e importância devida por parte de gestores e legisladores. Cito o fato de que, em 2010, o Brasil se comprometeu perante a ONU a reduzir pela metade o número de óbitos decorrentes de acidentes de trânsito até 2020, porém, somente em 2018 é que foi assinada a Lei 13.614/18 que instituiu o PNATRANS, ou seja, 08 anos depois. Além disso, como ressaltou Ramalho, sem uma definição clara quanto à metodologia de aferição das metas estaduais de redução. Evidencia-se, pois, a reação tardia do governo para o alcance da meta acordada, a qual se encontra seriamente comprometida.
    Essa perspectiva de ordem pessimista é endossada pelos dados enunciados pelo Ministério da Saúde, que aponta que o Brasil apresentou uma redução de apenas 4% no número de mortes no trânsito de 2015 para 2016, com um total de 37.345 mortes, redução esta que se encontra muito distante dos 50 % acordados para 2020 e que pelo cenário existente, dificilmente será atingida.
    Sem a adoção de uma política pública voltada para a causa da redução da mortalidade no trânsito brasileiro o desafio se torna cada vez maior. Entretanto, corroborando as palavras do Deputado Hugo Leal, de que “não sendo possível fazer de imediato o necessário e desejável, é preciso fazer o que for possível agora”, acredito que o próprio PNATRANS pode se consolidar como início de implementação, em definitivo, dessa política pública tão necessária para o Brasil.

  • Paulo Adriano Ferreira Alves
    Postado às 14:46h, 16 março Responder

    Parabéns mais uma vez ao ONSV, por sua grandiosa atuação na esfera da segurança do transito, e um contraste ao ilustríssimo Deputado Hugo Leal, que com maestria definiu a diferença entre acidente e crimes, ocorridos diariamente no transito.

  • (FREDY) CARLOS FREDERICO TEJADA
    Postado às 19:58h, 17 março Responder

    Serão completados 10 anos do pronunciamento do Deputado Hugo Leal, diga-se de passagem, absolutamente correto. Nesse período, os envolvidos com a questão acidentes de trânsito, motivados ou não pelo discurso e o estabelecimento da Década de Redução de Acidentes de Trânsito pela ONU salvaram muitas vidas com suas ações, em última análise humanitárias. Excelente!
    Entretanto, observando a grande distância entre a realidade que estamos e os números que devemos atingir ao findar a década vejo que, mesmo implantadas todas as propostas seguiremos com estes números inaceitáveis. Imagino que somente um movimento coordenado nacionalmente como o ONSV conseguirá concatenar todas as forças do país para chegarmos aos índices de primeiro mundo. Mesmo que consideremos utopia concretizar algo desse porte, as ações do ONSV já contribuem de forma crescente para a redução de acidentes conforme comprova ano a ano a repercussão do seu trabalho.

  • Leandro de Oliveira Machado
    Postado às 11:49h, 18 março Responder

    Se torna claro que para mudarmos de fato o cenário do trânsito brasileiro, precisamos de ações eficazes, e de leis que possam garantir o cumprimento das normas de circulação e conduta. Planos, estratégias, projetos, diretrizes entre outras ações devem ser tangíveis e terem seu efeito a curto prazo, não podemos ficar estagnados na burocracia sistêmica, precisamos resolver e colocar em prática imediatamente planos de ações, afim de mudar a conduta e comportamento dos envolvidos no trânsito, com o foco em preservar vidas e consequentemente diminuir os gastos públicos com saúde.

  • Nádia Sudário
    Postado às 19:38h, 18 março Responder

    A redução do número de de acidentes e de mortes no Brasil, ainda é um desafio. Porém, ações conjuntas já tem mostrado resultados bons, principalmente no campo da educação para o trânsito. Infelizmente, os dados expressados pelos órgãos de gestão de trânsito, fiscalização e pronto socorro podem não revelar a realidade atual dos índices.

  • JOSÉ VANILSON ABREU DA SILVA
    Postado às 19:39h, 18 março Responder

    Antes de 2010 quase não se falava dos perigos no trânsito,não porque eles não existiam,mas por falta de alguém com tamanha capacidade e interesse para tal estudo, com a criação ONSV as coisas tomaram outros caminhos, as ações e estudos técnicos liderados pelo observatório vem aos poucos mudando esse cenário violento que é o trânsito em nosso país

  • Luciano Souto
    Postado às 12:43h, 23 março Responder

    A contribuição de Observatório é de suma importância,pois trazem dados técnicos bem embasados e que dão subsídios necessários e orientam o norte que deve ser seguido nas ações necessárias a redução da acidentalidade.
    Temos em grande parte do nosso país e em muitas cidades o desconhecimento e falta de preparo suficiente para tratar o tema trânsito com a devida seriedade e responsabilidade.
    O tema trânsito cada vez mais necessita de organizações e pessoas capacitadas que possam conduzir toda a cadeia de ações de educação,fiscalização e engenharia para que possamos alcançar os objetivos de salvar vidas no trânsito.

  • Jackeline Silva dos Santos
    Postado às 09:11h, 24 março Responder

    Transcrevo aqui, as falas do Deputado Hugo Leal:
    “[…]eventos que matam, ferem e mutilam não podem ser chamados de acidentes. Acidente é todo o fenômeno inesperado, imprevisível e inevitável. Já um atropelamento por avanço de sinal ou excesso de velocidade, uma colisão frontal por culpa de uma ultrapassagem indevida ou por reações retardadas de quem bebeu e pegou no volante são, na realidade, ações deliberadas de quem foi negligente, imprudente ou que desrespeitou as leis de trânsito.”
    à partir disso, podemos pensar sobre o comportamento e a falta de comprometimento também da sociedade civil, que aliada ao desleixo das entidades públicas (algumas), impossibilitam o País a avançar nos programas criados para a redução de mortalidades e acidentes viários.
    Sou da área de Educação na formação de agentes fiscalizadores e também de condutores profissionais, mas tem outro papel que desempenho que é o da fiscalização de trânsito e os Srs não fazem noção de quantas vezes por dia recebo as famosas “carteiradas” e sem nenhum medo, eu logo pergunto: o que a “carteira” traz de diferente na aplicação da Lei? Incentivo inclusive que o cidadão abra um PAD em meu desfavor por eu estar cumprindo o que a Lei determina… As pessoas ainda não se deram conta da seriedade e da complexidade do trânsito.
    o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito veio para nos auxiliar no combate ao crescimento dos índices de acidentes bem como o Observatório Nacional de Segurança Viária – ONSV vem buscando contribuir de forma esplendorosa com suas pesquisas e implantações de ferramentas de controle como a alimentação de programa que consegue estudar em loco os índices de acidentes numa determinada região de sua cidade, compilando dados estatísticos para que novos estudos e medidas sejam tomadas.
    Precisamos agora que toda a sociedade juntamente com as Autoridades se mobilizem em colocar em prática o que se faz necessário para alcançarmos as metas estabelecidas: O PACTO PELA VIDA E PELA SEGURANÇA VIÁRIA!

  • ROSITANIA PEREIRA DE FARIAS
    Postado às 17:03h, 24 março Responder

    Levando em consideração o principal objetivo do PNATRANS, qual seja a redução dos índices de mortes no trânsito, foram excelentes as recomendações do Observatório Nacional de Segurança Viária. Dentre as recomendações do Observatório, a divisão das unidades federativas em agrupamentos semelhantes mostra-se fantástica, tendo em vista que representa uma forma de individualizar/personalizar as medidas adotadas para adequar a realidade de cada localidade. Bem como, o monitoramento constante da situação viária é excelente, como forma de garantir a efetividade das ações adotadas. Nesse sentido, o estabelecimento de metas proposto pelo Plano Nacional tende a ser enriquecido com a contribuição do Observatório, o qual demonstra um compromisso com a segurança viária.

  • Edirley Fernandes Cardoso
    Postado às 12:01h, 25 março Responder

    Planejar é preciso… As ações de redução de lesões e mortes no trânsito, trata-se de uma questão de saúde pública e segurança viária que precisam de mais soldados para enfretamento e redução desta chaga social. Pois a causa requer mais educação, fiscalização e condições viárias adequadas para que estes números vexatórios deixem a estatística.

  • EVANDRO SIEBRA DA SILVA
    Postado às 15:15h, 25 março Responder

    Muito pertinentes as palavras do Deputado Hugo Leal, trazendo para o debate junto ao Legislativo de um assunto que deveria ser de discussão: mortes no trânsito. Bem argumentado também o que não pode ser definido apenas como “acidente de trânsito”, uma vez que mortes foram causadas por negligência de quem agiu deliberadamente contra as regras do CTB. Parabéns ao ONSV por estar junto nessa luta por melhorias do nosso trânsito.

  • HIDERALDO RODRIGUES GOMES
    Postado às 17:16h, 25 março Responder

    Como disse o Sr. BENEDITO LUIS DE FRANÇA, cada município tem sua particularidade, e portanto se faz necessário estudos estatísticos, inclusive comportamental de cada município dentro do chamado cluster, vez que a falta, hoje, de contribuintes, observadores ou profissionais qualificados em cada município é humanamente impossível, portanto traçar metas e ações naqueles municípios similares é significativo no contexto geral,.

  • Regiani Juciani Lacerda
    Postado às 12:08h, 26 março Responder

    Totalmente incontestável a contribuição do Observatório no plano de redução de mortes e lesões, da implantação ate a data de hoje Jose Aurélio Ramalho tem alavancado um verdadeiro exercito para que os números sejam cada vez menores.

  • Gilson Tude da Rocha
    Postado às 14:45h, 26 março Responder

    Lendo o texto vejo quanto a preocupação nossa em reduzir esses eventos danosos, Devemos mostrar aos nossos condutores que neste trânsito atual, se queremos chegar nas reuniões, bater ponto na empresa´transportar nossos clientes devemos nós condutores de motos, automóvel, carreta, bitrem,hoje não tem horário e sim previsão para que possamos ,porque quando o evento acontece acabou a pressa .

  • STALEN HUALANS MENEZES FELINTO
    Postado às 16:11h, 27 março Responder

    O desenvolvimento de medidas como a criação dessa política pública demonstram que nossos esforços podem ter repercussão, o que nos estimula a não abandonar a verdadeira causa. Parabéns a todos os envolvidos no ONSV por todo empenho e a cada pesquisador pela árdua tarefa que é realizar estudos técnicos mesmo com a pouca visibilidade que a ciência tem no Brasil. No entanto, é de se preocupar quais rumos nosso país tem tomado nos últimos tempos, estejamos alertas e cientes da nossa responsabilidade enquanto sociedade civil organizada, pesquisadores e profissionais do trânsito.

  • Elequicina Maria dos Santos
    Postado às 14:04h, 28 março Responder

    O comentário de Abimada Bevieira é por demais interessante, quando explicita o compromisso do ONSV, no sentido de oferecer orientação por demais necessária à prestação de serviços, bem como, no compromisso desse Órgão no estímulo ao desenvolvimento organizacional, visando um trânsito mais seguro. Vale destacar a ênfase nas questões cidadãs, que embasa o desenvolvimento de projetos e programas educativos do trânsito.

  • Elidiana Flávia Pereira Leão
    Postado às 15:40h, 28 março Responder

    O que mais impressiona na apresentação desse artigo é a lacuna que há entre o pronunciamento do deputado federal Hugo Leal na Câmara dos Deputados em Brasília, após retorno da comitiva que esteve em Moscou no ano de 2010, quando decretada a Década de Redução de Acidentes de Trânsito pela OMS / ONU, e a aprovação da Lei 13.614/18 em 11 de janeiro de 2018, que criou o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito – PNATRANS, cujo objetivo é estabelecer metas anuais de redução do índice de mortos por grupo de veículos e do índice de mortos por grupo de habitantes. Sem dúvida, o ONSV tem muito a contribuir com o PNATRANS, com os resultados dos estudos e pesquisas que são realizados por ele.

  • NORBERTO FIUZA DE CAMPOS
    Postado às 23:16h, 28 março Responder

    Com a manifestação do referido arrazoado, o Observatório demonstra sua pró-atividade e efetividade ancorado em seus eixos fundamentais: Estudos e Pesquisas (embasamento), transformando-os em Dados de Informações (formando um posicionamento sólido), que gera Educação (informação/comunicação), resultando no Advocacy, subsidiando e buscando influenciar nas decisões de ordem pública, na construção de leis e no caso em comento, propondo algumas recomendações, no que diz respeito às questões sobre a metodologia do estabelecimento de metas, com base no conhecimento sobre o assunto.

  • DANIELA FERNANDA CORGOZINHO
    Postado às 01:46h, 29 março Responder

    Quando se apresenta dados com embasamentos e conhecimentos , o caminho é seguir os que os especialistas sugerem. Parabéns a todos que redigiram esse texto para a audiência, nele conta toda a realidade do trânsito Brasileiro.

  • Edson Antonio Lamin
    Postado às 17:01h, 29 março Responder

    Toda a sociedade tem que se engajar nessa epidemia, pois não podemos aceitar tantas vidas perdidas em “acidentes de trânsito”.
    Que bom que surgiu o Observatório, pois deu se a oportunidade de vários cidadãos se tornarem Observadores e consequentemente fazer um trabalho que por muito tempo esperávamos do Governo. Sendo que o mesmo nem enviou representante para um evento de tal importância.
    Creio que as penalidades tem que ser mais severas, como em outros países… EUA, Canadá…
    Cometeu crime de trânsito é preso, cumprir a pena… no Brasil o que vemos é a impunidade que impera. Dificilmente vemos alguém preso porque se envolveu em crime de trânsito, paga se uma fiança , responde o processo em liberdade e nada mais, continua com seus direitos, principalmente de ir e vir, já pra quem veio a óbito, fica as lembranças pelos familiares e o sentimento de impunidade.
    É aquela história ficar secando gelo…

    Mas, não podemos nos desanimar não, pelo contrário, vamos nos fortalecer num exército para diminuir esses índices no nosso país. Ser mais um, na qual historinha do beija flor ter que apagar um incêndio, vamos fazer nossa parte e assim nos fortalecermos cada vez mais.

  • Tatiane D Oliveira Luiz
    Postado às 17:59h, 29 março Responder

    Primeiramente bem observado as palavras do Deputado Federal Hugo Leal. no trânsito não tem acidente, grande maioria das fatalidades ocorre por violação as normas de circulação viária. Quanto as metas são de extrema importância, o índice de veículos continuaram diariamente aumentando em contrapartida não podemos aumentar a quantidade de vias, consequentemente o excesso de veículos causam enorme transtorno para uma mobilidade viária segura, o que depende de muito planejamento. Assim, nasce o observatório instituição que esta mostrando para que surgiu e comprovando através dos índices que já relatam a redução. É necessário pensarmos no amanhã.

  • EDSON JAMES RASERA
    Postado às 22:09h, 29 março Responder

    Importantíssimo e valiosa a proposta do Observatório em relação ao trabalho em relação a busca da redução de acidentes e mortes no trânsito, não podemos generalizar, mas a verdade é que os gestores públicos não dão a devida importância para a questão. Para reduzir as mortes no trânsito, sim, precisamos de números e informações concretos sobre elas, como, onde, quais as causas, quem, para isso é necessário centralizar as informações. Todo cidadão falecido precisa de seu atestado de óbito, se nele constar a causa morte (origem acidente de trânsito) e esta informação for obrigatória por lei subir para uma central nacional, acredito que saberíamos com mais precisão o número de mortes no país. Será necessário integrar vários setores, sim, não será fácil, não, mas é necessário mudar os procedimentos, torná-los obrigatórios, objetivos e ágeis, com informações a todo momento para tomada de ações rápidas.

  • André ferreira dos Santos
    Postado às 19:29h, 30 março Responder

    Meus parabéns pela excelente CONTRIBUIÇÃO DO OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA AO PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS
    Por meio da Lei 13.614/18 é um importante aliado da sociedade e aos governos para reduzir a mortalidade envolvendo acidentes de trânsito, Há ONSV, com toda sua credibilidade, devido o seu trabalho sério, vem trazendo dados para mostrar o numero de mortes e feridos no trânsito. Cenário que temos que mudar porque os números são assustadores, mas para alguns não são suficientes para gerar a mudança de comportamento outros só aprendem depois de muitas multas. Mais sigamos juntos orientando e difundindo a educação no trânsito para conseguirmos mudar esse a sombroso senário. Parabéns ao ONSV pelo plano de redução de mortes se unirmos forças todos junto nessa luta por melhorias do nosso trânsito.

  • Ronaldo Ivan da Cruz Mesquita
    Postado às 13:27h, 31 março Responder

    Os objetivos do PNATRANS é bom, porém existem ainda falhas, quanto a coleta de dados sobre os acidentes e os fatores que o provocam. De fato ainda não existe uma precisão melhor sobre essas informações.
    .A metodologia proposta pelo Observatório com certeza irá melhorar e contribuir muito com o sistema nacional de trânsito. Dará qualidade e eficiência na transmissão de informações que ainda tem várias falhas. Se cada município fizer a sua parte de maneira clara e eficiente e de imediato essas informações forem para o banco de dados do Estado e esse por sua vez de imediato informar o DENATRAN, já alcançaremos bons resultados. Agora a precisão dos dados é fundamental, pois hoje, muitas pessoas que vão a óbito em consequência de um acidente de trânsito e depois ficam um período nos leitos hospitalares e depois que vão a óbito, esse óbito não aponta como causa o acidente de trânsito, embora tenha sido.
    Muitos acidentes (os de pequena monta e lesões leves) os condutores dos veículos fazem um acordo prévio e vão embora sem que o órgão de trânsito de competência sobra a via tenha informação sobre esses acidentes, uma falha que acontece, por falta de agentes fiscalizadores, pela distância de deslocamento e algumas vezes até por desinteresse do agente fiscalizador, dependendo do tipo de acidente. A contribuição do Observatório é de grande importância, irá alavancar o caminho correto para informações mais precisas e atualizadas e com a tomada de decisões mais rápidas para minimizar e até solucionar problemas que provocam acidentes, .

  • Ronald Vittal
    Postado às 13:51h, 31 março Responder

    Como citado é necessário uma PADRONIZAÇÃO NACIONAL NA ESTATÍSTICA DE ACIDENTES DE TRÂNSITO. É necessário melhorias significativas nas estatísticas de acidentes de trânsito, desde a coleta fidedigna dos dados, até o tratamento dos mesmos.

  • Delnandina MMMonteiro
    Postado às 17:06h, 31 março Responder

    De extrema importância a Contribuição do Observatório Nacional de Segurança Viária ao Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito-PNTRANS. Não haja dúvidas de que os problemas de trânsito são graves e exigem soluções rápidas. É fato: o “desperdício de dinheiro público empregado nas consequências dessa violência”, se transferidos os valores para segurança, habitação e saúde, a situação atual seria diferente. Nos chama atenção também à ausência de ministros presentes à Conferência Mundial promovida pela ONU em Moscou, total falta de interesse público pelo evento de tamanha grandeza.

  • Marcia Cristina Araújo Pereira
    Postado às 14:33h, 02 abril Responder

    Achei geniais as propostas do ONSV quanto a divisão das unidades federativas em clusters (agrupamentos por semelhança), e a
    definição de uma unidade da federação como Benchmark de cada cluster a partir da menor taxa de mortes/10 mil veículos apresentada para estabelecer as metas das demais unidades da federação de seu respectivo cluster. Espero que seja posto em prática na elaboração da metodologia a ser seguida pelo PNATRANS.

  • MARGARETH GRAMACHO FADIGAS
    Postado às 22:19h, 02 abril Responder

    Numa iniciativa consciente e tempestiva foi elaborado o PNATRAN, como desdobramento no Brasil do pacto que lançou a Década de Redução de Acidentes de Trânsito. Uma das coisas que mais me chama atenção neste artigo é descaracterização do termo ‘acidente de transito’ pelo deputado Hugo Leal: ” eventos que matam, ferem e mutilam não podem ser chamados de acidentes. Acidente é todo o fenômeno inesperado, imprevisível e inevitável. Já um atropelamento por avanço de sinal ou excesso de velocidade, uma colisão frontal por culpa de uma ultrapassagem indevida ou por reações retardadas de quem bebeu e pegou no volante são, na realidade, ações deliberadas de quem foi negligente, imprudente ou que desrespeitou as leis de trânsito”.
    O artigo me alerta também para o fato de que não atingiremos a meta pactuada de redução de 50% de mortes no trânsito. mesmo tendo conhecimento de que o prazo foi ampliado, entendo que os órgão governamentais precisam rever PNATRAN. talvez desdobrando-o em planos Estaduais mais agressivos, no sentido de adotar medidas ainda mais radicais de controle de velocidade, alcoolemia, não pelo compromisso com a meta, mas pelo compromisso a vida,

  • MORGANA GARIBALDI DIEFENTHAELER
    Postado às 23:11h, 02 abril Responder

    Já passou da hora de o Brasil tomar iniciativas sérias para conter o avanço desta epidemia chamada “trânsito”, com a qual infelizmente ‘já nos acostumamos’. O PNATRANS foi um primeiro passo nesse sentido e possui suas falhas, porém, precisamos começar por algum lugar. Excelentes as sugestões propostas pelo Observatório no sentido de a´primorar o Plano.

  • Gizela Eliane Ferreira da Costa Roewer
    Postado às 23:16h, 02 abril Responder

    Excelente a colaboração do Observatório para o monitoramento das ações, pois sem este, os municípios não teriam a possibilidade de saber se tais ações teriam eficácia. Saliento, ainda, que o plano tem que sair do papel e os municípios devem apresentar os resultados anualmente.

  • Romolo Tacchelli
    Postado às 17:10h, 04 abril Responder

    Muito interessante e bem colocada a visão do deputado Hugo Leal quanto ao que que se classificaria os eventos no trânsito que culminam em mortes ou outras consequências drásticas. Ter a visão de que realmente não são acidentes, mas sim ações previamente orientadas, advertidas e ilegais, pois também resultam em penalidades. seria o primeiro passo na conscientização dos condutores e demais usuários do trânsito. Um dos principais pontos que nos preocupamos na formação de instrutores na disciplina de Direção Defensiva, é que o chamado “acidente” de trânsito sempre vem em decorrência de pelo menos um dos atos de imperícia, imprudência ou negligência de um dos usuários das vias.

  • Anderson Clayton da Silva Borges
    Postado às 20:54h, 04 abril Responder

    O Observatório vem fazendo um papel fundamental na redução de Acidente de Trânsito, é por isso que devemos aumentar o numero de Observadores porque juntos SOMOS MAIS FORTE E iremos fazer a diferença, quanto mais observadores divididos em cada Município melhor para a conscientização tanto dos gestores que não ligam para o trânsito quanto para a sociedade, porque os observadores iram fazer um trabalho educativo para que esses acidentes cheguem a redução de no minimo 8O%.

  • JUCIMARA MESSIAS FERNANDES LIMA
    Postado às 14:27h, 05 abril Responder

    O plano nacional de redução de mortes e lesões de trânsito – PNATRANS, é uma ferramenta de diagnóstico para identificar e solucionar problemas que cada um dos órgãos de trânsito, se propuseram a debater e colocar em prática. Estabeleceu cumprimento de metas anuais de redução do índice de mortos, Art.326 A, revisão e exposição de ações dos projetos, medidas efetivas e políticas públicas voltadas para ações de educação, engenharia e fiscalização de trânsito. O Brasil necessita urgentemente de planos baseados em dados confiáveis e o observatório poderá contribuir ainda mais com o PNATRANS, por seu trabalho de forma sistemática e organizada que permitirá que todas as metas sejam cumpridas através de análises desses dados.

  • Nizandro Martins Ramos
    Postado às 18:54h, 05 abril Responder

    Considero a proposta do PNATRANS muito válida, porém falha em alguns quesitos, a redução na mortalidade deveria ser investigada por município e circunscrição, por exemplo atribuir um aumento no número de óbitos para um determinado estado, porém a PRF naquele estado conseguiu reduzir em 10% o número de óbitos, entretanto o governo estadual não fez a parte dele nas rodovias estaduais, ou até mesmo os prefeitos não deram a devida importância para o assunto, sendo que o simples fato de instalar um avanço de semáforo poderia ter reduzido o número de óbitos, mas não o fez por medo de perder eleitores. Sempre vemos nas estatísticas os dados por estado, deveria ser feito essa cobrança municipalizada e por circunscrição.

  • Gisele Pereira
    Postado às 20:39h, 05 abril Responder

    Não há dúvidas de que juntos somos mais fortes e que essa “movimentação” tem gerados resultados positivos e que contribuem para diminuição de acidentes no trânsito.
    Se todos se encorajassem a auxiliarem ações como está, sem dúvidas teremos resultados ainda maiores.
    Como sempre ONSV contribuindo com seus estudos e dando um show de prevenção. Parabéns.

  • Demétrius Silveira
    Postado às 14:54h, 06 abril Responder

    Nossa esperança que isso baixe muito , são muitos mortes todos os
    dias em nosso transito por não termos respeito ao próximo.

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