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Encontro no Recife discute segurança dos motociclistas

Escrito por Portal ONSV

03 SET 2013 - 17H48

"Encontro

Não adianta morrer com razão, diz vice-presidente da Fenacor, Carlos Valle.Em Pernambuco, 11 mil pessoas já foram vítimas de acidentes com motos.

Um dos maiores problemas da Região Metropolitana do Recife é o trânsito, com o agravante do alto risco de acidentes. Em Pernambuco, de acordo com a Secretaria de Saúde do estado, entre janeiro e maio de 2013, 11.324 pessoas se feriram em acidentes com motocicletas por motivos variados como falta de estrutura das estradas e imprudências dos condutores. Até as 13h desta terça-feira (3), um simpósio na Casa Rosada, no bairro dos Aflitos, Zona Norte do Recife, vai discutir a segurança dos motociclistas. Várias soluções serão debatidas durante toda a manhã, inclusive a formação dos condutores. De acordo com o vice-presidente Federação Nacional de Corretores de Automóveis (Fenacor), Carlos Valle, um dos grandes problemas é a qualidade da educação de trânsito dos motociclistas. "Todos os condutores deveriam passar por um processo de formação muito mais completo, muito mais aperfeiçoado. Do jeito que está, a gente vê que tudo o que acontece é consequência da falta de formação", explicou ele. Em acidentes com motociclistas, é comum ter pessoas gravemente feridas e até mesmo mortes. Para a coordenadora de Enfermagem do Samu, Janise Miranda, são comuns fraturas expostas e outros ferimentos que prejudiquem a vida profissional. "Isso vai fazer com que a vítima permanença muito tempo no hospital. A vida útil de trabalho dela perde porque ela está lá internada. Isso quando a lesão não é tão grave", afirmou, levando em consideração que muitos acidentes provocam até mortes. Janise Miranda explica também que, ao avistar um acidente de trânsito envolvendo moto, é preciso se aproximar da vítima e perguntar o que ela sente para poder passar informações corretamente para os médicos do Samu ou do Corpo de Bombeiros. "Temos recusos diferentes, temos a unidade básica e temos a UTI. Ligue para o 192, se aproxime da vítima e veja como está essa vítima para passar a situação". Apenas o socorrista deve retirar o capacete da vítima. Carlos Valle lembra também que não adianta saber quem estar certo ou errado em um acidente, é preciso ter cuidado com o outro. "O motociclista tem que aprender a ser visto, ter certeza que foi visto. Acho que a lição principal é essa. E não adianta morrer com razão", afirmou. O encontro começa às 8h30 na Casa Rosada, que fica localizada na Av. Santos Dumont, 657. Qualquer pessoa pode participar, principalmente dirigentes de sindicatos e de pessoas com interesse no assunto.

Fonte: Portal do Trânsito

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Observadores Certificados

SISTEMA ANCHIETA-IMIGRANTES/SP TEM O ANO MAIS LETAL DE TODA A SÉRIE HISTÓRICA

A matéria do Diário do Grande ABC da última segunda-feira (27), alertou que, segundo dados do Infosiga, sistema de monitoramento do governo estadual gerenciado pelo Detran-SP (Departamento de Trânsito de São Paulo), o número de mortes no trânsito nas rodovias do SAI (Sistema Anchieta-Imigrantes) de concessão da Ecovias, no Grande ABC - estado de São Paulo -, é o maior da série histórica, divulgada desde 2015. O Observador Certificado Régis Frigeri avaliou boas práticas que promovem a segurança do trânsito nas rodovias a pedido da reportagem.

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Observadores Certificados

OBSERVADOR CERTIFICADO É UM DOS PALESTRANTES DO SANTA SUMMIT

O doutor em Mobilidade Urbana, professor da UFSM (Universidade Federal de Santa Maria) e Observador Certificado, Carlos Félix, foi um dos palestrantes durante o Santa Summit. Realizado entre os dias 24 e 25 de novembro, o evento abordou diversas temáticas com base em cinco pilares: Educação, Inovação, Empreendedorismo, Negócios e Sustentabilidade, em Santa Maria, Rio Grande do Sul.

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Observadores Certificados

MODELOS PREDITIVOS PARA SINISTROS DE TRÂNSITO

A segurança viária é uma prioridade incontestável em todo o mundo, uma vez que sinistros de trânsito não apenas resultam em perdas significativas de vidas humanas, mas também têm impactos econômicos e sociais substanciais. Em busca de estratégias mais eficazes de prevenção e intervenção, os modelos preditivos de sinistros de trânsito emergem como ferramentas cruciais na compreensão dos fatores subjacentes à ocorrência desses eventos e na antecipação de riscos potenciais. Esses modelos abrangem desde abordagens estatísticas tradicionais, oferecendo insights valiosos para planejadores urbanos, engenheiros de tráfego e autoridades de segurança viária.

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