Loader
OBSERVADOR CERTIFICADO FALA SOBRE EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO EM PODCAST DA CONCESSIONÁRIA ROTA DOS COQUEIROS/PE
28940
post-template-default,single,single-post,postid-28940,single-format-standard,bridge-core-2.3.6,ajax_fade,page_not_loaded,,hide_top_bar_on_mobile_header,qode-theme-ver-22.2,qode-theme-bridge,disabled_footer_top,qode_header_in_grid,wpb-js-composer js-comp-ver-6.9.0,vc_responsive,elementor-default,elementor-kit-28047

OBSERVADOR CERTIFICADO FALA SOBRE EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO EM PODCAST DA CONCESSIONÁRIA ROTA DOS COQUEIROS/PE

OBSERVADOR CERTIFICADO FALA SOBRE EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO EM PODCAST DA CONCESSIONÁRIA ROTA DOS COQUEIROS/PE

Com tema “Indústria da multa ou fábrica de infrações?”, o podcast RotaViva, programa de educação para o trânsito oferecido pelo Fundo Socioambiental da CRC (Concessionária Rota dos Coqueiros) de Pernambuco, recebeu para esclarecer essas dúvidas, Emanoel Silva, especialista em trânsito e Observador Certificado pelo OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária.

O podcast presentado por Roberta Soares, jornalista de mobilidade urbana, buscou desvendar com dados e estatísticas, se realmente existe uma indústria de multas ou se essa narrativa não disfarça a tendência em não seguirmos as leis e sermos, nós, os fabricantes de infrações. O programa também recebeu Sílvio Médici, presidente da Abeetrans (Associação Brasileira das Empresas de Engenharia de Trânsito).

O programa já esclarece em sua abertura que não existe uma indústria de multas, pelo contrário, no Brasil e no mundo, multa-se muito menos do que se diz respeito às leis de trânsito. E destaca, entre 15% e 18% dos motoristas habilitados no Brasil, são considerados infratores contumazes, ou seja, aqueles que são multados pelo menos duas vezes no ano.

Segundo destacou o Observador Certificado, Emanoel Silva, esse discurso de indústria da multa existe e é alimentado pela falta de educação para o trânsito. “Gera desconhecimento dos critérios que são utilizados na fiscalização, e a importância que ela tem para evitar os sinistros e consequentemente os mortos e feridos que temos todos os anos nas vias públicas. Esse desconhecimento dos reais motivos pelos quais determinadas condutas são consideradas perigosas é que tem como consequência a falta de percepção do risco”, destacou.

Ouça o programa completo: https://open.spotify.com/episode/7vZkgQKUMsouJEWzyo4jAX

No Comments

Post A Comment