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Estudo do OBSERVATÓRIO de 2016 é incorporado nas propostas de mudanças do CTB
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Estudo do OBSERVATÓRIO de 2016 é incorporado nas propostas de mudanças do CTB

Estudo do OBSERVATÓRIO de 2016 é incorporado nas propostas de mudanças do CTB

A proposta traz regras para o trânsito de motocicletas nos chamados “corredores”

Apresentado em 2016, numa audiência pública na Câmara dos Deputados aos integrantes da CVT (Comissão de Viação e Transportes), a proposta do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária sobre a permissão dos motociclistas trafegarem nos chamados “corredores”, ou seja, por entre os carros foi incluída na redação final do PL 3267/2019 que ainda será aprovada na CE (Comissão Especial) da Câmara. A sugestão, leva em conta a segurança não apenas dos motociclistas, mas também de pedestres e de outros condutores.

No final de 2016, essa proposta havia sido aprovada por unanimidade na CVT e criava “faixas virtuais exclusivas” para o trânsito de motocicletas em vias de grande circulação e também a fixação de velocidades máximas para esse tipo de veículo. A intenção é delimitar virtualmente o espaço para motocicletas entre a faixa da esquerda e a primeira da direita dos carros. Outra sugestão foi a de autorizar o uso desse espaço virtual apenas em condições de trânsito lento e/ou parado e limitar a velocidade nesses ‘corredores’ a 40km/h. O projeto também contempla, orientar os motociclistas que, nos casos em que o trânsito estiver fluindo de forma compatível com a via, eles deverão ocupar o espaço na pista, atrás de outros veículos, ou seja, sem transitar pelo corredor.

Para o diretor-presidente do OBSERVATÓRIO, José Aurelio Ramalho a ideia não é incluir novas formas de penalidades aos motociclistas, mas sim de estipular regras claras a respeito de como devem transitar as motos nas situações de trânsito congestionado ou lento, visando a segurança de todos.

O PL 3267/2019 que muda várias regras do CTB vem sendo discutido pela CE desde agosto e está em fase final de aprovação. No último sábado, dia 14, Ramalho falou ao Jornal Nacional sobre essa proposta.

Veja a matéria completa aqui:

https://globoplay.globo.com/v/8166892/programa/

130 Comments
  • Juan Ramón Soto Franco
    Posted at 14:42h, 04 fevereiro Responder

    Importante contribuição de uma entidade consolidada, reconhecida nacional e internacionalmente na área de trânsito, que torna-se referência como ente especializado de consultoria, pesquisa e fonte de conhecimento técnico.

  • washington felippe pereira
    Posted at 07:49h, 10 fevereiro Responder

    Aqui na região metropolitana de Campinas o trafego de motociclistas nos chamados “corredores” é bastante frequente e inclusive não leva em consideração a intensidade ou não do fluxo de veículos, eles simplesmente trafegam entre os carros. A ideia de uma norma que venha a organizar este fluxo na tentativa de minimizar as atitudes imprudentes e que por sua vez, são muitas, tende a trazer certamente mais segurança para esta prática que já se tornou um hábito principalmente nos grandes centros urbanos.

  • Claudio kalleder
    Posted at 16:57h, 10 fevereiro Responder

    De fato, levando-se em conta a “vantagem” desse tipo de veículo (motocicletas e similares) em relação à outros veículos é a mobilidade, a facilidade de deslocamento ante o trânsito congestionado. Mas é preciso estabelecer regras, que garantam uma condição mínima de segurança para tal. A Prefeitura de São Paulo já tentou criar uma faixa exclusiva para esse tipo de veículo em uma grande avenida da cidade, sem contudo, lograr êxito nos resultados esperados. O índice de acidentes aumentou. Mais recentemente, proibiu o tráfego de motocicletas nas pistas expressas das Marginais Pinheiros e Tietê, como forma de impedir que um veículo de pequeno porte trafegue junto à caminhões e carretas em alta velocidade. Essa medida surtiu efeito imediato, com a redução de 30% no número de acidentes fatais de motociclistas nessas vias.

    É importante encontrar um ponto de equilíbrio entre a questão da mobilidade e da segurança dos usuários. Em uma cidade que cresceu sem planejamento é uma questão desafiadora, onde aparentemente a perda de “direitos” incomoda mais os usuários do que a própria condição de segurança que estes têm para trafegar nas vias.

  • Luciane Ribeiro dos Santos de Moura
    Posted at 09:11h, 12 fevereiro Responder

    Visto que os números apresentam mortes e sequelas em número crescente para esse modal faz-se necessário pensar políticas que garantam segurança e fluidez. Também é bom lembrar que esse público vem aumentando e as vias continuam da mesma maneira. Por isso é importante planejar os espaços e pensar mudanças na legislação.

  • JOSE ALFREDO BRANDAO E SOUSA
    Posted at 09:12h, 12 fevereiro Responder

    Como é bom ver uma OSCIP como o ONSV participar da revisão e constante modernização da Lei 9.503/97 – Código de Trânsito Brasileiro. Muitas vezes, o legislador originário, enxerga o trânsito de dentro para fora, presos aos rituais do positivismo e frieza das leis. Necessário se faz enxergar o trânsito de fora para dentro, através de pesquisas amparadas cientificamente, testadas, experimentadas lá fora, no próprio trânsito, com percepção humana atrelada à racionalidade. Nunca foi proibido aos motociclistas trafegarem nos chamados corredores, porém até o momento não foi proposta lei que regulamente tal atitude. Recebo com muita alegria esta notícia do ONSV, através de seu diretor presidente Ramalho. Que continue livre o corredor, porém com regras amparadas na direção defensiva, presando a segurança dos motociclistas, dos condutores dos demais veículos e principalmente dos pedestres. Sempre é bom lembrar aos pedestres, que ao atravessar uma via, sempre dar preferência por utilizar a faixa de pedestre, a não ser que esta esteja a mais de 50 metros do local da travessia, o que serve também para as passarelas. O crescimento da procura pelo transporte através da motocicleta será cada vez maior, pela economia, facilidade de estacionamento e rapidez nos deslocamentos. Rapidez não está diretamente ligado à velocidade, que fique bem claro.

  • LEANDRO CUNHA DA SILVA
    Posted at 11:42h, 12 fevereiro Responder

    Excelente saber que especialistas não estão preocupados em punir motociclistas, gerar arrecadação ou tomar posição contra ou a favor da facilidade de mobilidade das motocicletas. Percebemos a preocupação real e legítima com a vida, com propostas de regularizar a velocidade de segurança e condições possíveis e seguras de se pilotar nos corredores. Até mesmo porque sabemos que a motocicleta, por ser veículo de menor porte, deveria ser vista com o cuidado devido e não como adversário no trânsito.

  • Amilton Reis dos Santos
    Posted at 14:35h, 12 fevereiro Responder

    Penso que a faixa (corredor) para as motocicletas não deveriam ser virtuais e sim reais e exclusivas.

  • MARCELO WILIANS NEMESIO
    Posted at 18:56h, 13 fevereiro Responder

    Sabemos que é de grande valorização ter entidades e associações que possuem um corpo técnico e que poderá vir a contribuir para a melhoria de transito complicado e caótico como é no brasil. Estão de parabéns pelo desempenho.

  • Carlos Henrique Ferreira de Mello
    Posted at 10:33h, 14 fevereiro Responder

    Proposta bem oportuna. Possibilitar o tráfego das motocicletas pelos chamado “corredor” dentro de uma velocidade limite contribui, dentre outras formas, com a economia de combustível e a diminuição da poluição atmosférica caso tivessem que seguir as mesmas regras dos carros. Infelizmente na prática não se vê. Mesmo sendo autorizado, os condutores trafegam em alta velocidade. Alguns ainda buzinam, mas não é regra geral. Um risco para pedestres, carros e o próprio motociclista. De qualquer forma, a iniciativa proposta pelo Presidente do ONSV Sr. Ramalho é válida e busca minimizar o caos do trânsito no País.

  • Valter Ferreira da silva
    Posted at 11:07h, 16 fevereiro Responder

    O artigo 56 do CTB. foi vetado sob a prisma que, tiraria a agilidade da motocicleta, o mesmo proibia a trafegabilidade dentre os demais veículos, prejudicando indubitavelmente seu deslocamento rápido. As medidas adotas até então, para tirar as motocicletas entre os demais veículo, vale lembrar o caso de São Paulo, com suas faixas exclusivas, elas não foram feitas somente para os profissionais e, devido a quantidade motos, aqui chamo atenção, na sua maioria de forma esmagadora despreparados para pilotar o veiculo, houve aumento de acidentes, por puro despreparo do piloto.
    A formação do piloto é péssima, é um sistema matador, que não ensina nada, apenas adestra o aluno para ser aprovado, após receber sua permissão, com todo despreparo esta fadado a incorrer em acidentes, num trânsito caótico e mal educado.
    Os bolsões criados antes da faixa redentora de pedestres, contribui e muito evitando os conflitos de ficarem entre os carros, dificultando a visão do piloto da faixa de pedestre, Com a chegada dos aplicativos de entregas rápidas, categoricamente afirmo, exige do piloto pericia sobre a motocicleta, vista que estes aplicativos que facilita a vida de muita gente, ceifa muitas vidas de pais de família, que vão em busca do seu sustento.
    Sou favorável as mudanças, que elas venham acompanhadas de conscientização/educação, apenas propor mudanças sem agregar a educação/conscientização, o flagelo será maior ou arrecadação.

  • FABIO MOUTINHO BUENO
    Posted at 19:21h, 16 fevereiro Responder

    É inquestionável que em pouco tempo, por assim dizer, o ONSV se tornou referência em segurança viária nacional e internacionalmente. Fruto de estudo e trabalho de várias mãos e cabeças. Os resultados estão vindo em série.

  • Sidnei Araújo
    Posted at 08:29h, 17 fevereiro Responder

    Excelente proposta!
    Parabéns, Observatório.
    Além de credibilidade, o Observatório consegue conscientizar algumas pessoas do poder público em consultarem órgãos especializados em trânsito para elaboração de leis.

  • Antônio Peixoto de Melo
    Posted at 18:05h, 19 fevereiro Responder

    A proposta apresentada na audiência pública dos deputados aos integrantes da CVT(Comissão de Viação e transporte) pelo OBSERVATÓRIO sobre a permissão dos motociclistas trafegarem nos chamados “corredores” através da PL 3267/2019 é interessante, delimitadora e busca-se disciplina desses profissionais no Trânsito. Ou seja, quando o trânsito tiver lento ou parado a velocidade deve ser praticada em 40km/h ao passo que quando o trânsito estiver fluindo compativelmente com a via , eles deverão ocupar o espaço na pista , atrás como qualquer outro veículo, sem fazer uso do corredor. É uma questão de buscar a disciplina e segurança para todos.

  • Elmir Jorge Schneider
    Posted at 22:40h, 22 fevereiro Responder

    Este é um tema bastante complexo, quando devem ser levados em consideração vários fatores como o principal deles, a segurança dos próprios ocupantes das motocicletas. Porém, a motocicleta é um veículo diferenciado e é utilizada pela sua economia e agilidade. Neste sentido, criar condições exclusivas de tráfego sem afetar maiores riscos é uma saída que pode atender interesses diversos, o que se mostra mais adequada.

  • JOSE EDIVO PEIXOTO FILHO
    Posted at 13:54h, 25 fevereiro Responder

    Fundamentação importante por parte do ONSV que sem duvida melhoraria a fluidez no trânsito. É importante além de sugerir a alternativa ao CTB que limita a distância de segurança entre os veículos, criar metodologias ativas de forma que sejam incluídos os motociclistas para que assim, conhecendo a norma e estabelecendo parâmetros para seu cumprimento, reduzam seus tempos de deslocamento de forma segura.

  • Bruna de Oliveira Seiboth
    Posted at 08:41h, 26 fevereiro Responder

    Se analisarmos o nosso Código de Trânsito Brasileiro como é hoje pode-se dizer que ele é bom, se tudo que está nele fosse aplicado tal como é. No entanto, é importante fazer alterações nos artigos que são subjetivos ou que não se aplicam. Por exemplo, pelo artigo 244 Conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor:

    I – sem usar capacete de segurança com viseira ou óculos de proteção e vestuário de acordo com as normas e especificações aprovadas pelo CONTRAN
    Incisos I a V, não se aplica no RS a medida administrativa de suspensão como prevê o CTB.
    Novamente digo, o porque não aplicar se o capacete é um dispositivo indispensável a segurança do motociclista.
    Sendo assim, deveríamos usufruir do que o CTB já prevê e fazer alterações no que é essencial, como andar por entre corredores.

  • ANTONIO CARLOS GOMES
    Posted at 10:22h, 26 fevereiro Responder

    É NOTÓRIO QUE O ACOMPANHAMENTO DESTE ASSUNTO, TRANSITO DE MOTOCICLETA BEM DE PERTO PELO OBSERVATÓRIO É MUITO IMPORTANTE,POIS ALEM DE SER UMA ENTIDADE DE PESO NO ASSUNTO E COM MUITO CONHECIMENTO NA ÁREA, O ONSV ESTA MUITO ANTENADO COM A PL 3267/2019 PODENDO AJUDAR E MUITO EM SUA DECISÃO FINAL LEMBRANDO QUE NADA VAI ADIANTAR SE NÓS COMO EDUCADORES DE TRANSITO NÃO LEVARMOS E DIVULGARMOS ESTAS MUDANÇAS TANTO PARA NOSSOS ALUNOS QUANTO PARA TODOS OS INTEGRANTES DO TRANSITO.

  • HELIO DIAS DE SOUZA
    Posted at 22:36h, 29 fevereiro Responder

    Só na cidade de São Paulo, 366 mortos ocupantes de motos parece não ser suficiente para que se acolha uma posição plausível e sensata do ONSV. Definitivamente, nossos representantes não nos representam como deveriam, pois parece que a técnica ainda não é a palavra final. Os anos avançam, as necessidades aumentam, as soluções vão aparecendo sem que as regras cheguem na frente. Instala-se o caos e depois levarão mais alguns longos anos para discutir politicamente o que os técnicos já delineavam lá atrás. Temos que mudar essa realidade que não atende à sociedade.

  • Mauro Silva - Recife/PE
    Posted at 23:10h, 29 fevereiro Responder

    Voltando um pouco ao passado, do Art. 56
    “Art. 56. É proibida ao condutor de motocicletas, motonetas e ciclomotores a passagem entre veículos de filas adjacentes ou entre a calçada e veículos de fila adjacente a ela.”

    Razões do veto:
    “Ao proibir o condutor de motocicletas e motonetas a passagem entre veículos de filas adjacentes, o dispositivo restringe sobre maneira a utilização desse tipo de veículo que, em todo o mundo, é largamente utilizado como forma de garantir maior agilidade de deslocamento.
    Ademais, a segurança dos motoristas está, em maior escala, relacionada aos quesitos de velocidade, de prudência e de utilização dos equipamentos de segurança obrigatórios, os quais encontram no Código limitações e padrões rígidos para todos os tipos de veículos motorizados. Importante também ressaltar que, pelo disposto no art. 57 do Código, a restrição fica mantida para os ciclomotores, uma vez que, em função de suas limitações de velocidade e de estrutura, poderiam estar expostos a maior risco de acidente nessas situações.’

    Nas minhas aulas descrevo este estudo que transitar com moto no corredor pode ser relativamente seguro, baseado em uma pesquisa nos EUA em que aponta a velocidade reduzida esta aumenta segurança. De 6 mil acidentes com motos analisados, 997 ocorreram no corredor, com ferimentos menos grave do que se estivesse atrás de um outro veículo.

    Como aqui a prática de rodar entre os veículos de moto não é proibida, no entanto, o CTB ressalta que todos veículos devem manter distância lateral e frontal, segura entre os seus e os demais veículos. (Distancia que não é mencionada exatamente) Nas grandes cidades, o deslocamento entre os veículos é feito de forma corriqueira e não há restrições para uma velocidade máxima, daí a necessidade e difícil missão de regular essa situação.

    http://g1.globo.com/carros/motos/noticia/2015/06/rodar-com-moto-no-corredor-pode-ser-relativamente-seguro-diz-estudo.html

  • Samir Moussa
    Posted at 21:30h, 01 março Responder

    Parabéns pela iniciativa do ONSV, pois motoqueiros é um assunto muito sério, acredito que quase todas as cidades tem problemas no trânsito com motociclista, pois com já sabemos através de estatísticas que esta crescendo a cada ano as morte com acidentes com motos, portanto precisa sim colocar mais regras para eles.

  • Priscila Sauthier
    Posted at 22:28h, 01 março Responder

    Exercendo uma função de órgão consultivo, o ONSV apresentou propostas para a adequação da legislação à realidade brasileira. Se aprovada, a faixa virtual deverá ser acompanhada de projetos de conscientização à população, em especial os usuários de motocicletas, de forma a direcionar a medida ao melhor resultado.

  • Diego da Silva Marques
    Posted at 14:48h, 02 março Responder

    Tenho certo receio em executar uma liberação de algo que será virtual como diz a matéria, em primeiro lugar esse trânsito já ocorre de forma permanente na maioria das grandes cidades do Brasil e não há nada na legislação que permita. Considerando que os princípios da direção defensiva recomendam que as motocicletas devem estar posicionadas de forma centralizada para aumentar a visualização por parte dos condutores de automóveis e evitar pontos cegos, acho inadequado concordar com uma medida que poderá aumentar o risco de colisão do tipo abalroamento envolvendo veículos e motocicletas.A agilidade de circulação no está diretamente vinculada a questões de segurança viária, o público motociclista tem recorrência em envolvimento de acidentes fatais na maioria das capitais brasileiras, facilitar a circulação deles por entre os veículos poderá aumentar esse índice de forma significativa.

  • Joaquim Alves do Carmo
    Posted at 20:55h, 02 março Responder

    O índice de mortes de motociclistas é muito grande, já passou da hora de termos estudos específicos para criação de regras para este tipo de veículo, ágil, econômico e que quando não mata deixa com alguma sequela.

  • Alex Pinheiro Sessim
    Posted at 09:16h, 04 março Responder

    O problema de superlotação de veículos em todas as cidades, seja grandes ou pequenas já existe, oque está faltando é politicas publicas urgentes para minimizar os problemas. São propostas como o do ONSV que abrem as discussões e idéias para que seja pensado e melhorado em cada cidade seu transito em particular.

  • Jolseley Marcio Barbosa
    Posted at 15:00h, 04 março Responder

    A questão de motociclistas andarem em corredores sempre existiu e vai continuar acontecendo, então vejo com bons olhos a questão de impor regras para esse tipo de circulação: Limitar velocidade, restringir circulação somente em transito lento ou parado sera uma boa forma de diminuir ou ate minimizar as consequências de um acidente, porem é preciso ter cautela pois a teoria e simples mas a pratica necessita de varios fatores para que isso venha a trazer beneficios para o transito seguro.

  • João Batista da Silva Neto
    Posted at 15:57h, 04 março Responder

    Excelente medida, tornará o trânsito muito mais seguro, não só para motociclistas, como também para os pedestres. Parabéns!

  • Jose Antonio de Almeida
    Posted at 18:36h, 04 março Responder

    Excelente!!!! O fato é que algo precisa ser feito neste sentido urgentemente.

  • Edenilton Barros Ferreira
    Posted at 22:26h, 04 março Responder

    A VELOCIDADE DO TEMPO,
    SE É QUE DÁ PRA MUDAR,
    SOMOS NÓS QUEM MUDAMOS,
    NO TEMPO QUE A GENTE CRIA.

    BY MEL.
    A PROPOSTA DE MUDANÇAS OU A CRIAÇÃO DE REGRAS PARA OS MOTOCICLISTAS JÁ SE FAZ NECESSÁRIO HÁ MUITO TEMPO, A LEGISLAÇÃO NÃO FAZ DIFERENÇAS PARA CARRO OU MOTOCICLETAS OS CURSOS E TREINAMENTO NÃO ENSINAM AO MOTOQUEIRO UMA POSTURA AGRESSIVA, OU PERIGOSA NAS VIAS, O ZIG ZAG QUE ELES PRATICAM FAZ PARTE DE UMA CERTEZA DE IMPUNIDADE.
    SABEMOS QUE O VEÍCULO (MOTOCICLETA) É UM VEÍCULO VERSÁTIL, ÁGIL, E QUE SUA ACESSÃO FORA PARA DAS CONDIÇÕES AS PESSOAS DE UM VEÍCULO BARATO E UMA ECONOMIA, QUE É O OPOSTO DOS CARROS, ONDE TRAZ UMA DISPUTA POR VAGAS NA HORA DE ESTACIONA AUTO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL, APARECIMENTO DESDE (1869 E DEVE-SE À AÇÃO DO FRANCÊS LOUIS PERREAUX E DO AMERICANO SYLVESTER ROPER). PERANTE ESTES ANOS NENHUMA REGRA DIRECIONADA PARA ESTA CATEGORIA FORA EXISTENTE.
    O DECRETO-LEI N.º 3,671 DE 25 DE SETEMBRO DE 1941, DEPOIS VEIO A LEI N º 5,108 DE 21 DE SETEMBRO DE 1966. E, HOJE, ENCONTRA-SE EM VIGOR, O CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO INSTITUÍDO PELA LEI N.º 9503 DE 23 DE SETEMBRO DE 1997.
    É NECESSÁRIO HOJE AVALIA A SITUAÇÃO COMO UM TODO, ATRIBUINDO TAMBÉM MAIS RESPONSABILIDADES A ESSES PILOTOS, COM EXIGÊNCIA DE CURSOS FREQUENTES OU PERIÓDICOS, POR SE TRATA DE UMA CONDUÇÃO ESPECIAL, POIS SUA CATEGORIA JÁ DISTINGUE “A “. HAVENDO SIM UMA MUDANÇA DE ATITUDE PARA ESSES MOTOQUEIROS, SURGINDO ASSIM UMA VIA DE ESPERANÇA PARA REDUÇAO DE ACIDENTES E MORTE NESTE SEGUIMENTO.

  • SOLANGE RIBEIRO DA SILVA
    Posted at 18:01h, 08 março Responder

    Para existir mudanças na legislação, deve-se executar inúmeros estudos com embasamento teórico técnico de Instituições de ´prestígios, levando em assembléia legislativas municipais, estaduais, e federais, para o Congresso Nacional, ai sim realizar cobranças de mudanças legislativas, com ações simples mas efetivas que estão em pleno funcionamento em nossos municípios e estados. Fazendo o processo inverso, de baixo para cima no Sistema Nacional de Transito. Isso é possível, desde que haja um trabalho ético, responsável, com pessoas que queiram realmente mudar nosso trânsito.

  • ALINE CECCONI
    Posted at 12:30h, 10 março Responder

    A circulação de motociclistas em corredores virtuais nas grandes cidades, existe e vai continuar acontecendo. Acho válido essa discussão de incluir regras para essa circulação dentro das leis de trânsito, pois somente assim irá reduzir o número de acidentes nessa área.

  • José Luiz Britto Bastos
    Posted at 15:00h, 10 março Responder

    O uso de corredores (virtuais) entre faixas de tráfego urbano por motocicletas, deveria ser totalmente proibido, conforme previa o artigo 56 do Código de Trânsito Brasileiro de 1.997. Infelizmente o Presidente da República da época Fernando Henrique Cardoso vetou integralmente, referido artigo. Os corredores entre faixas de tráfego, têm por objetivo oferecer aos veículos de quatro rodas maior segurança em sua trajetória, possibilitando-lhes oscilarem dentro da faixa pelas várias razões que vierem a se apresentar. Motocicletas deveriam transitar nas faixas, como transitam os demais veículos. Os que defendem o uso dos corredores “virtuais”, sabem dos riscos que isso representa para os motociclistas e dos prejuízos que tal atitude pode representar para os condutores de veículos os automóveis. Se a intenção é a de propiciar melhores condições de trafegabilidade nos deslocamentos das motocicletas, então, que se destine uma faixa inteira para as motos, reduzindo o espaço destinado aos automóveis. Numa determinada época na cidade de São Paulo, tentaram criar um corredor exclusivo para as motos. Não deu certo, justamente, por ser um corredor muito estreito e sem capacidade para absorver a quantidade de motos a ele destinadas. Só para lembrar, em 2018 na cidade de São Paulo morreram em acidentes de trânsito 366 motociclistas, ou seja 1 por dia. Se é assim, as regras precisam ser modificadas, com vistas a aumentar a segurança de motociclistas no trânsito!

  • GILSON DE JESUS CARDOSO
    Posted at 20:35h, 10 março Responder

    A proposta do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária sobre a permissão dos motociclistas trafegarem por entre os carros acreditamos que seja algo bastante coerente, vemos que a proibição de não circulação nos corredores não tem resolvido e tratar a motocicleta como um carro torna-se atualmente incoerente pelo aumento do número de veículos, então que iniciativas como essa sejam cada vez mais discutidas e se aprovadas também sejam respeitas para um trânsito seguro e que tenha fluidez.

  • Geraldo Medeiros Filho
    Posted at 18:25h, 11 março Responder

    Ao participar das regulamentações de normas de trânsito, o ONSV está assumindo um papel de protagonismo na sociedade brasileira, que deveria ser estimulado para que outras entidades ligadas ao trânsito pudessem ser ouvidas, e colaborassem para o atendimentos dos diversos interesses sociais em diversas especialidades, proporcionando conhecimento técnico para a pacificação social no trânsito.

  • FLAVIA VEGH BISSOLI
    Posted at 14:56h, 12 março Responder

    É certo que trata-se de uma inivação entre tentativa e erro e mais acertada para a redução de mortes e acidentes no trâsnito, entretanto, não há mesmo como se proibir como em outrora , posto que, no mundo moderno tem que ter espaço para todos os tipos de meios de transporte e a motocicleta é fundamental para o desenvolvimento do país, bem como para a empregabilidade dos motocilistas, contudo, as mudanças devem ser amplamente divulgadas para conhecimento e conscientização à todos os usuários da via, ou seja, à sociedade.

  • Alexander Ferreira de Magalhães
    Posted at 16:11h, 13 março Responder

    Importante contribuição apresentada pelo ONSV para o problema que envolve a circulação de motocicletas em vias urbanas. O uso de corredores por esses usuários é fato real, ainda que proibido pela legislação em vigor. Dada às suas características, o uso de uma motocicleta tem se tornado um atrativo para os seus usuários, em virtude da agilidade, rapidez e acessibilidade que proporciona, as quais se alia a facilidade para sua aquisição e manutenção. Entendo que a regulamentação dos “corredores virtuais” nos moldes do PL 3267/2019 ensejará melhorias para a circulação de tais veículos, sujeitando-se os motociclistas a continuarem ocupando os mesmos espaços que já são usados, contudo, a partir da regulamentação, com a necessária obediência à normatização prevista no CTB.
    Além disso, a regulamentação minimizará os conflitos existentes entre motoristas e motociclistas decorrentes da disputa por espaço, sujeitando ambos a observância e o respeito aos espaços definidos na norma, de forma a contribuir para a redução de acidentes e de casos de violência no trânsito.
    Assim nota-se a atuação do ONSV em uma de suas frentes de atuação, no caso, “Advocacy”, visando influenciar decisões de ordem pública e aperfeiçoamento ou construção de leis que favoreçam a redução do número de acidentes de trânsito no Brasil.

  • Paulo Adriano Ferreira Alves
    Posted at 13:54h, 16 março Responder

    Parabéns pela importantíssima participação do Direto Presidente do ONSV, sabemos que o índice de acidentes com motocicletas e alarmante e que em sua maioria dos sobrevivente de acidentes envolvendo esse tipo de veículos ficam esguelhados, graças a Deus, temos o Observatório, contribuindo para um transito mais seguro e humano.

  • (FREDY) CARLOS FREDERICO TEJADA
    Posted at 19:57h, 17 março Responder

    Em boa hora o trabalho do ONSV para a segurança dos motociclistas que nestes dias (março/2020) finalmente a Câmara está finalizando sua aprovação. O uso do espaço entre automóveis forma um corredor e seu uso é realidade que nasceu sem a regulamentação necessária. As restrições são necessárias, mas o grande trabalho ainda está por vir que é a educação/conscientização do motociclista.

  • Nádia Sudário
    Posted at 01:03h, 18 março Responder

    Concordo com as considerações propostas na PL sobre os corredores de motocicletas. Podem ocorrer em algumas vias considerando a velocidade máxima de 40km/h reduzindo assim as possibilidades de atropelamentos uma vez que muitos motociclistas não dirigem com segurança e atenção entre os carros. O certo seriam aguardar na fila como os demais autos para maior visibilidade.

  • Leandro de Oliveira Machado
    Posted at 11:09h, 18 março Responder

    É de muita importância os estudos realizados pelo Observatório Nacional de Segurança Viária, um dos objetivos do ONSV é contribuir para elaboração de Leis que visam estabelecer normas para segurança viária. Os trabalhos e estudos elaborados pelo Observatório, são embasados em estudos e informações idôneas, desenvolvidos com respaldo técnico e dados concretos, que agregam e muito nas intervenções e melhorias que o Código de Trânsito Brasileiro necessita.

  • JOSÉ VANILSON ABREU DA SILVA
    Posted at 19:09h, 18 março Responder

    O observatório esta sempre atento as necessidades de melhoria de um transito mais eficiente para todos, é de suma importância esse estudo voltado para condutores de veículos de 02 rodas, esses condutores estão em crescente, e uma grande maioria faz do seu veículo uma ferramenta de trabalho,e as nossas vias estão faltando espaço para tantos veículos.

  • Jackeline Silva dos Santos
    Posted at 17:51h, 21 março Responder

    Muito importante a discussão acerca da utilização de corredores por motociclistas, uma vez que a grande maioria, desde a época do veto ao Art. 56 do CTB, vem fazendo o uso de forma INDISCRIMINADA E SEM NENHUMA TOMADA DE SEGURANÇA, descumprindo o que estabelece o artigo 29, inciso II do CTB, qual seja:
    “o condutor deverá guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu e os demais veículos, bem como em relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a velocidade e as condições do local, da circulação, do veículo e as condições climáticas”
    Também se faz importante lembrar que a falta da guarda da distância lateral da qual o CTB menciona, é infração de trânsito prevista no art. 192 e o condutor pode ser penalizado.
    Penso que antes de essa PL ser aprovada, medidas EDUCATIVAS devem ser tomadas, vez que já existe um entendimento sobre a motocicleta ser um veiculo de “agilidade” entre os motociclistas, não da forma como nós que somos técnicos enxergamos, mas sim de maneira irresponsável.
    Outro dia em um programa de rádio, tratavam sobre as motocicletas de uma determinada cidade da Bahia, onde o ouvinte (condutor infrator) dizia que os condutores dos automóveis estavam com “inveja” porque eles (os motociclistas) poderiam trafegar nos corredores. Senhores, ele se referia à faixa contínua de uma ponte onde inclusive alguns motociclistas já tiveram suas vidas ceifadas por causa da falta de conhecimento e uma “certeza equivocada” de que as motos foram feitas para “costurar” o trânsito.
    Tenho certeza que o ONSV tem ciência das necessidades de melhorias e de meios que possam otimizar o trânsito, mas também da segurança daqueles que fazem uso dos veículos de duas rodas, sendo estes a parte mais frágil entre os veículos à combustão.

  • Luciano Souto
    Posted at 12:16h, 23 março Responder

    A circulação dos motociclistas entre o veículos é um assunto polêmico e deve ser tratado com a devida seriedade.
    Acredito que pela questão da mobilidade que as motocicletas proporcionam,deve se encontrar alternativas através de redução,posicionamento ou outra que possa o motociclista utilizar desse meio com a segurança necessária para todos que estão na via.

  • ROSITANIA PEREIRA DE FARIAS
    Posted at 16:57h, 24 março Responder

    Agregar mudanças que visem a segurança e preservação da vida é um grande paço para que haja mudança e que a educação seja palco dessa mudança primando pelo o bem maior que é a vida, onde o principal objetivo não é incluir novas penalidades , mas estipular regras claras a respeito de como se deve transitar , visando a segurança de todos. Percebo que as leis para melhorias no trânsito já temos o que falta são elas serem cumpridas De acordo com a Pl 3267/2019 muda várias regras e.qualquer que seja a mudança devemos levar em consideração a atual conjuntura por parte, principalmente dos órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito, para sua aplicação. Porém destacamos que a grande maioria dos municípios brasileiros nem inseriram seu trânsito no sistema nacional, dever vinculado no artigo 24 do Código de Trânsito Brasileiro. Nessa condição firmamos analogia com a possibilidade de melhoria da educação brasileira, não havendo sentido se investir em especializações, mestrados, doutorados se não firmarmos uma educação básica de qualidade. Nós como integrantes, estudiosos, representantes, devemos trabalhar pela integração dos municípios, incentivando o convênio institucional entre entes federais, estaduais e municipais e a partir desta perspectiva trabalhar em mudança de regras complementares.

  • Elidiana Flávia Pereira Leão
    Posted at 08:22h, 25 março Responder

    A motocicleta é um dos veículos cujo uso vem sendo cada dia mais popularizado, seja nas regiões metropolitadas ou nos rincões do Brasil. Veículo de fácil aquisição, barata manutenção e facilidade de condução, vem disputando cada dia mais o espaço com veículos de quatro rodas e pedestres, necessitando urgentemente de regramentos mais específicos para o seu uso, com vistas à segurança de todos. Sem dúvida as propostas de mudança do CTB feitas pelo ONSV são extremamente coerentes e necessárias.

  • Edirley Fernandes Cardoso
    Posted at 11:47h, 25 março Responder

    É uma proposta com base em estudo técnico, diferente de outra épocas na qual as leis e normas eram feitas com embasamento político e não técnico. Vale ressaltar que mudanças no CTB são necessárias emergencialmente para uma adequação mais ajustável a atual sociedade. Além disso, precisamos copiar ou adaptar mudanças no trânsito que já ocorreram em outros países e surtiram efeito, servindo de experiência para podermos melhorar e não errar com as velhas políticas populares.

  • Regiani Juciani Lacerda
    Posted at 12:39h, 25 março Responder

    Quem não utiliza a motocicleta para meio de transporte em algum momento precisa de alguém que a use inclusive como meio de remuneração, devemos nos atentar e conviver da melhor forma possível e gerando o menor risco, o corredor já existe a formalização dele sera inevitável.

  • EVANDRO SIEBRA DA SILVA
    Posted at 13:22h, 25 março Responder

    Importante esse debate levado pelo ONSV para ser incorporado às possíveis mudanças no CTB. Essa situação dos motociclistas transitando pelos “corredores” há muito tempo já é recorrente, melhor então que haja uma legislação clara, buscando uma convivência harmoniosa dos condutores dos demais veículos e pedestres com os motociclistas.

  • HIDERALDO RODRIGUES GOMES
    Posted at 17:05h, 25 março Responder

    O PL proposta trará maior segurança ao motociclistas, limitar o uso de corredores única e exclusivamente quando ocorrer congestionamento e limitar a velocidade em 40km/h, uma vez que nessa velocidade tanto o condutor de um automóvel , como o motociclista haverá tempo para que evite um acidente.

  • Gilson Tude da Rocha
    Posted at 00:12h, 26 março Responder

    Não vejo com bons olhos esta PL 3267/2019 que pode ser aprovada ou não pela comissão especial. Observem a 20 anos atras o numero de motocicleta e de automóvel eram menores e os especialistas da época vetaram o artigo 56.
    ¨Razões do veto: Ao proibir o condutor motocicleta passagem entre veículos de filas adjacentes, o dispositivo restringi sobre maneira a utilização desse tipo de veículo que, em todo mundo é largamente utilizado como forma de garantir maior agilidade de deslocamento. Ademais , a segurança motoristas esta,, em maior escala, relacionada aos quesitos de velocidade, de prudência e de utilização dos equipamentos de segurança obrigatórios, os quais encontram no código limitações e padrões rígidos para todos os tipos de veículos motorizados …… ¨
    Referências: código de trânsito Brasileiro 6ª edição autor Julyver Modesto de Araujo .
    Agora que tudo mudou,a quantidade de veículos é outra os condutores sem habilidade com os veículos,
    O cidadão recebe a CNH hoje vai logo fazer motoboy ou moto frete colocando em risco a vida dele e dos outros usuários.

  • STALEN HUALANS MENEZES FELINTO
    Posted at 18:17h, 26 março Responder

    Confesso que não tenho informações suficientes sobre a temática para emitir um posicionamento, no entanto, penso que a formação contínua principalmente de motoboys, no que se refere a cursos de reciclagem, de pilotagem, direção defensiva possam ter eficácia sem necessariamente implicar em novos riscos. No entanto, tal problemática faz parte do nosso próprio sistema econômico hegemônico, que nos cobra agilidade, pressa, diminuição do tempo de cada tarefa, e muitas vezes compele aos motociclistas a viverem no limite desta compressão corpo-tempo. Talvez fosse interessante a introdução de projetos piloto e acompanhados sistematicamente com tais corredores virtuais em algumas cidades.

  • Romolo de Oliveira Tacchelli
    Posted at 21:51h, 26 março Responder

    Com certeza seria algo utópico almejar que os motociclistas respeitassem constantemente o espaço que deveria ocupar relativo a um veículo convencional. E mesmo que isso fosse alcançado um dia, teria a representatividade das motocicletas no aumento real de circulação de veículo por vias. Assim, ao menos a legalização e padronização da mobilidade exclusiva dos motociclistas, resultaria em um trânsito com mais fluidez e com mais segurança a todos os usuários.

  • Vítor Araújo Damascena
    Posted at 08:58h, 27 março Responder

    O crescimento do número de motocicletas preocupa pois a mobilidade fica prejudicada e meios de regularizar o trânsito de motocicletas deve ser criados. Varias são vezes que vejo o trânsito congestionado devido o trânsito de motocicletas.

  • Elequicina Maria dos Santos
    Posted at 13:47h, 28 março Responder

    É plausível e por demais interessante, uma proposta de disciplinamento do uso dos motociclistas defendida pelo Observatório, onde todos só têm a ganhar: pedestres e motociclistas. Torna-se imprescindível um processo educativo voltado para essa categoria de condutores .

  • NORBERTO FIUZA DE CAMPOS
    Posted at 22:42h, 28 março Responder

    Esta é uma questão bastante polêmica e que merece um olhar especial e uma análise detida do assunto. Em 2006, em busca de uma solução para o crescimento contínuo dos acidentes envolvendo motocicletas, a CET/SP implantou a primeira Faixa Exclusiva de Motocicletas na cidade de São Paulo, que abrangia as Avenidas Sumaré e Paulo VI, na região oeste da cidade. A segunda faixa exclusiva foi implantada em 2010 no corredor formado pelas avenidas Liberdade, Vergueiro e Noé Azevedo. A despeito de todas as tentativas de melhoria realizadas pela CET/SP ao longo do tempo de funcionamento das faixas exclusivas, com uso de fiscalização eletrônica (de velocidade e conversões proibidas), de gradis para isolamento dos pedestres, de correções de geometria e sinalização, a análise dos acidentes mostrou que o modelo faixa exclusiva não conseguiu isolar os motociclistas das interferências e interações com os demais usuários da via e, ao contrário do desejado agravou as condições de segurança onde foi aplicado. Portanto, além de se avaliar os impactos a serem causados na mobilidade (fluidez) de uma forma geral, também a que se observar os resultados nas questões de segurança que envolvem o tema. Outrossim, é imperativo, que se regulamentem tais regras de circulação.

  • EDSON JAMES RASERA
    Posted at 00:27h, 29 março Responder

    Sempre que houver uma mudança de comportamento da sociedade, e que influencie no trânsito, se faz necessário a revisão da legislação. É o que acontece com os motociclistas. O grande do número de condutores que optaram pelo veículo motocicleta, seja para utilização pessoal ou por uma necessidade em decorrência de sua profissão, obriga a revisão da legislação pela mudança do comportamento nas vias, em função inclusive das novas atividades desempenhadas pelos profissionais que utilizam esse tipo de veículo.

  • DANIELA FERNANDA CORGOZINHO
    Posted at 01:37h, 29 março Responder

    Essa é uma atitude que deveria ser tomada sempre que alguma Lei , decreto ou portaria relacionadas com a mobilidade urbana , fosse criada ou alterada; Ouvir os especialistas do trânsito, pessoas da linha de frente , do funcional , para posteriormente, levar a proposta adiante. Ja tivemos leis fracassadas , que trouxeram prejuízos e transtornos aos cidadãos por serem criadas sem pareceres técnicos. Parabéns ao Observatório por disponibilizar e ajudar nessa situação.

  • Edson Antonio Lamin
    Posted at 16:24h, 29 março Responder

    O trânsito é feito de pessoas e temos que viver harmoniosamente com todos integrantes do trânsito.
    O CTB diz que temos que maternos uma distância lateral e frontal, mas o mesmo não diz qual essa distância.
    Vejo que ´tem que haver o trânsito de motocicletas nos corredores, mas com uma limitação de velocidade, pois imagina a cidade de São Paulo com as motocicletas atrás dos carros, tornaria um congestionamento gigantesco.

    Eis o que diz a Lei 12.436/11

    Artigo 1 da Lei nº 12.436 de 06 de Julho de 2011

    Art. 1o É vedado às empresas e pessoas físicas empregadoras ou tomadoras de serviços prestados por motociclistas estabelecer práticas que estimulem o aumento de velocidade, tais como:

    I – oferecer prêmios por cumprimento de metas por números de entregas ou prestação de serviço;
    II – prometer dispensa de pagamento ao consumidor, no caso de fornecimento de produto ou prestação de serviço fora do prazo ofertado para a sua entrega ou realização;
    III – estabelecer competição entre motociclistas, com o objetivo de elevar o número de entregas ou de prestação de serviço.

    Creio que os corredores sejam mais utilizados por mototáxi e motofrete, que acredito eu, o que eles pensam tempo é o sinônimo de dinheiro, mas temos que pensar num valor inestimável que é o valor de nossas vidas.

  • Tatiane D Oliveira Luiz
    Posted at 17:41h, 29 março Responder

    Mais um vez o Observatório desempenhando um belo trabalho é público e notório ao transitar em qualquer via, seja avenida, rua ou rodovia que muito motociclistas possuem esse hábito de transitar no meio dos veículos maiores, uns acionando a buzina outros acelerando mais para que o barulho assuste o motorista do veículo, sendo que é algo rotineiro entre os motociclistas essas atitudes, se os fiscalizadores fossem multa-los diariamente pelo descumprimento de lei, teríamos sérios problemas; porque a maioria dos motociclistas ele são trabalhadores informais os quais utilizam-se das motocicletas para agilizarem seu trabalha e assim ter vantagens, se por exemplo eles ficassem na fila normal aguardando o deslocamento talvez seu trabalho não fosse tão útil às pessoas que aderem a entregas, por exemplo. Senão conseguimos fiscalizar e privar por essas vidas precisamos apresentar algo que os auxiliem e sejam útil para o transito mais seguro. ótima iniciativa, algum lugares até já usam corredores com faixas sinalizando-as. Certamente será aprovada e terá seu texto no CTB.

  • MARGARETH GRAMACHO FADIGAS
    Posted at 08:17h, 30 março Responder

    A faixa exclusiva para motociclista é uma excelente iniciativa e pode vir a ser uma medida eficaz na redução de acidentes co moto, desde que se tenha uma fiscalização efetiva.Infelizmente em nosso país uma legislação muito boa mas que não é cumprida. Não é fiscalizada.

    Oferecer alternativas para evitar a conduta imprudente é uma excelente prática. Infelizmente, quando se trata de comportamento, de atitude no trânsito, as pessoas ignoram as alternativas e agem da forma que lhe parece mais conveniente, colocando em risco a sua vida e a de outros.

    Em relação às motos, existem algumas lacunas que precisam ser regulamentadas. um outro exemplo é a utilização de calçado adequado. Hoje, um condutor de moto utilizando sandália do tipo havaiana não poderá sr autuado devido a essa lacuna na legislação.

  • MORGANA GARIBALDI DIEFENTHAELER
    Posted at 13:12h, 30 março Responder

    A inclusão das propostas a um projeto formal de lei demonstra o cumprimento concreto dos objetivos do Observatório, que é influenciar e promover, de fato, mudanças no cenário nacional de trânsito: não é suficiente permanecer apenas na camada das pesquisas e dos estudos, sendo necessário realmente “colocar a mão na massa”.

  • André ferreira dos Santos
    Posted at 18:40h, 30 março Responder

    Esse estudo do ONSV de mudanças nas leis se faz necessário, nada melhor que um órgãos especializados em trânsito para elaboração dessas alterações. Com o passar dos anos o numero de motocicletas aumentou de maneira considerável. Os acidentes e mortes também, por isso mudanças nas leis são importantes para garantir mas segurança. Precisamos rever fatores tais como velocidade nos corredores, faixas exclusivas ´só para motocicletas e cursos específicos para motociclistas pois não é tratado o tema ou case nada nos cursos de primeira habilitação.

  • Ronaldo Ivan da Cruz Mesquita
    Posted at 21:02h, 30 março Responder

    Não resta dúvida de que são muitos os acidentados envolvendo motos. São vários os fatores que permitem que tais acidentes aconteçam. Hoje podemos falar que existem duas categorias de condutores de motos: os motociclistas e os motoqueiros. Motociclistas são aqueles que buscam conduzir suas motos respeitando as leis de trânsito. Motoqueiros são aqueles que trafegam com certa irresponsabilidade e muitos sem a habilitação. Muitos defendem que a moto pela sua característica seria prejudicada pela não utilização dos corredores. Outros já defendem que elas circulem tais como os carros. Do meu ponto de vista em um trânsito bem estruturado e com responsabilidade de todos seus integrantes não haveria problemas, mas em um trânsito onde morrem tantas pessoas por ano como aqui no Brasil, a proposta do Observatório tem que ser aplaudida e as autoridades precisam buscar a sua aplicação.

  • Ronald Vittal
    Posted at 23:04h, 30 março Responder

    O mais importante é que o objetivo é estipular regras claras a respeito de como devem transitar as motos nas situações de trânsito congestionado ou lento, com o foco na segurança de todos.

  • Delnandina MMMonteiro
    Posted at 16:07h, 31 março Responder

    Bem apropriada à proposta do Observatório, realmente, quando discutimos questões relacionadas ao trânsito pensamos em segurança, melhor fluidez e cumprimento de normas, ao contrário de muitos que insistem em afirmar que o sistema só se preocupa em punir.

  • Marcia Cristina Araújo Pereira
    Posted at 14:05h, 02 abril Responder

    Em vista do considerável aumento do número de motocicletas, há de se pensar formas que garantam a fluidez do trânsito sem no entanto, prejudicar a segurança no mesmo.

  • Gizela Eliane Ferreira da Costa Roewer
    Posted at 22:34h, 02 abril Responder

    Muito importante esse estudo do Observatório, a proposta é muito boa. Sabe-se que os acidentes envolvendo motocicletas é alarmante. Contudo, vale ressaltar a preocupação com a ´particularidade de cada município e como isso se comportaria na prática

  • Anderson Clayton da Silva Borges
    Posted at 20:28h, 04 abril Responder

    Esse estudo do Observatório na mudança do C.T.B. É fundamental, uma vez que existem diversos parlamentares que nem se quer sabem o que esta votando na plenária, então é fundamental que não só o Observatório acompanhe esta mudança bem como TODOS OS ENVOLVIDOS NA ÁREA DE TRÂNSITO..
    Vale salientar que foi um grande avanço esses estudos do Observatório ser incorporado na Mudança do C.T.B, porém teremos que ficar atentos e acompanhar todos os passos dessa mudança.

  • JUCIMARA MESSIAS FERNANDES LIMA
    Posted at 12:16h, 05 abril Responder

    O código de trânsito brasileiro, Art. 56
    “ É proibida ao condutor de motocicletas, motonetas e ciclomotores a passagem entre veículos de filas adjacentes ou entre a calçada e veículos de fila adjacente a ela”.
    O corredor já é uma realidade no Brasil, a legalização buscando orientações, regras específicas e exclusivas de tráfego buscarão minimizar os riscos e uma alternativa para atender vários interesses, buscando equilíbrio em segurança e mobilidade.

  • Nizandro Martins Ramos
    Posted at 18:16h, 05 abril Responder

    O trânsito de motocicletas pelo corredor entre os veículos é proibido no Brasil, entretanto é uma prática contumaz, inclusive com várias cidades já sinalizando a faixa de retenção nos semáforos subdividido para motocicletas em primeiro e após os veículos, ou seja, é contumaz o trânsito nos corredores entre veículos, aceito como norma comum de direção, porém não legalizada. Deveria o CONTRAN estabelecer normas específicas para esse tipo de trânsito com penalidades aos motociclistas que descumprirem as regras, visando a segurança de todos, principalmente dos pedestres que muitas das vezes por desobediência as regras de trânsito também insistem em atravessar a via em locais não permitidos, fora da faixa de pedestre.

  • Gisele Pereira
    Posted at 20:35h, 05 abril Responder

    Excelente.
    Este artigo só reforça ainda mais a importância do ONSV que além de contribuir com seus estudos, une profissionais em um mesmo objetivo que é salvar vidas.
    Realmente o número de acidentes de trânsito doravante de motocicletas ainda é alto e a conscientização desse público também deve ser ainda maior, pois o tipo de veículo utilizado é mais “exposto” a consequências em casos de acidentes se comparado ao carro ou outros tipos de veículos.
    Não há dúvidas de que tal estudo, foi um avanço para a prevenção no trânsito.

  • Demétrius Silveira
    Posted at 14:51h, 06 abril Responder

    Muito bom mesmo cada dia que passa aumenta a credibilidade do Observatório , que tem
    um papal muito importante para o nosso transito . se usa muitos veículos de duas rodas
    por ser mais rápido e fluidez

  • Daniel Furtado Alves
    Posted at 12:09h, 23 junho Responder

    Quando se desenvolve um estudo com bases sólidas, como no caso do ONSV, os resultados tendem a ser positivos! Podemos ter opiniões divergentes, mas sem o conhecimento fundamentado, não cabe quaisquer julgamentos, mas sim questionamentos sempre com o propósito de melhoria e de abrir novos caminhos e soluções, mantendo respeito por todas as opiniões, com a certeza de que esse tipo de atitude nos levará a um futuro melhor.

  • Viviane Eduarda
    Posted at 21:32h, 23 junho Responder

    A inclusão da proibição de circulação nos corredores por motociclistas, no CTB é de fato uma medida muito importante ao passo que o número de motocicletas de 2000 a 2014 aumentou cerca de 443%, fato que torna a circulação ainda mais frequente, aumentando o desrespeito sem punição, e elevando ainda mais o número de acidentes com reflexo na extensão das lesões e mortes por efeito do desrespeito e maior exposição dos condutores neste tipo de veículo. Observar a crescente participação do ONSV nas ações de redução garante a todos um trânsito mais seguro e consciente, e as alterações do CTB são imensamente importantes para a evolução das diretrizes de segurança que possam acompanhar a crescente circulação dos veículos nas vias pública.

  • João Francisco Leandro
    Posted at 18:39h, 24 junho Responder

    Excelente a proposta do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária sobre a permissão dos motociclistas trafegarem nos chamados “corredores”, ou seja, por entre os carros.
    Olhando por outro lado imaginem se todos os motociclistas, mototaxistas, motobói, etc, fossem respeitar as regras de circulação e conduta e trafegarem em filas dentro das faixas de rolamento atras dos carros sem ultrapassar usando os corredores, como ficaria o trânsito nas marginais como Tiete em São Paulo nos horários de pico.
    Por este motivo e principalmente pela segurança de todos devem ser elaborada regras dento deste contesto de forma a controlar a situação em ambos os casos.
    Já vi na marginal Tiete em São Paulo, motociclistas colidindo entre si nas trocas de corredores com os demais veículos parados.

  • ELISIO SOUZA MELO
    Posted at 10:44h, 27 junho Responder

    Todas as contribuições para a redução de acidentes são bem vindas e acho a posição do ONSV bastante oportuna para melhoria do trânsito. Eu fico questionando se os motociclistas irão respeitar a velocidade de 40km/h? Todos nós conhecemos o perfil, em regra, de um motociclista em relação à velocidade e ao respeito no compartilhamento do espaço viário.

  • Lylian Tsai Strinta
    Posted at 20:10h, 28 junho Responder

    O Observatório sempre cria soluções inteligentes e efetivas porque baseia em estudos e pesquisa que transformados em dados e estatísticas, desenvolve soluções consistentes. O corredor “virtual” é uma grande alternativa, pois veículos de 2 rodas precisam se deslocar com mais segurança, a sociedade precisa desses serviços, ainda mais em momentos esses que estamos vivenciando, onde os “delivery” estão em alta. A restrição dessa classe pode causar inúmeros transtornos. Encontrar a solução, o equilíbrio é sempre um grande desafio para os especialistas de trãnsito..

  • Celso Luiz Ferreira
    Posted at 06:53h, 02 julho Responder

    Com certeza existe a necessidade de estabelecer regra mais específicas para esses condutores,, contudo sem tirar a capacidade de deslocamento das motocicletas, motonetas e ciclomotores, essa contribuição leva em consideração o usa dos espaços da vias com mais atenção e segurança.

  • Albeerto Lopes Cruz
    Posted at 10:47h, 02 julho Responder

    A regra que o motociclista só transitar no “corredor” se o trânsito estiver parado ou lento é muito mais segura, eu mesmo já pratiquei, porém, com a velocidade máxima de 30km/h, quando o transito de veículos chegava a essa velocidade eu voltava para a fila indiana assim como no CTB no capitulo III (das normas gerais de circulação e conduta) que os veículos devem transitar no meio da faixa. O problema de transitar no “corredor” é não ser visto pelos motoristas, as motos se movimentam muito rápido entrando no ponto cego dos veículos.
    Algumas pessoas e pilotos profissionais defendem a ideia que os motociclistas, se não andarem no “corredor” iria se envolver um engavetamento, eu discordo, esqueceram de um detalhe muito importante a direção defensiva, de guardar a distancia de seguimento que podemos dizer que é de 35m ou 45m ou mais depende da velocidade visibilidade etc.
    E só para lembrar as faixas pintadas nas vias (marcas longitudinais) são escorregadias não dão aderência. .

  • Wanderlei Cesar Barneze
    Posted at 10:56h, 03 julho Responder

    As motos vieram para ficar. Quem as inventou nem poderia imaginar que além da finalidade de passeio, preferencialmente muito ligada a natureza, poderia ser utilizada da forma que hoje se apresenta.
    Extremamente louvável buscar uma regulamentação nas leis, pois quando apresentadas no CTB, nem todas, necessitam de um detalhamento maior para que não haja dúvidas quanto ao seu cumprimento.
    Volto a frisar a necessidade de fiscalização não só de ciclomotores como pedestres e dos outros veículos. O número de acidentes de motos e a quantidade de mortos com esse tipo de veículo cresce cada vez mais.
    O direcionamento de ações para esse tipo de veículos poderiam melhorar nossos números de acidentes e mortes.
    Com essa representatividade o ONSV busca “o salvar vidas”. A luta é fazer com que os motoqueiros entendam sua importância na vida de suas famílias, na vida das cidades, e se conscientizem que são considerados para o trânsito como veículos e assim ter a obediência para com o CTB. Trabalho a ser conquistado e não imposto.

  • ROBERTO OLIVEIRA GARCIA
    Posted at 19:53h, 03 julho Responder

    O Artigo 56 do CTB que proibia o trânsito de motocicletas entre veículos de filas adjacentes ou entre a calçada e veículos de fila adjacente a ela, estando esses em movimento ou imobilizados foi vetado, deixando uma lacuna sobre esse tema. Em 2010, a Resolução 371 do CONTRAN trouxe na ficha de enquadramento do Artigo 192, “Deixar de guardar distância lateral e frontal entre o seu veículo e os demais e o bordo da pista”, que se a circulação desse veículo colocar em risco a segurança no trânsito, seria infração, o que deixa um pouco de subjetividade. Sabemos que na prática, o motociclista não deseja uma faixa própria, mas sim, passar por onde der, seja pela esquerda, direita, meio e em alguns casos até por cima do passeio. Então a iniciativa é valida, mas devemos pensar em como efetivaremos essas mudanças, tornando objetiva a fiscalização.

  • Rosa Moraes
    Posted at 10:48h, 06 julho Responder

    Um tipo de modal que cresce a cada dia, e precisa urgente de medidas para garantir a segurança viária.

  • Jose Carlos Lo. da Silva
    Posted at 20:32h, 06 julho Responder

    Seria um retrocesso a liberação de motociclista trafegar no corredor, pois são muitos os fatores que expõe a risco esses profissionais.

  • Gerson Jorge da Silva
    Posted at 21:40h, 07 julho Responder

    Gerson Jorge da Silva
    O Código de Trânsito é claro em suas definições, ou seja, moto é veículo e deverá se comportar como tal, se o trânsito esta lento, deverá aguardar sua fluidez, transitar pelo corredor é perigoso, levar vantagem em um trânsito lento é o mesmo que aplicar a lei de Gerson.

  • Maria Inês Tondello Rodrigues
    Posted at 12:54h, 11 julho Responder

    Mais uma participação do ONSV que faz A diferença. Temos uma legislação que estabelece normas de circulação e conduta para os usuários do trânsito. Nada mais justo que os motociclistas também tenham regras claras de como usar esses espaços. Reforço aqui que normas de circulação e conduta deveriam ser seguidas por todos os usuários. Infelizmente o que vemos nas ruas não é bem isso. Muitos agentes fiscalizadores “fecham o olho” para muitas condutas indevidas.

  • RENAN CARDOSO PAULINO
    Posted at 22:54h, 11 julho Responder

    No atual momento em que vivemos, onde os serviços de entrega e delivery tem aumentado de forma exponencial, principalmente por causa da pandemia, a delimitação de regras para a condução das motocicleta é muito importante para evitar os acidentes com esse tipo de veículo.
    De acordo com os dados da Iris de 2015, as motocicletas é o modal rodoviário que mais acontece mortes no trânsito brasileiro, ou seja, toda iniciativa pare regular e delimitar as regras e formas de condução desse tipo de veículo é importante para a redução de acidentes.

  • Sebastião Pereira da Silva
    Posted at 00:58h, 15 julho Responder

    Primeiramente parabéns ao presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária- ONSV que apresentou essa excelente proposta de mudança para Legislação de transito Brasileira através do PL 3267 de 2019. É exorbitante o numero de acidentes de transito envolvendo motociclistas nas vias brasileiras, acredito que se essa proposta for aprovada e teremos algumas melhoras na fluidez e também na diminuição de acidentes com motos, se os corredores ficarem regulamentados para uso exclusivamente das motocicletas nos congestionamentos isso facilitará suas passagens entre os ‘veículos’, porém, os condutores dos veículos maiores deverão respeitar mais do nunca esses espaços. Se cada um respeitar o direito do outro, teremos um transito mais segura para todos..

  • VALDILSON AP. LOPES
    Posted at 14:48h, 16 julho Responder

    Interessante a matéria apresentada, vejo que as velocidades máximas estão pré-determinadas pelo artigo 61 do CTB de acordo com os tipos de via de circulação e os órgãos de trânsito responsável pela via possuem autonomia para determinar um limite especifico de velocidade, que previamente devem ser estudados antes qualquer alteração e informando aos usuários através da sinalização de regulamentação.

  • MARCELO LUIZ ALVES
    Posted at 01:06h, 19 julho Responder

    Importante ação do ONSV, com o veto do Artigo 56 sob A alegação que tiraria a agilidade da motocicleta pela qual foi idealizado sua fabricação, causou muita falta de segurança, porque ficou sem regras, transitar com a motociclete nos corredores com os veículo em movimento o risco de acidente é altíssimo, vejo como positivo as regras proposta pelo ONSV.

  • Jean José Almeida Araújo
    Posted at 18:25h, 19 julho Responder

    A proposta se mostra bastante interessante pelo fato de ir ao encontro de uma demanda dos motociclistas que é o uso do corredor, no entanto seria necessário criar meios pra sua viabilização e fiscalização.

  • JANSEN RICARDO
    Posted at 01:05h, 20 julho Responder

    O elo mais fraco dos veiculos motorizados na via, as motos devem sim ter uma consolidada faixa real para que assim tenhamos menos acidentes. Temos um cenário em que os condutores não se entendem na vias, com tantas regras e normas que os condutores de veiculos duas rodas ficam disputando cada brecha de espaço, as vezes causando riscos e atos infracionais que se tornam corriqueiros. Quanto ao ONSV contribuir com propostas e sugestões seria o que chamamos de adivogacy, que contribui com a legislação.

  • Guto Giovani de Oliveira Castro
    Posted at 19:37h, 21 julho Responder

    Trata-se de uma proposta de grande valia para o CTB e que vai salvar vidas no trânsito. Aqui em Natal (RN), os motociclistas lideram o número de traumas nos hospitais de emergência. Também é necessário realizar um trabalho de conscientização entre os motociclistas profissionais e os aplicativos de tele-entrega. A relação entre entrega de produtos, tempo disponível e velocidade são a principal causa de acidentes aqui na capital potiguar.

  • wlamir lopes da costa
    Posted at 12:17h, 23 julho Responder

    Importante e consistente colaboração do Observatório, fundamentada na relação entre as velocidades dos veículos e partindo do princípio prático de que a simples proibição de circulação nos corredores não seria, como não foi no passado, implantada.

  • Camila de Assis
    Posted at 22:35h, 24 julho Responder

    Fica evidente que o Observatório Nacional de Segurança Víária presta contribuições significativas para um trânsito mais seguro, como na situação em questão onde sugeriu a mudança citada no artigo. O Observatório também demonstra nessa ocasião que está sempre atento aos temas relevantes ao trânsito e a sociedade, oferecendo soluções pautas em estudos técnicos.

  • Fabio Bertrani Leme
    Posted at 23:51h, 25 julho Responder

    Percebo que o Observatório está muito bem articulado em relação a PL 3267/2019, que pretende fazer alterações no CTB (Código de Trânsito Brasileiro). O Observatório tem muito conteúdo técnico para contribuir, contudo, também tem competência para tentar não deixar a concretização de absurdos que vão comprometer a segurança viária.
    No que diz respeito a criação de “faixas virtuais exclusivas” para motociclista é um diagnóstico da situação existente, a fim de contribuir para a redução no numero de acidentes e mortes no trânsito.

  • EDIRA POLIDO DO
    Posted at 20:55h, 27 julho Responder

    Esta sugestão criará um regramento para o que já acontece no dia a dia do trânsito, sem nenhuma forma de limitação ou regra, o que poderá melhorar as condições de segurança para todos.

  • Fernando Márcio Fernandes
    Posted at 00:44h, 29 julho Responder

    Bem, o PL 3267/2019 foi aprovado na câmara dos deputados em 23/06/2020 e segue para o Senado Federal. Sendo aprovado da forma que está, vai para sanção presidencial. Se o senado fizer qualquer alteração, terá que retornar e passar por mais uma votação na Câmara dos Deputados. A redação final da sugestão proposta pelo Observatório ficou assim: “será admitida a circulação entre veículos, quando o fluxo estiver parado ou lento, conforme regulamentação do Contran, com criação de infração de trânsito para quem descumprir (artigo 244); Havendo mais de duas faixas, deverá ser utilizado o espaço entre as faixas da esquerda, desconsiderando eventual faixa de ônibus; Não será admitido passar entre a calçada e fila de veículos; A circulação deverá ocorrer em velocidade compatível com a segurança”; No geral, entendo que o Observatório com certeza tem embasamento em estudos e pesquisas, os quais, levam em conta a segurança não apenas dos motociclistas mas, também pedestres e outros condutores como foi sugerido. No texto aprovado, vejo dificuldade por exemplo, em definir o que é Fluxo lento, assim como outras muitas dúvidas que surgem lendo todo o projeto. Espero que muitas outras sugestões venham do Observatório e que nosso CTB deixe de ser uma “colcha de retalhos”, cheio de falhas.

  • Carlos Pereira Terto Junior
    Posted at 10:38h, 29 julho Responder

    O trânsito de motocicletas nos “corredores” é corriqueiro na cidade de Teresina e isto é percebido nas demais cidades brasileiras, particularmente defendo o não uso destes corredores mesmo em trânsito lento ou parado haja vista que por mais que seja limitada a velocidade das motocicletas nestes locais poderá ocasionar colisões em veículos e até mesmo em pedestres que não utilizam as faixas de pedestres ou passarelas. Portanto, apesar de plausível a iniciativa de inclusão no “novo ctb”, não acho plausível tal medida.

  • Maria de Fátima Siqueira Dantas
    Posted at 18:22h, 30 julho Responder

    É oportuna a sugestão do diretor-presidente do ONSV de incluir na PL 3267/2019 as regras para os motociclistas circular nos “corredores”, pois, os condutores de motos deve se preocupar com sua segurança, do passageiro, dos pedestres e não esquecer que dentre estes estão os vulneráveis: Crianças e idosos.
    De acordo com a Lei 9.503/97 que criou o CTB, os motociclistas devem obedecer esta legislação igualmente aos condutores de carro, cumprindo também o que estabelece o artigo 244 dessa Lei.
    O artigo 192 não especifica a proibição das motos circular em corredores.
    O que diz o artigo: – Deixar de guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu veículo e demais, bem como em relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a velocidade, as condições climáticas, do local da circulação e do veículo. No entanto, o condutor de moto só poderá sofrer a infração desse artigo quando ficar claro que ele estar colocando sua vida em risco e a segurança do trânsito.

    Espero que A Comissão Especial da Câmara acate a sugestão, pois, torna-se claro as regras para os condutores de motos circular nos corretores de trânsito sem sofrer infração.

    “ Alguns estudos conduzidos pelo professor Thomas Rice da Universidade de Berkeley, na Califórnia, nos EUA, apontou que rodar com motos no corredor, dizem que transitar com motos no corredor, entre duas faixas de trânsito, pode ser relativamente seguro com menor probabilidade de ferimentos ao usuário. Dos 6 mil acidentes de motos analisados entre junho 2012 e a agosto de 2013, no estado americano, 997 estavam relacionados com motociclistas andando entre os veículos, correspondendo a 16,6% do total” https://blog.gridmotors.com.br/rodar-com-moto-no-corredor-pode-ser-relativamente-seguro-diz-estudo/, 10h de 28/07/2020.

  • Arison Benevenuto Sales de Oliveira
    Posted at 22:02h, 30 julho Responder

    Ordenar o fluxo dos diversos tipos de veículos contribui diretamente para a segurança e fluidez no sistema viário, principalmente quando tratamos de motociclistas que, dentre os veículos motorizados, os seus condutores são os mais expostos e vulneráveis.

  • Manoel Soares Pinheiro Junior
    Posted at 18:49h, 02 agosto Responder

    que bom, que organizações como ONSV, faça parte desse contexto de instituições que estão participando dos estudos na mudança de artigos do CTB, a frota de moto principalmente na região norte e nordeste já ultrapassará a de veiculo de passeio em poucos anos, Precisamos sim pensar nessa modalidade, mais precisamos pensar primeiro na mobilidade a pé e cicloviariaa, pois dentro do plano de mobilidade urbana estes são pontos importantes, claro que aliado a uma ação educativa no sentido que esclarecer as ações pelo uso da motocicleta e seus riscos, o grande numero de vitimas e acidentados ai sim pensar nessas ações para uma melhor qualidade de vida de todos no contexto trânsito.

  • Sonia Cristina Gonçalves
    Posted at 00:28h, 04 agosto Responder

    Parabéns ao ONSV por seu trabalho de estudos e pesquisas em prol de um trânsito mais seguro e colaborando para uma adequação na legislação brasileira de trânsito diante da realidade praticada por motociclistas. Essa contribuição, com certeza, levará a uma diminuição na estatística de acidentes envolvendo motociclistas, uma vez que passarão a existir regras a serem observadas. E, o mais importante, uma vez que essas regras sejam divulgadas, que elas contribuam para o respeito recíproco entre motoristas e motociclistas.

  • Lúcia Helena Cassiano Michelon
    Posted at 10:45h, 04 agosto Responder

    A proposta encaminhada pelo ONSV poderá contribuir com todos os participantes do trânsito. Uma vez que o número de motociclistas que morrem no trânsito, principalmente nos grande centros, aumenta a cada dia, trazer medidas que disciplinem e protejam os vulneráveis vai de encontro com o objetivo de preservação da vida no trânsito. Embora a via seja a mesma, é muito saudável que cada agente participante do trânsito, saiba seu espaço e papel na dinâmica tão caótica que se apresenta.

  • LUCIELE SANTOS VACCHI PASSOS
    Posted at 15:04h, 04 agosto Responder

    É importante além de sugerir a alternativa ao CTB que limita a distância de segurança entre os veículos, criar metodologias ativas de forma que sejam incluídos os motociclistas para que assim, conhecendo a norma e estabelecendo parâmetros para seu cumprimento, reduzam seus tempos de deslocamento de forma segura.um tema bastante complexo, quando devem ser levados em consideração vários fatores como o principal deles, a segurança dos próprios ocupantes das motocicletas.

  • Adenilton Alves Bezerra
    Posted at 20:52h, 04 agosto Responder

    A questão em comento é bastante relevante e de certa forma, nota-se a preocupação da segurança do motociclista e demais usuários das vias, todavia cabe destacar que a cada dia, o número de motocicletas vem aumentando e o espaço que outrora era trafegável nos dias vindouros essa realidade caótica será… A gestão municipal deve rever seu plano diretor e buscar uma melhor ocupação do solo visando uma melhor mobilidade viária o quanto antes.

  • Daniele Aparecida da Silva Cruz
    Posted at 14:13h, 05 agosto Responder

    Parabéns ao Observatório pela contribuição, junção de esforços, estudos e especialistas capacitados gerando subsídios para segurança viária.

  • EMILSON JOSÉ DE SOUSA
    Posted at 23:41h, 07 agosto Responder

    A proposta do observatório vem na busca como sempre de melhorias no transito, desta feita pontuando a importância de disciplinar uma via para os motociclista,trazendo a luz do conhecimento de todos como cada um deverá respeitar o espaço do outro, Através do direito e do dever normatizado.

  • Élida de Souza Cândido
    Posted at 21:44h, 08 agosto Responder

    É sabido que a convivência no trânsito é sempre um desafio para todos os modais, principalmente para os motociclistas, que utilizam da vantagem de serem de menor porte e de rápida locomoção, se arriscando nos “corredores’. Assim, o estudo do ONSV esclarece a necessidade de manter o respeito a vida e a empatia no trânsito, de forma a solucionar a mortalidade desse modal.

  • João Alexandre Mendes
    Posted at 16:36h, 09 agosto Responder

    Louvável a participação do observatório em toda alteração de texto de lei que verse sobre a matéria trânsito. Incontroverso o alto índice de acidentes envolvendo motociclistas, mas faz-se imperioso destacar a necessidade de uma mudança comportamental em geral, ou seja, por parte do condutor e da própria população. Destarte, passamos por uma transformação tecnológica e muitos motociclistas fogem de um padrão (regras) em função de atendimento de interesse alheio, ou seja, utilizam toda brecha/espaço no sistema viário para ganhar tempo e cumprir com suas necessidades e atribuições (entrega de mercadorias). Com a máxima vênia, além de um regramento próprio é necessário uma solidariedade e humanidade, quebrando paradigmas em respeito da vida e a segurança no trânsito.

  • JOSIRLEY DA SILVA
    Posted at 23:51h, 11 agosto Responder

    É de suma importância termos órgãos com reconhecimento nacional e internacional com assessoria consultiva e principalmente técnica que apresenta propostas para mudança da legislação trazendo para a vivencia diária.Louvável esta iniciativa.

  • Sandro Alves Xavier
    Posted at 13:57h, 12 agosto Responder

    Demonstra a credibilidade da instituição junto aos órgãos públicos e junto a sociedade.

  • Juliana Guimaraes
    Posted at 16:41h, 12 agosto Responder

    O PL 3267/19 precisa ser trabalhado com muita atenção para que traga, de fato, contribuições que acrescentem a Lei em termos de promoção da saúde, prevenção de acidentes e preservação da vida. Ainda há etapas neste processo e não podemos deixar de defender sempre as modernizações, atualizações e evoluções que não tragam riscos à segurança viária. Parabéns ao ONSV por estar sempre atuante nestes espaços de construções de políticas publicas.

  • Albervan Barreto
    Posted at 01:21h, 14 agosto Responder

    Coerente e importante contribuição do Observatório para com o público motociclista de todo país, em especial das grandes cidades. Entender a realidade do público alvo é extremamente importante para opinar de forma positiva e esclarecedora a fim de resolver o problema, gerando o minimo possível de efeitos colaterais ou nenhum. Parabéns!!!

  • VERONICA LEMOS
    Posted at 07:14h, 14 agosto Responder

    Por tratar-se de veículo de fácil mobilidade e sendo as motocicletas como um dos principais meios de locomoção para a maioria dos brasileiros, a utilização dos “corredores” tornou-se uma realidade inevitável. Por isso, é de grande valia a contribuição para regulamentação e limites dessa situação já culturalmente instalada.

  • EDERSON DE OLIVEIRA LIMA
    Posted at 09:06h, 15 agosto Responder

    Bom dia, sempre que estou nas rodovias da região de São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto e outras localidades, vejo o imenso tráfego de motocicletas nos corredores e não raramente presencio acidentes. Quando um automóvel se desloca e colide com uma motocicleta, os outros motociclistas param, se unem e normalmente oprimem e já vi até agressão ao condutor do automóvel. Trabalho no Departamento de Trânsito de Pirassununga, e lido diretamente com condutores infratores diariamente. Na maioria das vezes, mesmo com imagens comprovando o ato falho, o indivíduo nega suas ações, não aceita seu erro e joga a responsabilidade para o órgão, dizendo que já para tantos impostos e agora mais um da indústria de multas. O que quero dizer, é que temos que criar soluções, mas precisamos de condições para fazer com que seja cumprida o que fora determinado.

  • Anderson Boás Viana
    Posted at 17:04h, 15 agosto Responder

    De fato esse tema é polêmico, principalmente por envolver a proteção da vida, segurança viária e em contrapartida garantir a essencialidade do serviço e uso de motocicletas. Porém, quero destacar esse papel que o ONSV vem assumindo e desenvolvendo, o Advocacy: desenvolvimento de material e teses que influenciem nas tomadas de decisões políticas, econômicas e sociais – decisões de ordem pública e construções de leis e resoluções. Esse papel tem sido fundamental para esse repensar da legislação de trânsito, pois o CTB já passou de duas décadas de vigência, com diversas leis que o alteraram e mais de 700 resoluções do Contran, ainda sendo necessárias diversas discussões e alterações, portanto esse olhar técnico do ONSV é de fundamental importância para a (RE)construção desse ordenamento.

  • ANDRÉ SILVA RESENDE
    Posted at 03:52h, 16 agosto Responder

    O OBSERVATÓRIO SEMPRE TEM LEVADO DENTRO DE SUAS PROPOSTAS SOLUÇÕES QUE VISAM MELHORIAS NO COTIDIANO DAS PESSOAS, ATRAVÉS DE ESTUDOS E PESQUISAS, VEM CONSEGUINDO SE ESTABELECER NESSE SENÁRIO SENDO SEMPRE REFERENCIA..

  • Lilian
    Posted at 17:21h, 16 agosto Responder

    Percebemos a preocupação com a vida, com propostas de regularizar a velocidade de segurança e condições possíveis e seguras de se pilotar nos corredores. Penso que a faixa para motos não deveriam ser virtuais e sim reais.

  • CINTHIA GABRIELLE TOLENTINO DE ALMEIDA
    Posted at 08:20h, 17 agosto Responder

    A circulação dos motociclistas nos corredores já é algo comum de se ver, mas essa circulação ocorre de forma indiscriminada, entre acelerações e buzina, velocidade acima do limite estabelecido para a via e com o trânsito todo liberado. Em alguns casos os próprios motociclistas entram em conflito entre si. Sendo assim, as medidas propostas são de extrema importância, já que não tem a intensão de cercear os mesmos, mas cercar de medidas de segurança que irão fazer com que o trânsito se torne seguro a todos os seus envolvidos, em especial o próprio motociclista.

  • Amanda Conceição
    Posted at 09:39h, 17 agosto Responder

    Muito boa a contribuição de uma entidade consolidada e reconhecida internacionalmente.

  • Cynthia Ferreira
    Posted at 10:36h, 17 agosto Responder

    Em 24/06/2020 a Câmara dos deputados votaram ao texto do PL 3267/19, claro que sabemos que o projeto vai para o Senado e sendo aprovado segue para a sanção presidencial. Assim ainda temos um longo caminho a percorrer. Mas passos importantes foram dados. Nosso querido CTB tem mais de 20 anos, em alguns pontos estava defasado e realmente necessitava de atualização. Um bom exemplo disso é que dois terços das penalidades do CTB são graves ou gravíssimas, assim acaba sendo muito fácil o cidadão perder a carteira, por atingir a pontuação. Isso tem se mostrado ineficaz porque os Detrans não conseguem operacionalizar os processos para suspensão do direito de dirigir. É muita burocracia. Outra medida que se tornou extremamente eficaz especialmente diante da pandemia do novo coronavírus, COVID-19, foi transformar a CNH e os documentos do veículo em digitais. Por fim um ponto muito relevante ao priorizar a vida o projeto do PL 3267/19, deixa explícito que a cadeirinha para crianças nos veículos é obrigatória. Essa é mais um conquista do Observatório.

  • Wendy Simelmann
    Posted at 10:39h, 17 agosto Responder

    A proposta de implantação dos chamados corredores virtuais de motocicletas, pode ser uma boa alternativa para o aumento da organização e segurança viária no município de São Paulo, principalmente nos horários de maior fluxo de veículos na cidade.

  • Thiago Soares Manco Duenhas
    Posted at 17:11h, 17 agosto Responder

    Importante contribuição do Observatório junto a PL, que visa alterar o CTB. Esta contribuição reflete a representatividade que o Observatório tem, além de contemplar o prestígio entre os legisladores. Parabéns a todos os envolvidos

  • Vera Lúcia Costa Ferreira
    Posted at 20:15h, 17 agosto Responder

    A CONTRIBUIÇÃO DO ONSV PARA FAVORECER MAIOR PROTEÇÃO AO MOTOCICLISTA FOI BEM IMPORTANTE POIS É UM CONDUTOR QUE ESTÁ MUITO EXPOSTO E ELEVAM OS ÍNDICES DE MORTE NO TRÂNSITO A CADA ANO. NESSE SENTIDO CONTRIBUIÇÕES QUE REFORCEM A SEGURANÇA DESSES CONDUTORES SERÃO SEMPRE BEM VINDAS

  • Lucas Cunha Daniel
    Posted at 20:49h, 17 agosto Responder

    Realmente é um ótimo caminho a ser seguido para controlar essa demanda de acidentes com motocicleta. Muitos motociclistas não respeitam o limite de velocidade e transitam em zig zag, arriscando sua própria vida e a de outros motociclistas, motoristas, ciclistas e pedestres.
    Um fator crucial pra isso acontecer também são alguns estabelecimentos que colocam tempo de entrega de comidas em geral. Quanto mais entregar, melhor vai ser no fim do expediente e isso coloca em risco todos nós.
    É preciso ter cuidado e fazer valer esses estudos para melhoria do nosso trânsito.

  • Cintia Garcia
    Posted at 22:20h, 17 agosto Responder

    Que honra fazer parte de uma Instituição tão conceituada que tem como principal finalidade a Segurança sempre… Afinal mesmo que em corredores estabelecer limites para motocicletas trafegar é visando a segunça e a preservação de vidas.

  • Carlita Moraes Bastos
    Posted at 10:35h, 19 agosto Responder

    O transporte via motocicleta no Brasil, é sempre muito perigoso, devido todas as deficiências apresentadas. Tudo que venha acrescentar ao entendimento dos motociclistas e motoristas em geral para melhoria e respeito à vida, deve ser acatado principalmente por tratar-se de uma entidade reconhecida mundialmente pelo trabalho desenvolvido em nosso país.

  • José Eduardo Cardoso de Faria Monteiro
    Posted at 11:28h, 19 agosto Responder

    Atualmente as motocicletas e seus condutores representam o maior índice de acidentes e mortes no trânsito. Ficou bem claro nesta pandemia, onde o serviço de entrega aumentou bastante e mesmo com a redução da circulação de outros veículos, as mortes no trânsito não reduziram na mesma proporção, ou quase não se alteraram. Algo precisa ser feito para que os usuários de motocicletas e similares não continuem morrendo cada vez mais.

  • Danilo Costa
    Posted at 12:25h, 19 agosto Responder

    A PL 3267 apresentada sem nenhum estudo ou embassamento técnico acabou por abarcar alguns aspectos que possuem estudos e seriedade nas propostas, como por exemplo as motos nos corredores, que outrora ja foram proibidas, e com a sugestão aprovada viveremos uma nova realidade a ser testada. Entendo que a fiscalização será um dos maiores percalços, e entendo que deveria ser retomada a proibição e criada faixas exclusivas para motocicletas, O custo dos acidentes com motocicletas subsidiam tranquilamente a estruturação viária de um projeto desse.

  • Thiane Macêdo
    Posted at 14:53h, 19 agosto Responder

    O Observatório sempre atuando de forma séria e de muita responsabilidade para salvar vidas no trânsito e contribuir com o Código de Trânsito Brasileiro, visto que no Brasil todo o número maior de acidentes com vítimas no trânsito é sempre com motocicletas envolvidas. Essa decisão ajuda a diminuir os índices de acidentes com motos.

  • ALEXANDRE GONÇALVES DE MATOS
    Posted at 02:17h, 20 agosto Responder

    Estipular regras claras e mais que isso, que possam ser colocadas em prática é a melhor maneira de proteger o motociclista e tb o pedestre.

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