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Paraná tem dificuldade para reduzir mortes no trânsito mesmo durante pandemia
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Paraná tem dificuldade para reduzir mortes no trânsito mesmo durante pandemia

Paraná tem dificuldade para reduzir mortes no trânsito mesmo durante pandemia

Ruas vazias aumentaram a letalidade dos sinistros de trânsito

Entre 2019 e 2020, o número de sinistros de trânsito caiu no Paraná, mas o número de mortes se manteve no mesmo nível, de acordo com estatísticas do SUS (Sistema Único de Saúde) e do Renaest (Registro Nacional de Acidentes e Estatísticas de Trânsito). O professor da UFPR (Universidade Federal do Paraná) e coordenador da Cooperação Técnica da universidade com o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, Jorge Tiago Bastos, foi um dos entrevistados pelo portal Rondon para explicar esses dados.

Segundo o levantamento, houve uma queda de 34% no total de sinistros e de 37% no total de feridos, enquanto a diminuição de mortes foi de 2,7%. Assim como no restante do Brasil, a taxa de mortalidade no trânsito paranaense está acima de 10 óbitos a cada 100 mil habitantes, o que é considerado crítico pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

O comportamento dos condutores no país é um dos principais fatores para que, segundo o Datasus, cerca de 30 mil pessoas percam a vida anualmente em sinistros de trânsito no Brasil, mais de 2 mil delas no Paraná.

Segundo Tiago Bastos, “É possível que tenhamos atingido um pico. Nestes outros países, como Estados Unidos e Inglaterra, estes índices começaram a melhorar depois deste pico. Já temos alguns avanços em segurança viária, por exemplo, mas ainda temos um problema com a fiscalização”, afirmou.

Em Curitiba, por exemplo, a mortalidade no trânsito cresceu 7% de 2019 para 2020. Na comparação com 2011, no entanto, a queda é de 41%.

Leia a matéria completa: https://portalrondon.com.br/2021/08/pandemia-reduz-acidentes-mas-nao-freia-letalidade-no-transito-do-parana-sao-mais-de-2-mil-mortes-por-ano/

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