OBSERVATÓRIO | CONTRIBUIÇÃO DO OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA AO PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS
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CONTRIBUIÇÃO DO OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA AO PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS

CONTRIBUIÇÃO DO OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA AO PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS

Indaiatuba, 13 de julho de 2018.

Assunto: CONTRIBUIÇÃO DO OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA AO PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS
Após termos sido convidados a participar de alguns fóruns para tratar das propostas ao Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito – PNATRANS, avaliado o teor das sugestões e direcionamento dado ao tema, o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária elaborou este arrazoado no sentido de contribuir com as entidades do setor público responsáveis pela compilação e encaminhamento do plano.

INTRODUÇÃO
Em dezembro de 2010, o deputado federal Hugo Leal fez este pronunciamento na Câmara dos Deputados em Brasília, após retorno da comitiva que esteve em Moscou quando decretada a Década de Redução de Acidentes de Trânsito pela OMS / ONU, quando cita a necessidade urgente de um plano nacional. A seguir, encontram-se trechos do pronunciamento:
“Senhor presidente, senhoras e senhores deputados
Estou aqui mais uma vez para falar do trânsito. Mais exatamente de sua face cruel e violenta, equivocadamente chamada de ACIDENTE DE TRÂNSITO.
Equivocada porque eventos que matam, ferem e mutilam não podem ser chamados de acidentes. Acidente é todo o fenômeno inesperado, imprevisível e inevitável. Já um atropelamento por avanço de sinal ou excesso de velocidade, uma colisão frontal por culpa de uma ultrapassagem indevida ou por reações retardadas de quem bebeu e pegou no volante são, na realidade, ações deliberadas de quem foi negligente, imprudente ou que desrespeitou as leis de trânsito.
Vou relatar muito rapidamente o que aconteceu nas mais de 4 horas de duração da Audiência Pública realiza na CVT, no dia 2 de dezembro último, para discutir medidas de prevenção de acidentes no período de final de ano e também o PL 5.529/09 de autoria do Deputado Beto Albuquerque – que dispõe sobre o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito.
Foram 11 expositores, tanto de órgãos de governo como de entidades privadas e organizações sociais, que concordaram sem qualquer discussão em um único aspecto: O problema é muito grave e requer solução urgente e imediata…
… José Aurélio Ramalho, diretor do CESVI, ao comentar o desperdício de dinheiro público empregado nas consequências dessa violência, sugeriu a criação de um Observatório Nacional de Trânsito que funcionaria como um órgão consultivo de planejamento e execução de ações específicas para a autoridade executiva nacional de trânsito, agregando a inteligência da sociedade civil às atividades de governo. Esta proposta, por iniciativa do deputado Beto Albuquerque, foi levada a debate nas reuniões do PARLASUL.
O deputado Beto Albuquerque, autor do PL 5.529/09 que cria o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito disse, com a autoridade de quem conhece o problema como poucos, que as metas para reduzir acidente devem ser definidas em lei. (abre aspas) Se não tivermos na lei o que temos de fazer no ano que vem, voltaremos aqui para reclamar, contar os nossos mortos e continuar sem seguir exemplos bem sucedidos de outros países (fecha aspas). O deputado também criticou a ausência de ministros na delegação brasileira presente à Conferência Mundial promovida pela ONU em Moscou na qual tive a honra de participar como chefe da delegação. Segundo o deputado Beto, essa ausência de autoridades ministeriais como definia o evento, reflete a importância que o governo dá ao tema, lembrando que o Brasil é o quinto país no ranking mundial dos que mais matam no trânsito…
Por fim, senhoras e senhores deputados, repito aqui neste plenário os sentimentos que me afligiram ao final da audiência. Um deles foi o desânimo…
Mas também me bateu outro sentimento muito forte. O de que talvez não seja possível fazer imediatamente o necessário e desejável. Mas temos que fazer, agora, o que for possível.
Acabamos de voltar da Conferência Mundial para a Segurança no Trânsito e, em nome do Brasil, assinamos juntamente com autoridades de mais 150 países um pacto pela vida e pela segurança viária. O mundo está declarando o período 2011/2020 como a Década de Ações para a Segurança no Trânsito…
Muito Obrigado
Deputado HUGO LEAL, PSC/RJ

SITUAÇÃO ATUAL
Segundo dados recentes do Ministério da Saúde, o Brasil apresentou uma redução de 4% no número de mortes no trânsito de 2015 para 2016 – com um total de 37.345 mortes. Com a proximidade do ano de 2020 e o final do prazo estabelecido pela Década Mundial de Ações para a Segurança Viária para reduzir em 50% o número previsto de mortes no trânsito (equivalente a cerca de 30 mil mortes anuais), a discussão de questões voltadas à segurança viária se faz ainda mais urgente.
Dessa maneira, o OBSERVATÓRIO entende que o país ainda tem muito o que trabalhar para buscar o cumprimento da meta e se coloca à disposição para colaborar com o poder público nesta tarefa. Com esse olhar, o OBSERVATÓRIO tem participado de diversas audiências públicas promovidas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o FOCOTRANS (Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Trânsito) para discussão do conteúdo do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS). O PNATRANS foi criado no início deste ano, por meio da Lei 13.614/18, e traz a necessidade do estabelecimento de metas e redução de mortes no trânsito a partir de índices de mortalidade por habitantes e por veículos nos estados e por parte da própria PRF.
O OBSERVATÓRIO tem realizado estudos a respeito de estabelecimento de metas de redução da mortalidade desde 2014, conforme pode ser consultado nos seguintes links:

  • Tese “Road safety strategic analysis in Brazil: indicator and index research”, desenvolvida em conjunto pela Universidade de São Paulo e a Hasselt University (Bélgica), com o apoio do OBSERVATÓRIO. http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18144/tde-08042015-103747/pt-br.php;
  • Artigo científico “Mortalidad de ocupantes de motocicleta em Brasil: diagnóstico y estabelecimento de metas de recucción”, publicado no V Congresso Ibero-Americano de Segurança Viária (CiSev) – Leia mais;
  • Artigo científico “Uma retrospectiva acerca do desempenho brasileiro no contexto da Década Mundial de Ações para a Segurança Viária”, publicado no XXX Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes – ANPET – Leia mais.
  • Custo e Efetividade das Medidas de Segurança Viária – https://www.flipsnack.com/observatorio/custo-e-efetividade-das-medidas-de-seguran-a-vi-ria.html
  • Relatório Estatístico de Segurança Viária – Pedestres: https://www.flipsnack.com/observatorio/relat-rio-estat-stico-pedestres.html
  • Condução de Motocicletas sem habilitação no Brasil: https://www.flipsnack.com/observatorio/estudo_motocicletas.html
  • Estudo comparativo da confederação nacional do trânsito dos acidentes rodoviários e infraestrutura: análise dos índices de frequência e gravidade dos acidentes – Leia mais.

Dessa forma, o OBSERVATÓRIO está apto a auxiliar o Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN, a PRF e o FOCOTRAN na construção de uma metodologia para o cumprimento do conteúdo previsto no PNATRANS, de maneira coerente com as realidades de cada Unidade da Federação. O OBSERVATÓRIO quer, com a absorção e compreensão desse conceito, contribuir para que a vida dos cidadãos seja pautada por uma mobilidade segura.

METODOLOGIA PROPOSTA
Segundo a Lei 13.614/18, até 10 de agosto de cada ano, os CETRAN, CONTRADIFE e PRF devem enviar suas respectivas propostas de metas de redução da mortalidade para o CONTRAN. Ao CONTRAN, cabe a definição das fórmulas e metodologia para coleta e tratamento dos dados estatísticos. Após o tratamentos e análise dos dados coletados, se daria a divulgação da classificação de cada estado segundo análise do ano anterior e evolução do desempenho, bem como o relatório do cumprimento das metas de cada Unidade da Federação seria apresentado na Semana Nacional do Trânsito, em agosto de cada ano.
O principal objetivo do PNATRANS é reduzir pela metade os índices brasileiros de mortes no trânsito/100 mil habitantes e mortes no trânsito/10 mil veículos. Quando se diz respeito a este último indicador – mortes no trânsito/10 mil veículos – deve-se tomar certo cuidado, pois um aumento excessivo na frota de veículos pode ocasionar uma redução no índice, sem que haja redução no número absoluto de mortes.
Apesar do mérito da iniciativa e sua importância no atual cenário da segurança viária brasileiro, no que discorre a Lei, não fica claro como será a avaliação da meta estabelecida estadualmente, e se cada unidade federativa, tendo aspectos socioeconômicos e demográficos distintos, deveria ter definida uma meta diferente.

No que diz respeito à essas questões sobre a metodologia do estabelecimento de metas, com base no conhecimento sobre o assunto, o OBSERVATÓRIO propõe algumas recomendações:

  • Divisão das unidades federativas em clusters (agrupamentos por semelhança), segundo análise de indicadores de segurança viária, conforme apresentado na Tese de Doutorado do Prof. Dr. Jorge Tiago Bastos, intitulada “Análise estratégica da segurança viária no Brasil: pesquisa de índices e indicadores”. Alguns critérios utilizados para definição dos clusters seriam: comportamento dos usuários; infraestrutura viária; sistema de saúde; composição e idade da frota; aspectos socioeconômicos, demográficos e geográficos; exposição por modo de transporte; e indicadores de segurança viária.
  • Definição de uma unidade da federação como Benchmark de cada cluster a partir da menor taxa de mortes/10 mil veículos apresentada. As metas das demais unidades da federação seriam estabelecidas tendo como base o benchmark de seu respectivo cluster.
  • É necessário um monitoramento constante dos indicadores de desempenho da segurança viária para que, além de verificar o cumprimento das metas, também seja possível direcionar campanhas, medidas e ações para que as metas sejam alcançadas dentro do prazo e com o mínimo de recursos possível.

Esperamos, com este breve relato, demonstrar que o OBSERVATÓRIO está apto a auxiliar na construção da metodologia, métricas e “flags” de controle do PNATRANS,

Certos de recebermos a costumeira atenção, estamos à disposição para qualquer outra informação necessária no que diz respeito ao detalhamento das sugestões elencadas.

Atenciosamente,

José Aurelio Ramalho
Diretor Presidente
Observatório Nacional de Segurança Viária

76 Comentários
  • Reginaldo Frigeri Martins
    Postado às 12:02h, 21 novembro Responder

    Bom dia,pelo artigo temos como relato do Ramalho,uma boa explanação dos índice que deveremos chegar e preocupamos por não chegar ao índice,mas alem da melhora da frota de veículos em relação a segurança, preocupação com a mobilidade urbana para tentar tirar a cultura de andar de carro pois seria uma vantagem pessoal de conforto e tempo, que ao mesmo tempo esse se torna desperdiçado em congestionamento, mas seria de suma importância levar em conta os horários de mortes e acidente, para a fiscalização deve ser mais intensa nos horários de maior ocorrências. Assim chegaremos nos índices determinados.

  • Adroaldo Pereira Santos
    Postado às 14:21h, 23 novembro Responder

    Como é importante quando todos se engajam em ações que beneficia a todos.
    O nobre Deputado Federal Hugo Leal.
    Palavras que deveriam encorajar toda classe politica.
    Parabéns ao Observatório que pode contribuir diretamente.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 16:20h, 23 novembro Responder

    CONTRIBUIÇÃO DO OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA AO PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS

    PERFEITO!

    Inicio com o seguinte trecho da fala do Dep. Hugo Leal no parlamento brasileiro, quando disse:

    “… José Aurélio Ramalho, diretor do CESVI, ao comentar o desperdício de dinheiro público empregado nas consequências dessa violência, sugeriu a criação de um Observatório Nacional de Trânsito que funcionaria como um órgão consultivo de planejamento e execução de ações específicas para a autoridade executiva nacional de trânsito, agregando a inteligência da sociedade civil às atividades de governo. Esta proposta, por iniciativa do deputado Beto Albuquerque, foi levada a debate nas reuniões do PARLASUL.”

    Eu, BENEDITO LUIS DE FRANÇA, tenho certeza que a contribuição do ONSV para o PNATRANS, já tinha sido dada antes mesmo do ONSV existir, isso e devidamente comprovado pelo trecho acima da fala do Dep. Hugo Leal, quando o Dr. José Aurélio Ramalho, com suas qualidades visionárias detectou a necessidade de termos o ONSV no Brasil. Volto a repetir que o ONSV é hoje um divisor de águas, pois o trânsito brasileiro dse divide atualmente em 2 eras, uma antes do ONSV e a outra, após a criação do ONSV, ainda mais com todos os estudos e projetos e ações já realizadas em prol da SEGURANÇA NO TRÂNSITO BRASILEIRO. Concordo também com as 03 (três) SUGESTÕES encaminhadas pelo ONSV, e destaco a seguinte:

    “Divisão das unidades federativas em clusters (agrupamentos por semelhança), segundo análise de indicadores de segurança viária, conforme apresentado na Tese de Doutorado do Prof. Dr. Jorge Tiago Bastos, intitulada “Análise estratégica da segurança viária no Brasil: pesquisa de índices e indicadores”. Alguns critérios utilizados para definição dos clusters seriam: comportamento dos usuários; infraestrutura viária; sistema de saúde; composição e idade da frota; aspectos socioeconômicos, demográficos e geográficos; exposição por modo de transporte; e indicadores de segurança viária.”

    É isso aí, temos que respeitar as diferenças existentes em cada município e em cada estado brasileiro. Mas chamo atenção em um ponto, que diz respeito a necessidade de colocarmos plenamente em prática as legislações no Brasil, pois, até o presente momento, temos muita coisa boa para implantarmos e fazermos que estão aí desde a sanção presidencial da LEI FEDERAL 9.503/97, de 23/09/1997 – CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB, e pasmem, mesmo mais de 20 (vinte) anos depois, não se colocou em prática, como é o caso do exigido no Parágrafo 1º do Artigo 74 do CTB, que diz:
    CAPÍTULO VI
    DA EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO

    Art. 74. A educação para o trânsito é direito de todos e constitui dever prioritário para os componentes do Sistema Nacional de Trânsito.

    § 1º É obrigatória a existência de coordenação educacional em cada órgão ou entidade componente do Sistema Nacional de Trânsito.

    § 2º Os órgãos ou entidades executivos de trânsito deverão promover, dentro de sua estrutura organizacional ou mediante convênio, o funcionamento de Escolas Públicas de Trânsito, nos moldes e padrões estabelecidos pelo CONTRAN.

    Pois bem, até os dias de hoje por exemplo, NÃO EXISTEM AS COORDENAÇÕES DE EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO por exemplo, nas estruturas das SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS DO DNIT, A MAIORIA DAS SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS DO DNIT NÃO POSSUEM “JUNTA ADMINISTRATIVA DE RECURSOS – JARI”, OU SEJA, O DNIT AUTUA, MAS NÃO TEM JARI NAS SUAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO BRASILEIRA, COMO É O CASO DO ESTADO DO PARÁ. UMA AUTARQUIA FEDERAL.

    TEMOS QUE FAZER CUMPRIR A LEI! SAUDAÇÕES DE PAZ NO TRÂNSITO!

  • Abimadabe Vieira
    Postado às 11:17h, 25 novembro Responder

    O Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) demonstra seu compromisso fundamentado em fornecer orientações necessárias com aplicabilidade de prestação de serviços e compromisso de estimular o desenvolvimento organizacional para um trânsito mais seguro. Vale salientar, um olhar nas questões mais cidadãs com relevância a desenvoltura de projetos e programas na educação do trânsito.

  • Marcelo Marcelino de Melo
    Postado às 16:36h, 25 novembro Responder

    Bom de 2010 até hoje notamos alguns avanços como o PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS e a criação do ONSV no Brasil, muito tem sido realizado e juntos realizaremos ainda mais, observo que o ONSV vem desempenhando seu papel de forma proeminente contribuindo de várias formas para o avanço da segurança no trânsito Brasileiro. Parabéns pelo excelente trabalho!

  • Noe M. Silva
    Postado às 16:28h, 26 novembro Responder

    Precisamos que o poder público possa realmente, hastear essa bandeira. Não é querer jogar responsabilidades somente. Mas é através dos DITRANS que cada município conseguira ter cada um uma receita exata a que possa levar as diversas peculiaridade de cada região ao mesmo resultado ou objetivo. Reduzir pela metade os acidentes de trânsito.

  • Adriana Modesto
    Postado às 17:48h, 26 novembro Responder

    Recentemente tive a oportunidade de ler o conteúdo do PNATRANS. Saliento a relevância e incorporação de alguns pilares, no entanto, alguns pontos carecem maior e mais profunda explanação para que sejam alcançadas as metas por ele estabelecidas. Consorte e talvez se constitua como maior desafio, materializar suas diretrizes no contexto da mobilidade urbana. Não adianta colecionar “planos” é necessário que estes saiam do papel, deixem de ser meros planos de governo e passem a ser planos de Estado. (Adriana Modesto)

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 16:15h, 27 novembro Responder

    Prezada Adriana Modesto,

    Boa tarde!

    Perfeito. Podemos observar que o Ministério das Cidades tem feito diversos investimentos em diversas cidades brasileiras, através do financiamento por exemplo, de projetos de BRT – Bus Rapid Transit, mas pelo que tive a oportunidade de observar, diz respeito justamente a exigência de AUDITORIAS DE SEGURANÇA VIÁRIA – ASV nos respectivos projetos, S.M.J. Outrossim, quando falamos em MOBILIDADE, não podemos pensar somente na implantação de projetos de BRT – Bus Rapid Transit, temos que pensar e planejarmos as cidades como um todo, inclusive com as suas respectivas áreas de expansão e Regiões Metropolitanas. Temos que ter crescimentos ordenados das cidades, controle de projetos de polós geradores de tráfego e etc.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº. BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA

  • ARTHUR HENRIQUE ASSUNÇÃO MAGALHÃES
    Postado às 18:14h, 28 novembro Responder

    Primeiramente destaca-se a demora pela ação legislativa na elaboração do PNATRAN, ocorrido 8 anos após a criação da década mundial.
    Percebe-se que a grande dificuldade no trato com a segurança viária é a falta de dados consolidados de uma ´única maneira em todo o pais, sem metodologia definida com relação a análise dos dados.
    Mesmo com a publica da Lei, conforme destacado neste artigo, faltou clareza com relação ao métodos e metas que serão utilizados pelos Estados.
    A participação do OBSERVATÓRIO, mais uma vez, é fundamental para lançar luz sobre a dificuldade de implementação que será verificada.
    Como sugestão, estamos evoluindo no DF para o protocolo de atendimento prioritário dos locais de acidentes (com ou sem vítima) por parte das viaturas de fiscalização de trânsito, com diversos objetivos que fogem ao tema deste artigo. Porém, destaca-se para este fim a coleta unificada de dados no local do acidente, posteriormente repassado para o setor de estatística de acidentes de trânsito.
    Coletar os dados no local do acidente, com todas as provas ali expostas, permitirá a consolidação dos dados com maior assertividade, possibilitando a futura promoção de políticas públicas mais direcionadas aos problemas locais.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 10:17h, 29 novembro Responder

    Prezado Arthur Magalhães,

    Bom dia!

    Perfeita a sua colocação, pois temos que ter melhorias significativas na ESTATÍSTICA DE ACIDENTES DE TRÂNSITO, desde a coleta fidedigna dos dados, até o tratamento dos mesmos. Como você muito bem citou no seu comentário, temos que ter uma PADRONIZAÇÃO NACIONAL NA ESTATÍSTICA DE ACIDENTES DE TRÂNSITO. Aqui em Belém/PA por exemplo, quando tive a oportunidade de trabalhar na extinta COMPANHIA DE TRANSPORTES DO MUNICÍPIO DE BELÉM – CTBEL (atualmente, SEMOB), fazíamos através de pesquisadores, pesquisas em todos os prontos socorros e unidades de urgência e emergência de Belém/PA e da sua região metropolitana, e mais, fazíamos o acompanhamento com visitas nos lares/ domicílios das VÍTIMAS NÃO FATAIS, em um período de até 30 (trinta) dias, para fecharmos os nossos dados estatísticos da melhor forma em termos de controle estatístico, ou seja, se aquela pessoa viesse a falecer em até 30 (trinta) dias depois da data do acidente, a mesma entraria na computação de vítimas fatais, pois podemos observar que várias pessoas recebem alta hospitalar e chegam ao óbito depois da data do acidente, e não entravam como vítimas por acidentes de trânsito.
    Temos que ter um controle na estatística de acidentes de trânsito e uma PADRONIZAÇÃO NACIONAL.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA

  • Noe M. Silva
    Postado às 11:38h, 29 novembro Responder

    Srs. Gostaria primeiro de frisar á todos que todas as colocações aqui são inteligentemente importantes, òbvio. Mas há, um ponto do qual discordo que é a preocupação em relação à apuração direcionada sobre a preocupação tácita, isto é aquilo que ocasionou, e trabalhar em cima do diagnóstico como um todo. Onde o principal é criar mecanismos que gerem uma previsão e correção, não somente apuração! Desculpe se não fui tão claro ou objetivo na fala.

  • TALITA DE SOUSA LIMA
    Postado às 15:27h, 29 novembro Responder

    Tão importante quanto o estabelecimento de metas e direcionamento é o cumprimento do que for proposto. Vejo que há engajamento social por parte dos envolvidos, mas é de extrema necessidade também contarmos com uma sociedade consciente e minimamente responsável que possa fazer o seu papel de agente transformador do trânsito. Também não teremos resultados expressivos se o Poder Público não se mobilizar acionando os mecanismos necessários para que o sistema funcione e gere frutos. Nessa grande engrenagem, o Observatório Nacional vem realizando ações efetivas que já mudaram os números de trânsito positivamente. Ainda há um long caminho pela frente!!

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 17:15h, 29 novembro Responder

    Prezada Talita Lima,

    Boa tarde!

    É isso mesmo, muito bem lembrado quando você escreveu: “…………………Também não teremos resultados expressivos se o Poder Público não se mobilizar acionando os mecanismos necessários para que o sistema funcione e gere frutos………………….” Realmente, a engrenagem do PODER PÚBLICO (MUNICIPAL, ESTADUAL e principalmente, o FEDERAL) TEM QUE FUNCIONAR, TEM QUE GIRAR em favor de políticas de estado consistentes e em prol da EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO, em prol da VIDA NO TRÂNSITO. Como você muito bem citou: “………..é o cumprimento do que for proposto………”. Outrossim, é válido lembrarmos a lentidão e omissão de muitos municípios quanto a necessidade de municipalizar o trânsito, e o fato de muitos órgãos de trânsito que ainda não cumprem determinadas exigências contidas no CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB. A lei tem que ser cumprida.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA

  • Maria Cristina Alves
    Postado às 10:02h, 01 dezembro Responder

    Muito pertinente e seria este artigo. Com a proximidade do ano de 2020 e o final do prazo estabelecido pela Década Mundial de Ações para a Segurança Viária para reduzir em 50% o número previsto de mortes no trânsito (equivalente a cerca de 30 mil mortes anuais), Em boa hora chegou o PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS e a criação do ONSV , para que possamos, num esforço comum, trabalhar pela redução de mortes no trânsito em todo o país. Os estudos e as ações o ONSV são fundamentais para que estas ações tenham êxito. Parabéns a todos os envolvidos.

  • JAIR SOARES
    Postado às 18:25h, 01 dezembro Responder

    Creio que esse numero tem a tendencia de baixar mais e mais ainda e tímido nessa estatística mais o Observatório tem contribuído muito para esses resultados para.
    todos por um transito mais Seguro.

    Embu-Guaçu/SP.

  • JOSÉ CLAUDIO DA SILVA
    Postado às 10:31h, 02 dezembro Responder

    O Observatório tem colaborado bastante com as ações de segurança viária, entretanto é importante que os órgãos responsáveis e própria sociedade comecem a encarar as questões com trânsito de uma forma mais séria. O investimento em pesquisa é fundamental nesse contexto.

  • Andreia Paula de Resende
    Postado às 21:30h, 02 dezembro Responder

    Assim como vários setores possuem seus especialistas, tais como: Educação; Saúde; Segurança Pública etc., no Trânsito não pode ser diferente. Há que se ter cada vez mais estudiosos nessa área, conforme vem dando exemplo o ONSV.
    O caminho é esse: fundamentação teórica, embasada em dados concretos!
    Profissionais que se dediquem a buscar incessantemente uma solução para essa tragédia nacional. Todavia, há que se ir além.
    É preciso se munir não somente de estudos, infelizmente. É crucial, ironicamente, ter também o poder de convencimento junto aos nossos representantes políticos. Diria até que é vergonhoso! Mas já que é assim que a situação se apresenta, temos de nos armar e ir à luta. Por um outro lado, é animador saber que políticos vem abraçando essa causa que também é deles!!!!
    Afinal, tomos somos usuários do espaço público.

  • Jorge Jackson Fernandes
    Postado às 08:18h, 03 dezembro Responder

    Recado dado, proposta entendida.
    O que me parece é que os grandes centros urbanos, onde estão os profissionais do trânsito, têm mais percepção e engajamento, além de de apoio financeiro para contribuir para a redução dos acidentes e mortes no trânsito.
    O advento do Maio Amarelo e as outras campanhas capitaneadas pelo ONSV, já estão espalhados pelos 4 cantos do País.
    A proposta do Município Laço Amarelo, assim como da Empresa Laço Amarelo, tem a proposta de municiar e engajar prefeituras e empresas nessa causa. Precisamos ir bem além de campanhas educativas, precisamos que os entes envolvidos diretamente no trânsito (Prefeitura, DEER, PRF e Policia Militar, além dos agentes municipais) atuem com mais energia e mais inteligencia nas medidas moderadoras do tráfego.
    Outro ponto que gostaria de ponderar, é a uniformização de coleta de dados dos acidentes, bem como seu planilhamento e abertura para conhecimento de todos. O programa IRIS deve ser robustamente abastecido, para que tenhamos dados individualizados dos municípios, regionais e nacionais. É importante saber o quão significativo conhecer os números e entender o impacto de cada um dele em nossas vidas e no desenvolvimento de nossas cidades. Então, é preciso difundir, ensinar e envolver todos. Só assim diminuiremos os assombrosos números tristes do trânsito.

  • THAIS COSTA ZANLUQUI
    Postado às 08:44h, 03 dezembro Responder

    Parabéns pela contribuição!

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 09:50h, 03 dezembro Responder

    Prezado Jorge Fernandes,

    Bom dia!

    Parabéns pelo comentário, concordo com você, temos que ter uma PADRONIZAÇÃO no banco de dados de estatísticas de acidentes de trânsito, desde a coleta de dados, tratamento dos mesmos e a respectiva elaboração do respectivo relatório, o Programa IRIS do ONSV é excelente. Temos que também, fazermos um acompanhamento das vítimas de acidentes de trânsito após a sua alta hospitalar, temos que ACOMPANHAR POR PELO MENOS 30 (TRINTA) DIAS, pois existem diversos casos, da pessoa receber alta hospitalar e depois vir a óbito na sua casa ou em outra internação hospitalar. Com esse tipo de acompanhamento, ou seja, se for detectado que a vítima de acidente de trânsito vier a óbito até 30 (trinta) dias depois da alta hospitalar, a mesma será computada na estatística como vítima fatal do trânsito.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº. BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA
    (91) 3250-2620

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 10:51h, 03 dezembro Responder

    O método científico consiste em um caminho, ou roteiro, para assegurar máxima confiabilidade aos resultados de uma pesquisa (PEREIRA; CRUZ; ANDRADE, 2012). Podemos usar por exemplo, o excelente método do IRIS, ou melhor, podemos usar o próprio Programa IRIS do OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV e incluirmos por exemplo, o acompanhamento das vítimas de acidentes de trânsito em até 30 dias da alta hospitalar, para termos maior confiabilidade na nossa estatística de acidentes de trânsito.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº. BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA
    (91) 3250-2620

  • Stefania Alvise Marcelo
    Postado às 20:13h, 04 dezembro Responder

    Basta um para que o meio se mobilize. O deputado foi ao ponto corretamente e conseguiu despertar uma demanda quanto a leis e a mobilização de todos.
    José Aurélio Ramalho, também foi direto ao ponto referindo-se ao desperdício de dinheiro público para o pós, para o que já havia acontecido. Estratégias, metas e prazos devem estar bem definidos nos àmbitos Federal, Estadual e municipal para que cada um faça acontecer de fato o que foi citado acima.
    É sair do papel e virar realidade no Brasil todo!

  • CARLOVAN PORTO DA SILVA
    Postado às 22:15h, 04 dezembro Responder

    Meu comentário vai da importância do PNATRANS ter sido aprovado como Lei para servir como um dos pilares de apoio no cumprimento das metas da década de prevenção de mortes no trânsito brasileiro . A proposta do Observatório da divisão das unidades federativas em clusters (agrupamentos por semelhança) e os critérios utilizados para definição dos clusters que seriam: comportamento dos usuários; infraestrutura viária; sistema de saúde; composição e idade da frota; aspectos socioeconômicos, demográficos e geográficos; exposição por modo de transporte; e indicadores de segurança viária, que tem como embasamento na Tese de Doutorado do Prof. Dr. Jorge Tiago Bastos, intitulada “Análise estratégica da segurança viária no Brasil: pesquisa de índices e indicadores” a nosso ver é nova com uma perspectiva deferente e parecendo ser muito eficaz e promissora no apontamento das realidades distintas das regiões brasileiras.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 11:36h, 05 dezembro Responder

    Prezada Stefania Marcelo,

    Bom dia!

    Verdade. Não podemos continuar matando muita gente no trânsito brasileiro, não podemos continuar ceifando a vida de 37.000 pessoas por ano e desperdiçando cerca de R$ 47 bilhões de dinheiro público com todos os custos de desperdícios registrados em função da absurda acidentabilidade existente no trânsito brasileiro. Esses R$ 47 bilhões poderiam está sendo investidos na INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES E NO PRÓPRIO TRÂNSITO BRASILEIRO.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Sérgio Augusto de Carvalho
    Postado às 23:22h, 05 dezembro Responder

    Inicia o Código de Trânsito Brasileiro que o trânsito seguro é um direito de todos e compõe atribui como obrigação aos órgãos que compõem o Sistema Nacional de Trânsito. Como citado em um dos comentários acima, o capítulo VI do CTB também ordena todo o processo para implantação efetiva da educação para trânsito, prevendo as possibilidade de convênios com entes vocacionados, a inserção da matéria trânsito em todos os níveis escolares, a criação de grupos setoriais para melhorias, dentre outros fatores. O ONSV de forma gloriosa vem fazendo muito bem seu papel contribuitivo , mas infelizmente esbarramos na morosidade do poder público em tratar o assunto trânsito com os devidos respeitos.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 23:32h, 05 dezembro Responder

    Prezado Sérgio Carvalho,

    Boa noite!

    Perfeito. Você tem toda razão, temos que cobrar ações do PODER PÚBLICO e parabenizarmos as ações, planejamentos e projetos do OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV. Temos que cobrar do poder público, o cumprimento da LEI FEDERAL Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997 – CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
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    (91) 98102-1329

  • ARLEI SOUZA DE OLIVEIRA
    Postado às 23:45h, 05 dezembro Responder

    Com toda certeza é impossível imaginar o que seria hoje o PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS ? se agente for pensar de cabeça fria no tanto de parlamentares que temos no Brasil inteiro, quando agente fala em políticos, nós pensamos logo em Brasília. Más os políticos Municipais e Estaduais que tem nesse Brasil de Norte a Sul? Como pode apenas um ou dois, menos de meia dúzia se destacarem ou melhor se preocuparem com essa tragédia que é o transito no Brasil. Eu afirmo categoricamente e sem nenhum medo de errar que se não fosse O ONSV. seria impossível agente pelos menos imaginar o que poderia estar acontecendo e ainda poderia acontecer com este cenário horripilante que é o nosso transito. O ONSV desenvolve um papel tão importante que deveria ser motivo de vergonha dos nossos políticos e motivo de orgulho para nós que escolhemos esse assunto para pesquisar e estudar.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 09:19h, 06 dezembro Responder

    Prezado Arlei de Oliveira,

    Bom dia!

    Perfeito. Você tem toda razão, temos que cobrar ações do PODER PÚBLICO e de todos os GOVERNANTES/ POLÍTICOS e parabenizarmos as ações, planejamentos e projetos do OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV. Temos que cobrar do poder público, o cumprimento da LEI FEDERAL Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997 – CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB. Veja por exemplo, os milhares de municípios que ainda não MUNICIPALIZARAM O TRÂNSITO de suas respectivas cidades, o que é um absurdo, pois o processo de municipalização do trânsito é importantíssimo e exigido pela citada legislação de trânsito.
    Temos que SALVAR VIDAS NO TRÂNSITO.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
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  • EMERSON SANTANA
    Postado às 12:57h, 06 dezembro Responder

    Percebe-se que até 2010 pouco se tinha feito, divulgado e proposto melhorias sobre a segurança viária no país. O maior descaso estava realmente no baixo envolvimento da classe política eleita para representar os interesses da sociedade. A criação do ONSV, com propostas, ações, estudos e projetos aplicados de forma insistente nesta melhoria, demonstra que é possível unir pessoas capacitadas, pessoas de bem e a sociedade nesta parceria juntamente com o Governo. O ONSV como o divisor de águas na participação do Plano Nacional de redução de mortes e lesões no trânsito muito tem contribuído e apresentado resultados efetivos. Parabéns ao ONSV por este trabalhado!

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 13:10h, 06 dezembro Responder

    Prezado Emerson Santana,

    Boa tarde!

    É isso aí meu amigo, ainda bem que hoje contamos com a existência e com a PRESENÇA ATIVA do OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV. Agora, temos que cobrar a presença ativa por parte do PODER PÚBLICO (MUNICIPAL, ESTADUAL E FEDERAL), temos que cobrar ações, planejamentos, programas e projetos efetivos e constantes nas áreas de EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, ENGENHARIA DE TRÁFEGO, OPERAÇÕES E FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO.
    Temos que colocarmos em prática e cobrarmos o cumprimento do CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB, temos que garantir um trânsito seguro para todos.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
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    (91) 98102-1329

  • Waldete R. Rodrigues
    Postado às 15:42h, 06 dezembro Responder

    Isso mostra o quanto faz se necessário a existência do Observatório Nacional e porque não do observador! Nós! Já citei anteriormente, mas vale ressaltar do trabalho feito pelo o Observatório que vem não só mostrando as responsabilidades, mas principalmente apontado caminhos. Destaco também o papel da Educação do Trânsito nas Escolas, pois embora já previsto inclusive em nossa lei maior ( a Constituição), vem sendo negligenciada inclusive por órgãos que deveriam obedece-la ( o MEC por exemplo). Volto a lembrar mais uma vez da nossa importância como sujeitos multiplicadores envolver os que estão a nossa volta, em nosso município e assim provocar mudanças no contexto nacional. ( Uma vez que o Brasil é formado por Estados, e Estados por município e estes por pessoas).

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 16:09h, 06 dezembro Responder

    Prezada Waldete Rodrigues,

    Boa tarde!

    Concordo com você, temos que multiplicadores. Temos que levar conhecimentos de EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO para toda a Sociedade Brasileira, e para os (as) PROFESSORES (AS). Temos que disseminar a EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, temos que ajudar na formação do Cidadão de amanhã.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
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    (91) 98102-1329

  • Emanoel Placido da Silva
    Postado às 11:11h, 07 dezembro Responder

    Planejamento e cooperação entre os órgãos componentes do Sistema Nacional de Trânsito devem nortear as ações para a obtenção de resultados satisfatórios com relação ao PNATRANS. Fica evidente a contribuição do ONSV nesse sentido, tendo em vista o levantamento de índices, sugestão metodológica e ações que contribuem para atingir os resultado. A integração de todos é de fundamental importância nesse processo.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 12:00h, 07 dezembro Responder

    Prezado Emanoel Silva,

    Bom dia!

    Concordo com você, a INTEGRAÇÃO é fundamental, com a mesma os resultados certamente serão muito melhores, do que cada órgão trabalhar de forma isolada. Na verdade, temos que ter PROJETOS muito bem desenvolvidos, elaborados e executados. Tal como:

    Como planejar um projeto?

    Ao planejar um projeto deve-se responder as perguntas-chave de qualquer plano de ação bem elaborado, mais algumas que lhe apresentarei abaixo, com suas respectivas áreas de conhecimento (nome que se dá a cada aspecto a ser planejado num projeto):

    Escopo – O QUE vai ser feito e COMO vai ser feito?
    Tempo – Em QUANTO TEMPO deve ser concluído?
    Custo – Quando vai CUSTAR?
    Qualidade – Existem requisitos mínimos de qualidade a cumprir?
    Recursos Humanos – QUEM vai fazer?
    Stakeholders (Partes interessadas) – QUEM se interessa pelo resultado do projeto? Quais são suas EXPECTATIVAS?
    Comunicação – Como, quando e para quem devo COMUNICAR o andamento do projeto?
    Riscos – O que pode dar CERTO ou ERRADO?
    Aquisições – Há algum produto ou serviço a ser comprado?
    Integração – Como integrar esse monte de coisas? 🙂

    Você não é obrigado a usar todas as áreas, ao contrário, deve avaliar em cada projeto quais áreas utilizará, ciente de que sempre que deixar de planejar alguma aspecto pode acabar perdendo o controle sobre ele.
    Fonte: https://www.elirodrigues.com/2015/07/21/beneficios-do-gerenciamento-de-projetos/

    Temos que ter GESTÃO PÚBLICA MODERNA E EFICIENTE nos órgãos públicos (PODER PÚBLICO) que são responsáveis pelo TRÂNSITO, e isso nas 3 esferas governamentais, na Federal, na Estadual e na Municipal.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
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    (91) 98102-1329

  • Mercia Gomes
    Postado às 19:32h, 07 dezembro Responder

    O trabalho do ONSV é direcionado com estatística, estudo e desenvolvimento de estudos para cada tema discorrido na área de trânsito. a frase utilizada durante esclarecimento do plano nacional de que morte por acidente é não acidente, porque acidente é inevitável, inesperado e nunca, jamais calculado, acidente de trânsito é em razão de ausência de prudencia, responsabilidade. Portanto, o projeto é essencial, inclusive unificar os órgãos para de tao forma exercerem força e objetivamente buscar solução necessária dentro do destaque em morte por acidente de trânsito. Nesse sentido, o ONSV, que é frente nas mídias, educação e projetos, está cerceado de profissionais capacitados para junto à cada órgão trabalhar no melhoramento desde a educação até projetos de Lei.

  • Adelmo Oliveira Amorim
    Postado às 10:52h, 08 dezembro Responder

    Eu sempre acreditei que as ações de governo sempre se voltaram por anos para as consequências dos acidentes e não para as causas e a sociedade sempre colocou a culpa pelos números cada vez mais altos nos poderes públicos, quando o OBSERVATÓRIO usou o slogan “NÓS SOMOS O TRÂNSITO” e outras frases começaram a serem difundidas como a “SEJA A MUDANÇA QUE QUER VER NO TRÂNSITO”, as pessoa começaram a ser alertadas que para melhorar a segurança no trânsito é preciso que não só os governos façam sua parte, mas que a população precisa também agir de forma responsável para que as ações de governos sejam eficazes e efetivas. Com o PNATRANS acredito que se criou um meio de unir não só as ações de governo e a conscientização da sociedade, mas a oportunidade para que todos juntos pensem e planejem um transito mais seguro com metas claras e o papel de cada um no plano nacional de redução de mortes e lesões no trânsito.

  • MILTON RODRIGO LACERDA
    Postado às 19:28h, 08 dezembro Responder

    É uma pena que são poucos que se preocupam com o assunto, acredito que se mais Deputados ou outros, também estivessem demonstrados um pouco de preocupação com esse número de acidentados que no Brasil é muito alto, acredito que seriamos um dos primeiros a mostrar o quando nos preocupamos com nossos motoristas, mas infelizmente ainda é uma batalha dura, estamos plantando uma semente, semente esta que logo se espalhará e iremos colher o fruto tão desejado.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 14:45h, 09 dezembro Responder

    Prezado Milton Lacerda,

    Boa tarde e bom domingo!

    Infelizmente, a maioria quase absoluta de nossos políticos são PROVINCIANOS, só pensam neles, ou melhor, na conta bancária/ nos bolsos deles, só pensam em enviar o nosso dinheiro público para paraísos fiscais, comprarem uma dúzia de mansões, uma centena de apartamentos, dois iates, e uns R$ 5.000.000,00 em jóias de ouro com diamantes e brilhantes, a LAVA JATO que o diga. Mas, assim como você e os (as) demais guerreiros (as) do OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA -ONSV, acreditamos em mudanças e em um BRASIL muito melhor, com EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO, com muitos projetos e ações em favor da VIDA, com PAZ NO TRÂNSITO brasileiro..

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
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  • Carlos Eduardo
    Postado às 21:21h, 09 dezembro Responder

    Parabéns a todos os membros do Observatório que vem contribuindo, dando subsidio para que os governantes possam criar uma politica publica de segurança viária, infelizmente algumas leis no brasil a depender dos governantes não saem do papel, aprovada mas ninguém as cumpre se o PNATRANS realmente for implantado será um grande avançado.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 00:40h, 10 dezembro Responder

    Prezado Carlos Eduardo,

    Boa noite!

    Concordo com você. Quanto ao PNATRANS, vamos juntamente com o OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV, acompanhá-lo pari-passo, temos que cobrar atitudes e cumprimento do mesmo por parte do PODER PÚBLICO.

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • MARCOS ANDRE FARIAS DE LIRA _
    Postado às 12:07h, 10 dezembro Responder

    Deduz-se desta contribuição do Observatório Nacional de Segurança Viária ao PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE MORTES E LESÕES NO TRÂNSITO – PNATRANS a excelente sugestão de implantação dos conceitos de Clusters e Benchmark com os quais os estudos ficarão mais próximos da realidade das estatísticas da mortalidade em cada região.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 12:17h, 10 dezembro Responder

    Prezado Marcos Lira,

    Bom dia!

    Concordo com você. isso é GESTÃO MODERNA e o OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV (e toda a sua Equipe estão preparadíssimos). Vamos ter que cobrar GESTÃO MODERNA por parte do PODER PÚBLICO, que as pessoas indicadas para assumirem os órgãos de trânsito, seja indicadas por competência e qualificação técnica e não por politicagens, simplesmente por serem filiadas a um determinado partido políticos.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
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  • Lindolfo Matheus Hardt
    Postado às 15:15h, 10 dezembro Responder

    O observatório contribui não somente com o plano, mas com o trânsito, pois todas suas ações são alicerçadas em estudos e pesquisas, não existe “achismo” existe conhecimento e embasamento técnico. Reforçar as ações do Observatório e levar ao conhecimento amplo dos gestores públicos e sociedade em geral ampliando as informações são ferramentas poderosas na construção de um transito mais seguro.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 20:40h, 10 dezembro Responder

    Prezado Lindolfo Hardt,

    Boa noite!

    PARABÉNS pelo belíssimo comentário, o OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV vai virar esse jogo com a nossa ajuda, vamos mudar para melhor o trânsito brasileiro, vamos ter um trânsito com EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO, com muita FISCALIZAÇÕES e atividades integradas entre os órgãos de trânsito brasileiro, vamos SALVAR VIDAS NO TRÂNSITO BRASILEIRO, sempre enbasados em estudos, pesquisas, projetos e dados estatísticos confiáveis.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 20:41h, 10 dezembro Responder

    NADA DE ACHISMO!!!

  • Paulo Botelho
    Postado às 20:44h, 10 dezembro Responder

    O trabalho que o deputado Hugo Leal, do Observatório e outras instituições são de grande importância e com certeza trazem inúmeros benefícios para o trânsito. A facilidade que temos hoje, com os dados compilados do observatório, contribuir, e nos ajudam muito, isso nos anima e facilita muito nosso trabalho, sem contar que traz mais engajamento, unido tantos profissionais e tantos trabalhos, em prol da segurança.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 21:00h, 10 dezembro Responder

    Prezado Paulo Botelho,

    Boa noite!

    Verdade! Juntos, vamos vencer essa batalha, vamos alcançar todas as metas previstas e garantir SEGURANÇA NO TRÂNSITO BRASILEIRO.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 21:01h, 10 dezembro Responder

    TEMOS QUE REDUZIR A QUANTIDADE DE ACIDENTES DE TRÂNSITO, A SEVERIDADE DOS MESMOS E A QUANTIDADE DE VÍTIMAS FATAIS!!! ISSO É URGENTE!!!

  • Júlio César Gonçalves da Silva Santos
    Postado às 10:04h, 11 dezembro Responder

    Vejo o OBSV como uma referência no seguimento segurança viária.
    Essa contribuição é de suma importância para a sociedade para redução da mortalidade.

  • Ronaro Ferreira
    Postado às 16:17h, 11 dezembro Responder

    Agora temos um Plano.
    Temos uma lei.
    Temos metas.
    Temos datas.

    Estamos em uma outra etapa do nosso desafio de reduzir as mortes por trânsito.
    Temos um novo governo federal, com uma nova estrutura de ministérios.
    Isto é uma oportunidade.

    A OMS coloca como primeira estratégia para a redução de acidentes e criação 1 (uma) agência central coordenadora das ações de prevenção. Isto era impossível no nosso passado recente. Tínhamos: o Denatran, a SEMOB, o Ministério dos Transportes, a PRF, o DNIT, o Ministério da Saúde, a ANTT e o Congresso (se é que eu não estou esquecendo algum órgão…) Cada um definia suas estratégias, suas ações e suas prioridades. Ninguém coordenava ninguém.
    Estamos em um novo momento.
    Precisamos tentar implementar o PNTRANS para ajudar a cada estado, cada capital e cada município a reduzir suas estatísticas de lesões causadas pelo trânsito.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 17:57h, 11 dezembro Responder

    Prezado Ronaro Ferreira,

    Boa tarde!

    É isso mesmo, também acreditamos nas mudanças, esperamos que o TRÂNSITO seja priorizado, bem como as ações e projetos necessários em defesa da VIDA, da perfeita e necessária PAZ NO TRÂNSITO Brasileiro.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • André M. Lourenço
    Postado às 03:38h, 12 dezembro Responder

    Esse PNATRANS me faz lembrar uma expressão que conheci no tempo que passei nos EUA “Too litle, too late”, onde se fez muito pouco e muito tarde, de 2011 a 2018 quanto matamos no transito, para agora criar uma lei que não estabelece metas. Deveríamos estar apresentando a ONU as metas que atingimos cumprindo um acordo internacional que assinamos, alias esse Plano me lembra também as placas do Mercosul outro acordo internacional que assinamos e não cumprimos.
    Sim ele tem coisas interessantes com a unificação dos dados estatísticos, quem sabe agora finalmente teremos com mais facilidade estatísticas precisas e conseguiremos direcionar as ações para onde é mais necessário. Parabéns ao ONSV pelo esforço mas a lei ainda esta longe do que precisamos.

  • Miriam Pimentel Falleiros
    Postado às 17:10h, 12 dezembro Responder

    Parece que o Brasil vem acordando aos poucos de forma generalizada em relação à segurança viária, ainda muito tem que ser discutido em relação á redução de mortes no trânsito, mas sabemos que podemos contar com protagonistas chaves que lutam para cumprir com o acordo firmado do Brasil com a ONU. Uma das ações mais importantes é o cumprimento das propostas enviadas ao CONTRAN para o alcance das metas estabelecidas pelo PNATRANS, junto com uma melhor padronização de coleta de dados estaduais e municipais para um diagnóstico da situação viária no país, podendo assim ser feito uma melhor análise dos resultados referentes às novas iniciativas, acredito que 2018 teve um grande avanço talvez não consigamos cumprir as metas firmadas pela ONU em tempo, mas a resiliência de cidadãos com o mesmo propósito e a mobilização da sociedade do problema existente com campanhas nacionais fará uma grande diferença.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 18:02h, 12 dezembro Responder

    Prezada Miriam Falleiros,

    Boa tarde!

    É isso mesmo, o gigante adormecido chamado BRASIL está acordando e esperamos que a partir do dia 01/01/2019 ele acorde de uma vez por todas e não retroceda mais quanto as ações, projetos e programas para combatermos a violência no trânsito brasileiro, também acreditamos nas mudanças, esperamos que o TRÂNSITO seja priorizado, bem como as ações e projetos necessários em defesa da VIDA, da perfeita e necessária PAZ NO TRÂNSITO Brasileiro.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • Rafael da Silva Souza
    Postado às 14:45h, 13 dezembro Responder

    Boa tarde o deputado federal Hugo Leal fez este pronunciamento na Câmara dos Deputados em Brasília, após retorno da comitiva que esteve em Moscou, quando cita a necessidade urgente de um plano nacional,
    Equivocada porque eventos que matam, ferem e mutilam não podem ser chamados de acidentes. Acidente é todo o fenômeno inesperado, imprevisível e inevitável. Já um atropelamento por avanço de sinal ou excesso de velocidade, uma colisão frontal por culpa de uma ultrapassagem indevida ou por reações retardadas de quem bebeu e pegou no volante são, na realidade, ações deliberadas de quem foi negligente, imprudente ou que desrespeitou as leis de trânsito.Bem como explica o Deputado, acidente de trânsito é uma infração que não deu certo.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 15:10h, 13 dezembro Responder

    Prezado Rafael Souza,

    Boa tarde!

    Perfeito. Você tem toda razão, parabéns pelo excelente comentário.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Elaini Karoline Russi
    Postado às 17:58h, 13 dezembro Responder

    Nós somos o trânsito, portanto se queremos um trânsito mais seguro precisamos juntos criar condições para um trânsito mais seguro. O relato acima é uma demonstração das possíveis formas de contribuir para um trânsito mais seguro, desde a participação política indicada pelos deputados Hugo Leal e Beto Albuquerque, até a tese de doutorado do DR. Jorge Tiago Bastos, e o ONSV enquanto organização social voltada para o trânsito. Ou seja, a politica a universidade e a organização a serviço de uma necessidade social, diminuir os índices de acidentes de trânsito e aumentar a probabilidade de segurança no trânsito.

  • Glendo Ghess de Amorim
    Postado às 18:02h, 13 dezembro Responder

    O texto demonstra a necessidade de ‘unir diferentes forças’ para propor mudanças na realidade social do trânsito brasileiro. Esse exemplo de união de forças das esferas: politica, organização social e universidade (produção de conhecimento científico) demonstra uma possibilidade de propor intervenções que resultem nos objetivos desejados, diminuir a probabilidade de acidentes de trânsito e aumentar a probabilidade de segurança no trânsito.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 18:04h, 13 dezembro Responder

    Prezado Glendo Amorim,

    Boa tarde!

    Perfeito. Você tem toda razão, parabéns pelo excelente comentário.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • Cléo Barbosa Cardozo
    Postado às 20:18h, 13 dezembro Responder

    Importante discussão do PNATRANS da qual participei de uma audiência em meu município. Notamos que os representantes políticos são sempre os mesmos envolvidos com a causa trânsito.

  • Sílvia Miranda Rosa de Lima
    Postado às 00:54h, 14 dezembro Responder

    A participação da sociedade civil na defesa dos interesses coletivos é um passo fundamental para a concretização da democracia. O ONSV tem atuado como uma das principais organizações de referência no contexto da segurança viária, mantendo a credibilidade e aprimorando sempre a qualidade de seus produtos e serviços. A atuação do Observatório nas decisões do setor, como também no planejamento de ações e no desenvolvimento de estudos e metodologias, favorece a aproximação entre as esferas públicas, privadas e sociais e assim, nos aproxima da consolidação da realidade de um trânsito seguro. Em tempos de incredulidade acerca do poder governamental, resta-nos confiar no poder das organizações idôneas, das informações verdadeiras e da atuação profissional qualificada. O Observatório encerra todas essas premissas e assim, fortalece a segurança de que, pelo menos no tangente ao trânsito, as demandas estão sendo bem direcionadas e devidamente representadas.

  • Arilmar Teixeira da Silva
    Postado às 02:52h, 14 dezembro Responder

    Baseado no que já foi proposto pelo Deputado em “Divisão das unidades federativas em clusters (agrupamentos por semelhança), segundo análise de indicadores de segurança viária, conforme apresentado na Tese de Doutorado do Prof. Dr. Jorge Tiago Bastos, intitulada “Análise estratégica da segurança viária no Brasil: pesquisa de índices e indicadores”. Alguns critérios utilizados para definição dos clusters seriam: comportamento dos usuários; infraestrutura viária; sistema de saúde; composição e idade da frota; aspectos socioeconômicos, demográficos e geográficos; exposição por modo de transporte; e indicadores de segurança viária.”
    Acredito piamente que o Observatório já vem pensando em trabalhar cada Estado de acordo com suas especificidades, porque realmente tratar trânsito de forma geral não é o ideal, dado ao “comportamento dos usuários; infraestrutura viária; sistema de saúde; composição e idade da frota; aspectos socioeconômicos, demográficos e geográficos; exposição por modo de transporte; e indicadores de segurança viária”, aqui referidos. Muito bem posicionado o estudo do Prof Jorge. Torna-se um desafio diante da grandeza deste nosso Brasil em sua dimensão viária fazer este tratamento personalizado por Estado. Mas o Observatório vem caminhando muito bem com esta tarefa. Acredito que esta tem sido uma das grandes causas de diminuição de acidentes em determinados Estados enquanto outros não atingiram as metas de diminuição, porque por certo este tratamento de acordo com o Estado seria algo a se pensar como fator preponderante nesta diminuição.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 10:01h, 14 dezembro Responder

    Prezado Glendo Amorim,

    Boa tarde!
    Prezada Silvia Lima,

    Bom dia!

    Perfeito. Você tem toda razão, parabéns pelo excelente comentário. Gostei muito do seguinte trecho do seu comentário:
    “A atuação do Observatório nas decisões do setor, como também no planejamento de ações e no desenvolvimento de estudos e metodologias, favorece a aproximação entre as esferas públicas, privadas e sociais e assim, nos aproxima da consolidação da realidade de um trânsito seguro”.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
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  • Fabio Fernandes Silva Alves
    Postado às 18:42h, 14 dezembro Responder

    A iniciativa do parlamentar é de grande importância para sociedade, no entanto a falta de sensibilidade por parte do cidadão pela temática, não excita o parlamento brasileiro a empenhar mais esforços pela segurança no trânsito.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 19:05h, 14 dezembro Responder

    Prezado Fábio Alves,

    Boa noite!

    O Parlamento Brasileiro tem que conhecer a CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL – 1998, conforme segue abaixo:

    Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:

    XII – estabelecer e implantar política de educação para a segurança do trânsito.

    O Parlamento Brasileiro tem que conhecer a LEI FEDERAL Nº 9.503, DE 23/09/1997 – CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB, conforme segue abaixo:

    CAPÍTULO I
    DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

    Art. 1º O trânsito de qualquer natureza nas vias terrestres do território nacional, abertas à circulação, rege-se por este Código.

    § 1º Considera-se trânsito a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga.

    § 2º O trânsito, em condições seguras, é um direito de todos e dever dos órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito, a estes cabendo, no âmbito das respectivas competências, adotar as medidas destinadas a assegurar esse direito.

    § 3º Os órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito respondem, no âmbito das respectivas competências, objetivamente, por danos causados aos cidadãos em virtude de ação, omissão ou erro na execução e manutenção de programas, projetos e serviços que garantam o exercício do direito do trânsito seguro.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
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  • MAURICIO PONTELLO
    Postado às 10:22h, 15 dezembro Responder

    Muito importante ver que a visão do Ramalho se tornou realidade. Aquilo que se esperava como ação do Estado se tornou numa causa coletivo e muito bem comandada.
    Não podemos perder a esperança e desejar sempre a queda no número de acidentes e vítimas. Longe de nós o sentimento de “quanto pior melhor” apenas para afrontar aqueles que não pensam como nós. Nesse caso o pior é morte de muitos “patrícios’.
    A importância da certificação de novos Observadores se mostrará num número muito maior de ações de aproximação com órgãos públicos e a sociedade civil e trará muito resultado positivo.

  • Amilton Alves de Souza
    Postado às 00:39h, 16 dezembro Responder

    Excelente trabalho realizado por esse visionário José Aurélio Ramalho, que do alto de sua sabedoria e competência, não mediu esforços para criar o ONSV e liderar pessoas não menos competente em busca de soluções que possam salvar vidas, a contribuição do ONSV é de fundamental importância para o cumprimento das metas estabelecidas no pnatrans.

  • Priscila Uliana Albarice
    Postado às 02:56h, 16 dezembro Responder

    Excelente a contribuição do Observatório, Parabéns a todos os envolvidos! O trabalho desenvolvido detém grande carga de conhecimento de causa e sem sombra de dúvidas carrega credibilidade sem igual. Vamos seguir firmes, cobrando de nossos políticos a atenção que o trânsito merece e vamos construir um país melhor para todos!

  • ROKMENGLHE VASCO SANTANA
    Postado às 11:21h, 16 dezembro Responder

    Mais uma vez a sempre oportuna atuação do Observatório para a promoção de políticas públicas de segurança viária. Uma pena que o Pnatrans chega quase ao final da década de segurança viária. Mas pela primeira vez temos um plano nacional integrado específico para a questão morbimortalidade no trânsito. Contudo, como já dito acima, o Plano não pode ser apenas mais um documento de boas intenções. Deve ser implementado por toda sociedade.
    Cabe também destacar que outros marcos da segurança de trânsito necessitam de atualizações, como por exemplo, a Política Nacional de Trânsito de 2004.

  • José Carlos de Lima Souza.
    Postado às 12:16h, 16 dezembro Responder

    Sabemos, a Resolução nº 740 do CONTRAN dispõe, de modo objetivo por suas várias considerações, sobre o relevante tema, isto é, traçar metas pretendidas para redução de índices de mortalidade no denominado “Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS)”. Já pela grande relevância do assunto/tema o OBSERVATÓRIO, por seu competente Diretor-presidente objetiva, com o presente estudo técnico, por sua pertinência e embasamento técnico, de forma detalhada, apresenta sua visão holítica sobre o mesmo, em exposição metodológica. Parabéns !

  • Beatriz Rocha Araujo
    Postado às 12:28h, 16 dezembro Responder

    Este comunicado, publicado por José Aurélio diretor presidente do Observatório Nacional de segurança viária, além de esplanar historicamente os acontecimentos da implementação da década de ações de segurança viária, visando a redução das mortes no trânsito, proposto pela ONU. Também apresenta as limitações quanto aos estudos para definir a real redução de mortes no trânsito. As limitações ficam em questões metodológicas de como realizar a coleta e organização destes dados para futuramente publicados. O que é certo: precisamos de uma fiscalização incentivar para que a meta de redução e mortes no trânsito seja realmente atingida pelo Brasil.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 15:37h, 16 dezembro Responder

    Prezado Roknmenglhe Santana,

    Boa tarde e bom domingo!

    Excelente! Parabéns pelo seu comentário. Gostei muito do seu comentário do qual destaco o seguinte trecho:
    “Mas pela primeira vez temos um plano nacional integrado específico para a questão morbimortalidade no trânsito”. Esperamos que já a partir de janeiro de 2019, possamos iniciar dias melhores e efetivações de POLÍTICAS DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO, para que tenhamos condições de salvarmos VIDAS no trânsito brasileiro.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Carlos Rummenigge Moreira da Silva
    Postado às 17:38h, 16 dezembro Responder

    Destaco também aqui a questão da mudança da visão de afirmar que “tudo” foi um acidente. Nossa cultura no trânsito é afirmar que praticamente tudo foi um acidente, onde podemos até arriscar que quase tudo poderia ser evitado. Existindo assim um desrespeito às leis de trânsito por parte de alguém. Tenho esperanças de uma melhoria nos números e que o PNATRANS tenha êxito na sua proposta.

  • Carlos José Antônio Kümmel Félix
    Postado às 20:43h, 16 dezembro Responder

    METODOLOGIA PROPOSTA
    O principal objetivo do PNATRANS é reduzir pela metade os índices brasileiros de mortes no trânsito/100 mil habitantes e mortes no trânsito/10 mil veículos. Quando se diz respeito a este último indicador – mortes no trânsito/10 mil veículos – deve-se tomar certo cuidado, pois um aumento excessivo na frota de veículos pode ocasionar uma redução no índice, sem que haja redução no número absoluto de mortes.

  • Fredis Ribeiro da Costa
    Postado às 21:07h, 16 dezembro Responder

    Interessante o programa para a Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020, no qual governos de todo o mundo se comprometem a tomar novas medidas para prevenir os acidentes no trânsito, que matam cerca de 1,25 milhão de pessoas no mundo por ano. O trabalho do Observatório dispensa comentários, Excepcional os esforços do ilustre Deputado Hugo, mas nota=se que nem todos no congresso tratam esse tema como prioridade. Por outro lado, é de considerar que nem todas as cidades ou pessoas recebem informações eficazes pertinente ao caso, ou até mesmo são atualizados sobre as condutas que geram os malefícios no trânsito. Grande parte da população ainda não trata o trânsito como prioridade, nem mesmo se tem um valor de juízo espontâneo para a preservação da vida no trânsito, encaram os acidentes com naturalidade, como se fizesse parte do nosso sistema viário.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 10:35h, 17 dezembro Responder

    Prezado Fredis Costa,

    Bom dia!

    Perfeito. Concordo com você, parabéns pelo seu comentário. Realmente, temos que PRIORIZAR as ações, projetos, programas de EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO brasileiro. Temos que investir na nossa INFRAESTRUTURA VIÁRIA e na SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO, seja ela estatigráfica ou semafórica, além de dispositivos auxiliares de sinalização.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

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