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Idosos são os que mais morrem em atropelamentos no Brasil
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Idosos são os que mais morrem em atropelamentos no Brasil

Idosos são os que mais morrem em atropelamentos no Brasil

É necessário melhorar as políticas públicas que garantam segurança nos deslocamentos para quem tem mais de 60 anos

Primeiro de outubro é marcado pelo Dia do Idoso. A data motivou o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, por meio da parceria mantida com a Divisão de Engenharia de Transportes e Mobilidade da Universidade Federal do Paraná (UFPR), a uma análise quanto ao crescimento da população a partir de sessenta anos no Brasil e qual o impacto nos acidentes de trânsito. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até 2060 o percentual de pessoas com mais de 65 anos passará dos atuais 9,2% para 25,5% da população.

Por se deslocarem com mais frequência a pé, os idosos estão mais expostos, e consequentemente, são as maiores vítimas fatais como pedestres, representando 36% do total de atropelamentos registrados no país.  Entre os idosos, os ciclistas representam 28% dos óbitos, seguido dos condutores de veículos (16%) e motociclistas (6%), segundo dados compilados no estudo, cuja origem dos dados são do sistema Datasus.

Maior gravidade nos atropelamentos

Quando vítimas de um acidente por atropelamento, os idosos também estão mais sujeitos a lesões de maior gravidade, que podem levar a grandes períodos de internação hospitalar e lesões permanentes e imobilizadoras. Associados a outras doenças pré-existentes e por conta da vulnerabilidade devido à idade, os acidentes de trânsito acabam por representar um fator agravante aos efeitos colaterais em doenças estabelecidas anteriormente ao acidente, além de potencializar uma série de outras que não existiam, aumentando a assistência do estado e da família à vítima e a redução do período de vida, tanto de homens quanto de mulheres.

“Em vista dessa realidade, se faz necessária uma avaliação das políticas existentes e dos riscos associados a essa parcela da sociedade. É necessário que o poder público, junto com a sociedade, busque compreender as necessidades específicas que esse público tem em relação a população mais jovem. A partir de então, é possível traçar estratégias e políticas que no futuro venham a contribuir para a construção de uma sociedade acessível a todas as parcelas da população, principalmente as que demandam atenção mais especial”, explica o professor doutor Jorge Tiago Bastos, da UFPR e coordenador do estudo.

Estados mais inseguros para os idosos

A taxa total de óbitos por acidente de trânsito no Brasil em 100 mil habitantes (incluindo todas as faixas etárias) foi de 18,12 em 2016. Já a taxa nacional de óbitos entre os idosos, em 100 mil habitantes, foi 35% maior no país, ou seja, de 24,60/ 100 mil habitantes, no mesmo período analisado. Isso reforça que o risco de morte no trânsito entre os idosos é maior do que para o restante da população e deve ser observado.

Vale destacar ainda que muitos estados brasileiros apresentam valores muito acima da média – atingindo uma taxa de mais de 70 mortes por 100 mil habitantes idosos, conforme demonstra o gráfico abaixo.

Taxa de óbitos no trânsito por 100 mil habitantes idosos (60 anos ou mais) por estado. Dados compilados pelo OBSERVATÓRIO

 

Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins são os estados brasileiros que apresentam pior desempenho na garantia de segurança nos deslocamentos da população idosa, com índices de 40 a 76 mortes por 100 mil habitantes.

Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Espírito Santo, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Maranhão, Pará, Rondônia, Amazonas e Acre vem em um bloco intermediário, mais extremamente alto, com índices de 20 a 40 mortes de idosos em acidentes de trânsito por 100 mil habitantes.

Já Amapá, Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo são os estados mais seguros para os idosos no que se refere à mobilidade urbana, com índices de 16 a 20 mortes de idosos em acidentes de trânsito por 100 mil habitantes.

Em um recorte mais detalhado para a população de 80 anos ou mais, apenas para o ano de 2016, foram mais de mil mortes no trânsito nessa faixa etária. É lamentável um indivíduo chegar aos 80 anos, o que pressupõe uma boa condição de saúde, e morrer de acidente de trânsito, uma causa externa evitável.

 

Políticas públicas necessárias

Para José Aurelio Ramalho, diretor-presidente do OBSERVATÓRIO, é necessário olhar para o envelhecimento da população brasileira a fim de garantir o direito de ir e vir com segurança. “A mudança no tempo de trabalho da população ativa, por meio da Reforma da Previdência também impactará nos números de acidentes de trânsito com idosos. É conveniente pontuar, sob a ótica da segurança viária, que tal mudança aumenta a exposição da população aos acidentes de trânsito, visto que essa parcela estaria mais representada diariamente no sistema viário nas viagens casa-trabalho-casa”, destaca Ramalho

Para promover e garantir a segurança nos deslocamentos dos idosos, algumas políticas públicas podem contribuir para garantir mais segurança aos idosos em seus deslocamentos:

  • Monitorar, avaliar e planejar políticas já existentes, como calçadas em melhores condições, tempo de semáforos adequados à mobilidade do idoso e, a partir disso, buscar enfrentar os problemas diagnosticados;
  • Melhorar o processo de habilitação para conduzir, tornando-o mais exigente em quesitos como travessia de pedestres e cuidados com a mobilidade coletiva;
  • Melhorar a oferta dos modos de transporte não motorizados, garantindo segurança nos deslocamentos dos modos ativos, pensando que esses modos também têm impactos positivos na saúde da pessoa idosa;
  • Melhorar a oferta de transporte público, para que o idoso tenha a opção de realizar suas viagens como passageiro, garantindo assim sua independência em relação à mobilidade

“É preciso então, conforme estabelecido no Estatuto do Idoso, garantir o envelhecimento com qualidade de vida e independência, sendo este um direito personalíssimo, e a sua proteção um direito social. É obrigação do Estado, assim como da sociedade, garantir à pessoa idosa a proteção à vida e à saúde, mediante efetivação de políticas sociais públicas que permitam um envelhecimento saudável e em condições de dignidade” completa Ramalho.

228 Comments
  • REGINALDO FRIGERI MARTINS
    Posted at 06:00h, 21 novembro Responder

    Bom dia, Ramalho ja disse pragmaticamente tudo que se pode fazer, o que ocorrera com as medidas sobre as leis trabalhistas os idosos teram que ficar maia tempo fora de casa, transitando pelas ruas, atravessando as faixas de pedestre, elaborando um tempo maior dos semaforos seria paenas uma das soluções, faixas elevadas de pedestres para ficar ao novel das calcadas em locais por estudos sabendo que a frequencia maior de idosos passando no local, primcipalmente o motoriata respeitar, pois a locomoção de um idoso é menor que de uma pessoa normal.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 12:54h, 21 novembro Responder

    Idosos são os que mais morrem em atropelamentos no Brasil

    “É preciso então, conforme estabelecido no Estatuto do Idoso, garantir o envelhecimento com qualidade de vida e independência, sendo este um direito personalíssimo, e a sua proteção um direito social. É obrigação do Estado, assim como da sociedade, garantir à pessoa idosa a proteção à vida e à saúde, mediante efetivação de políticas sociais públicas que permitam um envelhecimento saudável e em condições de dignidade” completa Ramalho.

    O nosso comentário poderia se resumir na belíssima conclusão do referido artigo e de autoria do Dr. José Aurélio Ramalho, com o qual concordamos plenamente, pois temos assim como com as nossas CRIANÇAS, cuidarmos de forma digna e respeitosa os nossos IDOSOS e fornecermos as garantias necessárias para que os mesmos envelheçam com Qualidade de Vida e isso, também no nosso Sistema de TRÂNSITO. Eu também, assim como fiz no comentário do artigo que fala sobre a situação das crianças no trânsito, deixar de parabenizar o Estado do AMAPÁ, pois, o referido estado tem nos dado uma demonstração de cuidados com os nosso IDOSOS e se depender do meu voto, já teria direito até em receber uma MEDALHA DO MAIO AMARELO!
    Ainda no meu comentário, vejo como principais responsáveis para garantir um trânsito seguro aos idosos, as cidades, ou seja, os Governos Municipais, através de cuidados técnicos que devem ter com as suas vias por exemplo, dando importância e construindo/ reformando vias (CALÇADAS/ PASSEIOS) que garantam de forma segura, o IR E VIR de nossos idosos e também, nossos portadores de necessidades especiais, com a aplicação e cumprimento, da NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 9050 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos – Accessibility to buildings, equipament and the urban environment. Garantir ACESSIBILIDADE e MOBILIDADE aos IDOSOS de forma segura, é fundamental!
    Conforme a NBR 9050:
    acessibilidade: possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privado de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida

    • Sandro Alves Xavier
      Posted at 10:58h, 12 agosto Responder

      Essa é uma questão de gentileza, educação e respeito.
      Os condutores não tem paciência de aguardar adequadamente para travessia de pedestres . A sinalização em muitos lugares é confusa e inadequada. Temos muito a melhorar em relação a engenharia e principalmente sobre educação no trânsito.

  • JAIR SOARES
    Posted at 14:05h, 23 novembro Responder

    Uns dos melhores mode de prevenção e o Seguinte os agentes no geral deveria estar nos pontos estratégicos para auxiliar no transito e na atravessarias segura de todos no transito; mais sinalizações, passarelas e tempos maiores para a passagem dos pedestres em Geral.

  • Adroaldo Pereira Santos
    Posted at 14:10h, 23 novembro Responder

    Estou de pleno acordo com o Sr. Ramalho.
    Temos que ter uma mudança olhando para o futuro e atentar para o envelhecimento da população.
    Politicas Publicas visando o futuro com ações.
    Em 2008, implantamos ações que auxiliaram na redução de acidente a pessoas com mais de 60 anos, em locais e datas pontuais.
    Ação que nos renderam uma redução de 65% dos atropelamentos.

  • Abimadabe Vieira
    Posted at 18:22h, 24 novembro Responder

    É severa a forma como nossos idosos são tratados nas ruas e estradas brasileiras, alheios as suas dificuldades de locomoção, os condutores não respeitam esse grupo, colocando-os em constante perigo de morte. Chamam atenção aos distraídos utilizando celulares, enquanto conduzem e a velocidade como vilã nesse cenário são os que mais contribuem para o crescimento desses números tão alarmantes.
    As vítimas são os cidadãos que ao longo de sua vida, contribuíram para o desenvolvimento do país, é portanto, necessário a criação de frentes de segurança através de uma mobilidade mais segura, utilizando estratégias e condições para locomoção desses atores considerados os mais vulneráveis no trânsito. Confere ainda traçar estratégias de deslocamento e mobilidade para assegurar a esses indivíduos o seu direito de ir e vir no trânsito com segurança.

  • Marcelo Marcelino de Melo
    Posted at 16:00h, 25 novembro Responder

    Excelente artigo, ótimas informações e principalmente o apontamento das políticas públicas necessárias,
    Esses artigos constituem uma excelente ferramenta de informação para toda a sociedade.

  • Noe M. Silva
    Posted at 15:58h, 26 novembro Responder

    è um ditado antigo. Respeite os mais velhos! As leis tende a priorizar mais políticas para atendimento aos idosos, mais que necessidade uma obrigação de todos.

  • Adriana Modesto
    Posted at 16:46h, 26 novembro Responder

    Em se tratando do segmento de idosos no contexto da mobilidade urbana é importante salientar a interface com o ciclo de vida sempre destacando que há a idade legal, a idade cronológica, a idade biológica, a idade psicológica, a idade social, ainda apreciando o binômio senilidade e senescência que também impactam na forma com que o sujeito se relacionada ou experimenta o referido contexto. No aspecto cognitivo e sensorial é importante salientar que dentro do processo de envelhecimento passamos por situações distintas. Por razões óbvias de natureza biológica o idoso acaba sendo mais vulnerável, sobretudo, em se tratando de pedestre idoso, no entanto, há medidas que podem preservá-los tendo em vista as especificidades do ciclo de vida, um exemplo destes, por exemplo seria a adequação da temporização semafórica em locais em que há grande fluxo de pedestres idosos, em observação a uma marcha mais lenta e/ou mobilidade reduzida. (Adriana Modesto)

  • Sérgio Augusto de Carvalho
    Posted at 22:53h, 27 novembro Responder

    O estatuto do idoso, o Código de trânsito Brasileiro e a lei de mobilidade e acessibilidade urbana já garantem uma maior segurança aos idosos na sua interações e participações efetivas no trânsito. Ainda com a implantação de políticas públicas muito bem pontuadas no texto acima,certamente melhoraríamos a qualidade de vida dos idosos proporcionando-lhes uma maior sobrevida. Estas políticas tem que levar muito em conta a questões senis, pois as dificuldade de locomoção, o déficit intelectual, doenças acentuadas pelas idade e a redução dos reflexos, nos remete à necessidade de buscarmos planejamentos específicos sobre o assunto.

  • Jackson Fernandes
    Posted at 10:15h, 28 novembro Responder

    Minha cidade – Muriaé-MG, está revisando seu Plano Diretor e foi detectado o aumento da dependência de idosos, numa taxa de envelhecimento da população em 8,99 (2010-IBGE) e expectativa de vida em 76,2 anos, concluindo pelo envelhecimento da população local.
    O transporte publico coletivo urbano trava uma briga na justiça contra a lei que deu gratuidade para os maiores de 60 anos, contrapondo a média nacional de 65 anos. Claro que seria, aos olhos da população idosa, muito mais sensato, manter nos 60 anos. A empresa, por sua vez, tem os olhos no lucro e vê nessa perda, uma possível quebra no sistema como um todo.
    O transporte publico coletivo urbano, um serviço que deveria ser de excelência, além de ruim, não atende a todos os Bairros e Distritos da cidade. Tanto o Plano Diretor, quanto o Plano Municipal de Mobilidade urbana preveem melhorias para nossas calçadas e travessias. Mas, como papel aceita tudo, ficamos na espera do milagre – e este não vem dos céus.
    Assim, muitos se arriscam nas travessias e nas calçadas de buracos e obstáculos espalhados pela cidade.
    Retrato fiel de tudo que foi dito nesta matéria.
    Tanto as crianças, quanto os idosos necessitam tratamento diferenciado para seus deslocamentos pela cidade. Isso requer melhorias no desenho urbano voltado para as pessoas, diferente do progresso experimentado até hoje, sempre focado no automóvel. Como bem citado na matéria, onde os semáforos são programados para privilegiar os veículos e não as pessoas em suas travessias.
    Enquanto as medidas de desenvolvimento das cidades não forem focados nas pessoas, não teremos prioridade de proteção à vida, seja das crianças, dos jovens ou dos idosos – estaremos fadados a proteger nossos carros.

  • ARTHUR HENRIQUE ASSUNÇÃO MAGALHÃES
    Posted at 16:48h, 28 novembro Responder

    Assim como nos acidentes fatais com crianças, os acidentes fatais envolvendo idosos causam perplexidade pela fragilidade da vítima. O aumento da expectativa de vida da população brasileira somada a iminente reforma da previdência deixa o atual quadro ainda mais preocupante, tendo em vista que a parcela da população idosa irá aumentar e permanecer na rotina de trabalho por mais tempo.

    Imperioso iniciar a formulação de políticas públicas para garantir a segurança dos idosos, os quais diferentemente das crianças possuem discernimento sobre a legislação de trânsito, chegam cada vez mais hígidos aos 70 ou 80 anos, mas infelizmente a condição física não acompanha.

    Entendo ser necessário conscientizar também a família, por meio de campanhas, para que observem os seus idosos cada vez mais de perto nas travessias de pedestres, na direção do veículo da família, ponderando entre a segurança e a retirada da autonomia para os atos diários.

    Em reportagem recente na TV Globo foi destacado que a profissão de cuidador de idosos foi a que mais cresceu no país nos últimos anos. Os profissionais passam por curso onde aprendem vários aspectos de enfermagem, psicologia, alimentação, dentre outros, mas não recebem nenhuma orientação com relação a segurança no trânsito dos idosos, o que pode ser revisto e incluído no conteúdo programático.

  • CARLOVAN PORTO DA SILVA
    Posted at 22:55h, 28 novembro Responder

    Fiquei surpreendido com a estatística elevada em relação às mortes dos idosos da região destacada em vermelho do mapa que inclui o Estado de Goiás ao qual pertenço. Por um lado é triste ver essa realidade cruel representando o topo da barbaridade do que acontece com o trânsito goiano, mas por outro, igual é verdadeiro uma amostra das grandes batalhas que temos a enfrentar para mudar esse quadro. Esse desafio alimenta nossa vontade de propor, idealizar, exigir e até coordenar ações junto ao poder público para superar páginas da violência no trânsito do cotidiano. Destaco ainda que os avanços das leis que caracterizam a proteção e inclusão dos idosos em políticas públicas infelizmente ainda não representam nem de longe uma garantia para maioria dessa população que aumenta a cada ano. Na mobilidade urbana como bem caracterizou o Sr. Ramalho sobre a necessidades das políticas públicas destacaria também a importância dos estacionamentos destinados aos idosos que mesmo obrigatório ainda sentimos uma certa resistência e ignorância por parte da sociedade no entendimento da divisão do espaço público. E ainda, destacaria também a preocupação com a habilitação da pessoa idosa sobretudo acima de 70 anos que no disposto da Lei impõe apenas restrições superficiais, precisando ao meu ver de aprimoramentos, uma vez que se somado os óbitos dos idosos motorizados e supostamente habilitados vai gerar um índice altíssimo de 22%. Cabendo talvez um reestudo da prática do Estado em autorizar a pessoa na condução de veículo automotor e de maneira quase sem limites.

  • THAIS COSTA ZANLUQUI
    Posted at 10:17h, 29 novembro Responder

    Muito bom o artigo, acredito que muito mais que responsabilidade do estado com esses idosos, é RESPONSABILIDADE dos filhos, familiares, trabalho diretamente com transporte de pacientes e a maioria são idosos, e vejo diariamente o descaso de familiares e principalmente filhos que nem se quer, acompanham seus pais, avós….enfim esses idosos nas consultas médicas que são realizados em municípios de referência. é uma realidade muito triste.

  • TALITA DE SOUSA LIMA
    Posted at 16:01h, 29 novembro Responder

    Os idosos são cidadãos como todos os outros e têm o direito de desfrutar de um trânsito seguro e também planejado para eles. Faltam políticas de Mobilidade urbana que contemplem especificamente o idoso, algo que seja coerente com as suas limitações . Embora haja uma melhora , principalmente na questão das vagas reservadas, ainda há muito o que se fazer além da legislação específica, bem como a melhoria de calçadas, passeios, acessos para que o idoso participe do trânsito com segurança.

  • Maria Cristina Alves
    Posted at 09:24h, 01 dezembro Responder

    o alto índice de atropelamentos de idosos no Brasil é uma questão muito seria de Politica Publicas que impacta na mobilidade urbana. Claro que este aspecto envolve muitos viés, como por exemplo a condição precária do transporte coletivo, o desrespeito dos condutores com o pedestre idoso – sua falta de paciência, o processo inadequado de habilitação do condutor idoso, e a própria organização de uma sinalização mais lenta em alguns trechos da via urbana, levando-se em consideração os reflexos e a marcha mais lenta deste publico em sua travessia.

  • JOSÉ CLAUDIO DA SILVA
    Posted at 10:03h, 02 dezembro Responder

    Em alguns países os idosos são tratados como “reis” pois são verdadeiras fontes de conhecimento. Já aqui no Brasil o tratamento é bem menos acolhedor, pois as pessoas simplesmente descartam os idosos, seja na família, seja no ambiente corporativo. Não são respeitadas as limitações dos idosos no momento que que o país envelhece cada dia mais.

  • MARCOS ANDRE FARIAS DE LIRA _
    Posted at 21:36h, 02 dezembro Responder

    Deduz-se destes dados científicos que a sociedade brasileira não está prepara para o envelhecimento da população. Idosos sendo os que mais morrem em atropelamento no Brasil significa na prática a extrema importância de políticas sociais públicas voltadas para a redução destas mortalidades. O Observatório Nacional de Segurança Viária destaca-se nesta luta através dos estudos, pesquisas e ações educativas de prevenção aos acidentes.

  • Lindolfo Matheus Hardt
    Posted at 14:15h, 03 dezembro Responder

    É necessário investimento principalmente em infra-estrutura, deve pensar no idoso, nas suas peculiaridades, nas suas dificuldades de locomoção, na visão, audição que ficam prejudicadas e influência diretamente no trânsito. Quando falamos em gastos com internação e custos sociais e financeiros o problema é ainda maior. temos os subsídios, as soluções falta apenas a vontade e o querer político. Todos, com muita sorte chegaremos a velhice e sofreremos os reflexos das decisões e atitudes de hoje.

  • Stefania Alvise Marcelo
    Posted at 19:08h, 04 dezembro Responder

    Realmente é urgente e necessária a melhoria das políticas públicas que garantem a segurança, mas, volto a repetir que a população deve sentir-se protagonista deste processo, sendo agente fiscalizador o tempo todo, inclusive consigo mesmo. Os idosos estão aumentando em todo mundo, o ritmo, a percepção deles diminui muito com o passar dos anos e eles ficam muitas vezes distraídos para atravessar a rua ou lentos quanto a reflexo ao dirigir. Aumentando as leis é necessário que punições mais severas sejam implementadas pois hoje em dia a impunidade está grande e a justiça bem morosa. Na implementação de Projetos de Mobilidade Urbana, cada município que possui particularidades próprias deveria incluir condições para que os idosos fossem respeitados e que a sinalização fosse voltada também para aquele que possui dificuldade de enxergar, locomover e atentar para demais dificuldades. Campanha constante de conscientização quanto ao uso indevido de vagas e prioridade para pedestre.

  • Emanoel Plácido da Silva
    Posted at 20:36h, 04 dezembro Responder

    Importante estudo para mostrar para a sociedade a fragilidade dos que já deram sua contribuição para o avanço social. Precisamos pensar em soluções em políticas públicas que garantam a segurança no ir e vir dos idosos.

  • EMERSON SANTANA
    Posted at 14:58h, 05 dezembro Responder

    Assim como as crianças, os idosos também apresentam uma imensa fragilidade, devido a limitações inerentes do próprio envelhecimento. Os sentidos como audição e visão, a própria mobilidade dificultada, tempo de reação entram em um conflito desproporcional com a própria postura dos motoristas no trânsito, como a impaciência, velocidade, péssima infraestrutura e outros. Todos esses fatores contribuem para o aumento dos acidentes dos idosos e o artigo destaca outro ponto importante e futuro; o aumento da população idosa já nas próximas décadas e que ainda estará ativa economicamente, trabalhando e se deslocando diante de um aumento de frota iminente. Aplicar políticas públicas que possam contribuir e garantir mais segurança aos idosos em seus deslocamentos é essencial.

  • ARLEI SOUZA DE OLIVEIRA
    Posted at 21:40h, 05 dezembro Responder

    Outro dado estatístico estarrecedor. Segundo o Ramalho nos esclarece muito bem, citando as principais políticas públicas necessárias para reverter essa outra triste realidade que são os acidentes de trânsito envolvendo os idosos e como já foi explicados pelo´próprio Ramalho, as ações necessárias para mudar essa realidade são coisa simples de serem implantadas e implementadas. E porque nada é feito? O governo criou a lei obrigando os veículos á circularem com os faróis acesos nas rodovias, com o argumento que seria para evitarem acidentes. No entanto hoje é a principal multa aplicada e que arrecada uma verdadeira fortuna para os cofres públicos. Eu deixo a seguinte pergunta. Porquê não é obrigado que os veículos dirigem com os faróis acesos no perímetro urbano, local onde acontecem quase cem por cento dos atropelamentos? Sendo que 36% as as vítimas são os idosos? Deixo outra pergunta . Nas rodovias os principais atropelamentos são de animais silvestre, eles são mais importante que os seres humanos? Principalmente os idosos? Lobos Guarás sabe diferenciar entre farol acesos ou apagados?

  • Andreia Paula de Resende
    Posted at 07:42h, 06 dezembro Responder

    Idosos e crianças: vítimas da falta de políticas públicas para mobilidade e acessibilidade.
    Infelizmente, fica evidente em “IDOSOS SÃO OS QUE MAIS MORREM EM ATROPELAMENTOS NO BRASIL”, a despreocupação com MOBILIDADE e ACESSIBILIDADE. Está evidente a falta da cultura de incentivo `a prevenção! Está evidente o desinteresse pelo incentivo aos deslocamentos à pé , por bicicleta ou até mesmo por transportes públicos.
    E é inconformável ver um idoso ser vítima de acidente de trânsito: como pode uma pessoa conseguir envelhecer acreditando que irá morrer por alguma doença e vem ter sua vida interrompida por uma tragédia que poderia ter sido evitada?!

  • Waldete R. Rodrigues
    Posted at 14:19h, 06 dezembro Responder

    Parabéns para o José Aurélio, por excelente conclusão, pois fica claro pra gente que o grande problema do trânsito não é o trânsito em si, e sim nós! (envolvidos com ele). Faz bem o Ramalho também quando em posse dos dados não só aponta a necessidade de envolvimento e desenvolvimento de políticas, mas também aponta caminhos.

  • Mercia Gomes
    Posted at 19:47h, 07 dezembro Responder

    Então, como estamos estudando, é claríssimo que no Brasil tanto às crianças, deficientes e idosos são os mais afetados, isso em razão da AUSÊNCIA DE EDUCAÇÃO, com a educação e com legislação comprometida aos que utilizam e faz jus a diferença nas ruas, Parabéns ao ramalho que leva números comprobatórios e ainda apresenta projetos e chama às autoridades afim de desenvolvimento politico que condiz ao solicitado e necessitado pelo território nacional.

  • Paulo Botelho
    Posted at 21:47h, 07 dezembro Responder

    Os dados apresentados, nos mostram o quão importante e necessário é as politicas publicas voltadas aos idosos, crianças e deficientes. É preciso buscar formas, de artigos como esse, chegar para sociedade, e fazer com que os Centros de Formações trabalhem mais esse tema em sala. Compartilhar essas informações, contribui para um mudança local e torna mais fácil adotar as politicas publicas voltadas a esses usuários.

  • Adelmo Oliveira Amorim
    Posted at 09:46h, 08 dezembro Responder

    Os dados apresentados deixam mais uma vez bem claro, que as questões da mobilidade urbana precisa levar em consideração o envelhecimento da população, o artigo ao informar que em 40 anos sairemos da casa dos 10% para os 25% de pessoas acima dos 60 anos, sem novamente elencar os efeitos do envelhecimento nas pessoas é preciso alertar mais sobre as necessidades e dificuldades desta parcela vulnerável da sociedade, que já representa um numero significativo de vitimas principalmente quando envolvem pedestres em acidentes de trânsito.

  • MILTON RODRIGO LACERDA
    Posted at 19:25h, 08 dezembro Responder

    O Brasileiro não respeita o terceiro, e acaba cometendo tais abusos, por conta da impunidade que hoje estamos vivenciando em nosso País, acredito que se fosse um País onde as Leis fossem levadas mais a sério, tudo seria diferente.

  • Carlos Eduardo
    Posted at 11:31h, 09 dezembro Responder

    As cidades brasileiras na sua grande maioria não foram pensadas nos pedestres, a quantidades de obstáculos nas calçadas dificultam em muito a locomoção a pé, sem contar o estado de conservação dos passeios buracos, lombadas, piso irregular, raízes de arvores oque para uma pessoa em boas condições físicas já é um incomodo imagine para uma pessoa idosa que enfrente dificuldades de locomoção, com a visão já comprometida caminhas neste locais vira um enorme desafio quase um campo minado isso muitas vezes força o idoso a ir para a rua caminhar expondo-se a um risco maior. Dar condições de se locomover seja no transporte publico com qualidade ou caminhar nas vias de forma segura é o grande desafio para tornar a vida na 3º idade mais confortável e segura.

  • André M. Lourenço
    Posted at 03:55h, 11 dezembro Responder

    A mobilidade urbana nunca é o tema principal de uma cidade, mas deveria ser. os idosos não são descartáveis e nunca deveriam ser tratados dessa maneira. a obrigatoriedade de transitar com os faróis acesos ajuda esse grupo especifico. DRL obrigatório também ajudaria, mas essas mudanças vem de forma muito lenta no nosso Pais, enquanto isso matamos e morremos todos os dias, infelizmente.
    Precisamos parar de priorizar os veículos, só assim os pedestres estarão mais seguros.

  • Júlio César Gonçalves da Silva Santos
    Posted at 09:37h, 11 dezembro Responder

    Devemos fazer algo para que no futuro próximo consigamos mudar essa realidade isso só será possível com uma política seria com o objetivo de proteger o cidadão de hoje, sinalizando para ele que será o idoso de amanhã.
    Fazer a mudança olhando para o futuro.

  • Rafael da Silva Souza
    Posted at 15:52h, 11 dezembro Responder

    Como muito bem colocou Dr. Ramalho, a solução para essa triste realidade é o investimento em politicas públicas voltadas para valorização e respeito do idoso. Considerando que a população de idosos tem aumentado consideravelmente em nosso pais precisamos valorizar, respeitar e cuidar dos idosos.

  • Amilton Alves de Souza
    Posted at 00:23h, 12 dezembro Responder

    Seguindo a lógica do parágrafo 2º artigo 29 do CTB, onde dispõe que os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres, neste sentido, nota-se que o objetivo é priorizar a segurança dos mais vulneráveis, portanto devemos entender que os idosos são ainda mais vulneráveis, principalmente na condição de pedestre, tendo em vista a dificuldade de locomoção pela idade.
    Diante desse quadro é fundamental que tenhamos ainda mais precaução com os idosos ao depararmos com eles no trânsito.

  • Miriam Pimentel Falleiros
    Posted at 18:53h, 12 dezembro Responder

    Excelente artigo que me faz pensar constantemente os desafios que sofro como pedestre e os prováveis desafios que um idoso sofre na Mobilidade no Brasil, são vários fatores a serem discutidos aqui, uma estrutura urbana que faça uma integração melhor dos idosos como pedestres, sinalização em áreas com maiores números de idosos, limite de velocidade nestas áreas de risco faixas especiais para pedestres, pavimentações mais seguras entre várias outras alternativas de mobilidade a serem discutidas proporcionando um poder de ir e vir com maior independência, autonomia e segurança aos idosos.

  • Cléo Barbosa Cardozo
    Posted at 10:36h, 13 dezembro Responder

    Importante a analise de dados com atropelamentos de idosos, para que possam ser desenvolvidas políticas públicas visando à redução destes índices.

    No município de Porto Alegre/RS, notou-se um numero expressivo de atropelamentos de idosos por motocicletas e a prefeitura através destes dados desenvolveu campanhas especificas para idosos, cuidadores de idosos, associações e motociclistas.

  • Elaini Karoline Russi
    Posted at 15:41h, 13 dezembro Responder

    Analisar a realidade do idoso hoje no Brasil em relação a segurança no trânsito, e prever que a tendência ao longo dos anos é de aumentar a população de idosos é uma condição que chama a atenção para a possibilidade de aumentar o número de atropelamento com idosos. Os dados retratam uma atual realidade, mas eles também possibilitam a proposição de intervenções profissionais a fim de diminuir a probabilidade futura de atropelamentos com idosos. Identificar os motivos que provocam os atropelamentos também é uma informação relevante para a proposição de intervenções. Dentre os motivos que provocam os atropelamentos, podemos considerar os comportamentos dos idosos e os comportamentos de quem atropela os idosos. Observar os comportamentos que estão relacionados com os atropelamentos com idosos é uma condição que aumenta a visibilidade do problema e auxilia a enxergar uma possível solução.

  • Glendo Ghess de Amorim
    Posted at 15:46h, 13 dezembro Responder

    Os dados indicam uma realidade pouco segura em relação a circulação dos idosos. Mas quais são as causas dos atropelamentos? Como os idosos estão se comportando e quais são os comportamentos das pessoas envolvidas nos atropelamentos com idosos. Buscar dados de menor abrangência, ou mais próximos da realidade de cada cidade brasileira é uma condição para propor intervenções com resultados desejados. Quais tecnologias podem ser utilizadas a favor da segurança viária dos idosos. A ciência de modo geral está ai para isso, para servir a sociedade na solução de problemas.

  • Sílvia Miranda Rosa de Lima
    Posted at 22:27h, 13 dezembro Responder

    Os idosos, e os usuários mais vulneráveis das vias prevalecem entre as vítimas de acidentes no contexto do trânsito. Esta parcela da população deveria ser assumida como uma prioridade na garantia de direitos, sendo um dever constitucional do Estado promover a segurança e a qualidade da saúde destes indivíduos. A meta da melhoria da segurança viária está incluída na ‘Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável´ e representa o compromisso dos países membros da ONU (incluindo o Brasil) de “Até 2030, proporcionar o acesso a sistemas de transporte seguros, acessíveis, sustentáveis e a preço acessível para todos, melhorando a segurança rodoviária por meio da expansão dos transportes públicos, com especial atenção para as necessidades das pessoas em situação de vulnerabilidade, mulheres, crianças, pessoas com deficiência e idosos.”* As diretrizes para que este objetivo seja alcançado são claras e aplicáveis, necessitando fundamentalmente de forte vontade política e, principalmente, da participação solidária de toda sociedade na defesa dos direitos dos cidadãos mais frágeis, estes que mais necessitam de proteção e representatividade social.

    * https://nacoesunidas.org/pos2015/ods11/

  • Arilmar Teixeira da Silva
    Posted at 00:52h, 14 dezembro Responder

    O tratamento com o idoso dentro do grupo de vulneráveis é sempre em qualquer situação uma realidade, digo , até no assunto Transito tem que haver um tratamento especial , pois por serem pessoas com menos reflexos e até mesmo perda de noção de ambiente , os coloca muitas vezes na mesma condição de uma criança no trânsito, precisando sempre de um acompanhamento e ou cuidados especiais. Portando temos que olhar para os idosos como aqueles que necessitam de um cuidado especial nas matérias de Trânsito. O mesmo nível de conscientização quanto ao cuidado de uma criança sendo transportada num veiculo , ou mesmo quando em uma via, deve ser dado aos idosos, e num mesmo nível de cuidado dos condutores quanto à crianças devem serem dados ainda maior atenção aos idosos , pois eles nem sempre estão acompanhados e contam com debilidades auditivas, visão , pouco reflexo e equilíbrio. Tais fatores tem que ser levado em consideração quando procuramos elaborar formas educativas aos condutores e usuários das vias , objetivando um ” trânsito melhor e salutar para o idoso” ,

  • Fabio Fernandes Silva Alves
    Posted at 18:37h, 14 dezembro Responder

    A utilização do trânsito pelos idosos de forma segura, perpassa pela adoção de iniciativas do poder público, principalmente pelos os órgãos integrantes do Sistema Nacional de Trânsito, através de campanhas educativas voltadas para esta faixa etária. A acessibilidade aos locais de uso coletivos, associada a sinalização adequada para a necessidade do idoso minimizam as ocorrências de trânsito.

  • MAURICIO PONTELLO
    Posted at 08:53h, 15 dezembro Responder

    Infelizmente assistimos cada vez mas o Estado tendo a necessidade de regular a vida da sociedade e com isso adentrando nas relações sociais. Por que digo isso? Porque a existência de leis apelidadas de “estatutos” nos mostra isso. ECA, Idosos, etc.
    E o que isso tem haver com trânsito? É a mostra de que ainda somos uma sociedade alienada da necessidade de extremo cuidado com os mais frágeis, como crianças e idosos e não conseguimos entender que somos cruéis com esses atores no trânsito (crianças e idosos), matamos sem dó! Até quando?
    Será necessário enrijecer as penalidades para este tipo de acidente de trânsito ou ainda é possível resgatar esta geração e despertar a necessidade do cuidado com os idosos? Com a palavra nós, que também alcançaremos este “status”.

  • Priscila Uliana Albarice
    Posted at 03:28h, 16 dezembro Responder

    É impressionante que quando falamos de trânsito tudo se resume em educação e respeito. Além desse pilar, necessário se faz que o órgão público se atente às normas de segurança, mantendo faixas de pedestres sempre bem sinalizadas, semáforos com temporizador correto, etc. Também, temos a questão da validade da CNH para maiores de 60 anos e a importância da realização do exame médico que indique estar o idoso capaz de continuar conduzindo veículos.

  • José Carlos de Lima Souza.
    Posted at 08:07h, 16 dezembro Responder

    A festejada legislação – Estatuto dos Idosos lei federal 10.741/2003, garante a todas pessoas que tiverem o privilégio de chegarem aos 60 (sessenta) ou mais anos de idade, ainda maior respeito e segurança social. Contudo, conforme lemos e vemos na realidade brasileira hoje, também em relação à segurança viária para pessoas idosas, a realidade é bem pior e diferente. Os números de pessoas idosas vitimados é alarmante, na maioria dos Estados brasileiros. Sequelas físicas e emocionais, a maioria de mortes, face a fragilidade física natural da idade, “pintam” de cores fortes nosso quadro social nestas tragédias diárias, muitas evitáveis, em nossas cidades brasileiras. Quanto a implementação de políticas públicas indispensáveis para preservação da vida, desejamos destacar as propostas na matéria, quais sejam: (i) monitorar, avaliar e planejar as políticas públicas já existentes; (ii) melhorar o processo de habilitação já existente com respeito à mobilidade coletiva; (iii) melhorar a oferta de transportes não motorizados e, (iv) melhorar a oferta de transporte público para o idoso..

  • ROKMENGLHE VASCO SANTANA
    Posted at 10:45h, 16 dezembro Responder

    Os grupos mais vulneráveis no trânsito (crianças, idosos, pessoas com deficiência) devem ter seu direito de locomoção protegido por políticas públicas específicas. É indispensável ampliar a discussão sobre as ações necessárias para os idosos possam transitar pela cidade sem receio. A conscientização sobre a proteção ao idoso deve ocorrer em todos os ambientes de aprendizagem do condutor, na formação inicial e continuada, e por meio de campanhas educativas.

  • Beatriz Rocha Araujo
    Posted at 12:34h, 16 dezembro Responder

    A população brasileira está envelhecendo, mas ainda não temos uma política pública para pensar as necessidades desta população. Com a idade, as habilidades do humano alteram-se, provocando mudanças na rotina da pessoa. Algumas alterações necessitam ser realizadas para que a pessoa idosa trafegue na cidades com motorista o pedestre sim que coloque em risco a sua vida.

    Não é uma questão de incapacidade e sim de manutenção das atividade diárias, como o deslocamento para realizar atividades cotidianas. O idoso apresenta condições de se deslocar, mas o tempo de deslocamento é diferenciado, pequenas alterações tempo de semáforo maior para o pedestre, possibilitaria as pessoas com mobilidade reduzida um maior conforto na hora de atravessar a rua, sem a necessidade de caminhar em um ritmo mais acelerado. O idoso tem o direito de deslocar-se pelas ruas das cidades com segurança.

  • Fredis Ribeiro da Costa
    Posted at 13:11h, 16 dezembro Responder

    Qualidade de vida é o principal interesse de pessoas que já venceram desafios por muitos anos e chegaram à chamada “melhor idade” com bagagem, experiências e muita consciência do valor de cada dia, de cada conquista, de cada superação. Nesse cenário está o direito do idoso, que assegura condições de viver de forma plena, tendo preservadas questões como saúde, lazer, segurança e locomoção.
    Os caminhos para transformar esse anseio em realidade são muitos: começam com a instituição de políticas públicas, a implementação de infraestrutura urbanística acessível e a democratização de tecnologias assistivas. Por fim, uma convivência mais harmônica com as limitações naturais da idade ou decorrentes de deficiências pode se estabelecer pelo incentivo de uma nova mentalidade social, focada em altruísmo, respeito e valorização dessa parcela da população.

  • Carlos Rummenigge Moreira da Silva
    Posted at 18:35h, 16 dezembro Responder

    Mais um descaso à nossa população idosa. Essa mentalidade de respeito aos idosos deve ser trabalhava mais intensamente com nossos condutores. Uma simples queda ao atravessar uma vida pode ser fatal ou trazer grandes problemas de saúde para nossos idosos.

  • Carlos José Antônio Kümmel Félix
    Posted at 20:38h, 16 dezembro Responder

    CUIDADO E ATENÇÃO COM OS IDOSOS: É necessário melhorar as políticas públicas que garantam segurança nos deslocamentos para quem tem mais de 60 anos

  • Ronaro Ferreira
    Posted at 20:46h, 16 dezembro Responder

    O envolvimento dos idosos em acidentes de trânsito como condutores é baixo. Por algum motivo os que se envolviam em acidentes quando novos deixaram de se envolver (ou deixaram de dirigir ou mudaram de comportamento). Não se justifica um aumento no rigor da renovação da CNH para os idosos.

    O principal problema é com os “não condutores”.
    Parece que eles não conseguiram se adaptar às duas grandes mudanças da sua mobilidade.
    1 – seu corpo já não ´é o mesmo, o reflexo é menor, a acuidade visual também, os músculos não são tão fortes… SE ele viver uma situação de risco igual a uma que já viveu diversas vezes, pode não dar conta de escapar dela, pois ele não é o mesmo.
    2 – ao mesmo tempo em que o corpo do idoso ficou mais frágil, a dinâmica do trânsito ficou mais forte. AS vias de hoje são mais largas que as de antigamente, os carros são mais rápidos, as motocicletas são mais ágeis, as velocidades são maiores e o número de veículo aumentou absurdamente. Um idoso que mora a 50 anos na mesma via terá percebido como hoje ela é muito mais perigosa do que era antes. Mas talvez o seu inconsciente não tenha percebido isto e ele se proponha a continuar atravessando a via da mesma forma que antigamente.

    Temos que fazer algo para reduzir estes acidentes, nem que seja para termos um trânsito mais seguro para nós quando chegarmos a esta idade… (ou por motivos mais nobres que este)

  • GUSTAVO VIANNA WEBER
    Posted at 14:02h, 25 julho Responder

    É epidêmica a insegurança e violência no Trânsito, especialmente se contarmos com a destreza que a sociedade precisa ter para simplesmente atravessar uma rua. Considerando que nesta mesma sociedade se inserem jovens, adultos e idosos, teremos várias questões diferentes para tratar o mesmo problema: chegar do outro lado vivo. Uma pessoa idosa, na maioria das vezes, perde parte da sensibilidade e dos reflexos que tinha quando mais jovem, e isso altera o meio em que vive, seja na visão, na força, no raciocínio ou na velocidade. Esses indivíduos sempre terão maior dificuldade e passarão por mais provações do que os mais jovens naquele momento em que se inicia a travessia. É possível inclusive afirmarmos que antes mesmo dessas pessoas chegarem à calçada, já estão comprometidas pela pouca ou falta total de segurança, em vista de que toda a possibilidade de acidente deve ser evitada muito antes, com estudo, educação, melhorias, união entre o Governo e o Cidadão e cumplicidade para os que mais precisam.

  • Darkle J. Portela Filho
    Posted at 21:19h, 25 julho Responder

    Tema de suma importância “idoso”, como apontado no estudo acima, estima-se um aumento expressivo de idosos, aumento em torno de 25% nesta faixa etária, logo, a demanda e alteração de políticas públicas para este segmento, como por exemplo aqui em minha cidade, condomínio do idoso (casas populares somente para idosos), ati – para a prática diária de exercícios físicos – onde o beneficio não ficará somente na saúde e sim na possibilidade de diminuição de gastos com internamentos, medicamentos entre outros. Mas sem dúvida no trânsito, conforme citado acima por Gustavo, o tempo para se atravessar uma avenida, imagina uma avenida com 3 faixas para cada lado, será que o tempo médio pré estabelecido é suficiente para um idoso sair de um lado e chegar vivo do outro?
    Foi identificado através do PVT, uma grande quantidade de atropelamentos e estes sendo idosos, e através de uma parceria com a prefeitura (SEMOB) agentes de trânsito e um grupo de teatro contratado, foi ministros diversas palestras com grupos de idosos, apresentação de esquetes lúdicas sobre o tema, reuniões no condomínio do idoso e se necessário alterações ou melhorias na via pública foram solicitadas ao setor de engenharia da prefeitura, e com estas simples ações de baixo custo foi alcançado o objetivo redução no número de atropelamentos fatais e principalmente nesta faixa etária.

  • Bárbara Vita
    Posted at 11:14h, 31 julho Responder

    Este artigo bem retrata a vulnerabilidade do idoso nas questões da segurança viária. O idoso, diante de suas condições peculiares mereceria um olhar mais atento por parte da gestão pública para além das questões da acessibilidade nas vias das cidades. As políticas de mobilidade urbana precisariam ter o alcance de também promover qualidade de vida ao idoso.
    Observa-se que calçadas irregulares promovem alto risco de, levar pessoas a circularem na mesma via do veículo. Questiona-se as disposições das faixas de segurança, elas muitas vezes não apresentam posição de destaque nas vias, as tintas estão em muito apagadas pelas chuvas, e também muito longe umas das outras, pela questão da prioridade na fluidez dos veículos.

  • Carlos Beraldo
    Posted at 08:28h, 01 agosto Responder

    Realmente os idosos como as crianças merecem ser tratados como diferentes no trânsito visto as suas peculiaridades.

    As ações educativas para este público conseguem reverter os números alarmantes apresentados na exposição do presente artigo.
    As limitações precisam e devem ser estudas para que se possam tomar atitudes que revertam este números.
    Há que se fazer estudos locais para detectar as principais causas da acidentabilidade com idosos e após laudo iniciarem-se os projetos para redução desta acidentabilidade.
    Exemplos práticos em vigência em algumas cidades: redução da velocidade em vias urbanas, maior número de faixas de travessia de pedestres, reavaliação de locais dos semáforos e lombadas físicas ou eletrônicas, mini-rotatórias, etc…
    Outra questão que auxilia também é a divulgação da credencial de estacionamento para idosos, fazendo com que assim em alguns casos mais específicos o idoso não necessite caminhar por locais de maior fluxo.
    Enfim são situações que ajudam a minimizar a mortalidade na terceira idade.
    Não esquecendo em hipótese alguma de que o envelhecimento é coisa natural e o que mais preocupa é de que estamos nos tornando um país de idosos a largos passos. Preocupante é de que a taxa de natalidade esta baixando cada vez mais a partir dos anos 70 e há uma concentração muito grande de óbitos no trânsito na faixa etária de 18 a 35 anos.

  • Lucélia Rossi
    Posted at 13:33h, 06 agosto Responder

    Assim como as crianças,os idosos merecem atenção especial no trânsito, as crianças devido ao fato de não possuírem discernimento para diferenciar os riscos que são expostas, já os idosos por possuírem por natureza redução de sua capacidade física. Os condutores não possuem educação no transito suficiente para perceberem o fator físico que esta inserido no cenário trânsito, cenário este que esta cada vez mais se sobressaindo uma vez que a população do Brasil conta com enorme número de pessoas idosas. A falta de educação no trânsito mais uma vez se sobressai aliada a falta de atenção por parte dos pedestres , dentre outros fatores. Tamanha é a importância de um olhar voltado para os idosos no ambiente trânsito, desenvolvimento de campanhas educativas voltadas para o tema.

  • Noedy Parice Mendes Bertazzi
    Posted at 20:36h, 06 agosto Responder

    As estatísticas citadas no referido artigo nos leva a enfatizar que as ações para o futuro dependem das ações a serem tomadas agora através do desenvolvimento de políticas públicas voltadas à melhoria da qualidade de vida dos idosos, favorecendo sua inclusão social. A população idosa deseja realizar suas atividades com independência e participa ativamente de eventos sociais, culturais e familiares, necessitando de autonomia e segurança, para garantir mobilidade e qualidade de vida. Todas as alterações fisiológicas que chegam com o envelhecimento, contribuem para que pedestres idosos entrem no chamado grupo de risco. Os idosos representam o grupo de pedestres mais vulneráveis no ambiente urbano, porque, por sua fragilidade estão mais propensos a ferimentos graves ou mortes, se envolvendo em maiores proporções nos acidentes de trajeto e nos atropelamentos. Soluções existem, mas políticas públicas necessitam priorizar o uso dos investimentos à segurança e educação de trânsito, garantindo aos idosos uma melhoria na qualidade de vida e consequentemente as sua inclusão social.

  • Vicente M. V. Pinto
    Posted at 22:20h, 06 agosto Responder

    Em que pese o excelente artigo ter previsto importantes alternativas para combater a mortalidade dos idosos no trânsito, arrisco sugerir ainda, o endurecimento das leis para punir os motoristas que atropelam e matam no trânsito. Nossa legislação é branda demais este tipo de crime; não há um efeito pedagógico.

  • Christian Anderson Riger
    Posted at 16:28h, 08 agosto Responder

    Acredito que o trânsito seja o maior, mais visível e o mais perigoso reflexo de nossa sociedade. Sociedade que adoece todos os dias anestesiada pelas medidas polêmicas e ineficientes que atualmente são adotadas pelo poder público.

  • vitor bueno da silva
    Posted at 11:29h, 12 agosto Responder

    Idosos !!! temos que usar a EMPATIA, como queremos ser tratados afinal a população brasileira esta tornando adulta para idosos com baixa taxa de natalidade é preciso repensar politicas publicas que garantam a segurança do cidadão IDOSOS , como bem mostra o belíssimo estudo mais um, os idosos são os mais vulneráveis , precisam ter mais olhar criterioso sobre como conduzir o veículo com segurança em locais como probabilidade de idosos. cobras das autoridades a acessibilidade, calçadas, passeios , transporte coletivo de boa qualidade, trabalho social que atinga a todos para que esses índices sejam reduzidos.

  • Daniel Carlos Santos
    Posted at 15:31h, 16 agosto Responder

    Como a população do nosso país e do mundo está “envelhecendo” muito, devemos ter uma preocupação e um olhar criterioso em relação a estes idosos. O número de acidentes com os pedestres idosos é impressionante. Precisamos de mais políticas públicas voltadas à eles e um cuidado maior, da mesma forma que existe normas para a acessibilidade e os cuidados com os portadores de necessidades especiais. No próprio processo de habilitação de condutores, nas aulas teóricas de direção defensiva, é preciso incluir este conteúdo aos futuros motoristas e mais conscientização aos condutores já habilitados.

  • Ricardo Alencar Sampaio
    Posted at 20:46h, 22 agosto Responder

    Conforme informações do texto acima, verificamos que o percentual de idosos no Brasil tende a crescer nos próximos anos, no entanto, por ter lentidão em seus movimentos e mais algumas dificuldades, tornam-se mais vulneráveis e passíveis de serem atropelados e mortos na via.
    Observamos também que a taxa de óbitos apresentados diferenciados, não são por Região e sim por Estado, o que demonstra que o cuidado com o idoso esta ligado a ações positivas desenvolvidas por cada Estado que se propôs independente de ser sul, sudeste, norte ou nordeste,fazer o seu dever de casa, proporcionando maior segurança para aqueles que se deslocam com maior dificuldade..
    Elencamos algumas propostas que poderão melhorar a qualidade de vida do idoso e demais pedestres que representam no trânsito a parte mais Frágil e vulnerável:
    – Transporte público de qualidade, com segurança ,conforto e acessibilidade facilitada também ao idoso
    – Calçadas padronizadas e com livre circulação para pedestres
    – Travessia sinalizada e semaforizada
    – Faixa elevada com a devida sinalização, entre outras.
    Precisamos cuidar da segurança do trânsito de hoje, com visão no futuro, quem sabe estaremos por lá…

  • Silvio Osmar Peron
    Posted at 00:07h, 23 agosto Responder

    O número de óbitos de idosos está intimamente ligado à qualidade do transporte público oferecido nos municípios ou em algumas regiões na inexistência de grandes centros populacionais, ou seja, uma estrutura pública voltada ao transporte de qualidade fazendo com que o idoso não seja exposto a riscos. A mobilidade Urbana, independente da faixa etária dos munícipes, deveria fazer parte das propostas de governo, considerando que a longevidade da população tem aumentado nos últimos anos e a necessidade de deslocamento sempre existirá.

  • SAMUEL MORGAN TEIXEIRA COSTA
    Posted at 21:27h, 23 agosto Responder

    Conforme informado, em 2016, o estado de Goiás foi um dos estados que apresentou maior índice de mortalidade de idosos no trânsito.
    Nesse mesmo ano, 7,3% da população do estado tinha 65 anos ou mais (IBGE).
    Se considerar 2011, marco inicial da Década de Ação (ONU), os idosos eram apenas 6,38%. A projeção para 2020, marco final, é de que a população represente 8,23%. E em 2031, 10 anos depois, a projeção indica 11,32% (quase o dobro).
    Observando, portanto, esse desenvolvimento da pirâmide etária de Goiás, que segue um padrão nacional de inversão, o Brasil, embora considerado um país jovem, está em acelerado envelhecimento.
    Portanto, em concordância com o que foi trazido pelo artigo, um olhar atento a esse processo, em especial no que diz respeito a ações em segurança viária, merecem um papel mais ativo. Com efeito, o agravamento dos dados de mortalidade em acidentes de trânsito com idosos poderia ser evitado.
    Adiciono aqui, às acertadas soluções já sugeridas no artigo, pesquisas e investimentos na área de veículos elétricos e autônomos, os quais carregam em sua essência traços de segurança e de sustentabilidade.

  • Kelcilei Rosa de Oliveira
    Posted at 20:17h, 24 agosto Responder

    Respeitar o idoso, é respeitar seu próprio futuro, precisamos colocar em prática a aplicação e cumprimento da NORMA NBR 9050 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, precisamos transformar isso em realidade são grande os desafios com a instituição de políticas públicas e também a implementação de infraestrutura acessível. O incentivo de uma nova mentalidade social, com respeito e valorização ao idoso é bem vinda.

  • Jorge Lopes dos Santos Júnior
    Posted at 18:02h, 25 agosto Responder

    Não conhecia estes dados sobre atropelo de idosos, malgrado, na prática, pode ser percebido nos diversos acidentes nesta modalidade.
    Necessário tornar as cidades mais acessíveis. As calçadas, na maioria das cidades do nosso pais, não apresentam boas condições de conservação, além de não terem sido planejadas para atender com plenitude aos idosos ou pessoas com dificuldade de locomoção, ou mobilidade reduzida.
    Acredito que poderiamos evoluir com sinalizações mais específicas voltada para atenção e cuidado com as pessoas idosas em travessias a exemplo; ampliar as faixas elevadas de pedestres; sensibilização da temática com os condutores para ter mais cuidado com as pessoas idosas no ato da direção ( em cruzamentos e travessias).

  • Reniê Alves Ferreira Júnior
    Posted at 12:08h, 27 agosto Responder

    “Idosos são os que mais morrem em atropelamentos no Brasil”.
    O artigo corrobora, “é necessário melhorar as políticas públicas que garantam segurança nos deslocamentos para que tem mais de 60 anos”. A população brasileira, está em trajetória de envelhecimento como mencionado no referido artigo. Em 2060, 1 em cada 4 brasileiros será idoso. Assim como as crianças, os idosos demonstram fragilidade, podemos destacar vários fatores, mobilidade reduzida,diminuição nos reflexos, perca de sensibilidade ( olfato, audição e etc ). Com o aumento na expectativa de vida do brasileiro, nós, profissionais da área de trânsito, atue junto ao município, propondo melhorias e soluções. Ressalto a importância da fiscalização, de campanhas educativas, Aplicar políticas públicas para assegurar ao idoso maior mobilidade no dia a dia.

  • Jose Batista de Carvalho Filho
    Posted at 15:00h, 30 agosto Responder

    Estudar um modal diferenciado para os idosos seria uma solução, porém seria muito difícil de implantar um modal exclusivo.
    mas por outro lado podemos consertar as calçadas, educar os condutores para que aguardem o idoso no momento que ele estiver fazendo uma travessia, punir severamente condutores de ónibus quando eles movimentam o veículo antes que o doso se acomode.
    Pode-se melhorar a acessibilidade para os idosos, visto que existe obstruções em calçadas e vias que colocam o idoso em situação vulnerável.

  • HUGO LEONARDO FORTES BARBOSA
    Posted at 22:42h, 31 agosto Responder

    Com a previsão de envelhecimento da população, não tenhamos dúvidas de que planejamento em mobilidade urbana devem sempre levar em conta o facilitar da locomoção do idoso, adequação dos ambientes, bem como planejamento das áreas publicas às necessidades destes. Usar as novas tecnologias para repensar o transporte público, transporte este que hoje se encontra nas mãos de poucos, cuja prestação de serviço é de péssima qualidade e, muitas vezes, alvo de corrupção.

  • Marcio Franclin Amaral Santana
    Posted at 20:21h, 03 setembro Responder

    É notório que a população brasileira vem envelhecendo e isso sem dúvida é um ponto positivo pois aponta uma maior qualidade de vida e vitalidade do brasileiro, contudo, infelizmente, os idosos não estão imunes a violência do trânsito e os fatores são diversos, passando pela ausência de políticas públicas, falta de educação, respeito e compreensão dos demais atores que compõe o complexo espaço social que é o trânsito. Sabemos que os idosos em geral possuem uma acuidade visual menor, capacidade auditiva reduzida, dificuldades de locomoção o que sem dúvida pode contribuir para o aumento desses índices, mas isso não significa culpabilidade do idoso, mas a ausência de estrutura da via para atendimento desse público aliado aos problemas expostos acima, alinho meu pensamento com o do Ramalho quando ele diz “é necessário olhar para o envelhecimento da população brasileira a fim de garantir o direito de ir e vir com segurança. “ sem essa premissa infelizmente veremos esses números alarmantes apontados no Artigo ainda com frequência.

  • Rafael Rodrigo da Fonseca
    Posted at 07:50h, 05 setembro Responder

    Os dados apresentados são impressionantes. Mas acho que devemos levar em consideração alguns aspectos, sem deixarmos de lado o artigo acima. Nossa população está ficando mais velha e está vivendo mais. Logo quanto mais idosos em circulação, maiores as probabilidades de termos um idoso acidentado. Existe um outro grande problema, a massificação de que a faixa de pedestres é um lugar seguro para se atravessar. Está mensagem pode dar uma falsa sensação de segurança. É importante salientarmos por exemplo que antes de atravessar uma rua, na faixa, o pedestre precisa se atentar a sua segurança, olhar para os dois lados, certificar-se de que é seguro fazer a travessia. Precisamos quebrar esse paradigma de que é só por o pé na faixa que o veículo vai parar. Visto isso, precisamos melhorar nossas calçadas, tornando-as atrativas para a caminhada e aptas a atenderem a mobilidade e a segurança necessária para todos os usuários, em especial, o idoso.

  • Francieli Librelotto da Rosa
    Posted at 19:35h, 05 setembro Responder

    Os idosos possuem uma necessidade maior de engenharia de tráfego eficiente, que permita a travessia em via pública no tempo necessário para seu deslocamento; faixas de pedestres que facilitem o acesso aos transportes públicos e, principalmente, cuidado especiais com calçadas e demarcações viárias. Também há de ser pensado que o CTB já exige avaliação médica de maiores de 65 (sessenta e cinco) anos de 03 (três) em 03 (três) anos, justamente pela diminuição dos reflexos dos idosos em decorrência da idade, o que também é objeto de discussão do Projeto de Lei proposto pela Presidência da República, em claro confronto com os estudos realizados pela ABRAMET.

  • Márcia Nogueira Quaresma
    Posted at 23:04h, 05 setembro Responder

    Mais uma vez, as pesquisas apontam a carência de politicas publicas mais efetivas, no sentido de proteger a integridade física dos que demandam uma “atenção mais especial”, Com o aumento da expectativa de vida e as mudanças com a reforma da previdência, é notório essa necessidade em planejar vias e veículos mais apropriados para atender as demandas desse publico que vai estar circulando em proporção cada vez maior, só assim as tragedias serão evitadas, e o direito de uma circulação segura podem ser garantidos para esse publico mais vulnerável, em vias cada vez mais movimentadas.

  • ROCHANE PONZI
    Posted at 15:12h, 07 setembro Responder

    O envelhecimento natural da população impõe ao Administrador Público uma adaptação do cenário que cerca essa parcela da sociedade.
    Os números apresentados pelo ONSV são contundentes no sentido de que é preciso um olhar mais atento às dificuldades inerentes à população com mais de 60 anos.
    Com deslocamentos realizados na sua grande maioria a pé, a acidentalidade desse tipo de pedestre, na minha opinião, impõe um foco maior em:
    a) fiscalização com punição efetiva para o desrespeito às faixas de pedestres (poucos são os municípios que têm a cultura do respeito às faixas de pedestres);
    b) fiscalização ostensiva e permanente do excesso de velocidade no perímetro urbano;
    c) diminuição gradual da velocidade limite desse tipo de via (a OMS recomenta a velocidade limite de 50 km/h no perímetro urbano);
    d) intensificação da educação para o trânsito, focado no público idoso;
    e) aperfeiçoamento do passeio público a fim de impedir que esse pedestre, que já possui a mobilidade reduzida, fique mais exposto ao circular indevidamente na faixa de rolamento.

  • Dayana Cavalli
    Posted at 18:08h, 07 setembro Responder

    O referido artigo nos traz números alarmantes quanto a vulnerabilidade da população idosa no trânsito. Levando também em consideração, dados da Organização mundial da saúde, que em 2030, o número de idosos ultrapassará o total de crianças entre zero e 14 anos, ou seja, o número de pessoas idosas está crescendo no pais. Baseado também no que diz o estatuto do idoso, faz-se necessário que o poder público invista em politicas de segurança específicas para essa faixa etária. Todas medidas citadas no artigo são um bom começo para planejar e implantar medidas pensando em um trânsito seguro para todos.

  • Paulo Roberto Cardoso da Conceição
    Posted at 19:45h, 07 setembro Responder

    Os idosos representam uma parcela da população que merece atenção redobrada quando se trata de mobilidade ao se deslocar principalmente a pé para chegar ao local desejado.
    Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGGE) revelam que que até 2060 o percentual de pessoas com mais de 65 anos passará para 25,5%.
    Esses dados alertam que deve haver urgentemente uma mudança no comportamento humano ao se deslocar nos mais diversos modos de transportes, principalmente o terrestre.
    Outra mudança necessária seria também a das políticas públicas relacionadas às pessoas idosas no trânsito, as quais devem merecer mais atenção quando se deslocam no trânsito em vias brasileiras, não se esquecendo das demais pessoas especiais em relação à mobilidade.

  • ELIAS TEIXEIRA PINHEIRO
    Posted at 22:02h, 07 setembro Responder

    ELIAS TEIXEIRA PINHEIRO – Comissário de de Polícia, Ex-PM, Professor e Ex-diretor de Trânsito de Triunfo/RS (Atividade 8/3 ONSV): Os maiores índices de acidentalidade e mortalidade de idosos, como se vê, estão relacionados a atropelamentos. Isto porque, nas últimas décadas a melhoria da qualidade de vida fez com que pessoas acima dos 60 anos tem se deslocado mais, seja para atender suas próprias necessidades básicas ou da própria família, visto que, aposentados, dispões de mais tempo em relação àqueles indivíduos em plena atividade laboral. Também, do ponto de vista econômico, pois famílias de baixa renda têm no aposentado uma fonte de renda – às vezes a única de um núcleo familiar. Por isso é comum termos em meio aos transeuntes, idosos se deslocando para resolver pequenas questões para a família, que vê como uma economia doméstica – por exemplo – o passe livre no transporte coletivo, assim como menor perda de tempo em filas por causa da preferencialidade prevista em lei. Mesmo assim, em muitos municípios o acesso aos serviços e a mobilidade ficam prejudicados pela má conservação dos passeios públicos, coletivos não adaptados, sinalização precária, entre outros. Portanto, o ONSV, ampliando o número de observadores por estados e – o desejável – na maioria dos municípios, virá contribuir para a melhoria de vida dessa parcela da população, e consequente redução dos índices de acidentalidade e mortalidade.

  • João Paulo Hidalgo de Moraes
    Posted at 11:35h, 08 setembro Responder

    Tratar os especiais de forma especial! Os idosos, assim como outros membros da nossa sociedade, são pessoas que demandam atenção especial, tendo em vista, principalmente, as condições físicas, psicológicas, e até mesmo financeiras que possuem, pois isso interfere diretamente na forma como se locomovem. Não à toa existem filas preferenciais, estacionamentos regulamentados, assentos garantidos em diferentes meios de transporte etc. Assim, de acordo com os dados passados pelo ONSV, fica claro que a sociedade (agentes públicos e privados) deve, urgentemente, voltar seus olhos para tal situação. Repensar as condições das nossas calçadas, por exemplo, é um dos primeiros passos para se garantir a mínima segurança desse público.

  • Claudio Viera de Moura
    Posted at 20:52h, 08 setembro Responder

    O cuidado com nossos idosos é um assunto muito delicado e no trânsito não pode ser diferente, além das politicas públicas a família deve ter uma especial atenção com seus anciões, pois a população esta envelhecendo e teremos cada vez mais idosos nas ruas. A legislação atual já trata do abandono de incapaz no Art 133 como forma de periclitação da vida, e no trânsito não é diferente como mostram as estatísticas. Assim devemos ter um cuidado especial com nossos idosos monitorando suas necessidades e buscando junto a nossos governantes a cobrança das políticas de acesso e mobilidade fazendo valer o estatuto do idoso,

  • Arisberto Pereira da Silva
    Posted at 11:47h, 09 setembro Responder

    É um mapa assustador, só de pensar que já passei dos 40, ufa! Em goiás o quadro se manifesta grave, dentro do vermelho apresentado vejo a total falta de prioridade com o idoso por aqui. O transporte coletivo é uma opção perigosa, pois a superlotação por si só já é um fator de risco, aliado a degraus muito altos para acesso aos veículos e grandes distâncias a percorrer entre casa ponto de embarque, desembarque e destino, sem contar as baldeações, pois um ônibus dificilmente vai pra onde você quer. A politica de acessibilidade urbana caminha timidamente, calçadas com todo tipo de obstáculos à frente, piso em constante desnível, parece proposital, cada qual adota um modelo e este não pode estar de acordo com o vizinho, uma verdadeira disputa que passa longe do olhar da fiscalização municipal que parece ignorar tudo isso, se tornando bastante comum as pessoas andarem na rua, pois ali o piso preparado para o conforto dos automóveis oferece menos obstáculos, no entanto, desse hábito nascem muitas ocorrências de atropelamento. É preciso melhorar tudo isso pra elevar qualidade de vida das pessoas, principalmente dos idosos.

  • Andréia Scheffer
    Posted at 19:35h, 09 setembro Responder

    Como bem referido, é dever do Estado e da sociedade garantir o envelhecimento com qualidade de vida e independência. É direito do idoso poder ir e vir com segurança nas vias e transportes públicos. A população idosa tende a aumentar cada vez mais, portanto o Brasil precisa urgentemente adequar suas estruturas a essa crescente realidade.
    É urgente o desenvolvimento de medidas adequadas que deverão ser propostas conjuntamente com entidades vinculadas a esta faixa etária, de forma a trazer medidas eficazes que realmente trarão à tão falada “melhor idade”, a tão sonhada qualidade de vida.

  • Andrei Lucas Müller
    Posted at 21:41h, 09 setembro Responder

    Conforme destacado no texto, todos tem o direito de ir e vir com segurança. Apesar da maioria das mortes causadas nos atropelamentos são pessoas idosas, vejo a falta de conhecimento desta faixa etária que não foi criada com carros, asfalto, semáforos e faixas de pedestres. Os idosos ainda não estão acostumados com o aumento no número de veículos e a forma violenta que está o trânsito. Ao menos cidades da minha região (Vale do Itajaí/SC) estão se preocupando cada vez mais com o pedestres e ciclistas, com aumento na largura e melhoria dos passeios e a criação de ciclofaixas e ciclovias.

  • Laura H. B. de Oliveira Alarcon
    Posted at 11:24h, 10 setembro Responder

    Garantir e respeitar os direitos da pessoa idosa é dever de toda a sociedade.
    A previsão, conforme dados divulgados no artigo e obtidos do IBGE, confirmam um crescimento constante desse segmento, situação que exige a conscientização de todos para a garantia dos direitos dessa parcela da população.
    Quando verificamos que os idosos são os que mais morrem vitimas de atropelamento no Brasil, confirmamos o completo ABANDONO.
    Vivemos em uma sociedade excessivamente individualista.
    No Brasil, com relação à proteção específica do segmento em questão, além da Constituição Federal, há o Estatuto do Idoso, conforme mencionado, porém, isto é insuficiente.
    Segundo o Promotor de Justiça Mario Ramidoff, seis pontos são fundamentais na promoção do direito dos idosos:
    1. necessidade da conscientização das famílias
    2, a criação de estruturas de acesso para o exercício dos direitos através de políticas municipais de atendimento
    3. difusão de informação dos direitos dos idosos
    4. a pessoa idosa precisa estar nas dotações orçamentárias, com o estabelecimento de políticas sociais e públicas específicas
    5. existência de pontos de referência no atendimento ao idoso: Ministério Público, Defensoria Pública, Serviços Médicos Municipais, etc…
    6. para o funcionamento desses pontos de referência, que haja uma rede de proteção voltada ao idoso, de modo que se promova um trabalho de todas as instituições envolvidas, governamentais ou não.

  • Oszilene de Freitas Gazoni Ferreira
    Posted at 20:48h, 10 setembro Responder

    De fato, é necessário melhorar as políticas públicas que garantam segurança nos deslocamentos para quem tem mais de 60 anos.

  • Fabia Meireles Veras Oliveira
    Posted at 02:02h, 11 setembro Responder

    Essa grande proporção de idosos no transito não para de crescer. É uma conta lógica. Aumenta a quantidade de idosos, sobe a exposição deles aos riscos. Existe essa necessidade de os setores públicos e da sociedade se prepararem para a nova realidade. Precisamos de melhores opções de deslocamentos para esse público. A mudança de comportamento no trânsito é uma evolução lenta e gradual e passa necessariamente por programas de educação e fiscalização, campanhas e ações educativas realizadas tanto pelo Detran, como pelos demais órgãos de trânsito, sempre assegurando o bem deste grande grupo ( os idosos) que compõe o transito brasileiro.

  • CLESTON ANDRADE CAVALCANTE
    Posted at 08:17h, 11 setembro Responder

    O aumento anual no número de acidentes de trânsito envolvendo idosos se dá devido a dificuldade de mobilidade dessas pessoas, pois é na grande maioria dos idosos é nessa fase que os problemas de saúde e a perda da mobilidade individual começam a aparecer acentuadamente. Ainda se não bastasse a dificuldade de locomoção, a maioria dos munícios brasileiros ainda não se adaptaram necessariamente para atendê-los. O aumento do tempo semafórico, acessibilidade e campanhas de conscientização específicas são algumas das soluções.

  • Priscilla M. Borges
    Posted at 09:57h, 11 setembro Responder

    Está claro que as políticas públicas atuais não têm sido eficientes quanto ao atendimento às necessidades desse público, e algumas adaptações no trânsito seriam necessárias para garantir mais segurança a eles. Contudo, falta a consciência da população quanto ao envelhecimento natural, algo que ocorrerá com todos, mas que ninguém se prepara. Daí a dificuldade em reconhecer a diminuição de algumas habilidades, algo decorrente do passar dos anos, e ainda a empatia e compreensão das necessidades do outro.

  • Georlize Oliveira Costa Teles
    Posted at 13:37h, 11 setembro Responder

    Ao pensar as políticas públicas, precisamos entender que na sociedade temos grupos que por razões diversas estão mais vulneráveis e suscetíveis a serem vítimas de algum tipo de violência. Ao elaborarmos o planejamento para a execução de ações voltadas a segurança viária, devemos identificar os grupos mais vulneráveis. Reconhecer a vulnerabilidade do idoso é possibilitar a elaboração de um planejamento voltado a atender as suas limitações físicas. Considerar este fator é refletir sobre a interação entre a saúde e a condição econômica do idoso. Depreende-se da leitura dos dados apresentados na pesquisa que muito precisa ser feito no tocante a segurança viária voltada ao segmento idoso para a efetivação de ações que possam mudar o atual quadro. Estamos falando de um segmento que naturalmente teve a sua capacidade de locomoção física reduzida. Partindo desse reconhecimento, as ações devem ser inseridas no dia a dia da política pública de mobilidade visando garantir o exercício da cidadania desse segmento. Sergipe figura no bloco intermediário, porém ainda é muito alta a incidência, com índices de 20 a 29.99 mortes de idosos em acidentes de trânsito por 100 mil habitantes. Mesmo estando entre os estados onde os idosos são menos vítimas no trânsito, carecemos intensificar as ações visando a redução de mortes. Não é justificável uma morte sequer.

  • WALLACE SILVA DE SOUSA
    Posted at 16:12h, 11 setembro Responder

    É lamentável ver tanto descaso com nossos anciões, as estatísticas mostram que: Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2012 e 2017, a população de idosos no País saltou 19,5%, de 25,4 milhões para mais de 30,2 milhões de pessoas. No mesmo período, o número de homens e mulheres com 60 anos ou mais nos albergues públicos cresceu 33%, de 45,8 mil para 60,8 mil. (Texto de 5 de jul de 2018 acesso em 11/09/2019). Precisamos chamar a atenção de nossos Gestores (Estaduais e Municipais) e lhe mostra que nossa comunidade é constituída por um publico que precisa de uma atenção redobrada e de uma mobilidade que requer cuidados e atenção especifica para facilitar sua locomoção. O problema nos já sabemos e até identificamos e pontuamos os mesmos, o que falta é o querer fazer, e por em pratica o que diz a lei e não fingir que não estar vendo. Pouco se estar fazendo ate que alguém de muita influencia saia nas redes sociais vitima deste descaso para que se possa de fato e de verdade iniciar uma mudança.

  • AIRTON ROCHA ALVES
    Posted at 18:52h, 11 setembro Responder

    Sabemos que a longevidade do brasil está aumentando, estamos em um pais com um numero grande de idosos, mais uma vez nossos governantes devem analisar as politicas publicas existentes, criar novas, buscando a mobilidade e acessibilidade das pessoas idosas, os gestores dos municípios devem implantar sistemas de travessias de vias públicas, mais seguros, que coloquem menos em risco possível os idosos, mas para isso deve-se fiscalizar essas politicas públicas para que não fiquem só no papel e tenham uma eficiência.

  • Bianca da Cruz Oliveira
    Posted at 19:51h, 11 setembro Responder

    Infelizmente a população não valoriza os idosos como deveria, e por isso a dificuldade de se colocar no lugar desses atores, contudo, a efetivação de ações que possam proporcionar maior estado de empatia acerca das limitações inerentes a essa fase da vida são ferramentas importantes para a mudança dessa realidade.

  • AGUINÉLIA SOUSA
    Posted at 20:26h, 11 setembro Responder

    Eu acredito que a mobilidade dessas pessoas é diferente das demais e recomendo aos municípios a adaptação necessária para atendê-los. O aumento do tempo semafórico e campanhas de conscientização específicas são algumas das soluções.

  • savana gardelly silva lopes teixeira
    Posted at 20:26h, 11 setembro Responder

    Precisamos está de olho no envelhecimento de qualidade para a população e preservar a independência também,mas infelizmente muitos ainda não valorizam os idosos,e lamentável esse descaso com os idosos,onde o estatuto não provem ,artigo excelente, parabéns observatório.

  • AGUINÉLIA SOUSA
    Posted at 20:27h, 11 setembro Responder

    Acredito que a mobilidade dessas pessoas é diferente das demais e recomendo aos municípios a adaptação necessária para atendê-los. O aumento do tempo semafórico e campanhas de conscientização específicas são algumas das soluções.

  • AGUINÉLIA SOUSA
    Posted at 20:35h, 11 setembro Responder

    Apesar de não haver uma idade limite para conseguir uma carteira de motorista, os motoristas mais velhos devem evitarem dirigir à noite e ao amanhecer, ter cuidado ao realizar ultrapassagens, sempre que possível dirigir por trajetos de curta duração e evitar trajetos complicados ou em condições meteorológicas adversas.

  • Ana Paula Corrêa Fantin
    Posted at 21:48h, 11 setembro Responder

    Como podemos ver, os idosos são os que mais morrem em atropelamentos no Brasil. Além de se locomoverem mais a pé, também devemos considerar que seu reflexo e seu deslocamento é mais lento. Sendo assim, as melhorias (como algumas citadas no artigo) das calçadas, dos meios de transporte público, cruzamentos semaforizados, são essenciais para garantir a qualidade e a segurança no trânsito para essa faixa etária, da qual todos iremos fazer parte futuramente.

  • Monique Machado
    Posted at 22:09h, 12 setembro Responder

    Os idosos são vitimas de uma sociedade que cresceu sem educação e sem planejamento. Eles não foram preparados para viver num trânsito agressivo e tumultuado que possuímos e acabam sendo nos principais vítimas e o exemplo do que acontece quando não se tem investimento, projetos ou planejamento no trânsito. É inadmissível ver a vida de ente querido que sobreviveu a fome, guerras, recessão, desemprego acabar no asfalto por imprudência ou ingerência de muitos.

  • Juliano Benfica Viana
    Posted at 23:17h, 12 setembro Responder

    É necessário pensar em medidas de proteção aos idosos no trânsito devido as limitações naturais da idade, as questões relacionadas à saúde e a exposição no trânsito caótico principalmente das médias e grandes cidades. Intervenções de engenharia de trânsito com foco na acessibilidade, mobilidade podem ajudar e muito na redução de acidentes com idosos. Um trabalho de fiscalização incidente nas áreas de maior ocorrência de acidentes com idosos pode surtir um bom resultado para mitigação destes dados estatísticos. Aliado a isso pode-se ter um trabalho de educação para o trânsito focado na orientação do cidadão, condutor e motorista para atenção redobrada quanto se deparar com idosos utilizando as vias em travessia.

  • Fabiana Dias
    Posted at 01:03h, 15 setembro Responder

    Os idosos são vitimas desse transito caótico, precisam de auxilio. As leis precisam priorizar as políticas para atendimento aos idosos, isso é mais que necessidade, é uma obrigação de todos.

  • Juan Ramón Soto Franco
    Posted at 14:27h, 04 fevereiro Responder

    Medidas simples contribuem para aumentar a segurança no trânsito de idosos, crianças, grávidas e deficientes físicos. Ha um ditado interessante que diz, “nada se cria, todo se copia”. Exemplos que deveriam ser copiados e implantados são a implantação de “áreas calmas” e “vias calmas”. Ambas permitem inclusive a implantação de ciclovias. Outra medida é o aumento do tempo dos semáforos para a passagem de idosos, através de equipamento que identifique as pessoas, como em Curitiba, com o cartão de transporte, que identifica o idoso ou o deficiente. Interessante medida também são as “faixas elevadas” implantadas em locais identificados como críticos, por abuso na velocidade de veículos ou por alto número de atropelamentos.

  • washington felippe pereira
    Posted at 12:44h, 09 fevereiro Responder

    É com satisfação que vejo o estado de São Paulo dentre os estados que apresentam a menor taxa de mortalidade entre os idosos
    do país. Esta faixa etária é preocupante e segundo já é sabido a tendência é que o número de idosos cresça no decorrer dos próximos anos. Muita coisa ainda precisa ser feita, principalmente na esfera de Governo, com políticas públicas que satisfaçam o número crescente de permanência de idosos nas regiões que demandam maiores cuidados e estabeleçam critérios que favoreçam a sobrevida.

  • Claudio kalleder
    Posted at 16:31h, 10 fevereiro Responder

    O crescimento desordenado das cidades colabora com as precárias condições de mobilidade para pedestres idosos e portadores de necessidades especiais. Infelizmente, até então, as cidades não foram pensadas e concebidas tendo em vista o conforto e a segurança dos mais idosos e de quem tenha necessidades específicas. Um alento nessa realidade é saber que, com o aumento da expectativa de vida e o consequente envelhecimento da população, um novo olhar já foi lançado sobre essa questão.

    Vias com calçadas melhores, áreas especiais para estacionamento, autorizações concedidas pelo poder público para o uso regulamentado dessas vagas, transporte público com acessibilidade melhorada, a substituição dos elevadores para cadeirantes por rampas nos ônibus com piso baixo, entre outras medidas.

    Muito ainda há de ser feito, para dar aos idosos o direito á mobilidade e ao acesso á serviços públicos essenciais e de qualidade. O acesso á esses serviços passa pela mobilidade, evidentemente. As cidades precisam ser concebidas e desenvolvidas com foco na segurança e qualidade de vida dos idosos.

  • Luciane Ribeiro dos Santos de Moura
    Posted at 12:32h, 11 fevereiro Responder

    Concordo com o Sr. Ramalho, investir em políticas públicas e valorizar o idoso se faz necessário em nossa sociedade. O envelhecimento acelerado da população requer medidas urgentes para tornar as cidades mais transitáveis. A dificuldade para transitar impossibilita a população idosa de interagir socialmente e contribui para o isolamento social, o que é uma das características das prejudiciais da sociedade atual.
    É um consenso no mundo inteiro, defendido, inclusive, pela Organização Mundial da Saúde, que o envelhecimento deve ser ativo e organizar a ocupação das grandes cidades, sendo que a melhor maneira de promover o acesso das pessoas e bens ao que a cidade oferece. Assim, boas condições de mobilidade urbana para os idosos além de facilitar o acesso dos mesmos aos serviços de saúde, também proporcionará melhor convívio social, aumentando a qualidade de vida dessa população.

  • JOSE ALFREDO BRANDAO E SOUSA
    Posted at 08:34h, 12 fevereiro Responder

    Perfeita a exposição de ideias do Sr. Ramalho e dos demais participantes. É certo, que cada vez mais a população mundial irá apresentar uma sobrevida maior. Como já acontece em países mais desenvolvidos, a população idoso irá aumentar cada vez mais, pela própria evolução humana, onde cada vez mais os jovens escolhem em ter menos filhos. Sendo assim, previsível este evento, faz-se necessário uma maior atenção para este fenômeno. O CTB foi criado justamente para preservar a vida a saúde e o meio ambiente, e não pode distanciar destes princípios. Infelizmente ainda estamos presos a uma trajetória estabelecida a séculos, e mudar este rumo não é nada fácil. O chamado “path dependence”, que auxilia no estabelecimento de trajetórias políticas num dado país (Antônio Sérgio Araújo Fernandes – “Path dependency e os Estudos Históricos Comparados”). O Brasil traçou uma trajetória secular, onde optou-se por privilegiar os modais terrestres de transporte, principalmente o individual, o que repercute até os dias de hoje. Precisar quebrar esta dependência histórica e alterar esta trajetória, estimulando o transporte à pé e através de bicicletas, sendo necessário o espraiamento das cidades, deslocando as coisas públicas, de grande acesso público dos centros para os bairros, evitando desta forma grandes deslocamentos através de modais motorizados, ou seja, deslocamentos menores dentro dos próprios bairros, esta apenas uma das soluções. Para isso precisamos de políticas públicas em defesa dos pedestres e ciclistas, no caso comentado, os idosos, aqueles com menor potência física, que se deslocam mais vagarosamente, necessitando de alterações nos tempos de passagem em faixas de pedestres, “quebra molas” no mesmo nível das calçadas, calçadas mais conservadas, enfim, facilitar e proteger seu deslocamento, posto que também deve-se levar em consideração a maior dificuldade auditiva e visual. Para que isso aconteça na prática é preciso conscientizar os mais jovens desde a primeira escola, na formação de condutores e nas campanhas de trânsito, a fim de educar para um trânsito mais humanos, gentil e seguro.

  • LEANDRO CUNHA DA SILVA
    Posted at 11:13h, 12 fevereiro Responder

    Hoje no Brasil, a longevidade é cada vez mais presente entre os cidadãos, com isso, percebe-se a necessidade de desenvolver mais politicas públicas, voltadas para os idosos, que têm um comportamento de deslocamento e mobilidade diferente das outras faixas etárias. faz=se necessário um reestudo da engenharia de tráfego para atender melhor aos idosos no trânsito e com isso diminuir os negativos índices de mortes de idosos no trânsito, desenvolvendo também campanhas educativas em todos os setores da sociedade.

  • Amilton Reis dos Santos
    Posted at 14:23h, 12 fevereiro Responder

    Soluções simples, tais como: maior e melhor sinalização viária, agentes preparados para, também, educar os pedestre em especial os idosos nas travessias específicas, orientando-os e exigindo-os que utilizem as faixas, pois os pedestres em geral têm sua parcela de culpa.

  • FABIO MOUTINHO TURMA 3 Obsv. Certif.
    Posted at 16:17h, 13 fevereiro Responder

    De fato, essa leitura me surpreendeu, até mais do que em relação aos acidentes das crianças, no entanto, me fez refletir e me convidou a conhecer os dados de meu Município no que se refere a essa faixa etária específica. Vamos pesquisar. Assim que tiver esses números compartilho com vocês.

  • MARCELO WILIANS NEMESIO
    Posted at 18:28h, 13 fevereiro Responder

    Como registrado pelo Presidente do ONSV, as politicas publicas voltadas a mobilidade urbana hoje ainda são as ultimas a serem avaliadas, pois os acessos nas calçadas a lotes lindeiros ficam a cargo do proprietário do lote, desta forma realizando uma obra ao seu gosto, com pedras lisas, desniveladas e trazendo riscos a população em geral. Outra observação fica para aqueles motoristas apressados que quando alguém esta realizando a travessia e o semáforo abre pra ele começa a buzinar não querendo ou deixando de lado a empatia.

  • Sidnei Araújo
    Posted at 23:28h, 13 fevereiro Responder

    A matéria exposta é completa, trás tudo que é necessário para zerar os atropelamentos de pessoas idosas. Porém sempre fico com a questão da moral, empatia e bons costumes. Se o condutor for bem formado e praticar gentileza no trânsito, sempre terá paciência na travessia de um idoso. Vale lembrar que uma pessoa idosa com muita dificuldade de locomoção deve estar sempre acompanhada, contudo em diversas vezes nos deparamos com o idoso transitando sem acompanhante pelas vias, algo que deveria ser melhor verificado.

  • Carlos Henrique Ferreira de Mello
    Posted at 00:49h, 14 fevereiro Responder

    O crescimento do número de veículos circulando diariamente pelas ruas é assustador. A facilidade para se adquirir um veículo – seja carro ou motocicleta – hoje em dia é inversamente proporcional à qualidade de nossos condutores. A falta de prática da gentileza no trânsito, aliada à pressa das pessoas em chegarem logo ao seu destino vêm comprometendo assustadoramente a saúde física dos nossos idosos, principais vítimas enquanto pedestres.
    Um idoso em tratamento hospitalar, além de exigir mais cuidados médicos e das famílias, também onera o Estado com tratamentos duradouros e longos períodos de internação, além dos possíveis transtornos jurídicos que o caso possa exigir.

  • Elmir Jorge Schneider
    Posted at 05:33h, 16 fevereiro Responder

    Com base nestas informações é possível identificar o quanto é importância uma educação para o trânsito em todas as idades, na medida em que a população tende a apresentar um perfil cada vez mais envelhecida. Neste sentido, se verifica que os idosos são potenciais vítimas, já que não tem uma idade certa e todos acabam expostos aos riscos que o trânsito oferece, o que deixa as pessoas idosas mais vulneráveis devido a sua condição física.

  • Valter Ferreira da silva
    Posted at 10:08h, 16 fevereiro Responder

    O Estatuto do Idoso é claro na preservação dos seus direitos, porém, de total desconhecimento “acredito”, até pelos administradores do trânsito, já esta comprovado, o deslocamento de uma pessoa idosa não se compara aos mais jovens, por esta razão, carece de mais tempo na travessia das faixas de pedestre com sinalização luminosa, com a chegada da tecnologia, também chegou há exigência do tempo, reduz-se o tempo de travessia dos pedestres calculado sobre os mais jovens, em beneficio da fluidez do trânsito, fazendo com que a pessoa idosa, devido a sua dificuldade de locomoção, fique mais exposta a atropelamentos.
    O que precisa em nosso País, é valorizar nossos idosos, por tudo que já contribuíram, facilitando seu ingresso em todos os meios de transporte, bem como tempo suficiente para sua travessia com segurança.

  • Antônio Peixoto de Melo
    Posted at 21:13h, 18 fevereiro Responder

    O respeito pelo idoso está diretamente ligado à educação das pessoas e também das instituições e cabe a estas fazer valer os direitos. É preciso criar condições de mobilidade para todos e o idoso é merecedor de todo o respeito , afinal dedicou toda a sua vida produzindo para este país.

  • ANTONIO CARLOS GOMES
    Posted at 15:15h, 20 fevereiro Responder

    BOA TARDE…..NÃO TEMOS UMA POLITICA PÚBLICA PARA DAR RESPALDO EM SINALIZAÇÃO COMO FAIXAS DE PEDESTRE SINALIZAÇAO DE ESTACIONAMENTO E PRINCIPALMENTE CAMPANHAS EDUCATIVAS TANTO PARA MOTORISTAS QUANDO PARA OS PEDESTRE,POR SUA VES DEVEMOS LEMBRAR QUE DEPOIS DE UMA CERTA IDADE A MOBILIDADE VAI DIMINUINDO COM MUITA DIFICULDADE DE LOCOMOÇÃO E É JUSTAMENTE NESTA HORA QUE ACONTECE A MAIORIA DOS ATROPELAMENTO COM RISCO DE MORTE OU SEQUELAS FUTURAS E MUITA DIFICULDADE DE RECUPERAÇÃO.

  • KENEDY SANTOS PEREIRA
    Posted at 11:23h, 25 fevereiro Responder

    Nos precisamos entender o que determina o Estado do Idoso, que é o PRIORIDADE NA POLITICA PUBLICA,, pois, assim nas ações que iremos desenvolver seja de construção, educação, promoção, ficará bem mais seguras. No tocante a educação, a juventude precisa olhar com carinho para o IDOSO. Em uma pessoa idoso, temos conhecimento de uma vida inteira.

  • JOSE EDIVO PEIXOTO FILHO
    Posted at 13:37h, 25 fevereiro Responder

    É claro que carecemos de políticas públicas que tratem o idoso como prioridade, isso em um pais cuja população está cada dia mais senescente. Segundo o IBGE a população brasileira até o ano de 2060 será em sua grande maioria composta por idosos na faixa etária de 64 anos, precisamos a curto prazo desenvolver, criar e melhorar as políticas de prevenção aos acidentes.

  • Bruna de Oliveira Seiboth
    Posted at 17:47h, 25 fevereiro Responder

    O Brasil necessita de educação de qualidade, precisamos investir nos mais pequenos pra deixar o problema se prolongar. Me refiro que se a criança no seu desenvolvido aprende o que é educação e como praticá-la, quando adolescente não será um problema pra sociedade, quando adulto suporta responsabilidades e será ético, quando idoso terá uma qualidade de vida melhor. O trânsito, a educação para o trânsito deve começar desde cedo, nas escolas, para os mais pequenos e assim sucessivamente em diante acompanhar a vida e não jogar toda a responsabilidade para as autoescolas.

  • Mauro Silva - Recife/PE
    Posted at 00:47h, 27 fevereiro Responder

    A elevada taxa de mortalidade de Idosos no transito decorre em ter que se adaptar a uma nova realidade, diferentes das realidades anteriores de um Transito Pacato, outros fatores contribuem com essa fragilidade apontada pelas estatísticas, como o processo natural do envelhecimento. É sabido que os pedestres idosos enfrentam um conjunto de obstáculos nas ruas sem adequação e adaptabilidade. Dentre estes também estão o excesso de velocidade dos veículos, a condução imprudente e, em muitos casos, o curto espaço de tempo do semáforo para pedestre.

  • HELIO DIAS DE SOUZA
    Posted at 23:22h, 28 fevereiro Responder

    Boa noite!
    Assim como o Sr. Presidente Ramalho pontuou todas as possibilidades em se construír políticas públicas pensando nas pessoas mais vulneráveis, até pela presença maior nos espaços públicos por terem que voltar ao mercado de trabalho, todos os comentários corroboram seu artigo. É difícil? é mas podemos conseguir, pois estou nessa luta há 45 anos, presenciando o entra e sai de governantes, secretários e como o apresentador Flávio Fachel repete diariamente “enquanto o foco é a passagem e não o passageiro, nada muda”, em relação aos transportes públicos. Precisamos exigir mais de nossos representantes, pois não estão nos representando como merecemos.

  • Edenilton de Barros Ferreira
    Posted at 21:34h, 29 fevereiro Responder

    Diante do histórico apresentado pelos números de idosos vítima do trânsito, fato que é discutido também nas questões referente ao trânsito é o assunto da imobilidade das pessoas com mais idades, idosos, onde é visível que o ser humano ao longo de sua existência passa a perder de certos sentidos, visão, audição, e a percepção como também agilidade motora, e esses idosos precisaram para sua mobilidade de uma preocupação e uma atenção Maior, principalmente pela família quando estes saírem as ruas, isto porque sabemos que o ambiente das vias não oferece uma segurança para esses idosos no trânsito.

    Parabenizamos algumas empresas onde sinalizaram o local com faixa de estacionamento para idosos, gestante, e pessoas com algumas deficiências.

    Há uma necessidade de se fazer mais campanhas e levar as informações diretas para a sociedade, em ambientes escolares, empresas de transportes de passageiros taxistas, empresas que tenham frota de veículos, como também campanhas em estacionamentos com tema específico informando a fragilidade dos idosos, ( O IDOSO ATROPELADO OU MORTO PODE SER O SEU IDOSO!). Pois, a conscientização deve vim através da educação.

  • Samir Moussa
    Posted at 23:31h, 29 fevereiro Responder

    Com o aumento do número de idoso a tendencia é cada vez aumentar mais o número de acidentes, atropelamentos e mortes do idoso, com isso devemos adaptar as cidades, vias para o nosso idoso, fazer campanhas pé na faixa adaptar melhor os semáforos para os locais aonde tenha mais acesso aos idosos e intensificar as campanhas educativas com o Pé na Faixa isso vai diminuir bastante o número de atropelamento e mortes dos idosos.

  • Priscila Sauthier
    Posted at 22:15h, 01 março Responder

    Concordo com o Sr. José Aurélio Ramalho em seu posicionamento em exaltar a questão da Previdência Social, o que aumentará o número de idosos que farão uso das vias urbanas e, por consequência, ficarão mais expostos ao risco de um acidente de trânsito. Será importante acompanhar essas mudanças para a adequação das políticas públicas.

  • Diego da Siva Marques
    Posted at 13:51h, 02 março Responder

    A incidência de acidentes fatais envolvendo o público idosos na cidade de Porto Alegre assim como nas demais capitais é presente de forma recorrente e permanente. A luta para desenvolvermos uma política pública eficaz de enfrentamento a essa situação tem que envolver a administração pública de forma macro, precisamos entender que na avaliação da cinemática de um acidente envolvendo idoso são vários os fatores que levam a ocorrência:
    A condição de saúde que pode potencializar o quadro como osteoporose e demais complicações respiratórias;
    Também temos que considerar a atitude do pedestre idoso quanto aos riscos, na cidade de porto Alegre em alguns casos avaliados pelo projeto Vida no Trânsito foram registrados travessias fora da faixa de pedestres por parte dos idosos;
    A condição climática de chuva também faz com que o guarda chuvas e as compras provenientes do comércio local diminuam drasticamente a capacidade de percepção de riscos desses idosos ao atravessarem;
    Não podemos isentar a parcela de culpa do motorista que tem a obrigação de respeitar a velocidade da via, principalmente em locais de grande aglomeração de pedestres;
    Se as grandes cidades tivessem projetos qualificados de engenharia baseados no conceito internacional do traffic calming a incidência de óbitos e a severidade dos acidentes seria bem menor.

  • Joaquim Alves do Carmo
    Posted at 20:02h, 02 março Responder

    A falta de infraestrutura em nosso país faz com que estes números aumentem a cada ano, transporte público de péssima qualidade, pouco investimento em calçadas e ciclovias e um condutor que não respeita as regras de segurança. Que país é esse que precisa de um estatuto para proteção do idoso? Isso era para estar na formação das pessoas. Quem fica alheio as dificuldades de um idoso, um dia poderá se ver na mesma situação.

  • Alex Pinheiro Sessim
    Posted at 15:32h, 03 março Responder

    Na verdade, esse número deve ser divulgado como um descaso que tratemos as pessoas que tanto trabalharam para o desenvolvimento do nosso País. Chegar aos 80 anos com saúde e condições de passear com sua família ou se manter independente nas atividades do dia a dia, e ainda ser vítima de acidente de Trânsito, não pode ser admissível para uma sociedade que deseja alcançar os índices da década de ação para o trânsito.

  • Jolserley Marcio Barbosa
    Posted at 17:27h, 03 março Responder

    Mais um artigo que fala do descaso e falta de politicas publicas para com o cidadão. dessa vez os idosos em pauta, como sabemos as pessoas idosas são mais debilitadas, necessitam de mais atenção e proteção por parte de todos. Acho que temos que cobrar mesmo mais comprometimento de nossos governantes afinal pagamos impostos e muitas vezes não vemos melhorias em nossas cidades, porem temos que fazer uma auto reflexão sobre nossos atos enquanto usuários das vias, sera que nos também não podemos fazer algumas coisas melhorar o convívio no transito?

  • João Batista da Silva Neto
    Posted at 16:03h, 04 março Responder

    Lamentáveis os dados, porém o estudo na área é sempre o primeiro passo para a mudança. As políticas públicas são extremamente necessárias!!

  • Jose Antonio de Almeida
    Posted at 18:10h, 04 março Responder

    Concordo plenamente quando se fala em melhorar o transporte público como parte da solução, esta medida ocorrendo o volume de carros nas ruas teria uma boa redução.

  • GILSON DE JESUS CARDOSO
    Posted at 00:16h, 08 março Responder

    Já é sabido que não é somente no trânsito que o idoso não é respeitado, contudo devemos pensar em medidas de prevenção e correção também, pois continuarão acontecendo acidentes mesmo com políticas de melhorias porque encontramos falhas graves e históricas principalmente de engenharia para deslocamento de deficientes e idosos, não temos cidades nem situação viária para acolher os pedestres, principalmente na 3ª idade.

  • SOLANGE RIBEIRO DA SILVA
    Posted at 07:58h, 08 março Responder

    *Idoso*
    Nota-se que a nossa população em breve terá um aumento significativo de pessoas acima de 65 anos, e não estamos preparados para lidar com essa essa questão, pois a nossa geração de 1940 até 1982, são a geração que estão estruturando e moldando a estrutura da sociedade em nosso país, nos eixos sociais, políticos, saúde, educação, infraestrutura viária, segurança, etc. e a mais de 10 anos nós dessa geração, estamos nos conscientizando da real situação onde estávamos, onde estamos hoje e o mais importante, onde estaremos amanhã. Hoje somos os responsáveis para que essas mudanças aconteça, através de novos estudos, legislação, palestras, etc. Mas infelizmente nos esbarramos nos interesses pessoais, políticos, para si próprio, e não para o bem coletivo. Hoje somos adultos produtores de nossas histórias, Amanhã seremos idoso, vivendo a nossa história que criamos ontem. Levo-me a pensar: Onde estou hoje? Oque farei para mudar em minha vida? O que poderia contribuir para ajudar o próximo? E o que isso trará de benefícios para a civilização?

  • Vítor Araújo Damascena
    Posted at 12:37h, 09 março Responder

    Temos uma população idosa crescendo e devemos ter políticas públicas que forneça meios para que essa parcela da população tenha qualidade de vida. No trânsito deve-se fornecer meios seguros para a locomoção e transporte adequado pois os idosos possuem restrições devido a idade.

  • José Luiz Britto Bastos
    Posted at 01:43h, 10 março Responder

    Faço parte da Comissão Municipal da Pessoa Idosa da Câmara Municipal de Juiz de Fora MG. Em nossas reuniões mensais a questão segurança do pedestre idoso é sempre discutida, até porque o índice de idosos atropelados em Juiz de Fora tem sido bastante elevado, razão de grande preocupação por parte das autoridades constituídas e da Comissão do Idoso. Na atualidade os idosos, não costumam ficar em casa, a maioria que ter uma vida normal, sair de casa caminhando a pé, viajando de ônibus e muitos dirigindo seus próprios veículos. Os idosos tanto usam além dos ônibus e automóveis, bicicletas e até mesmo motocicletas. Na maioria dos casos os acidentes ocorrem com os que transitam a pé. Por sua própria natureza, sabe-se que os idosos com o passar dos anos têm suas capacidades cognitivas diminuídas, ou seja, os reflexos e o grau de atenção diminuem acentuadamente. Além disso muitos idosos em idade mais avançada, acima de 70 anos, costumam sempre saír desacompanhados, porque acreditam que não precisam de acompanhantes fruto da autoconfiança. Nessas condições percebe-se claramente, que a grande maioria pensa e age como se estivesse no tempo passado, quando o movimento das ruas era bem menor, com menos veículos em circulação, menos sinalização, etc. Hoje é possível observar pedestres atravessando em qualquer lugar das vias, longe das faixas de pedestres e da sinalização semafórica instalada em interseções, aumentando consideravelmente, o risco de atropelamentos. É de se notar também que nas interseções semaforizadas, muita das vezes o tempo de travessia, ainda que com o uso de temporizadores, é insuficiente para que concluam as travessias em segurança, já que o idosos por sua própria condição da idade caminham mais lentamente que as pessoas em idades mais jovens, há casos em que o idoso caminha por um segundo a uma velocidade de marcha entre 0,60 e 0,70 cm por segundo, enquanto de uma pessoa jovem caminha a 1,3 cm por segundo. Nesse sentido já existe tecnologia no Brasil instalada em interseções de Curitiba PR sensores que aumentam o tempo dos semáforos para pedestres idosos (acima de 60 anos) em alguns segundos, tempo adicional, sempre proporcionais à idade e mediante a aproximação do cartão do bilhete eletrônico de transporte. Tais sensores magnéticos, só funcional para pessoas com mais de 60 anos de idade. Além de todas as precauções para se evitar e proteger os pedestres idosos, educa-los através de constantes palestras é medida que se impõe, sendo certo, que a população de idosos vem aumentando e até 2060 poderá chegar a 25% da população do país. Curiosamente, os Estados da Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro, são os que detém o menor volume de idosos mortos pelo trânsito por cada 100 mil habitantes.

  • Aline Cecconi
    Posted at 12:06h, 10 março Responder

    Antigamente o país tinha uma população muito jovem, porém com o passar dos anos a população foi envelhecendo e as políticas públicas não foram acompanhando essa evolução. No trânsito não é diferente, São ações simples e efetivas, como o aumento do tempo do semáforo, que podem ajudar a reduzir essa estatística. Outra forma que poderíamos reduzir esses números é ter uma educação aproximada com esse público, pois se hoje a educação para o trânsito já é escassa, antigamente era praticamente inexistente.

  • Geraldo Medeiros Filho
    Posted at 17:46h, 11 março Responder

    É preciso aprofundar os estudos sobre acidentes com idoso, saber quais os principais fatores, para trazer soluções combatendo as causas. Trazer representantes desta categoria, de associações de idosos, poderia trazer elementos novos para os estudos. categorias.
    Calçadas irregulares, ou ocupadas por produtos, sem condições de passeio, força as pessoas a trafegarem na rua. fiscalizar e regulamentar calçadas acessíveis, pode ser um elemento eficaz para reduzir os atropelamento de idosos.
    Como bem colocado no texto, melhorar a oferta de transporte público é fundamental, para que o idoso tenha uma opção segura de locomoção, complementada por calçadas que permitam boa mobilidade com acessibilidade.
    A falta de ilhas de travessia em vias movimentadas promove a insegurança. Uma maior oferta destas ilhas poderá trazer resultados positivos.

  • Flavia vegh Bissoli
    Posted at 12:24h, 12 março Responder

    Os números são alarmantes: IDOSOS SÃO OS QUE MAIS MORREM EM ATROPELAMENTOS NO BRASIL, e infelizmente a tendência é aumentar essa estatística, posto que estamos caminhando para um país de idosos a população brasileira não tem tido investimentos, planejamento e educação nesta faixa etária no que se refere a trânsito.

    Como bem elucidada a matéria é de suma importância de tenhamos um olhar diferenciado ao idosos.

    Os acidentes de trânsito acabam representando um fator agravante em doenças previamente adquiridas, além de potencializar outras que não existiam, aumentando a assistência do estado e da família à vítima e a redução do período de vida, tanto de homens quanto de mulheres.

    Há várias ações que devem ser observadas e implementadas para mudarmos este cenário, tais como as já exempliciadas na matéria e mais:

    Monitorar, avaliar e planejar políticas já existentes, como calçadas em melhores condições, tempo de semáforos adequados à mobilidade do idoso e, a partir disso, buscar enfrentar os problemas diagnosticados;

    Melhorar o processo de habilitação para conduzir, tornando-o mais exigente em quesitos como travessia de pedestres e cuidados com a mobilidade coletiva;

    Melhorar a oferta dos modos de transporte não motorizados, garantindo segurança nos deslocamentos dos modos ativos, pensando que esses modos também têm impactos positivos na saúde da pessoa idosa;

    Melhorar a oferta de transporte público, para que o idoso tenha a opção de realizar suas viagens como passageiro, garantindo assim sua independência em relação à mobilidade.

  • Alexander Ferreira de Magalhães
    Posted at 18:00h, 12 março Responder

    As questões que envolvem a segurança na mobilidade das pessoas nas vias públicas são extremamente complexas e por isso se apresentam como um enorme desafio para os gestores públicos. Inúmeros são os fatores que interferem na dinâmica dos acidentes e medidas preventivas que visam minimizar tais ocorrências passam, necessariamente, por ações de educação, fiscalização e engenharia. As medidas protetivas se apresentam de uma forma geral, para todos os usuários do trânsito, contudo alguns desses usuários carecem de outras intervenções que levem em conta suas peculiaridades, principalmente, no que tange à vulnerabilidade desses segmentos, no qual certamente se encontram os idosos.
    O artigo em tela chama a atenção pela necessidade da adoção de políticas públicas direcionadas para a proteção das pessoas com mais de 60 anos de idade no trânsito, as quais segundo o estudo são as maiores vítimas fatais em atropelamentos. Dada a extrema vulnerabilidade dos usuários dessa faixa etária, necessário se faz o aprofundamento em estudos e pesquisas que sejam capazes de indicar soluções para minimização dos riscos que essas pessoas estão expostas em sua mobilidade, as quais devem ser garantidas por meio de políticas públicas específicas.
    Somente por meio de estudos que considere o mapeamento das incidências dos óbitos nessa faixa etária, o modal do evento e sua localização e outros será possível melhor entendimento do fenômeno para apontamento de medidas viáveis.
    É lógico que devido a grande extensão territorial do país, as medidas nem sempre devem ser padronizadas, uma vez que cada realidade regional, ou até mesmo local, deve ser tratada de forma particularizada. Contudo a troca de experiências bem sucedidas podem apresentar soluções viáveis para enfrentamento do problema. Afirmo isso porque, chamou-me a atenção o fato de dois grandes estados, de alta densidade populacional, figurarem dentre estados com menores índices de mortalidade naquela faixa etária (São Paulo e Rio), o que sugere que esses Estados possam estar adotando medidas que poderiam ser exemplificadas para os demais.
    Uma sugestão de medida que julgo ser pertinente seria a obrigatoriedade, por lei, de uso de faróis acessos, durante o dia, por parte de todos os veículos automotores em qualquer local de circulação (via urbana ou não) como forma de aumentar a sua visibilidade por parte dos usuários idosos, com o propósito de reduzir os riscos de sua exposição nas vias públicas. Outra sugestão trata-se da determinação em lei, de que as luzes de rodagem diurna (DRL) se tornassem equipamentos obrigatórios em novos veículos.

  • Paulo Adriano Ferreira Alves
    Posted at 13:21h, 16 março Responder

    Muitas promessas na evolução humana, principalmente na grandiosa e sonhada segurança viária, com tudo, pouco feitos, a maior necessidade da maioria das cidades e a preocupação com a mobilidade urbana, principalmente quando a tratativa e com os idosos, olhamos para o transito, sendo que em percepção, não há um investimento em pontos seguros de travessia para os pontos de embarque e desembarque de passageiros, calçadas altas, falta guia com rebaixamento entre outros, a velha e necessária cidadania.

  • (FREDY) CARLOS FREDERICO TEJADA
    Posted at 19:54h, 17 março Responder

    O alto índice de acidentes fatais entre os idosos apresentado neste artigo mostra o despreparo da sociedade para o convívio harmônico entre os diversos modais de transporte. A engenharia não cuidou no seu devido tempo das implicações e riscos que o aumento da velocidade dos veículos motorizados trazem para os mais vulneráveis.
    Independentemente da idade o pedestre está no topo do número de acidentes e a prioridade deve começar por ele…

  • Nádia Sudário
    Posted at 22:48h, 17 março Responder

    Idosos são considerados como pessoas com mobilidade reduzida. Tanto eu como você seremos idosos e faremos parte das estatística da projeção do IBGE: até 2060 o percentual de pessoas com mais de 65 anos passará dos atuais 9,2% para 25,5% da população. logo, o zelo e cautela para elaboração de políticas públicas urbanas de segurança nos deslocamentos dos idosos deve ser uma realidade nos municípios.

  • Leandro de Oliveira Machado
    Posted at 10:04h, 18 março Responder

    Assim como as crianças, os idosos também são vulneráveis no trânsito, as políticas de mobilidade urbana devem garantir o cumprimento de normas e diretrizes estabelecidas no Estatuto do Idoso, afim de garantir um deslocamento seguro e acesso aos espaços e serviços públicos das cidades. Sobre tudo, educar e conscientizar todos os envolvidos no trânsito, sobre o cuidado com pessoas idosas e com mobilidade reduzida, pois quem dirige não pode se distrair, pois uma pessoa idosa leva mais tempo para realizar uma travessia, toda a atenção e cuidado são fundamentais para evitar acidentes.

  • JOSÉ VANILSON ABREU DA SILVA
    Posted at 14:40h, 18 março Responder

    Concordo com a proposta do senhor Ramalho, é necessário esse olhar do setor público para com os mais velhos, nossa sociedade está envelhecendo, e junto a idade vem os problemas de saúde e mobilidade.a estrutura física das nossas vias, deixa muito a desejar quando se trata principalmente dos pedestres.

  • Jackeline Silva dos Santos
    Posted at 09:34h, 21 março Responder

    A mobilidade urbana no Brasil é sem dúvida um fator preocupante, não apenas para o Idoso mas para todos os cidadãos. No que se refere a questão em tela, penso que seja sim uma situação demasiadamente preocupante a situação dos nossos idosos. Na cidade onde resido e sou funcionária pública (justamente da área de trânsito), quase sempre estou debatendo com a Diretoria à respeito da necessidade e da urgência em buscarmos uma maneira de FACILITAR a mobilidade das pessoas de mais idade, bem como aos demais usuários das vias. Tem coisas que chegam a ser absurdas… em frente à uma clínica de reabilitação há uma calçada (do outro lado da via) com mais de 30cm de altura e não há passagem elevada, nem sequer faixa de pedestres. Devemos repensar estratégias e estudar as sinalizações de determinadas localidades.
    Excelentes colocações do diretor-presidente do OBSERVATÓRIO, Sr José Aurélio Ramalho, quando trata do tempo do semáforo. Geralmente as grandes cidades estão preocupadas apenas com a fluidez, o brasileiro tem a cultura de priorizar a locomoção através de veículos automotores e esquecem de que quando não os estão conduzindo, são pedestres!
    *A Comissão de Desenvolvimento Urbano aprovou o Projeto de Lei 7061/17 que altera a lei 10.741, de 1º de outubro de 2003 que dispõe sobre o Estatuto do Idoso para incluir o direito à mobilidade.
    Fico a observar que ainda precisamos de um projeto de lei para que tenhamos consciência do óbvio: o cuidado e o respeito com os demais usuários das vias terrestres, principalmente com os mais vulneráveis!
    Sigo acreditando que de muito insistir, conseguiremos lograr êxito na EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO e NAS MEDIDAS PROTETIVAS para a diminuição da taxa de mortes no trânsito!

  • Romolo de Oliveira Tacchelli
    Posted at 21:01h, 21 março Responder

    Impedir que os idosos não saiam de casa e não circulem pelas vias públicas é algo impossível, e também seria o um caminho indevido e pior forma de se tentar resolver o problema. Cabe, primeiramente, uma orientação à masa idosa quanto ao transitar pelas vias. É preciso que sejam conscientizados quanto as condições físicas que se encontram pela idade que possuem e a agilidade que já não permite mais acompanharem o fluxo, tanto de veículos como dos outros pedestres mesmo. Um segundo trabalhos de conscientização também deve ser feito em conjunto ao primeiro, quanto ao comportamento dos demais usuários do transito, a terem mais respeito, consideração e preocupação com esta parte da população, que possuem direitos à circulação tanto quanto os demais. Além de ações educativas, é fundamental, também, que seja feito revisões, correções e alterações nas vias, para que atendam à uma mobilização mais segura.

  • Elidiana Leão
    Posted at 11:27h, 22 março Responder

    Com o aprimoramento dos tratamentos médicos, evolução dos medicamentos, conscientização sobre alimentação saudável e incentivo à prática de atividades físicas tem feito com que a expectativa de vida da população aumente. Como o próprio estudo indica “até 2060 o percentual de pessoas com mais de 65 anos passará dos atuais 9,2% para 25,5% da população”, o que requer uma mudança imediata na forma como a população em geral trata o idoso. Essas pessoas trabalharam durante toda sua vida em prol do desenvolvimento do nosso país e são dignas de respeito, com esforço de toda a sociedade, não somente do poder público, para que sejam criadas ações direcionada à garantia da segurança dessa parcela tão nobre e digna de respeito da nossa população. Como demonstra o estudo, acidentes com essas pessoas é de difícil recuperação, interferindo diretamente na perda da sua qualidade de vida.
    Acredito que educação para o trânsito nas escolas, com ênfase à segurança de todos usuários da via, melhoria da sinalização, formação de motoristas mais conscientes, fiscalização constante da qualidade das calçadas, passeios, faixas de pedestres, melhoria dos tempos de semáforo para pedestres, sejam medidas de extrema importância para reforço na segurança de todos, em especial, daqueles que têm dificuldade de mobilidade.

  • Luciano Souto
    Posted at 11:54h, 23 março Responder

    Diante dos estudos realizados fica claro a urgência em criar politicas públicas que possibilite aos idosos,um deslocamento com segurança.
    Pensar a cidade para as pessoas e fundamentalmente para os idosos,criando infraestruturas de transportes e viárias dentre elas destaco os passeios públicos dentre outros.
    Outro ponto importante é o desenvolvimento de ações de educação que possibilitem aos idosos entender o contexto em que estão vivendo e os cuidados necessários a sua segurança.

  • ROSITANIA PEREIRA DE FARIAS
    Posted at 16:08h, 24 março Responder

    Não há dúvidas que o idoso é parte mais vulnerável na operacionalização do trânsito, não somente pela diminuição de resposta na percepção de risco como principalmente pela falta de educação para o trânsito de todos os integrantes.
    O trânsito é o maior meio social e palco cidadão, sendo garantido por normas primárias como direito de cada integrante a harmonia. Neste sentido devemos pontuar que faz parte da harmonia em qualquer ambiente social o respeito aos direitos individuais e coletivos de maneira a ser observada a equidade.
    No MA a taxa de óbito de idoso na condição de pedestre é de 28% relacionado as vítimas de acidentes na modalidade atropelamento. Destaca-se que em muitos casos são violentamente atropelados nas faixas destinadas a travessia, mesmo em algumas contendo sinalização eletrônica. Visto isso observa-se que a própria engenharia não está adaptada aos idosos, sem garantia da boa mobilidade, não levando em consideração inclusive as dificuldades físicas e diminuição da percepção de risco por parte dos maiores de 60 anos.

  • Edirley Fernandes Cardoso
    Posted at 11:02h, 25 março Responder

    Apesar do estado da Bahia ser considerado seguro no quesito; segurança viária para o idoso. In loco observo que temos problemas com infraestrutura das vias, por exemplo, vias sem calçadas e passeios, quando tem calçada há carros estacionados sobre a calçada, isto é, impedindo que o idoso ande seguro. Logo para seguirmos as normas de circulação estabelecidas no CTB, mais precisamente no capítulo III. Se faz necessário que o estado e municípios cumpra seu papel de ofertar condições de ocupação de espaços para que veículos motorizados e não motorizados entendam como se posicionar na via.

  • Regiani Juciani Lacerda
    Posted at 12:19h, 25 março Responder

    Com uma expectativa de vida maior, a vulnerabilidade dos idosos no transito deve ser interesse crescente entre pesquisadores, profissionais e estudiosos da área, Preocupar em ter estrategias de operacionalizar, intervir e identificar idosos expostos a eventos adversos e ou suscetíveis a danos no seu deslocamento independente de qual papel como elemento no transito .

  • EVANDRO SIEBRA DA SILVA
    Posted at 12:23h, 25 março Responder

    Como mostra o estudo, os idosos, por motivos de mobilidade principalmente, precisam de maior atenção por parte das políticas públicas voltadas para a segurança viária. Necessário também aos jovens condutores respeitarem o tempo necessário a um idoso para atravessar a rua. Outra necessidade é de melhores acessos, calçadas e passeios propícios para a locomoção de todos os pedestres, em especial aos idosos que em sua maioria têm agilidade menor.

  • Gilson Tude da Rocha
    Posted at 16:04h, 25 março Responder

    Lendo o texto e os comentários vejo muito pouco para acrescentar. Gostaria que para melhorar a mobilidade os semafaros tivessem uma manutenção com tempo menor que seis meses, fosse aumentado o tempo verde para idosos e pedestre , onde não existe as faixas sem semafaros vamos colocar agente de trânsito porque os condutores não respeita o cidadão ou o idoso.

  • HIDERALDO RODRIGUES GOMES
    Posted at 16:29h, 25 março Responder

    As politicas publicas apresentadas, são de extrema relevância, no entanto é necessário mais do que isso conscientizar um motorista para que 12 ou 14 segundos que ele “perca” do tempo em seu relógio, conseguirá salvar uma vida, ou seja esses 12 ou 14 segundos estará ganhando num futuro próximo, quando ele mesmo necessitara fazer a travessia de uma via – da qual em muitos municípios não há faixas de pedestres, a não ser no centro urbano do município. Portanto implantar faixa elevada, aumento do tempo de vermelho para travessia, direcionar o pedestre para fazer a travessia segura, é importante, mas também o condutor deve ter a consciência de que o Pedestre tem prioridade.

  • STALEN HUALANS MENEZES FELINTO
    Posted at 01:59h, 26 março Responder

    Desde o momento em que nascemos, já estamos em processo de envelhecimento. Acontece que principalmente graças aos avanços do campo das ciências da saúde e de diferentes tecnologias, há o consequente aumento da expectativa de vida. A população de idosos está em constante crescimento, o que nos impõe a necessidade de repensar todo o nosso modo de vida. É triste perceber o quanto o público idoso vem sofrendo em decorrência dos acidentes de trânsito, que mesmo sendo de natureza leve pode trazer agravamentos para as condições de saúde destas pessoas, implicando em mais gastos, dor, sofrimento, limitação e tempo de recuperação. Tudo se torna mais delicado, mais frágil. Considero interessante a proposta de adequação de calçados e semáforos visando as pessoas com mobilidade reduzida, sem dúvidas o tempo de travessia de cada via deve considerar tais necessidades. E porque não falar do nivelamento das calçadas e do respeito ao espaçamento adequado das mesmas? No entanto, acredito que a melhor saída ainda é a melhoria do transporte público no que se refere à sua eficácia e segurança. Ao trabalhar com avaliação psicológica de condutores, é muito comum me deparar com situações nas quais, idosos (as vezes com 68 anos ou até mesmo 72) possuem aspectos cognitivos muito bem preservados e favoráveis para a condução veicular, mesmo quando comparados com a população geral de motoristas. No entanto, é ainda mais comum encontrar uma outra realidade: idosos que apresentam uma configuração psíquica comprometida e completamente desfavorável para o desenvolvimento da condução veicular. Em alguns destes casos, percebo que a família tem um papel preponderante ao avaliar a situação de cada idoso. Infelizmente não são poucos os casos, que a família não leva em conta os riscos e a responsabilidade que um motorista habilitado possui, e acaba tapando os olhos para a realidade de que seus pais e/ou avós, já não devem assumir o volante. Num caso recente, certo idoso (e seus familiares) apresentavam a percepção de que a CNH era um documento comprobatório de sua masculinidade, virilidade e potência. E que seria inadmissível o referido senhor não ser considerado apto de portá-lo, um verdadeiro opróbrio diante de seus vizinhos também idosos. Por isso, como medida urgente considerado necessário, a revitalização do transporte público dos municípios, além de ações educativas que visem mudar essa percepção equivocada de que o trânsito é feito para motoristas, ou que a CNH é um documento que lhe confere o certificado de sua virilidade e competência, mas que enfoque o trânsito como sendo o que de fato é, um sistema criado para a mobilidade das pessoas, independentemente do modal aderido. É necessário valorizarmos as pessoas, e não os meios de circulação, só assim poderemos aceitar as limitações de cada grupo e mesmo assim vivermos com dignidade a nossa velhice. Afinal de contas, o desejo não envelhece!

  • Tatiane D Oliveira Luiz
    Posted at 13:38h, 27 março Responder

    Se de fatos as políticas públicas citadas no artigo, fossem aplicadas na prática, acredito que contribuiria em muito para a segurança dos idosos. pois hoje em dia percebe-se a grande dificultada que os mesmos possuem, assim como os deficientes os quais não conseguem transitar em uma calçada por falta de planejamento.

  • Elequicina Maria dos Santos
    Posted at 12:41h, 28 março Responder

    Faz-se necessário a existência de políticas públicas de forma a permitir um envelhecimento saudável da população. A mobilidade urbana deve efetivar um auxílio direto aos idosos nos pontos de travessia das cidades, proporcionando, assim, maior segurança a essa categoria da população..

  • NORBERTO FIUZA DE CAMPOS
    Posted at 20:31h, 28 março Responder

    Em 2017, o número de idosos no Brasil bateu a casa dos 30 milhões. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a tendência de envelhecimento da população vem se mantendo: Os 4,8 milhões de novos idosos que ganhamos de 2012 para cá (2018) representam um aumento de 18% neste grupo etário. Recentemente, o IBGE divulgou uma série de projeções de longo prazo sobre o avanço populacional no Brasil. Uma delas aponta para uma desaceleração no ritmo de crescimento e uma consequente inversão na nossa pirâmide etária. Segundo as estimativas do instituto, a população deve crescer pelos próximos 29 anos, até 2047, quando atingirá 233,2 milhões de pessoas. Nos anos seguintes esse número deve ir caindo gradualmente, até chegar a 228,3 milhões em 2060. Nesse cenário, a expectativa é de que o número de pessoas com 65 anos ou mais praticamente triplique, chegando a 58,2 milhões em 2060 – o equivalente a 25,5% da população. Em 2018, essa proporção é de 9,2%, com 19,2 milhões de idosos. Outro dado importante nas projeções do IBGE vem reforçar a tendência de envelhecimento da população brasileira: a população de crianças de até 14 anos, que hoje representa 21% do total de habitantes, será de apenas 15% em 2060. Diante dos estudos em comento e de todas essas informações aqui expostas (dados do IBGE), não resta a menor dúvida de que o envelhecimento populacional deve estar no topo das prioridades dos gestores de mobilidade no Brasil.

  • EDSON JAMES RASERA
    Posted at 23:54h, 28 março Responder

    Entendo que é necessário intensificar campanhas e programas de conscientização aos que ainda não são idosos para assim cuidar dos que já são idosos. Leis já temos para punir os culpados, é preciso fazer cumpri-las.

  • DANIELA FERNANDA CORGOZINHO
    Posted at 01:25h, 29 março Responder

    Com o passar dos anos, infelizmente a audição , visão, reação e coordenação motora, são fortemente reduzida, expondo a pessoa a riscos fatais. No meu entendimento, a pessoa com dificuldades em ouvir, em se locomover deve ser acompanhada e assistidas de perto, não pode andar sozinha nesse trânsito louco e violento. Nem sempre reagirão a tempo.

  • Edson Antonio Lamin
    Posted at 13:46h, 29 março Responder

    Com o aumento da longividente, temos muitos mais idosos do que há anos atrás, e como muitos ainda precisam trabalhar para se sustentar, o ideal seria políticas públicas que assegurassem a segurança desses idosos.
    Somado as políticas públicas, creio que esses idosos também mereçam assistência de seus familiares, uma vez que depois de tanto fazer por nós, devemos retribuir. Isso é o mínimo que podemos fazer.

  • MARGARETH GRAMACHO FADIGAS
    Posted at 00:33h, 30 março Responder

    Concordo com Ramalho sobre a necessidade urgente de se implementar políticas públicas com foco na proteção odo idoso no Trânsito. Mas penso também que é necessária uma campanha de conscientização dos mesmos, que geralmente não aceita suas limitações e redução de reflexo.

  • MORGANA GARIBALDI DIEFENTHAELER
    Posted at 01:24h, 30 março Responder

    Os idosos, ao lado de gestantes e crianças, integram o grupo dos mais vulneráveis dentro do grupo que já é o mais vulnerável no trânsito – o pedestre. Nestes casos, a solução não passa apenas pela educação do motorista, de forma que a ação do Estado possui extremada importância, ao promover o alargamento de calçadas, aumento do tempo de semáforos, sinalização correta, visível e bem localizada, utilização de passarelas e meios alternativos de travessia, etc. É lamentável que tantos idosos percam a vida de forma trágica sem que o poder público tenha conseguido, ainda, se organizar para zerar tal estatística.

  • André ferreira dos Santos
    Posted at 17:13h, 30 março Responder

    Fiquei muito impressionado com esse estudo, meus parabéns! Os dados apontam a necessidade e a importância de investirmos em politicas publicas voltadas a redução de mortes, das pessoas mais idosas. Temos que garantir um deslocamento mais segura para aqueles que mais fizeram pelo pais, e para que possam se deslocar com independia autonomia e segurança..

  • Ronaldo Ivan da Cruz Mesquita
    Posted at 20:27h, 30 março Responder

    Podemos observar que leis existem para o amparo ao idos, Lei também existe com o objetivo de organizar o trânsito e ordenar o seu funcionamento. Porém o ser humano ainda não busca o cumprimento dessas leis na íntegra. A família que muitas vezes não cuida de seus idosos, Com o passar da idade o desgaste físico, psicológico aumenta e todos sabem disso. A perda da capacidade auditiva, a visão prejudicada e os passos mais lentos, a atenção diminuída, tornam os idosos mais vulneráveis e consequentemente quando estão nas ruas, a possibilidade de serem atropelados é bem maior. Sim! E o condutor dos veículos muitas vezes por falta de respeito as leis de trânsito, acabam sendo o agente atropelador e as leis brandas tal como como a falta da educação para o trânsito, continuam a permitir aos condutores de veículos uma condução agressiva, descompromissada até com a própria vida. Os idoso são conduzidos aos hospitais, vão a óbito após um período de internação, a causa mortis, acaba sendo contabilizada, como outra causa, embora o agente provocador da causa da internação foi no trânsito, o que posso afirmar que os dados informando que os idoso são os que mais morrem no Brasil ainda é bem maior. É preciso leis de trânsito que dê mais segurança aos idosos, é preciso uma mobilidade mais adequada e jamais possamos esquecer de que amanhã todos serão idosos.

  • Ronald Vittal
    Posted at 22:44h, 30 março Responder

    Infelizmente, os idosos não estão imunes a violência do trânsito devido a vários fatores, desde a ausência de políticas públicas, falta de educação, respeito e compreensão dos demais atores que compõe o complexo espaço social que é o trânsito. Temos que ter uma mudança olhando para o futuro e atentar para o envelhecimento da população.

  • Delnandina MMMonteiro
    Posted at 00:24h, 31 março Responder

    O artigo nos mostra dados precisos, primeiro, a vulnerabilidade – população com idade superior a 60 anos, depois os estados – e suas respectivas situações com os idosos. Com certeza, uma preocupação para gestores do trânsito, especialistas da área, educadores e demais profissionais que labutam na área do trânsito. A total insegurança constatada nas vias de trânsito não permite aos idosos a opção de realizarem suas viagens com segurança é um fato. Não existe “a garantia da sua independência em relação à mobilidade”, a esperada melhor idade, com melhor qualidade de vida e a independência de cada um não ocorre. Complementando a questão, dados do IBGE indicam que no ano de 2060 25,5% da população será composta por pessoas com mais de 65 anos, é um indicador que requer estudos e pesquisas para a obtenção de resultados que sejam eficientes para que as políticas públicas adotem medidas de segurança que sejam capazes de reduzir os índices de acidentes de trânsito envolvendo esse grupo de pessoas.

  • Marcia Cristina Araújo Pereira
    Posted at 13:43h, 02 abril Responder

    Acredito que fatores como a redução da agilidade e da percepção do meio ao seu redor impactam diretamente nas estatísticas. A grande maioria dos idosos não tem companhia para deslocamentos, por vezes necessários. Chamar a atenção da sociedade para esses dados é mais do que segurança no trânsito… É uma responsabilidade social

  • Anderson Clayton da Silva Borges
    Posted at 18:13h, 02 abril Responder

    É necessário que todo município tenha um Plano de Mobilidade Urbana, nesse plano devera constar a locomoção do idoso também e não só dos deficientes físicos nem de ciclista, é muito importante também a instalação de faixa elevada que isso já ajuda bastante na travessia do idoso.
    Destarte os órgãos executivos de trânsito deveriam também cumprir o que diz o art 254 do Código de Trânsito Brasileiro, que são as infrações cometidas por pedestre, ou seja se o idoso soubesse que ele seria autuado por atravessar fora da faixa de pedestre com certeza ele iria obedecer mais as normas de trânsito, pois esses acidentes acontecem em maior proporção porque os idosos passam fora da faixa.

  • Gizela Eliane Ferreira da Costa Roewer
    Posted at 19:30h, 02 abril Responder

    Diante da imprudência dos condutores, deve-se pensar em políticas públicas voltadas à segurança no trânsito no deslocamento de pessoas idosas, a exemplo concordo com o Presidente/Diretor do Observatório Nacional de Segurança Viária José Aurélio Ramalho. Cada município pode prever isso em seu Plano de Mobilidade.

  • JUCIMARA MESSIAS FERNANDES LIMA
    Posted at 11:11h, 05 abril Responder

    Os idosos, pessoas com deficiências e as crianças, apresentam fragilidades respectivas a sua condição no caso dos idosos devido as restrições que o tempo impõe do próprio envelhecimento, contribuem para o aumento de acidentes. Apresentado no artigo os dados alarmantes, nos mostra a importância das políticas publicas garantindo o deslocamento desses idosos em segurança.

  • Nizandro Martins Ramos
    Posted at 12:45h, 05 abril Responder

    Os idosos o tempo já foi o suficiente para maltratar com problemas como locomoção, audição, reflexos, percepção e fragilidade no geral. No quesito cuidado aos idosos no trânsito deveria começar primeiramente pela educação de todos: condutores que ao avistarem um idoso atravessando uma via diminuírem e até mesmo parar o veículo para proteção do idoso, condutores de ônibus que deveriam esperar o idoso se acomodar dentro do veículo e até mesmo ajudá-lo, aos usuários em comum que deveriam ajudar mais os idosos em travessias de vias, acomodações em transporte público, etc. Por outro lado o poder público tem que pensar nos idosos, como já é feito em algumas localidades que existe vagão apenas para mulheres, porque não um vagão apenas para idosos, visto que a reforma da previdência fará com que a população ativa do Brasil será envelhecida, e tendo um meio de transporte mais seguro e confortável faria com que vários idosos deixassem de utilizar do próprio veículo para trabalhar, além disso, poderíamos ter empresas que utilizassem dos idosos em teletrabalho, dessa forma aumentando a segurança dos mesmos por não necessitarem de deslocamento até o local de trabalho. Como também uma maior exigência em renovação de habilitação após uma certa idade.

  • Gisele Pereira
    Posted at 20:27h, 05 abril Responder

    Excelente artigo!!
    Ele nos traz uma reflexão de que talvez, tais índices estejam relacionados a falta de cultura de prevenção, pois se para as crianças ainda não há algo relacionado a uma cultura no trânsito, para os idosos, que deveriam ser mais conhecedores das regras viárias, mostra se que na verdade, há uma falta de conhecimento com relação a isto e também falta uma conscientização com relação seguir as regras.
    Acredito que a adoção de transportes coletivos com campanhas sendo realizadas junto | aliados com outros órgãos como o INSS, faria com que ampliasse a conscientização e melhorasse a conduta dos idosos no trânsito, reforçando também a fiscalização para os condutores que já existem, seria uma forma deles protegerem seus idosos.

  • Demétrius Silveira
    Posted at 14:43h, 06 abril Responder

    Com a idade mais avançada eles perdem muito a noção de velocidade e distancia do veiculo para ele,
    e muitos motorista são imprudentes , que poderia leva em conta a idade do pedestre.

  • João Francisco Leandro
    Posted at 23:51h, 22 junho Responder

    Concordo plenamente com José Aurélio Ramalho, Pelos demonstrativos a tendencia é que a população idosa aumente a cada ano, tendo em vista também que para estes se aposentarem e deixarem de obrigatoriamente sair de casa para o trabalho vice verso, reduzindo de forma geral a circulação destes já seria possível esperar uma redução de casos de atropelamento, porque não sendo por motivos de trabalho os idosos provavelmente saem acompanhado.
    Mas enquanto isso não acontece, os responsáveis pela mobilização urbana, precisam trabalhar em prol de meios que possam atender as necessidades destes, e os familiares na medida do possível evitar que estes circulem sozinhos pelas ruas.

  • Daniel Furtado Alves
    Posted at 11:41h, 23 junho Responder

    Com o avanço da ciência, consequentemente, a vida abraça um período maior de tempo, sendo mais duradoura e de melhor qualidade. Isto reflete no número crescente da população idosa autônoma, pessoas que mesmo já estando no lado decrescente da curva de aprendizagem, se mantêm ativa, porém por muitas vezes não acompanham a evolução do ambiente ao seu redor, assumindo uma versão imprudente por crer que as coisas permanecem as mesmas, aumentando assim as chances de fatalidades. Devemos cuidar da população mais idosa!

  • Viviane Eduarda
    Posted at 20:52h, 23 junho Responder

    Conforme Ramalho cita “É preciso (…), garantir o envelhecimento com qualidade de vida e independência, sendo este um direito personalíssimo, e a sua proteção um direito social.(…)”
    Toda a sociedade precisa entender que o futuro mais desejado de todos é viver mais e melhor, então para que isso possa acontecer é preciso identificar que quanto mais vivermos mais velhos seremos, apesar de terrivelmente lógico, este raciocino nem passa na cabeça de muitos jovens, fazendo com que o desrespeito aos idosos se multiplique e o número de acidentes seja ainda maior. Nortear este tema é conscientizar a sociedade para o fato de conforme dita a constituição somos indivíduos com direitos e deveres, e respeitar ao próximo é um dever primordial e determinante na redução dos acidentes com pedestres e principalmente com os idosos.

  • Albeerto Lopes Cruz
    Posted at 16:11h, 26 junho Responder

    Vias com velocidades reduzidas para as cidades se tornarem mais humanizadas e os cidadãos respeitando as sinalizações e quererem respeitar os direitos e deveres de cada um.

  • ELISIO SOUZA MELO
    Posted at 21:05h, 26 junho Responder

    Excelente matéria. Lembro aqui que uma característica do idoso é a DISTRAÇÃO, o idoso fica em muitas ocasiões aéreo, fora do ar. Por isso que muitos idosos morrem na própria faixa de pedestres, por outro lado muitas vezes a travessia da via, o tempo do semáforo não está calibrado para a locomoção dificultosa de um idoso, que muitas vezes não sabe nem para que lado vai. Semáforos inteligentes e com sonoridade chamaria atenção dos idosos.

  • Lylian Tsai Strinta
    Posted at 18:12h, 28 junho Responder

    A limitação física de um idoso é um fator agravante. Principalmente em grandes centros urbanos, onde o tráfego é muito intenso. O ritmo desacelerado do idoso não corresponte muitas vezes ao ritmo acelerado do cotidiano dos mais jovens, É preciso aplicar a educação dos condutores de veículos motorizados e não motorizados, para que o trânsito seja mais cordial com eles. Além de outras ações , as quais já foram propostas pelo Observatório e até aprovadas , como tempo de renovação da CNH para idosos em prazo reduzido..

  • Celso Luiz ferreira
    Posted at 18:40h, 01 julho Responder

    Talvez uma das dificuldades da população nessa faixa etária seja o acesso as informações, por fatores diversos que precisam observados, estudados, e consequentemente trazidos para a realidade dos idosos.
    Com o aumentos da idade a estrutura corporal das pessoas começa a apresentar mais fragilidade, os reflexos diminuem, os sentidos como visão audição ficam comprometidos, destarte, a percepção é retarda o que compromete a habilidade da dirigir, pilotar, pedalar e até caminhar.
    Penso que a própria estrutura viária se esqueceu dessas pessoas, desta forma ao juntar as dificuldades da idade com essa falta de meios que facilitem a mobilidade desse grupo, se refletem nesses números absurdos.

  • Wanderlei Cesar Barneze
    Posted at 11:27h, 02 julho Responder

    Para garantir uma tranquilidade e uma melhor qualidade de vida em nosso futuro deveríamos iniciar há muito tempo. Mas melhor agora do que nunca. Nossas vias incluindo assim as calçadas não foram projetadas para quase ninguém, imagina para os mais idosos. Os números de mortes (36%) em atropelamentos já mostra o caos que nos encontramos. As autoridades de trânsito em diversas parcerias que poderiam fazer, deveriam enfatizar em datas comemorativas, dos idosos por exemplo, campanhas e divulgar os dados alarmantes que vivemos.

  • ROBERTO OLIVEIRA GARCIA
    Posted at 19:04h, 03 julho Responder

    O Brasil passa atualmente por um processo de envelhecimento populacional e os idosos permanecem no mercado de trabalho por mais tempo, aumentando a necessidade de se preocupar com os problemas relacionados a sua mobilidade, Precisamos pensar com urgência na transformação de nossos espaços urbanos, adequando-os ao conceito do desenho universal, que fala sobre a possibilidade de qualquer pessoa, sendo ela idosa ou não, puder transitar pelos espações públicos com autonomia e independência..

  • Rosa Moraes
    Posted at 10:22h, 06 julho Responder

    Temos que ter uma mudança e mais Politicas Publicas visando condições mais seguras, na acessibilidade e mobilidade em geral.

  • Jose Carlos Lo. da Silva
    Posted at 19:27h, 06 julho Responder

    Os acidentes e as violências resultam de ações ou omissões humanas e de condicionantes técnicos e sociais.

  • Gerson Jorge da Silva
    Posted at 21:10h, 07 julho Responder

    Gerson Jorge da Silva

    Para evitar este tipo de acidente, acredito que cada localidade deverá desenvolver a cidadania, urbanidade e respeito ao próximo, devem trabalharem com campanhas educacionais e humanização no trânsito, pois independentemente quem esta atravessando a via , corre o mesmo risco.
    As fiscalizações mais intensas tambeém contribuem para um trânsito seguro.

  • Maria Inês Tondello Rodrigues
    Posted at 09:26h, 11 julho Responder

    O Brasil será no futuro um país com população idosa muito alta. Esse estudo mostra que estamos caminhando em direção de uma necessidade eminente de políticas públicas que considerem essa informação como pilar para ações objetivas. Concordo com o texto que mostra como as políticas públicas poderiam ser mais eficientes e eficazes. Os idosos são ativos e sujeitos na nossa sociedade, por isso é importante considerar ações direcionadas a esse público. No trânsito compõem o grupo de pedestres mas também, de condutores. Assim, as políticas devem comportar as duas opções.

  • RENAN CARDOSO PAULINO
    Posted at 16:36h, 11 julho Responder

    De acordo com os dados do IBGE, destacado no artigo, a população brasileira está envelhecendo, ano após ano, com isso, necessita-se de grandes investimentos em infraestruturas e políticas públicas que colaborem para melhorar cada vez mais o acesso e a mobilidade dos cidadão brasileiros, principalmente os idosos.
    Os acidentes de trânsito com a faixa etária citada no artigo, reflete a necessidade de adequações nas infraestruturas viárias e nas políticas públicas, como bem destacado por Ramalho, como: monitorar, avaliar e planejar as políticas já existentes, melhorar o acesso e a qualidade do transporte público, entre outros.

  • Jean José Almeida Araújo
    Posted at 22:17h, 13 julho Responder

    Os idosos merecem atenção especial no trânsito e cuidados diferenciados. Além das correções de engenharia e acessibilidade com calçadas mais seguras, tempos de semáforo mais adequados, vê-se a necessidade de um vasto trabalho de educação no trânsito com palestras e visitas aos locais com maior concentração de idosos e intervenções para conscientizá-los da importância de redobrarem seus cuidados no trânsito, tanto à pé, como conduzindo seus veículos.

  • Sebastião Pereira da Silva
    Posted at 00:22h, 14 julho Responder

    É urgentíssimo a necessidade de cobrarmos as politicas publicas voltadas para as pessoas com mais de 60 anos. Com mais segurança no transito teríamos mais proteção aos nossos idosos, Uma forma de contribuir seria a construção de mais espaços de mobilidade exclusivas para esse público. Assim estaríamos incentivando-os a buscar mais esportes e praticar a mobilidade ativa. Com isso garantiremos um envelhecimento mais saudável e sem tirar seus direitos de IR e VIR, Como condutores precisamos dar mais uma tenção aos idosos que por venturas estiverem transitando nas vias publicas, porque sabemos de suas fragilidades e dificuldades de percepção para fazer uma análise correta sem colocar sua própria vida em risco.

  • VALDILOSN AP. LOPES
    Posted at 14:28h, 16 julho Responder

    É fundamental o olhar atento da sociedade e principalmente da Gestão Pública quando o assunto são os nossos idosos a fim de garantir o direito de ir e vir com segurança.

  • MARCELO LUIZ ALVES
    Posted at 00:21h, 19 julho Responder

    Excelente Artigo, trouxe a tona um problema que afeta todos estados da federação, o idoso além de ter sua mobilidade reduzida não é tratado com a dignidade que merecem, pois o estatuto precisam ser respeitado pela sociedade em geral, além disso não temos calçadas apropriadas para idoso nas maiorias das cidades o que contribui para acidente, porém mais uma vez a responsabilidade maior é dos condutores, e do estado, pois a acessibilidade, tema amplamente discutido nos projeto de mobilidade urbana precisa de politicas efetiva garantir a acessibilidade do idoso e a redução de acidente..

  • Camila de Assis
    Posted at 15:21h, 19 julho Responder

    É importante constatar que devemos olhar para o tema trânsito de uma maneira global. Como descrito no artigo a reforma da previdência trará mais tempo de trabalho para a população, logo os indivíduos com mais idade estarão mais expostos a acidentes de trânsito, pois terão se deslocar de casa para o trabalho e do trabalho para casa. Portanto é fundamental o planejamento de políticas públicas que garantam a segurança no trânsito para os idosos, haja vista as projeções de aumento significativo de pessoas com mais de 65 anos na população nacional.

  • JANSEN RICARDO
    Posted at 22:47h, 19 julho Responder

    Com a perspectiva de elevação da melhor idade em todo o país. As autoridades devem reter mais atenção as condições de mobilidade urbana desta parcela significativa da população. Os idosos são mais frágeis no sistema ósseo, portanto mais propensos a fraturas em caso de acidentes. Em um sistema viário tão conturbado, com diversos tipos de veiculos que as vezes não obedecem a mobilidade lenta dos mais idosos em uma travessia de uma simples faixa de pedestre. A engenharia deve projetar as cidades do futuro para as pessoas, assegurando qualidade de vida com a segurança necessária a locomoção mais cuidadosa dos integrantes da melhor idade. A mobilidade reduzida em movimentos mais lentos em quanto pedestres, mais como condutores são os reflexos que se tornam mais lentos, a visão e a audição são sentidos que tem suas percas de qualidade e impacta as percepções.

  • Guto Giovani de Oliveira Castro
    Posted at 19:22h, 21 julho Responder

    Assim como as crianças, os idosos necessitam de uma atenção especial na via pública. Daí a urgência em promover uma série de obras que contemplam suas necessidades especiais de deslocamentos. O aumento do tempo semafórico e campanhas de conscientização específicas são algumas das soluções.

  • Fernando Márcio Fernandes
    Posted at 23:43h, 22 julho Responder

    Gosto de falar de “ pessoas com mais de 60” ao invés de “idosos”. Grande parte deles ainda são “arrimo de família” e tem sua vida cotidiana absolutamente normal como qualquer outra pessoa. No momento que passamos, vemos as dificuldade em manter reclusas essas pessoas, incluídas no chamado “grupo de risco”. As necessidades da mobilidade desse grupo vem das preocupações com a saúde (médicos e medicamentos) assim como as exigências presenciais em processos de aposentadorias e, ou mesmo de recebimento destas, além claro, daqueles que continuam se deslocando para trabalhar e entreter-se normalmente. É necessário que as políticas públicas e investimento evolua em maior velocidade do que o envelhecimento da população que, em quarenta anos serão em torno de 25 idosos a cada 100 habitantes no Brasil. O texto sugere algumas políticas públicas voltadas para maior segurança nos deslocamento dos idosos. Eu começaria pela melhora na oferta do transporte público, não só na segurança e conforto dos veículos e vias mas, na mudança cultural e educação de todos os envolvidos neste processo. Hoje o idoso é chamado de “pé na cova” e são “janelados,” tratados com indiferença em detrimento a sua gratuidade na passagem. Vemos iniciativas de sucesso como é o caso das “lombofaixas” , regulamentada pela Resolução 738/18 que além de deixar a calçada no mesmo nível da via, também deixa o pedestre mais visível e obriga os veículos a diminuir a velocidade. No geral, é diagnosticar os acertos das regiões ou estados que apresentam sucesso com os números, e fazer igual.

  • wlamir lopes da costa
    Posted at 13:05h, 23 julho Responder

    Invariavelmente as políticas públicas são adotadas de modo generalizados, não levando em consideração as particularidades dos usuários e a cultura regional. São aplicadas pela média do padrão do usuário, deixando os dois extremos, crianças e idosos, mais vulneráveis. Cidades são formadas em torno de centros construídos há vários anos, com ruas estreitas e calçadas sem condições de aplicação da estrutura básica de mobilidade, privilegiando sempre o automóvel. É comum em sistemas viários antigos se observar calçadas exíguas e ao mesmo tempo veículos estacionados, ocupando um espaço que poderia ser transferido para a segurança dos pedestres.

  • EDIRA POLIDO DO
    Posted at 17:27h, 23 julho Responder

    Com o aumento exponencial da frota de veículos e da escolha por veículos individuais em detrimento do transporte público, parece que as cidades estão cada vez mais não sendo preparadas e planejadas para as pessoas e esta situação fica mais crítica quando as condições físicas de mobilidade ativa das pessoas se agrava como é o caso dos idosos. Na maioria das regiões do país não temos boa qualidade das calçadas, faixas de pedestres insuficientes e semáforos que precisam ser reprogramados para um tempo de locomoção mais longo para os pedestres. Aliado a isso, é importante a realização de programas e ações educativas continuadas para que este público possa ter consciência dos riscos que correm para que também busquem sempre locais mais seguros para suas travessias.

  • Fabio Bertrani Leme
    Posted at 23:11h, 25 julho Responder

    Preciso iniciar meu comentário citando como o mundo se transformou desde a data de publicação deste artigo. A pandemia do Covide 19 e as políticas implantadas de isolamento e distanciamento social têm mudado e até mesmo inibido a forma de locomoção das pessoas. Se na ocasião de lançamento do artigo a preocupação era com a Reforma da Previdência que iria colocar mais idosos em situação de risco, porque aumentaria a circulação da população dessa faixa etária nas ruas devido a locomoção para o trabalho, atualmente, nossos idosos também estão acometidos a mais um grande risco, a infecção do coronavírus, porém, para não ficarem expostos estão perdendo o direito da sua locomoção.
    Contudo, tal fato não exclui a necessidade de se pensar e executar políticas públicas urgentes para a mobilidade segura dos idosos. No atual cenário, com o afrouxamento das medidas de isolamento social e da retomada da rotina, penso que a segurança viária deve ser redobrada, principalmente para aquelas pessoas que seguiram a “quarentena” corretamente e ficaram mais de 100 dias sem sair de casa. A volta ao viário público pode ser muito perigosa, certo de que elas perderam o hábito e suas habilidades motoras, visuais e auditivas podem ainda estar desconexa no momento de conduzir seu veículo ou até mesmo enquanto anda a pé.

  • Carlos Pereira Terto Junior
    Posted at 22:53h, 28 julho Responder

    Os órgãos de trânsito através de sua engenharia de tráfego deve de forma urgente abrir os olhos para os idosos. O primeiro passo seria a redução da velocidade das vias para no max 50 km/h como assim pede a OMS e assim tornaria o trânsito mais seguro tendo em vista que em caso de acidentes a chance de ter uma vitima fatal ou com lesões graves seriam mínimas e neste caso entraria os idosos que igualmente seriam menos atingidos por veículos. Outro ponto a ser levantado pela engenharia de tráfego seria a melhor sinalização das faixas de pedestres e dos sinais luminosos, além disto, a engenharia dos órgãos de trânsito em comunhão com o gestor do município poderiam fazer o rebaixamento de calçadas e fazerem rampas de acesso em todas elas, o que atualmente dificilmente vimos em nossas calçadas. São atitudes simples que salvariam vidas dos idosos.

  • Maria de Fátima Siqueira Dantas
    Posted at 16:38h, 30 julho Responder

    São pertinentes as sugestões do Presidente do ONSV senhor José Aurélio Ramalho, sobre algumas políticas públicas para os idosos, pois, das suas sugestões a que me chamou atenção foi: “ Melhorar a oferta de transporte público…”.
    A Lei 10.741/2003 – Estatuto do Idoso, no Capítulo X , Artigo 39 trata do transporte público destinado aos idosos maiores de 65 (sessenta e cinco)anos, fica assegurado a gratuidade, no § 3º “ pessoas compreendidas na faixa etária entre 60 (sessenta) e 65 (sessenta e cinco) anos, ficará a critério da legislação local dispor sobre as condições para o exercício da gratuidade”. Em minha opinião é necessário que o poder público em todas as esferas façam políticas publicas claras, respeitosas e prevaleçam em todas as regiões do País, existem uma diferença no tratamento para com os idosos de regiões para regiões, estados para estados e, principalmente de Municípios para Municípios. Pois, falta fiscalização nos pontos de embarque e desembarque de passageiros, os idosos são deixados para traz, por que o local que seria reservado para eles já está ocupado por jovens, que na maioria das vezes fingem que estão dormindo e o idoso faz os deslocamentos em pé, podendo sofrer um acidente provocado por uma freada abrupta. Encerro com essa recomendação da coordenadora do Movimento Paulista, Silvia Lisboa.
    “Entendemos que a mobilidade dessas pessoas é diferente das demais e recomendamos aos municípios a adaptação necessária para atendê-los. O aumento do tempo semafórico e campanhas de conscientização específicas são algumas das soluções”, exemplifica.

  • Arison Benevenuto Sales de Oliveira
    Posted at 21:40h, 30 julho Responder

    Aspecto muito importante que necessita sempre estar em pauta na elaboração de políticas púbicas de mobilidade urbana. As vias devem ser projetadas para garantir o trânsito seguro do cidadão independente de sua faixa etária, os veículos devem ser adaptados para os diversos tipos de condutores. Além disso, os órgão e entidades que emitem a permissão para dirigir devem constantemente, e se necessário, reduzir o período para a renovação da habilitação de usuários de idade mais avançada, pois estes vão aos poucos reduzindo seus reflexos e habilidades necessárias para a condução de um veículo.

  • Manoel Soares Pinheiro Junior
    Posted at 17:37h, 02 agosto Responder

    Falar da mobilidade dos idosos e falar de qualidade de vida plena, os idosos precisam ser respeitados pelo poder publico em todas as esferas e pela sociedade civil, temos um grande problema em nosso pais que se chama veículos, a maioria das ações é voltada para eles, e precisamos pensar ma mobilidade a pé, que engloba a todos, precisamos de calçadas planas e sem obstáculos, rampas adequadas, semáforos inteligentes, abrigos de ônibus com plataformas móveis, passarelas com rampas e escadas, e principalmente precisamos que as pessoas entendam que a calçada não e parte de sua casa, que elas podem colocar obstáculos e desníveis, precisamos de locais de lazer para a turma da melhor idades. aliado as mudanças de comportamento que a população precisa incorporar em suas vidas, somos um pais de idosos e crianças obesas.

  • LUCIELE SANTOS VACCHI PASSOS
    Posted at 17:02h, 03 agosto Responder

    Enquanto as medidas de desenvolvimento das cidades não forem focados nas pessoas, não teremos prioridade de proteção à vida, seja das crianças, dos jovens ou dos idosos. Assim como as crianças, os idosos também apresentam uma imensa fragilidade, devido a limitações inerentes do próprio envelhecimento

  • Sonia Cristina Gonçalves
    Posted at 23:50h, 03 agosto Responder

    Em poucos anos, 25% da população brasileira será de idosos. Logo, é necessário envidar esforços para se colocar em prática tudo o que preconiza o Estatuto do idoso, de forma a garantir sua segurança no trânsito, seja através de políticas sociais públicas como também da conscientização da sociedade.

  • Lúcia Helena Cassiano Michelon
    Posted at 09:11h, 04 agosto Responder

    O Ramalho aponta medidas importantes a serem tomadas para garantir maior segurança dos idosos em seus deslocamentos, porém, enquanto isso não acontece e infelizmente, poderá demorar muito a serem realizadas, cabe aos mais jovens a empatia que tanto falamos. As pessoas não tem educação no trânsito para o respeito e o cuidado para com os mais frágeis e vulneráveis. Vejo a questão comportamental protagonizando uma vez mais a morte no trânsito.

  • Adenilton Alves Bezerra
    Posted at 20:27h, 04 agosto Responder

    A atenção com nossos idosos é algo premente… Tive a oportunidade de trabalhar no sistema de transporte público de passageiros entre 1994 e 2006, nesse período observei que 80% dos idosos que utilizavam o transporte sobre minha responsabilidade estavam só e quando não, uma criança o acompanhava, essa realidade perdura nos dias atuais e nós como motoristas responsáveis que somos, devemos nos ater a questão de priorizar o direito do pedestre e no caso supra citado, essa prioridade deve ser dobrado.

  • Daniele Aparecida da Silva Cruz
    Posted at 13:53h, 05 agosto Responder

    É um tema muito relevante e complexo, nas últimas décadas tivemos um aumento acelerado da frota e modernização das cidades, consequentemente os idosos são as maiores vítimas fatais de atropelamentos, pois eles não compreendem e não acompanham este avanço, além de muitos serem teimosos, nosso respeito por eles é enorme e queremos protegê-los, é necessário que as informações cheguem até eles e o convencimento do perigo também, muitos idosos são ativos, porém os reflexos não são os mesmos, cabe também aos jovens zelar por eles.

  • EMILSON JOSÉ DE SOUSA
    Posted at 23:03h, 07 agosto Responder

    É fundamental ´que o estado cumpra e faça cumprir os direitos do idoso, proporcionando uma boa qualidade em suas locomoções, ofertando aos municípios condições financeiras para execução através de projetos que visem uma melhor politica de locomoção, quais sejam eles a pé, de bicicleta ou mesmo em transportes públicos. A sociedade civil como um todo deverá promover campanhas educativas no sentido de atentar para a consciência e o respeito dos mais jovens ao idoso.

  • Élida de Souza Cândido
    Posted at 21:02h, 08 agosto Responder

    A importância dos cuidados com os idosos é irrefutável, embora complexo devido as políticas públicas não efetivas no país e o desrespeito da sociedade perante as pessoas dessa faixa etária. Desse modo, faz-se necessário incentivar campanhas de conscientização da comunidade quanto as medidas de segurança viária para essa demanda, como: manter os agentes de trânsito auxiliando nas travessias, reunir-se com o poder público para melhorias na sinalização e mobilidade urbana (calçadas, faixas de pedestres, ampliação do tempo nos semáforos e vagas de idosos ), usar da empatia no trânsito e tratar os idosos, ao invés de “velhos” , como seres humanos, com direito de ir e vir, assim como qualquer cidadão.

  • João Alexandre Mendes
    Posted at 15:25h, 09 agosto Responder

    É notório que a condição dos idosos no trânsito merece uma atenção especial, Diante das variadas dificuldades de mobilidade, se tornam mais vulneráveis, com risco do resultado (lesão/morte). Outrossim, além da obrigação Estatal, é imperioso destacar a necessidade de campanhas educativas e de divulgação, demonstrando, assim, os riscos e chamando a atenção para as regras primárias de segurança para o trânsito (uso de aparelhos celulares x travessia viária, utilização de faixa de pedestres, tempo semafórico., entre outras).

  • Lilian
    Posted at 13:09h, 11 agosto Responder

    Nós somos os idosos de amanhã. a população do nosso país e do mundo está “envelhecendo” muito e as estatísticas citadas no referido artigo nos leva a enfatizar que as ações para o futuro dependem das ações a serem tomadas agora. Os idosos merecem ser tratados com um olhar diferente no trânsito, pois possuem por natureza a redução de sua capacidade física. É direito do idoso poder ir e vir com segurança nas vias e transportes públicos. Então, se faz necessário melhorar as políticas públicas que garantam segurança nos deslocamentos para quem tem mais de 60 anos

  • JOSIRLEY DA SILVA
    Posted at 23:30h, 11 agosto Responder

    as politicas publicas devem assegurar o direito dos idosos irem e virem com segurança , e esta segurança esta ligada diretamente a ações dos participantes da esfera trânsito. Levando em consideração as suas limitações e ao mesmo tempo sabendo que esta faixa etária participa ativamente do transito e a vida moderna faz com que sua participação seja cada vez mais intensa.

  • VERONICA LEMOS
    Posted at 00:23h, 12 agosto Responder

    A população idosa tende crescer para as próximas décadas. As políticas de mobilidade devem se ajustar ao índice crescente de idosos ativos nas ruas, ocupando principalmente o papel de pedestres, com necessidades especiais de locomoção. Portanto, é de extrema importância condições adequadas e sinalização nas calçadas, para que se possa garantir ao idoso seu direito de ir e vir com segurança e preservação à vida.

  • Juliana Guimaraes
    Posted at 16:21h, 12 agosto Responder

    O Brasil precisa desenvolver uma política eficaz de inclusão social e atenção à população de risco, como os idosos. Mobilidade é fundamental para a sobrevivência saudável nos dias atuais, e o envelhecimento mundial da sociedade obriga políticas públicas que tratem da segurança e garantam o direito de ir e vir com segurança.

  • Albervan Barreto
    Posted at 01:06h, 14 agosto Responder

    Muito pertinente a lembrança do Ramalho em relação ao Estatuto do Idoso. Faz lembrar que, alguém já se preocupou com essa população, já investigou e já determinou normas e diretrizes que irão auxilia-los a ter qualidade de vida nas suas atividades. Desta forma temos que ecoar o grito de cobrança as autoridades do poder público no cumprimento e melhoramento do que está escrito e previsto em lei.

  • EDERSON DE OLIVEIRA LIMA
    Posted at 20:40h, 14 agosto Responder

    Boa noite. Tenho uma visão um pouco diferente da maioria dos colegas. É fato que nossos idosos precisam de política pública voltada à dignidade , qualidade de vida, cuidados, etc… porém, quando um idoso é atropelado? Por quem? Em quais circunstâncias? Se numa via local, o indivíduo conduzir seu veículo a uma velocidade máxima de 30 km/h, certamente terá tempo de reação em caso um idoso atravessar sua frente. Se o condutor não avançar o sinal vermelho, ou ter a consciência de aguardar um idoso acabar de atravessar a faixa de pedestres… Sou defensor da educação para o trânsito desde a pré escola. Acredito que desta maneira poderemos proteger nossos futuros idosos.

  • ANDRÉ SILVA RESENDE
    Posted at 03:29h, 15 agosto Responder

    O IDOSO ALEM DE POSSUIR A MOBILIDADE REDUZIDA O TRÂNSITO DE FORMA GERAL NÃO FOI PENSADO PARA ELE, É IMPORTANTE FRISAR UM PONTO NO COMPORTAMENTO DO PEDESTRE IDOSO QUE PODE ESTAR CONTRIBUINDO NO ELEVADO NUMERO DE ATROPELAMENTOS DE IDOSOS, OS IDOSOS DE FORMA GERAL TEM O HÁBITO DE CAMINHAR FORA DA CALCADA ASSIM FICANDO VULNERÁVEL, MESMO QUANDO ESSAS ESTÃO EM BOAS CONDIÇÕES.

  • Anderson Boás Viana
    Posted at 16:44h, 15 agosto Responder

    Novamente um artigo que traz a tona dados alarmantes e assustadores, a violência no trânsito para com a população dita da terceira idade. Possível, com esses dados montarmos várias palestras envolvendo esse tema, pois é importante apresentarmos para a sociedade os fatores que influenciam diretamente ao aumento desses números. Primeiro é importante fazer o recorte etário de quem é considerado idoso para os estudos e legislação: seguindo o entendimento da própria OMS, considera-se idoso a partir dos 60 anos de idade.
    Algumas análises de estudos refletem apenas a pessoa idosa como condutora, porém é importante entendermos que para tirar uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) não existe idade limite, apenas exige-se que, após os 65 anos, a carteira de habilitação seja renovada a cada três anos. O CONTRAN ainda regulamentou que 5% das vagas dos estacionamentos públicos e privados têm de ser posicionadas para melhorar a comodidade do idoso e com vagas reservadas. Mas, a reflexão e análise da violência no trânsito para com os idosos não deve ser apenas na condução de veículos, pois em qualquer idade vivenciamos o trânsito em sua totalidade, seja como condutores, pedestres, passageiros, etc.
    É importante ainda chamarmos atenção para a necessidade de campanhas educativas sobre esse tema além de chamar atenção também para o papel e a responsabilidade dos órgãos públicos em garantir a acessibilidade, em zelar pela segurança e o bem-estar do idoso no trânsito, como calçadas com piso antiderrapante e horizontal com rebaixamento nas esquinas em áreas como escolas, bancos, postos de saúde e paradas de embarque e desembarque de passageiros.
    Outro problema facilmente perceptível para o idoso enquanto pedestre é o desrespeito dos motoristas à faixa de pedestre ou mesmo onde tem semáforo é o curto espaço de tempo para travesseia para quem tem mobilidade reduzida.

  • Cynthia Ferreira
    Posted at 20:25h, 15 agosto Responder

    Os pedestres formam o segundo maior grupo vítima de acidentes de trânsito, atrás apenas dos motociclistas. E, nesse segmento, os idosos lideram as estatísticas. A mobilidade dos idosos é diferente e precisamos respeitar essa condição. A via urbana precisa ser adequada para garantir travessias seguras. Mas isso não é uma via de mão única, é preciso também conscientizar os condutores de veículos que é um dos seus deveres é proteger pedestres de todas as idades, em especial crianças e idosos. Só com consciência e respeito teremos um trânsito melhor e mais seguro para todos.

  • Wendy Simelmann
    Posted at 00:03h, 17 agosto Responder

    Diante do quadro em que os idosos são as principais vítimas fatais do trânsito, faz se necessário a ampliação de políticas públicas para a redução de acidentes com esses indivíduos, dando lhes maior segurança para exercer o direito fundamental de ir e vir e sobretudo garantir lhes o direito à vida.

  • CINTHIA GABRIELLE TOLENTINO DE ALMEIDA
    Posted at 07:36h, 17 agosto Responder

    Ramalho traz com exatidão pontos que devem ser trabalhados para a melhoria da mobilidade para o idoso, mas preciso aqui destacar o tempo do semáforo, que em sua maioria não permite a conclusão da travessia nem dos jovens, quem dirá do idoso e outras pessoas com mobilidade reduzida. Junto a isso vem a falta de paciência e educação dos motoristas que não respeitam a legislação que dá a esses o direito de concluir a travessia com segurança.

  • Amanda Conceição
    Posted at 09:35h, 17 agosto Responder

    O texto nos trás uma boa visão quando se trata dos idosos, muitos condutores não tem paciência de esperar adequadamente a travessia de pedestres no geral, porém quando se trata de idoso mais ainda. .

  • Thiago Soares Manco Duenhas
    Posted at 16:50h, 17 agosto Responder

    O texto reflete sobre uma crescente preocupação que aflige o país como um todo, o envelhecimento da população. Em virtude do aumento da expectativa de vida média do brasileiro, a longevidade da população em média tem aumentado. Por este motivo, é necessário o implemento de políticas públicas, no meu ver com ênfase na educação, a fim de prevenir acidentes no trânsito envolvendo a faixa etária da terceira idade, considerando sua vulnerabilidade.

  • Vera Lúcia Costa Ferreira
    Posted at 20:08h, 17 agosto Responder

    REPORTAGEM INTERESSANTE PARA SUSCITAR A IMPORTÂNCIA DA VALORIZAÇÃO DA PESSOA IDOSA, SOBRETUDO PORQUE É UMA FASE QUE LIMITA A MOBILIDADE, A VISÃO, OS REFLEXOS E TUDO ISSO POTENCIALIZA OS ATROPELAMENTOS QUE OCORREM TAMBÉM PELA FALTA DE ESTRUTURA NECESSÁRIA PARA PROTEGER ESSAS PESSOAS. OS CONDUTORES DEVEM TER CUIDADO REDOBRADO AO SE DEPARAR COM UM IDOSO NO TRÂNSITO PARA PROTEGÊ-LO E EVITAR LESÕES E MORTES.

  • Lucas Cunha Daniel
    Posted at 20:21h, 17 agosto Responder

    Como foi dito nos pontos das políticas públicas devemos cuidar dos nossos idosos mas sem esquecer que também devemos reeducá-los e atualizá-los sobre o trânsito para evitar que nossos idosos fiquem a mercê da sorte.
    As calçadas devem ser bem mais restauradas, ônibus e circulares facilitar a locomoção dos idosos. A segurança é algo indiscutível para a melhoria de vida de todos envolvidos no trânsito.

  • Cintia Garcia
    Posted at 22:04h, 17 agosto Responder

    Nossos idosos sofrem por muitas negligencias dos órgãos públicos, pois hoje vemos muitas calçadas sem condições se serem usadas pelos pedestres, faixas de pedestres que muitos motoristas nao respeitam, nem o transporte publico que é direto dos idosos é digno para eles… Motoristas nao respeitam o embarque e desembarque… Falta um olhar carinhoso com nossos idosos das politicas publicas

  • José Eduardo Cardoso de Faria Monteiro
    Posted at 16:37h, 18 agosto Responder

    A política de inutilidade do idoso é uma afronta ao Estatudo do Idoso. Desvalorizar aquele que na maioria das vezes contribui por toda uma vida para a construção da sociedade e tratá-lo com esse descaso é lamentável.

  • Carlita Moraes Bastos
    Posted at 10:22h, 19 agosto Responder

    O número de idosos no Brasil tem crescido substancialmente e o país ainda não está preparado para este crescimento. A lei 8.842, que trata da política Nacional do Idoso, foi aprovada em 1999 e o Estatuto do Idoso em 2003. As conquistas alí mencionadas ainda estão longe de serem incorporadas pela sociedade e especialmente pelo trânsito. Ainda somos um país que mata muitos idosos no trânsito. Um absurdo nos deparar com a triste realidade de uma pessoa ser cuidadosa com sua saúde, com sua vida, ser ativa e acabar morrendo, ou ficando improdutivo por um atropelo, ou outro tipo de acidente irresponsável. Além do que, as nossas cidades, tolhem os cidadãos do seu direito de ir e vir: o direito à cidade quase nunca é exercido, seja por falta de calçadas, praças, espaços de lazer, estruturas viárias que possibilitem a qualidade de vida dos longevos. Afinal como bem afirma o Observatório as políticas públicas precisam ser implantas.

  • Danilo Costa
    Posted at 12:12h, 19 agosto Responder

    As estruturas das vias não são pensadas e adequadas para aqueles que possuam qualquer dificuldade de locomoção, ou necessidades especiais. Os idosos participam desse grupo. Culturalmente o ser humano não trata bem dos seus idosos e isso não é diferente na area de transito. O poder publico e a sociedade tem que absorver maiores noções de civilidade e solidariedade, pois a mobilidade urbana dos idosos, seja como pedestre, condutor de veículo ou usuario de transporte público é algo a ser tratado com muita responsabilidade.

  • Thiane Macêdo
    Posted at 13:29h, 19 agosto Responder

    O trânsito brasileiro preciso ainda mudar muito na questão de educação, de cumprir as leis de trânsito, são muitos os condutores que não tem respeito algum nem pela faixa de pedestre, pela sinalização e com isso ocorre os atropelamento. Por outro lado ainda falta investimento para a segurança do perdeste no trânsito, semáforos para pedestre, calçadas sinalizaras para os idosos, a falta desses e outros itens para segurança do pedestre afeta diretamente o idoso e infelizmente nos deparamos para com esses dados de atropelamento com idosos envolvidos.

  • ALEXANDRE GONÇALVES DE MATOS
    Posted at 02:05h, 20 agosto Responder

    Nossos idosos também merecem uma atenção especial em relação a educação no trânsito, com o avanço a faixa idosa avança a cada ano, proporcionalmente também trabalhos direcionados a este público deve ser implementado.

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