OBSERVATÓRIO | Por um caminho mais seguro para a produtividade e resultados
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Por um caminho mais seguro para a produtividade e resultados

Por um caminho mais seguro para a produtividade e resultados

Muitas empresas investem na prevenção e redução de acidentes no trabalho, com altos investimentos em treinamentos, EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), EPCs (Equipamentos de Proteção Coletivo) e nas próprias SIPATs (Semanas Internas de Prevenção de Acidentes de Trabalho) pois, além da preocupação jurídica que o acidente causa, há também a perda da produtividade pela ausência parcial ou permanente do profissional acidentado.  Estas ações de prevenção limitam-se muitas vezes às áreas internas da empresa e dentro do período laboral.

Com o aumento dos deslocamentos diários realizados pela maioria da população dos últimos anos para diversas funções: trabalho, lazer, estudo, entre outras; o aumento do número de veículos nas vias, associado à má formação do condutor brasileiro, o Brasil caminha para ocupar o terceiro lugar no mundo em número de acidentes de trânsito.

Quando nos referimos aos acidentes de trânsito, a situação se torna muito mais impactante dentro das empresas, pois pode ocorrer fora do horário de trabalho e também fora de um ambiente controlado (dentro da área da empresa, por exemplo); ou seja, o risco é ampliado dezenas ou até centenas de vezes.

Todos os trabalhadores, independente do cargo que ocupam, precisam se deslocar para chegar ao trabalho por meio do transporte coletivo, carros particulares ou ainda de motocicleta, bicicleta ou a pé. Ou seja, o trânsito está presente em todas as atividades do cidadão.

Qualquer acidente de trânsito que envolva um colaborador vai significar afastamento do trabalho, reposição dessa mão-de-obra, atrasos em cronogramas e decisões, além da consequente perda de produtividade e até dos resultados da empresa. Importante ressaltar também as perdas nos investimentos realizados com treinamento e capacitação do colaborador que se envolveu no acidente de trânsito.

O acidente de trânsito traz também efeitos colaterais à produtividade, gerados muito além de seus colaboradores. Quando um familiar deste colaborador é vítima de um acidente de trânsito, a empresa sofre com o afastamento desse empregado, numa proporção direta ao grau de parentesco da pessoa acidentada.

Outro ponto em que o acidentes de trânsito afetam a atividade empresarial são com relação aos planos de saúde, cujos os gastos acumulados num determinado exercício irão impactar nos custos futuros a serem desembolsados pelos colaboradores e pela empresa.

Desta forma, o treinamento dos colaboradores para uma cultura de segurança no trânsito, a qual será estendida e disseminada aos seus familiares, é uma excelente ação de responsabilidade social, uma vez que a empresa estará investindo na prevenção dos riscos que geram os acidentes.

É está a nossa proposta. Com uma metodologia que estimula o conhecimento, a habilidade e a atitude, o Observatório Nacional de Segurança Viária realiza ações junto aos colaboradores com conteúdos diversificados, ferramentas atuais que chamem a atenção do público alvo sobre segurança viária e veicular, visando a reflexão e consequentemente a mudança de comportamento no trânsito, sendo esta benéfica para a boa produtividade e bons resultados.

José Aurelio Ramalho é diretor-presidente do ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária)

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