OBSERVATÓRIO | Veículo sem balanceamento pode comprometer a segurança
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Veículo sem balanceamento pode comprometer a segurança

Veículo sem balanceamento pode comprometer a segurança

Procedimento tem como função melhor a estabilidade e a dirigibilidade do veículo, garantindo maior conforto ao condutor

Trafegar com segurança pelas vias vai além de atenção ao redor, respeito às regras de trânsito. Os cuidados com o veículo são parte importante da segurança no trânsito. E entre eles, dirigir um veículo balanceado pode garantir a não ocorrência de sobressaltos.

Simplificando, balanceamento é um procedimento para equilíbrio do conjunto roda/pneu/válvula ou câmara do veículo por meio de contrapesos de chumbo. Sua função é melhorar a estabilidade do veículo e, por consequência, sua dirigibilidade.

Ele, assim como o alinhamento, está diretamente ligado á suspensão do carro e, apesar de serem procedimentos bem diferentes, andam de mãos dadas, já que regulam trepidações que podem ocorrer na direção, evitando o desgaste irregular dos pneus e possíveis acidentes decorrentes.

É preciso balancear o veículo para que fique equilibrado e o motorista, acima de tudo, se sinta confortável com a direção. Quando os pneus sofrem colisões ou atritos muito fortes, ficam mais desgastados e, em sua maioria, mais desgastados em um dos lados.

Se o motorista sentir trepidações na carroceria, por exemplo, é possível que haja desbalanceamento das rodas traseiras. Se as trepidações forem sentidas na direção, há possível desbalanceamento das rodas dianteiras. Portanto, ambos os eixos são importantes.

O balanceamento direciona os pneus, quando tortos, para o ângulo correto. Esse procedimento pode ser feito de duas formas, usando o balanceador local (no próprio carro, sem retiraras rodas) ou no balanceador de coluna (retirando as rodas do carro).

Existem alguns tipos de desbalanceamento. Um deles é o estático, desequilíbrio que provoca uma vibração no plano vertical da roda. Esta vibração é similar à causada por uma roda deformada ou fora de centro. O desequilíbrio estático tende a fazer a roda ‘pular’. Sua vibração é sentida em velocidades próximas a 60 km/h e aumenta gradativamente com o aumento da velocidade.

O outro é o desbalanceamento dinâmico, que começa a ser sentido quando a rotação veicular entra na chamada ressonância; isto é, a partir dos 70/80 km/h e não é mais sentido a partir de 130 km/h aproximadamente. O desequilíbrio dinâmico faz a roda cambalear para os lados.

Deixar de fazer o balanceamento periódico traz alguns problemas. Confira quais:

– Vibrações no volante do veículo
– Desconforto para o motorista devido às trepidações
– Perda de tração, estabilidade e dirigibilidade
– Dificuldade em manter o veículo na trajetória
– Desgaste prematuro dos rolamentos, amortecedores e terminais de direção
– Diminuição da vida útil dos pneus devido ao desgaste irregular
– Diminuição da vida útil dos componentes da suspensão do carro

De igual modo, confira quais as orientações para saber quando realizar o balanceamento de seu veículo, de acordo com orientações de algumas grandes fabricantes de pneus:

– Quando os pneus atingirem 10 mil km rodados
– Quando forem trocados por novos
– Quando for feito rodízio de pneus
– Quando o motorista sentir qualquer vibração estranha no volante
– Quando efetuar reparo na câmara de ar dos pneus

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