OBSERVATÓRIO | Dados oficiais do Ministério da Saúde revelam queda de mortes no trânsito em 2016
19076
post-template-default,single,single-post,postid-19076,single-format-standard,ajax_fade,page_not_loaded,,hide_top_bar_on_mobile_header,qode-theme-ver-10.1.1,wpb-js-composer js-comp-ver-5.0.1,vc_responsive

Dados oficiais do Ministério da Saúde revelam queda de mortes no trânsito em 2016

Dados oficiais do Ministério da Saúde revelam queda de mortes no trânsito em 2016

Região Sudeste registrou a maior redução e a região Sul, a menor

 

O número de mortes em acidentes de trânsito no Brasil registrou redução geral de 3%, passando de 38.651 em 2015 para 37.345 em 2016. A comparação, feita pelo OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança, tem como base dados sobre as vítimas fatais nas vias e nas rodovias do país no ano de 2016, divulgados pelo DataSUS, do Ministério da Saúde.

A redução, conforme apurou a análise, ocorreu em todas as regiões do país. No entanto, aquela que apresentou maior redução foi a Sudeste (-5%). Na sequência têm-se as regiões Centro-Oeste (-4%), Nordeste (-3%), Norte (-2%) e Sul (-1%). Apesar de o número de mortes ter reduzido em comparação com o ano de 2015, ainda é um resultado tímido, principalmente com relação à expectativa de alcançar a meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) – de reduzir pela metade o número previsto de mortes para 2020.

O estudo demonstrou também como aspecto positivo o fato de a queda do número de fatalidades ter sido distribuída, em sua maioria, entre todos os modos de transporte. A maior redução se deu em relação a acidentes envolvendo ocupantes de ônibus que, segundo os dados do DataSUS, registraram queda de 23% quando comparado aos números de 2015. Na sequência constam os acidentes fatais envolvendo pedestres (-12%) e ciclistas (-4%), indicando uma provável melhoria na segurança dos usuários não motorizados.  Em termos de representatividade no total de mortes, em 2016 os motociclistas foram as principais vítimas (32%), seguidos pelos ocupantes de automóveis (24%) – que juntos totalizam mais da metade do número de óbitos. A participação dos modos nos anos de 2015 e 2016 pode ser analisada a partir dos gráficos da Figura 1 a seguir, de modo que se pode observar que não houve mudanças significativas na distribuição das mortes por modo de transporte.

Figura 1 – Mortes em acidentes de trânsito por modo de transporte da vítima em 2015 (à direita) e 2016 (à esquerda)

 

Ao analisar os registros do número de mortes no trânsito desde 2011 – início da Década Mundial de Ação pela Segurança Viária – até o ano de 2016, é possível observar uma redução geral de 15% no número de mortes no trânsito. Tal redução representa cerca de 50% da meta estabelecida até 2020, o que é um bom sinal, visto que o ano de 2016 corresponde a praticamente metade do período determinado pela Década, trazendo um cenário esperançoso para o país. Ao projetar a taxa de redução média desse período a partir de 2016, tem-se que no ano de 2020 o Brasil teria 33.061 mortes em acidentes de trânsito e chegaria muito próximo à meta de redução proposta para a Década (que resultaria em cerca de 31.000 mortes), conforme pode ser observado no gráfico da Figura 2 a seguir, elaborado pela equipe do OBSERVATÓRIO.

Figura 2 – Evolução da mortalidade no trânsito no Brasil e projeções até o final da Década

Fonte: Ministério da Saúde

 

Causas

O Presidente do OBSERVATÓRIO, José Aurélio Ramalho, argumenta ser difícil afirmar qual a causa para a redução de mortes em acidentes de trânsito nas vias e rodovias em 2016. Mas arrisca a atribuí-la a um conjunto de fatores. O aumento do valor das multas, os avanços na legislação e a adição de itens de segurança na frota (como airbag e ABS), como um todo, são prováveis fatores contribuintes para esta redução. Outros aspectos relacionados à mobilidade urbana, como a expansão da rede de ciclovias em muitas cidades brasileiras, e um número cada vez mais frequente de políticas voltadas para o usuário não motorizado, ele aponta também como causas positivas para a redução da mortalidade no trânsito. No caso da redução do número de mortes de ocupantes de ônibus, além de possíveis melhores condições de segurança neste tipo de transporte, outro fator pode estar associado a uma provável redução na circulação desses veículos, já que as vendas de óleo diesel diminuíram em torno de 4% em 2016 quando comparadas com 2015.

 

De modo semelhante, a maior aplicação da fiscalização, como, por exemplo, da “Lei Seca”, em um número maior de munícipios realizando operações, igualmente, pode ter contribuído. “Houve também a realização de campanhas de conscientização para um trânsito seguro, e, entre elas, destacamos o Movimento Maio Amarelo, que já se tornou uma ação que envolve toda a sociedade, órgãos públicos e privados em prol de um trânsito mais seguro”, pondera.

 

Ações como as citadas, somadas a novas medidas tomadas em 2016, como a obrigatoriedade do farol aceso em rodovias e as novas regras para a condução de caminhões (exame toxicológico), segundo Ramalho, podem ter auxiliado na continuidade de redução de acidentes de trânsito.

 

Cenário nos estados

 

Considerando as informações divulgadas pelo DataSUS, os estados que mais reduziram o número de mortes no trânsito em 2016 foram o Roraima (-36%), Ceará  e Sergipe (-14%). Já os que apresentaram os maiores aumentos foram Acre (+10%), Amapá, Bahia e Tocantins (+7%).

 

Detalhando um pouco mais o cenário, as maiores reduções no número de mortes por estado e por modo de transporte da vítima foram:

 

  • Pedestres no Pará (-42%), Rio Grande do Sul (-30%) e Sergipe (-25%);
  • Ciclistas em Roraima (-46%), Distrito Federal (-43%) e Amapá (-33%);
  • Motociclistas em Roraima (-47%) e no Rio de Janeiro (-31%);
  • Ocupantes de automóvel no Rio Grande do Norte (-41%), Roraima (-36%) e Sergipe (-20%);
  • Ocupantes de caminhão nas Alagoas, Amazonas, Roraima e Rio Grande do Norte, todos com redução de 100%, bem como Bahia (-53%), Santa Catarina (-51%), Amapá (-50%) e Roraima (-44%);
  • Ocupantes de ônibus em Amazonas e Rondônia, ambos com redução de 100%, além de Santa Catarina (-94%), Rio de Janeiro (-75%), Mato Grosso (-73%), Espírito Santo e Pernambuco (-67%), e Distrito Federal (-60%).

 

Por outro lado, os maiores aumentos no número de mortes por estado e por modo de transporte da vítima foram:

 

  • Pedestres no Amapá (+36%), no Mato Grosso (+18%) e na Paraíba (+13%);
  • Ciclistas no Acre (+60%), no Pará (+47%) e no Rio Grande do Sul (+43%);
  • Motociclistas nas Alagoas (+76%) e no Amapá (+44%);
  • Ocupantes de automóvel no Tocantins (+125%);
  • Ocupantes de caminhão no Maranhão (+204%), no Distrito Federal (+150%), no Rio Grande do Norte (+118%), no Rio Grande do Sul (+80%) e na Paraíba (+75%);
  • Ocupantes de ônibus no Paraná (+279%), no Pará (+267%), na Bahia (+233%) no Maranhão, Piauí e Ceará, todos com aumento de 100%, e em Goiás (+80%).

 

Dessa forma, fica o alerta para aqueles estados que apresentaram aumento do número de mortes em 2016. No gráfico da Figura 3 a seguir podem ser observadas as variações no número de mortes por estado.

Figura 3 – Variação no número de mortes no trânsito entre 2015 e 2016 nos estados e no Brasil

 

Além disso, a equipe do OBSERVATÓRIO também realizou análise dos dados a partir de indicadores de desempenho. Estes indicadores consistem no número de mortes/100 mil habitantes, que corresponde à quantidade de mortes que ocorre no trânsito a cada 100 mil habitantes; e também no número de mortes/10 mil veículos, que indica quantas mortes são registradas a cada 10 mil veículos circulando nas vias urbanas e rodovias. Em 2016, esses índices no Brasil foram 18,12 mortes/100 mil habitantes e 3,98 mortes a cada 10 mil veículos (deve-se tomar cuidado com o fato de que um baixo índice mortes/10 mil veículos pode ser devido à uma elevada frota e não necessariamente a um baixo número de mortes). Este tipo de análise auxilia no monitoramento da mortalidade no trânsito.

 

De acordo com o número de mortes de cada modo de transporte, bem como a frota relativa à este modo, e também à população residente de cada unidade federativa do Brasil, é possível observar que os estados que apresentam os maiores índices por modo de transporte, conforme indicado a seguir:

 

  • Maiores índices de mortes/100 mil habitantes
    • Pedestres: Distrito Federal (5,17), Paraná (4,21), Espirito Santo (3,83), Pernambuco (3,72), Santa Catarina (3,56);
    • Ciclistas: Mato Grosso do Sul (1,79), Piauí (1,46) e Roraima (1,36)
    • Motociclistas: Piauí (27,73), Tocantins (16,96), Maranhão (12,90), Mato Grosso (12,55), Sergipe (11,83) e Paraíba (10,35) – o índice de morte de motociclistas do gênero masculino por 100 mil habitantes é cerca de 20 vezes maior que o índice envolvendo o gênero feminino;
    • Ocupantes de automóvel: Tocantins (10,5), Paraná (8,23), Mato Grosso (8,14) e Santa Catarina (7,96);
    • Ocupantes de caminhão: Tocantins e Mato Grosso, ambos com 1,24 mortes/100 mil hab, Maranhão (1,05), Mato Grosso do Sul (0,86) e Goiás (0,73) – a taxa de morte de homens ocupantes de caminhão foi praticamente 15 vezes à de mulheres no ano de 2016;
    • Ocupantes de ônibus: Paraná (0,47) e Tocantins (0,26).

 

  • Maiores índices de mortes/10 mil veículos
    • Motociclistas: Piauí (11,90), Maranhão (9,60), Sergipe (9,18), Tocantins (8,41), Pernambuco (8,36) e Paraíba (7,7);
    • Ocupantes de automóvel: Tocantins (6,05), Maranhão (3,18), Paraíba (3,14), Piauí (3,07), Ceará (3,06) e Bahia (3,04);
    • Ocupantes de caminhão: Maranhão (12,33),
    • Ocupantes de ônibus: Paraná (8,40), Tocantins (5,88) e Maranhão (7,62);
56 Comentários
  • Reginaldo Frigeri Martins
    Postado às 11:45h, 21 novembro Responder

    Bom dia analisando o artigo, Ramalho nos da algumas pontos interessantes,mas a renovação da frota de veículos no cenário nacional, carros com melhores equipamentos de segurança, também ajuda na estatística da redução, pois nesses anos houve uma mudança na concepção de montagem dos carros, o transporte publico melhorou também a frota e lei seca e toxicológico exigidos nas empresas para os motoristas de coletivos de viagens ajudaram também na redução, nas cidades urbanas um dos motivos é o transito caótico não se anda em vários locais em metrópoles como são paulo em locais onde não há uma fiscalização efetiva há o aumento de mortes.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 19:08h, 21 novembro Responder

    Dados oficiais do Ministério da Saúde revelam queda de mortes no trânsito em 2016

    “O número de mortes em acidentes de trânsito no Brasil registrou redução geral de 3%, passando de 38.651 em 2015 para 37.345 em 2016. A comparação, feita pelo OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança, tem como base dados sobre as vítimas fatais nas vias e nas rodovias do país no ano de 2016, divulgados pelo DataSUS, do Ministério da Saúde.”

    Eu não poderia iniciar o meu comentário sobre o presente artigo, sem dizer que se trata de uma EXCELENTE notícia, pois, por mais tímida que seja, a REDUÇÃO DE ACIDENTES DE TRÂNSITO, principalmente os que apresentam maior severidade e que geram vítimas fatais, sempre é bem vinda e desde já parabenizamos os ESTADOS da federação brasileira que demonstraram redução nos índices de vítimas fatais. Tenho certeza, que muitos Estados e Municípios brasileiros estão buscando se empenhar em prol de ações que visem uma redução ainda maior no número de vítimas fatais no trânsito brasileiro, bem como e infelizmente, existem centenas e ou milhares de municípios brasileiros que estão de braços cruzados, sem fazem nada em prol da educação e da segurança no trânsito, na verdade, sequer MUNICIPALIZARAM O SEU TRÂNSITO, uma situação que em breve mudará com a aprovação do projeto de lei apresentado pelo ONSV.
    Outro ponto também muito importante para ser citado, diz respeito a necessidade de termos uma ESTATÍSTICA DE ACIDENTES DE TRÂNSITO cada vez mais confiável, haja vista, que segundo diversos especialistas na área de trânsito, os números de mortes no trânsito brasileiro chegarem a algo próximo de 50.000 mortes/ano. Nesse sentido, vejo como um dos pontos a serem regulamentado e melhorado nessa vertente, diz respeito a necessidade de ACOMPANHAMENTO DA VÍTIMA DE ACIDENTES DE TRÂNSITO EM ATÉ 30 (TRINTA) DIAS, pois, existem situações de pessoas que sofrem acidentes de trânsito, são liberadas/ recebem alta hospitalar e algum tempo depois vem a óbito, ou seja, da necessidade de uniformizar as pesquisas e tratamentos de dados de acidentes de trânsito no Brasil.

  • Adroaldo Pereira Santos
    Postado às 13:54h, 23 novembro Responder

    Como é importante dados estatísticos, os números dão informações importantes e percentuais que mostram reduções, mesmo que uma porcentagem pequena, mais de grande importância..

  • Abimadabe Vieira
    Postado às 11:04h, 25 novembro Responder

    Apesar do registro de quedas de mortes no trânsito brasileiro, fica longe a possibilidade de comemorar, pois a redução é mínima em comparação com o compromisso do Brasil perante a ONU de reduzir em 50% os acidentes. O estudo estatístico, no entanto, nos impulsionam a investir e reivindicar em programas e projetos que de fato conseguem mobilizar a sociedade para mudar seu comportamento no trânsito.
    O Maio Amarelo e a Lei Seca são instrumentos que possibilitaram uma verdadeira mudança da conduta do cidadão, requer aos órgãos públicos de todas as esferas, adicionar recursos para alcançar uma redução favorável, devendo ser tratado com responsabilidade e urgência.

  • Marcelo Marcelino de Melo
    Postado às 16:20h, 25 novembro Responder

    Mais um excelente artigo e esse com uma notícia boa que foi a redução de mortes no trânsito em 2016. Concordo com o Ramalho que atribui a queda ao aumento do valor das multas, os avanços na legislação.

  • Noe M. Silva
    Postado às 16:18h, 26 novembro Responder

    Em meio a campanha da ONU em reduzir em 50%, estamos longe da meta. Não costumo ser pessimista, mas acho que apesar de todo esforço falta ainda uma participação maior dos governos em campanhas e programas para sucesso desse projeto. As prefeituras na sua grande maioria acha que o estado é quem deve fazer algo. E o estado acha que é o governo Federal a responsabilidade. Enquanto isso o tempo passa….

  • JAIR SOARES
    Postado às 17:15h, 26 novembro Responder

    Infelizmente hoje 95% dos ACIDENTES e falha Humana, porem conforme mencionado no meio do texto tivemos uma queda significante muito pouca onde um grande conjunto de fatores poderia ser maior a redução dos acidentes como: airbag e ABS, campanha de LEI SECA, Toxicológico entre as fiscalizações como agentes Federais, radares inteligentes e campanhas esses números iram cair e muito porem falta a conscientização de todos no transito onde somos todos iguais.
    transito seguro Já.

    “Todos os motoristas são pedestre. porem nem todo pedestre sera motorista.”

    JAIR SOARES.

  • Adriana Modesto
    Postado às 17:35h, 26 novembro Responder

    Infelizmente apesar do estudo revelar redução do número de mortes no contexto do trânsito tendo em vista a série histórica, estando em 2018 já é possível (conforme órgãos de trânsito) afirmar que as metas estabelecidas para a década não serão alcançadas. Diante do exposto é importante identificar quais sejam os pontos nevrálgicos que impedem tal alcance. Conforme descrito na matéria, vários são os fatores que podem ter influenciado para a redução expressa, talvez, então, uma estratégia viável seria intensificá-los e buscar a correção e calibragem daquilo que tem dificultado avanços mais significativos. (Adriana Modesto)

  • ARTHUR HENRIQUE ASSUNÇÃO MAGALHÃES
    Postado às 17:56h, 28 novembro Responder

    A queda do número de mortes constatada em 2016 é uma amostra e um incentivo de que a temática está sendo tratada em todo o país e que os esforços deram resultado, mas precisam continuar com mais afinco.

    Não há nada mais motivador para quem trabalha com trânsito do que verificar que as ações estão alcançando o objetivo. Apesar da dificuldade para alcançar a meta em 2020, as ações governamentais e de organizações do alto nível do OBSERVATÓRIO não podem diminuir.

    Em Brasília, particularmente, vivemos a contradição de sermos a capital da faixa de pedestre e ao mesmo tempo apresentar o maior índice de pedestres mortos por 100 mil habitantes (5,17). Os avanços conquistados em determinado momento não podem ser esquecidos. Fomentar o respeito ao pedestre deve ser matéria obrigatória de todos as políticas públicas de trânsito.

  • Jackson Fernandes
    Postado às 09:24h, 29 novembro Responder

    Interessante conhecer os estarrecedores números das mortes provocadas no trânsito. Não dá pra comemorar nada ainda, talvez, uma redução por três anos seguidos, nos acenderia uma luz no fim do túnel.
    Ainda que tenhamos perdido a meta compactuada com a ONU, qualquer redução nos traz um alento.
    Não podemos deixar de citar e parabenizar o trabalho do Observatório Nacional de Segurança Viária, com suas campanhas e o Movimento Maio Amarelo. Abracei a causa e propago aqui todas as campanhas. Aqui a redução também foi tímida (-3,68%), mas foi redução – de 958 acidentes registrados em 2016, diminuímos para 924 em 2017 (acidentes totais – fonte SEDS/MG).
    Municípios, como o meu, ainda carecem de dados mais completos – aqui esses dados são divulgados pela SEDS/MG, mas somente números de acidentes com vitimas, sem vitimas ou totais, não pormenorizam. Agora que o município se integrou ao SNT, acredito que passaremos a ter acesso a dados mais completos e poderemos colaborar para mais ações de educação e prevenção de acidentes de trânsito.
    Muito importante conhecer os dados estratificados, regionalizados e por modais, para que as ações de redução sejam tomadas em todas as esferas da administração pública.

  • THAIS COSTA ZANLUQUI
    Postado às 10:48h, 29 novembro Responder

    Avanço na legislação, fiscalização e campanhas educativas são extremamente importantes nessa estatística.

  • THAIS COSTA ZANLUQUI
    Postado às 10:50h, 29 novembro Responder

    Avanço na legislação, fiscalização e campanhas educativas são extremamente importantes nessa estatística, e que cada vez mais intensificando as campanhas..

  • TALITA DE SOUSA LIMA
    Postado às 15:39h, 29 novembro Responder

    Alarmantes os números de mortes no trânsito, ainda que com significativa melhora. Ainda que o PI, meu estado, tenha conseguido reduzir esse índice em 6% em 20016, os números reais de mortes, principalmente com motocicletas, é espantoso. Acredito na força da fiscalização, com leis cada vez mais duras, e também com as melhorias da indústria de transporte que trazem cada vez mais veículos com um bom nível de segurança, mas sei que a Educação do motorista seja fator determinante para a mudança efetiva desses números.

  • Maria Cristina Alves
    Postado às 09:54h, 01 dezembro Responder

    Embora seja uma boa noticia a ser comemorada a redução de mortes por acidentes no Brasil, esta redução ainda é muito tímida se comparada com a expectativa de redução necessária para um transito mais seguro.
    Interessante observar o índice especifico que faz menção a redução nos dados de Transporte Coletivo; ressalto porém que a renovação de frota , fiscalização e uma legislação mais efetiva se faz necessário.

  • JOSÉ CLAUDIO DA SILVA
    Postado às 10:23h, 02 dezembro Responder

    Belíssimo artigo! Gostei bastante da riqueza de fatores citados como responsáveis na redução de acidentes de trânsito.

  • Andreia Paula de Resende
    Postado às 21:03h, 02 dezembro Responder

    O Brasil pois, está no caminho certo: creio eu, assim como o Presidente do Observatório, Sr. José Aurélio Ramalho que um conjunto de fatores tem contribuído para essa queda nas mortes por acidentes de trânsito. “Aumento do valor das multas, os avanços na legislação (…)” dentre outros. Assim sendo, é SINE QUA NON ampliar os estudos e dar a eles um lugar de destaque para que as políticas públicas sejam cada vez mais efetivas e eficazes. E que elas tenham como fio condutor a urgência. Afinal, a cada dia que se passa são mais de, em média, 100 vidas perdidas!!!!

  • CARLOVAN PORTO DA SILVA
    Postado às 21:16h, 02 dezembro Responder

    Vimos acompanhando os dados do data-sus analisados e apresentados aqui nesse importante artigo do Observatório através de um curso que está implementando uma política pública experimentada e aplicada na Inglaterra para a redução dos acidentes graves e fatais numa boa parte dos municípios brasileiros. Trata-se da implementação do “Programa Vida no Trânsito” institucionalizado pelo Ministério da Saúde em parceria com o Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da UFG-GO e o Departamento de Saúde Coletiva. O PVT consiste basicamente num curso a distância onde os participantes selecionados previamente dos setores de saúde, trânsito, segurança, educação, engenharia e outros recebem orientações a partir do guia impresso “Vida no Trânsito” para implementação do programa em seu município, fruto de parcerias entre iniciativa pública, privada e ONGs. Concordo plenamente com as possíveis características pontuadas pelo Sr. Ramalho na prevenção do obituário do trânsito brasileiro, entretanto, acrescentaria também como parte dessa prevenção esse programa audacioso que também faz parte da estratégia da década mundial para redução de mortes e está contabilizando um importante saldo positivo na redução das vítimas do trânsito violento, onde a implementação do programa já é uma realidade. É o caso por exemplo de algumas cidades como Salvador, Campo Grande dentre outras. Importante se faz o Observatório analisar e até apoiar essa que é uma iniciativa em construção incipiente no Brasil que está se estendendo por vários estados, fica aqui a sugestão.

  • MARCOS ANDRÉ FARIAS DE LIRA
    Postado às 23:39h, 02 dezembro Responder

    Deduz-se com esta estatística que estamos caminhando para atingir a exortação da ONU quanto a década mundial de redução dos acidentes de trânsito 2010-2020. Contudo o número de 30mil mortes por ano (meta da ONU) ainda assim é um número muito expressivo de vidas ceifadas no trânsito. O trabalho do Observatório Nacional de Segurança Viária sem dúvidas é uma grande estratégia para que as metas tenham resultados que superem a expectativa de redução gerada pela ONU.

  • Stefania Alvise Marcelo
    Postado às 19:54h, 04 dezembro Responder

    Vimos através deste artigo e dados estatísticos que houve sim uma melhora dos índices de morte em todo país. Estes dias na televisão vi que Salvador já conseguiu bater a meta e estão fazendo um documentário sobre isto. Os carros estão melhor equipados, garantindo maior segurança e estabilidade, os pneus, toda parte de EPI (Equipamento de Proteção Individual) de motos e bicicletas também estão fornecendo mais qualidade e segurança com tecnologia e maiores estudos para que, em caso de acidentes, a pessoa possa estar protegida e que os EPI aguentem impactos. O panorama nacional nos dá esperança, e em algumas regiões há maior necessidade de um olhar mais profundo sobre a importância de se discutir e colocar em pauta as Leis e a conduta de todos os motoristas, de modo a abranger todos os tipos de modais. Mas o quadro é animador!

  • Sérgio Augusto de Carvalho
    Postado às 23:09h, 05 dezembro Responder

    Pelo o altíssimo índice de mortes no trânsito que ainda são registrados nas estatísticas brasileiras, uma discreta redução na mortalidade pode sinalizar que estamos no caminho certo porém muito longe de se comemorar principalmente frente ao significativo aumento da frota veicular. No Brasil temos ferramentas importantes já definidas em estudos técnicos, vários entes mobilizados e atuantes para melhorias dos resultados e um bojo de leis razoavelmente satisfatórios. Porém, precisamos definir ações mitigadoras importantes para acelerarmos ainda mais a redução do índice de mortalidade no trânsito brasileiro, cabendo aos órgãos públicas, entidades vocacionadas reavaliar todo o processo já implantado.

  • ARLEI SOUZA DE OLIVEIRA
    Postado às 23:14h, 05 dezembro Responder

    È muito importante agente poder verificar através de pesquisas, que houve uma queda no número de vitimas nos acidentes de trânsitos. Por menor que seja essa quantidade é importantíssimo a tendência negativa neste gráfico. Apesar de ser uma redução muito pequena, é importante saber que vidas foram salvas. No entanto eu ainda vejo com muito pessimismo e até certa e revoltante perplexibilidade ler e concordar que se morrer 31 mil pessoas no trânsito em um ano no Brasil, nós alcançamos a meta estipulada pela campanha da ONU. Acho repulsivo agente ao menos pensar numa loucura dessa,. Meu Deus ! `À que pontos chegamos ??????

  • Waldete R. Rodrigues
    Postado às 15:12h, 06 dezembro Responder

    A notícia nos anima, demonstrando que já está surtindo efeito os feitos anteriores, porém como citado em comentário acima pelo o colega ABIMADABE VIEIRA, “está longe de comemorar”, pois não fica possível, pelo o estudo, observar se houve queda no número de acidente. Vale lembrar da grande dificuldade de mensurar a quantidade exata do número de acidentes no país, uma vez que muitos nem se quer são registrados. Embora quando levamos em conta o quanto de sofrimento que envolve uma morte, nos alegramos por pouco que seja esses números, de pessoas que deixaram de morrer.

  • Emanoel Placido da Silva
    Postado às 10:46h, 07 dezembro Responder

    A redução nos números indica que os trabalhos desenvolvidos com esse objetivo estão surtindo efeito, porém, ainda há muito o que se fazer. A meta ainda está longe de ser alcançada e, o trabalho do ONSV é de fundamental importância nesse sentido!
    Parabéns!!!

  • Mercia Gomes
    Postado às 19:37h, 07 dezembro Responder

    Esse numero que diminuiu em 2015, ainda não é dado estatístico para comemoração, não iremos conseguir os 50% solicitado pela ONU, não estamos no alcance minimo de diminuição de acidentes por mortes. Ademais, necessário que a pesquisa demonstre quais os período desse ano, já que, somente nessa data especifica houve a diminuição “significativa” a qual nem houve permanência, portanto, no minimo deveria ter diminuído proporcionalmente os demais anos da sequencia, todavia, não incorreu. Devemos lembrar que, existem regiões no Brasil, que os números nem existem, sendo essas, regiões pelas quais o numero de acidente com morte é ainda alarmante.

  • Paulo Botelho
    Postado às 22:36h, 07 dezembro Responder

    Ler a palavra QUEDA nos anima muito, mas precisamos melhor muito ainda. Também acredito que os avanços na legislação, os itens de segurança e os valores nas multas contribuíram muito para esse resultado.

  • Adelmo Oliveira Amorim
    Postado às 10:31h, 08 dezembro Responder

    Aprendi a comemorar cada vida salva no trânsito, simbolicamente falando, conforta e dar sentido a todos os esforços daqueles que combatem as estatísticas tão altas de mortes no trânsito, mesmo que fiquem longe das expectativas sempre otimistas de quem sonha com dias melhores e os motivos para esta tímida queda apontados por Ramalho no artigo só demonstram que enquanto a educação para o trânsito e o respeito as normas não avançam de forma efetiva, outras ações vem acontecendo e estar servindo pelo menos para frear esse pesadelo que estava em uma crescente nos últimos anos.

  • MILTON RODRIGO LACERDA
    Postado às 19:27h, 08 dezembro Responder

    6 Apesar da redução, ainda temos muito trabalho para fazer, pois não estamos nem perto da meta estabelecida pela ONU, mas acredito que o País está acordando e estamos seguindo no caminho certo.

  • Carlos Eduardo
    Postado às 13:47h, 09 dezembro Responder

    Entendo que toda redução seja de óbitos ou acidentes devam ser comemoradas, mas temos que reconhecer, estamos muito longe do ideal e esta redução em 2016 em parte se deve a crise econômica que atingiu o país. Estes dados devem ser a base para pensar as ações e fica evidente que precisamos trabalhar muito, usando como exemplo os motociclistas que são o principal grupo de vitimas no trânsito, com os números mais detalhados podemos entender quem são estas pessoas e como elas estão morrendo, e assim focar a ação no publico alvo, sem achismos ou teorias sem embasamento.
    Conhecer os dados é fundamental assim como saber interpretar eles para focar os recursos escassos em ações eficientes.

  • Lindolfo Matheus Hardt
    Postado às 14:12h, 10 dezembro Responder

    Infelizmente o Brasil ficará longe de atingir a meta, a verdade é que demorou para colocar em prática ações eficazes, a redução desses números exorbitantes merece ações conjuntas, politicas publicas sérias e uma reeducação da sociedade.

  • Júlio César Gonçalves da Silva Santos
    Postado às 09:59h, 11 dezembro Responder

    A redução na região sudeste se deu com o excelente trabalho dos Detrans, bem como as desenvolvidos pelas Epts. Com uma fiscalização eficiente por parte das autoridades.

  • André M. Lourenço
    Postado às 03:12h, 12 dezembro Responder

    As quedas em 2016 foram apenas um momento de alegria, pois em 2017 subiu um pouco, sim a melhoria dos veículos com a introdução de equipamentos de segurança foi fundamental, mas devemos salientar nesse quesito que vários veículos nacionais são reprovados em testes de segurança, inclusive alguns tendo índice pior que o mesmo veiculo produzido na Europa, o que nos mostra que as montadoras estão apenas preocupadas com o lucro e nunca farão nada que não forem obrigadas, dai a importância de corrermos para aprovar leis mais rigorosas na fabricação de veículos e equipamentos de segurança. Outro dado interessante é que veículos reprovados nos teste continuam entre os mais vendidos mesmo depois da divulgação dos testes o que mostra um certo descrédito por parte da população quanto aos teste sérios executados pelo Latin Ncap.
    Vamos aguardar os dados de 2018 e continuar trabalhando para redução nos índices.

  • Ronaro Ferreira
    Postado às 13:22h, 12 dezembro Responder

    O número de mortes por trânsito no Brasil tem oscilado bastante, sobe num ano, desce no outro e volta a subir. Tivemos agora 2 anos seguidos de queda. (Tomara que isto se mantenha.)
    Eu penso que nossas análises devem fazer comparações de períodos mais longos, pelo menos 3 ou 5 anos. A imprensa normalmente se concentra em apenas 2 anos.
    Se olharmos o período de 2010 até 2016, TODAS AS CAPITAIS REDUZIRAM SUAS ESTATÍSTICAS DE MORTE NO TRÂNSITO.
    Isto é um ganho e um ótimo indicador.
    Precisamos levar a eficácia das políticas nas capitais para as cidades do interior.
    E cumprir e ultrapassar a meta da OMS.

  • Miriam Pimentel Falleiros
    Postado às 17:29h, 12 dezembro Responder

    Muito bom o artigo com tantas informações, porém é uma pena que esta queda não é constante e em 2017 o número de mortos veio a crescer consideravelmente em relação ao ano de 2016, mas os fatores que fizeram reduzir acidentes precisam sim ser analisados, repetidos e implementados de maneira mais padronizada em diferentes estados para que consigamos chegar a visão de zero mortes no trânsito.

  • Rafael da Silva Souza
    Postado às 13:41h, 13 dezembro Responder

    Boa tarde, analisando os estudos feitos pelo Observatório e Dr.Ramalho, o número de mortes no trânsito teve um redução considerável, devido as fiscalização, e também levando em consideração aos equipamentos de segurança que vem melhorando ainda mais ( airbag, freio ABS), e outros sistemas para melhorar o conforto e a seguranças dos ocupantes. Com isso melhorando a educação de condutores e pedestres e fiscalizações mais ostensivas o trânsito brasileiro tende a ficar melhor.

  • Elaini Karoline Russi
    Postado às 17:07h, 13 dezembro Responder

    Os dados são importantes fontes de informações para analisar a realidade do trânsito no Brasil. Porém é preciso atentar que em alguns casos os dados não representam a totalidade da realidade brasileira, muitas vezes os dados abrangem somente uma parcela dessa totalidade da realidade brasileira. Existem três fontes de dados que buscam contabilizar as mortes em acidentes de trânsito no Brasil: DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito; DATASUS – Banco dos dados do Sistema Único de Saúde/MS; e Seguros DPVAT – Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre ou por Carga a Pessoas Transportadas ou Não (sob responsabilidade da Seguradora Líder DPVAT). As três fontes de dados possuem bases com estatísticas completamente distintas o que leva a cogitar que os dados “reais” tendem a ser “maiores estatisticamente” (“ou piores”) do que os apresentados pelas três fontes separadamente. Dentre as três fontes de dados apresentadas, os próprios critérios para contabilizar as mortes em acidentes de trânsito são diferentes, dificultando o grau de fidedignidade em relação aos dados obtidos. O DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito), por exemplo, elabora seus relatórios anuais a partir dos boletins de ocorrência lavrados pela polícia e computa apenas as mortes in loco (no local) (CNM, 2009). No entanto, muitas vezes a vítima morre posteriormente, por exemplo, no hospital e esse dado não é computado pela polícia e, portanto não faz parte da estatística de acidentes de trânsito contabilizados pelo DENATRAN (CNM, 2009). O Ministério da Saúde, por meio do DATASUS, a partir da documentação do SUS (Sistema Único de Saúde) inclui nas estatísticas de óbitos decorridos de acidentes de trânsito as mortes ocorridas em estabelecimentos de saúde (CNM, 2009). Por fim, a Seguradora Líder DPVAT apresenta seus dados a partir da quantidade de seguros pagos (indenizações) por mortes no trânsito anualmente (CNM, 2009). Diante da diferença entre os critérios apresentados por cada uma das fontes indicadas, DENATRAN, DATASUS e Seguradora Líder DPVAT, para contabilizar as estatísticas de mortes no trânsito, é possível compreender porque os dados, apresentados em relatórios anuais, são tão diferentes entre si e distorcidos em comparação com a realidade dos prejuízos causados como resultado do fato de os usuários não estarem transitando de maneira segura na via. Pois cada fonte conta com somente uma forma de registro das mortes decorridas em acidentes de trânsito e as três fontes de informação não interagem entre si. Essa realidade demonstra a necessidade de criar uma base de dados aonde sejam computados todos os tipos de morte, assim teremos dados fidedignos a totalidade da realidade brasileira.

    Referências:
    Confederação Nacional de Munícipios. (2009). Mapeamento das mortes por acidentes de trânsito no Brasil. Estudos Técnicos. Retirado de: http://www.pmrv.sc.gov.br/publicacoesETrabalhosArquivo.do?cdPublicacao=2490

  • Glendo Ghess de Amorim
    Postado às 17:16h, 13 dezembro Responder

    Os dados são animadores quanto a redução de acidentes de trânsito no Brasil. Mas será que eles representam a totalidade de mortes em acidentes de trânsito? Pode parecer uma questão entre pessimista e otimista, mas não é. A questão é o quanto fidedigno são os dados e o quanto eles abrangem a totalidade da realidade. A obtenção de dados é extremamente importante para diagnosticar, analisar e propor intervenções, por isso quanto mais sinceros forem os dados, melhor será as condições para propor intervenções. É fato que as ações da década mundial para redução de acidentes está tendo resultados, mais precisar esses resultados com as intervenções realizadas aumenta as chances de avaliar a eficacia das ações.

  • Cléo Barbosa Cardozo
    Postado às 20:08h, 13 dezembro Responder

    Apesar da redução dos acidentes fatais, não é um número a se comemorar, pois pessoas continuam perdendo a vida nas vias brasileiras. Mas importante o registro por regiões e atores do trânsito para que se desenvolva ações especificas com intuito de uma redução mais expressiva.

    Parabéns ao ONSV pela analise dos dados.

  • Sílvia Miranda Rosa de Lima
    Postado às 23:53h, 13 dezembro Responder

    A redução do número de mortes no trânsito brasileiro evidencia a possibilidade de atuação efetiva para solução do problema. Embora as taxas de mortalidade pela causa ainda esteja muito acima do que era esperado, a transformação progressiva no cenário desde o início da Década Mundial de Ação pela Segurança Viária , em 2011, demonstra os impactos positivos da soma de esforços dos diversos setores da sociedade para alcançar um objetivo comum. Apesar do Brasil estar distante de conquistar a meta assumida de até 2020 reduzir pela metade o número óbitos decorrentes dos ferimentos causados pelos acidentes nas vias, os resultados expostos reforçam a esperança em relação à promoção da segurança viária. Como também tendem a sensibilizar a sociedade para a reflexão sobre o potencial de ação para superação deste fator que gera imensurável sofrimento para a vida de tantos brasileiros ainda nos dias de hoje, embora seja comprovada a possibilidade de agir por sua prevenção.

  • Arilmar Teixeira da Silva
    Postado às 02:23h, 14 dezembro Responder

    A Noticia nos da uma injeção de animo , saber que estamos no caminho certo e que todos nós estamos empenhados nesta busca de redução. Evidente que os vários fatores positivos enumerados pelo Ramalho foram sim cruciais para diminuição, mas entendemos que as campanhas , a divulgação e o trabalho de educação para o trânsito atingindo os variados níveis de trânsito foram os motivadores também desta diminuição. Como colocado nos comentários a implantação dos BRts com pistas próprias evitando contatos com outros veículos, as passagens de nível para pedestres (faixas elevadas) como estratégias de visibilidade também, e o respeito pelos condutores neste contexto de travessia ( educação no trânsito com pedestre), faixas exclusivas de ciclistas entre outros aspectos somaram-se a diminuição. Mas percebemos que aqueles Estados que houveram uma diminuição merece ainda manter uma constante conscientização para que possam ainda diminuir mais , e aqueles estados que por sua vez ainda não conseguiram diminuir o trabalho ainda e árduo para que possa ser investido maior atenção nos quesitos educação e segurança no trânsito. É grande o labor , mas esta matéria temos que trabalhar a todo custo para que possamos conscientizar aos mais variados atores do trânsito que esta é uma responsabilidade de todos.

  • Fabio Fernandes Silva Alves
    Postado às 18:40h, 14 dezembro Responder

    Muito bem observado as possíveis causas da redução dentro de um contexto geral, essas tecnologias aliadas as campanhas de educação foram primordiais para essa tímida redução de mortes no trânsito.

  • MAURICIO PONTELLO
    Postado às 10:02h, 15 dezembro Responder

    Estamos no caminho e precisamos avançar mais rápido e para isso já sabemos muito do que é preciso ser feito.
    Ainda é intrigante não possuirmos números consolidados e confiáveis, mas isso não nos impede, enquanto nação, tomar decisões com vista a preservação da vida e não apenas dos interesses comerciais.

  • Amilton Alves de Souza
    Postado às 00:04h, 16 dezembro Responder

    Confesso que fique extremamente surpreso, ao analisar analisar a taxa de redução média desse período a partir de 2016, conforme demonstrado no gráfico da figura 2, tem-se que no ano de 2020 o Brasil teria 33.061 mortes em acidentes de trânsito e chegaria muito próximo à meta de redução proposta para a Década (que resultaria em cerca de 31.000 mortes),
    Foi uma surpresa muito positiva, mas não devemos nos acomodar afinal o índice ainda é muito alto, qualquer vida perdida por negligência imprudência ou imperícia no trânsito deve ser combatida.
    .

  • Priscila Uliana Albarice
    Postado às 03:04h, 16 dezembro Responder

    Estamos no caminho certo mas ainda há muito a se fazer. É necessário que haja aumento nas campanhas de conscientização, alterações legislativas, soluções de engenharia, comprometimento dos órgãos públicos e, principalmente, aumento na correta fiscalização para que possamos não só atingir a meta da ONU mas que possamos, um dia, não ter mais noticias de vítimas do trânsito.

  • ROKMENGLHE VASCO SANTANA
    Postado às 10:13h, 16 dezembro Responder

    Apesar da variação positiva no número de mortos no trânsito em alguns estados, o estudo demonstra a viabilidade da redução da acidentalidade. É fundamental sempre o engajamento de todos nessa causa. De suma importância é a atuação conjunta e integrada de todos os órgãos de segurança viária.

  • José Carlos de Lima Souza.
    Postado às 11:46h, 16 dezembro Responder

    Mais uma vez, como sempre, o OBSERVATÓRIO apresenta, à sociedade brasileira, autoridades públicas e demais pessoas interessadas neste relevante e crucial tema de segurança viária, dados técnicos comparativos com informações fundamentadas por informes técnicos relevantes sobre vítimas fatais, tanto em vias quanto rodovias nacionais no ano de 2016 comparados com o passado ano de 2015. Informações com base em relatórios capacitados pelo sistema DataSUS do Ministério da Saúde. Merece estudo detalhado pelos interessados. em busca de dados confiáveis.

  • Beatriz Rocha Araujo
    Postado às 12:30h, 16 dezembro Responder

    De acordo com os dados datasus, as mortes ocasionadas por acidentes de trânsito diminuíram no ano de 2016, a fiscalização e mudanças na legislação favoreceram a redução no percentual de mortes no trânsito, já que as multa passaram a ser mais severas e honerosas para os motoristas. Ainda precisamos reduzir o percentual de mortes no trânsito para atingir as metas estabelecidas pela ONU.

  • Carlos Rummenigge Moreira da Silva
    Postado às 17:25h, 16 dezembro Responder

    Entender esse conjunto de causas que fizeram reduzir o número de mortes é algo importantíssimo. Pois, a partir daí, poder-se-ia trabalhar mais sistematicamente em cima disso. Que essa luta seja de todos os que compõem o Sistema Nacional de Trânsito.

  • Fredis Ribeiro da Costa
    Postado às 20:26h, 16 dezembro Responder

    O Código de Trânsito Brasileiro endureceu as punições aos infratores e previu medidas educativas e preventivas consideradas modelo. Ocorre que é necessário uma fiscalização mais efetiva, para que não se de credibilidade para a sensação de impunidade.

  • Carlos José Antônio Kümmel Félix
    Postado às 20:41h, 16 dezembro Responder

    ESTUDOS E PESQUISAS: O estudo demonstrou também como aspecto positivo o fato de a queda do número de fatalidades ter sido distribuída, em sua maioria, entre todos os modos de transporte.

  • Número de mortes no trânsito cai 9,1% em dois anos - Tá no Site
    Postado às 10:09h, 18 dezembro Responder

    […] Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) analisou os números de óbitos no trânsito desde 2011 até 2016. Neste período, houve redução de 15% de casos, o que […]

  • Número de mortes no trânsito cai 9,1% em dois anos - Portal Tanacidade.com
    Postado às 12:18h, 18 dezembro Responder

    […] Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) analisou os números de óbitos no trânsito desde 2011 até 2016. Neste período, houve redução de 15% de casos, o que […]

  • Número de mortes no trânsito cai 9,1% em dois anos – Folha de Cianorte
    Postado às 08:50h, 20 dezembro Responder

    […] Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) analisou os números de óbitos no trânsito desde 2011 até 2016. Neste período, houve redução de 15% de casos, o que […]

  • Despachante Novo Mundo » Número de mortes no trânsito cai 9,1% em dois anos
    Postado às 18:30h, 26 dezembro Responder

    […] Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) analisou os números de óbitos no trânsito de 2011 até 2016. Neste período, houve redução de 15% de casos, o que representa […]

  • Romeu Despachante » Número de mortes no trânsito cai 9,1% em dois anos
    Postado às 21:03h, 26 dezembro Responder

    […] Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) analisou os números de óbitos no trânsito de 2011 até 2016. Neste período, houve redução de 15% de casos, o que representa […]

  • Número de mortes no trânsito cai 9,1% em dois anos | Raul
    Postado às 21:10h, 26 dezembro Responder

    […] Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) analisou os números de óbitos no trânsito de 2011 até 2016. Neste período, houve redução de 15% de casos, o que representa […]

  • MAX Despachante » Número de mortes no trânsito cai 9,1% em dois anos
    Postado às 23:01h, 26 dezembro Responder

    […] Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) analisou os números de óbitos no trânsito de 2011 até 2016. Neste período, houve redução […]

Escreva um comentário