OBSERVATÓRIO | Técnicos de instituto alemão elogiam portais Soma e Iris
8746
post-template-default,single,single-post,postid-8746,single-format-standard,ajax_fade,page_not_loaded,,hide_top_bar_on_mobile_header,qode-theme-ver-10.1.1,wpb-js-composer js-comp-ver-5.0.1,vc_responsive

Técnicos de instituto alemão elogiam portais Soma e Iris

Técnicos de instituto alemão elogiam portais Soma e Iris

Interação e facilidade de acesso das ferramentas foram destacados por técnicos do Bundesanstalt für Strassenwesen

Desenvolvidos pelo OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária e capazes de permitir o monitoramento das ocorrências, a construção de diagnóstico e análise dos dados sobre acidentalidade em todo o Brasil, os portais Iris e SOMA foram elogiados por responsáveis pelas áreas de análises de acidentes do Instituto Federal de Pesquisas Rodoviárias da Alemanha (BASt – Bundesanstalt für Strassenwesen)   e por funcionários de outros setores, como o de pesquisas avançadas de acidentes e comportamento humano.

As plataformas foram apresentadas durante visita técnica do professor da Universidade Federal do Paraná, Jorge Tiago Bastos, que é também voluntário do OBSERVATÓRIO. A visita se deu por meio de convite de representante do Instituto, e ocorreu no período de 2 a 23 de fevereiro passado.

Bastos conta que os alemães tinham interesse em saber mais sobre a situação da segurança viária no Brasil. Essa intenção foi demonstrada durante a realização do Road Safety Five Continents Conference, no Rio de Janeiro, em maio passado. “Foi nesta época que surgiu o convite para a visita. E como o Iris é a ferramenta mais adequada para proporcionar essa visão, tomei a iniciativa de apresentá-lo à equipe do Instituto”, conta.

De acordo com o professor, a facilidade de acesso às informações e o nível de interatividade  proporcionados pelo Iris, surpreenderam a equipe de técnicos alemães. E, em relação ao SOMA, foi destacada por eles a importância de a ferramenta reunir diferentes fontes de informações em uma mesma plataforma.

“A repercussão foi bastante positiva. Além disso, foi possível também, durante a visita, trocar experiências com outros profissionais do instituto nas áreas de estatísticas de acidentes, pesquisa em profundidade de acidentes, usuários idosos e análise de locais críticos de acidentes”, conta Bastos.

As plataformas Iris e SOMA integram o PGTM (Programa de Gestão de Trânsito Municipal), criado pelo OBSERVATÓRIO.  O Iris é um portal com estatísticas de órgãos públicos como o IBGE e o DataSUS, e tem como objetivo socializar as informações para toda a população. Já o SOMA é um programa de gestão de dados que reúne informações de órgãos privados como o DPVAT, por exemplo.

O PGTM disponibiliza também material para ações educativas como spots de rádio e tevê, vídeos do Observar (parceria entre o ONSV e a Seguradora Líder-DPVAT) e material educativo impresso que podem ser utilizados sem qualquer custo de criação.

BAST

O Instituto Federal de Pesquisas Rodoviárias da Alemanha (BASt – Bundesanstalt für Strassenwesen) é uma instituição de pesquisa técnico-científica orientada para fins práticos na área de engenharia de transportes, que se dedica a diversos temas que resultam da interação entre o homem, os veículos e o ambiente. É atualmente a principal instituição de pesquisa em segurança viária da Alemanha. O instituto, fundado em 1951 e localizado na cidade de Bergisch Gladbach, está ligado ao Ministério dos Transportes e Infraestrutura do governo federal alemão, sendo, portanto, um órgão de suporte às decisões técnicas desse ministério em relação às políticas de transportes.

Sua missão é a melhorar as condições de segurança, compatibilidade ambiental, eficiência e desempenho de rodovias. Suas atividades variam desde o planejamento, a coordenação e o desenvolvimento de projetos de pesquisa voltados às necessidades de investigação do Ministério dos Transportes e Infraestrutura. Além disso, o instituto também realiza atividades de consultoria, certificação e inspeção. A figura a seguir contém o organograma do instituto, apresentando suas diversas áreas de pesquisa e atuação.

Sem comentários

Escreva um comentário