O IOU – Instituto de Otorrinolaringologia & Cirurgia de Cabeça e Pescoço da Unicamp, com o apoio da ABMS - Associação Brasileira de Medicina do Sono e do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária realizou o workshop “Dia Mundial do Sono: impacto em Ocorrências de Trânsito”, na última sexta (17), para debater como o sono impacta na mobilidade segura.
Segundo dados da PRF (Polícia Rodoviária Federal), levantados pelo OBSERVATÓRIO, cerca de cinco mil ocorrências de trânsito nas rodovias federais registradas todos os anos, tem como causa, a sonolência.
Para Paulo Guimarães, CEO do OBSERVATÓRIO, “a sonolência é hoje um dos fatores de risco bastante preocupantes quando tratamos, principalmente, de condutores profissionais. Levar esse tema junto à sociedade, trazer informações que façam os motoristas perceberem que todos temos limites é fundamental para reduzirmos os sinistros causados pela sonolência!"
O Dia Mundial do Sono é uma iniciativa da Associação Mundial de Medicina do Sono que celebra anualmente na sexta-feira antes do equinócio da primavera de cada ano, em cerca de 80 países do mundo. O evento anual de conscientização iniciado por um grupo de profissionais de saúde e membros da comunidade que trabalham e estudam essa área da medicina desde 2008.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), quatro em cada dez pessoas não têm sono de boa qualidade. Por isso, o Dia Mundial do Sono, instituído pela entidade, traz um alerta sobre a importância da temática.
Segundo Edilson Zancanella, presidente da Associação Brasileira de Medicina do Sono; presidente da Associação Ibero-Americana de Cirurgia do Sono e professor do IOU da Unicamp destaca, o lema deste ano é “Sono é essencial para a saúde” e é uma das questões para se trabalhar dentro da mobilidade urbana, pelo motivo de que a maioria das pessoas não levam em conta a necessidade do número de horas de sono que devem ser respeitadas ao considerarmos as 24h que completam um dia.
“Então a alteração na qualidade e na quantidade de horas de sono faz com que a gente tenha impactos na capacidade cognitiva, na concentração e para que a gente possa ter mobilidade urbana adequada, isso são fatores essenciais. Então, o dirigir e não se expor a riscos maiores, em ocorrências de trânsito, em sinistros, tem tudo a ver com a com aquela qualidade do sono que a gente passou então a apresentar”, ressaltou Zancanella.
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