Loader
A resposta é a mesma para estas perguntas!
19797
post-template-default,single,single-post,postid-19797,single-format-standard,bridge-core-2.3.6,ajax_fade,page_not_loaded,,hide_top_bar_on_mobile_header,qode-theme-ver-22.2,qode-theme-bridge,disabled_footer_top,disabled_footer_bottom,qode_header_in_grid,wpb-js-composer js-comp-ver-6.2.0,vc_responsive

A resposta é a mesma para estas perguntas!

A resposta é a mesma para estas perguntas!

  1. QUAL É UMA DAS PRINCIPAIS CAUSAS DE MORTE E INVALIDEZ NO PAÍS?
  2. QUAL É A PRINCIPAL CAUSA DE AFASTAMENTOS NO TRABALHO?
  3. QUAL É A OCORRÊNCIA QUE OCUPA 60% DOS LEITOS DE EMERGÊNCIA NOS HOSPITAIS ?
  4. QUAL É UM DOS PRINCIPAIS GERADORES DE GASTOS PREVIDENCIÁRIOS?
  5. O QUE GERA R$ 52 BILHÕES DE GASTOS PÚBLICOS AO ANO?
  6. QUAL É UM DOS PRINCIPAIS VILÕES DA PERDA DE PRODUTIVIDADE NO PAÍS?
  7. O QUE MATA UMA PESSOA A CADA 15 MINUTOS NO NOSSO PAÍS?
  8. O QUE SEQUELA UMA PESSOA POR MINUTO NO BRASIL?
  9. O QUE MATA MAIS DO QUE A VIOLÊNCIA PÚBLICA EM 10 ESTADOS BRASILEIROS?
  10. O QUE PRECISA DE MENOR INVESTIMENTO, COM MAIOR RETORNO, (E O RESULTADO É A IMAGEM) AO GOVERNO FEDERAL?

RESPOSTA: OS ACIDENTES DE TRÂNSITO! ISSO MESMO!

O Brasil é o terceiro país com maior número de mortes em acidentes de trânsito no mundo (atrás apenas de Índia e China). Seguem algumas informações que comprovam gravidade desse problema:

  1. Apenas em 2016, foram 37.345 mortes decorrentes de acidentes de trânsito, das quais, mais de 80% são de homens. Fonte: Ministério da Saúde (2018) – http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sim/cnv/ext10uf.def

  1. Isso corresponde a mais de 100 mortes por dia, 4 mortes por hora ou 1 morte a cada 15 minutos

  1. Além da dor e sofrimento das vítimas e seus familiares, os acidentes de trânsito representam um custo social de mais de mais de R$ 50 bilhões anualmente, de forma que custo per capita que cada brasileiro paga anualmente por isso corresponde a R$ 250,00 – em alguns Estados, pode chegar próximo aos R$ 500,00. Fonte: Observatório Nacional de Segurança Viária (2017) – https://www.onsv.org.br/?s=PER+CAPITA

  1. O índice de mortes no trânsito por 100 mil habitantes no Brasil é 18 vítimas. Países como Suécia, Noruega e Reino Unido apresentam taxas menores do que 3 mortes no trânsito para cada grupo de 100 mil habitantes. Fonte: European Comission (2018) – https://ec.europa.eu/transport/road_safety/sites/roadsafety/files/mapcare_fatal_2016.pdf

  1. Em 10 estados brasileiros (SP, MG, PR, SC, MT, MS, PI, RO, RR e TO) a violência no trânsito mata mais que a violência pública. Fonte: Observatório Nacional de Segurança Viária (2017) – https://www.onsv.org.br/observatorio-afirma-violencia-no-transito-tambem-e-violencia-publica/

  1. Os índices de mortes no trânsito do Brasil na atualidade correspondem aos índices dos Estados Unidos para a década de 70 – um atraso de 40 anos. Fonte: Bastos, J. T. (2018) – http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18144/tde-08042015-103747/pt-br.php

Portanto, o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária considera que a sociedade necessita de amadurecimento em relação ao problema da falta de segurança no trânsito nas nossas ruas.

Os candidatos e as candidatas devem contribuir para esse amadurecimento, e incluir o tema em suas pautas prioritárias, sendo a qualidade de vida dos cidadãos e cidadãs brasileiras o foco principal das políticas públicas adotadas por seus representantes.

José Aurelio Ramalho
Diretor-presidente
Observatório Nacional de Segurança Viária

121 Comments
  • REGINALDO FRIGERI MARTINS
    Posted at 05:46h, 21 novembro Responder

    Bom dia, devemos reavaliar os projetos sobre MOBILIDADE URBANA, pois assim teremos menos transito e menos morte, menos acidentes, nesses paises citados no artigo existe uma politica de mobilidade urbana excelente, pois ha jovems que nao querem se habilitar para a condução do automóvel por saber que nao ficara na mão pelo transporte público, uma das principais atitudes deveria ser esta, apos isso trabalhar com a conciencia do condutor para respeitar e ser respeitado no transito, nao ter pressa acostumar a sair antes do horário sabemdo que sempre ha imprevisto em nosso país.
    EDUCAÇÃO E RESPEITO UMA DAS PRINCIPAIS características a ser mudado em primeiro, depois uma politoca de mobilidade seria pelos politocos locais e federaia.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 12:05h, 21 novembro Responder

    A resposta é a mesma para estas perguntas! RESPOSTA: OS ACIDENTES DE TRÂNSITO! ISSO MESMO!
    Prezado Dr. José Aurélio Ramalho, meus parabéns pelo excelente artigo que de uma forma direta e resumida, demonstra de forma clara e inequívoca a triste situação da problemática denominada ACIDENTE DE TRÂNSITO no Brasil, problemática essa que muitos (as) políticos ainda se deram conta, ainda não perceberam a real e verdadeira GRAVIDADE (BOMBA!) existente nas vias brasileiras, quer sejam federais, estaduais e municipais e em algumas vezes, até mesmo particulares (condomínios por exemplo), ainda não se deram contam, que trabalhando e resolvendo os problemas de trânsito, estarão resolvendo outros graves problemas existentes no Brasil, como é o caso da OCUPAÇÃO DE LEITOS HOSPITALARES e o EXCESSIVO GASTO PÚBLICO. Outrossim, como Vossa Senhoria muito bem colocou em uma das suas aulas do curso de Observadores Certificados, um grave problema existente no Brasil, diz respeito ao fato da DESCONTINUIDADE de PROJETOS E PROGRAMAS na área de trânsito, pois quando estamos atingindo o ápice de um determinado projeto, vem uma eleição, vem uma mudança de governo e o que é pior, vem a descontinuidade do projeto, vem o encerramento do projeto, quando o novo governante (político) vem de forma brutal e sem qualquer embasamento técnico e decreta o fim do determinado projeto, no Brasil e na área de SEGURANÇA NO TRÂNSITO, temos que ter POLÍTICAS DE ESTADO e não políticas de governo, temos que ter GARANTIAS da continuidade de projetos e programas que sejam benéficos para a Sociedade Brasileira.
    Nesse diapasão, me lembro muito bem do que aconteceu em BELÉM/PA (A bela Cidade das Mangueiras), pois tive a oportunidade de trabalhar por cerca de 10 (dez) anos na COMPANHIA DE TRANSPORTES DO MUNICÍPIO DE BELÉM – CTBEL (extinta, atualmente é SEMOB), Na CTBEL, foi construído um espaço vivencial de educação para o trânsito (TRANSITOLÂNDIA) e que era um dos melhores do Brasil, com as minis edificações, uso de mini buggs e etc., mas infelizmente, quando houve uma mudança no governo municipal, simplesmente, o ESPAÇO VIVENCIAL DE EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, foi brutalmente esquecido/ destruído e ficou por isso mesmo, sendo que até o presente momento, a cidade de Belém/PA, nunca mais teve um espaço vivencial de educação para o trânsito. E o que dizer o Programa PARE do Ministério dos Transportes! O Programa PARE simplesmente acabou, morreu! Volto a dizer, temos que ter na área de SEGURANÇA NO TRÂNSITO, POLÍTICAS DE ESTADO e não de governo!

  • Adroaldo Pereira Santos
    Posted at 13:18h, 23 novembro Responder

    É assustador saber que somos o 3º País com maior numero de mortes por acidentes de trânsito.
    Todas as ações são validades e pertinentes.

  • JAIR SOARES
    Posted at 13:29h, 23 novembro Responder

    Deveremos adotar para minimizar os acidentes de transito mais atenção, pois em frações de segundo podemos causar um novo acidente podendo ser fatal trazendo consequencial grande e perdas de entes queridos.

    No transito samos todos iguais.

    JAIR SOARES.

  • Abimadabe Vieira
    Posted at 18:06h, 24 novembro Responder

    Os acidentes de trânsito chamam a atenção para a criação de mecanismos com finalidade da redução desse cenário caótico e intolerável, através da implantação da temática da educação de trânsito nas escolas e universidades, priorizando a manutenção e expansão da fiscalização, com valorização do profissional fiscalizador, obtendo um olhar mais atento para essa verdadeira epidemia global. É de suma importância utilizar os recursos oriundos das multas de trânsito, para o investimento dessas políticas públicas, as quais tem a proposta de capacitar profissionais e multiplicadores, promoção de campanhas com diversidades de material educativo, mobilização popular para que a sociedade de conscientize do seu papel como partícipe no trânsito.

  • Marcelo Marcelino de Melo
    Posted at 15:52h, 25 novembro Responder

    Excelente artigo, ótima abordagem, principalmente a introdução, com certeza passarei a utilizar essa abordagem e informações em minhas palestras.

    Um estudo com base nos indicadores do seguro obrigatório de automóveis DPVAT, divulgado no dia 14 de maio de 2018 pela Escola Nacional de Seguros, revela que os acidentes graves ocorridos no trânsito brasileiro em 2017 provocaram impacto econômico de R$ 199 bilhões, ou o correspondente a 3,04% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país).

    FONTE: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2018-05/acidentes-no-transito-tem-impacto-de-r-199-bi-na-economia

  • MARCOS ANDRE FARIAS DE LIRA
    Posted at 09:07h, 26 novembro Responder

    Deduz-se desta pesquisa a extrema necessidade de trabalhos de prevenção aos acidentes de trânsito. O observatório é sem dúvidas um grande aliado nesta guerra contribuindo com as pesquisas, estudos, camapanhas, movimentos e profissionais especializados na luta contra a mortalidadr no trânsito. 100 mortes por dia é inaceitável para o nosso país.

  • Noe M. Silva
    Posted at 15:46h, 26 novembro Responder

    Os acidentes de trânsito.

  • Adriana Modesto
    Posted at 16:33h, 26 novembro Responder

    É interessante observar o primeiro parágrafo da matéria. Até pouco tempo atrás o que se noticiava é que o Brasil ocupava o 5º lugar no nefasto ranking de mortes no trânsito. Em ocupando o 3º lugar, de duas uma, ou mesmo as duas, ou estamos falhando nas medidas de prevenção aos acidentes de transportes ou os países que ocupavam os 3º e 4º lugares implementaram medidas mais eficientes e efetivas para a mesma finalidade. Lendo as indagações de fato parece ser notícia requentada uma vez que já conhecemos as respostas, no entanto, por que, mesmo sabendo as respostas, seguimos falhando? Outrossim há experiências exitosas no âmbito da segurança viária, sobretudo, em países escandinavos e que poderiam subsidiar ações no contexto brasileiro, desde que adequadas à realidade brasileira tão diversa daquelas, assim, suponho serem os fatores prioridade e vontade política também determinantes para o referido panorama. (Adriana Modesto)

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 15:59h, 27 novembro Responder

    Prezada Adriana Modesto,

    Boa tarde!

    Parabéns pelo seu comentário, você explanou muito bem a realidade do trânsito brasileiro e fechou com chave de ouro quando escreveu: “……………………suponho serem os fatores prioridade e vontade política também determinantes para o referido panorama.”. É isso mesmo, falta VONTADE POLÍTICA QUE QUERER MELHORAR A EDUCAÇÃO E A SEGURANÇA NO TRÂNSITO BRASILEIRO, falta vontade que querer SALVAR VIDAS. Eu admiro muito o trânsito da Suécia, lá e em outros países desenvolvidos, eles trabalham os acidentes de trânsito, antes do acidente de trânsito acontecer (TÉCNICA DE ANÁLISE DE CONFLITOS por exemplo), na Suécia, como escurece cedo, o governo distribui uma espécie de colar luminoso para todos os pedestres, para serem vistos no trânsito. No Brasil, infelizmente, em muitos estados e municípios brasileiros, não estão tratando os acidentes de trânsito nem depois de acontecerem, uma OMISSÃO TOTAL. Mas somos otimistas e temos fé que esse cenário vai ter que mudar e para isso, temos agora o OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV para nos ajudar, temos que MOBILIZAR o Brasil inteiro, a Sociedade inteira, a IMPRENSA inteira. SALVAR VIDAS!

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº. BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA

  • Sérgio Augusto de Carvalho
    Posted at 22:37h, 27 novembro Responder

    A questão cultural do Brasil tem sido prejudicial em vários segmentos da sociedade, desde a falta e/ou ineficiência da aplicabilidade das leis (razoavelmente são boas) com resultado punitivos precários à predominância dos interesses particulares sobre o coletivo.
    No trânsito não é diferente, leis são esquecidas facilmente principalmente por desinteresse das administrações públicas em cumprir seu papel constitucional de aplicar as políticas públicas para as melhorias no trânsito. O cidadão brasileiro é muito desleixado com relação aos princípios da cidadania não propiciando uma melhor democratização dos espaços públicos insistindo na prevalência dos seus interesses pessoais.
    Se partíssemos da primícia legal que o trânsito seguro é um direito de todos e constitui dever dos órgãos que compõem o sistema nacional de trânsito, teríamos uma malha viária competente e segura, a educação para trânsito estaria efetivada, sistema de consequências totalmente ativado, trânsito totalmente municipalizado, planejamentos eficazes, engenharia de tráfego implantada e consequentemente estaríamos com o trânsito mais saudável.

  • Jackson Fernandes
    Posted at 09:02h, 28 novembro Responder

    E, Minas Gerais, com a maior malha viária e a segunda maior frota veicular do País, não foge à regra.
    Li uma matéria interessante, onde demonstra o empenho com a segurança no trabalho e pergunta o do porquê não, o mesmo empenho com a segurança no trânsito?
    Realmente, a segurança no trânsito precisa ser tratada com mais empenho, com o desenvolvimento de mais tecnologia e que estas sejam disseminadas com urgência. Só assim poderemos frear essa epidemia chamada acidente de trânsito.
    Nas empresas séria e algumas autarquias, nos deparamos com a famosa placa “Estamos há ___ dias sem acidentes”.
    O empenho e a obrigação legal do Agentes da CIPA, por exemplo, deviam se estender ao trânsito. Toda prefeitura deveria ter sua CIPA/TRANSITO e nas entradas da cidade a placa “Estamos há ___ sem acidentes de trânsito”.
    Isso sim, seria uma campanha permanente e demonstração de engajamento e preocupação com sua população.

  • ARTHUR HENRIQUE MAGALHAES
    Posted at 16:12h, 28 novembro Responder

    Durante a campanha eleitoral e após a divulgação dos resultados pouco se falou da matéria segurança viária.
    Em âmbito nacional muito se falou de segurança pública em aspectos de violência urbana, porte de armas, presídios, maioridade penal, tráfico de drogas, dentre outros, mas nada se falou de trânsito.
    No Distrito Federal o único aspecto que foi citado na campanha foi a promessa leviana de alguns candidatos no sentido de retirar forças da fiscalização de trânsito humana e eletrônica com o intuito de angariar votos argumentando que se trata de “indústria de multas”.
    Estamos a 30 dias da posse dos novos governantes e até agora não foi escolhido o nome do novo Diretor do Denatran, nem definido em qual ministério ficará alocado.
    Assim, reconhecendo os avanços alcançados pelo OBSERVATÓRIO, entendo que uma das principais missões para o próximo ano é colocar a matéria segurança viária na pauta de assuntos principais dos governos federal e estadual, fazendo-os enxergar que #trânsitotambémésegurançapública.

  • THAIS COSTA ZANLUQUI
    Posted at 10:03h, 29 novembro Responder

    Está claro que algo tem que ser feito urgente, políticas públicas sejam aplicadas para redução desses números. No período eleitoral em momento algum ouviu -se dizer sobre ao menos uma intensificação nesse assunto,
    O Observatório sai na frente nessa conscientização guerriando incansavelmente.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 10:04h, 29 novembro Responder

    Prezado Arthur,

    Bom dia!

    PARABÉNS pelo seu comentário, muito bem explanado e demonstra a realidade vivida no Brasil. Esperamos que a partir de 1º de janeiro de 2019 esse cenário seja outro, que os nossos governantes consigam visualizar a necessidade de se dar atenção ESPECIAL aos problemas existentes no nosso TRÂNSITO e dar a devida prioridade ao mesmo. O Brasil tem que ter políticas de ESTADO para combater o flagelo do acidente de trânsito e assim, reduzir a quantidade de vítimas fatais no trânsito brasileiro, POUPANDO VIDAS! Nessa vertente, ainda bem que hoje temos o OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV para nos ajudar nessa importante empreitada.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 10:40h, 29 novembro Responder

    Prezada Thaís Zanluqui,

    Bom dia!

    Verdade, concordo com você, temos que juntos com o OBSERVATÓRIO NACIONAL DE TRÂNSITO – ONSV e com a Sociedade Brasileira, vencermos essa batalha, temos que cobrar de nossas autoridades, políticas públicas, programas, projetos e ações em prol da EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO, em prol da VIDA NO TRÂNSITO, da PAZ NO TRÂNSITO! Prezada Thaís, mesmo depois de 21 anos do CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB, existem muitos órgãos públicos, que não obedecem o dispositivo da LEI FEDERAL 9.503/1997, que segue abaixo:

    CAPÍTULO VI
    DA EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO

    Art. 74. A educação para o trânsito é direito de todos e constitui dever prioritário para os componentes do Sistema Nacional de Trânsito.

    § 1º É obrigatória a existência de coordenação educacional em cada órgão ou entidade componente do Sistema Nacional de Trânsito.

    § 2º Os órgãos ou entidades executivos de trânsito deverão promover, dentro de sua estrutura organizacional ou mediante convênio, o funcionamento de Escolas Públicas de Trânsito, nos moldes e padrões estabelecidos pelo CONTRAN.

    Muitos órgãos de trânsito, até mesmo federais, não cumprem o Parágrafo 1º, ou seja, não possuem COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO. Temos que juntos com o ONSV, cobrarmos essas questões das autoridades brasileiras.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA

  • TALITA DE SOUSA LIMA
    Posted at 16:08h, 29 novembro Responder

    Conscientização! As pessoas precisam acordar para as questões de trânsito. Em que pese o descaso do Poder Público ter grande parcela de culpa por estes números escandalosos, não podemos aguardar inertes por ações governamentais. Grande parte dos acidentes fatais de trânsito acontecem por negligência, imprudência e imperícia, logo temos o fator HUMANO, como condição adversa causadora de mais de 80% dos acidentes. Falta atenção básica, sobra ingestão de bebidas alcoólicas e uso indevido de celular, excesso de velocidade, não uso dos equipamentos de segurança obrigatórios, e muita desinformação. Mobilizando as pessoas poderemos ter resultado expressivos e positivos!

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 17:34h, 29 novembro Responder

    Prezada Talita Lima,

    Boa tarde!

    Perfeito. Parabéns pelo belíssimo comentário, concordo com você, temos que arregaças as mangas e trabalharmos com cada vez mais empenho, mobilizarmos a Sociedade Brasileira e juntos com o ONSV, mudarmos os rumos dessa triste realidade existente no trânsito brasileiro. Infelizmente, o Governo Federal ainda não observou que se gasta cerca de R$ 47.000.000.000,00 de recursos públicos que poderiam ser utilizados em outras áreas, investidos na própria INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES do Brasil.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº. BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA

  • Maria Cristina Alves
    Posted at 09:11h, 01 dezembro Responder

    É importante que todos nós, na condição de indivíduos e usuários do transito, façamos uma profunda reflexão sobre estes dados estatísticos, que refletem com muita clareza o comportamento descomprometido do brasileiro no transito. Para que possamos modificar este cenário, necessário se faz um investimento pesado em educação (iniciar o processo educacional de entendimento do transito) ainda nas primeiras séries do ensino fundamental, a criação de estratégias de politicas publicas para o transito, uma legislação que criminalize mais comportamentos como crime, fiscalização eficaz – aumento do efetivo, fortalecimento de iniciativas como o ONSV, aperfeiçoamento dos cursos de formação do condutor, desenvolvimento de cursos de extensão nas universidades para universalizar o acesso a todos. Acredito que desta forma, assim como foi feito em outros países que reverteram suas estatísticas, conseguiremos mudar o cenário do transito no Brasil.

  • JOSÉ CLAUDIO DA SILVA
    Posted at 09:57h, 02 dezembro Responder

    Infelizmente as questões de segurança viária são, comummente colocadas em terceiro plano. Os números mostram a tragédia diária que acontece no trânsito brasileiro, entretanto fica a pergunta… de quem é a responsabilidade? Diante do questionamento, muito se isentam de enfrentar com seriedade a questão da preservação da vida no trânsito.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 09:31h, 03 dezembro Responder

    Prezada Maria Cristina,

    Bom dia!

    Verdade. Para conseguirmos mudar esse triste cenário no trânsito brasileiro, temos que ter a presença efetiva do ESTADO BRASILEIRO, temos que ter POLÍTICAS DE ESTADO, temos que ter o comprometimento do Governo Federal, dos Governos Estaduais, dos Governos Municipais, da IMPRENSA em geral e de toda a Sociedade Brasileira, TODOS nós temos que ter compromisso com a EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO, temos que ter compromisso com a VIDA no trânsito, com a PAZ NO TRÂNSITO.
    Temos que investir também, na FISCALIZAÇÃO do trânsito. Parabéns pelo seu belo comentário.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº. BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA
    (91) 3250-2620

  • Lindolfo Matheus Hardt
    Posted at 13:42h, 03 dezembro Responder

    Até quando nossa sociedade e governantes fecharão os olhos para esses números? Esta é apenas umas das causas que nos fortalecem na luta interminável por um trânsito melhor. Essas informações precisam ser cada vez mais divulgadas e levadas ao conhecimento da população, Criar uma cultura de conduta correta e segura é urgente.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 14:21h, 03 dezembro Responder

    Prezado Lindolfo Hardt,

    Boa tarde!

    Concordo com você, quando você escreveu: “Essas informações precisam ser cada vez mais divulgadas e levadas ao conhecimento da população, Criar uma cultura de conduta correta e segura é urgente. É URGENTE mesmo, o ESTADO BRASILEIRO tem que reagir imediatamente, temos que cobrar de nossas autoridades governamentais, ações, projetos, programas e políticas de estado voltadas para a disseminação e implantação da EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO brasileiro, não temos mais como esperar, temos que agir e SALVAR VIDAS! O Brasil não pode mais matar cerca de 37.000 (há quem diga que esse número chegue a 50.000) mil pessoas por ano no trânsito. Isso é uma guerra! Isso é um absurdo!
    Nesse diapasão, contamos com a ajuda do OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV nesse embate.
    Chega. TOLERÂNCIA ZERO aos acidentes de trânsito!

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº. BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Belém/PA
    (91) 3250-2620

  • André Luiz Mazzaropi
    Posted at 09:59h, 04 dezembro Responder

    Aos amigos do S.N.T e em especial ao ONSV; a resposta a esta intrigante pergunta é: O não cumrpimento do Artigo 76º da Lei 9.503 de 23 de Setembro de 1.997; o Código Brasileiro de Trânsito, ao qual tive o orgulho de trabalhar com a equipe de elaboração e entre 1.997 á 2.007 seu principal aplicador, tendo levado a integração do S.N.T pouco mais de 1.000 municipios brasileiros; Rendo a isto a que coloco aos amigos e membros do SNT homenagem a seus principais criadores Dr. Kazuo Sakamo (sempre me dizia, André Mazzaropi , sem educação de trânsitos nas escolas de ensino fundamental o código jamais funcionará) a baluarte e maior lutadora pela educação de trânsito do CGQFHT – Coordenação-Geral de Qualificação do Fator Humano no Trânsito – Dra. Rita de Cassia Pereira Cunha; (recentemente aposentada) ao meu especial amigo e relator do CTB na Câmara dos Deputados Dr. Ary Kara José; os saudosos Dr. Ciro Vidal e o grande especialista Dr. Roberto Scaringella com quem tive a honra de trabalhar tanto na elaboração como na aplicação; 5.570 Municipios não tem educação de trânsito na Grade curricular do ensino fundamental, 3.953 Municipios não integrados ao S.N.T. (municipalização) Educação para o Trânsito; CHEGOU A HORA DE MUDAR; TEM UM JECA NO TRÂNSITO – André Luiz Mazzaropi – Presidente da ADIMTRAN – Associação de Dirigentes Municipil de Transporte e Trânsito. – Taubaté-SP.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 12:48h, 04 dezembro Responder

    Prezado Dr. André Mazzaropi,

    Bom dia!

    Concordo plenamente com o seu comentário, também tive a grata oportunidade de conhecer o DR. KAZUO SAKAMOTO e o DR. ROBERTO SCARINGELLA, o que foi uma enorme satisfação pra mim, tive a oportunidade de ser aluno de ambos. Realmente, a EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO na escola é fundamental, é condição SINE QUA NOM. Outrossim, digo que realmente falta muita coisa para podermos dizer que cumprimos o CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB (LEI FEDERAL Nº 9.503, DE 23/09/1997), falta cumprirmos por exemplo:

    CAPÍTULO VI
    DA EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO

    Art. 74. A educação para o trânsito é direito de todos e constitui dever prioritário para os componentes do Sistema Nacional de Trânsito.

    § 1º É obrigatória a existência de coordenação educacional em cada órgão ou entidade componente do Sistema Nacional de Trânsito.

    § 2º Os órgãos ou entidades executivos de trânsito deverão promover, dentro de sua estrutura organizacional ou mediante convênio, o funcionamento de Escolas Públicas de Trânsito, nos moldes e padrões estabelecidos pelo CONTRAN.

    Art. 75. O CONTRAN estabelecerá, anualmente, os temas e os cronogramas das campanhas de âmbito nacional que deverão ser promovidas por todos os órgãos ou entidades do Sistema Nacional de Trânsito, em especial nos períodos referentes às férias escolares, feriados prolongados e à Semana Nacional de Trânsito.

    § 1º Os órgãos ou entidades do Sistema Nacional de Trânsito deverão promover outras campanhas no âmbito de sua circunscrição e de acordo com as peculiaridades locais.

    § 2º As campanhas de que trata este artigo são de caráter permanente, e os serviços de rádio e difusão sonora de sons e imagens explorados pelo poder público são obrigados a difundi-las gratuitamente, com a freqüência recomendada pelos órgãos competentes do Sistema Nacional de Trânsito.

    Art. 76. A educação para o trânsito será promovida na pré-escola e nas escolas de 1º, 2º e 3º graus, por meio de planejamento e ações coordenadas entre os órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito e de Educação, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, nas respectivas áreas de atuação.

    Parágrafo único. Para a finalidade prevista neste artigo, o Ministério da Educação e do Desporto, mediante proposta do CONTRAN e do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras, diretamente ou mediante convênio, promoverá:

    I – a adoção, em todos os níveis de ensino, de um currículo interdisciplinar com conteúdo programático sobre segurança de trânsito;

    II – a adoção de conteúdos relativos à educação para o trânsito nas escolas de formação para o magistério e o treinamento de professores e multiplicadores;

    III – a criação de corpos técnicos interprofissionais para levantamento e análise de dados estatísticos relativos ao trânsito;

    IV – a elaboração de planos de redução de acidentes de trânsito junto aos núcleos interdisciplinares universitários de trânsito, com vistas à integração universidades-sociedade na área de trânsito.

    Art. 77. No âmbito da educação para o trânsito caberá ao Ministério da Saúde, mediante proposta do CONTRAN, estabelecer campanha nacional esclarecendo condutas a serem seguidas nos primeiros socorros em caso de acidente de trânsito.

    Parágrafo único. As campanhas terão caráter permanente por intermédio do Sistema Único de Saúde – SUS, sendo intensificadas nos períodos e na forma estabelecidos no art. 76.

    Art. 77-A. São assegurados aos órgãos ou entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito os mecanismos instituídos nos arts. 77-B a 77-E para a veiculação de mensagens educativas de trânsito em todo o território nacional, em caráter suplementar às campanhas previstas nos arts. 75 e 77. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    Art. 77-B. Toda peça publicitária destinada à divulgação ou promoção, nos meios de comunicação social, de produto oriundo da indústria automobilística ou afim, incluirá, obrigatoriamente, mensagem educativa de trânsito a ser conjuntamente veiculada. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    § 1o Para os efeitos dos arts. 77-A a 77-E, consideram-se produtos oriundos da indústria automobilística ou afins: (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    I – os veículos rodoviários automotores de qualquer espécie, incluídos os de passageiros e os de carga; (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    II – os componentes, as peças e os acessórios utilizados nos veículos mencionados no inciso I. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    § 2o O disposto no caput deste artigo aplica-se à propaganda de natureza comercial, veiculada por iniciativa do fabricante do produto, em qualquer das seguintes modalidades: (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    I – rádio; (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    II – televisão; (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    III – jornal; (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    IV – revista; (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    V – outdoor. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    § 3o Para efeito do disposto no § 2o, equiparam-se ao fabricante o montador, o encarroçador, o importador e o revendedor autorizado dos veículos e demais produtos discriminados no § 1o deste artigo. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    Art. 77-C. Quando se tratar de publicidade veiculada em outdoor instalado à margem de rodovia, dentro ou fora da respectiva faixa de domínio, a obrigação prevista no art. 77-B estende-se à propaganda de qualquer tipo de produto e anunciante, inclusive àquela de caráter institucional ou eleitoral. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    Art. 77-D. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) especificará o conteúdo e o padrão de apresentação das mensagens, bem como os procedimentos envolvidos na respectiva veiculação, em conformidade com as diretrizes fixadas para as campanhas educativas de trânsito a que se refere o art. 75. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    Art. 77-E. A veiculação de publicidade feita em desacordo com as condições fixadas nos arts. 77-A a 77-D constitui infração punível com as seguintes sanções: (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    I – advertência por escrito; (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    II – suspensão, nos veículos de divulgação da publicidade, de qualquer outra propaganda do produto, pelo prazo de até 60 (sessenta) dias; (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    III – multa de R$ 1.627,00 (mil, seiscentos e vinte e sete reais) a R$ 8.135,00 (oito mil, cento e trinta e cinco reais), cobrada do dobro até o quíntuplo em caso de reincidência. (Redação dada pela Lei nº 13.281, de 2016) (Vigência)

    § 1o As sanções serão aplicadas isolada ou cumulativamente, conforme dispuser o regulamento. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    § 2o Sem prejuízo do disposto no caput deste artigo, qualquer infração acarretará a imediata suspensão da veiculação da peça publicitária até que sejam cumpridas as exigências fixadas nos arts. 77-A a 77-D. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

    Art. 78. Os Ministérios da Saúde, da Educação e do Desporto, do Trabalho, dos Transportes e da Justiça, por intermédio do CONTRAN, desenvolverão e implementarão programas destinados à prevenção de acidentes.

    Parágrafo único. O percentual de dez por cento do total dos valores arrecadados destinados à Previdência Social, do Prêmio do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre – DPVAT, de que trata a Lei nº 6.194, de 19 de dezembro de 1974, serão repassados mensalmente ao Coordenador do Sistema Nacional de Trânsito para aplicação exclusiva em programas de que trata este artigo.

    Art. 79. Os órgãos e entidades executivos de trânsito poderão firmar convênio com os órgãos de educação da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, objetivando o cumprimento das obrigações estabelecidas neste capítulo.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • EMERSON SANTANA
    Posted at 17:58h, 04 dezembro Responder

    Excelente texto e com o foco no alto custo social. O trânsito no Brasil é sem dúvida um problema de saúde pública em nosso país. Mão de obra produtiva se perdendo com acidentes fatais e sequelados; desequilíbrio previdenciário; gastos públicos desperdiçados e que deveriam ser aplicados em outras áreas de desenvolvimento; baixo investimento do governo em prevenção e controle do sistema trânsito e por consequência uma sociedade alheia a este tema. A informação e divulgação destes dados se faz necessário para uma mobilização e conscientização de todos na busca por um trânsito mais humano e melhor.

  • Stefania Alvise Marcelo
    Posted at 19:00h, 04 dezembro Responder

    Enquanto o homem não se conscientizar que é protagonista de toda sua história, inclusive no trânsito, os índices de morte e acidentes continuarão altos e chocando à todos. No trânsito, as pessoas mostram realmente quem são e isto é muito perigoso, As pessoas se revestem do carro, do caminhão, do ònibus e os motoqueiros fazem peripécias.

  • EMANOEL PLACIDO DA SILVA
    Posted at 20:29h, 04 dezembro Responder

    A falta de sensibilidade dos nossos governantes em relação ao caos do nosso trânsito é notável. Temos que pensar muito bem sempre que escolhemos representantes para que possamos ter nossas necessidades atendidas, principalmente no tocante à segurança viária.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 11:19h, 05 dezembro Responder

    Prezado Emanoel Silva,

    Bom dia!

    Temos que ter governantes realmente comprometidos com a EDUCAÇÃO E A SEGURANÇA VIÁRIA, temos que ter POLÍTICAS DE ESTADO para combatermos todos os problemas existentes no nosso Sistema Nacional de Trânsito, como é o caso da grande quantidade de acidentes de trânsito e de vítimas fatais registradas por ano no trânsito brasileiro. Esperamos que possamos iniciar essas mudanças já a partir de janeiro de 2019, nessa esteira,o OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV, certamente, será o nosso principal aliado.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº. BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • ARLEI SOUZA DE OLIVEIRA
    Posted at 21:04h, 05 dezembro Responder

    A RESPOSTA É A MESMA. Triste conclusão para uma resposta tão pequena e tão objetiva. Se não fosse algo tão sério, se não fosse uma tragédia que se sucede dia após dia, se não fosse a certeza que hoje á noite, amanhã durante todo o dia, em qualquer telejornal, em qualquer jornal escrito, em qualquer site de notícias, lá estivessem estampados ás manchetes, á triste realidade, a triste notícia de mais um, ou muitos acidentes de trânsito que matou e destruiu uma ou mais famílias, isso acontecem todos os dias em nosso país, Aí nós vem outra pergunta também pequena, porque nos parecem que nada é feito para estancar essa sangria? Porque nossos administradores em todos os níveis, Municipal, Estadual e Federal parecem colocar essa tragédia em segundo, terceiro planos? Ou parecem que nem se preocupam com esse cenário de guerra que é o nosso trânsito? Quanto de dinheiro são gastos no mundo todo para descobrir um remédio, ou uma vacina para uma nova enfermidade? E porque os governos e as sociedades nos parecem que n~´ao estão vendo nada disso?

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 23:26h, 05 dezembro Responder

    Prezado Arlei de Oliveira,

    Boa noite!

    Parabéns pelo comentário, concordo com você. Na verdade, acho que nossos governantes tratam as questões do TRÂNSITO em 10º plano, ainda não se deram conta que o BRASIL desperdiça R$ 47 bilhões todos os anos com os acidentes de trânsito, e que esse valor poderia ser todo investido na INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES e por tabela, ainda renderiam milhares de votos.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Andreia Paula de Resende
    Posted at 07:29h, 06 dezembro Responder

    O que países como Suécia, Noruega e Reino Unido fazem para apresentar a taxa de menos de 3 mortes no trânsito/100 mil habitantes?
    O que os Estados Unidos fizeram para reverter sua acidentabilidade?
    O que fazer para que a sociedade brasileira amadureça e deixe de colocar os “acidentes” de trânsito na conta de Deus?
    Como convencer nossos governantes a incluírem o assunto trânsito em suas pautas de prioridades?
    Creio eu faltar muita seriedade em praticamente todos os setores da esfera pública. Qualquer benefício para o cidadão somente é conseguido através de muita luta. E isso é desgastante para o cidadão. Absorve tempo. Consequentemente, ele não consegue (ou não quer?) se organizar com outros cidadãos para exigir quer seja de vereadores, quer seja do prefeito as mudanças que se fazem necessárias. E assim as mudanças, quando acontecem ,são muito lentas!!! Enquanto isso, valores vultosos, que deveriam ser destinados à prevenção, são gastos com as consequências dos “acidentes”….

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 09:29h, 06 dezembro Responder

    Prezada Andreia Resende,

    Bom dia!

    Perfeito. Você tem toda razão, concordo plenamente com você, seu comentário resumiu muito bem a situação existente no trânsito brasileiro. Andreia, na verdade, falta EDUCAÇÃO em todas as áreas, esferas, setores e etc., infelizmente, a falta de EDUCAÇÃO é geral no Brasil, parece (mesmo estando em plena era de modernidade, tecnologia, internet, informáticas, smartphones e etc) que ainda vivemos na idade da pedra, com muitos atrasos e descasos para com a Sociedade Brasileira, para com o Povo Brasileiro, no Brasil, ainda impera a impiedosa POLÍTICA PROVINCIANA, os nossos governantes/ políticos só pensam em levarem VANTAGENS PESSOAIS, se uma determinada ação e ou projeto não lhe renderem nenhum tipo de VANTAGENS, nada feito, eles não fazem, não apoio e o que é pior, ainda são capazes de boicotar você, colocar você literalmente na GELADEIRA. Pobre do BRASIL!!!
    Mas temos que ter forças, arregaçar as mangas e irmos para a luta, para a batalha e vencermos essa batalha, temos que cobrar o PODER PÚBLICO, temos que solicitarmos apoio dos MINISTÉRIOS PÚBLICOS, da IMPRENSA e da própria Sociedade Brasileira, e junto com o OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV, vencermos essa batalha! EU ACREDITO!

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Waldete R. Rodrigues
    Posted at 13:56h, 06 dezembro Responder

    É de suma importância que levemos ao conhecimento de todos esses números, pois creio eu que, por desconhecimento dessa realidade não assusta tanto. Vale a pena lembrar que dos acidentes que ocorrem em todo o país, a maioria deles o cidadão comum não fica sabendo ( salvo os que interessa). Portanto fica claro, o quão se faz necessário o desenvolvimento de políticas e projetos voltado para essa área, Vejo também a grande responsabilidade de um observador propriamente dito, pois conhecendo a realidade brasileira ( tanto do senário de guerra que encontra o trânsito, mas também da inércia por parte da população em geral), em fazer esse elo comunicativo afim de provocar mudança de comportamento para preservação da vida.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 14:53h, 06 dezembro Responder

    Prezada Waldete Rodrigues,

    Boa tarde!

    Legal seu comentário. Mas não vejo que seja desconhecimento, na verdade, todos os dias, todas as semanas, todos meses e todos os anos, o cenário é o mesmo, uma enorme quantidade de acidentes de trânsito e de milhares e vidas ceifadas nas vias (municipais, estaduais, federais e concessionadas) brasileiras, sendo que a maioria das citadas vias, em condições precárias de conservação, ou seja, cheias de defeitos localizados, tais como: BURACOS, PANELAS, TRINCAS, DEPRESSÕES, COSTELAS, DESNÍVEIS E BORRACHUDOS. Um verdadeiro descaso do PODER PÚBLICO para com a Sociedade Brasileira. Outrossim, tudo isso que relatei anteriormente, passa diariamente na imprensa, nos telejornais, na internet, no WhatsApp e etc. Basta assistir os telejornais que nos deparamos com notícias de trágicos acidentes de trânsito. Veja por exemplo a notícia abaixo, que acabei de ler no http://www.g1.com.br:

    Ônibus sobe calçada e invade banco na Avenida Presidente Vargas, Rio
    Há informações de pelo menos sete feridos, segundo testemunhas. Corpo de Bombeiros está no local. A Av. Rio Branco está totalmente interditada. Na terça, carro subiu na calçada em Copacabana e entrou numa loja de roupas deixando três feridos.

    Por G1 Rio

    06/12/2018 13h50 Atualizado há um minuto

    Um ônibus da linha 422 ( Grajaú-Cosme Velho) subiu a calçada próximo à Avenida Presidente Vargas com Avenida Rio Branco, Centro do Rio, no início da tarde desta quinta-feira (6) e invadiu uma agência do banco Santander.

    Equipes da CET-Rio e Bombeiros estão no local. As primeiras informações são de pelo menos sete pessoas feridas, segundo testemunhas que passavam no local.

    O Corpo de Bombeiros informou que eles foram acionados às 13h35 para o atendimento. Por volta das 14h20, eles ainda não confirmavam o número de feridos.

    O motorista foi encaminhado para a 4ª Delegacia, na Praça da República, onde prestava depoimento por volta das 14h40. Ainda segundo testemunhas, ele perdeu o controle do veículo e subiu na calçada.

    NA VERDADE, ESTÁ FALTANDO COMPROMISSO COM A VIDA E VONTADE DE QUERER FAZER COM SERIEDADE.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 15:14h, 06 dezembro Responder

    Acidentes em rodovias federais mataram mais de 83 mil pessoas no Brasil em 10 anos
    São registrados, em média, 23 óbitos por dia. De 2007 a 2017, PRF atendeu a mais de 1,6 milhão de acidentes em estradas de todo o país.

    Por G1 DF

    06/12/2018 12h59 Atualizado há uma hora

    De 2007 a 2017, mais de 1,6 milhão de acidentes foram registrados nas rodovias federais que cortam o Brasil. Neles, 83.498 pessoas morreram e mais de 1 milhão ficaram feridas. São registrados, em média, 23 óbitos por dia.

    Os dados foram divulgados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nesta quinta-feira (6), na abertura da oitava edição da Operação Integrada Rodovida, lançada com o objetivo de reduzir a violência no trânsito das rodovias federais durante as comemorações de fim de ano, das férias escolares e do carnaval.

    Na série histórica, 2017 foi o ano que apresentou o menor número de mortes e acidentes dos últimos anos (veja gráfico abaixo). No ano passado, foram registrados 6.243 óbitos.

    De acordo com diretor-geral da PRF, Renato Dias, o Brasil faz parte da ação da Organização das Nações Unidas (ONU) Década de Ação pela Segurança no Trânsito. Por isso, de 2011 a 2020, todos os países que decidiram apoiar a ação precisam fazer um esforço para atingir a meta de 50% de redução de acidentes no trânsito.

    “De 2011 até a presente data, a nossa média anual já é impactante, pois conseguimos reduzir em 35% o número de feridos e mortos de acordo com o que é estipulado pela ONU”, comentou.

    Infrações

    Apesar da diminuição do número de acidentes e mortes, o número de infrações nas rodovias federais aumentou de 1.855.448 em 2007, para 6.023.826 em 2017 – um crescimento de 234% em uma década.

    As principais infrações são consumo de álcool, ultrapassagem e excesso de velocidade, de acordo com a PRF.

    Juntos, os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia representaram 40% dos registros das infrações cometidas nas rodovias brasileiras no ano passado.

    Fonte: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2018/12/06/acidentes-em-rodovias-federais-mataram-mais-de-83-mil-pessoas-no-brasil-em-10-anos.ghtml

  • Mercia Gomes
    Posted at 19:52h, 07 dezembro Responder

    Excelente trabalho, Ramalho! Parabéns. De fato, Para todas as perguntas, ainda como resposta: ACIDENTE DE TRÂNSITO, isso mesmo, acidente de trânsito. Pior ainda, acidente seguido de morte, vidas que se vão por conduzir um veículo sem qualquer responsabilidade. Desse tema, até difícil mensurar , pois como já sabido por todos nós profissionais, somos o terceiro, com maior numero de acidentes em trânsito, por isso, infelizmente é difícil acreditar que teremos avanço sem que haja educação e levar legislação à cada bairro, região do território nacional.
    Temos como principais infrações, às quais são totalmente por irresponsabilizar, nao existe qualquer possibilidade de julgar como acidente!

  • Paulo Botelho
    Posted at 21:12h, 07 dezembro Responder

    Parabéns pela excelente abordagem, Ramalho. De fato, é assustador tantas perguntas com a mesma resposta, isso mostra que precisamos levar mais, falar mais e abordar mais esse assunto, não só no local de trabalho, mas com nossos familiares, amigos e conhecidos. Levar informação a sociedade e fazê-la refletir, contribuir para “acordar” o poder publico em dar mais prioridade a segurança no trânsito.

  • MILTON RODRIGO LACERDA
    Posted at 19:23h, 08 dezembro Responder

    O que falta para que haja uma redução significativa nos acidentes, inicialmente um pouco mais de respeito e educação quando se dirige, pois vemos muitos condutores que se transformam quando estão atrás de um volante, esquecendo que existem outros do outro lado, e como costumo mencionar, mais fiscalização de Transito, pois em diversas cidades, principalmente as menores, as autoridades que deveria efetuar um trabalho sério em relação a fiscalização, por muitas vezes acabam ameaçando os profissionais que estão para cumprir sua função, e no entanto acabam sendo prejudicados por sua chefia imediata, que está mais preocupadas em fazer política com as multas do que ajudar a resolver este problema que só tem aumentado no Brasil.

  • Carlos Eduardo
    Posted at 10:55h, 09 dezembro Responder

    Tem uma frase que diz “ Se não vem por amor, vem pela dor” talvez se a população entendesse esses dados que o artigo nos apresenta, não como números mas como vidas e perceber que isso está ligado ao seu dia a dia, que pode afetar sua família, sua vida e que mudar essa realidade depende de cada individuo rever seu comportamento no trânsito. Não esperar a chegada da dor para tomar uma atitude e fazer com que essas perguntas recebam respostas diferentes isso só depende de cada pessoa, seja pedestre, motorista, ciclista ou motociclista.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 14:56h, 09 dezembro Responder

    Prezado Paulo Botelho,

    Boa tarde e bom domingo!

    Concordo com você, parabéns pelo seu comentário, a abordagem do Dr. José Aurélio Ramalho foi excelente. Realmente, temos que acordar o PODER PÚBLICO, para que assim, possamos vencer essa guerra que é o elevado número de acidentes de trânsito e de vítimas fatais no trânsito brasileiro. Temos que adotarmos as medidas necessárias imediatamente e assim, salvarmos VIDAS NO TRÂNSITO.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • André M. Lourenço
    Posted at 03:42h, 11 dezembro Responder

    A maioria da população não conhece esses números, trabalho com educação de trânsito desde 1994 e desde o principio vejo CONTRAN e especialistas dizendo as mesmas coisas o processo de formação e falho. Sim é falho por que a educação para o trânsito não é aplicado como deveria, nós precisamos fazer essa educação funcionar, mas principalmente precisamos cobrar os condutores já experientes. De nada adianta transformar a formação de um condutor em um curso técnico ou superior com a duração de 2 ou 4 anos, se não cobrarmos o condutor já habilitado. Estou passando uma temporada nos EUA e vou citar um exemplo, Autuação de excesso de velocidade.
    A maioria das rodovias não possuem radar, mas os policiais ficam escondidos atrás de outdoors, atrás de arvores, etc. Ao ser apanhado em alta velocidade o condutor toma uma multa de aproximadamente $ 750,00, se for trecho em obras a multa dobra ou fica x3, o condutor já tem sua audiência marcada na corte, onde ele irá tentar se defender perante ao juiz, ou simplesmente pagar a multa. Todas as multas ficam eternamente nos registros e ao tomar uma multa de velocidade você se torna automaticamente para o sistema um condutor perigoso, e partir desse momento o seguro do seu carro, que é obrigatório e pago todo mês como um plano de saúde ai no Brasil, aumenta de 30% a 100% e dependendo da seguradora ela simplesmente não aceita mais você como cliente. Ou seja, uma multa, uma multa de Excesso de velocidade atrapalha a vida do cidadão por anos. E se a velocidade for muito acima da máxima o vai preso na hora.
    Por isso o processo de formação aqui é tão simples e rápido, pois a educação para o trânsito está na escola e a cobrança após se tornar um condutor é muito, muito forte.

  • Júlio César Gonçalves da Silva Santos
    Posted at 09:27h, 11 dezembro Responder

    Ao nobre Ramalho parabenizo pelo excelente artigo.
    A resposta é a mesma para estas perguntas.
    Eu não acredito que punições mais severas vai mudar esse cenário. Mais a educação de trânsito é fundamental além dos investimentos para tal

  • Rafael da Silva Souza
    Posted at 14:42h, 11 dezembro Responder

    essa triste realidade que se arrasta em nosso país a décadas, nos faz pensar sobre como estamos pensando sobre o trânsito, qual o trânsito que nos queremos? Que importância temos dado a esses temas? e o que poderíamos fazer para colaborar para redução dessas estatísticas?

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 17:52h, 11 dezembro Responder

    Prezado Rafael Souza,

    Boa tarde!

    O problema do nosso trânsito está na politização dos nossos órgãos de trânsito (nas três esferas de governo, Federal, Estadual e Municipal), o PODER PÚBLICO tem que começar a valorizar as pessoas competentes e qualificadas, com conhecimento técnico na área de trânsito, somente assim, vamos avançar no combate ao flagelo que é o acidente de trânsito. Esperamos que essa situação já comece a mudar a parti do dia 1º de janeiro de 2019. E isso tem que ser URGENTE!!!

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Amilton Alves de Souza
    Posted at 23:05h, 11 dezembro Responder

    É lamentável saber que a única resposta para essas dez perguntas é o acidente de trânsito, nos faz refletir com mais enfase sobre as consequências da negligência dos responsáveis por tantos acidentes. Sabemos que 90% dos acidentes de trânsito são causados por falha humana, portanto tais acidentes é absolutamente evitável, todavia os atos inconsequentes praticados por aqueles que não tem consciência da gravidade de suas ações, acabam sendo os responsáveis pelos resultados que deram causa aos fatos enumerados nas dez perguntas do texto.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 23:53h, 11 dezembro Responder

    Prezado Amilton Souza,

    Boa noite!

    Gostei muito do seu comentário. Mas apesar do quadro que temos no trânsito brasileiro, de muitos acidentes e de muitas vítimas fatais no mesmo, creio que juntamente com o OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV, temos como cobrar ações por parte do PODER PÚBLICO e alcançarmos as metas do PNATRANS e de SALVARMOS milhares de VIDA no trânsito brasileiro. Temos como vencer essa guerra.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Miriam Pimentel Falleiros
    Posted at 19:29h, 12 dezembro Responder

    Triste realidade para os cofres públicos, para as famílias que perdem entes queridos em acidentes e para o restante da sociedade que perde a oportunidade de ter estes gastos públicos sendo investidos em melhoria para outros setores de extrema importância, realmente é necessário a mobilização da sociedade como um todo, em media, escolas, espaços públicos da importância do respeito no trânsito e da responsabilidade de cada motorista no volante.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 09:38h, 13 dezembro Responder

    Prezada Miriam Falleiros,

    Bom dia!

    Concordo com você, gostei muito do seu comentário, não podemos continuar desperdiçando tanto assim, perdendo VIDAS e desperdiçando dinheiro público, essa situação é totalmente INSUSTENTÁVEL e um verdadeiro absurdo, temos que reagir de forma URGENTE, o PODER PÚBLICO tem que adotar POLÍTICAS DE ESTADOS DE EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO imediatamente e isso é pra ontem. Veja o montante de dinheiro público que se gasta todos os anos com acidentes de trânsito, cerca de R$ 52.000.000.000,00 por/ano, sendo que com esse valor, poderíamos construir cerca de 17.000 km de rodovias federais e estaduais de 1ª classe, melhorando assim a LOGÍSTICA DE TRANSPORTES no Brasil, melhorando as condições de trafegabilidade, de sinalização de trânsito e tratamento de pontos críticos de acidentes, maior investimento na área de EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO e etc. Você já imaginou, se existisse R$ 52 bilhões disponíveis para investimentos na área de trânsito (ENGENHARIA DE TRÁFEGO, FISCALIZAÇÃO E OPERAÇÃO DE TRÂNSITO E EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO)? Quantas VIDAS poderíamos salvar? Vamos ter que vencer essa batalha.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Cléo Barbosa Cardozo
    Posted at 10:16h, 13 dezembro Responder

    Infelizmente é uma tragédia anunciada, pelo descaso que o tema é tratado. Precisamos de investimentos em educação para que a norma seja seguida por segurança e não por “medo” de multas ou pontos na CNH.
    Parabéns ao ONSV pelo trabalho desenvolvido em prol da segurança do trânsito.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 10:46h, 13 dezembro Responder

    Prezado Cléo Cardozo,

    Bom dia!

    Parabéns pelo comentário, do qual destaco o seguinte trecho: “Precisamos de investimentos em educação para que a norma seja seguida por segurança e não por “medo” de multas ou pontos na CNH”. Esse é o cenário ideal, mas sabemos que o nosso Brasil ainda além de está longe de ter um processo de EDUCAÇÃO excelente e eficaz, vai demorar muito, mas muito mesmo, para atingir patamares de EDUCAÇÃO como os dos países escandinavos por exemplo, mas temos que cobrar do PODER PÚBLICO avanços na área de educação (apesar de milhares de políticos se beneficiarem com os problemas de falta de educação no Brasil, geralmente, na hora de VOTAR!), para o Brasil melhorar em todas as áreas, tem que investir em EDUCAÇÃO, mais EDUCAÇÃO, mais EDUCAÇÃO, mais EDUCAÇÃO e EDUCAÇÃO.
    “A EDUCAÇÃO TEM RAÍZES AMARGAS, MAS OS SEUS FRUTOS SÃO DOCES”.
    Aristóteles
    “O HOMEM NÃO É NADA ALÉM DAQUILO QUE A EDUCAÇÃO FAZ DELE”.
    Immanuel Kant

    Outrossim, em relação a situação existente no trânsito Brasileiro, temos que investirmos maciçamente na EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, mas também, não há tempo para aguardarmos o avanço total nessa importantíssima área, temos que, infelizmente, adotarmos remédio bem amargos (amargos somente para os infratores da lei) nesse momento, como é o caso de ações intensas, sérias e constantes de FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO. Ou seja, temos que FISCALIZAR, FISCALIZAR e FISCALIZAR.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Elaini Karoline Russi
    Posted at 12:13h, 13 dezembro Responder

    Talvez uma possibilidade de mudança seja a de definir ‘TRÂNSITO’. O que é trânsito para mim, para quem circula, para que fiscaliza? Todos usamos o trânsito, mas muitas vezes não pensamos o trânsito. O modo como o trânsito é pensado interfere diretamente no modo como usamos o trânsito. A definição de Trânsito apresentada no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) define Trânsito como “a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga” (Código de Trânsito Brasileiro, 1998/2013, p. 19). Essa definição de Trânsito apresentada pelo CTB evidencia a atividade dos usuários da via para fins de deslocamento. A fim de ampliar a compreensão do conceito de Trânsito apresentado no CTB, Rozestraten (1988/2012) define Trânsito como “o conjunto de deslocamentos de pessoas e veículos nas vias públicas, dentro de um sistema convencional de normas, que tem por fim assegurar a integridade de seus participantes” (p. 4). Nessa definição de Trânsito comparada com a apresentada no CTB, há o destaque que não basta haver circulação para haver Trânsito, é preciso haver circulação em uma via pública, dentro de um sistema ou conjunto de elementos, pois os usuários podem ocupar posições diferentes, por exemplo, pedestre, ciclista, motociclista, motorista e passageiro. E esse sistema apresenta normas de circulação a fim de que cada usuário saiba qual espaço ocupar no Trânsito e o que precisa fazer nele, a fim de assegurar que o descolamento seja feito garantindo a integridade de todos os seus participantes (Rozestraten, 1988/2012). A definição de Trânsito apresentada no CTB enfatiza principalmente a atividade do usuário da via, enquanto que a definição sugerida por Rozestraten (1998/2012) amplia a definição de Trânsito (apresentada no CTB) para além da atividade, enfatiza o modo como essa atividade deve ser realizada e a possível consequência ao realizá-la do modo como é sugerido. Essa diferença do conceito de Trânsito apresentada por Rozestraten (1988/2012) em comparação com a apresentada no CTB, demonstra que a abrangência na qual o Trânsito é caracterizado nas duas definições são diferentes. O que leva a supor que no CTB, Trânsito é definido a partir do conceito de “contexto”, considerando este, o ambiente físico ou situacional a partir do qual se considera um fato (Dicionário Infopédia da Língua Portuguesa), esse conceito de Trânsito abrange o ambiente físico. Enquanto que a definição de Trânsito para Rozestraten (1988/2012) é proposta a partir do conceito de “fenômeno”, considerando este, um acontecimento observável (Dicionário Infopédia da Língua Portuguesa). Esse conceito de Trânsito a partir de um acontecimento observável evidencia que o Trânsito pode ser constituído por diferentes dimensões observáveis.

    Referências:
    Código de Trânsito Brasileiro.

    Dicionário infopédia da Língua Portuguesa com Acordo Ortográfico [em linha]. (2003-2016). Porto: Porto Editora. Retirado de: https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/contexto

    Rozestraten, R. J. A. (2012). Psicologia do trânsito: Conceitos e processos básicos (reimpressão). São Paulo: E.P.U. (Original publicado em 1988)

  • Glendo Ghess de Amorim
    Posted at 12:26h, 13 dezembro Responder

    A culpa é de quem? Do condutor de veículo motorizado? do condutor de veículo não motorizado? Do pedestres? Do ciclista? do agente fiscalizador? De quem constrói a via? Talvez a solução não seja achar ‘o culpado’, pois em algum grau todos somos os culpados, mas sim em pensar o que fazemos que provoca um trânsito pouco seguro (ou até mesmo sem segurança nenhuma). Quando pensamos no que fazemos, estamos falando de comportamento. Na proposta de uma abordagem psicológica a Análise do Comportamento, entende-se que ‘comportamento é a interação entre aquilo que fazemos em relação ao ambiente no qual realiza esse fazer’ (Botomé, 2001, 2013), ou seja, o comportamento vai além da ação do sujeito, é a interação entre essa ação e o ambiente, neste caso o veículo, a via, o trânsito, a interação com outros usuários da via. Talvez entender que nossas ações dependem de uma condição ambiental e que essas mesmas ações provocam consequências na nossa segurança e dos demais usuários do trânsito seja um novo modo de visualizar a interação dos cidadãos no trânsito. Não importa qual seja nossa participação no trânsito, o que importante é definir e desenvolver os comportamentos necessários para que essa participação tenha por consequência condições mais seguras no trânsito.

    Referências:
    Botomé, S. P. (2001). Sobre a noção de comportamento. In H. P. M. Feltes & U. Ziles (Eds.), Filosofia: diálogo de horizontes (pp. 685-708). Porto Alegre: EDIPUCRS. Caxias do Sul: EDUCS.

    Botomé, S. P. (2013). O conceito de comportamento operante como problema. Revista Brasileira de Análise do Comportamento, 9, 56-80. doi:10.18542/rebac.v9i1.2130 Botomé, S. P., & Kubo, O. M. (2002). Responsabilidade social dos programas de Pós- graduação e formação de novos cientistas e profissionais de nível superior. Interação em Psicologia, 6(1), 81–110. doi:10.5380/psi.v6i1.3196

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 12:55h, 13 dezembro Responder

    Prezada Elaini Russi,

    Boa tarde!

    Parabéns pelo seu comentário, foi excelente mesmo! Somente para colaborar com o mesmo, informo que você usou como referência, o livro da maior autoridade de PSICOLOGIA DO TRÂNSITO do mundo, que é o nosso querido e amado Prof. REINIER J. A. ROZESTRATEN, que tive a honra de ser seu amigo e aluno, pois tive a oportunidade de participar do curso de Especialização MULTIDISCIPLINAR DE TRÂNSITO, curso esse que foi coordenador pelo Prof. REINIER J. A. ROZESTRATEN. Temos saudades do nosso amigo e guerreiro por um trânsito humano.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 13:01h, 13 dezembro Responder

    Prezado Glendo Amorim,

    Boa tarde!

    Perfeito. O seu excelente texto retrata o caráter MULTIDISCIPLINAR que o trânsito tem e que tem que ser respeitado, além da necessidade de mudanças COMPORTAMENTAIS dos diversos atores do Sistema de Trânsito. É isso mesmo, temos que trabalharmos questões comportamentais, melhorar comportamentos, respeitar a multidisciplinaridade e resolvermos todos os problemas de trânsito, como é o caso da enorme quantidade de acidentes de trânsito registrados, bem como, as milhares de vidas que são perdidas no mesmo.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Arilmar Teixeira da Silva
    Posted at 20:08h, 13 dezembro Responder

    Parabéns pelo tema proposto!
    – E interessante fazermos uma analise do porque acontecem tantos acidentes de trânsito. Sabemos que são variadas situações que fazem com que uma pessoa envolva em um acidente de trânsito, algo que ainda não foi pensado foi buscar junto aos boletins de ocorrência dados estatísticos que possam nos subsidiar ainda mais o comportamento do condutor no momento do acidente e “também” trabalharmos estes aspectos, porque estes dados de comportamentos individuais podem nos direcionar a uma má formação como condutor, a uma ausência de fiscalização , as variadas atitudes negligentes e imprudentes , fazendo que que venhamos a trabalhar em estudos dentro de um contexto psicopedagógicos direcionado a estas causas.

  • Sílvia Miranda Rosa de Lima
    Posted at 21:41h, 13 dezembro Responder

    As informações apresentadas no artigo são de extrema relevância para sensibilização do público geral acerca da magnitude do problema dos acidentes viários em nosso país e no mundo. A demonstração dos imensos custos financeiros e incalculáveis prejuízos humanos relativos a estas causalidades, evidenciam os impactos destes eventos para toda sociedade. Afirmações como “Os índices de mortes no trânsito do Brasil na atualidade correspondem aos índices dos Estados Unidos para a década de 70”, e a comparação dos índices nacionais com países desenvolvidos da Europa que apresentam taxas 6 vezes menores do que as brasileiras, elucida a relação dos altos números destes eventos com a precariedade no desenvolvimento socioeconômico do país. A associação de sentenças impactantes, provenientes de diversos documentos, possibilitam um panorama amplo sobre a realidade da qual fazemos parte, Quando nos deparamos com a séria situação de que o Brasil é o terceiro país do mundo em número de mortes pela causa, percebemos o quão frágil é a nossa estrutura social e o quanto ainda estamos distantes de alcançar o bem estar coletivo. Com base neste cenário, percebemos a urgência de agirmos para que nossa nação amadureça. E isto inclui a tomada de conhecimento sobre a real situação e a pressão da sociedade para que nossos representantes assumam como prioridade a superação de um problema dessa dimensão.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 09:54h, 14 dezembro Responder

    Prezada Silvia Lima,

    Bom dia!

    Parabéns pelo seu excelente comentário, você foi de uma precisão cirúrgica no mesmo, através do mesmo, você nos trouxe um ponto para reflexão de todos (as), quando você citou:
    “………“Os índices de mortes no trânsito do Brasil na atualidade correspondem aos índices dos Estados Unidos para a década de 70”, e a comparação dos índices nacionais com países desenvolvidos da Europa que apresentam taxas 6 vezes menores do que as brasileiras, elucida a relação dos altos números destes eventos com a precariedade no desenvolvimento socioeconômico do país”.

    O BRASIL tem que AMADURECER imediatamente!!!

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Fabio Fernandes Silva Alves
    Posted at 18:36h, 14 dezembro Responder

    Apesar dos acidentes de trânsito serem a causa de inúmeros prejuízos socias, as autoridades políticas e o próprio cidadãos não tratam a questão com a relevância necessária, no intuito de procurar alternativas para a redução desses acidentes. As ações em prol da segurança viária garantiriam economia nas despesas decorrentes dos acidentes ao poder público, iniciativas de prevenção são mais eficientes do que ações corretivas.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 18:53h, 14 dezembro Responder

    Prezado Fábio Alves,

    Boa tarde!

    Verdade. Estamos perdendo cerca de R$ 52.000.000.000,00 (R$ 52 bilhões) por ano, o que daria para CONSTRUIR cerca de 17.000 km de RODOVIAS FEDERAIS de 1ª classe. Muito desperdício de DINHEIRO PÚBLICO.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • MAURICIO PONTELLO
    Posted at 08:36h, 15 dezembro Responder

    Se a resposta para todas as perguntas deste artigo é a mesma, Acidentes de Trânsito, o antidoto continua sendo o mesmo: Educação!
    Educação na sua mais completa forma de entendimento e aplicabilidade, que transcende os bancos escolares e qualquer outra formalidade. Educação para a vida.

  • Priscila Uliana Albarice
    Posted at 03:32h, 16 dezembro Responder

    Realmente. É chocante. No site de noticias de minha cidade, a cada 10 noticiais publicadas, 06 são acidentes de trânsito e na grande maioria ocasionados por inobservância da sinalização existente na via. O trânsito é questão de saúde pública e deve ser levado a sério.

  • José Carlos de Lima Souza.
    Posted at 06:51h, 16 dezembro Responder

    De autoria do Diretor-presidente do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária (ONSV), competente associação civil sem fins lucrativos especializada em estudos de trânsito, tendo por base relevantes valores e princípios constantes em seu Estatuto Social, sabemos, o tema importante sobre acidente de trânsito e suas nefastas consequências, no Brasil, sempre carece de mais mais ênfase e divulgação, tanto por ser de alto ônus social quanto pela urgente necessidade de permanente desenvolvimento de uma cultura educacional mais eficiente na sociedade brasileira. A resposta certa às relevantes questões postas todos, regra geral, dizemos saber. Contudo, esperamos, também por parte de nossas autoridades públicas com mandato político a partir do próximo ano (2019), tanto no Poder Legislativo quanto no Poder Executivo, a nível estadual e federal, postura e providências práticas (políticas públicas) mais responsa´veis objetivando sempre defesa de um trânsito mais seguro em nossas vias. Sempre em defesa da vida, em prol de um trânsito cada vez mais humano e seguro na sociedade brasileira.

  • Beatriz Rocha Araujo
    Posted at 12:36h, 16 dezembro Responder

    Os acidentes de trânsito ocasionam muitas sequelas nas vidas de suas vítimas, ou melhor seria dizer, responsáveis pelo acidente. Os números apresentam uma realidade de muita violencia no trânsito, sendo que muitas das pessoas que há atores deste sistema (pedestres, ciclistas, motoristas, motociclistas, entre outros) não são habilitados, desconhecendo a real dimensão das normas de circulação, já que a Educação para o trânsito ainda é muito pouco difundida entre a população. Na minha opinião, outro fator que contribui para o alarmante número de acidentes é o aumento no número de veiculos em circulação, revelando ainda outro problema, os congestionamentos e dificuldade em conseguir a estacionar os mesmos

  • Fredis Ribeiro da Costa
    Posted at 13:00h, 16 dezembro Responder

    Segurança no trânsito é algo muito sério e que depende de muitos fatores. Infelizmente os maiores culpados pela situação calamitosa de nosso trânsito são os próprios usuários, desde do pedestre ao condutor de veículo de grande porte motorizado. Parte do problema vem da má formação, visto que no Brasil muito pouco se fala com o cidadão sobre trânsito seguro antes dele decidir adquirir sua CNH, e quando decide se habilitar para dirigir veículo motorizado, enfrentam um modal ultrapassado para formação de pessoas para um trânsito seguro.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 15:44h, 16 dezembro Responder

    Prezado Fredis Costa,

    Boa tarde e bom domingo!

    Na verdade, o maior problema é a falta de POLÍTICAS DE ESTADOS DE EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO. Eu nunca vi nenhum governante (político) brasileiro priorizar ações e investimentos em prol da PAZ NO TRÂNSITO, já vis sim, muito BLÁ BLÁ BLÁ BLÁ BLÁ, mas nunca via nada efetivamente, o que já esperamos ver a partir de janeiro de 2019. Ainda bem que hoje, temos organizações que abraçam a luta em prol da VIDA no trânsito, como é o caso,do OBSERVATÓRIO NACIONAL DE SEGURANÇA VIÁRIA – ONSV.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • Carlos Rummenigge Moreira da Silva
    Posted at 18:28h, 16 dezembro Responder

    Não consigo entender o silêncio das nossas autoridades diante de tudo isso. Até quando teremos um trânsito tão “perigoso”? Tão gerador de morte? Sabendo que daqui a 14 minutos mais uma pessoa foi vítima de um acidente de trânsito. Triste realidade.

  • Ronaro Ferreira
    Posted at 20:29h, 16 dezembro Responder

    Fico triste de ver que o último parágrafo do texto não surtiu efeito.
    Acabamos de passar por uma eleição para presidente, governador, senador e deputado. Eu não NENHUMA proposta sobre segurança viária de nenhum candidato aos 3 primeiros cargo, somente um ou outro deputado se manifestou a favor.
    E ainda tivemos uma mensagem gravado pelo candidato eleito a presidente de que espera acabar com esta indústria de multas. Justamente que tinha um discurso mais forte sobre “segurança pública” se colocou a favor de reduzir a fiscalização e reduzir as penas dos infratores.

    Vejo que algumas em´presas estão descobrindo o enorme prejuízo que têm com os acidentes de trânsito e reforçando suas ações de prevenção. Para elas o custo dos acidentes é muito maior que o das multas e é um forte estímulo.
    O material produzido pelo ONSV é uma boa ferramenta para ajudar a mudar a resposta a estas perguntas.

    http://www.onsv.org.br/empresas-de-todo-o-pais-ganham-ferramenta-para-avaliar-e-melhorar-seguranca-viaria/

  • Carlos José Antônio Kümmel Félix
    Posted at 20:37h, 16 dezembro Responder

    COMPROMISSO PÚBLICO: Os candidatos e as candidatas devem contribuir para esse amadurecimento, e incluir o tema em suas pautas prioritárias, sendo a qualidade de vida dos cidadãos e cidadãs brasileiras o foco principal das políticas públicas adotadas por seus representantes.

  • rokmenglhe Vasco Santana
    Posted at 00:43h, 17 dezembro Responder

    As respostas são as mesmas: acidentes! E as pergunta para que possamos solucionar tais problemas, quais são? O que podemos fazer pra prevenir? A CONSCIENTIZAÇÃO deve ser o pontapé inicial pro início dessa discussão. Mudanças de hábitos e paradigmas, devem nortear nosso convivio social e em especial no transito. A educacao de trânsito é o trabalho inicial e fundamental que precede a a fiscalização e a punição para que possamos enxergar uma mudança lamentáveis estatísticas.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 10:38h, 17 dezembro Responder

    Prezado Carlos Félix,

    Bom dia!

    Perfeito. Parabéns pelo seu seguinte comentário: “COMPROMISSO PÚBLICO: Os candidatos e as candidatas devem contribuir para esse amadurecimento, e incluir o tema em suas pautas prioritárias, sendo a qualidade de vida dos cidadãos e cidadãs brasileiras o foco principal das políticas públicas adotadas por seus representantes”.
    É isso mesmo, temos que ter POLÍTICAS DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO, temos que priorizar as ações no nosso sistema de trânsito (HOMEM, VIA e VEÍCULO) e assim, termos todas as condições de SALVARMOS VIDAS no trânsito brasileiro.

    Saudações de Paz no Trânsito!

    ENGº BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    SR/DNIT-PA
    Belém/PA
    (91) 98102-1329

  • GUSTAVO VIANNA WEBER
    Posted at 13:40h, 25 julho Responder

    Em 2007 foi lançado um livro que reportava a violência no Trânsito e de forma indignada o autor clamava por atenção para o assunto. A violência continua e temos todas as análises possíveis e ainda as que estão por vir para concluirmos que o ser humano ainda engatinha no quesito SEGURANÇA! Hoje não se vive mais de modo comunitário nem unido; o que vemos são comportamentos individualistas, egoístas e duros com quem busca ser um ponto de consciência nesta sociedade que tem um Trânsito doente e que por muitas vezes não se importa. Os dados existem para usarmos e aplicarmos em melhorias dessa educação há tempos perdida, uma forma de resgatar a humanidade, através de leis e fiscalizações mais duras e mais rígidas, mostrando o simples fato de que queremos o respeito à vida e que a educação e conscientização devem ser inseridas no cotidiano das pessoas.

  • Darkle J. Portela Filho
    Posted at 20:57h, 25 julho Responder

    É de notório saber que o trânsito mata mais que a violência urbana, do tempo em que se estuda e informa que medidas devem ser tomadas, medidas estas que devem partir do clamor da sociedade (que já o faz de forma tímida) e principalmente deveriam ser ponto de partida para os eleitos como representantes do povo, e de todas as medidas que deveria ser revista hoje, a introdução da matéria trânsito dentro da grade curricular dos: educação infantil, ensino fundamental 1 e 2; ensino médio e ensino superior. Nossa mas em todos os anos, sim, para no futuro distante, conseguir colher, bons motoristas, pessoas conscientes. Para os especialistas da educação – MEC, justificam que a grade curricular não comporta mais carga horária e por Lei deve-se manter o que é estabelecido, mas dos 365 dias sendo 200 dias letivos para 800 horas, não conseguir colocar uma aula de 50 minutos para começarmos um novo rumo para o trânsito que queremos.

  • Bárbara Vita
    Posted at 10:31h, 31 julho Responder

    Fico a questionar o papel da governança, do poder público diante destes alarmantes indicadores de mortos e sequelados no Brasil. A administração pública deveria, no minimo, partir para elaborar planos e estratégias que norteassem políticas públicas de Segurança viária. A sociedade civil precisa também despertar para seu papel de partícipe e cobrar da gestão pública o desenvolvimento de ações. Ressalto que a educação para o trânsito representa um importante caminho para a transformação desta realidade social. A partir do momento que cidadãos entendem o seu papel no espaço social do trânsito, ele evitaria correr riscos de gerar acidentalidades.

  • Carlos Beraldo
    Posted at 08:16h, 01 agosto Responder

    Bom dia.
    Quanto aos números apresentados os mesmo são de deixar qualquer pessoa em estado de preocupação.
    Entre os dez questionamentos a resposta aos mesmos é corretíssima.
    Vejo que falta um maior engajamento entre os poderes constituídos e a sociedade civil. O caminho inicial para começarmos a reduzir este impacto negativo é através da educação. Enquanto a temática trânsito não for tratada junto as escolas (no mais amplo sentido) não iremos colher frutos positivos. Cabe sim sentarmos na mesma mesa e tratarmos desse assunto com convicção de que somente com educação vamos conseguir alterar estes dados alarmantes.
    Uma falha que entendo como injustificável foi a falta de divulgação da Década de Ação (11.05.2011). Até hoje órgãos pertencentes ao SNT não sabem ou nunca ouviram falar deste movimento que poderíamos tratar como pontapé inicial para mudanças de comportamento.
    Urge a necessidade de tratarmos trânsito com maior responsabilidade.

  • Lucélia Rossi
    Posted at 09:43h, 06 agosto Responder

    Lendo este artigo nos deparamos com um problema de segurança pública. Além disto, os acidentes de trânsito provocam alterações econômicas significativas para as famílias e para o Estado. Os acidentes geram despesas em varias esferas, para o individuo particular que precisa adaptar sua nova realidade apos os traumas sofridos no acidente e para o Estado que precisa arcar com os custos da reabilitação., sem contar o trauma emocional. Por isso se faz necessário que o Estado adote medidas de segurança que tornem o trânsito mais seguro, envolvendo nessa missão todos os setores e todos os personagens..
    Acredito que o observatório possa contribuir para que esse objetivo seja alcançado, pois desenvolve papel fundamental nesse diasapão.

  • Noedy Parice Mendes Bertazzi
    Posted at 20:04h, 06 agosto Responder

    Os registros nacionais de mortos e feridos em acidentes de trânsito alertam para a necessidade de uma política voltada à educação para o trânsito. É urgente a adoção de medidas corretivas como a implantação de programas de redução de acidentes de trânsito. Além da educação para o trânsito, é possível reduzir significativamente o número de acidentes através da engenharia de tráfego, gerando grandes melhorias sociais. na mobilidade e na qualidade de vida do cidadão. É claro que não podemos deixar de citar a importância da fiscalização para coibir os atos praticados em uma direção ofensiva. O objetivo é que através da educação formal e informal tenhamos cidadãos mais consciente dos seus direitos e razoavelmente bem informado que, entretanto, ainda não percebeu claramente que o resgate da cidadania no trânsito passa, em primeiro lugar, pela mudança individual das atitudes. Creio que cabe ao poder público estabelecer e implantar política de educação para a segurança no trânsito conforme preceito constitucional, pois só através da educação poderemos transformar os comportamentos perigosos em comportamentos adequados para a segurança viária. É necessário implantar uma política efetiva e com resultados, tendo a participação efetiva da sociedade civil, de organizações não governamentais, empresas e instituições públicas .

  • Vicente M. V. Pinto
    Posted at 22:08h, 06 agosto Responder

    A solução para uma redução em números tao teratológicos passa necessariamente pelo tripé – Educação – Engenharia – Fiscalização. A Educação deve começar cedo, incluida nas escolas, a fim de formar uma geração de motoristas conscientes. A Engenharia deve zelar pela segurança viária e mobilidade urbana, tornando o trânsito um lugar menos hostil. Por fim, a fiscalização deve exercer o papel pedagógico, punindo os maus motoristas, zelando pela segurança de todos.

  • Christian Anderson Riger
    Posted at 16:23h, 08 agosto Responder

    Concordo com o Vicente! Reinier Johannes Antonius Rozestraten, em uma de suas obras em 1988 já concluía que o trânsito seguro é baseado Engenharia, Educação e Esforço Legal, o CTB tem esse enfoque, o CONTRAN ao regulamentar a inclusão dos municípios ao SNT estabeleceu a obrigatoriedade dessa estruturação aos departamentos municipais de trânsito. Nessa perspectiva, a educação precisa ser vista como um investimento e não como uma despesa.

  • vitor Bueno da Silva
    Posted at 11:10h, 12 agosto Responder

    Impressionante; mortes no trânsito precisa ser repensada de maneira que surta efeitos 37 mil pessoas é assustador e esteve próximo de 50 mil , a matéria e excelente , os números assustam precisamos de correções na EDUCAÇÃO ( em todos os níveis de ensino ) , ENGENHARIA DE TRAFEGO e ESFORÇO LEGA ( fiscalização ) voltados para segurança.

  • Daniel Carlos Santos
    Posted at 10:39h, 16 agosto Responder

    Muito se fala em segurança pública e pouco sobre segurança viária em um país que mais mata que a violência urbana.
    Precisamos de governantes que preocupam mais com educação e formação de condutores conscientes.
    Um país com a previdência à beira de um caos, também tem reflexo do trânsito. A falta de leitos hospitalares, ocupados por vítimas do mesmo trânsito.
    Devemos repensar os conceitos e valorizar as campanhas e mobilizações em relação a conscientização do cidadão.
    Depende um pouco de cada um de nós,

  • Marlene Alves da Silva
    Posted at 19:04h, 18 agosto Responder

    O artigo é bem esclarecedor ao compilar dados que mostra que estamos vivendo uma “epidêmica da modernidade” no trânsito. O fenômeno trânsito é complexo e envolve vários saberes, mas sem dúvida, a educação é a nossa principal arma para combater. A OMS apontou para a necessidade de conhecer o contexto social, econômico, cultural e psicológico para o desenvolvimento de programas de conscientização, prevenção, reabilitação e educação. Somente por meio de uma educação continuada será possível uma mudança comportamental dos usuários da via. Nesse sentindo, ONSV têm contribuído, a exemplo, a difusão do maio amarelo, essa mobilização e alerta para a sociedade clama por uma corresponsabilidade de todos, governantes e sociedade.

  • Marlene Alves da Silva
    Posted at 19:25h, 18 agosto Responder

    Parabenizo Benedito em cada comentário, principalmente, quando reporta a Rozestraten que foi o maior defensor da psicologia do trânsito e que também acreditava na educação. Ele escreveu um livro sobre psicopedagogia do trânsito – princípios psicopedagógicos da educação transversal para o trânsito para professores do Ensino Fundamental. Infelizmente esse livro pouco divulgado.

  • SAMUEL MORGAN TEIXEIRA COSTA
    Posted at 11:34h, 20 agosto Responder

    Não precisa de muita reflexão para, a partir dos dados apresentados, concluir-se que segurança viária não ocupa, nem de longe, o papel que deveria ocupar quando se fala em saúde e segurança pública (e privada!) neste país.

    Quando vemos a estrutura organizacional, percebemos que não existe um órgão responsável pela segurança viária, mas um emaranhado desconexo em nosso SNT. O próprio sistema de informações de trânsito, importantíssimo quando se pensa em políticas eficazes de trânsito, é ineficiente, à medida em que dados são produzidos mas não são tratados nem unificados.

    Até quando?

    Mas prossigamos, amigos! Vamos fazendo a nossa parte enquanto pessoas que buscam informações e tentam, na prática, seja em qual área for, fazer um trânsito mais humano.

  • Reniê Alves Ferreira Júnior
    Posted at 12:08h, 20 agosto Responder

    Excelente artigo, o trânsito no Brasil gera um custo elevado ao país, perda de mão de obra produtiva, gasto elevado com à previdência social, impacto negativo no Produto Interno Bruno (PIB). A Organização Mundial de Saúde (OMS), em análise recente, revelou que os acidentes de trânsito custam à maioria dos países 3% do seu PIB. Vemos baixo investimento do governo em prevenção, controle e fiscalização no sistema de trânsito, além de uma sociedade alheia e desinteressada ao tema. Os dados apresentados no texto, deve ser apresentado, aos nossos representantes políticos, ao poder executivo, legislativo e toda sociedade. Atualmente, nossos governantes vem propondo medidas populistas, tornando as leis, normas e regras de trânsito mais brandas, o temor é que, o risco de acidentes aumente. O país está juntando forças para se recolocar nos trilhos do desenvolvimento, o trânsito tem um peso considerável no desenvolvimento do país.Temos que mobilizar e conscientizar todos na busca de um trânsito mais seguro.

  • Ricardo Alencar Sampaio
    Posted at 23:16h, 21 agosto Responder

    Somos sabedores que a segurança no trânsito tornou-se a muito um caso de saúde e segurança pública, com um alto número de óbitos e sequelados permanentes que mudam completamente o modo de viver dessas pessoas, provocando conflitos financeiros e emocionais irreparáveis.
    No Brasil mortes e feridos no trânsito ainda são tratados com descaso e de maneira comum, como se aquela vida fosse menos importante do que aquela que se foi, em um desastre de avião por exemplo.
    Apesar das cobranças, os acordos internacionais não são cumpridos, onde nem mesmo o repasse do FUNSET para a educação e segurança no transito é feito, quebrando leis , acordos e regras que poderiam salvar milhares de vidas.
    Esperamos atitudes inteligentes,éticas,respeitosas e humanitária de nossos governantes , pois se cuidar melhor da segurança do trânsito , economizará bilhões de reais aos cofres públicos e milhares de vidas serão polpadas.
    Até lá, caberá a nós enquanto cidadão consciente, fazermos a nossa parte e cobrar dos poderes constituídos sua coparticipação, no sentido de minimizar os riscos e zerar as mortes e eventos no trânsito.

  • Silvio Osmar Peron
    Posted at 13:35h, 22 agosto Responder

    Os números são assustadores, no entanto ainda são maquiados para que não seja apontada a incompetência da administração pública em gerenciar tamanha crise, o Brasil aderiu ao pacto para redução do número de vitimas em acidentes de trânsito na década 2011 a 2020 e, ao constatar que nada fora feito e os números ainda continuavam altos apesar das manobras, mesmo considerando existir meios no Funset, os quais não se sabe os motivos pelos quais o saldo não é divulgado, mudaram os modos de apuração das estatísticas e recomeçaram a contagem. Infelizmente os “Governantes” não tem se importado quantas vidas serão ceifadas…

  • Kelcilei Rosa de Oliveira
    Posted at 19:42h, 24 agosto Responder

    A situação se agravará ainda mais, a falta de planejamento e o baixo investimento na segurança das vias públicas a falta de amadurecimento e educação no trânsito, o não comprometimento do governo de forma geral com a crise que vivemos no trânsito, algo tem que ser feito!!!! Estamos chegando ao fim de uma década imposta para mudança do cenário e não conseguimos evoluir.

  • Jorge Lopes dos Santos Júnior
    Posted at 17:34h, 25 agosto Responder

    Perguntas de extrema relevância tendo resposta única, acidentes de trânsito. Preocupante e alarmante!
    Sabemos que é necessário o investimento no transporte público (de qualidade) coletivo de pessoas, pois já contribuiria muito com a redução de veículos nas ruas e consequentemente teriamos redução das probabilidade de acidentes de trânsito, além da melhoria da mobilidade urbana.
    Aliado a isso, precisamos investir na educação das crianças para com a formação no trânsito. Acreditar que em dois meses conseguimos formar um condutor é uma verdadeira fálacia. Os jovens precisam ser sensibilizados na tenra idade para alcançarem alicerces sólidos da importância em respeitar a legislação do trânsito. O projeto “Educa” tem este vies. Maravilhoso. Parabéns pelo material apresentado nele. Acredito neste caminho!

  • Jose Batista de Carvalho Filho
    Posted at 14:28h, 30 agosto Responder

    Saber que temos um número de mortes no trânsito muito alto não é confortável para nossos gestores de trânsito.
    Devem estar pensando o que nós como gestores não fizemos? Seria isso que eu pensaria,
    A gestão de trânsito está ligada também a educação, fiscalização, engenharia.se nada for feito em breve, o numero de uma morte a cada 15 minutos poderá passar para uma morte a cada 5 minutos.

  • HUGO LEONARDO FORTES BARBOSA
    Posted at 22:44h, 31 agosto Responder

    O Brasil encontra-se em 3° colocado no ranking de mortes no trânsito, posição bastante vergonhosa, pois revela a falta de comprometimento de politicas publicas para com o assunto, são 40 anos de atraso em relação a outros países, e o pior é que as ações propostas as quais estamos presenciando não são, em nada, animadoras.

  • Vilnei Sessim
    Posted at 22:08h, 01 setembro Responder

    Vilne Pinheiro Sessim

    A cada 15 minutos, contabilizamos uma morte no trânsito no pais. Com tantas peguntas ao iniciar o artigo, não nos abre o horizonte para as soluções, porem é possível perceber que ainda estamos longe de atingir a invejável marca Sueca. Fico aliviado que o estado do RS não figura entre os 10 com mais dificuldades de reduzir a acidentalidade, mas sei que estamos longe da perfeição.

  • Camila de Souza Dantas Mota
    Posted at 20:48h, 02 setembro Responder

    Excelente !
    É lamentável a nossa realidade.
    Educaçao, fiscalização e planejamento urbano têm que andar juntos em uma gestão que vise a segurança para as pessoas nas cidades e na zona rural do Brasil.
    Proposta essa que ñ foi apresentada por nenhum candidato nas eleições de 2018.
    E vemos um enfraquecimento do SNT, um desmonte na fiscalização nas BRs brasileiras e ñ há proposta de inovação e/ou de avanço para implantar educação para as crianças, os jovens e os adultos acerca desta temática pelo governo eleito.

  • Marcio Franclin Amaral Santana
    Posted at 14:33h, 03 setembro Responder

    É lamentável visualizarmos números como esses. Enquanto não tivermos uma política pública contínua, que independente de alteração de gestores trabalhe a segurança viária de forma consistente ainda veremos notícias como essa. Do outro lado da ponta temos ainda uma formação incipiente que não condiz com a necessidade da sociedade brasileira e consequentemente não prepara o condutor no sentido literal da palavra. Todo prejuízo advindo dos acidentes de trânsito podem ser reduzido a partir do momento que fomentarmos a educação de forma consistente em todas as fases da vida do cidadão. Se hoje gastamos mais de 52 bilhões de reais, se temos mais de 60% de leitos de emergência ocupados por vítimas de acidentes e que sem dúvidas estamos errando em várias etapas do processo educacional, mas não só isso, precisamos de políticas públicas como já citado, engajamento das famílias, escolas, faculdades, ONGs e a sociedade civil para a partir disso construirmos o trânsito que queremos.

  • Rafael Rodrigo da Fonseca
    Posted at 07:30h, 05 setembro Responder

    No ano de 2018, o Departamento de Trânsito Municipal, fez um contato com o hospital que atende pelo SUS, o levantamento naquele ano foi de que existem 20 leitos de UTI, e em um dado mês de 2018, tínhamos 17 dos 20 leitos sendo utilizados por acidentes de trânsito. O custo para saúde é muito alto, isso sem levarmos em conta o custo social e o problema familiar que isso pode causar (família da vítima de acidente de trânsito). No ano de 2019, o município está realizando a revisão do plano diretor, pedimos para que inclua a necessidade de criar um plano de segurança viária, visando a redução destes custos da saúde e do social. Em 2018, o índice de mortes a cada 100 mil habitantes foi de 24,5, espero que o órgão de trânsito assim como a sociedade contribuam para essa redução, ano a ano.

  • Francieli Librelotto da Rosa
    Posted at 19:15h, 05 setembro Responder

    Os dados levantados demonstram, claramente, que a acidentalidade é um problema de saúde pública, que prejudica o desenvolvimento do País de forma severa. Flexibilizar as normas de segurança no trânsito não só gerará insegurança para os que trafegam em via pública de forma segura, como também aumentará o custo do Estado com motoristas que não possuem consciência e utilizam o trânsito de forma irresponsável.

  • Marcia Nogueira Quaresma
    Posted at 22:25h, 05 setembro Responder

    Diante de uma resposta tão clara, para tantas indagações, e que trazem tanto sofrimento e prejuízos para os envolvidos; O poder publico e a sociedade como um todo, deve envolver cada vez mais em ações para mudar esse senário assustador, que poderia ser evitado com ações preventivas e baixo custo para os cofres públicos, considerando os dados dos custos com acidentes. Infelizmente, nosso pais precisa avançar muito nesse sentido.

  • Priscilla M. Borges
    Posted at 14:26h, 06 setembro Responder

    “…a sociedade necessita de amadurecimento em relação ao problema da falta de segurança no trânsito nas nossas ruas”. EXATAMENTE!. Pois enquanto não houver essa maturidade, não haverá cobrança da sociedade aos gestores quanto a medidas práticas e eficientes para resolver os problemas decorrentes do trânsito e reduzir o índice de mortes vergonhoso do país. Ao contrário, o que percebemos ainda é a preocupação das pessoas em reduzir fiscalização para não pesar no bolso.

  • João Paulo Hidalgo de Moraes
    Posted at 16:07h, 06 setembro Responder

    É triste a nossa realidade! Mais triste do que isso, só o fato de ser difícil vislumbrar uma real mudança nesses dados. Apesar do trabalho executado por vários atores por este país, a atual realidade do nosso trânsito é realmente preocupante. Enquanto aumenta-se o número de veículos e crescem os índices de acidentes, poucos parecem se dar conta de que a educação e o respeito à legislação é o que fará com que tenhamos resultados positivos no trânsito. Registra-se que, tal fato (educação/respeito à legislação), deve partir não só dos condutores e pedestres, mas também, e principalmente, dos gestores públicos.

  • ROCHANE PONZI
    Posted at 16:17h, 07 setembro Responder

    A conta é burra e qualquer administrador seria capaz de concluir que se gasta mais tratando a consequência (mortos e sequelados) do que eliminando a causa. Desde 1998 o art. 320 do CTB prevê a necessidade de destinação do total arrecadado em multas de trânsito, EXCLUSIVAMENTE, em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito. Todavia, ano após ano, vemos o dinheiro que deveria se investido em se evitar que novas multas fossem aplicadas, vergonhosamente contingenciado.
    Enquanto não houver vontade política, continuaremos a contar corpos como se estivéssemos em guerra… Ou será que estamos?

  • Dayana Cavalli
    Posted at 17:45h, 07 setembro Responder

    Esses números alarmantes nos mostra como se faz necessário e urgente uma plano de governo voltado para esse tema. E um desperta da sociedade que é a maior parte do problema assim com a maior parte da solução. Essas sentenças de mortes e feridos estão banalizadas, são tratadas como “normal” – “ah morreu de acidente de trânsito?! acontece a todo momento” essas perguntas não choca a sociedade, menos ainda poder publico. Por que? Já virou algo’normal!! Norma??? Como nos ensina sabiamente Cortella: “É necessário cuidar da ética para não anestesiarmos a nossa consciência e começarmos a achar que tudo é normal”

  • Paulo Roberto Cardoso da Conceição
    Posted at 19:40h, 07 setembro Responder

    O Brasil ao ocupar o terceiro lugar no mundo em mortes envolvendo acidentes de trânsito, conforme texto acima, mostra que ainda falta muito para combater esse tipo de fatalidade.
    Não é admissível que atualmente com o avanço da engenharia com suas diversas tecnologia no trânsito, com a quantidade de leis, a presença de agentes de trânsito e demais pessoas e setores diversos contribuindo para a orientação e ordenamento na circulação e estacionamento de veículos, ainda não conseguimos modificar o comportamento das pessoas no trânsito principalmente quando se está na responsabilidade da direção de veículo automotor.
    A falta de humanidade, a falta de amor, de empatia (do indivíduo se colocar no lugar do outro) faz com que as pessoas só pensem em si tornando-se egoístas ao ponto de sempre pensar em levar vantagem sobre as outras pessoas nas mínimas situações que se apresentem à sua frente sem se importar com leis, normas ou de quem é a vez ou o direito de fato.
    Esse é um viés a ser trabalhado com olhar especial pelos candidatos e candidatas do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária para fazer a diferença em relação ao grande número de acidentes de trânsito.

  • ELIAS TEIXEIRA PINHEIRO
    Posted at 21:15h, 07 setembro Responder

    ELIAS TEIXEIRA PINHEIRO – Comissário de Polícia, Ex-PM, Professor, e Ex-diretor de Trânsito de Triunfo/RS (Atividade 8/2 ONSV) – Relatório da Seguradora Líder, responsável pela operação do Seguro DPVAT, indica queda de 12% nas indenizações pagas pelo DPVAT nos primeiros meses de 2019. Os dados mostram queda no número de mortos no trânsito brasileiro, mas ainda longe da meta. Acidentes no trânsito deixaram mais de 1,6 milhão feridos em 10 anos.
    (fonte: https://portaldotransito.com.br/noticias/moto/relatorio-indica-queda-de-12-nas-indenizacoes-pagas-pelo-dpvat-nos-primeiros-meses-de-2019/ (acesso em 07/09/2019). Daí a importância da ampliação dos trabalhos do ONSV através dos seus novos Observadores espalhados por todos os estados e – quem sabe num futuro próximo – todos os municípios, trabalhando junto às suas próprias comunidades, com conhecimento de suas especificidades, podendo influenciar no direcionamento das atividades dos diversos atores da mobilidade e da educação para um trânsito cada vez mais seguro para os brasileiros.

  • Claudio Viera de Moura
    Posted at 20:31h, 08 setembro Responder

    Uma resposta para 10 perguntas, até quando vamos deixar isto acontecer, é impressionante o quanto a população insiste em desrespeitar as normas de trânsito e voltar-se contra as pessoas que trabalham para tentar reduzir a dor e o sofrimento de desconhecidos que muitas vezes apenas estavam no lugar e na hora errada. Respeite a vida, respeita as regras e principalmente respeite a fiscalização.

  • Arisberto Pereira da Silva
    Posted at 10:49h, 09 setembro Responder

    Até aqui o que vemos é o ataque ao resultado, existe grande preocupação da politica com a saúde, mas infelizmente de um modo pouco efetivo. Os números estão ai, a solução é muito falada e passa pela educação, porém o que vemos é muito pouco investimento no desenvolvimento de uma nova forma de pensar e relacionar da sociedade com o trânsito. É preciso estabelecer um plano de ação permanente com foco no preparo do cidadão para realizar seus deslocamentos, assim como qualificar os órgãos municipais de trânsito para preparar um sistema viário que minimize os riscos de acidente por deficiência da sinalização, assim como dispor de uma fiscalização forte, seja eletrônica ou através de fiscais, o importante é reduzir a vitimização provocada por negligência, imprudência e imperícia no brasil

  • Andréia Scheffer
    Posted at 19:28h, 09 setembro Responder

    E a resposta para as perguntas abaixo também é a mesma:

    Como reduzir a acidentabilidade?
    Como reduzir as mortes no trânsito?
    Como viabilizar o investimento de mais de R$ 50 bilhões (anualmente) em programas essenciais à população?

    EDUCAÇÃO, sim, somente a educação para um trânsito mais seguro é capaz de reverter o trágico panorama que enfrentamos atualmente.

  • Laura H. B. de Oliveira Alarcon
    Posted at 10:17h, 10 setembro Responder

    A resposta é a mesma e lamentável quando examinamos as 10 perguntas que nos fazem pensar como não seria tão difícil e nem portanto tão oneroso reduzir esses índices negativos.
    Com todas as mudanças políticas ocorridas no Brasil, com a análise dos gráficos que mostram a polarização política principalmente nas redes sociais que se tornaram fonte primária de notícias e informações; com todas as dificuldades do Governo de aprovação de medidas essenciais para o crescimento do país, tendo o Brasil prioridades de sobrevida, acredito que no momento, a mudança depende da atitude de cada um que representa uma fatia do universo TRÂNSITO.
    Devemos tentar fazer o melhor para sermos em primeiro lugar valorizados, para depois como consequência sermos ouvidos.

  • Oszilene de Freitas Gazoni Ferreira
    Posted at 20:55h, 10 setembro Responder

    Lamentável sabermos que o Brasil é o 3º país com maior número de mortes por acidentes de trânsito.
    Todas as ações voltadas para a educação no trânsito são validades e pertinentes em prol da vida.

  • Georlize Oliveira Costa Teles
    Posted at 22:49h, 10 setembro Responder

    A RESPOSTA É A MESMA PARA ESTAS PERGUNTAS!
    OS ACIDENTES DE TRÂNSITO! ISSO MESMO!
    De fato, a resposta continua sendo a mesma. É preciso que a sociedade não continue inerte diante de um problema dessa ordem. A cada instante perdemos vidas no trânsito e continuamos dormindo em berço esplêndido. Fomentar a educação para o trânsito nas escolas e efetivar o que preconiza a legislação pátria ainda pode ser um bom caminho a ser seguido. Educar, conscientizar e orientar os futuros condutores talvez nos ajude na redução de índices tão alarmantes. Precisamos de multiplicadores no trabalho de conscientização da sociedade.

  • Georlize Oliveira Costa Teles
    Posted at 22:50h, 10 setembro Responder

    De fato, a resposta continua sendo a mesma. É preciso que a sociedade não continue inerte diante de um problema dessa ordem. A cada instante perdemos vidas no trânsito e continuamos dormindo em berço esplêndido. Fomentar a educação para o trânsito nas escolas e efetivar o que preconiza a legislação pátria ainda pode ser um bom caminho a ser seguido. Educar, conscientizar e orientar os futuros condutores talvez nos ajude na redução de índices tão alarmantes. Precisamos de multiplicadores no trabalho de conscientização da sociedade.

  • CLESTON ANDRADE CAVALCANTE
    Posted at 09:43h, 11 setembro Responder

    A melhor forma de evitar acidentes de trânsito além de prudência, é respeitar a legislação e normas estabelecidas pelos órgãos fiscalizadores. Dirigir exige concentração, atenção e disposição do motorista, já que qualquer deslize no volante pode ter graves consequências. Evitar pegar a estrada sob o efeito de medicação e sempre realizando testes regulares de saúde.

  • Fabia Meireles Veras Oliveira
    Posted at 11:54h, 11 setembro Responder

    Para não entrar nas estatísticas negativas do setor de acidentes no transito, é possível tomar atitudes simples, capazes de diminuir bastante os riscos de acidentes. Tenha em mente que, se todos os motoristas e pedestres tomarem consciência de que a segurança no trânsito é uma responsabilidade compartilhada, as ruas e estradas vão se tornar locais mais seguros.

  • WALLACE SILVA DE SOUSA
    Posted at 16:29h, 11 setembro Responder

    Devemos construir as crianças para não remendar os homens, todos os anos falamos em números, em estatísticas entretanto sabemos que não existe outro caminho a não ser a educação e principalmente a educação através das crianças.

  • AIRTON ROCHA ALVES
    Posted at 18:43h, 11 setembro Responder

    Os governos devem investir em dois pilares básicos do trânsito, EDUCAÇÃO, que mesmo previsto no código de trânsito Brasileiro, muito pouco é feito, INFRAESTRUTURA , a pouco saiu uma pesquisa que no RS, 84% dos acidentes, ocorreram em rodovias não duplicas, precisa dizer mais? não precisa ser nenhum estudioso ou especialista para ver isso, algumas medidas que se fossem tomadas, diminuiria e muito o numero de acidentes de trânsito.

  • Bianca da Cruz Oliveira
    Posted at 19:39h, 11 setembro Responder

    É sempre um choque visualizar esses dados porque a maior parte desses números são ocasionados por irresponsabilidade do ser humano, ou seja, poderiam ser evitados. O desafio é propagarmos cada vez mais essas informações e provocarmos discussões acerca do papel de cada um para a redução desses quantitativos.

  • AGUINÉLIA SOUSA
    Posted at 20:17h, 11 setembro Responder

    Soluções para reduzir a quantidade de mortes também são múltiplas, mas ao menos uma boa iniciativa pode ser tomada: trata-se de blitz educativa, posicionando tendas em lugar de grande fluxo de motociclistas e nelas prestar serviços gratuitos, como uma lista de itens de manutenção, oferecer uma troca de óleo grátis e aproveitar para conscientizar sobre a segurança no trânsito.

  • savana gardelly silva lopes teixeira
    Posted at 20:20h, 11 setembro Responder

    Toda ação é pertinente,e todo projeto precisa ser colocado em pratica,e triste ver o nosso pais com um índice tão grande em acidentes de transito,precisa acontecer mais projetos de mobilidade urbana,por um País com menos acidentes no transito,merecemos!

  • Ana Paula Corrêa Fantin
    Posted at 21:36h, 11 setembro Responder

    As perguntas do começo do artigo deveriam ser sempre utilizadas em palestras de educação para o trânsito. Apesar dos números alarmantes de óbitos causados por acidentes de trânsito, muitas pessoas desconhecem o custo dos acidentes de trânsito para os poderes públicos e consequentemente para a população. Além disso, muitos municípios possuem hospitais com leitos esgotados devido aos internamentos devido aos acidentes,

  • Monique Machado
    Posted at 22:05h, 12 setembro Responder

    A segurança no trânsito precisa de um maior comprometimento do poder público bem com da sociedade, não podemos simplesmente ignorar a maior epidemia dos dias atuais, o maior causador de gastos na saúde pública e previdenciária como se não tivesse a importância e peso que se tem. Perdemos amigos, parentes, amores no simples sair de casa e ir trabalhar ou estudar.

  • Juliano Benfica Viana
    Posted at 23:06h, 12 setembro Responder

    O tema trânsito tem sido cada vez mais discutido nas mais diversas esferas da sociedade. Porém pouca transformação da realidade se vê devido a diversos fatores relacionados. É necessário, vital e de extrema importância a união da sociedade civil organizada, o poder público no combate à diminuição desses dados estarrecedores. Recentemente vimos alterações adotadas pelo INSS no que se refere a possibilidade de cobrança judicialmente dos causadores de acidentes que lesionarem segurados deste órgão previdenciário. Existe também no Congresso Nacional projetos de lei neste sentido a fim de cobrar dos infratores os custos causados a saúde e previdência social. Juliano Benfica Viana/MG

  • Fabiana Dias
    Posted at 00:58h, 15 setembro Responder

    Falta conscientização principalmente do Poder Público, pois tem grande parcela na culpa… As pessoas também precisam se conscientizar para as questões de trânsito, não podemos ficar inertes aguardando por ações governamentais.

Post A Comment