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Respeite o motociclista, respeite a vida
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Respeite o motociclista, respeite a vida

Respeite o motociclista, respeite a vida

Começou 2020, e o Programa Laço Amarelo vai falar da atenção que motociclistas devem ter em ruas e rodovias. O tema desse mês nos lembra que andar de moto é muito legal, mas também é perigoso, por isso, estar sempre atento é fundamental.

Um dos principais cuidados para quem está sobre duas rodas é estar bem equipado. É natural que, como no nosso país faz muito calor a maior parte do ano, muita gente não goste de vestir roupas grossas ou mesmo sapato fechado para subir na moto, porém, jaqueta, luvas, calça, calçado fechado e capacete justo na cabeça e afivelado são essenciais para que o motociclista esteja bem protegido.

Um outro cuidado para que não haja tantos acidentes com motos cabe aos motoristas. Quem está de carro deve sempre usar a seta e olhar no retrovisor antes de fazer qualquer manobra. Dessa forma, todos que dividem a rua ou a rodovia irão saber qual sua próxima atitude. Para o motociclista, esses cuidados podem valer a vida. Por isso motorista, nunca deixe de sinalizar suas intenções no trânsito.

Uma atenção especial para quem está de carro são os pontos cegos que veículos pequenos e grandes possuem. Às vezes, a gente não enxerga mesmo se há alguém do lado, por isso é tão importante olhar várias vezes nos retrovisores antes de qualquer manobra. Isso ajuda a proteger quem está de moto.

Vemos em muitas ruas e estradas, motociclistas abusando da velocidade, como por exemplo, usando o celular enquanto pilota, desrespeitando a sinalização, pilotando descalço ou com o capacete solto na cabeça. Quem se comporta desse jeito, está sujeito a se machucar seriamente no trânsito.

Uma outra dica importante é nunca trafegar entre os carros, o chamado “corredor”. O correto é o motociclista ocupar a faixa no lugar do carro e nunca entre eles. Trafegar entre os carros somente com o trânsito lento ou parado e mesmo assim em baixa velocidade.

A regra é para todos: respeite quem vai do seu lado, seja um motociclista, um motorista, um ciclista ou o pedestre. Só assim vamos conseguir diminuir o número de acidentes pelo país. Faça a sua parte: um trânsito seguro, depende só de você!

130 Comments
  • Juan Ramón Soto Franco
    Posted at 15:03h, 04 fevereiro Responder

    O excesso de velocidade e a distração provocada pelo uso do celular enquanto se dirige, praticada por ambas categorias de condutores, contribui e contribuirá ainda mais para o aumento de motociclistas sequelados e mortos no trânsito. Este quadro não mudará se entendemos que a educação para o trânsito é tão somente entregar panfletos ou flyers nas ruas. O processo educativo destas pessoas é muito mais complexo e abrange também questões de ordem trabalhista, econômico e social

  • Claudio kalleder
    Posted at 17:34h, 10 fevereiro Responder

    De fato, veículos de duas rodas ensejam menos segurança para seus usuários, seja como piloto ou passageiro. O corpo exposto, o menor tamanho em relação a outros veículos diminui a percepção de sua presença nas vias.

    Daí a importância do motociclista fazer uso correto dos demais EPI’s que, aliás, ainda não foram regulamentados pelo CONTRAN conforme determina Art. 54 do CTB. Velocidade compatível com as condições de vias e de trânsito, ainda demais condições adversas. Um processo de formação de condutor de motocicleta deveria ser diferenciado em relação ao condutor de demais veículos, para preparar melhor os condutores.

    Por fim, ao motociclista, a percepção do risco maior à que o mesmo se expõe, aumentando a atenção e os cuidados ao pilotar. E, aos demais usuários das vias, sinalizar antecipadamente as suas intenções para não surpreender os motociclistas com manobras inesperadas.

  • washington felippe pereira
    Posted at 20:02h, 11 fevereiro Responder

    Dados estatísticos apontam para o preocupante número de mortos entre motociclistas em regiões importantes do país. O cenário atual mostra que muitos profissionais estão usando a motocicleta como meio de transporte, seja do trajeto de casa para o trabalho(o que não dá direito ao adicional de periculosidade), ou seja para atividades corriqueiras como mototaxistas, motoboys, entregas rápidas, dentre outras atividades. Há uma preocupação já expressiva por cursos de aperfeiçoamento e pilotagem para motociclistas, na tentativa de minimizar estes dados estatísticos e alcançar objetivos importantes em relação à segurança do trânsito.

  • Luciane Ribeiro dos Santos de Moura
    Posted at 09:47h, 12 fevereiro Responder

    Importante chamar a atenção para esse modal que aponta números preocupantes no Brasil como um todo. Hoje, pelo menos um membro de cada família possui motocicleta e utilizam para diferentes fins: trabalho, lazer, esporte. A preocupação é com a segurança.

  • JOSE ALFREDO BRANDAO E SOUSA
    Posted at 10:17h, 12 fevereiro Responder

    Devemos sempre nos lembrar de uma regra prática e importante: – Os maiores devem sempre proteger os menores. A carreta protege o caminhão, que protege o ônibus, o micro ônibus, a caminhonete, o automóvel, o motociclista, o ciclista e todos pela incolumidade dos pedestres. A regra é simples, porém muitas vezes descumprida. No caso dos motociclistas, divido a complexidade do trânsito nas vias urbanas e congestionamentos constantes, este tipo de modal está ganhando cada vez mais adeptos por sua praticidade e economia nos deslocamentos, porém é preciso estar atento. Uma regrinha simples para o motociclista é olha no retrovisor do automóvel que vai à sua frente. Se usar o corredor quando o trânsito está muito lento ou mesmo parado repare se você enxerga os olhos do motorista do automóvel refletivo no próprio retrovisor. Caso você enxergue seus olhos é sinal que você não está em seu ponto cego, mesmo assim passe (passar é diferente de ultrapassar) devagar, redobre a atenção e se necessário for pisque o farol o até mesmo dê um toque breve na buzina. Fácil não é? Quanto o vestuário a ser utilizado, infelizmente não há lei que regulamente quais as roupas deverão ser usadas, apenas se referem ao capacete, viseira ou óculos de segurança e tipo de calçado. Mas mesmo assim, fique esperto, pois numa queda, por mais simples que seja, o seu corpo servirá de “para choque”. O ideal é usar camisa com manga, jaqueta, calça comprida e calçado tipo botina, se possível com biqueira de aço, e não se esqueça, quanto mais colorida a roupa, mais você será enxergado, principalmente com adesivos refletivos. Parece exagero, não é, ainda mais num país tropical. Mas o que vale mesmo é a sua segurança. E não se esqueça, você não quer se machucar, então não machuque os outros também. No trânsito, o importante é a vida!

  • LEANDRO CUNHA DA SILVA
    Posted at 12:02h, 12 fevereiro Responder

    Fico muito feliz em saber que é proposta para 2020 no Programa Laço Amarelo, abordar a segurança do motociclista, o uso dos equipamentos de segurança, a conscientização e educação para uma pilotagem segura, e principalmente despertar nos motoristas de outros modais, a conscientização da obrigação de que é responsabilidade direta dos veículos maiores, zelar pela segurança dos veículos de menor porte.

  • Amilton Reis dos Santos
    Posted at 12:37h, 13 fevereiro Responder

    Rolar nas vias em meio a diversidades de veículos, requer atenção especial, principalmente com os veículos de 2 ou 3 rodas, então, vamos para o Maio Amarelo de 2020 com muita dedicação aos menores e mais frágeis no trânsito brasileiro.

  • MARCELO WILIANS NEMESIO
    Posted at 08:06h, 14 fevereiro Responder

    Motociclistas são mais vulneráveis que os demais veículos automotores, ficou bem frisado a dica de quando em movimento deve-se ocupar o espaço de um veículo e quando for transitar entre veículos, realizar esta manobra quando este tiverem inertes e com baixa velocidade, algo que realmente não acontece em região alguma de nosso País. Os condutores de duas e três rodas costumam não utilizar calçados fechados e roupas resistentes a quedas e arranhões, sempre usando bermudas e quando não descalços, não deixando de fora as luvas e o nosso amigo do peito corta pipas.

  • Carlos Henrique Ferreira de Mello
    Posted at 11:20h, 14 fevereiro Responder

    O artigo apresenta ações simples de serem executadas por motociclistas e condutores de veículos de quatro rodas. Apesar disso, ainda é comum enxergarmos condutores conduzindo motos e carros de maneira desrespeitosa e perigosa, colocando em risco vidas humanas, bens materiais e sua própria vida, mesmo com tanta campanha o tempo todo sendo veiculada nas mais diversas mídias..

    • Sandro Alves Xavier
      Posted at 14:12h, 12 agosto Responder

      O trânsito é talvez o espaço mais democrático que a sociedade utiliza, entretanto esse espaço pode ser perigoso é violento se não observar-mos as regras de convivência. Percebo que em alguns casos o motociclista é vitima e em outros pode ser vilão. Depende da maneira que utiliza seu meio transporte é como se comporta no trânsito.

  • FABIO MOUTINHO TURMA 3 Obsv. Certif.
    Posted at 09:12h, 17 fevereiro Responder

    Essas dicas são preciosas aqui em Taubaté para nossos motociclistas, pois, temos cerca de 2/3 dos acidentes envolvendo motociclistas, de 18 a 35 anos de idade, do sexo masculino, em horário comercial das 8h às 18h. Com esses dados estamos elaborando ações educativas nas vias a fim de impactarmos esse público, em especial.

  • Sidnei Araujo
    Posted at 09:21h, 17 fevereiro Responder

    Excelente texto, realmente moto é um meio de transporte muito perigoso. As mudanças no CTB que estão por vir com a regulamentação dos corredores ajudará muito nesta tarefa árdua em conscientizar motociclistas. A maioria das vezes, os motociclistas, são jovens que não pensam nas consequências de um acidente de trânsito e vivem uma vida de aventura como se não houvesse o amanhã, infelizmente.

  • Valter Ferreira da silva
    Posted at 10:38h, 17 fevereiro Responder

    O grande envolvimento em acidentes por parte dos motociclistas, está lincado a falta de atenção de ambos, condutores de carros e pilotos de motos, vista que numa ultrapassagem, o piloto da moto, tem que certificar-se, que foi visto antes da ultrapassagem, sinalizar sua atenção demonstrando ao condutor do carro e, certificar que sua intenção foi percebida pelo condutor do automóvel, através dos retrovisores interno e externos. O celular é grande vilão no que tange a provocar acidentes de trânsito, resta comprovado que o mesmo tira a atenção dos condutores, pelo menor tempo possível, já é suficiente pra causar danos materiais ou pessoais.
    Ressalta-se, que a maioria dos motociclistas não usam proteção adequada para pilotar a moto, tipo; jaqueta de couro, embutido com cotoveleira, protetor de coluna, capacete de acordo com o tamanho de sua cabeça, botas que protejam todo tornozelo, caneleiras, regulagem adequada da jangular, que não venha soltar da cabeça em caso de acidente, a certo que se tem muita resistência quanto ao uso dos equipamentos, porém são necessários, porque não obrigatórios, assim como prevê o art. 54 do CTB, infelizmente ainda não regulamentado.

  • Antônio Peixoto de Melo
    Posted at 21:02h, 19 fevereiro Responder

    RESPEITE O MOTOCICLISTA, RESPEITE A VIDA.
    Respeitar o outro em qualquer situação é uma questão de educação, de ser civilizado. Em se tratando do motociclista, este merece uma atenção dobrada. Embora seja recebedor de muitas críticas por muitos no Trânsito. ele é digno de sua importância e respeito. Pois, o verdadeiro motociclista age sempre com responsabilidade e respeito a todos. Principalmente aquele que depende do seu veículo para levar o sustento para sua família. Portanto, é sempre bom ter em mente que cumprir a lei pode fazer toda a diferença no Trânsito. De acordo com o parágrafo segundo do artigo 29, há uma ordem de responsabilidade no trânsito na qual os veículos de maior porte são responsáveis pelos menores, assim como os motorizados pelos não motorizados. Desse modo não é necessário ser especialista para para ter consciência, ser educado e respeitar os limites dos envolvidos neste cenário.

  • Elmir Jorge Schneider
    Posted at 12:20h, 23 fevereiro Responder

    Falar sobre a segurança dos motociclistas é sempre muito importante, pois eles representam um número considerado nas vítimas fatais no trânsito brasileiro e mais ainda de lesões decorrentes de acidentes com motocicleta. Melhorar estes índices para este tipo de modal, não se atinge apenas com leis e fiscalização específica, torna-se necessário fazer um trabalho de educação e conscientização sobre os riscos de uma condução irresponsável da motocicleta.

  • JOSE EDIVO PEIXOTO FILHO
    Posted at 15:49h, 25 fevereiro Responder

    É de notar que com o desenvolvimento econômico de nosso país o acesso ao crédito tem feito com que a população buscasse de forma mais assídua veículos de mobilidade aumentada como o caso das motocicletas e ciclomotores. Embora a legislação seja bem clara quanto ao uso correto dos equipamentos obrigatórios, os condutores mesmo cometendo infrações graves quebrando a norma incidem em cometer desvios graves, desvios estes que causam sérios danos a economia e muitas vezes a vida deste condutor. É preciso incidir na fiscalização de forma mais enérgica a fim de retirar das vias os condutores infratores punindo-os de forma mais efetiva.

  • Bruna de Oliveira Seiboth
    Posted at 09:41h, 26 fevereiro Responder

    Certamente as motocicletas oferecem um maior risco em questão de segurança, afinal o corpo está exposto e não protegido por “colunas” como em veículos de quatro rodas ou mais. Deve-se ter uma conscientização relativo a necessidade e a importância de usar equipamentos adequados além dos que são obrigatórios. Novamente entramos na questão de que ter consciência dos risco é fundamental para preservar vidas e respeitar a legislação.

  • ANTONIO CARLOS GOMES
    Posted at 11:14h, 26 fevereiro Responder

    QUANDO FALAMOS DE TRANSITO LEMBRAMOS LOGO DO NOSSO C.T.B QUE DITA AS REGRA E CONDUTA NO TRANSITO,MAS NÃO DEVEMOS ESQUECER QUE NADA VAI ADIANTAR SE NÃO OBEDECERMOS OS LIMITES DE VELOCIDADE AS REGRAS DE ULTRAPASSAGEM E PRINCIPALMENTE O RESPEITO MUTUO ENTRA OS INTEGRANTES DO TRÁNSITO,COM TUDO NUNCA DEVEMOS NOS ESQUECER DOS EQUIPAMENTOS DE USO OBRIGATORIO E DE SEGURANÇA,NÃO POR OBRIGAÇÃO E SIM POR SER SEGURO.

  • Mauro Silva - Recife/PE
    Posted at 23:39h, 29 fevereiro Responder

    Sou instrutor de Pilotagem formado pela Honda e discordo do trecho que diz “Nunca trafegar entre os carros, o chamado “corredor”. O Nosso transito já é um Caos, agora imagine uma moto atrás de outro carro ocupando uma faixa no lugar do carro e nunca entre eles??? Sou a favor de trafegar entre os carros somente com o trânsito lento ou parado e mesmo assim em baixa velocidade.
    Hoje o número de motocicleta ultrapassa o de veículos e não faz sentido desejar que as motos andem atrás dos carros e sim de deixa uma faixa exclusiva só para motos, falei faixa e não um corredor como foi experimentado em são Paulo.

  • Priscila Sauthier
    Posted at 22:32h, 01 março Responder

    A matéria oferece a informação de forma clara e acessível, com um característico viés educativo. O fator comportamento humano faz muita diferença na ocorrência ou não de um acidente de trânsito; com todos dirigindo de forma responsável e consciente, manteremos um trânsito mais seguro e com melhor fluidez.

  • Samir Moussa
    Posted at 23:09h, 01 março Responder

    Nesse tema RESPEITE O MOTOCICLISTA, RESPEITE A VIDA, vemos que várias situações que o motivo é a imprudência de ambos tanto do motorista quanto do motociclista, o motorista em desatenção de ligar uma seta para trocar de faixa ou até numa conversão e do motociclista seria na alta velocidade e com um descuido do motorista não há tempo suficiente para controlar a sua moto, por isso a necessidade da continuidade das campanhas educativa e mais fiscalização no trânsito.

  • HELIO DIAS DE SOUZA
    Posted at 23:26h, 01 março Responder

    Concordo plenamente com o teor do artigo, porém, não foi comentado o fator que tem matado muitos motociclistas indevidamente vestidos e equipados com capacetes que protejam o pescoço e as antenas corta linha, pela presença nefasta da LINHA CHILENA. Certa vez, eu trafegava com um veículo Gol na Av. Brasil, altura de Vila Kennedy quando uma linha chilena prendeu-se no retrovisor direito, fazendo um profundo sulco na capa plástica do retrovisor e arranhado o teto. Se estivesse eu de moto, talvez já não estivesse mais por aqui.

  • Diego da Silva Marques
    Posted at 17:49h, 02 março Responder

    ” Começo meu comentário citando: Uma outra dica importante é nunca trafegar entre os carros, o chamado “corredor”. O correto é o motociclista ocupar a faixa no lugar do carro e nunca entre eles. Trafegar entre os carros somente com o trânsito lento ou parado e mesmo assim em baixa velocidade” essa parte destacada do texto vai totalmente de encontro a um dos artigos postados no observatório no qual incentiva a legalização da utilização do corredor por parte dos motociclistas. Gostaria que fosse repensado essa postura por parte de uma instituição de tamanha moral e credibilidade junto a sociedade. Acredito que a utilização do corredor só aumentará de forma significativa os riscos dos motociclistas.

  • Joaquim Alves do Carmo
    Posted at 22:04h, 02 março Responder

    Ano após ano o número de acidentes envolvendo motocicletas só aumenta, o alto custo de combustíveis, o grande numero de congestionamentos aliados a um péssimo transporte público, nos trás ao momento atual, onde os condutores se arriscam em deslocamentos diários com um veículo “ágil, econômico e que quando não mata deixa uma sequela”.

  • Alex Pinheiro Sessim
    Posted at 10:08h, 04 março Responder

    A orientação é simples, o maior “cuida” do menor, mas para isso os menores devem ter a consciência que são mais frágeis e devem ter atenção redobrada, assim como fazemos quando dirigimos com diferenças climáticas.
    O motociclista de forma geral, é pressionado a realizar suas entregas o mais rápido possível ,contudo, o mesmo deve ter o entendimento que sua vida e a dos outros é mais importante do que qualquer trabalho.

  • João Batista da Silva Neto
    Posted at 15:50h, 04 março Responder

    Artigo incrível. É sempre muito importante a atenção redobrada aos motociclistas que, no trânsito, acabam por ser mais frágeis. Respeitar o motociclista é respeitar a vida!!!

  • Jolseley Marcio Barbosa
    Posted at 16:31h, 04 março Responder

    Este artigo me fez refletir um pouco, é uma competição absurda, uma falta de respeito de educação, um comportamento inaceitável que praticam motociclistas e condutores dos demais veículos, é um culpando o outro e se esquecendo do principio básico que precisamos para ter um transito mais harmônico e seguro. respeitar as leis, respeitar o ser humano, conhecer seus direitos e deveres agir com cordialidade, acho que só assim poderemos chegar a um patamar desejável de respeito a vida.

  • Jose Antonio de Almeida
    Posted at 19:04h, 04 março Responder

    “Estudos e dados estatísticos apontam aumento do número de vítimas fatais de acidentes com motos no trânsito, mas risco de morte sobre duas rodas é menor para motociclistas profissionais”

    “(fonte: http://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/emdiscussao/motos/saude/estudos-e-dados-estatisticos-apontam-aumento-do-numero-de-vitimas-fatais-de-acidentes-com-motos-no-transito-mas-risco-de-morte-sobre-duas-rodas-e-menor-para-motociclistas-profissionais.aspx

    Um formação mais aprimorada de condutores de motocicletas ajuda em muito na redução de acidentes e mortes no trânsito.

  • Edenilton Barros Ferreira
    Posted at 22:56h, 04 março Responder

    A matéria nos faz lembra que devemos, redobra atenção com os motoqueiros e todos os elementos nas vias, é importante que todos cumpra o seu papel no trânsito que é obedecer às leis e as regras de circulação, isto já é o suficiente para que o número de acidentes com motoqueiro diminuísse.

  • GILSON DE JESUS CARDOSO
    Posted at 00:39h, 08 março Responder

    Sempre assistimos campanhas nas mídias falando da importância do respeito aos motociclistas, contudo os mesmos devem sempre andarem com os equipamentos obrigatórios de segurança, sinalizarem suas intenções, a questão de não transitar no corredor é importantíssima alem da velocidade correta, no trânsito o respeito deve ser mútuo entre todos os participantes, os condutores de veículos de 4 rodas não são mais” fortes” ou melhores do que os 2 rodas, aliás deverão protegê-los com prescreve o CTB.

  • SOLANGE RIBEIRO DA SILVA
    Posted at 18:16h, 08 março Responder

    Respeitar o motociclista é um clichê, ouvimos isso a todo instante, mas qual a ação que temos que construir para que isso ocorra realmente? Caímos no contexto da educação novamente, na formação do motociclista, na conduta desse motociclista e dos demais motoristas independente da Categoria da CNH deste. Não estamos resolvendo com medidas preventivas e sim apenas resolvendo acontecimentos reais do dia a dia, temos que aprofundar na construção do conhecimento e de consciência para todos os motoristas a importância do trânsito,

  • KENEDY SANTOS PEREIRA
    Posted at 22:58h, 09 março Responder

    Um trânsito mais seguro só depende de você. Você faz parte do trânsito e ele é vivo. E como é vivo está sempre em mudança, assim temos que procurar melhorar na nossa forma de conduzir e conviver no trânsito .

  • ALINE CECCONI
    Posted at 16:03h, 10 março Responder

    Ministrei um Curso de Direção Defensiva em outubro do ano passado para motoristas profissionais da Coca-Cola. Conversamos muito sobre essas questões de motociclistas e ciclistas nas rodovias e em vias urbanas. Quando se levantou a questão que a legislação brasileira aborda a situação de que “o maior protege o menor”, gerava uma boa discussão. Concordo em partes com essa questão, pois o “maior” pode provocar danos sérios ao “menor”, porém o trânsito não é uma questão de coletividade? Então porquê colocar a responsabilidade para uma das partes, O correto não deveria ser “Todos devem cuidar de todos”? Até porquê como falado no texto acima, existem diversos pontos cegos no veículos maiores, como carros e principalmente caminhões, então o motociclista tem que ter também o seu percentual de responsabilidade ao conviver com esses veículos, até porquê um acidente com motocicletas são em proporções muito mais sérias,

  • José Luiz Britto Bastos
    Posted at 21:08h, 10 março Responder

    De todos os veículos, a motocicleta é, sem dúvida, o mais perigoso. A motocicleta é um derivativo de uma bicicleta. É um veículo que em caso de acidente, o choque atinge diretamente o frágil corpo do condutor. A moto não tem a carapaça protetora própria dos automóveis. Numa época passada, adaptaram um pequeno motor na bicicleta, que se transformou em uma motocicleta e de lá para cá a indústria produtora de motos, cada vez vem fabricando esses veículos com motores mais potentes. Não concordo, absolutamente, que a motocicleta tenha sido criada para ser usada como tem sido. Não é um veículo para que as pessoas andem mais rápido no trânsito fugindo dos congestionamentos. Em princípio a moto tem que respeitar a forma pela qual o trânsito flui, ou seja é um veículo como outro qualquer, então deve trafegar no curso normal dos pelotões nas vias, sempre no centro da faixa ou pista. Não é isso que ocorre. Então o motociclista mostra-se agressivo, irreverente, imprudente, negligente e sem responsabilidade. Trafega em excesso de velocidade, não costuma parar nas faixas de pedestres, principalmente as elevadas, quando muitas vezes os automóveis estão parados aguardando a conclusão da travessia de pedestres. Motociclistas trafegam na contramão de direção, nos corredores entre faixas de trânsito e em alta velocidade e usando a buzina sem cessar. Usam, propositadamente, descargas abertas proibidas pelo CTB com o objetivo claro e incontestável de intimidarem pedestres e motoristas. Nem sempre usam os necessários trajes de segurança. Capacetes abertos ou acima da testa, sem baixar as viseiras, enfim a grande maioria, principalmente os que usam as motos comercialmente, como entregadores de mercadorias. Existem exceções? sim, da parte dos motociclistas com mais idade e os que utilizam motos maiores, esses respeitam as regras do trânsito. Se os motociclistas devem ser protegidos? Claro que que sim, essa é uma norma estabelecida no próprio CTB, mas cabe a eles fazerem por onde receberem essa proteção. Infelizmente não é o que ocorre. Não é por acaso que na cidade de São, onde circulam mais de 1 milhão de motocicletas, que em 2018 morreu 1 motociclista por dia, ou seja, 366 no ano e isso não pode ser considerado como um fato normal. No trânsito ninguém deve perder a vida ou se feri, conforme a filosofia sueca da Visão Zero!

  • Geraldo Medeiros Filho
    Posted at 19:55h, 11 março Responder

    Para a segurança no trânsito, é preciso dirigir defensivamente, tutelando a própria segurança e a de terceiros.
    Condutores de motocicletas são mais vulneráveis a lesões por acidente de trânsito, devido à estrutura da motocicleta, que não protege o condutor em caso de acidente.
    Como as motocicletas possuem maior mobilidade, os condutores deste modal costumam se colocar em risco para vencer a disputa pelo espaço/tempo no trânsito. Uma maior fiscalização deste modal, junto com palestras educativas e campanhas específicas voltadas para a segurança dos motociclistas poderiam amenizar os índices da violência no trânsito.,

  • FLAVIA VEGH BISSOLI
    Posted at 13:48h, 13 março Responder

    O número dee acidentes e mortes de motociclistas tem aumentado ano a ano, esse fato é extremamente preocupante, Ademais em Estados e Municípios onde a motocicleta é o maior meio de transporte e existe regulamentações para moto-taxis, ou seja, ainda transportam passageiros.

    É regra de Direção Defensiva que é dever dos maiores zelar pela proteção dos menores. Contudo, quantos condutores tiveram conhecimento a dita norma? quantos tiveram educação de trânsito?

    Em que pese os numeros assustadores concerrentes ao motocilista há que se considerar a rotina caótica e de complexidade do trânsito nos grandes centros e capitais, bem como, o aumento de motocilistas anualmente pelo custo do bem, motocicleta, ser acessível e ferramenta de trabalho, aliada aagilidade e economia nos deslocamentos,no entanto, sem a educação adequada o custo beneficio tem custado vidas valorosas.

    Na minha capital os motocilistas de app estão se envolvendo em diversos acidentes e mortes no trâsnito pelo fato de pilotar de forma negligente e imprudente, pensando somente no objetivo fim, à entrega.

    Que todos os envolvidos no trânsito tenham a resposabilidade de pensar de forma coletiva, visando o bem maior que é a vida!

  • Alexander Ferreira de Magalhães
    Posted at 13:31h, 14 março Responder

    O artigo em tela chama a atenção para os cuidados a serem observados para se evitar acidentes com motociclistas, por parte destes e dos demais condutores de veículos automotores. Dentre esses cuidados, reforça para os condutores de veículos de quatro ou mais rodas, a importância da sinalização de suas intenções (uso da seta) e de se olhar várias vezes o retrovisor antes de transpor faixas de trânsito como medida preventiva para se evitar atingir algum motociclista. Quanto aos condutores de veículos de duas rodas relembra acerca da importância do uso dos equipamentos obrigatórios que lhe garantem uma maior proteção (calçados fechados, uso do capacete e viseira, vestimenta mais reforçada, etc) e também da adoção de uma pilotagem mais segura, evitando-se ações de imprudência, tais como uso do celular, excesso de velocidade, manobras proibidas e uso do corredor durante o seu deslocamento.
    A notícia ainda menciona a responsabilidade que recai sobre os condutores de maior porte para com os motociclistas no que tange a garantir-lhe maior segurança conforme determina o CTB. Acredito que, embora a legislação tenha se preocupado em garantir aos condutores de menor porte (motociclistas e ciclistas) uma segurança mais efetiva dada a sua condição de maior vulnerabilidade, compete a todos se responsabilizarem pela segurança no trânsito. Não é justo atribuir uma responsabilidade maior a um grupo de usuários do trânsito pela ocorrência de acidentes com os demais.
    No caso dos acidentes com motos, entendo que na maioria deles são causados pelos motociclistas em virtude de seus comportamentos imprudentes e abusivos. Assim, maiores esforços na seara de educação devem ser direcionados a esses usuários na busca de uma maior conscientização dos benefícios de uma pilotagem mais responsável e segura.
    Quanto aos demais condutores de veículos de 04 ou mais rodas, estes devem também ser conscientizados a cumprirem bem o seu papel, respeitando a legislação e as regras de trânsito. Todos devem compreender que o acidente de trânsito em qualquer circunstância, representará sempre, transtornos, custos, perda de tempo, desgastes de ordem emocional e psicológica, responsabilização civil, penal e administrativa, etc, e que por isso, é mais vantajoso e inteligente evitá-los.

  • Paulo Adriano Ferreira Alves
    Posted at 14:55h, 16 março Responder

    Concordo com as devidas vestimentas, e o devido epi, mas quando o assunto e segurança de motociclistas o assunto transborda para o lado da cidadania, pois não basta o devido posicionamento do motociclista quando ainda temos muitos motorista desrespeitosos e pedestres sem nenhuma informação de segurança viária, eu acredito na difícil e necessária tarefa da educação.

  • (FREDY) CARLOS FREDERICO TEJADA
    Posted at 20:00h, 17 março Responder

    O tema é simples e complexo ao mesmo tempo dependendo da finalidade e local de uso da moto. Por princípio pilotar uma moto exige do motociclista muito maior atenção do que o motorista no automóvel, afinal de contas entre outras coisas o motorista não precisa se preocupar com o equilíbrio, fato!
    Pelo comportamento inadequado do motociclista no trânsito se formam conceitos equivocados neste modal de transporte. Particularmente legisladores neófitos na matéria muitas vezes propõe soluções esdrúxulas que na realidade não vão de encontro à redução de acidentes. Certamente o ONSV tem meios de oferecer soluções tecnicamente adequadas para eles.

  • Nádia Sudário
    Posted at 20:03h, 18 março Responder

    Motociclistas são importantes pelo trabalho que desempenham na sociedade fazem suas corridas para entrega de mercadorias e tráfego de pessoas, entretanto pelo porte do veículo são mais susceptíveis às ocorrências de acidentes. Eles devem ser inseridos nas políticas de auto educação no trânsito pois o abuso e excesso de velocidade realizado por eles podem agravar esses índices. Há quem diga na diferença de motoqueiros e motociclistas…

  • Leandro de Oliveira Machado
    Posted at 08:24h, 19 março Responder

    A condução de motocicletas exigem atenção e habilidade, por ser de alto risco, devido a gravidade quando envolvidas em acidentes, uma simples queda pode ocasionar ferimentos graves, principalmente na cabeça. Por isso a utilização de equipamentos de segurança são de uso obrigatório, com a finalidade de minimizar a gravidade das lesões.
    Segundo dados estatísticos, homens na faixa etária entre os 18 e 29 anos são as principais vítimas de acidentes de transito envolvendo motocicletas. Muitas vezes, esses acidentes são fatais, e alguns acabam deixando sequelas irreversíveis.
    Os motoristas de veículos maiores, devem sempre redobrar sua atenção em relação as motocicletas, pois existem muitos pontos cego, principalmente nos caminhões e ônibus, toda a manobra deve ser sinalizada com antecedência e os motociclistas devem respeitar a distância lateral, não realizar ultrapassagens pela direita e trafegar nos “corredores” somente quando o transito estiver lento ou parado, mas sempre em baixa velocidade, afim de diminuir o risco com os imprevistos.

  • JOSÉ VANILSON ABREU DA SILVA
    Posted at 08:48h, 19 março Responder

    Sobre os motociclistas, digamos que estão totalmente desprotegidos perante o trânsito que compartilhamos hoje em nosso país, mesmo eles fazendo uso do EPI, de forma obrigatória e transitando na velocidade compatível, eles esbarram na falta de educação de muitos outros condutores, e ainda convivemos com o outro problema o cerol mesmo com varias campanhas periódicas na mídía aberta, todos os anos vários motociclistas são mutilados ou perdem a vida por causa desse objeto.

  • Luciano Souto
    Posted at 13:04h, 23 março Responder

    Tema importante de ser tratado em todos os meses do ano e principalmente precisamos avançar para um novo modelo de formação destes condutores nas auto escolas.
    Entendo que somente através de uma formação mais qualificada e com programas de conscientização permanente iremos mudar o cenário trágico de acidentes de trânsito envolvendo os motociclistas.

  • Jackeline Silva dos Santos
    Posted at 11:57h, 24 março Responder

    O uso das motocicletas são cada vez mais requisitados por ser este um meio de transporte mais barato em relação aos demais para uso individual e para serviços do tipo delivery, por exemplo. O grande problema é a forma como ela (a motocicleta) é utilizada pelo condutor, que muitas vezes não teve o treinamento adequado e não conhece as regras estabelecidas para o seu uso, como bem foi citado no texto da matéria em tela: ” […]Vemos em muitas ruas e estradas, motociclistas abusando da velocidade, como por exemplo, usando o celular enquanto pilota, desrespeitando a sinalização, pilotando descalço ou com o capacete solto na cabeça. Quem se comporta desse jeito, está sujeito a se machucar seriamente no trânsito.”
    O problema é que até hoje o CONTRAN não nos trouxe uma resolução que determinasse o uso de VESTIMENTA DE SEGURANÇA como foi estabelecido pelo CTB e alguns motociclistas se arriscam fazendo uso de chinelos, ao avistarem uma barreira de fiscalização, colocam o chinelo no guidão da moto e ficam descalços. Outra situação é a utilização de corredores porque não está expresso a sua proibição e desconhecem a obrigatoriedade de manter distância lateral de segurança e também muito me preocupa a venda de EPI tipo capacete, que não tem uma boa qualidade e que talvez não seja aprovado pelo INMETRO… Sem contar a cultura de colocar o celular dentro do capacete achando que a Lei não o alcançará e desse modo, recebem ligações voltando a atenção para quem está falando, usando as vias sem a atenção devida.
    Essa modalidade de transporte deve ter uma formação diferenciada pois até hoje temos instrução pouco eficaz e muitas vezes o futuro cidadão habilitado, chega ao CFC já pilotando e cheios de vícios intitulando-se como sendo “piloto há muito tempo” o que dificulta ainda mais o trabalho do instrutor que quer exercer sua função de forma correta.
    É preciso que hajam programas voltados para uma nova conscientização desses condutores para que tenhamos motociclistas melhor preparados nas vias e rodovias desse País.
    PRECISAMOS FAZÊ-LOS ENTENDER QUE SÃO A PARTE FRÁGIL entre os demais condutores de veículos automotores!

  • ROSITANIA PEREIRA DE FARIAS
    Posted at 17:08h, 24 março Responder

    Os veículos em de duas rodas têm condições de uso bem específicas, como por exemplo o equilíbrio dinâmico. De cara já dependemos das leis da física para nos mantermos em pé, não havendo ainda, condições de segurança semelhantes ao de veículos maiores.
    É cada vez maior o índice de motocicletas na frota brasileira, chegando em alguns estados ao percentual superior aos 60%. Isso se dar pelas condições não favoráveis do serviço de transporte público e com a pouca desenvoltura da malha viária causando engarrafamentos quilométricos. Ressalta-se ainda o custo benefício e tempo de deslocamento como fatores para crescimento da frota. Diretamente proporcional a evolução do cenário quantitativo de veículos vem o crescimento no número de vítimas, transformando o que deveria ser harmonioso em caótico.
    Aqui no MA a cada 100 óbitos no trânsito 63 são oriundos de motocicleta. O que se dar pela vulnerabilidade do veículo, mas também pela imperícia e imprudência do condutor. Tais fatores se iniciam através uma formação com métodos que não tem como prioridade a prática harmoniosa e segura.
    Conduzir uma motocicleta deveria ser tratado como operar uma máquina especialista, dependendo de treinamentos em diversos ambientes e condições e não somente, fazer um teste em uma pista com obstáculos imóveis. Vejamos que o condutor para conduzir um veículo articulado ou operar máquinas pesadas precisam, além da habilitação, de cursos específicos, porém, mesmo com todos estes treinamentos, não está apto a conduzir uma motocicleta.

  • Elidiana Flávia Pereira Leão
    Posted at 08:27h, 25 março Responder

    Sem dúvida, um dos veículos mais perigosos de se conduzir. Como motociclista, posso dizer que é pilotar motocicleta, em especial nas grandes cidades, é um perigoso desafio. A falta de respeito é mútua, seja do motociclista para os demais veículos e pedestres, como dos motoristas para o motociclista. O estímulo à polotagem defensiva, respeito à sinalização e aos pedestres, com vistas a evitar acidentes, deve ser sempre propagada e estimulada . O Programa Laço Amarelo de 2020 será valioso para voltar a atenção de toda a sociedade para este tão frágil modal.

  • Edirley Fernandes Cardoso
    Posted at 12:16h, 25 março Responder

    A base é o respeito, ou seja, uma via de mão dupla… Praticar o respeito traz um respeito devido entre as pessoas que conduzem seu veículos com racionalidade. Qualquer diferença entre pessoas pode e deve ser lidada com educação, empatia e respeito. Logo nós educadores e fiscalizadores tem o papel de difundir princípios e valores que estruturem e fortaleçam as relações no trânsito.

  • Edirley Fernandes Cardoso
    Posted at 12:17h, 25 março Responder

    Retificando: A base é o respeito, ou seja, uma via de mão dupla… Praticar o respeito, traz um respeito devido entre as pessoas que conduzem seu veículos com racionalidade. Qualquer diferença entre pessoas pode e deve ser lidada com educação, empatia e respeito. Logo nós educadores e fiscalizadores temos o papel de difundir princípios e valores que estruturem e fortaleçam as relações no trânsito.

  • EVANDRO SIEBRA DA SILVA
    Posted at 15:28h, 25 março Responder

    Um dos veículos que mais precisa de atenção quando o tema é segurança no trânsito, uma vez que o número de motocicletas está sempre em constante crescimento, por ser um veículo onde, por si só, não é muito seguro – o condutor está exposto e qualquer desequilíbrio que seja pode ser fatal -, diferentemente de uma bicicleta, que também depende de equilíbrio, não alcança a velocidade e um veículo motorizado como a motocicleta e porque boa parte dos motociclistas não respeitam as regras do CTB, sendo que os índices de mortes relacionados à motocicletas é alarmante.

  • HIDERALDO RODRIGUES GOMES
    Posted at 17:24h, 25 março Responder

    Um veiculo apresenta em torno de 27 pontos cegos, portanto é necessário muita atenção ao seu redor quando esta conduzindo um veiculo, principalmente em vias expressas, uma vez que os motociclistas , principalmente aqueles que trabalham com motocicletas – denominados moto-boy, por questão de prazos de entrega , de tempo percorrido , acabam abusando das manobras arriscadas e da velocidade, portanto conscientizar ambos os condutores de que a pressa pode levar a fatalidade. ATENÇÃO AS MOTOS , ALI TAMBEM TEM UMA VIDA, E ALGUEM AGUARDANDO SEU RETORNO.

  • Romolo de Oliveira Tacchelli
    Posted at 22:23h, 25 março Responder

    O tráfego de motocicletas pelas vias, principalmente pelas urbanas, podem contribuir para um trânsito mais dinâmico e com melhor fluidez, pois, além de ocuparem um espaço menor em comparação aos demais veículos, sua mobilidade é muito mais ágil. Entretanto, o abuso na velocidade conduzida, o desrespeito às normas de trânsito e no convívio com os demais usuários têm, por vezes, trazido mais caos e insegurança ao transito do que os benefícios esperados.
    Para que a participação das motocicletas no trânsito tenha seu papel cumprido, é importante que seus condutores tenham a consciência, de que por mais cautelosos que pilotem, sempre chegarão ao destinos mais rápidos do que qualquer outro veículo, sem a necessidade de porem em risco a própria vida e de outros. É importante, também, que demais condutores respeitem os motociclistas, se atentem, se preocupem e cuidem destes, que são mais frágeis em comparação aos veículos maiores. Em geral, para uma condução mais segura, humanizada e rápida, sempre será necessário o respeito e consideração por parte de todos que se utilizam das vias, independente dos meios pelos quais se locomovem.

  • Regiani Juciani Lacerda
    Posted at 12:21h, 26 março Responder

    O Imediatismo da sociedade moderna, principalmente dos motociclistas que atuam com entregas e sofrem a pressão da agilidade tão quanto os que se acostumaram a estar na frente dos outros tipos de veículos pela facilidade de seu design. Mas não podemos nos esquecer que antes de sonharmos e idealizarmos metas, é necessário termos a consciência de que na realidade, nem tudo se realizará conforme nossos planos, o transito encerra muitos.

  • Gilson Tude da Rocha
    Posted at 16:24h, 26 março Responder

    Acredito que os motociclistas pela emoção e adrenalina quando estão conduzindo o equipamento esquecem da segurança. Observem que os motociclistas profissionais do trânsito todos andam com viseira aberta. Pelo visto na minha cidade não é infração ,MBFT não tem artigo 244 I. desconhecem o que é ponto cego ,os retrovisores ficam para cima ou simplesmente não tem retrovisores,ai fica difícil,reduzir os eventos danosos.

  • Elequicina Maria dos Santos
    Posted at 14:11h, 28 março Responder

    Concordo com o comentário de Cláudio Kalleder, quando ele fala da importância da formação diferenciada do motociclista, em relação aos demais condutores dos demais veículos. No Programa Laço Amarelo em 2020, a segurança do motociclista está referendada em fatores, como: conscientização e educação.

  • NORBERTO FIUZA DE CAMPOS
    Posted at 00:00h, 29 março Responder

    Dados da Agência Brasil (fonte), relata que a produção de motocicletas em setembro de 2019 chegou a 92.894 unidades, 15,1% maior na comparação com o mesmo mês do ano passado. De janeiro a setembro foram produzidas 836.450 unidades, o que corresponde a uma alta de 7,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, de 777.779 unidades. Em relação a agosto, houve recuo de 19%, com a produção de 114.738 unidades. Os dados forma divulgados, pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). Segundo o balanço mensal da entidade, as vendas paras as concessionárias totalizaram 95.282 unidades, resultando em um aumento de 24,2% em relação ao mesmo mês do ano passado, de 76.695 unidades, e queda de 9% na comparação com agosto, de 104.649 unidades. No acumulado do ano foram vendidas 816.064 motocicletas no atacado, volume 14,7% superior ao mesmo período de 2018, com 711.644 unidades. Os dados mostram ainda que na comparação com setembro do ano passado houve alta de 18,4% no número de motocicletas licenciadas, chegando a 87.719, na comparação com agosto que foi de 88.625 unidades, houve queda de 1%. Segundo a análise dos dados do Renavam, no acumulado do ano foram emplacadas 796.426 motocicletas no país, 14,4% a mais do que as 695.928 unidades licenciadas no mesmo período do ano passado (fonte Agência Brasil). O artigo Publicado em 02/07/2018 – 16:43 Por Débora Brito – Repórter da Agência Brasil – Brasília, aponta que: “O número de motocicletas é maior que o de carros em 45% das cidades, segundo levantamento divulgado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) sobre a frota de veículos no Brasil. De acordo com a pesquisa, havia em abril de 2018 mais motos do que carros circulando em 2.487 do total de 5.568 municípios brasileiros. Em todo o país, foram contabilizadas 26,4 milhões de motos, uma frota 3,44% maior do que a registrada em abril do ano passado (2017). A proporção é de uma moto para 7,86 habitantes. A região que lidera essa proporção é o Nordeste, onde a frota de motos chega a 7,49 milhões contra 6,67 milhões de carros. No Norte, são 2,49 milhões de motos contra 1,67 milhão de automóveis. No Acre, todas as cidades têm mais motos do que carros. No Maranhão e no Pará, 99% das cidades seguem essa configuração. Em Pedreiro, no Ceará, quase 54% da população têm moto, seguido de Tocantinópolis (TO) e Água Branca, com 53,07% e 49,34%, respectivamente. Segundo a CNM, o aumento expressivo de motos no país se deve à facilidade do crédito, ao baixo preço das prestações deste tipo de veículo, aos incentivos e isenções do governo federal ao mercado, além da deficiência do transporte público. No caso do Nordeste, o estudo aponta que há claros sinais de substituição dos animais de tração, como cavalo, jumento e burro, pela moto. Outro fator apontado pelo CNM são os congestionamentos e complicações do trânsito que incentivaram a população a investirem em motos para se locomoverem em menor tempo e com o custo reduzido em relação ao consumo de combustível dos carros (fonte Agência Brasil). De tal forma, que é oportuna a iniciativa do Programa Laço Amarelo em abordar o tema, diante do crescente aumento da frota deste tipo de veículo em nosso país.

  • DANIELA FERNANDA CORGOZINHO
    Posted at 01:52h, 29 março Responder

    Infelizmente nós quem patrocinamos essa tragédia, quem nunca pediu uma lanche e mesmo com toda rapidez do motoboy ainda ficamos insatisfeitos? ou aquele documento que seu prazo de entrega é máximo 10 minutos e você contrata um Boy para sair desesperadamente pelas ruas e avenidas para atender seu pedido? Entramos na frente do motociclista e pensamos, ele joga pra la … Não podemos esquecer , em cima de duas rodas a uma vida, lutando para manter o seu sustento de cada dia, não é só mais um motoqueiro morto , é um filho que não voltara para casa, um pai de família … mesmo com suas imprudências devemos proteger os mais vulneráveis do transito.

  • Edson Antonio Lamin
    Posted at 17:16h, 29 março Responder

    Costumo dizer quem é você no trânsito??? A sua educação você leva para onde for e no trânsito não é diferente!
    Motociclistas são mais vulneráveis no trânsito, se desequilibrou, caiu, vai para o chão. Particularmente sou habilitado em todas categorias, mas 2 rodas não é meu forte, por esse motivo também não me sinto seguro andar pelos corredores, me recordo quando estava ministrando aula para uma aluna que me argumentou por andar atrás dos carros, se estava certo, pois havia sido orientada que era proibido… Tem pessoas que prestam o desserviço, que não sabem e por desconhecimento ensinam equivocadamente.
    Questão de fixação: LEI 12.436/11

    Artigo 1 da Lei nº 12.436 de 06 de Julho de 2011

    Art. 1o É vedado às empresas e pessoas físicas empregadoras ou tomadoras de serviços prestados por motociclistas estabelecer práticas que estimulem o aumento de velocidade, tais como:

    I – oferecer prêmios por cumprimento de metas por números de entregas ou prestação de serviço;
    II – prometer dispensa de pagamento ao consumidor, no caso de fornecimento de produto ou prestação de serviço fora do prazo ofertado para a sua entrega ou realização;
    III – estabelecer competição entre motociclistas, com o objetivo de elevar o número de entregas ou de prestação de serviço.

  • Tatiane D Oliveira Luiz
    Posted at 18:11h, 29 março Responder

    Um ótimo artigo, concordo com o teor. Porém a grande maioria dos motociclistas sabem dos equipamentos necessários para dar-lhes segurança quando pilotam suas motocicletas, entretanto, os mesmos não usam, por pressa ou qualquer outra justificativa, é raro ver motociclistas com a viseira baixada do capacete e este ato é de extrema importância para a segurança do mesmo. Ou seja, necessitamos trabalhar muito ainda com relação a conscientização, pois elas valem a vida dos motociclistas e demais envolvidos.

  • EDSON JAMES RASERA
    Posted at 22:32h, 29 março Responder

    Respeitar o motociclista é dever de todos os que utilizam e se encontram nas vias. Aqui temos uma questão polêmica, os próprios motociclistas declaram em várias entrevistas, que se eles não conduzirem entre os demais veículos, qual é o objetivo do trabalho deles?, ou seja, para cumprirem as suas metas, manterem seus trabalhos, precisam deixar de atender as regras da legislação. Como a fiscalização não é eficiente, ou ignora este fato, o número de acidentes aumenta a cada dia, pois, motocicleta é um dos tipos de veículo que teve um aumento significativo nas vendas no país, em consequência disso, os acidentes com motos aumentaram também. Necessário rever a legislação urgente, para reduzir os acidentes com motos.

  • STALEN HUALANS MENEZES FELINTO
    Posted at 13:35h, 30 março Responder

    É fundamental o investimento em pesquisa, intervenções técnicas e em educação continuada em virtude dos motociclistas. Justamente por serem um dos públicos mais vulneráveis aos agravos provocados por acidentes de trânsito. Nessa época de pandemia, é interessante notar como muitas vezes parte da população não leva a sério dados oficiais ou mesmo não consideram o risco imposto por um fato novo, mesmo que esse dado tenha comprovadamente causado graves danos à saúde de todo o mundo. Isso me preocupa no que se refere à postura de cada ator diferente do trânsito, por isso, penso ser interessante a formulação de pesquisas que considerem haver algum nexo causal entre o risco efetivo, a percepção do risco e a tomada de decisão frente às situações corriqueiras no trânsito. Penso ser necessário a educação continuada, no sentido de evidenciar essa realidade e ajudar a colocar em questão nosso próprio conceito de autoeficácia ao trafegar. O trânsito não pode ser tido como algo banal, da mesma forma que precisamos entender a responsabilidade de nossas ações ao transitar, bem como as repercussões das nossas escolhas na vida de terceiros.

  • Ronaldo Ivan da Cruz Mesquita
    Posted at 13:48h, 31 março Responder

    O respeito para com aqueles que andam sobre 02 rodas, aqui falaremos dos motociclistas e motoqueiros. Por sempre me refiro assim? 1º por que motociclistas tem mais compromisso com a própria vida, com o garupa, busca respeitar as leis de trânsito, pois as conhece, pilotam suas motos devidamente equipados e com manutenção em dia, embora alguns poucos dentro dessa categoria ainda abusam de seu equipamento. Já os motoqueiros, pilotam suas motos, ou sem equipamentos ou em mal estado de conservação, trafegam sobre as calçadas, contra mão, mudam de direção repentinamente, muitas vezes não ligam o sinal indicador de mudança de direção, empinam suas motos, andam sempre com muita pressa(motoboys e entregadores), muitos não são habilitados e muitos não respeitam as normas de circulação. a grande maioria são as motos de menor valor, pois as pessoas compram para trabalharem. Uma grande parcela são jovens, que buscam habilidades para realizarem manobras ariscadas, acreditando que nada lhes acontecerá. Trafegam no corredor entre os veículo em velocidade alta, não se atentando que um motorista pode mudar de faixa repentinamente e o acidente acontecerá(acontece muito), São muitos os fatores que contribuem para que os condutores de moto sofram acidentes, alguns já relatados na matéria, mas há: óleo na pista, pedestre que atravessa a rua repentinamente, motorista que abrem a porta de seu veículo para desembarque, animais de pequeno porte que atravessam a rua, velocidade alta que não permite realizar uma curva de forma ideal, motoristas que adentram ruas e rodovias sem a devida atenção. É preciso que motoristas sejam orientados e cobrados quanto ao respeito àqueles que trafegam em veículo de duas rodas. É preciso e acima de tudo que cada um condutor de moto entenda a sua fragilidade e sua importância no seio familiar e na sociedade. Essa conscientização é um dos fatores que trará mudanças necessárias em benefício da vida e de um transito mais organizado e melhor.

  • Ronald Vittal
    Posted at 13:57h, 31 março Responder

    Fazer um trabalho de educação e conscientização sobre os riscos de uma condução irresponsável da motocicleta é de fundamental importância para diminuirmos os números de vítimas desse modal. Temos que aprofundar na construção do conhecimento e de consciência para todos os motoristas a importância do trânsito,

  • André ferreira dos Santos
    Posted at 15:04h, 31 março Responder

    RELATÓRIO DE DADOS ESTATÍSTICOS. Segundo levantamentos, de acordo com o IRIS do site do ONSV, foi analisado que no ano de 2015, 31,84% das mortes no transito no estado de São Paulo, foram causadas por acidentes de Motocicletas.
    Infelizmente esse índice se sobressaiu em relação a outros veículos, tendo em vista essa proporção significativa, deve se designar subsídios em prol de campanhas e medidas práticas que venha a conscientizar os motociclistas e a sociedade em geral para diminuir essa trágica estatística!

  • Delnandina MMMonteiro
    Posted at 17:52h, 31 março Responder

    O texto mostra uma realidade aqui do nosso estado, em especial nos municípios.
    A grande parte de nossos motociclistas não usam o capacete,provocam muitos acidentes, total inconsequência por parte dos motociclistas. Fazemos ações de educação, no entanto, precisamos ultrapassar obstáculos, no intuito de
    atingimos nossas metas que são a redução dos acidentes de trânsito.

  • Marcia Cristina Araújo Pereira
    Posted at 14:43h, 02 abril Responder

    A cada artigo, fica óbvio que a educação no trânsito é essencial para a redução do número de acidentes de trânsito. Para que haja respeito quanto às regras de trânsito e gentileza para com os outros. Extremamente importante a vestimenta correta do motociclista, bem como a atenção que o mesmo dispensa a via e as condições do trânsito à sua volta.

  • MORGANA GARIBALDI DIEFENTHAELER
    Posted at 23:15h, 02 abril Responder

    São muito pertinentes as colocações trazidas, em que pese sejam “óbvias” e repetidas tantas e tantas vezes. Apesar de motociclistas, por razões numéricas, não figurarem na maioria dos acidentes, são eles os que apresentam os maiores índices de mortalidade, justamente em razão da fragilidade do veículo: diante de qualquer imprevisto, entre o condutor e o chão só resta mesmo o ar. Por fim, respeito é uma via de mão dupla e, mesmo que o outro não esteja cumprindo a sua parte, é necessário ter maturidade suficiente para respirar fundo e não iniciar nenhum tipo de ‘disputa’, cujo preço, ao fim de tudo, poderá ser uma vida.

  • Gizela Eliane Ferreira da Costa Roewer
    Posted at 00:10h, 03 abril Responder

    Muito importante alertar para os acidentes envolvendo motocicletas. A educação para o trânsito tem que ser trabalhada e muito para termos uma mudança de comportamento.

  • MARGARETH GRAMACHO FADIGAS
    Posted at 11:57h, 03 abril Responder

    Difícil um motorista de veiculo que não tenha se assutado com a pancada de uma moto no fundo do carro ou no retrovisor. De todos os desafios de conscientização para mudança de atitude no trânsito, esse parece ser o maior e de mais graves consequências. O conceito interiorizado sobre o uso de moto é exatamente não ficar em engarrafamentos aproveitando sua estrutura compacta para ultrapassar os obstáculos. Como mudar essa concepção? o número alarmante de acidentes parece não está surtindo efeito para constatação do risco e mudança de atitude.

    Penso que a criação de um corredor especial para moto, quando possível, pode minimizar os riscos. Digo minimizar porque outros riscos podem ocorrer se eles continuarem desenvolvendo muita velocidade e ultrapassando uns aos outros sem a atenção devida.

    Outra medida é tornar mais pesadas as infrações, com a apreensão da moto para caso de reincidência dos autos que caracterize um comportamento contumaz de risco.

  • Anderson Clayton da Silva Borges
    Posted at 23:45h, 04 abril Responder

    O respeito deve existir NÃO SÓ aos motociclistas e sim a todos aqueles que fazem parte do Trânsito, uma vez que a vida de motociclista não é melhor do que a de ninguém!!!! Inclusive o Observatório neste tópico deveria colocar: Respeite todos aqueles que são envolvidos no trânsito.

  • JUCIMARA MESSIAS FERNANDES LIMA
    Posted at 15:03h, 05 abril Responder

    O número de vítimas fatais no trânsito brasileiro é alarmante, de lesões provenientes de motocicletas o número é ainda maior, desenvolver um trabalho de educação específica para essa condução visando educação e conscientização sobre os riscos e de uma condução inconsequente, fazer um trabalho eficiente de fiscalização mais ativa tirando os condutores infratores das vias, fiscalizando os equipamentos obrigatórios, é fundamental para preservar a vida. Este veículo é muito importante na fluidez do trânsito, ocupam espaço menor e sua mobilidade é rápida. Nós como educadores precisamos contribuir principalmente na conscientização, valores, princípios como estímulo e segurança em todo o país.

  • Nizandro Martins Ramos
    Posted at 19:24h, 05 abril Responder

    Alto índice de acidentes com motocicletas é resultante também da sensação de liberdade que os motociclistas julgam possuir por pilotar uma motocicleta, traduzindo em falta de responsabilidade e segurança no trânsito. A facilidade em se adquirir uma motocicleta, parcelada em inúmeras vezes,, a sensação de falta de fiscalização devido ao excessivo número de veículos e poucos agentes de trânsito. A falta de obrigatoriedade em possuir uma habilitação para adquirir uma motocicleta, diferentemente de alguns países que para adquirir um veículo é necessário apresentação da CNH para ser associado tal veículo a tal proprietário e o mesmo responder por crimes e faltas ocasionadas pelo veículo. São fatores que associados ao veículo frágil no trânsito leva a grande quantidade de acidentes, lesões e óbitos.

  • Gisele Pereira
    Posted at 20:46h, 05 abril Responder

    Assim como já dito no artigo anterior, os motociclistas hoje são os mais sensíveis, uma vez que o tipo de veículo utilizado, deixa o condutor mais exposto do que os demais tipos de veículo, além disso, é muito comum vermos condutores, comprando motocicletas como forma de “cortar” fugir do trânsito, com isso, além de ficarem muito mais expostos, aumenta se o risco de acidentes.
    Não há dúvidas, de que esse é o tipo de veículo que mais pode ocasionar acidentes.
    Sem dúvidas, artigo de extrema importância e que acredito que deva ser realizado uma campanha especifica para este tipo de veículo, de forma a conscientizar a exposição do qual condutores de motocicletas estão expostos, pois a “rotina” acaba virando costume e este “costume” pode “cegar” o mesmo de se prevenir no trânsito.

  • Demétrius Silveira
    Posted at 15:01h, 06 abril Responder

    Os motociclista são os mais vulnerareis no transito , muitos deles se cuida e respeita o
    transito , mais também muitos não estão nem ai para nada e acabem pagando com a
    vida,sempre eles vão esta em desvantagem .

  • Daniel Furtado Alves
    Posted at 13:49h, 23 junho Responder

    Falar sobre o trânsito de motocicletas é extremamente necessário, vez que numa condição de acidente a probabilidade de traumas físicos é bem elevada quando comparados com veículos fechados. Um ponto que acho interessante neste tema é o treinamento deles ainda nos centros de formação, vez que não passam por situações reais de tráfego, como no caso dos condutores de outras categorias, eles saem sabendo manusear o equipamento, porém sem a vivência e a percepção do risco, adquirindo apenas ao longo dos primeiros passeios, colocando em desvantagem suas próprias vidas e das demais pessoas.

  • Viviane Eduarda
    Posted at 22:34h, 23 junho Responder

    O cuidado com os motociclistas é um tema muito importante de ser discutido, principalmente quando analisamos o aumento no número de motocicletas em circulação em cerca de 170%, observando ainda que quando ocorre algum acidente os pilotos são os maiores prejudicados em comparação aos outros tipos de veículos automotores. Não esquecendo das condutas irresponsáveis adotadas por grande parte dos motociclistas, que além de não trafegarem com vestuário completo conforme as normas do Contran, ainda colocam em risco sua segurança e dos demais usuários das vias quando adotam posturas inadequadas e imprudentes tais como: A utilização de celular enquanto pilotam, as manobras arriscadas e a não utilização constante de sinalização de mudança de direção além do recorrente desrespeito aos limites de velocidades das vias públicas. Lógico que não poderemos esquecer que os demais veículos realizam manobras que podem provocar acidentes devido ao ponto cego dos veículos automotores. Saber que outros estão utilizando a via e que deverão também serem respeitados trará um aumento nos índices de redução dos acidentes e este é o foco do Maio Amarelo e do ONSV.

  • João Francisco Leandro
    Posted at 20:36h, 24 junho Responder

    Um dos fatores que os motociclistas devem levar em consideração realmente é os pontos cegos.
    Todos nós já presenciamos motociclistas bravos com motoristas por terem sido fechados, mas na maioria dos casos o condutor por falta de atenção vamos dizer assim, não observa com cautela os pontos cegos, avançando nas esquinas ou mudando de faixa de rolamento sem os devidos cuidados.
    E o Motociclistas precisa antes de qualquer manobra estar ciente de que o motorista do veículo que vai a sua frente esteja vendo-o,
    Pois assim evitará uma fechada inesperada e muitas das vezes sem chance de se controlar a modo de evitar uma possível colisão.

  • ELISIO SOUZA MELO
    Posted at 11:24h, 27 junho Responder

    É assombroso a quantidade de concutores de motos que não possuem habilitação, a CNH, é um número muito alto, são poucos os que fazem auto escola e que assistem as aulas teóricas, o número de infrações é muito elevado; sem capacete, sem sandália que se firme nos pés, falando ao celular, digitando no celular, capacete no braço, sem usar setas e quebrando muitas vezes retrovisores dos veículos na sua passagem, e pro aí vai… Por maior que seja a fiscalização o número de acidentes só aumenta. O fato é que se a pessoa não respeita sua própria vida, como é que vai respeitar a vida do outro. É necessário sim, uma mudança comportamental para que se possa ter um trânsito seguro.

  • Lylian Tsai Strinta
    Posted at 14:55h, 28 junho Responder

    Respeitar e ser respeitado. Muitos acidentes de motocicletas envolvendo veículos parte da premissa sobre respeito. Um motociclista precisa também aprender respeitar sua posição na pista e um motorista também precisa respeitar a posição da motocicleta na via.. A briga incessante pela busca de espaço pelos motociclistas em centros urbanos e a falta de atenção dos motoristas torna um trânsito mais hostil e perigoso. Pilotar uma motocicleta exige uma preparação física muito superior que dirigir um carro. O motociclista está em constante contato físico com meio exterior como as condições climáticas (vento,sol,chuva,poeira,etc…) , além do equilibrio e movimento de corpo, atenção permanente, dentre outros fatores. Diante disso é imprescindível treinamentos constantes para melhorar sua habilidade e condicionamento físico.. Uma mudança na legislação de prática de motocicletas seria algo muito interessante e viável para diminuir o número de acidentes, além das campanhas educacionais da percepção de risco.

  • Celso Luiz Ferreira
    Posted at 07:31h, 02 julho Responder

    O comportamento de alguns motociclistas amplificam os riscos, seja por realizar manobras indevidas, mudar muitas vezes de posição em curto espaço de tempo, faz com esses condutores passem muitas vezes pelos pontos cegos de outros veículo, e dificulta a sua localização, a desatenção dos condutores no trânsito seja pelo uso de aparelhos eletrônicos, poluição visual, pressa, só amplificam os riscos. Motociclistas estão apenas olhando o lado vantajoso de suas motos, em relação aos demais veículos, ou seja, baixo consumo de combustível, baixo custo de manutenção, agilidade para se deslocar, não ficam presas nos congestionamentos, trazendo a impressão que tudo nesses veículos é positivo, contudo vale destacar que esses veículos não dispõe de uma estrutura de proteção para seu condutor e passageiros, ombos estão sempre expostos a todos os fatores ambientas, e em caso de queda, ou acidentes, seus corpos com certeza sofreram mais lesões.
    Mesmo que os equipamentos de proteção não apresentem o conforto desejado, o seu uso certamente fara a diferença para aqueles que os usam.

  • ROBERTO OLIVEIRA GARCIA
    Posted at 11:28h, 05 julho Responder

    A crítica e o preconceito contra o motociclista é algo enraizado em nossa cultura, devemos entender que a grande parcela dessas pessoas, são consequência do sistema, estão fazendo uso desse veículo por falta de opção, desemprego e/ou transporte público ineficiente. O que temos que fazer é trabalhar arduamente, seja com educação, treinamento, conscientização e fiscalização, implementando um conjunto de medidas e procedimentos para prevenir ou minimizar as consequências dos acidentes de trânsito.

  • Rosa Moraes
    Posted at 11:14h, 06 julho Responder

    Um tema muito importante que tem que ser abordado. O uso dos equipamentos de segurança é fundamental para salvar vidas!
    A importância de usar corretamente o capacete, afivelado, tamanho compatível são medidas que fazem toda diferença.

  • Alberto Lopes Cruz
    Posted at 16:35h, 06 julho Responder

    Alguns motociclistas além de não colocarem roupas adequadas por causa do clima (Rio de Janeiro), também acham desnecessário pelo tamanho da moto, só tem um detalhe o asfalto é o mesmo para uma moto de 1000cc ou de 125cc.
    Então vamos colocar a vestimenta adequada e boa pilotagem.

  • Jose Carlos Lo. da Silva
    Posted at 14:56h, 07 julho Responder

    Infelizmente o que mais mata no transito, tem sido o fator humano, primacialmente no descumprimento das regras de transito.
    A imprudência no desrespeito a sinalização, tem ceifado muitas vidas, na classe de motociclistas os números são alarmantes nos hospitais no setor de ortopedia, pelo pais a fora.
    Por outro lado, o sistema de transito no Brasil, não tem sido levado a sério pelos governantes.

  • Gerson Jorge da Silva
    Posted at 21:28h, 08 julho Responder

    Gerson Jorge da Silva

    Segundo a estatística observada pelo sistema IRIS em 2015, as mortes no trânsito por condutores de motocicletas foram elevados, sendo a segunda posição da pesquisa.
    Ainda que o dicionário menciona que não há diferença entre motoqueiro e motociclista, por questões de interpretações é comum encontrarmos definições distintas nas quais tratam como motoqueiro as pessoas que conduzem motocicletas de baixa cilindrada para fins exclusivo de trabalho e motociclista as pessoas que conduzem motocicleta para fins de lazer, hobby e diversão.
    Algumas pessoas definem motociclista sendo condutores de motocicleta que respeitam as regras de trânsito, não avançam sinais luminosos, não empinam o veículo, não atravessam em corredores e canteiros centrais, entre outras infrações.
    Portanto, o número de vítimas de condutores de motocicletas deverá ser analisado com cautela, mas é fato, todos deverão conduzir o veículo de forma prudente conforme preconiza o CTB em seu “art 29 § 2º Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

  • Maria Inês Tondello Rodrigues
    Posted at 13:07h, 11 julho Responder

    Concordo com o texto. Educação, respeito e condutas que possibilitem a boa convivência no trânsito trazem o ambiente coletivo mais humano e seguro. As condutas equivocadas levam ao perigo, ao risco, à insegurança. As escolhas humanas tornam o trânsito mais tranquilo e humano.

  • RENAN CARDOSO PAULINO
    Posted at 22:25h, 12 julho Responder

    O comportamento seguro tem que ser atitude de todos, tanto o motociclista quanto os condutores de outros tipos de modais rodoviários. A motocicleta é o tipo de modal rodoviário que mais sofre acidente de trânsito no Brasil, acidentes que em muitos casos são fatais ou deixam sequelas para o resto da vida, devido a exposição do motociclista.
    As dicas mencionadas no texto são muito importantes para evitar situações de risco de acidentes, como: o uso das setas, por todos os veículos, inclusive pelos motociclistas; a regulagem dos retrovisores para evitar os pontos cegos, entre outros.
    A empatia, o respeito as regras de trânsito são atitudes importantíssimas para a redução de acidentes de trânsito.

  • VALDILSON AP. LOPES
    Posted at 14:54h, 16 julho Responder

    Excelente proposta, sabemos que atualmente temos altos indicies relacionados aos acidentes com motociclistas.

  • Jean José Almeida Araújo
    Posted at 18:45h, 19 julho Responder

    Sem dúvidas, a motocicleta é um veículo de fácil acesso devido ao seu baixo custo econômico e agilidade, mas conforme é dito no presente artigo, para se pilotar, deve-se tomar uma série de cuidados e colocar sempre em primeiro lugar a vida e a segurança, além do respeito e da ética.

  • JANSEN RICARDO
    Posted at 05:47h, 20 julho Responder

    É de conhecimento de todos o quanto o veiculo moto é perigoso, o corpo do condutor e passageiro fica exposto aos contatos direto com o solo ou mesmo outros veiculos e até outras pessoas. A condução desorientada, por todos os tipo de condutores, habilitados ou não, bem intencionados ou não, de fácil operação e que impõe uma velocidade muito grande e assim maiores exposição, aliada a ausência de vestuário e equipamentos de proteção individual, as vezes somente utilizado para a fiscalização. A mudança deve ser de concepção do risco que muitos por ignorância não executam e assim expõe a sua incolumidade física nas vias. Desde a falta de afixação do capacete junto ao maxilar, quando se tem o capacete, até ao desconhecimento das condições de ultrapassagem, falta de habito de acionar o dispositivo de mudança de faixa de direção, conhecida como seta. O calçado é outro expoente de grande significância na garantia de operação dos pedais em segurança. e até mesmo o uso do farolete de identificação do veiculo na via, que graças a mudanças na origem da fabricação, já vindo acionada. seria uma parte da solução o uso da inteligencia virtual na industria automotiva para se compor mais veiculos inteligentes. Outra sugestão poderia ser criar espaços de fluidez para este tipo de veiculo. Mas nada disso iria funcionar se a concepção de condutores e passageiros não fosse alterada, desde a educação básica. Até lá devemos investir pesado em campanhas de todos os níveis. Outro ponto é a grande utilização do veiculo por pessoas não habilitadas em conhecimentos no trânsito por um polo de serviços de utilização como os mototáxi e motofrete que tem exposto maiores riscos a toda a sociedade.

  • MARCELO LUIZ ALVES
    Posted at 00:30h, 21 julho Responder

    Concordo com o artigo, atingiu os pontos chaves dos problemas de pilotagem de motocicleta no país, gostaria de destacar os pontos cegos dos veículos, pois como a maioria dos motociclistas não são habilitados para conduzir caminhões e ônibus, eles não tem conhecimentos dos pontos cegos desses tipos de veículos, por isso ficam mais vulneráveis ao pegar os corredores, em contrapartida um caminhoneiro que pilota motocicleta não ficam nos famosos pontos cegos porque ele conhece cada um deles.

  • Guto Giovani de Oliveira Castro
    Posted at 19:54h, 21 julho Responder

    É Importante demais está sempre publicando conteúdos sobre a segurança dos motociclistas assim como desenvolver campanhas publicitárias voltadas para relação no trânsito seguro entre condutores de veículos e motociclistas. Aqui em Natal (RN), os motociclistas lideram a lista de acidentados nas emergências dos hospitais.

  • wlamir lopes da costa
    Posted at 11:58h, 23 julho Responder

    Os dados disponíveis demonstram que o número de acidentes envolvendo motociclistas vem crescendo de forma significativa em todo Brasil, seja pelo aumento no uso desse tipo de veículo ou pela falta de conscientização de seu usuário, bem como pela carência de soluções de engenharia que possibilitem a adoção de projetos específicos para garantir as condições de segurança.

  • Camila de Assis
    Posted at 23:15h, 24 julho Responder

    A atenção dada ao motociclista no Programa Laço Amarelo é de suma importância para a segurança no trânsito. A ênfase dada a importância do motociclista utilizar os equipamentos de segurança como uma vestimenta adequada que ofereça proteção é um fator imprescindível para a segurança, mas que muitas vezes é negligenciado.

  • Fabio Bertrani Leme
    Posted at 00:31h, 26 julho Responder

    Com toda a certeza a certeza este artigo é muito oportuno para o momento que estamos vivendo. Desde março deste ano, com o surgimento do coronavírus no Brasil e os decretos de quarentena e isolamento social, as pessoas passaram a ficar mais em suas casas, e muitas delas demonstrando até medo de sair de suas residências e contrair o vírus.
    Em consequência de tudo isso disparou o número de pedidos por delivery, método de entrega de comida, remédios e um numero variado de produtos, de forma rápida, eficiente e geralmente sobre duas rodas.
    Assim, se o numero de acidentes com motociclista já era alto, com essa nova realidade os acidentes de trânsito envolvendo motociclista disparou.

  • EDIRA POLIDO DO
    Posted at 21:11h, 27 julho Responder

    Muito importante o texto, principalmente quanto ao uso de equipamentos de proteção. Infelizmente muitos motociclistas não percebem o risco que correm ao trafegar com o corpo exposto, sem o uso de calçados adequados, em algumas regiões do país conduzem até descalços, além da importância do uso do capacete de forma correta com a viseira e cinta jugular fechada, Medidas simples e necessárias para proteger a vida ao escolher a motocicleta como meio de locomoção.

  • Carlos Pereira Terto Junior
    Posted at 10:55h, 29 julho Responder

    Os motociclistas devem sempre pilotar seus veículos com bastante atenção com o uso do capacete e sempre que possível utilizar as botas de proteção e até mesmo os coletes, afinal, a segurança e a vida são mais importantes do que o calor que estes equipamentos porventura venham a ocasionar. As dicas acima listadas são de extrema importância aos motociclistas e devem ser semeadas em nossa sociedade que ainda reluta em não utilizar o mínimo que é o capacete. Além disto, defendo o não uso dos corredores nas vias mesmo com os carros ou ônibus parados. A motocicleta é o meio de locomoção ágil, mas que sempre pede cuidado redobrado ao condutor.

  • Fernando Márcio Fernandes
    Posted at 19:06h, 30 julho Responder

    Uma bela iniciativa do Observatório, pena que devido ao nosso cenário atual , as coisas estão acontecendo de uma forma tímida. Vítimas em acidentes de trânsito envolvendo motocicletas se tornou um problema de saúde pública, perdemos vidas, capacidade de trabalho (maioria jovens). Mais de 70% dos leitos dos pronto atendimentos dos hospitais estão sendo ocupados por motociclistas e ou garupas. Pesquisas mostram que além da falta do uso do equipamento de segurança adequado, temos também a falta de manutenção nos veículos como: falta de freios traseiros, pneus em mau estado, ausência ou inoperância dos espelhos retrovisores, lâmpadas queimadas e muitos outros defeitos. Em geral, observamos tudo isso em motos de menor cilindrada, usadas no dia a dia, envolvendo o trabalho . Aliado a tudo isso, temos a má formação do motociclista, em que, o processo é comparado ao de formação do motorista para o automóvel, quando na verdade, tinha que se comparar ao brevê para a aviação, dado os riscos envolvidos. Penso que em 90% dos acidentes, a culpa é do motociclista, e enquanto ele se convencer que a culpa é do outro, ele não está pronto. Se ele respeita e pensa no outro, ele tem ATITUDE. Se ele domina sua máquina, sabe manobrar, curvar, frear… ele tem TÉCNICA. Se ele usa sua técnica com atitude ele terá EXPERIÊNCIA, sempre aprendendo. São ao meu ver, os pré requisitos principais para sobreviver de motocicleta em nosso trânsito.

  • Maria de Fátima Siqueira Dantas
    Posted at 21:33h, 30 julho Responder

    Hoje com a Pandemia do COVID-19 instalada no mundo inteiro, e a população privada de circular, só nos resta apelar para o Delivery, solicitar alimentação pronta que são transportadas através de motocicletas com condutores em alta velocidade para chegar rápido. Com isso, aumentou o índice de acidentes com o condutor de moto. Pesquisei na pagina do DPVAT dados revelam que pelo menos 2,5 milhões de brasileiros se tornam inválidos para o trabalho e 200 mil morreram em consequência de acidente de motociclista ao longo dos dez anos.
    Não vejo ações e políticas públicas eficazes, principalmente em alguns municípios do nordeste que contribuam para redução dos citados índices.

  • Arison Benevenuto Sales de Oliveira
    Posted at 22:22h, 30 julho Responder

    O motociclista é o condutor de veículo motorizado mais vulnerável no trânsito, seja pela exposição, escassez de dispositivos de segurança ou excesso de velocidade o condutor sempre poderá sofrer consequências graves em uma colisão ou atropelamento. Campanhas educativas sempre são benvindas e necessárias para a conscientização dos motociclistas e condutores dos demais tipos de veículos.

  • Manoel Soares Pinheiro Junior
    Posted at 19:59h, 02 agosto Responder

    O uso da motocicleta no trânsito no Brasil, esta a cada dia mais forte, a facilidade de comprar esse tipo de veiculo, porém o problema não é a motocicleta e sim o MOTOCICLISTA, ele é o causador da maioria dos acidentes por vários motivos um deles é, a auto confiança por esta pilotando um veiculo mais leve de manobra supostamente fácil, percebemos o excesso de velocidade, manobras arriscadas, desrespeito as sinalizações e desrespeito ao pedestre transitam pelas calçadas canteiro, parques, na contra mão, por passarelas e não usam as setas em suas manobras, aliados ao tempo como muitos falam, que tempo é dinheiro e nessa linha estão morrendo e ficando sequelados centenas de motociclistas.

  • Sonia Cristina Gonçalves
    Posted at 01:18h, 04 agosto Responder

    Bem, algo que é muito observado no nosso dia a dia, é o desrespeito das regras de segurança por uma grande parte dos motociclistas. A começar pelo não uso de vestimenta e calçados adequados. Muitas vezes também não utilizam capacete ou, o utilizam de forma errada ou o carona não o utiliza. Moro em uma região turística com muitas praias e observo essas e outras atitudes não seguras diariamente. Se queremos diminuir o índice de acidentes de trânsito envolvendo motos, urge uma campanha educativa de larga escala e também uma política de fiscalização mais agressiva e eficiente. Só assim os maus motociclistas passarão a obedecer as regras de trânsito, contribuindo para sua própria segurança e a de outros motociclistas, ciclistas, pedestres e motoristas.

  • LUCIELE SANTOS VACCHI PASSOS
    Posted at 15:24h, 04 agosto Responder

    O fator comportamento humano faz muita diferença na ocorrência ou não de um acidente de trânsito; com todos dirigindo de forma responsável e consciente, manteremos um trânsito mais seguro e com melhor fluidez. Dados estatísticos apontam para o preocupante número de mortos entre motociclistas em regiões importantes do país, Embora a legislação seja bem clara quanto ao uso correto dos equipamentos obrigatórios, os condutores mesmo cometendo infrações graves quebrando a norma incidem em cometer desvios graves, desvios estes que causam sérios danos a economia e muitas vezes a vida deste condutor,

  • Daniele Aparecida da Silva Cruz
    Posted at 14:41h, 05 agosto Responder

    Infelizmente é o modal que são as maiores vítimas fatais no trânsito, é preciso uma atenção especial por ser tratar de um veículo com menos segurança e muito exposto. Pela facilidade de compra devido ao custo menor e também pela praticidade a cada ano aumenta consideravelmente os motociclistas, a educação e fiscalização devem ser eficientes para que exista uma conscientização coletiva para harmonia de todos os usuários da vida.

  • Adenilton Alves Bezerra
    Posted at 21:33h, 06 agosto Responder

    Acredito, ou pelo menos quero acreditar que o alto índice de acidentes decorrentes com motocicletas cairiam positivamente se houvesse uma atenção maior não apenas pelos motociclistas, mas também por parte de inúmeros motoristas que circulam desatentos com as normas e sinalizações de trânsito.

  • Lúcia Helena Cassiano Michelon
    Posted at 07:51h, 07 agosto Responder

    Infelizmente os motociclistas fazem um trânsito à parte, em sua grande maioria. Como nos aponta o artigo, roupas adequadas e demais aparatos, são usados por motociclistas que tem a moto como hobby. A preparação para esse condutor precisa ser mais rígida, mas também sabemos que muitos que pilotam suas motocicletas não possuem a CNH. Lamentável. Muitos jovens ainda serão enterrados.

  • EMILSON JOSÉ DE SOUSA
    Posted at 00:47h, 08 agosto Responder

    O índice elevado de acidentes envolvendo motociclistas é, em geral, a falta de conhecimento dos condutores de motos. Em muitos casos sequer possuem CNH, que por sua vez, não detém condições financeiras suficientes para prover este documento, como exemplo, alinhando-se a isto, segue-se a ineficiência de uma fiscalização mais rígida, atreladas a uma imprudência e negligência dos motoqueiros, e também dos motoristas, contribuindo, dessa forma, para aumento dos índices de acidentes no trânsito.

  • Élida de Souza Cândido
    Posted at 22:51h, 08 agosto Responder

    O §2º do artigo 29 do CTB – regulamenta: Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres. Vemos que enquanto não for respeitada a vida na sua integralidade, partindo do amor próprio, seguindo para a empatia, muitas vidas serão ceifadas no trânsito. Os motociclistas querem utilizar de sua vantagem por sua fácil e rápida mobilidade, descumprindo as regras e sendo o maior ferido no “acidente”. É necessário perceber o risco para proteger a vida.

  • João Alexandre Mendes
    Posted at 18:41h, 09 agosto Responder

    O texto em epígrafe traz sempre um reflexão sobre a realidade do motociclista no cenário de trânsito. Na verdade, as regras tipificas na legislação vigente (CTB, Resoluções, Deliberações….) fazem considerações sobre os cuidados recíprocos, em ordem decrescente (maior-menor) entre os usuários do sistema viário. Evidente, pela praticidade de locomoção e manobras realizadas pelos motociclistas cotidianamente, cria-se quase um cenário de guerra entre os motoristas de maior porte (automóveis, caminhões, ônibus…). Portanto, para um resultado eficaz, faz-se necessário muita empatia, cooperação, educação e respeito, em prol da incolumidades das pessoas, da vida e da paz no trânsito.

  • Sandro Alves Xavier
    Posted at 14:13h, 12 agosto Responder

    O trânsito é talvez o espaço mais democrático que a sociedade utiliza, entretanto esse espaço pode ser perigoso é violento se não observar-mos as regras de convivência. Percebo que em alguns casos o motociclista é vitima e em outros pode ser vilão. Depende da maneira que utiliza seu meio transporte é como se comporta no trânsito.

  • Juliana Guimaraes
    Posted at 16:54h, 12 agosto Responder

    O CTB defende o principio básico de segurança e cidadania onde todos os atores do transito devem cuidar um dos outros e sobretudo o maior preocupando-se com o menor ou mais vulnerável. Os motociclistas são uns destes atores vulneráveis (mesmo que algumas vezes eles sejam também negligentes com a própria segurança) e precisamos de um trabalho focado na conscientização da população (incluindo os motociclistas), na promoção da saúde e de mudanças comportamentais. É um projeto de, pelo menos, médio prazo, mas, que necessita de um esforço imediato se considerarmos o numero de vitimas e sequelados, de familias devastadas por acidentes com motociclistas. Precisamos sempre preservar vidas!

  • JOSIRLEY DA SILVA
    Posted at 19:06h, 12 agosto Responder

    o motociclista, um dos elementos super importantes no transito devem ter suas açoes pautadas em sua segurança , porem todos os contribuintes do transito devem se ater quanto a segurança do mesmo devido a sua exposição que se torna fragil frente a um acidente de transito . importante salientar que o motociclista devera utilizar todos os equipamentos de segurança descrito no codigo de transito o que muitas vezes nao vemos acontecer o que contribui para o agravamento em um acidente,

  • Albervan Barreto
    Posted at 12:20h, 14 agosto Responder

    O MAIOR cuidando do menor. Essa é a máxima que idealizamos, entretanto todos devem fazer sua parte, motociclista não se arrisque mais do que o necessário, estejam sempre bem equipados.
    Condutores não rotulem os motociclistas, sejamos mais atentos, mais solidários, mais humanos e coletivos no trânsito, como foi dito, dentre outras ações preventivas e defensivas, use sempre a seta e olhe no retrovisor antes de fazer qualquer manobra.

  • EDERSON DE OLIVEIRA LIMA
    Posted at 09:39h, 15 agosto Responder

    Bom dia, aqui na minha cidade (Pirassununga – SP) começamos em um trabalho de formiguinha há anos atrás com ações educativas no sentido de que pequenos cuidados podem evitar acidentes. Logo percebemos os resultados. Infelizmente, o assunto trânsito não é bem quisto pela unanimidade, e essas campanhas têm que ser contínuas e apoiadas por todos.

  • Anderson Boás Viana
    Posted at 17:27h, 15 agosto Responder

    Ser motociclista – também chamado de “motoqueiro” (discussões à parte) – vai muito além de “andar de moto”: é um estilo de vida que envolve companheirismo, amizade, respeito e uma paixão pela estrada e pela liberdade que só uma moto é capaz de proporcionar.
    Em todo o Brasil, mais de 31 milhões de pessoas possuem CNH de categoria A, que permite aos cidadãos pilotar veículos motorizados de duas ou três rodas, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).
    Embora muitos associem o motociclista à conduta irresponsável e negligente, as lamentáveis fatalidades envolvendo esses integrantes imprescindíveis do espaço “trânsito” não refletem necessariamente a conduta de todos e muitas vezes estão associadas às más condições da via e seus elementos e a conduta imprudente de outros condutores, de veículos mais “seguros”.
    Algo que não poderia deixar de comentar é o parágrafo do artigo 29 do CTB: Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres. Parece poético, mas é de fundamental importância essa aplicação prática e principalmente o respeito ao outro.
    Finalizo, lamentando a morte das pessoas queridas que partiram pilotando motos, e rogo à todos respeito às pessoas que conduzem motocicletas, personagem que revoluciona e contribui para o avanço da sociedade nas relações econômicas e de mobilidade urbana.

  • Cynthia Ferreira
    Posted at 21:01h, 15 agosto Responder

    A convivência harmoniosa no trânsito depende de respeito. No trânsito todos têm a sua responsabilidade e compreender o espaço de cada um é a principal regra. Trafegar de motocicleta é difícil, já que vários fatores contribuem para que acidentes aconteçam. Por isto, é preciso ter a consciência dos condutores de veículos de que os motociclistas estão vulneráveis. Por sua vez os motociclistas precisam se lembrar que muitas vezes se mantém nos pontos cegos dos veículos e isso é um fator de grande risco. Assim prudência e respeito são ingredientes que não podem faltar na dicotomia veículos automotores x motociclistas.

  • ANDRÉ SILVA RESENDE
    Posted at 05:02h, 16 agosto Responder

    OS CUIDADOS ADOTADOS NO TRÂNSITO PODEM FAZER A DIFERENÇA ENTRE A VIDA E A MORTE DO MOTOCICLISTA, TRANSITAR NAS RUAS E RODOVIAS REQUE MUITO ATENÇÃO POR PARTE DOS CONDUTORES, PORTANTO NÃO DEVEM INGERIR BEBIDA ALCOÓLICA NEM FAZER MALABARISMO POIS AUMENTA E MUITO O RISCO DE ACONTECER ACIDENTES, RESPEITAR AS NORMAS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA E FUNDAMENTAL PARA UM TRÂNSITO SEGURO.

  • Lilian
    Posted at 17:36h, 16 agosto Responder

    Os motociclistas são importantes pelo trabalho que desempenham, agora ainda mais em tempos de pandemia. Porém são veículos menores e com o mínimo de segurança e se tornam mais susceptíveis às ocorrências de acidentes. Vejo o problema da seguinte forma, Cada vez eles pilotam mais rápido, para fazer mais entregas e no final do dia ganhar mais colocando suas próprias vidas em risco.

  • CINTHIA GABRIELLE TOLENTINO DE ALMEIDA
    Posted at 09:09h, 17 agosto Responder

    Nada melhor do que falar sobre Motociclistas em um momento em que a circulação por moto para fins de entrega ganhou maior proporção devido à pandemia que estamos vivendo, então o tema escolhido pelo Programa Laço Amarelo não poderia ter outro momento melhor para ser trabalhado. As orientações sobre equipamentos de segurança, regras de circulação, cuidados dos outros em relação às motos são essenciais. Vale ressaltar que prudência por parte motociclistas é a base para uma boa circulação e que todos que estão sobre duas rodas devem assumir postura de motociclista consciente, independente se usa sua moto para trabalho ou lazer, dissociando dessa forma a ideia de que quem trabalha com a moto é “motoqueiro” e que não respeita às normas. Todos por um trânsito mais seguro.

  • Amanda Conceição
    Posted at 09:46h, 17 agosto Responder

    Motociclistas são muito vulneráveis e os mesmos devem ficar atentos as dicas para andar com mais segurança a exemplo de ocupar o espaço de um veículo.

  • Wendy Simelmann
    Posted at 12:00h, 17 agosto Responder

    O Programa Laço Amarelo 2020, faz um alerta aos cuidados que os motociclistas devem ter na condução de motocicletas em vias públicas. O tema serve para advertir que andar de moto pode ser muito divertido e agradável, mas também muito perigoso, desse modo, a atenção, a prudência e o uso dos equipamentos de segurança são imprescindíveis para preservar os motociclistas e todos envolvidos no trânsito local.

  • Thiago Soares Manco Duenhas
    Posted at 17:30h, 17 agosto Responder

    O destaque do texto é para a empatia no trânsito. A atitude de se colocar no lugar do próximo, para entender as suas condutas, responsabilidades e deveres. Neste texto, o enfoque foi para os motociclistas, classe de condutores que sofre com altos índices de acidentes graves e fatais, realçando a importância da atenção como fator determinante para um trânsito seguro.

  • Vera Lúcia Costa Ferreira
    Posted at 20:31h, 17 agosto Responder

    É DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA PROTEGER OS MOTOCICLISTAS, SOBRETUDO PORQUE OS ACIDENTES CAUSAS LESÕES MAIS GRAVES E MORTE. CUIDAR DOS PONTOS CEGOS POIS NA TRANSPOSIÇÃO DE FAIXA OCORRE MUITOS ACIDENTES. O MOTOCICLISTA DEVE SER BASTANTE PRUDENTE E OS DEMAIS DEVEM PROTEGÊ-LO TAMBÉM.

  • VERONICA LEMOS
    Posted at 21:12h, 17 agosto Responder

    De fato a motocicleta é um veículo que expõe seu condutor e passageiro a altos riscos. O dia a dia que exige rapidez, economia e praticidade faz com que grande numero de pessoas opte por esse meio de transporte, apesar da vulnerabilidade. Cabe aos usuários utilizarem os equipamentos de segurança de maneira correta e manter atenção redobrada e aos demais envolvidos a consciência de que é responsabilidade de todos zelar pela vida e protegermos uns aos outros.

  • Lucas Cunha Daniel
    Posted at 21:17h, 17 agosto Responder

    Esses “corredores” são muito perigosos e facilitam o acidente.
    Sempre deve haver uma campanha para alertar a todos sobre os perigos da desatenção no meio do trânsito. Pontos cegos também são cruciais por isso utilizar os retrovisores ou até virar a cabeça para ter uma visibilidade mais ampla, evitam que o pior aconteça.
    Sejamos respeitosos uns com os outros no trânsito. e com alguns projetos como o Maio Amarelo, são essenciais para mantermos sempre alerta aqueles que são imprudentes no trânsito.

  • Cintia Garcia
    Posted at 22:39h, 17 agosto Responder

    Todo atenção e cuidado com a vida é de suma importância mas muito importante as campanhas e projetos criados para a vidas dos motociclistas, afinal muito se falam em preservação de vidas mas pouco se faz em questão disso… Então toda capamnha que se faça valorizando a Vida é muito valida para chamar a atenção do nossos motoristas.

  • Carlita Moraes Bastos
    Posted at 10:45h, 19 agosto Responder

    As motos sempre representaram grandes riscos no trânsito. Seja pelo descuido/desrespeito às leis, pelos próprios motociclistas, sejam por outras categorias de condutores. Quando menciona-se a falta de equipamento, alta velocidade, e o uso de celular no trânsito de maneira geral, demonstra a carência de uma educação/conscientização mais efetiva com as pessoas. Sem um trabalho de base na sociedade brasileira, a mudança de postura dos motoristas, sociedade em geral fica sempre mais difícil. Além das mortes, o número de pessoas produtivas sequeladas é espantoso. O prejuízo econômico/financeiro e de saúde integral, passa ser incalculável.

  • Danilo Costa
    Posted at 13:10h, 19 agosto Responder

    Sou motociclista e entendo que podemos, ao conduzir com bastante atenção e com segurança preventiva, reduzir os acidentes. O mau uso do aparelho celular é um motivador de diversos acidentes e hoje ele chegou ao universo dos motociclistas. Entao precisamos nos dar o respeito e conduzir as motocicletas com atenção e prudência, sendo responsivos a atitudes imprudentes do motoristas de veiculos, afim de evitar os acidentes e os mesmos serem abordados/denunciados pela infracao cometida.

  • José Eduardo Cardoso de Faria Monteiro
    Posted at 13:39h, 19 agosto Responder

    Enquanto os motociclistas não se conscientizarem que ele é parte mais frágil, na maioria das vezes e portanto seu cuidado deve ser bem maior, sempre procurar ser visto, estar bem equipado (pelo menos com o uso correto do capacete), andar em velocidade compatível e principalmente deixar a “Síndrome de Moisés” no passado. O que é Síndrome de Moisés? Achar que ao tocar o cajado (buzina), o Mar Vermelho (vias) vai se abrir e ele vai passar sem risco algum,

  • Thiane Macêdo
    Posted at 15:27h, 19 agosto Responder

    Mais uma vez a educação no trânsito estar sempre presente, com a educação vem a conscientização do quão importante é o trânsito. Os dados sem bem claro quando mostra que os maiores índices de acidente no trânsito é com motocicletas envolvidas. No trânsito a regra é clara que o maior respeita o menor, pena que na prática não é sempre assim.
    O Observatório sempre preocupado com os acontecimentos no trânsito e desenvolvendo ações pra melhoria .

  • ALEXANDRE GONÇALVES DE MATOS
    Posted at 02:31h, 20 agosto Responder

    O motociclista é e sempre será um dos mais vulneráveis componentes do nosso trânsito, e a principal ferramenta para fortalecer e diminuir sua vulnerabilidade é a educação, mas a educação no geral, seja do caminhoneiro, dos motoristas e dos pedestres, pois em algum momento eles se cruzam e se envolvem em acidentes, quase sempre com gravidade.

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