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Dados oficiais do Ministério da Saúde revelam queda de mortes no trânsito em 2016
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Dados oficiais do Ministério da Saúde revelam queda de mortes no trânsito em 2016

Dados oficiais do Ministério da Saúde revelam queda de mortes no trânsito em 2016

Região Sudeste registrou a maior redução e a região Sul, a menor

 

O número de mortes em acidentes de trânsito no Brasil registrou redução geral de 3%, passando de 38.651 em 2015 para 37.345 em 2016. A comparação, feita pelo OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança, tem como base dados sobre as vítimas fatais nas vias e nas rodovias do país no ano de 2016, divulgados pelo DataSUS, do Ministério da Saúde.

A redução, conforme apurou a análise, ocorreu em todas as regiões do país. No entanto, aquela que apresentou maior redução foi a Sudeste (-5%). Na sequência têm-se as regiões Centro-Oeste (-4%), Nordeste (-3%), Norte (-2%) e Sul (-1%). Apesar de o número de mortes ter reduzido em comparação com o ano de 2015, ainda é um resultado tímido, principalmente com relação à expectativa de alcançar a meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) – de reduzir pela metade o número previsto de mortes para 2020.

O estudo demonstrou também como aspecto positivo o fato de a queda do número de fatalidades ter sido distribuída, em sua maioria, entre todos os modos de transporte. A maior redução se deu em relação a acidentes envolvendo ocupantes de ônibus que, segundo os dados do DataSUS, registraram queda de 23% quando comparado aos números de 2015. Na sequência constam os acidentes fatais envolvendo pedestres (-12%) e ciclistas (-4%), indicando uma provável melhoria na segurança dos usuários não motorizados.  Em termos de representatividade no total de mortes, em 2016 os motociclistas foram as principais vítimas (32%), seguidos pelos ocupantes de automóveis (24%) – que juntos totalizam mais da metade do número de óbitos. A participação dos modos nos anos de 2015 e 2016 pode ser analisada a partir dos gráficos da Figura 1 a seguir, de modo que se pode observar que não houve mudanças significativas na distribuição das mortes por modo de transporte.

Figura 1 – Mortes em acidentes de trânsito por modo de transporte da vítima em 2015 (à direita) e 2016 (à esquerda)

 

Ao analisar os registros do número de mortes no trânsito desde 2011 – início da Década Mundial de Ação pela Segurança Viária – até o ano de 2016, é possível observar uma redução geral de 15% no número de mortes no trânsito. Tal redução representa cerca de 50% da meta estabelecida até 2020, o que é um bom sinal, visto que o ano de 2016 corresponde a praticamente metade do período determinado pela Década, trazendo um cenário esperançoso para o país. Ao projetar a taxa de redução média desse período a partir de 2016, tem-se que no ano de 2020 o Brasil teria 33.061 mortes em acidentes de trânsito e chegaria muito próximo à meta de redução proposta para a Década (que resultaria em cerca de 31.000 mortes), conforme pode ser observado no gráfico da Figura 2 a seguir, elaborado pela equipe do OBSERVATÓRIO.

Figura 2 – Evolução da mortalidade no trânsito no Brasil e projeções até o final da Década

Fonte: Ministério da Saúde

 

Causas

O Presidente do OBSERVATÓRIO, José Aurélio Ramalho, argumenta ser difícil afirmar qual a causa para a redução de mortes em acidentes de trânsito nas vias e rodovias em 2016. Mas arrisca a atribuí-la a um conjunto de fatores. O aumento do valor das multas, os avanços na legislação e a adição de itens de segurança na frota (como airbag e ABS), como um todo, são prováveis fatores contribuintes para esta redução. Outros aspectos relacionados à mobilidade urbana, como a expansão da rede de ciclovias em muitas cidades brasileiras, e um número cada vez mais frequente de políticas voltadas para o usuário não motorizado, ele aponta também como causas positivas para a redução da mortalidade no trânsito. No caso da redução do número de mortes de ocupantes de ônibus, além de possíveis melhores condições de segurança neste tipo de transporte, outro fator pode estar associado a uma provável redução na circulação desses veículos, já que as vendas de óleo diesel diminuíram em torno de 4% em 2016 quando comparadas com 2015.

 

De modo semelhante, a maior aplicação da fiscalização, como, por exemplo, da “Lei Seca”, em um número maior de munícipios realizando operações, igualmente, pode ter contribuído. “Houve também a realização de campanhas de conscientização para um trânsito seguro, e, entre elas, destacamos o Movimento Maio Amarelo, que já se tornou uma ação que envolve toda a sociedade, órgãos públicos e privados em prol de um trânsito mais seguro”, pondera.

 

Ações como as citadas, somadas a novas medidas tomadas em 2016, como a obrigatoriedade do farol aceso em rodovias e as novas regras para a condução de caminhões (exame toxicológico), segundo Ramalho, podem ter auxiliado na continuidade de redução de acidentes de trânsito.

 

Cenário nos estados

 

Considerando as informações divulgadas pelo DataSUS, os estados que mais reduziram o número de mortes no trânsito em 2016 foram o Roraima (-36%), Ceará  e Sergipe (-14%). Já os que apresentaram os maiores aumentos foram Acre (+10%), Amapá, Bahia e Tocantins (+7%).

 

Detalhando um pouco mais o cenário, as maiores reduções no número de mortes por estado e por modo de transporte da vítima foram:

 

  • Pedestres no Pará (-42%), Rio Grande do Sul (-30%) e Sergipe (-25%);
  • Ciclistas em Roraima (-46%), Distrito Federal (-43%) e Amapá (-33%);
  • Motociclistas em Roraima (-47%) e no Rio de Janeiro (-31%);
  • Ocupantes de automóvel no Rio Grande do Norte (-41%), Roraima (-36%) e Sergipe (-20%);
  • Ocupantes de caminhão nas Alagoas, Amazonas, Roraima e Rio Grande do Norte, todos com redução de 100%, bem como Bahia (-53%), Santa Catarina (-51%), Amapá (-50%) e Roraima (-44%);
  • Ocupantes de ônibus em Amazonas e Rondônia, ambos com redução de 100%, além de Santa Catarina (-94%), Rio de Janeiro (-75%), Mato Grosso (-73%), Espírito Santo e Pernambuco (-67%), e Distrito Federal (-60%).

 

Por outro lado, os maiores aumentos no número de mortes por estado e por modo de transporte da vítima foram:

 

  • Pedestres no Amapá (+36%), no Mato Grosso (+18%) e na Paraíba (+13%);
  • Ciclistas no Acre (+60%), no Pará (+47%) e no Rio Grande do Sul (+43%);
  • Motociclistas nas Alagoas (+76%) e no Amapá (+44%);
  • Ocupantes de automóvel no Tocantins (+125%);
  • Ocupantes de caminhão no Maranhão (+204%), no Distrito Federal (+150%), no Rio Grande do Norte (+118%), no Rio Grande do Sul (+80%) e na Paraíba (+75%);
  • Ocupantes de ônibus no Paraná (+279%), no Pará (+267%), na Bahia (+233%) no Maranhão, Piauí e Ceará, todos com aumento de 100%, e em Goiás (+80%).

 

Dessa forma, fica o alerta para aqueles estados que apresentaram aumento do número de mortes em 2016. No gráfico da Figura 3 a seguir podem ser observadas as variações no número de mortes por estado.

Figura 3 – Variação no número de mortes no trânsito entre 2015 e 2016 nos estados e no Brasil

 

Além disso, a equipe do OBSERVATÓRIO também realizou análise dos dados a partir de indicadores de desempenho. Estes indicadores consistem no número de mortes/100 mil habitantes, que corresponde à quantidade de mortes que ocorre no trânsito a cada 100 mil habitantes; e também no número de mortes/10 mil veículos, que indica quantas mortes são registradas a cada 10 mil veículos circulando nas vias urbanas e rodovias. Em 2016, esses índices no Brasil foram 18,12 mortes/100 mil habitantes e 3,98 mortes a cada 10 mil veículos (deve-se tomar cuidado com o fato de que um baixo índice mortes/10 mil veículos pode ser devido à uma elevada frota e não necessariamente a um baixo número de mortes). Este tipo de análise auxilia no monitoramento da mortalidade no trânsito.

 

De acordo com o número de mortes de cada modo de transporte, bem como a frota relativa à este modo, e também à população residente de cada unidade federativa do Brasil, é possível observar que os estados que apresentam os maiores índices por modo de transporte, conforme indicado a seguir:

 

  • Maiores índices de mortes/100 mil habitantes
    • Pedestres: Distrito Federal (5,17), Paraná (4,21), Espirito Santo (3,83), Pernambuco (3,72), Santa Catarina (3,56);
    • Ciclistas: Mato Grosso do Sul (1,79), Piauí (1,46) e Roraima (1,36)
    • Motociclistas: Piauí (27,73), Tocantins (16,96), Maranhão (12,90), Mato Grosso (12,55), Sergipe (11,83) e Paraíba (10,35) – o índice de morte de motociclistas do gênero masculino por 100 mil habitantes é cerca de 20 vezes maior que o índice envolvendo o gênero feminino;
    • Ocupantes de automóvel: Tocantins (10,5), Paraná (8,23), Mato Grosso (8,14) e Santa Catarina (7,96);
    • Ocupantes de caminhão: Tocantins e Mato Grosso, ambos com 1,24 mortes/100 mil hab, Maranhão (1,05), Mato Grosso do Sul (0,86) e Goiás (0,73) – a taxa de morte de homens ocupantes de caminhão foi praticamente 15 vezes à de mulheres no ano de 2016;
    • Ocupantes de ônibus: Paraná (0,47) e Tocantins (0,26).

 

  • Maiores índices de mortes/10 mil veículos
    • Motociclistas: Piauí (11,90), Maranhão (9,60), Sergipe (9,18), Tocantins (8,41), Pernambuco (8,36) e Paraíba (7,7);
    • Ocupantes de automóvel: Tocantins (6,05), Maranhão (3,18), Paraíba (3,14), Piauí (3,07), Ceará (3,06) e Bahia (3,04);
    • Ocupantes de caminhão: Maranhão (12,33),
    • Ocupantes de ônibus: Paraná (8,40), Tocantins (5,88) e Maranhão (7,62);
107 Comments
  • Reginaldo Frigeri Martins
    Posted at 11:45h, 21 novembro Responder

    Bom dia analisando o artigo, Ramalho nos da algumas pontos interessantes,mas a renovação da frota de veículos no cenário nacional, carros com melhores equipamentos de segurança, também ajuda na estatística da redução, pois nesses anos houve uma mudança na concepção de montagem dos carros, o transporte publico melhorou também a frota e lei seca e toxicológico exigidos nas empresas para os motoristas de coletivos de viagens ajudaram também na redução, nas cidades urbanas um dos motivos é o transito caótico não se anda em vários locais em metrópoles como são paulo em locais onde não há uma fiscalização efetiva há o aumento de mortes.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 19:08h, 21 novembro Responder

    Dados oficiais do Ministério da Saúde revelam queda de mortes no trânsito em 2016

    “O número de mortes em acidentes de trânsito no Brasil registrou redução geral de 3%, passando de 38.651 em 2015 para 37.345 em 2016. A comparação, feita pelo OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança, tem como base dados sobre as vítimas fatais nas vias e nas rodovias do país no ano de 2016, divulgados pelo DataSUS, do Ministério da Saúde.”

    Eu não poderia iniciar o meu comentário sobre o presente artigo, sem dizer que se trata de uma EXCELENTE notícia, pois, por mais tímida que seja, a REDUÇÃO DE ACIDENTES DE TRÂNSITO, principalmente os que apresentam maior severidade e que geram vítimas fatais, sempre é bem vinda e desde já parabenizamos os ESTADOS da federação brasileira que demonstraram redução nos índices de vítimas fatais. Tenho certeza, que muitos Estados e Municípios brasileiros estão buscando se empenhar em prol de ações que visem uma redução ainda maior no número de vítimas fatais no trânsito brasileiro, bem como e infelizmente, existem centenas e ou milhares de municípios brasileiros que estão de braços cruzados, sem fazem nada em prol da educação e da segurança no trânsito, na verdade, sequer MUNICIPALIZARAM O SEU TRÂNSITO, uma situação que em breve mudará com a aprovação do projeto de lei apresentado pelo ONSV.
    Outro ponto também muito importante para ser citado, diz respeito a necessidade de termos uma ESTATÍSTICA DE ACIDENTES DE TRÂNSITO cada vez mais confiável, haja vista, que segundo diversos especialistas na área de trânsito, os números de mortes no trânsito brasileiro chegarem a algo próximo de 50.000 mortes/ano. Nesse sentido, vejo como um dos pontos a serem regulamentado e melhorado nessa vertente, diz respeito a necessidade de ACOMPANHAMENTO DA VÍTIMA DE ACIDENTES DE TRÂNSITO EM ATÉ 30 (TRINTA) DIAS, pois, existem situações de pessoas que sofrem acidentes de trânsito, são liberadas/ recebem alta hospitalar e algum tempo depois vem a óbito, ou seja, da necessidade de uniformizar as pesquisas e tratamentos de dados de acidentes de trânsito no Brasil.

  • Adroaldo Pereira Santos
    Posted at 13:54h, 23 novembro Responder

    Como é importante dados estatísticos, os números dão informações importantes e percentuais que mostram reduções, mesmo que uma porcentagem pequena, mais de grande importância..

  • Abimadabe Vieira
    Posted at 11:04h, 25 novembro Responder

    Apesar do registro de quedas de mortes no trânsito brasileiro, fica longe a possibilidade de comemorar, pois a redução é mínima em comparação com o compromisso do Brasil perante a ONU de reduzir em 50% os acidentes. O estudo estatístico, no entanto, nos impulsionam a investir e reivindicar em programas e projetos que de fato conseguem mobilizar a sociedade para mudar seu comportamento no trânsito.
    O Maio Amarelo e a Lei Seca são instrumentos que possibilitaram uma verdadeira mudança da conduta do cidadão, requer aos órgãos públicos de todas as esferas, adicionar recursos para alcançar uma redução favorável, devendo ser tratado com responsabilidade e urgência.

  • Marcelo Marcelino de Melo
    Posted at 16:20h, 25 novembro Responder

    Mais um excelente artigo e esse com uma notícia boa que foi a redução de mortes no trânsito em 2016. Concordo com o Ramalho que atribui a queda ao aumento do valor das multas, os avanços na legislação.

  • Noe M. Silva
    Posted at 16:18h, 26 novembro Responder

    Em meio a campanha da ONU em reduzir em 50%, estamos longe da meta. Não costumo ser pessimista, mas acho que apesar de todo esforço falta ainda uma participação maior dos governos em campanhas e programas para sucesso desse projeto. As prefeituras na sua grande maioria acha que o estado é quem deve fazer algo. E o estado acha que é o governo Federal a responsabilidade. Enquanto isso o tempo passa….

  • JAIR SOARES
    Posted at 17:15h, 26 novembro Responder

    Infelizmente hoje 95% dos ACIDENTES e falha Humana, porem conforme mencionado no meio do texto tivemos uma queda significante muito pouca onde um grande conjunto de fatores poderia ser maior a redução dos acidentes como: airbag e ABS, campanha de LEI SECA, Toxicológico entre as fiscalizações como agentes Federais, radares inteligentes e campanhas esses números iram cair e muito porem falta a conscientização de todos no transito onde somos todos iguais.
    transito seguro Já.

    “Todos os motoristas são pedestre. porem nem todo pedestre sera motorista.”

    JAIR SOARES.

  • Adriana Modesto
    Posted at 17:35h, 26 novembro Responder

    Infelizmente apesar do estudo revelar redução do número de mortes no contexto do trânsito tendo em vista a série histórica, estando em 2018 já é possível (conforme órgãos de trânsito) afirmar que as metas estabelecidas para a década não serão alcançadas. Diante do exposto é importante identificar quais sejam os pontos nevrálgicos que impedem tal alcance. Conforme descrito na matéria, vários são os fatores que podem ter influenciado para a redução expressa, talvez, então, uma estratégia viável seria intensificá-los e buscar a correção e calibragem daquilo que tem dificultado avanços mais significativos. (Adriana Modesto)

  • ARTHUR HENRIQUE ASSUNÇÃO MAGALHÃES
    Posted at 17:56h, 28 novembro Responder

    A queda do número de mortes constatada em 2016 é uma amostra e um incentivo de que a temática está sendo tratada em todo o país e que os esforços deram resultado, mas precisam continuar com mais afinco.

    Não há nada mais motivador para quem trabalha com trânsito do que verificar que as ações estão alcançando o objetivo. Apesar da dificuldade para alcançar a meta em 2020, as ações governamentais e de organizações do alto nível do OBSERVATÓRIO não podem diminuir.

    Em Brasília, particularmente, vivemos a contradição de sermos a capital da faixa de pedestre e ao mesmo tempo apresentar o maior índice de pedestres mortos por 100 mil habitantes (5,17). Os avanços conquistados em determinado momento não podem ser esquecidos. Fomentar o respeito ao pedestre deve ser matéria obrigatória de todos as políticas públicas de trânsito.

  • Jackson Fernandes
    Posted at 09:24h, 29 novembro Responder

    Interessante conhecer os estarrecedores números das mortes provocadas no trânsito. Não dá pra comemorar nada ainda, talvez, uma redução por três anos seguidos, nos acenderia uma luz no fim do túnel.
    Ainda que tenhamos perdido a meta compactuada com a ONU, qualquer redução nos traz um alento.
    Não podemos deixar de citar e parabenizar o trabalho do Observatório Nacional de Segurança Viária, com suas campanhas e o Movimento Maio Amarelo. Abracei a causa e propago aqui todas as campanhas. Aqui a redução também foi tímida (-3,68%), mas foi redução – de 958 acidentes registrados em 2016, diminuímos para 924 em 2017 (acidentes totais – fonte SEDS/MG).
    Municípios, como o meu, ainda carecem de dados mais completos – aqui esses dados são divulgados pela SEDS/MG, mas somente números de acidentes com vitimas, sem vitimas ou totais, não pormenorizam. Agora que o município se integrou ao SNT, acredito que passaremos a ter acesso a dados mais completos e poderemos colaborar para mais ações de educação e prevenção de acidentes de trânsito.
    Muito importante conhecer os dados estratificados, regionalizados e por modais, para que as ações de redução sejam tomadas em todas as esferas da administração pública.

  • THAIS COSTA ZANLUQUI
    Posted at 10:48h, 29 novembro Responder

    Avanço na legislação, fiscalização e campanhas educativas são extremamente importantes nessa estatística.

  • THAIS COSTA ZANLUQUI
    Posted at 10:50h, 29 novembro Responder

    Avanço na legislação, fiscalização e campanhas educativas são extremamente importantes nessa estatística, e que cada vez mais intensificando as campanhas..

  • TALITA DE SOUSA LIMA
    Posted at 15:39h, 29 novembro Responder

    Alarmantes os números de mortes no trânsito, ainda que com significativa melhora. Ainda que o PI, meu estado, tenha conseguido reduzir esse índice em 6% em 20016, os números reais de mortes, principalmente com motocicletas, é espantoso. Acredito na força da fiscalização, com leis cada vez mais duras, e também com as melhorias da indústria de transporte que trazem cada vez mais veículos com um bom nível de segurança, mas sei que a Educação do motorista seja fator determinante para a mudança efetiva desses números.

  • Maria Cristina Alves
    Posted at 09:54h, 01 dezembro Responder

    Embora seja uma boa noticia a ser comemorada a redução de mortes por acidentes no Brasil, esta redução ainda é muito tímida se comparada com a expectativa de redução necessária para um transito mais seguro.
    Interessante observar o índice especifico que faz menção a redução nos dados de Transporte Coletivo; ressalto porém que a renovação de frota , fiscalização e uma legislação mais efetiva se faz necessário.

  • JOSÉ CLAUDIO DA SILVA
    Posted at 10:23h, 02 dezembro Responder

    Belíssimo artigo! Gostei bastante da riqueza de fatores citados como responsáveis na redução de acidentes de trânsito.

  • Andreia Paula de Resende
    Posted at 21:03h, 02 dezembro Responder

    O Brasil pois, está no caminho certo: creio eu, assim como o Presidente do Observatório, Sr. José Aurélio Ramalho que um conjunto de fatores tem contribuído para essa queda nas mortes por acidentes de trânsito. “Aumento do valor das multas, os avanços na legislação (…)” dentre outros. Assim sendo, é SINE QUA NON ampliar os estudos e dar a eles um lugar de destaque para que as políticas públicas sejam cada vez mais efetivas e eficazes. E que elas tenham como fio condutor a urgência. Afinal, a cada dia que se passa são mais de, em média, 100 vidas perdidas!!!!

  • CARLOVAN PORTO DA SILVA
    Posted at 21:16h, 02 dezembro Responder

    Vimos acompanhando os dados do data-sus analisados e apresentados aqui nesse importante artigo do Observatório através de um curso que está implementando uma política pública experimentada e aplicada na Inglaterra para a redução dos acidentes graves e fatais numa boa parte dos municípios brasileiros. Trata-se da implementação do “Programa Vida no Trânsito” institucionalizado pelo Ministério da Saúde em parceria com o Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da UFG-GO e o Departamento de Saúde Coletiva. O PVT consiste basicamente num curso a distância onde os participantes selecionados previamente dos setores de saúde, trânsito, segurança, educação, engenharia e outros recebem orientações a partir do guia impresso “Vida no Trânsito” para implementação do programa em seu município, fruto de parcerias entre iniciativa pública, privada e ONGs. Concordo plenamente com as possíveis características pontuadas pelo Sr. Ramalho na prevenção do obituário do trânsito brasileiro, entretanto, acrescentaria também como parte dessa prevenção esse programa audacioso que também faz parte da estratégia da década mundial para redução de mortes e está contabilizando um importante saldo positivo na redução das vítimas do trânsito violento, onde a implementação do programa já é uma realidade. É o caso por exemplo de algumas cidades como Salvador, Campo Grande dentre outras. Importante se faz o Observatório analisar e até apoiar essa que é uma iniciativa em construção incipiente no Brasil que está se estendendo por vários estados, fica aqui a sugestão.

  • MARCOS ANDRÉ FARIAS DE LIRA
    Posted at 23:39h, 02 dezembro Responder

    Deduz-se com esta estatística que estamos caminhando para atingir a exortação da ONU quanto a década mundial de redução dos acidentes de trânsito 2010-2020. Contudo o número de 30mil mortes por ano (meta da ONU) ainda assim é um número muito expressivo de vidas ceifadas no trânsito. O trabalho do Observatório Nacional de Segurança Viária sem dúvidas é uma grande estratégia para que as metas tenham resultados que superem a expectativa de redução gerada pela ONU.

  • Stefania Alvise Marcelo
    Posted at 19:54h, 04 dezembro Responder

    Vimos através deste artigo e dados estatísticos que houve sim uma melhora dos índices de morte em todo país. Estes dias na televisão vi que Salvador já conseguiu bater a meta e estão fazendo um documentário sobre isto. Os carros estão melhor equipados, garantindo maior segurança e estabilidade, os pneus, toda parte de EPI (Equipamento de Proteção Individual) de motos e bicicletas também estão fornecendo mais qualidade e segurança com tecnologia e maiores estudos para que, em caso de acidentes, a pessoa possa estar protegida e que os EPI aguentem impactos. O panorama nacional nos dá esperança, e em algumas regiões há maior necessidade de um olhar mais profundo sobre a importância de se discutir e colocar em pauta as Leis e a conduta de todos os motoristas, de modo a abranger todos os tipos de modais. Mas o quadro é animador!

  • Sérgio Augusto de Carvalho
    Posted at 23:09h, 05 dezembro Responder

    Pelo o altíssimo índice de mortes no trânsito que ainda são registrados nas estatísticas brasileiras, uma discreta redução na mortalidade pode sinalizar que estamos no caminho certo porém muito longe de se comemorar principalmente frente ao significativo aumento da frota veicular. No Brasil temos ferramentas importantes já definidas em estudos técnicos, vários entes mobilizados e atuantes para melhorias dos resultados e um bojo de leis razoavelmente satisfatórios. Porém, precisamos definir ações mitigadoras importantes para acelerarmos ainda mais a redução do índice de mortalidade no trânsito brasileiro, cabendo aos órgãos públicas, entidades vocacionadas reavaliar todo o processo já implantado.

  • ARLEI SOUZA DE OLIVEIRA
    Posted at 23:14h, 05 dezembro Responder

    È muito importante agente poder verificar através de pesquisas, que houve uma queda no número de vitimas nos acidentes de trânsitos. Por menor que seja essa quantidade é importantíssimo a tendência negativa neste gráfico. Apesar de ser uma redução muito pequena, é importante saber que vidas foram salvas. No entanto eu ainda vejo com muito pessimismo e até certa e revoltante perplexibilidade ler e concordar que se morrer 31 mil pessoas no trânsito em um ano no Brasil, nós alcançamos a meta estipulada pela campanha da ONU. Acho repulsivo agente ao menos pensar numa loucura dessa,. Meu Deus ! `À que pontos chegamos ??????

  • Waldete R. Rodrigues
    Posted at 15:12h, 06 dezembro Responder

    A notícia nos anima, demonstrando que já está surtindo efeito os feitos anteriores, porém como citado em comentário acima pelo o colega ABIMADABE VIEIRA, “está longe de comemorar”, pois não fica possível, pelo o estudo, observar se houve queda no número de acidente. Vale lembrar da grande dificuldade de mensurar a quantidade exata do número de acidentes no país, uma vez que muitos nem se quer são registrados. Embora quando levamos em conta o quanto de sofrimento que envolve uma morte, nos alegramos por pouco que seja esses números, de pessoas que deixaram de morrer.

  • Emanoel Placido da Silva
    Posted at 10:46h, 07 dezembro Responder

    A redução nos números indica que os trabalhos desenvolvidos com esse objetivo estão surtindo efeito, porém, ainda há muito o que se fazer. A meta ainda está longe de ser alcançada e, o trabalho do ONSV é de fundamental importância nesse sentido!
    Parabéns!!!

  • Mercia Gomes
    Posted at 19:37h, 07 dezembro Responder

    Esse numero que diminuiu em 2015, ainda não é dado estatístico para comemoração, não iremos conseguir os 50% solicitado pela ONU, não estamos no alcance minimo de diminuição de acidentes por mortes. Ademais, necessário que a pesquisa demonstre quais os período desse ano, já que, somente nessa data especifica houve a diminuição “significativa” a qual nem houve permanência, portanto, no minimo deveria ter diminuído proporcionalmente os demais anos da sequencia, todavia, não incorreu. Devemos lembrar que, existem regiões no Brasil, que os números nem existem, sendo essas, regiões pelas quais o numero de acidente com morte é ainda alarmante.

  • Paulo Botelho
    Posted at 22:36h, 07 dezembro Responder

    Ler a palavra QUEDA nos anima muito, mas precisamos melhor muito ainda. Também acredito que os avanços na legislação, os itens de segurança e os valores nas multas contribuíram muito para esse resultado.

  • Adelmo Oliveira Amorim
    Posted at 10:31h, 08 dezembro Responder

    Aprendi a comemorar cada vida salva no trânsito, simbolicamente falando, conforta e dar sentido a todos os esforços daqueles que combatem as estatísticas tão altas de mortes no trânsito, mesmo que fiquem longe das expectativas sempre otimistas de quem sonha com dias melhores e os motivos para esta tímida queda apontados por Ramalho no artigo só demonstram que enquanto a educação para o trânsito e o respeito as normas não avançam de forma efetiva, outras ações vem acontecendo e estar servindo pelo menos para frear esse pesadelo que estava em uma crescente nos últimos anos.

  • MILTON RODRIGO LACERDA
    Posted at 19:27h, 08 dezembro Responder

    6 Apesar da redução, ainda temos muito trabalho para fazer, pois não estamos nem perto da meta estabelecida pela ONU, mas acredito que o País está acordando e estamos seguindo no caminho certo.

  • Carlos Eduardo
    Posted at 13:47h, 09 dezembro Responder

    Entendo que toda redução seja de óbitos ou acidentes devam ser comemoradas, mas temos que reconhecer, estamos muito longe do ideal e esta redução em 2016 em parte se deve a crise econômica que atingiu o país. Estes dados devem ser a base para pensar as ações e fica evidente que precisamos trabalhar muito, usando como exemplo os motociclistas que são o principal grupo de vitimas no trânsito, com os números mais detalhados podemos entender quem são estas pessoas e como elas estão morrendo, e assim focar a ação no publico alvo, sem achismos ou teorias sem embasamento.
    Conhecer os dados é fundamental assim como saber interpretar eles para focar os recursos escassos em ações eficientes.

  • Lindolfo Matheus Hardt
    Posted at 14:12h, 10 dezembro Responder

    Infelizmente o Brasil ficará longe de atingir a meta, a verdade é que demorou para colocar em prática ações eficazes, a redução desses números exorbitantes merece ações conjuntas, politicas publicas sérias e uma reeducação da sociedade.

  • Júlio César Gonçalves da Silva Santos
    Posted at 09:59h, 11 dezembro Responder

    A redução na região sudeste se deu com o excelente trabalho dos Detrans, bem como as desenvolvidos pelas Epts. Com uma fiscalização eficiente por parte das autoridades.

  • André M. Lourenço
    Posted at 03:12h, 12 dezembro Responder

    As quedas em 2016 foram apenas um momento de alegria, pois em 2017 subiu um pouco, sim a melhoria dos veículos com a introdução de equipamentos de segurança foi fundamental, mas devemos salientar nesse quesito que vários veículos nacionais são reprovados em testes de segurança, inclusive alguns tendo índice pior que o mesmo veiculo produzido na Europa, o que nos mostra que as montadoras estão apenas preocupadas com o lucro e nunca farão nada que não forem obrigadas, dai a importância de corrermos para aprovar leis mais rigorosas na fabricação de veículos e equipamentos de segurança. Outro dado interessante é que veículos reprovados nos teste continuam entre os mais vendidos mesmo depois da divulgação dos testes o que mostra um certo descrédito por parte da população quanto aos teste sérios executados pelo Latin Ncap.
    Vamos aguardar os dados de 2018 e continuar trabalhando para redução nos índices.

  • Ronaro Ferreira
    Posted at 13:22h, 12 dezembro Responder

    O número de mortes por trânsito no Brasil tem oscilado bastante, sobe num ano, desce no outro e volta a subir. Tivemos agora 2 anos seguidos de queda. (Tomara que isto se mantenha.)
    Eu penso que nossas análises devem fazer comparações de períodos mais longos, pelo menos 3 ou 5 anos. A imprensa normalmente se concentra em apenas 2 anos.
    Se olharmos o período de 2010 até 2016, TODAS AS CAPITAIS REDUZIRAM SUAS ESTATÍSTICAS DE MORTE NO TRÂNSITO.
    Isto é um ganho e um ótimo indicador.
    Precisamos levar a eficácia das políticas nas capitais para as cidades do interior.
    E cumprir e ultrapassar a meta da OMS.

  • Miriam Pimentel Falleiros
    Posted at 17:29h, 12 dezembro Responder

    Muito bom o artigo com tantas informações, porém é uma pena que esta queda não é constante e em 2017 o número de mortos veio a crescer consideravelmente em relação ao ano de 2016, mas os fatores que fizeram reduzir acidentes precisam sim ser analisados, repetidos e implementados de maneira mais padronizada em diferentes estados para que consigamos chegar a visão de zero mortes no trânsito.

  • Rafael da Silva Souza
    Posted at 13:41h, 13 dezembro Responder

    Boa tarde, analisando os estudos feitos pelo Observatório e Dr.Ramalho, o número de mortes no trânsito teve um redução considerável, devido as fiscalização, e também levando em consideração aos equipamentos de segurança que vem melhorando ainda mais ( airbag, freio ABS), e outros sistemas para melhorar o conforto e a seguranças dos ocupantes. Com isso melhorando a educação de condutores e pedestres e fiscalizações mais ostensivas o trânsito brasileiro tende a ficar melhor.

  • Elaini Karoline Russi
    Posted at 17:07h, 13 dezembro Responder

    Os dados são importantes fontes de informações para analisar a realidade do trânsito no Brasil. Porém é preciso atentar que em alguns casos os dados não representam a totalidade da realidade brasileira, muitas vezes os dados abrangem somente uma parcela dessa totalidade da realidade brasileira. Existem três fontes de dados que buscam contabilizar as mortes em acidentes de trânsito no Brasil: DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito; DATASUS – Banco dos dados do Sistema Único de Saúde/MS; e Seguros DPVAT – Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre ou por Carga a Pessoas Transportadas ou Não (sob responsabilidade da Seguradora Líder DPVAT). As três fontes de dados possuem bases com estatísticas completamente distintas o que leva a cogitar que os dados “reais” tendem a ser “maiores estatisticamente” (“ou piores”) do que os apresentados pelas três fontes separadamente. Dentre as três fontes de dados apresentadas, os próprios critérios para contabilizar as mortes em acidentes de trânsito são diferentes, dificultando o grau de fidedignidade em relação aos dados obtidos. O DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito), por exemplo, elabora seus relatórios anuais a partir dos boletins de ocorrência lavrados pela polícia e computa apenas as mortes in loco (no local) (CNM, 2009). No entanto, muitas vezes a vítima morre posteriormente, por exemplo, no hospital e esse dado não é computado pela polícia e, portanto não faz parte da estatística de acidentes de trânsito contabilizados pelo DENATRAN (CNM, 2009). O Ministério da Saúde, por meio do DATASUS, a partir da documentação do SUS (Sistema Único de Saúde) inclui nas estatísticas de óbitos decorridos de acidentes de trânsito as mortes ocorridas em estabelecimentos de saúde (CNM, 2009). Por fim, a Seguradora Líder DPVAT apresenta seus dados a partir da quantidade de seguros pagos (indenizações) por mortes no trânsito anualmente (CNM, 2009). Diante da diferença entre os critérios apresentados por cada uma das fontes indicadas, DENATRAN, DATASUS e Seguradora Líder DPVAT, para contabilizar as estatísticas de mortes no trânsito, é possível compreender porque os dados, apresentados em relatórios anuais, são tão diferentes entre si e distorcidos em comparação com a realidade dos prejuízos causados como resultado do fato de os usuários não estarem transitando de maneira segura na via. Pois cada fonte conta com somente uma forma de registro das mortes decorridas em acidentes de trânsito e as três fontes de informação não interagem entre si. Essa realidade demonstra a necessidade de criar uma base de dados aonde sejam computados todos os tipos de morte, assim teremos dados fidedignos a totalidade da realidade brasileira.

    Referências:
    Confederação Nacional de Munícipios. (2009). Mapeamento das mortes por acidentes de trânsito no Brasil. Estudos Técnicos. Retirado de: http://www.pmrv.sc.gov.br/publicacoesETrabalhosArquivo.do?cdPublicacao=2490

  • Glendo Ghess de Amorim
    Posted at 17:16h, 13 dezembro Responder

    Os dados são animadores quanto a redução de acidentes de trânsito no Brasil. Mas será que eles representam a totalidade de mortes em acidentes de trânsito? Pode parecer uma questão entre pessimista e otimista, mas não é. A questão é o quanto fidedigno são os dados e o quanto eles abrangem a totalidade da realidade. A obtenção de dados é extremamente importante para diagnosticar, analisar e propor intervenções, por isso quanto mais sinceros forem os dados, melhor será as condições para propor intervenções. É fato que as ações da década mundial para redução de acidentes está tendo resultados, mais precisar esses resultados com as intervenções realizadas aumenta as chances de avaliar a eficacia das ações.

  • Cléo Barbosa Cardozo
    Posted at 20:08h, 13 dezembro Responder

    Apesar da redução dos acidentes fatais, não é um número a se comemorar, pois pessoas continuam perdendo a vida nas vias brasileiras. Mas importante o registro por regiões e atores do trânsito para que se desenvolva ações especificas com intuito de uma redução mais expressiva.

    Parabéns ao ONSV pela analise dos dados.

  • Sílvia Miranda Rosa de Lima
    Posted at 23:53h, 13 dezembro Responder

    A redução do número de mortes no trânsito brasileiro evidencia a possibilidade de atuação efetiva para solução do problema. Embora as taxas de mortalidade pela causa ainda esteja muito acima do que era esperado, a transformação progressiva no cenário desde o início da Década Mundial de Ação pela Segurança Viária , em 2011, demonstra os impactos positivos da soma de esforços dos diversos setores da sociedade para alcançar um objetivo comum. Apesar do Brasil estar distante de conquistar a meta assumida de até 2020 reduzir pela metade o número óbitos decorrentes dos ferimentos causados pelos acidentes nas vias, os resultados expostos reforçam a esperança em relação à promoção da segurança viária. Como também tendem a sensibilizar a sociedade para a reflexão sobre o potencial de ação para superação deste fator que gera imensurável sofrimento para a vida de tantos brasileiros ainda nos dias de hoje, embora seja comprovada a possibilidade de agir por sua prevenção.

  • Arilmar Teixeira da Silva
    Posted at 02:23h, 14 dezembro Responder

    A Noticia nos da uma injeção de animo , saber que estamos no caminho certo e que todos nós estamos empenhados nesta busca de redução. Evidente que os vários fatores positivos enumerados pelo Ramalho foram sim cruciais para diminuição, mas entendemos que as campanhas , a divulgação e o trabalho de educação para o trânsito atingindo os variados níveis de trânsito foram os motivadores também desta diminuição. Como colocado nos comentários a implantação dos BRts com pistas próprias evitando contatos com outros veículos, as passagens de nível para pedestres (faixas elevadas) como estratégias de visibilidade também, e o respeito pelos condutores neste contexto de travessia ( educação no trânsito com pedestre), faixas exclusivas de ciclistas entre outros aspectos somaram-se a diminuição. Mas percebemos que aqueles Estados que houveram uma diminuição merece ainda manter uma constante conscientização para que possam ainda diminuir mais , e aqueles estados que por sua vez ainda não conseguiram diminuir o trabalho ainda e árduo para que possa ser investido maior atenção nos quesitos educação e segurança no trânsito. É grande o labor , mas esta matéria temos que trabalhar a todo custo para que possamos conscientizar aos mais variados atores do trânsito que esta é uma responsabilidade de todos.

  • Fabio Fernandes Silva Alves
    Posted at 18:40h, 14 dezembro Responder

    Muito bem observado as possíveis causas da redução dentro de um contexto geral, essas tecnologias aliadas as campanhas de educação foram primordiais para essa tímida redução de mortes no trânsito.

  • MAURICIO PONTELLO
    Posted at 10:02h, 15 dezembro Responder

    Estamos no caminho e precisamos avançar mais rápido e para isso já sabemos muito do que é preciso ser feito.
    Ainda é intrigante não possuirmos números consolidados e confiáveis, mas isso não nos impede, enquanto nação, tomar decisões com vista a preservação da vida e não apenas dos interesses comerciais.

  • Amilton Alves de Souza
    Posted at 00:04h, 16 dezembro Responder

    Confesso que fique extremamente surpreso, ao analisar analisar a taxa de redução média desse período a partir de 2016, conforme demonstrado no gráfico da figura 2, tem-se que no ano de 2020 o Brasil teria 33.061 mortes em acidentes de trânsito e chegaria muito próximo à meta de redução proposta para a Década (que resultaria em cerca de 31.000 mortes),
    Foi uma surpresa muito positiva, mas não devemos nos acomodar afinal o índice ainda é muito alto, qualquer vida perdida por negligência imprudência ou imperícia no trânsito deve ser combatida.
    .

  • Priscila Uliana Albarice
    Posted at 03:04h, 16 dezembro Responder

    Estamos no caminho certo mas ainda há muito a se fazer. É necessário que haja aumento nas campanhas de conscientização, alterações legislativas, soluções de engenharia, comprometimento dos órgãos públicos e, principalmente, aumento na correta fiscalização para que possamos não só atingir a meta da ONU mas que possamos, um dia, não ter mais noticias de vítimas do trânsito.

  • ROKMENGLHE VASCO SANTANA
    Posted at 10:13h, 16 dezembro Responder

    Apesar da variação positiva no número de mortos no trânsito em alguns estados, o estudo demonstra a viabilidade da redução da acidentalidade. É fundamental sempre o engajamento de todos nessa causa. De suma importância é a atuação conjunta e integrada de todos os órgãos de segurança viária.

  • José Carlos de Lima Souza.
    Posted at 11:46h, 16 dezembro Responder

    Mais uma vez, como sempre, o OBSERVATÓRIO apresenta, à sociedade brasileira, autoridades públicas e demais pessoas interessadas neste relevante e crucial tema de segurança viária, dados técnicos comparativos com informações fundamentadas por informes técnicos relevantes sobre vítimas fatais, tanto em vias quanto rodovias nacionais no ano de 2016 comparados com o passado ano de 2015. Informações com base em relatórios capacitados pelo sistema DataSUS do Ministério da Saúde. Merece estudo detalhado pelos interessados. em busca de dados confiáveis.

  • Beatriz Rocha Araujo
    Posted at 12:30h, 16 dezembro Responder

    De acordo com os dados datasus, as mortes ocasionadas por acidentes de trânsito diminuíram no ano de 2016, a fiscalização e mudanças na legislação favoreceram a redução no percentual de mortes no trânsito, já que as multa passaram a ser mais severas e honerosas para os motoristas. Ainda precisamos reduzir o percentual de mortes no trânsito para atingir as metas estabelecidas pela ONU.

  • Carlos Rummenigge Moreira da Silva
    Posted at 17:25h, 16 dezembro Responder

    Entender esse conjunto de causas que fizeram reduzir o número de mortes é algo importantíssimo. Pois, a partir daí, poder-se-ia trabalhar mais sistematicamente em cima disso. Que essa luta seja de todos os que compõem o Sistema Nacional de Trânsito.

  • Fredis Ribeiro da Costa
    Posted at 20:26h, 16 dezembro Responder

    O Código de Trânsito Brasileiro endureceu as punições aos infratores e previu medidas educativas e preventivas consideradas modelo. Ocorre que é necessário uma fiscalização mais efetiva, para que não se de credibilidade para a sensação de impunidade.

  • Carlos José Antônio Kümmel Félix
    Posted at 20:41h, 16 dezembro Responder

    ESTUDOS E PESQUISAS: O estudo demonstrou também como aspecto positivo o fato de a queda do número de fatalidades ter sido distribuída, em sua maioria, entre todos os modos de transporte.

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  • GUSTAVO VIANNA WEBER
    Posted at 16:31h, 25 julho Responder

    A queda nos números das mortes em nosso País é sempre uma boa notícia, independente da forma com que ocorrem.
    Analisando as opções tentando encontrar um suposto culpado para este índice diminuir, até o momento, é interessante e intrigante não termos uma resposta única. Os estudos realizados mostram que temos muitas variáveis dentro das possíveis causas e que elas vêm para ajudar. Destaco o início da conscientização, como propulsor de qualquer dispositivo ou Campanha de segurança. Acredito que por diversos momentos essa conscientização pairou sobre muitas cabeças até realmente ir a público, ou seja, sentirmos o efeito inicial de um grupo que se dispôs a levar melhores condições à população em geral, seja por canal verbal ou material.
    Os custos para testes em dispositivos de segurança não foram fáceis nem muito bem recebidos por montadoras, que aumentariam seus custos e o tempo de produção, unidos a mudanças organizacionais nunca antes vistas dentro da área industrial. Com o passar dos anos, veículos foram jogados de um País a outro, de acordo com sua taxa de aprovação do parâmetro daquela determinada nação, no quesito segurança. O Brasil, dentre outros, recebeu todo tipo de carro, principalmente os básicos, sem nenhum dispositivo que fosse consideravelmente uma diferença em comparação aos exorbitantemente caros e com todas as pompas de medidas de segurança. Esses mesmos carros “básicos” estão diminuindo, a conscientização está em plena ascensão, as maneiras desagradáveis de conduzir um veículo estão dando espaço à boa educação – que, mesmo em pequena escala, já podemos sentir.
    A frota aumentou? Sim, mas até o engarrafamento pode diminuir os acidentes fatais; devemos, então, saber que tudo deve ser levado em conta, até mesmo a criança que hoje pede ao responsável que está guiando para ir devagar ou simplesmente que o aguarda em casa após o trabalho.
    Os estudos são a base para verificarmos os locais que devem receber uma atenção que talvez não tenha sido suficientemente observada (mesmo que quase sempre não seja).
    A educação é ponto de partida e podemos ver resultados sempre, para qualquer lado, sejam legislativas, educativas ou industriais.
    Não podemos deixar de falar sobre as OPERAÇÕES DE FISCALIZAÇÃO, que são ponto chave na contribuição da diminuição dos acidentes fatais; estas ações realizadas por órgãos Federais, Municiais e demais setores são efetivas e chegam à população de maneira mais incisiva.
    Um bom resumo é o fato de estarmos empenhados em fazer um Trânsito mais humano e, para isso, sabermos que temos muitas coisas pelo caminho. Mudar e conscientizar não é simples, mas criar rodovias e veículos também não é, tudo depende de uma vontade ligada a uma obrigação de fazer o que é certo.

  • Darkle J. Portela Filhod
    Posted at 22:53h, 26 julho Responder

    Em uma análise dos dados estatísticos que acima são apontados, concordo que ações pontuais em determinados segmentos de nosso trânsito, surtiram efeito, dentre elas e considerando a mais recente, o exame toxicológico para condutores profissionais. E ainda acredito que, este exame poderia ser levado a todos as categorias de CNH, como foi originalmente pensado. Algumas informações podem ser obtidas através do site da seguradora líder, e em complemento no estado do Paraná o sistema BATEU/Celepar, nos fornece a situação dos acidentes registrados e inseridos no sistema, quase “just in time” em qualquer um dos 399 municípios, e através destes números campanhas podem ser idealizadas e aplicadas, trabalhando algum segmento no trânsito que começa a despontar como negativo. Acredito também na crescente evolução que a frota de veículos sofreu partir de 2012, como exemplo minha região quase 1 veículo por habitante, acredito também no aumento na quantidade de novos condutores habilitados, quando novamente em informal perguntei a quantidade de novos motoristas habilitados por mês em uma ciretran, mas, novamente o quadro se altera, onde jovens não buscam pôr a tão sonhada CNH, além do elevado custo para aquisição, com o advento de aplicativos, o cruzamento destes fatores poderá alterar significativamente a projeção dos acidentes. Para finalizar o ponto principal é que o Brasil não atingirá a meta estipulada pela ONU até 2020.

  • Carlos Beraldo
    Posted at 08:57h, 01 agosto Responder

    Bom dia.
    A redução da mortalidade em 2016 em meu entendimento é em virtude de uma série de ações efetuadas e planejadas a tempos.
    Vão desde as questões de segurança veicular, engenharia de tráfego e educação. Contudo acredito de que houve para atingirmos este resultado altamente positivo a mudança de comportamento das pessoas.
    Aos poucos nota-se visivelmente que que esta havendo uma mudança no comportamento, nos costumes e nas tradições das pessoas quando se fala em trânsito..
    O trabalho de educação e fiscalização juntos começam a trazer resultados. Não há como desassociar estes elementos.
    Acredito de que este trabalho, parceria, deverá ser respaldado pela OMS e também vislumbro positivamente de que deveremos instigar a prorrogação da Década de Ação por mais um período, visto o seu objetivo.

  • Bárbara Vita
    Posted at 09:45h, 01 agosto Responder

    Com um olhar embasado na saúde pública, considero muito importante estes dados minuciosamente citados no artigo, pois entendendo que estes dados serão fundamentais para a construção de Politicas Públicas de segurança, Porém, estes ainda se restringem à questão da Mortalidade nos eventos de trânsito, Entendo também como importante o acesso aos dados anuais da morbidade, dos sequelados temporários e permanentes, vítimas da acidentalidade.

  • Lucélia Rossi
    Posted at 14:39h, 06 agosto Responder

    Após a leitura deste artigo podemos destacar a importância dos estudos e também das estáticas. Se não houvesse uma preocupação em registrar os dados, não teríamos como comparar a evolução do ano de 2015 a 2016, evolução essa de extrema importância para todos, principalmente para nós educadores da área do trânsito. Mesmo que não tenhamos um fator principal que possamos atrelar a essa redução de mortes no Brasil, o importante é que temos a certeza que existe sim a possibilidade de reduzir esse número, e com isso buscarmos cada vez mais por campanhas, incentivos e mecanismos para alcançar esse objetivo.

  • Vicente M. V. Pinto
    Posted at 22:57h, 06 agosto Responder

    Este artigo é um verdadeiro atestado de que todos os esforços na seara de segurança viaria e de transportes estão dando resultado. Renovam-se as energias daqueles que se ocupam com o tema.

  • Noedy Parice Mendes Bertazzi
    Posted at 21:03h, 07 agosto Responder

    Este artigo ratifica que a educação é a fonte de transformação de comportamentos inadequados em atitudes responsáveis. Através do investimento em conscientização, educação e na melhoria da formação do condutor poderemos falar em mudança de comportamento. As alterações no CTB nas duas últimas décadas contribuíram para a redução de mortos e feridos mas ainda precisamos colocar na prática a junção para um trânsito seguro: Educação, Engenharia e Fiscalização. Reduzir, de fato, o número de acidentes de trânsito exige que os dados de segurança viária não sejam apenas coletados, mas, também estudados e pesquisados e que é isso que o Observatório Nacional de Segurança Viária faz com muita propriedade e que proporciona à sociedade: Estudos e Pesquisas, Dados e Informação, Educação e Advocacy.

  • Christian Anderson Riger
    Posted at 16:45h, 08 agosto Responder

    Acredito que os resultados são fruto da evidente evolução de aspectos relacionados ao Esforço Legal (fiscalização) e a Engenharia (tecnologia veicular). Concordo plenamente que com relação a Educação, temos muito a evoluir.

  • vitor bueno da silva
    Posted at 10:08h, 13 agosto Responder

    Vejo como o esforço legal ( fiscalização ) eficaz seja um bom caminho para redução de mortes, aliado a novas tecnologias de itens de segurança já citados como air bag , protetores de rodas em caminhões, boa mobilidade urbana estudos e filtros nas pequenas cidades que apresentam alto Índice de mortes.

  • Daniel Carlos Santos
    Posted at 08:35h, 17 agosto Responder

    Analisando os dados do portal de estatísticas do Observatório Nacional de Segurança Viária (IRIS), observasse que houve um crescimento exorbitante nos acidentes com mortes, observando especificamente no estado de Minas Gerias no ano de 2000 a 2011 de 85%.
    Porém, de 2011 a 2015 já houve uma redução de aproximadamente 20% e agora pela comparação feita pelo Observatório, houve uma queda de 3% nos acidentes em todo o país entre 2015 a 2016.
    Acredito que essa diminuição nos acidentes e mortes está ocorrendo devido a maior divulgação de campanhas educativas como a “Semana Nacional do Trânsito”, o “Maio Amarelo” e todas as ações promovidas pelo Observatório.

  • Marlene Alves da Silva
    Posted at 11:13h, 19 agosto Responder

    Neste artigo mostra dados de 2016 em comparação com 2015 sobre a diminuição de acidentes e morte no trânsito. Dados que poderiam ser comemorados à época, no entanto, conforme pesquisa do DPVAT (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres, ou por sua Carga, a Pessoas Transportadas ou Não) o Brasil voltou a registrar aumento no número de mortes relacionadas ao trânsito. Em 2017, foram 41.151 vítimas de acidentes envolvendo veículos automotores, ante 33.547 em 2016, uma alta de 23%. Ainda, conforme a pesquisa, 90,5% das vítimas do trânsito estavam na fase economicamente ativa e mais de 74% dos acidentes envolveram motocicletas, fazendo com que 59% dos acidentados fossem os próprios condutores. Os motociclista por estarem mais vulneráveis no trânsito são os mais sequelados. Posso afirmar que falta educação, respeito por si e pelo outro e fiscalização para os usuários da via, principalmente para os motociclistas.
    Esses dados interrompe uma sequência de cinco anos na queda de mortes e morbidade no Brasil, isto significa que a meta estipulada pela ONU de redução em 50% não será alcançada. Ainda temos muito a fazer, pois a responsabilidade é de toda a sociedade

  • Silvio Osmar Peron
    Posted at 01:43h, 23 agosto Responder

    Atualmente os números são assustadores, lembrando que os dados são do SUS ou do DPVAT, já que não possuímos uma estatística especifica para acidentes de trânsito no Brasil e as que são publicadas pelos órgãos públicos tem um atraso muito grande, trazendo complicações para a tomada de medidas. Por outro lado, há que se questionar quais são os dados apurados e de que forma são contabilizados? Basta uma mudança na régua para a mudança de resultados.

  • SAMUEL MORGAN TEIXEIRA COSTA
    Posted at 10:15h, 25 agosto Responder

    Conforme já pontuado por alguns colegas, reforço a corrente pela importância de se criar uma base de dados única e integrada que mostre de forma real o que acontece no nosso trânsito. E vou além, essa base de dados deve retratar com detalhes a causa do acidente: viário, humano, veicular? Sinalização, álcool, insuficiência do sistema de frenagem do veículo? Com informações mais detalhadas, conhecendo mais o nosso problema, ações mais específicas poderiam ser tomadas, tornando-se mais eficiente o combate às mortes e acidentes de trânsito.
    Feita essa análise, enquanto isso, trabalhemos com o que temos.
    Para finalizar, data vênia, não entendi porque foi apontado no artigo que a meta brasileira seria de 31mil mortes para 2020, já que em 2011 o número de óbitos foi de pouco mais de 43mil, conforme próprio gráfico. Se considerarmos 50% a menos, nosso alvo seria de 21.500 mortes, muito longe dos 37mil de 2016 (e há dados que informam que foram aproximadamente 41mil óbitos em 2018!). Ou seja, a redução foi tímida até agora.
    Entretanto, querendo ou não, qualquer fonte que seja, temos sim que comemorar a redução do numero de óbitos! Nossa meta, na verdade, tem que ser ZERO.

  • Kelcilei Rosa de Oliveira
    Posted at 12:05h, 25 agosto Responder

    O avanço em nossa legislação como o aumento no valor das multas, a lei seca e outros fatores de segurança na frota como a obrigatoriedade de itens como airbag e ABS nos veículos fabricados contribuem significativamente para esse pequeno avanço. Apesar de estarmos finalizando a chamada década da segurança viária o avanço ainda é pequeno mas demonstra que temos capacidade de evoluir e sair do cenário mundial que encontramos .

  • Jorge Lopes dos Santos Júnior
    Posted at 16:08h, 26 agosto Responder

    Para os Estados estes números “falam” muito e trazem indicadores fortes sobre a tendência a ser seguida, caso nada seja feito em contrapartida. A Lei 13.281 foi mais incisiva com condutas odiosas na direção de veiculos, cominou sanções mais duras, multas mais elevadas. O fortalecimento das operações de alcoolemia, melhoria na segurança passiva dos veículos, melhoria na segurança ativa dos veículos, aumento nas campanhas de sensibilização sobre a temátiva trânsito e etc, são possiveis fatores capazes de provocar uma redução nos índices de acidentes de trânsito.
    Necessário os Estados ficarem atentos, monitorando as estatisticas de acidentes, ter indicadores bem definidos para provocarem ações pertinentes a garantir a redução dos indices de acidentes.

  • Reniê Alves Ferreira Júnior
    Posted at 11:33h, 28 agosto Responder

    O artigo deixa explícito, o quão o trânsito deve ser observado de perto, analisado por profissionais capacitados. Os dados nos alegra, porém, o trabalho e árduo e muita coisa a de se fazer.

  • Ricardo Alencar Sampaio
    Posted at 23:10h, 28 agosto Responder

    Quando diante da proposta da ONU para a Década mundial de ações pela segurança viária 2011/2020, que seria de 50% na redução de mortes no trânsito, e observamos no texto que ocorreu em 6 anos uma redução de apenas 15% , ou seja, aproximadamente metade do que deveríamos atingir em 10 anos, e sabendo que outros países apresentaram em encontro no Brasil, resultados acima da meta proposta pela ONU , poderíamos pensar; Comemorar pois ganhamos vidas que foram salvas , ou nos envergonhar porque fizemos tão pouco?
    Necessário se faz, um maior comprometimento e investimento preventivo por parte dos órgãos competentes, assim como um maior envolvimento da sociedade e entidades correlacionadas com o trânsito, com campanhas inteligentes como o maio amarelo e projetos educacionais relacionados ao trânsito, implementados nas escolas públicas e privadas. Que haja um maior rigor nas leis, e punições mais severas aos infratores , proporcionando assim uma mudança de comportamento da sociedade.

  • HUGO LEONARDO FORTES BARBOSA
    Posted at 22:28h, 31 agosto Responder

    Essa redução no número de acidentes é animadora, mostra que apesar de todo atraso cultural e educacional no trânsito, estamos muito perto em cumprir a meta da década estabelecida pela ONU, que é redução de 50% das mortes de trânsito. Estamos na torcida para que a nova politica do Presidente Bolsonaro não venha influenciar de forma negativa nos números apresentados.

  • JOSE BATISTA DE CARVALHO FILHO
    Posted at 09:48h, 01 setembro Responder

    As campanhas são fundamentais para que possamos reduzir a mortalidade no trânsito, com o aumento de itens de segurança nos veículos. Acredito que temos que atuar com campanhas direcionadas aos pedestres e motociclistas, que são vulneráveis em relação a sua proteção. Alguns motociclistas insistem em não usar o capacete que é o seu principal item de segurança. Sabemos que em sua maioria não utilizam uma vestimenta adequada.
    Com relação aos pedestres as campanhas deves ser direcionadas aos mesmos e também aos condutores de veículos automotores, para que respeitem o mais frágil no trânsito.
    Os estados do norte e do nordeste poderão atuar mais rigorosamente em relação aos condutores de motocicletas, já que sua frota é menor que a do sul e sudeste e os índices de mortalidade destas regiões é muito alto.

  • Vilnei Sessim
    Posted at 22:36h, 01 setembro Responder

    A prima facie, parece que na verdade a quantidade de vitimas se mantem, no entanto transfere-se de local ou região ou classificação, como por exemplo o aumento do numero de vitimas ciclistas. Um dos fatores preocupantes que a nível mundial países se enjangam em atingir a meta da Década de Açao pela Segurança no Trânsito enquanto que no Brasil parece esquecida.

  • Marcio Franclin Amaral Santana
    Posted at 05:36h, 04 setembro Responder

    Quando falamos em redução de vítimas no contexto geral é sempre muito bom, no estudo acima vimos que diversos fatores podem ter contribuído para essa queda, isso prova que ações conjuntas corroboram para a segurança viária e consequentemente a redução de acidentes e mortalidade. Acredito estarmos no caminho certo, contudo, ainda temos muito a fazer mesmo atingindo a projeção feita para a década (2011/2020) ainda teremos um número elevado de vítimas fatais principalmente quando comparamos como países europeus como a Espanha por exemplo. Portanto, se continuarmos com campanhas educativas, com melhoria na estrutura viária se a industria automobilística investir mais ainda em tecnologia e segurança na produção de veículos, se as políticas públicas forem mais incisivas acredito que podemos evoluir ainda mais no quesito redução de acidentes, mas não esqueçamos da Educação e formação do condutor que será sempre o principal elemento diferenciador.

  • Rafael Rodrigo da Fonseca
    Posted at 08:07h, 05 setembro Responder

    Excelente, mas não podemos nos acomodar. É muito difícil e é árdua o trabalho para a redução destes números. A visão ideal para estes números é a “visão zero”, levaremos tempo, mas iremos atingir está meta. Precisamos que os governantes apoiem a ideia, melhorando a legislação, em certos pontos, endurecendo o caminho dos infratores, que os fabricantes de veículos comprem a ideia, melhorando cada vez mais a segurança de nossos veículos da mesma forma que o cidadão opte por um veículo seguro e não por um “mais barato”, ainda sobre o cidadão, que ele entenda que seguir o Código de Trânsito Brasileiro é sua obrigação, deixando de tentar usar o jeitinho brasileiro ou transferindo a sua responsabilidade (de sua condução) para a fiscalização.

  • Francieli Librelotto da Rosa
    Posted at 19:56h, 05 setembro Responder

    Dentre todos itens levantados no artigo que influenciaram diretamente a redução dos números de acidentes, elenco mais um: a importância do papel responsável dos CFCs na formação dos condutores. Atualmente, passados mais de 20 (vinte) anos da vigência do Código de Trânsito Brasileiro, estamos começando a vivenciar a nova geração que cresceu vendo seus pais usando o cinto de segurança; se preocupando com assentos de retenção; informando sobre a importância de respeitar às normas e de não beber se for dirigir. Finalmente os novos condutores estão tendo exemplos de pais que sabem a importância de passar conceitos seguros no trânsito sob pena de inverter a ordem natural das coisas: acabarem participando do velório de seus filhos, dor incalculável que atinge brasileiros todos os dias.

  • ROCHANE PONZI
    Posted at 15:55h, 07 setembro Responder

    A diminuição no número de morte no trânsito pode ser atribuída a um conjunto de fatores, combinado com boas intervenções. Ou seja: regras e leis claras com sanções efetivas; fiscalização constante e suficiente para atingir de modo adequado a frota e quantidade de condutores habilitados; campanhas de conscientização bem focadas e executadas; metodologia bem identificada e com objetivos definidos, aplicados de modo geral, recorrente, previsível e mensurável. Esta é a receita de países que conseguiram diminuir drasticamente o número de vítimas no trânsito.

  • Dayana Cavalli
    Posted at 19:47h, 07 setembro Responder

    Qualquer redução de morte sempre é uma boa notícia, porém estamos longe de atingir a meta estabelecida para a década e nenhuma morte dessa natureza é aceitável. Embora, como diz o artigo não temos como aferir qual medida foi eficaz para essa redução, há uma dedução que todas citadas possam ter contribuído. Esse indicativo pontua como a legislação rigorosa, fiscalização eficaz educação e conscientização são fatores primordiais para alcançarmos cada vez mais números reduzidos de acidentes de trânsito.

  • Marcia Nogueira Quaresma
    Posted at 21:23h, 07 setembro Responder

    A redução de morte no transito, propõe um questionamento diante da possibilidade de que várias vidas poderiam ter sido preservadas, se mais ações na perspectiva de um transito mais seguro a partir de politicas publicas publicas mais efetivas, Apesar de os dados não explicitarem os motivos reais dessas reduções de acidentes, as ações como a lei seca, as campanhas educativas, o aumento do valor das multas etc…, podem ter inibido o desrespeito com as leis do transito nas vias. Isso aponta que, mais estudos e pesquisas devem ser feitas nesse sentido, para que os órgãos competentes invistam mais onde os resultados tem maior resultado.

  • Paulo Roberto Cardoso da Conceição
    Posted at 21:24h, 07 setembro Responder

    Apesar do dado significativo da redução de 3% nas mortes relacionadas à acidentes de trânsito no ano de 2016 em comparação ao ano de 2015 no Brasil, esse fato ainda necessita de medidas eficientes e eficazes para se conseguir alcançar a meta estabelecida pela ONU (Organização das Nações Unidas) de reduzir pela metade o número previsto de mortes para 2020.
    Com toda dificuldade em se afirmar qual a causa da redução das mortes nas vias e rodovias brasileiras em 2016, possivelmente segundo José Aurélio Ramalho (Presidente do Observatório) a mortabilidade foi inibida pelas medidas de combate às desobediências às Leis de Trânsito, adição de itens de segurança na frota de veículos, a exemplo de airbag e freios ABS.

  • João Paulo Hidalgo de Moraes
    Posted at 12:45h, 08 setembro Responder

    É muito bom ver que houve redução no número de mortes no trânsito, mas, obviamente, o problema está longe de alcançar um “ideal”. Não sem motivo, foi criado o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Como, provavelmente, não conseguiríamos atingir a meta da ONU (Plano Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020), o qual visa reduzir 50% o número de acidentes no trânsito, o Brasil “concedeu” para si próprio mais 10 (dez) anos para atingir a meta de redução de mortes e lesões. E isso é uma boa medida. Ainda bem que caminhamos neste sentido, mesmo que com um certo atraso. Portanto, trabalhos como os que o OBSERVATÓRIO faz, devem ser cada vez mais incentivados e apoiados, pois, com absoluta certeza, estas atividades produzem resultados positivos em nossa sociedade.

  • Arisberto Pereira da Silva
    Posted at 14:21h, 09 setembro Responder

    Devagar o país toma consciência do problema que o trânsito provoca para toda a sociedade e são tomadas medidas que, sem dúvida tem produzido efeitos positivos. Além das citadas no texto, lembremos que ocorreu nova etapa de concessões rodoviárias do governo federal em 2013, implicando em bons resultados à medida que as concessionarias fizeram investimentos trazendo diversas melhorias para o sistema viário, o que pode ter contribuído com indicadores do gráfico da figura 3, nos estados diretamente afetados pela privatização.

  • Andréia Scheffer
    Posted at 20:03h, 09 setembro Responder

    Assim como é difícil estabelecer as causas que aumentam a acidentabilidade e as mortes no trânsito, é igualmente complexo apontar a causa ou as causas que nos levaram a esta pequena redução, é inegável que as questões de trânsito são multifatoriais, aspectos legislativos, psicológicos e de engenharia têm direta relação com o aumento ou redução destes índices.
    Importante dizer que o recente projeto de lei em trâmite no Congresso Nacional (PL 3267/2019) pode inverter esta positiva curva de redução, uma vez que, por exemplo, traz a inexibilidade do exame toxicológico aos motoristas de caminhão. Estejamos atentos!

  • Andrei Lucas Müller
    Posted at 21:43h, 09 setembro Responder

    Apesar de estarmos longe da meta, apresentamos a redução no número de vítimas fatias no trânsito brasileiro, não podemos esquecer que houve um aumento da frota em todo o pais. Este bom resultado é formado por um conjunto de ações como a intervenção do governo em exigir equipamentos de segurança nos veículos, criação de leis que inibem o uso de substancia que alteram o comportamento dos motoristas, como a lei seca e o exame toxicológico, o aumento da fiscalização e o uso da tecnologia, a melhoria do nível escolar e a participação de grupos no desenvolvimento e promoção de campanhas que proporcionam a conscientização sobre o trânsito e a vida como o Movimento Maio Amarelo.

  • Claudio Viera de Moura
    Posted at 22:20h, 09 setembro Responder

    Quando estamos no caminho certo o resultado aparece, a redução na mortalidade ainda que não seja como um todo, faz parte de uma grande vitória, cada vida poupada, cada futuro em aberto é uma vitória de todos que lutam pelo trânsito seguro em todos os seguimentos da sociedade. Estamos na reta final da ‘DECADA” e temo um grande desafio pela frente nesta reta final, onde RADARES MOVEIS são retirados das estradas, e o CTB vira alvo de um PL que trás modificações polêmicas como aumento de numero de pontos a infratores, prorrogação de validade de exame médico com resultado direto no prazo de validade da CNH e uma alteração no mínimo estranha que transforma o “TRANSPORTE DE CRIANÇAS” (Art. 168) de multa para simples advertência. são várias alterações que com certeza irão impactar na segurança e na redução da morbimortalidade nas estradas, Vamos ficar atentos.

  • Elias Pinheiro
    Posted at 23:12h, 09 setembro Responder

    ELIAS TEIXEIRA PINHEIRO, Ex-PM, Professor e Ex-diretor de Trânsito de Triunfo/RS – Ante a timidez dos índices de redução de mortes no trânsito e, inclusive aumentos significativos em alguns modais, respectivamente relacionados aos modais de uso mais frequente nos respectivos estados, no período de análise dos dados, podemos ver a importância das campanhas educativas e repressivas (com maior fiscalização) e o envolvimento dos diversos atores do sistema de transito e mobilidade como um todo. O meu estado teve o menor índice de redução, além de apresentar aumento de mortalidade nos modais ciclistas e ocupantes de caminhão. Portanto, agora, de acordo com o que temos acompanhado nos últimos anos e as recentes campanhas desenvolvidas e a intensificação da fiscalização, acredito (e espero) que na atualização dos dados os índices tenham melhorado. A iniciativa do ONSV em recrutar mais observadores, os quais estarão se comprometendo a contribuir com campanhas, projetos e ações junto aos órgãos públicos e sociedade civil organizada, vem em boa hora para que possamos, oxalá, chegar ao fim da década com resultados bem mais satisfatórios.

  • Laura H. B. de Oliveira Alarcon
    Posted at 12:47h, 10 setembro Responder

    O território brasileiro é marcado por sua grande extensão territorial, ou seja, 8.514.876 km2 – 5a. maior do planeta.
    Temos vários “Brasis” dentro do próprio Brasil, culturalmente falando, o que afeta diretamente os acidentes de trânsito e suas consequências catastróficas.
    Desta forma, concordo plenamente com o argumento do José Aurélio Ramalho, quando afirma ser difícil, através das estatísticas apresentadas, saber qual foi a causa para a redução de mortes e acidentes em 2016.
    Para quem vive no Estado de São Paulo, próximo a Capital, não há como imaginar, que em várias rodovias do país, podemos encontrar motocicletas transitando com 04 pessoas, sendo 02 dessas crianças, como pude constatar, além de cidades onde CRIANÇAS pilotam motocicletas/ciclomotores livremente e sem capacete.
    No que diz respeito à trânsito, há uma cobrança comportamental desproporcional, desta forma, deve haver uma política de unificação tendo como exemplo quem está tentando fazer o melhor neste país.

  • Oszilene de Freitas Gazoni Ferreira
    Posted at 20:38h, 10 setembro Responder

    Estamos no caminho e precisamos avançar mais rápido. Lamentamos não possuirmos números consolidados e confiáveis, mas isso não nos impede, enquanto nação, tomar decisões com vista a preservação da vida e não apenas dos interesses.

  • Fabia Meireles Veras Oliveira
    Posted at 13:52h, 11 setembro Responder

    Infelizmente é triste a realidade nas estradas brasileiras, quando boa parte da população pensa em trânsito, o que vem à mente são os congestionamentos e chamada indústria da multa, mas o que temos é uma indústria da dor e da morte.!!

  • Georlize Oliveira Costa Teles
    Posted at 14:40h, 11 setembro Responder

    Acredito que a queda de mortes no trânsito em 2016, pode se dá em razão da conjugação dos diversos fatores apontados no texto. O aumento das fiscalizações, a Operação Lei Seca, campanhas de conscientização para o trânsito, O registro de que Sergipe figura dentre os estados que mais reduziram o número de mortes no trânsito em 2016,confirma o trabalho intenso realizado, especialmente na capital, na área de Educação para o trânsito. O estado de Sergipe em 2016, intensificou o trabalho de enfrentamento a questão da violência no trânsito tendo desenvolvido a Operação Lei Seca de modo efetivo e eficaz. A redução de 14% retrata o que se percebia nas vias. Trabalho integrado entre os organismos de segurança: PM, PRF, Secretaria da Saúde Municipal e Estadual e órgãos municipais de trânsito. Na capital, la Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito desenvolveu um trabalho intenso de campanhas educativas. Isso demonstra que é possível atingirmos o objetivo da Década de Ação para a Redução de acidentes de Trânsito. Vamos continuar perseguindo a meta.

  • CLESTON ANDRADE CAVALCANTE
    Posted at 14:56h, 11 setembro Responder

    Dados preliminares do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde apontaram uma redução nos últimos anos de quase 10% neste índice de mortes em acidentes de trânsito, porém o mesmo estudo também aponta o número crescente de internações. O presente estudo mostra que a redução de óbitos aponta que o brasileiro tem mudado aos poucos os hábitos ao volante e prezado cada vez mais pela vida e segurança. Vimos que acidente de trânsito causa não só danos morais e estético, mas principalmente a perda de entes queridos. Apesar de ter sido apontado estatisticamente a redução de mortes, ainda continua sendo um problema que precisa ser enfrentado com o apoio de toda a sociedade

  • WALLACE SILVA DE SOUSA
    Posted at 16:57h, 11 setembro Responder

    Notemos que de acordo com o artigo e com os dados, e apesar da redução, o país segue longe da meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), que prevê redução de 50% no número de vítimas em 10 anos, contados a partir de 2011.
    No Brasil, mais de 60% dos leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS) são ocupados por vítimas por acidente de trânsito. Nos centros cirúrgicos do país, 50% da ocupação também são por vítimas de acidentes rodoviários. Segundo o Observatório de Segurança Viária, Relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), os acidentes no trânsito resultam em custos anuais de R$ 52 bilhões.
    É essa nossa realidade hoje, pergunto, há o que se comemorar???

  • AIRTON ROCHA ALVES
    Posted at 19:14h, 11 setembro Responder

    Que bom que estamos no caminho , os números, mesmo que ainda expressivos, demostram que as campanhas, as fiscalizações e demais ações realizadas com o intuito de reduzir os números de acidentes, vem dando certo, muito ainda a ser feito, mas é fácil constatar que nunca se falou tanto em trânsito como nos últimos anos , mas volto a afirmar, além das campanhas educativas, os governos devem investir muito em infraestrutura, principalmente em rodovias mais seguras.

  • Bianca da Cruz Oliveira
    Posted at 20:36h, 11 setembro Responder

    Saber dessa redução, por mais discreta que seja, promove a esperança de que é possível alcançar a meta estabelecida na Década Mundial de Ação pela Segurança Viária. O caminho é continuarmos com a preocupação em desenvolver políticas voltadas à segurança viária, bem como aprimorar os veículos com itens que ofertem maior segurança, além de ampliar os projetos de sensibilização e educação para o trânsito e potencializar seu alcance.

  • savana gardelly silva lopes teixeira
    Posted at 20:40h, 11 setembro Responder

    Boa noite!Na minha concepção vários fatores contribuíram para isso,frota de veículos com equipamento melhores, uma maior conscientização de um transito melhor,lei seca,exame toxicológico,enfim fatos que impulsionam a população a ter uma maior atenção no transito,feliz pelos dados,mas ainda a muito o que melhorar e que os governos possam investir mais em infraestrutura com rodovias mais seguras.

  • Ana Paula Corrêa Fantin
    Posted at 22:08h, 11 setembro Responder

    Realmente, o comentário do presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária, José Aurélio Ramalho, atribuindo essa redução a um conjunto de fatores parece ser o mais plausível. Apesar de aparentar ser uma pouca redução, o importante é cada vez mais diminuirmos estes números, pois são vidas atrás das estatísticas.

  • AGUINÉLIA SOUSA
    Posted at 11:38h, 12 setembro Responder

    Os dados oficiais mais recentes, divulgados pelo Ministério da Saúde, mostram que no ano de 2017, 35.374 pessoas morreram no trânsito brasileiro. Em 2016 foram registradas 37.345 mortes. Esses números mostram uma queda de menos de 6% de um ano para o outro.
    Para o especialista Celso Alves Mariano, diretor do Portal do Trânsito e da Tecnodata Educacional, ao olhar os números, a conclusão é óbvia. “Precisamos de atitudes mais efetivas para humanizar o nosso trânsito. Não deveríamos estar dormindo tranquilos sabendo que tantos brasileiros morrem no trânsito”, avalia Mariano.
    Apesar da queda, o país segue longe da meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), que prevê redução de 50% no número de vítimas em 10 anos, contados a partir de 2011.

    https://portaldotransito.com.br/noticias/moto/dados-mostram-queda-no-numero-de-mortos-no-transito-brasileiro-mas-ainda-longe-da-meta

  • Priscilla M. Borges
    Posted at 15:45h, 12 setembro Responder

    Concordo com Ramalho quando atribui a discreta diminuição no número de acidentes a um conjunto de fatores. Porém, como apontado por Celso Mariano no artigo citado no cometário acima, é preciso repensar as ações para um resultado mais efetivo. O trabalho educativo, claro, tem um resultado mais perceptível a médio e longo prazo, logo, precisamos de ações que apresentem resultados a curto prazo.

  • Monique Machado
    Posted at 22:14h, 12 setembro Responder

    A década de ação para a segurança no trânsito tem mostrado-se positiva, dando os primeiros sinais que ações estruturas, equipes multidisciplinares, várias esferas unidas surtem efeito na guerra contra as mortes por acidentes.

  • Juliano Benfica Viana
    Posted at 23:32h, 12 setembro Responder

    No que se refere ao artigo publicado há de se ressaltar a edição da Lei Federal 13281/2016 que alterou os valores das multas de trânsito, a adoção obrigatória de dispositivos air bag e abs, o aumento das operações Lei Seca pelo país e a construção de mais ciclovias no municípios brasileiros.

  • Fabiana Dias
    Posted at 01:24h, 15 setembro Responder

    Apesar da redução de percentual, ele precisa ser melhorado intensificando campanhas e o governo fazendo o seu papel.

  • Pingback:MAIO AMARELO. Afinal, o que é isso? – Prefiro ir de bike
    Posted at 21:44h, 13 maio Responder

    […] 2011 a 2019 o número de fatalidades no trânsito brasileiro foi de mais de 300 mil pessoas, são números de uma guerra de grandes proporções, parece […]

  • Daniel Proszek
    Posted at 15:10h, 25 maio Responder

    Boa tarde, tudo bem? Saberia me dizer orque existe uma diferença tão grande entre total de obitos no datasus e no portal da transparência?

    Obrgadi

  • Richard Santos
    Posted at 13:46h, 17 outubro Responder

    Excelente estudo, e muito importante para sabermos como evitarmos acidentes.

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