OBSERVATÓRIO | Mais de cem crianças morrem, por mês, em acidentes de trânsito no Brasil
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Mais de cem crianças morrem, por mês, em acidentes de trânsito no Brasil

Mais de cem crianças morrem, por mês, em acidentes de trânsito no Brasil

Isso nos faz refletir sobre a responsabilidade dos adultos e o quanto a segurança delas ainda é negligenciada

Uma criança morre a cada quatro minutos no trânsito do mundo, segundo informações disponibilizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, no ano de 2016, foram 1.292 mortes de 0 a 14 anos, conforme números compilados pelo OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, por meio da parceria mantida com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), com informações do Sistema Datasus. Isso significa que 3,5 crianças morrem por dia no país, ou seja, são 105 vidas perdidas.

“Apesar das crianças representarem menos mortes no trânsito, se comparado ao restante da população brasileira, é importante considerar que elas não possuem meios de transporte motorizados próprios, ou seja, ou são transportadas por um adulto habilitado ou estão a pé. Isso nos faz refletir quanto a responsabilidade dos adultos na mortalidade dessas crianças e o quanto a segurança delas ainda é negligenciada no Brasil”, analisa José Aurelio Ramalho, diretor-presidente do OBSERVATÓRIO. A faixa etária de zero a catorze anos representa 23% da população brasileira.

Crianças pedestres são maiores vítimas

Do total de crianças mortas em 2016 em acidentes de trânsito, 35% das vítimas fatais constituíam-se de usuários não motorizados, ou seja, pedestres ou ciclistas. Outros 30% das vítimas fatais seriam ocupantes de automóveis, provavelmente por falta do uso da cadeirinha.

Os adolescentes até 14 anos vitimados como ocupantes de motocicletas representam 10% do total na distribuição das mortes por modo de transporte. Em alguns estados brasileiros, vale destacar que as vítimas fatais de 0 a 14 anos ocupantes de motocicleta representam percentuais bem maiores, superando os 20% em alguns estados do Nordeste (como Piauí e Paraíba) – região onde a utilização da motocicleta é mais difundida.

Números no Brasil

Nos últimos onze anos, de 2006 a 2016, somente os estados do Maranhão e da Bahia registraram aumento no número de mortes de crianças entre 0 e 14 anos no trânsito, de 11% e 2%, respectivamente.

Os estados que apresentaram as maiores reduções no número de mortes no trânsito, acima da média nacional, na faixa etária em questão foram:

  • Amapá – redução de 71%;
  • Roraima – redução de 67%;
  • Rio Grande do Norte – redução de 64%;
  • São Paulo – redução de 61%;
  • Rio de Janeiro – redução de 57%;
  • Rio Grande do Sul – redução de 54%;
  • Rondônia – redução de 53%;
  • Santa Catarina – redução de 52%;
  • Mato Grosso do Sul – redução de 47%;
  • Paraná, Ceará e Espirito Santo – redução de 46%.

Cadeirinha versus aumento das mortes

 “Um olhar um pouco mais específico foi lançado sobre a faixa etária de 0 a 4 anos, devido a serem esses os “usuários-alvo” de medidas como os dispositivos de retenção (bebê conforto e cadeirinha). Considerando as mortes nesta faixa etária e sendo as vítimas ocupantes de automóvel, houve um aumento de 16% das vítimas fatais no país nos últimos 11 anos (passando de 134 para 155). Isso reforça ainda mais a importância dos sistemas de retenção como a cadeirinha, que reduzem a probabilidade de lesões fatais em cerca de 70% entre bebês e de 54% a 80% entre as crianças menores”, destaca o professor doutor Jorge Tiago Bastos, da UFPR e coordenador do estudo.

No entanto, vale lembrar que tal crescimento nas mortes de ocupantes de automóveis na faixa etária entre 0 e 4 anos, pode ter sido em parte influenciado pelo próprio aumento da frota de automóveis, que quase dobrou, partindo de aproximadamente 28 milhões de automóveis em 2006 para aproximadamente 51 milhões de automóveis, em 2016.

Características das crianças nos deslocamentos

Para buscar um melhor entendimento da questão, são aqui enumeradas algumas características particulares aos deslocamentos de crianças, as quais não esgotam o tema, mas proporcionam uma visão geral:

  • Crianças são caracterizadas pela imprevisibilidade nos deslocamentos, ou seja, podem mudar de direção repentinamente, ficando na rota de colisão de automóveis e outros veículos;
  • Crianças possuem estrutura corporal mais frágil, de modo que podem ser mais suscetíveis a traumatismos em caso de impacto;
  • Crianças tendem a ter um nível de atenção menor;
  • Crianças podem não entender devidamente a sinalização de trânsito e possuem baixa capacidade de avaliar situações de risco;
  • Crianças são menores que adultos, portanto mais difíceis de serem vistas;
  • Em muitos locais, as ruas são os únicos espaços públicos que as crianças têm para brincar.

Estratégias de segurança no trânsito para as crianças

 Com o intuito de minimizar os impactos do trânsito na mobilidade de crianças, a OMS recomenda 10 estratégias, cujos efeitos muitas vezes não se restringem apenas à segurança das crianças, mas sim de todo o sistema de trânsito:

  1. Controle de velocidade, pois isso reduz as chances de ferimentos graves/fatais;
  2. Redução da condução sob efeito de álcool;
  3. Fiscalização no uso de capacete, tanto em motocicletas como em bicicletas;
  4. Utilização dos dispositivos de retenção;
  5. Medidas de aumento da possibilidade de ver e ser visto das crianças;
  6. Melhorias na infraestrutura viária;
  7. Melhorias no projeto dos veículos (com áreas de absorção de impacto projetadas não só visando a redução das lesões nos seus ocupantes, mas também nas pessoas que podem ser atropeladas);
  8. Redução dos riscos para jovens condutores (habilitação gradual, por exemplo);
  9. Promoção de cuidados apropriados para crianças lesionadas, pois elas têm grandes capacidades de regeneração;
  10. Supervisão de crianças próximas às ruas.

Exemplo na Itália

Na Itália uma decisão tomada pela justiça condenou os pais de uma menina de um ano e meio morta em um acidente de trânsito em 2017 a cumprir um ano e quatro meses de reclusão (em regime aberto) por terem sido considerados parcialmente culpados pela tragédia familiar. Os pais teriam, de acordo com a sentença, colaborado para o conjunto de circunstâncias que levaram à fatalidade. A análise do acidente mostrou que a menina não estava acomodada no assento infantil específico e vinha no colo da mãe, no banco da frente do carro.

101 Comentários
  • Roberta Torres
    Postado às 19:29h, 16 novembro Responder

    Precisamos de esforços em todas as esferas para que essas 10 medidas sejam implementadas e acompanhadas para que consigamos reduzir a mortalidade de nossas crianças.

    • Claudio V. de Moura
      Postado às 12:20h, 08 setembro Responder

      Vivemos numa sociedade onde a Fiscalização do Trânsito não é levada a sério, onde o Radar e os Dispositivos de Segurança como a cadeirinha são banalizados e irresponsavelmente são ligados a um pensamento onde as “MULTAS” servem apenas para tirar dinheiro do cidadão. Como se já não bastasse o descaso com o transporte por parte dos próprios pais o STF considerou inconstitucional as multas aplicadas com base nas Resoluções do CONTRAN propondo a eliminação do texto da Lei do parágrafo único do Art. 161, medida que torna ilegal os autos lavrados com base nas resoluções, sendo que esta medida afeta diretamente o uso da “cadeirinha e demais dispositivos de retenção para as crianças. Vide ADIN 2998.

  • Reginaldo frigeri martins
    Postado às 20:52h, 20 novembro Responder

    Boa noite, o artigo leva a uma grande discussão quem é o principall culpado, nos casos de acidente de carro, por falta de segurança da criança, deveria ser feito como na Italia, os responsaveis pela condução serem culpados pela tragédia, hoje em dia as crianças sabem como se comportar no carro desde que os pais ensinem, na maioria das vezes sao os pais que comentem erros infantis, na condução do menor, muutos nao sabem colocar a cadeirinha corretamente, por econimia nao trocam de cadeira quando a criança chega a um determinado peso e altura, ignoram o principio basico da segurança deixando ela ficar entre bancos dianteiros, levam criancas de colo no bamco da frente, mesmo dirigindo, em relação a motos é pior ainda, voxe nao acha con facilidade capacetes infantis assim fazendo que as mesmas andem sem, a idade minima para andar de.moto deveria ser alterada, nao iria interferir tanto no resultado mas ajudaria na estatística, condutores prestarem maia atenção quando conduzirem e perceberem crianças proximo, instintos dela nao pensam muito antea de agir, mesmo adultos temos horas que fazemos isso agimos

  • Reginaldo Frigeri Martins
    Postado às 05:02h, 21 novembro Responder

    Bom dia, em primeiro justo a punição dos pais no caso da Itália, pois os mesmo são responsáveis pela criança, principalmente nos três primeiros anos, deveriam se tornar frequente esse tipo de punição assim teremos mais pais responsáveis, principalmente em relação a motos que eles ficam mais expostos ao risco, como não temos muitos capacetes para criança no mercado, outra medida deveria ser trocada a idade minima para criança em moto que é menor do que a criança podendo sentar no banco da frente do carro, também os órgãos responsáveis deveriam nas escolas começar a ensinar também conduta, sempre locais com muita aglomeração de crianças os motoristas deveriam por consciência própria a redução de velocidade .
    Em suma os responsáveis pela morte de criança no transito somente temos como culpados os adultos, por irresponsabilidade,
    ou descuido em pensar que tem controle sobre tudo,

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Postado às 11:30h, 21 novembro Responder

    Mais de cem crianças morrem, por mês, em acidentes de trânsito no Brasil. Primeiramente, temos que parabenizar a Organização Mundial da Saúde – OMS, o LABTRANS/UFPR e o próprio Observatório Nacional de Segurança Viária – ONSV pelos estudos realizados e pelo excelente artigo técnico – científico produzido e que trata de um tema de extrema importância para todos os Cidadãos Brasileiros e que versam sobre a necessidade de ampliarmos os nossos cuidados e atenção com os nossos PEQUENINOS, com nossas CRIANÇAS, com nossos ANJINHOS, com nossos FILHOS. Nesse sentido, antes de qualquer comentário direto sobre as regras e leis de trânsito, temos que tercemos um comentário na condição de PAI, e de um PAI que tem a necessidade de cuidar da melhor forma possível dos seus FILHOS/ CRIANÇAS, e de saber protege-los, pois, as nossas CRIANÇAS/ FILHOS, são os maiores patrimônios/ tesouros que nós temos, são a nossa Vida e como Vida, precisam receber todos os cuidados e carinhos necessários e serem conduzidos de forma segura no TRÂNSITO. Outrossim, aproveito esse comentário para parabenizarmos os Estados que conseguiram reduzir as mortes de CRIANÇAS no trânsito, em especial ao Estado do AMAPÁ (vizinho do meu PARÁ) que conseguiu alcançar um percentual de 71% de redução.
    Nesse sentido, se faz necessário para combatermos essa triste realidade contida no presente artigo, a melhoria contínua do processo de habilitação de condutores (o que o ONSV já vem fazendo com suas atuações na Câmara Temática específica do CONTRAN), que os municípios busquem o processo de municipalização do trânsito, bem como, criem órgãos municipais de trânsito com a devida e necessária estrutura e que trabalhem de forma eficiente, suas vias, suas calçadas/ passeios, ciclovias, ciclofaixas e etc. O USO CORRETO DA CADEIRINHA É FUNDAMENTAL!!!

  • Waldete Ramos Rodrigues
    Postado às 16:42h, 21 novembro Responder

    Fica claro pra gente, quando ler o texto, a enorme responsabilidade dos pais quanto a proteção desses pequenos. Faz também perceber a grande importância que é um dos chamados “tripé” do trânsito, que é a educação, que embora já reconhecida e prevista por lei( lei 9.503/97 o CTB), é pouco cumprida aqui no Brasil.
    Vejo ainda como um mau maior praticada pelos os pais, pois esses vem na contra mão da segurança, uma vez que põe em risco essa criança não só a curto prazo ( no momento que andam sem o cinto), mas também a longo prazo, uma vez que age como agente deseducador, quando existe um equipamento obrigatório no veículo e; eu ou ela, ou ambos não usamos, estou mostrando pra ela que embora exista lei, mas ela não precisa respeitar (inversão de valores). Levando em consideração a aversão natural do ser humano de seguir regras ( Thomas Hobies em Leviatã) e também considerando que a motivação maior do surgimento de qualquer lei é a preservação da vida, Percebamos o quão faz se necessário o estudo em questão.

  • MARCOS ANDRÉ FARIAS DE LIRA
    Postado às 15:06h, 22 novembro Responder

    Deduz-se deste estudo a extrema necessidade de ações mais efetivas para diminuição dos acidentes de trânsito. Demostra-se alarmante a crescente da mortalidade infantil (cerca de 3,5 crianças por dia morrem no Brasil, provocada pelos acidentes de trânsito), é um verdadeiro absurdo, na faixa etária dos 0 aos 14 anos.

  • Adroaldo Pereira Santos
    Postado às 13:04h, 23 novembro Responder

    Os acidentes estão ligados diretamente a irresponsabilidade de adultos,
    A porcentagem de acidentes fatais de pedestres é alarmante e o que me chamou à atenção e o quanto foi importante o trabalho que foi realizado no Amapá, chegando a 71% de redução.
    Exemplo a ser analisado e sendo possível copiar o modelo para outros Estados.

  • JAIR SOARES
    Postado às 13:15h, 23 novembro Responder

    Meu ponto de vista todos os motoristas e os motociclistas deveria ser responsabilizado quando a comprovação que a morte foi por falta de cinto de segurança, falta de capacete ou mesmo falta de acento próprio para cada faixa etária; oque falta e: fiscalização e cuidado com o bem Maior que e a Vida.
    uso de cinto de segurança salva vida em todos os veículos, transporte escolar, táxi, lotações, ambulância, etc.
    Para o transito mais seguro devemos respeitar o próximo porque somos todos iguais.

    JAIR SOARES.

    jairsoaress@gmail.com.

  • Abimadabe Vieira
    Postado às 17:44h, 24 novembro Responder

    É lamentável perceber a inoperância dos aparelhos de segurança no trânsito, especialmente quando se trata da fiscalização dos pequenos passageiros, esses que não percebem o quanto estão à mercê da negligência e imprudência dos seus responsáveis, passando despercebido pelo policiamento. Com isso, é necessário a conscientização da população acerca dos perigos da condução inapropriada de crianças nos veículos sem os acessórios específicos, a exemplo, do bebê conforto, a cadeirinha, o assento de elevação e o uso correto do cinto de segurança. Além disso, uma política de combate, com o propósito de ampliar mais a fiscalização na cobrança das leis de proteção.

  • CARLOVAN PORTO DA SILVA
    Postado às 10:43h, 25 novembro Responder

    Comentário: Impressiona os dados levantados nesse artigo sob a ótica do Observatório. Particularmente não sabia o quanto de crianças menores de 14 anos sofriam com as mazelas e a violência que impera no trânsito. Sobretudo na estatística apresentada do ano de 2016 onde 35% das vítimas fatais eram crianças usando a bicicleta ou caminhando pelas ruas e 30% das vítimas fatais eram ocupantes de veículo automotor, onde supostamente perderam a vida pela falta da cadeirinha – equipamento de uso obrigatório. É realmente surpreendente. Mas importante se faz ao meu ver comentar também sobre duas das dez estratégias recomendadas pela OMS: 1) Controle de Velocidade, extremamente importante à medida que é uma ação fundamental para “salvar vidas” nas cidades e uma das grandes possibilidades de êxito no trânsito somado e auxiliado pelas novas tecnologias; 8) Redução dos Riscos para Jovens Condutores, nesse ponto seria importante reascender e revigorar o conteúdo estabelecido pela Resolução 265/2007-CONTRAN, uma vez que se trata de uma formação mais extensa e necessária para os jovens. Mas, lamentavelmente essa matéria ainda não saiu do papel na maioria dos Estados da Federação. Por fim, cabe a mim apenas uma breve observação no “exemplo italiano”, penso que a reclusão prevista deveria ser em regime fechado para se colher um efeito maior da Lei. Carlovan Porto

  • Marcelo Marcelino de Melo
    Postado às 15:39h, 25 novembro Responder

    Excelente artigo, com muitas informações úteis para nós profissionais e educadores do trânsito.
    A situação é realmente alarmante no Brasil, o trânsito é a principal causa de morte acidental de crianças e adolescentes com idade de zero a 14 anos. Em 2014, 1.654 crianças desse faixa etária morreram no país por esse motivo. Desse total, 34% eram passageiras de veículos, 29% eram pedestres, 11% estavam em motocicletas, 6% eram ciclistas e 20% dos casos entraram na categoria “outros”.
    Parabéns pelo excelente serviço prestado através desse artigo informativo.

  • Adriana Modesto
    Postado às 18:13h, 25 novembro Responder

    Como adendo à nota, considerando o segmento populacional em questão, é importante salientar numa perspectiva preventiva que este pode se constituir como potencial multiplicador da paz no trânsito a partir de uma educação voltada para este fim, como tema transversal, no ensino fundamental. Assim, supõe-se que em alguma medida, as crianças deixam de ocupar a condição de passividade ante alguma negligência de quem (responsáveis ou Estado) responde por sua integridade física também no contexto do trânsito e passam a ser agentes, inclusive, influenciando no comportamento do segmento adulto. (Adriana Modesto)

  • Noe M. Silva
    Postado às 15:44h, 26 novembro Responder

    Em horário e saída de escolares dá pra ver o porquê muitas crianças são v´timas de trânsito. Blits escolares deveriam ser mais frequentes na conscientização desses pais que vão levar ou buscar seus filhos. As várias infrações cometidas por esses não justifica em nenhum momento tal irresponsabilidade.

  • TALITA DE SOUSA LIMA
    Postado às 18:15h, 26 novembro Responder

    O cumprimento das regras de segurança para crianças no trânsito variam muito do seu uso entre os Estados brasileiros. Há uma cultura de desinformação e também uma fiscalização pouco direcionada pra essa norma em alguns Estados. Mortalidade infantil advinda de adultos imprudentes. As crianças, pedestres ou passageiras de veículos merecem atenção especial principalmente por serem vulneráveis aos atos negligentes dos motoristas. Ainda que não estejamos no patamar que se espera de educação de trânsito hoje há muita informação direcionada para a criança e aplicada em sala de aula. Infelizmente ainda levaremos algum tempo para colher os frutos .
    Talita de Sousa Lima

  • THAIS COSTA ZANLUQUI
    Postado às 07:55h, 27 novembro Responder

    Muito interessante o artigo, dois pontos que merecem destaques, ações para redução dos riscos para jovens condutores, acho muito legal a ideia de habilitação gradual, e o exemplo da Itália, pois só assim para que os pais realmente se conscientizem no cuidado com transporte de crianças.

  • Sérgio Augusto de Carvalho
    Postado às 22:11h, 27 novembro Responder

    Realmente o assunto exige de todos nós uma maior atenção para uma melhor regulamentação no transporte das crianças no trânsito, melhoria no processo educacional de conscientização da segurança viária e a implantação de uma fiscalização mais educativa e efetiva voltado ao assunto.
    No Brasil ainda se permite a fabricação de dispositivos (cadeirinha, bebe conforte, etc) sem a chancela do INMETRO comprometendo assim a segurança no transporte das criança. Associado a esse agravante, existe em âmbito nacional um debate de como regulamentar a utilização desses dispositivos para melhor promoção da segurança infantil. Embora já existe no bojo legais uma razoável normatização, entendo que precisamos melhor debater se a classificação dos dispositivos devam ser vinculados à estrutura corporal das crianças e/ou à suas idades.
    Embora o capítulo VI do Código de Trânsito Brasileiro associado às resoluções do CONTRAN apresentarem excelentes normatizações e diretrizes para o processo educacional no trânsito em todos os níveis escolares,, ainda esbarramos nas dificuldades estruturais e organizações de incorporação do trânsito de forma interdisciplinar nos planos curriculares da escolas.
    A administração pública de modo geral não tem demonstrado fortes interesses educacionais na participação das crianças no trânsito, pois raramente encontramos áreas escolares devidamente sinalizadas, faixas de pedestres precárias ou inexistentes, falta de áreas de lazer paras crianças, falta de planejamentos viários e outros. Tudo isso associado à falta de fiscalizações eficientes e eficazes para minimizarmos essa violência que acomete nossas crianças e adolescentes.
    Um destaque especial que também merece atenção é a questão familiar neste contexto. Famílias desestruturadas do ponto de vista sociológico e, socioeconômico que acabam transferindo as responsabilidades educacionais somente para as escolas e, muito das vezes, não possuem qualidades ética e morais para servirem de exemplos às crianças.
    Pois bem ,o texto acima de uma forma bastante ampla, pontua as causas e enumera várias ações mitigadoras para a redução das sinistralidade das crianças e adolescentes mostrando-nos que o diagnóstico está feito necessitando apenas dos compromissos de todos.

  • Jackson Fernandes
    Postado às 07:58h, 28 novembro Responder

    O costume, a preguiça, quiça os custos, minimizam o uso intensivo do assento correto para crianças – é o que tenho observado nas blitzes que tenho feito na minha cidade. O número de crianças transportada sem a observância da segurança é grande – quase uma totalidade.
    As pessoas são impelidas a comprar um carro ou moto, mas reticentes em adquirir o assento correto para os bambinos. Muitas são as desculpas, que vão desde o preço, o curto tempo de uso e a preguiça de se fazer a instalação correta, que acabam por não usá-la.
    Já entre nos motociclistas, a inobservância das normas de segurança e o desconhecimento de lei, os faz transportarem crianças em potencial risco de acidentes.
    A maioria sequer sabe a idade minima exigida para se transportar crianças em motocicleta. Tenho demonstrado em minhas palestras, que não se deve transportar crianças que não sejam capazes de cuidar de sua própria segurança e que isto, além de ser uma infração gravíssima, dá em suspensão do direito de dirigir. A maioria fica perplexa em saber, parece que nunca foi dito nas auto escolas.
    Tivemos um ganho substancial no uso do capacete e precisamos desse mesmo ganho no uso correto do assento para crianças e no transporte seguro em motocicletas (ainda que motocicleta nunca foi seguro para ninguém).
    Enquanto isso, vamos amargando esses números trágicos no nosso trânsito de cada dia.
    Vamos fazendo a nossa parte, em educar, afinal, o Trânsito somos Nós.

  • ARTHUR HENRIQUE ASSUNCAO MAGALHAES
    Postado às 15:51h, 28 novembro Responder

    Quando falamos em mortes no trânsito o tema já é estarrecedor. Quando falamos de mortes de crianças no trânsito o assunto ganha ainda mais impacto, pois como destacado neste artigo, a responsabilidade pela segurança neste caso não é, sob nenhum aspecto, da vítima, Tratar da vitimização das crianças, infelizmente, auxilia a retirar qualquer argumento de defesa para a falha no dever de cuidado objetivo que cada condutor deve possuir. Aqui, como em outros temas, não há como se desculpar pelo não uso do capacete, pelo não uso da cadeirinha, pelo não uso do dispositivo de retenção adequado para a idade. O desrespeitos das normas de circulação e conduta está comprovado no números fatais e deve ser combatido diariamente com edução e fiscalização.

  • Stefania Alvarcelo
    Postado às 11:57h, 29 novembro Responder

    Sociedade civil, poder público e empresas podem e devem unir forças para que mais campanhas de conscientização sejam executadas em municípios, Estados e em todo país de modo geral, cada cidadão deve ter em si esse sentimento de responsabilidade perante a melhoria dos índices de mortes e acidentes em todo Brasil. Ainda mais quando trata de criança onde o responsável legal é um adulto, achei justa a decisão da Itália de punir os pais, pois se jé é lei, foi porque houve estudos e mortes que levaram às pessoas a decidirem resguardar a vida através de regras de conduta.
    Atividade 8.

  • Lindolfo Matheus Hardt
    Postado às 09:34h, 30 novembro Responder

    Estes dados reforçam a importância da educação para o trânsito com as crianças. Lógico que a ordem natural é o adulto ser responsável pela segurança das crianças, mas devido a falta desta cultura em relação a comportamento adequado, por vezes torna-se mais eficiente levarmos a informação direta aos pequenos. Não tenho dúvida da eficiência dos equipamentos de retenção, estes quando usados de forma adequada, porém é visível diariamente a inobservância a esta regra principalmente em perímetro urbano.
    Educação constante e fiscalização atuante são sempre indispensáveis.

  • Maria Cristina Alves
    Postado às 12:18h, 30 novembro Responder

    O artigo destaca uma realidade comum no Brasil que é a negligencia com a segurança. E este assunto fica ainda mais serio quando refere-se a uma faixa etária tão frágil que é a infantil. A importância do uso do cinto de segurança faz uma diferença enorme no dia a dia destes pequenos e inocentes passageiros. Mas não basta somente o estimulo ao uso do cinto de segurança, é necessário também o estimulo a manutenção correta destes equipamentos. No final das contas percebemos que o pano de fundo ainda é o comportamento do condutor, seu modelo mental precisa evoluir para a gravidade de sua conduta como condutor, como pai, como membro da sociedade.

  • JOSÉ CLAUDIO DA SILVA
    Postado às 09:50h, 02 dezembro Responder

    Uma coisa que me chama bastante atenção é uso do telefone celular por todos os integrantes do trânsito. no mundo contemporâneo, grande parte dos pais favorecem o uso do aparelho por seus filhos, fato que, no meu ponto de vista, também favorece a triste estatística de crianças pedestres atropeladas, A questão dos acidentes com crianças fora das cadeirinhas também é um tema bem recorrente que depende diretamente da ação enérgica dos pois, pois muitas vezes a criança acha desconfortável e começa a chorar, os pais compadecidos com a situação terminam abdicando da segurança. No caso transporte em motocicletas, o índice também é bem gritante de acidentes, mais uma vez os pais e responsáveis , talvez numa tentativa de praticidade no transporte, ou até mesmo pressa, também abdicam da segurança. claudio.ase@hotmail.com

  • Emanoel Placido da Silva
    Postado às 23:07h, 03 dezembro Responder

    Essas informações nos evidenciam a fragilidade das crianças no trânsito, demonstrando a necessidade de campanhas de conscientização que reforcem os cuidados especiais que devemos ter no transporte ou no acompanhamento desses pequenos atores do trânsito, Além da necessidade do reforço na fiscalização de trânsito e medidas de engenharia que objetivem mitigar os riscos presentes.

  • EMERSON SANTANA
    Postado às 17:24h, 04 dezembro Responder

    O artigo traz um tema relevante e que sensibiliza, diante da fragilidade das crianças e da imensa responsabilidade que todo adulto (condutor ou pedestre) deve ter com o transporte e deslocamento das crianças envolvidas no sistema trânsito. É interessante perceber que os fatores geradores de acidentes podem ser inúmeros, como citados no artigo. Desde as condições de infraestrutura das vias, a alta velocidade, uso do telefone celular, a utilização do cinto de segurança, cadeirinha,, condições dos veículos, assim como a postura e conduta do motorista. As 10 estratégias sugeridas pela OMS reforça algo que está implícito na organização e funcionamento do sistema trânsito, porém, que apresenta falhas primárias e que não deveríamos aceitar sob qualquer aspecto. Segurança no trânsito é a premissa básica para que todos convivam de forma harmoniosa e sem sequelas, sejam emocionais ou físicas, como até a perda de um ser tão frágil.

  • ARLEI SOUZA DE OLIVEIRA
    Postado às 20:28h, 05 dezembro Responder

    No meu ponto de vista, eu diria sem dúvida nenhuma que de todas as vítimas de acidentes de trânsitos as mortes de crianças são as mais graves de todas, Por vários motivos, sendo o principal o fato de serem considerados uma negligência de seus responsáveis, das pessoas que deveriam zelar pela suas seguranças e integridades em todos os sentidos, no entanto a irresponsabilidade no trânsito é tamanha que na maioria das vezes as consequências vão alem do que podemos imaginar do que um ser humano é capaz, quando este dirige sem se preocupar com sua própria vida e com a vida daquelas pessoas que estão sob nossas responsabilidades, não é possível imaginar o que realmente passa na cabeça de uma pessoa quando ele assume o volante de um veículo sem se preocupar com as normas básicas de segurança, não só para ele e para os seus ente queridos como também pra toda a sociedade. Outro fator que me chamou atenção foram as diversas e principais causa de acidentes, porque são tantos as causas de acidentes que se torna mais difícil combater essas irresponsabilidades, porque vários são os motivos que levam a u esse número estarrecedor de acidentes envolvendo crianças..

  • Andreia Paula de Resende
    Postado às 07:10h, 06 dezembro Responder

    Mais uma tragédia anunciada: estudos estão prontos, estatísticas comprovam que o “status quo” precisa ser mudado urgentemente. Soluções já estão apontadas. Mas ainda assim as reações são lentas. O que falta? A culpa é de quem? Do Governo? Dos responsáveis pelos “pequenos” que já sabem o que deve ser feito, mas não o fazem?
    A culpa seria da fiscalização? Ou seria um problema cultural?
    Comportamentos que eram comuns cerca de 40 anos atrás, como o pai que colocava o filho ainda bem pequenino para segurar o volante do carro a fim de já ir tendo noções de direção, e que hoje são taxativamente proibidas, ainda se repetem!!!!
    Quantas tragédias mais ainda terão de acontecer?

  • Paulo Botelho
    Postado às 20:54h, 07 dezembro Responder

    Esses dados nos mostram a importância de nos esforçamos em levar informação, começando em casa e abrangido a nossa comunidade. Esse assunto não pode ficar preso somente aos atores ou a quem se interesse pelo assunto, compartilhar a atual situação e medir esforça para levar essas medidas e buscar o resultado que desejamos, fará a diferença.

  • Mercia Gomes
    Postado às 16:39h, 08 dezembro Responder

    Esses dados, ainda ficam apenas em dados, os quais são importantte, todavia, vale destacar que estamos ausentes de ação direcionadas aos pias, às escolas, aos motoristas escolares. Uma educação de trânsito formada por educadores, pais e alunos desde a pré escola, diminuiria o numero de mortes de crianças. è um triangulo para chegar ao numero desejado. Além de politica publica, Gestores e Governo abraçando à causa.

  • MILTON RODRIGO LACERDA
    Postado às 19:20h, 08 dezembro Responder

    Os acidente com crianças menores acorre, pois na maioria das vezes os pais acabam sendo os maiores responsáveis pelo fato pois não dão a atenção necessários para as crianças que acabam não tendo noção do perigo, seja quando caminham a pé na via ou ainda quando estão a bordo do veículo, pois muitas vezes não se preocupam ou ainda ficam com dó, por seus filhos chorarem e não quererem permanecer no lugar onde deveriam (cadeirinha).Digo isso, pois minha filha desde pequena sempre andou onde se deve, no início chorou, porém por apenas duas semanas, onde logo se acostumou, onde posteriormente, quando aprendeu a falar, a mesma sempre cobrava de todos para que coloca-se o cinto de segurança, portanto além do costume e das responsabilidade de cada um, acredito ainda, que se houvesse mais fiscalização, esses números tendem a baixar de maneira significativa.

  • André M. Lourenço
    Postado às 03:05h, 11 dezembro Responder

    Olá esse artigo mostra um dos problemas mais sérios que temos, a segurança no trânsito. As pessoas geralmente acham que estão protegidas dentro do carro e não usam as medidas de segurança necessária. A velocidade, a manutenção do veículo, o cinto de segurança, a maioria dos brasileiros não se preocupa com a segurança, mas sim com as multas, exemplo disso são os veículos reprovados nos testes da Latin Ncap estão entre os mais vendidos. As cadeirinhas são um problema a parte, pois a maioria dos veículos não possuem iso-fix alias a maioria das pessoas se quer sabe o que é isso, o CONTRAN até agora não obrigou os veículos a saírem com iso-fix o que significa que ainda levara anos pra essa tecnologia tão importante atingir a massa. As 10 medidas citadas no artigo pela OMS podem melhorar o trânsito, mas não necessariamente a segurança das crianças.
    Precisamos da obrigatoriedade do iso-fix, e seguir exemplo da Itália onde os reais responsáveis pela mortalidade das crianças paguem por isso, que são os pais.

  • Júlio César Gonçalves da Silva Santos
    Postado às 09:17h, 11 dezembro Responder

    Vejo com muita preocupação o número de crianças vítimas de ações praticadas por adultos que teoricamente deveriam ser responsáveis, mais compreendo que só vamos mudar essa estática com a promoção gratuita da educação para o trânsito em todos os seguimentos da sociedade.
    E de entristecer o sonhos que são interrompidos por atitudes muitas das vezes impensadas que nos leva a esse número não satisfatório de vítimas. Mais acredito que através da educação mudaremos essa realidade.

  • Rafael da Silva Souza
    Postado às 11:43h, 11 dezembro Responder

    Infelizmente o comportamento imprudente e negligente de grande parte dos condutores tem colaborado com esta triste estatística. não e raro ver condutores desrespeitando a lei e as regras de seguranças transportando crianças sem os dispositivos e ate mesmo no próprio colo do motorista.
    se faz necessário cada vez mais os investimentos em educação de transito, e uma fiscalização mais eficaz.

  • Amilton Alves de Souza
    Postado às 22:08h, 11 dezembro Responder

    Artigos como esse é muito importante para nos alertar sobre os alarmantes dados da insegurança viária em nosso país, não obstante, demonstra a negligência e sobretudo a ausência até mesmo de amor por essas crianças que em muitos casos são familiares da própria pessoa responsável pelo acidente. Entendo que esse quadro só deve mudar a longo prazo, desde que haja uma coordenação educacional em cada órgão ou entidade componente do Sistema Nacional de Trânsito”. de forma que se promova, o funcionamento de Escolas Públicas de Trânsito, com objetivo de criar uma cultura de educação para o trânsito, devendo ser iniciada na pré-escola e continuar sendo promovida nos Ensinos Fundamental, Médio e Superior, conforme dispõe o artigo 74 do CTB, bem como a resolução 515/2014 do CONTRAN.

  • Miriam Pimentel Falleiros
    Postado às 19:53h, 12 dezembro Responder

    Realmente é um fato desagradável saber que a maior causa de mortes entre 7 à 14 anos de idade no Brasil é decorrente de acidentes de trânsito, citando um exemplo Europeu, na Inglaterra é obrigatório todas as escolas públicas e particulares a terem um agente de trânsito na rua para auxiliar crianças atravessando na entrada da escola, sendo então uma responsabilidade da escola neste caso. O Projeto Educa parece solucionar muito bem este tema em conscientização das crianças desde cedo.

  • Cléo Barbosa Cardozo
    Postado às 09:53h, 13 dezembro Responder

    Nota-se pelo artigo que apesar da regulamentação do Código de Trânsito Brasileiro e de resoluções específicas visando os cuidados com as crianças, muitos pais ou responsáveis ainda mantém o descuido aos menores. Certamente precisamos de esforços para a implementação das 10 medidas que visam à segurança de todos os atores do trânsito.

  • Elaini Karoline Russi
    Postado às 11:38h, 13 dezembro Responder

    A pesquisa sobre as mortes de crianças provocado por acidentes de trânsito demonstra a realidade brasileira quanto a segurança viária. Os dados a nível nacional são importantes pois caracterizam uma realidade com baixa segurança no trânsito para as crianças. Mas considerando que o Brasil é um país imenso em questão territorial e que possui regionalidades com culturas bastantes diferentes seria interessante especificar os dados em relação as mortes de crianças no trânsito de cada estado e se possível mais precisamente de cada região do estado. Diminuir a análise dos dados a um nível mais microscópico, ou seja, dentro da realidade de cada município (se possível) é uma alternativa para propor intervenções com maior probabilidade de obter resultados desejados. Surge ai uma possibilidade de intervenção para os observadores credenciados.

  • Glendo Ghess de Amorim
    Postado às 11:46h, 13 dezembro Responder

    O que fazer diante da dessa situação de baixa segurança no trânsito para as crianças? Os dados apresentados demonstram que algo precisa ser feito. Mas o que fazer? Para propor intervenções com maior probabilidade de obter resultados desejados faz-se necessário especificar os dados obtidos. Pois considerando que o Brasil possui uma grande diversidade cultural e que isso interfere no comportamento dos cidadãos no trânsito, é necessário analisar a realidade de segurança no trânsito para a crianças de modo mais específico de cada região. O próprio texto indica que conforme a região os motivos são diferentes. Especificar essas causas de mortes de crianças em acidentes de trânsito, possibilita propor intervenções direcionadas para diminuir a probabilidade de novas ocorrências.

  • Arilmar Teixeira da Silva
    Postado às 19:33h, 13 dezembro Responder

    Parabéns ao Observatório e ao autor deste artigo , Acredito que toda conscientização deve vir acompanhada de uma boa fiscalização também, nos momentos em que temos a oportunidade de falar em salas de aula sobre fiscalização de condução de crianças nos veículos , esbarramos no contingente pequeno de fiscais (agentes e Policiais) de trânsito para controlar o uso destes equipamentos de segurança para as crianças.
    Conscientizar com temas e artigos sempre são bem aceitos e deve ser o nosso papel , mas acoes de prevenção junto a via levando esta informação de forma personalíssima no contexto pratico do trânsito , sempre batendo na tecla da campanha corpo a corpo nas ruas , escolas empresas etc , será um esforço muito bem aceito por todos nós.

  • Sílvia Miranda Rosa de Lima
    Postado às 20:04h, 13 dezembro Responder

    Os óbitos e lesões decorrentes dos acidentes de trânsito são um dos maiores problemas de saúde e desenvolvimento da atualidade. Os países em desenvolvimento tardio respondem pela maior parte dos casos, sendo este um poderoso agravante na manutenção do ciclo da pobreza, uma vez que os usuários mais pobres e vulneráveis são afetados desproporcionalmente. Os altos índices de mortalidade de crianças e jovens no Brasil elucidam a gravidade desta situação. A Organização Mundial de Saúde – OMS considera que mais de 90% dos acidentes nas vias do mundo poderia ser evitado. Este fato se comprova através do exemplo da maioria dos países desenvolvidos, que conseguiu superar grande parte do problema em poucas décadas. Apesar do conhecimento coletivo sobre estratégias e planos de ação viáveis e efetivos para atacar a causa, os números continuam inaceitavelmente altos em países como o Brasil. Aproximando-se do final da ‘Década de Ação pela Segurança Viária’, a constatação de que esta forma de violência evitável continua sendo uma das principais causas de mortes e sequelas entre a população mais jovem do país gera grande terror. E, inevitavelmente convoca a uma reflexão sobre a urgência de agir em prol do bem-estar desta e das futuras gerações, sendo a superação da mortalidade infanto-juvenil em decorrência dos traumas nas vias, um passo imprescindível para que possamos alcançar a promoção da saúde e a realidade do desenvolvimento sustentável.

  • Fabio Fernandes Silva Alves
    Postado às 18:35h, 14 dezembro Responder

    É necessária uma maior conscientização dos pais acerca da segurança viária, em acordo com o entendimento correto do conceito de trânsito apresentado no Código de Trânsito Brasileiro. A fiscalização de trânsito de forma mais eficiente poderia corroborar nesta redução de mortalidade, associada a leis mais rígidas.

  • MAURICIO PONTELLO
    Postado às 08:28h, 15 dezembro Responder

    Em se tratando de crianças estamos falando de incapacidade e fragilidade. São os adultos os responsáveis pelos acidentes com crianças e para isso devemos voltar nossos olhares. As 10 medidas sugeridas devem ser implementadas juntamente com a disseminação de uma cultura de segurança e preservação da vida, sobre tudo daqueles que devem ser guardiães das crianças, ou seja, nós os adultos.

  • José Carlos de Lima Souza.
    Postado às 22:33h, 15 dezembro Responder

    Estatística de causar maior indignação já que, neste caso, a responsabilidade maior é da pessoa adulta que, em condução de veículos automotores, tanto faz estar transportando sem cuidados elementares determinados na legislação pertinente quanto atropelar criança pedestre em situação de risco previsível ! Neste importante matéria vemos que, no Brasil, as crianças pedestres são as maiores vítimas, bem como as crianças transportadas nos veículos, pelo responsáveis que, muitas vezes conforme as estatísticas estão demonstrando, continuam negligenciando o uso adequado da cadeirinha nos veículos envolvidos em acidentes.
    Portanto, a fim de evitar-se e prevenir a continuidade desta tragédia social na mobilidade de crianças, deve-se enfatizar também as dez (10) estratégias preconizadas pela O.M.S. referidas na matéria, sabendo-se que muitas vezes seus efeitos e resultados atingem todo sistema viário ou de trânsito.

  • José Carlos de Lima Souza.
    Postado às 22:41h, 15 dezembro Responder

    Estatística de causar maior indignação já que, neste caso, a responsabilidade maior é da pessoa adulta que, em condução de veículos automotores, tanto faz estar transportando sem cuidados elementares determinados na legislação pertinente quanto atropelar criança pedestre em situação de risco previsível ! Nesta importante matéria vemos que, no Brasil, as crianças pedestres são as maiores vítimas, bem como as crianças transportadas nos veículos, pelo responsáveis que, muitas vezes conforme as estatísticas estão demonstrando, continuam negligenciando o uso adequado da cadeirinha nos veículos envolvidos em acidentes.
    Portanto, a fim de evitar-se e prevenir a continuidade desta tragédia social na mobilidade de crianças, deve-se enfatizar também as dez (10) estratégias preconizadas pela O.M.S. referidas na matéria, sabendo-se que muitas vezes seus efeitos e resultados atingem todo sistema viário ou de trânsito.

  • Priscila Uliana Albarice
    Postado às 03:38h, 16 dezembro Responder

    Extremamente importante que, além da conscientização dos responsáveis, haja a fiscalização do órgão público sobre a correta utilização de cadeirinha, acentos de elevação que é totalmente excluído do cotidiano. Mais grave do que deixar de usar a cadeirinha é transportar crianças de maneira inadequada em motocicletas, não orientar devidamente sobre como atravessar a via. Mais uma vez acabamos falando de educação para o trânsito. Pais educados educam seus filhos e evitam acidentes.

  • Beatriz Rocha Araujo
    Postado às 12:36h, 16 dezembro Responder

    A reflexão é válida, pois as crianças estão no trânsito, mas muitas vezes não são responsáveis pela sua própria segurança no trânsito, pois os adultos que devem zelar pela segurança, educação e saúde das crianças, principalmente as que ainda estão na primeira infância (até 4 – 5 anos) e não apresentam condições de estabelecer comparações entre o certo e o errado. Precisamos estabelecer uma educação para o trânsito mais efetiva, assim vamos propiciar uma geração de cidadãos mais conscientes de suas atitudes e melhorar as estatisticas para números que não apresentem tantas mortes de inocentes no trânsito, pois quando falamos de crianças até 4 anos, elas não tem condições de discrimiar as atitudes certas e erradas no trânsito.

  • Fredis Ribeiro da Costa
    Postado às 12:48h, 16 dezembro Responder

    Em detida análise do exposto acima, fica evidente o descumprimento das regras de condutas do nosso Código de Trânsito. Acredito que nos dias atuais seja impossível que um adulto nunca tenha recebido alguma informação sobre segurança no trânsito. Anualmente a difusão de campanhas educativas no trânsito tem aumentado cada vez mais, não somente isso, nossas normas mudam constantemente, inclusive mais de uma vez a norma que trata do mesmo assunto. Não resta dúvida que temos uma sociedade no trânsito que não liga para o cumprimento de regras para melhorar a segurança e evitar acidentes,
    Quem nunca ouviu essa expressão: “As crianças são como esponjas, absorvem tudo”?
    Realmente, elas aprendem o tempo todo, por meio de suas vivências cotidianas. Os pais e as outras pessoas com quem convivem possuem um papel importantíssimo: são modelos em que as crianças se espelham. Porque, mesmo em situações nas quais o adulto não tem a intenção de ensinar, elas estão observando e aprendendo. Isso é constatado diariamente quando reproduzem falas, gestos e ações.A família é responsável pelas primeiras aprendizagens, principalmente pela formação moral, imprescindível para que a criança respeite o outro e consiga viver em sociedade.

  • Carlos Rummenigge Moreira da Silva
    Postado às 18:22h, 16 dezembro Responder

    Concordo que temos que adotar urgentemente essas 10 medidas visando reduzir ainda mais esse numero preocupante de mortes. É um esforço que necessita uma união de todo: sociedade /Governo / empresas etc.

  • Ronaro Ferreira
    Postado às 20:17h, 16 dezembro Responder

    Achei interessante que as propostas sugeridas ao final do texto não têm como público-alvo as crianças. AS ações tem como foco primário os adultos condutores, os projetistas de veículos, os projetistas das vias… A vidas das crianças depende totalmente de que estes adultos mudem seu comportamento.
    E parece que isto já está acontecendo.
    Em apenas 2 estados o número absoluto de mortes aumentou. e EM TODOS OS ESTADOS AS TAXAS DE MORTE REDUZIRAM, pois a população de crianças e jovens cresceu mais do que as mortes.
    Precisamos reconhecer nossas vitórias e comemorá-las. Parabéns para nós.
    Se replicarmos as boas práticas nos outros locais, iremos reduzir as taxas em mais de 50%.

  • Carlos José Antônio Kümmel Félix
    Postado às 20:32h, 16 dezembro Responder

    RESPONSABILIDADE: Isso nos faz refletir sobre a responsabilidade dos adultos e o quanto a segurança das crianças ainda é negligenciada,

  • rokmenglhe Vasco Santana
    Postado às 00:32h, 17 dezembro Responder

    Ao se deparar com números alarmantes de mortes no trânsito já é assustador, mais ainda quando esses números envolvem crianças, tendo em vista que não possuem nenhuma capacidade de defesa e necessitam da conscientização de adultos que por muitas vezes negligenciam seus cuidados como pais e tutores. Vale enfatizar que a repressão é sim de suma importância para a redução de mortes no trânsito, mas a prevenção é fundamental. O estado deve investir cada vez mais em políticas públicas que promovam na educacao de trânsito, em todas as suas vertentes, programas de prevenção. A conscientização de pais e familiares é fundamental nesse processo para que seja culturalmente certos hábitos negligentes no trânsito.

  • GUSTAVO VIANNA WEBER
    Postado às 11:52h, 25 julho Responder

    O trânsito é a principal causa de morte acidental de crianças e adolescentes com idades de 05 a 14 anos.
    Somos responsáveis pela segurança dessas crianças, justamente por não estarem preparadas para o Trânsito e em vista de serem incluídas nas vias de forma comum no dia a dia dos responsáveis. Assim, o trânsito em amplo senso, com todas as formas de locomoção, acaba fazendo parte da vida infantil. Se o cotidiano faz com que as pessoas se esqueçam de normas básicas da segurança viária que existem para proteger esses indivíduos, deve sim existir maior fiscalização e estratégias de conscientização para a população.

  • Darkle J. Portela Filho
    Postado às 20:28h, 25 julho Responder

    Considero este tema muito, mas muito, importante, até porque o nosso atual presidente quer ou queria alterar a obrigatoriedade do dispositivo de segurança para as crianças, e ou até acabando com o artigo dentro do C.T.B, deixando sem efeito a fiscalização e o uso por conta da consciência dos pais. Tenho dois filhos que desde muito cedo já os eduquei a usar, e nunca tive qualquer problema para eles usarem, e hoje ao entrarem no veículo eles colocam o cinto e cobram que não colocou o dispositivo. Mas nem tudo são flores, é gritante no entorno de escolas a grande quantidade de infrações de trânsito, e dentre elas, a falta do uso do dispositivo, ou por um filho – criança que nunca usou e se recusa e aos berros/choro o pai ou mãe cede e deixa o filho solto. Percebe-se que os agentes fiscalizadores até tentam atuar mas a maioria dos pais, prefere não utilizar os dispositivos de segurança, e ensinando seus filhos de forma errada que o errado é certo. E muitas vezes colocando filhos contra agentes fiscalizadores, cito inclusive demandas judiciais para explicação dos órgãos responsáveis o porque de estarem naquele local, naquela hora, como se a fiscalização ali não pode ser aplicada. E infelizmente somente a aplicação da penalidade, hoje não é suficiente. Existem inúmeras campanhas e creio que nem isto seria necessário, até por que o meu maior bem, são meus filhos.

  • Bárbara Vita
    Postado às 07:49h, 31 julho Responder

    Este artigo revela dados assustadores de mais de 100 crianças mortas por mês em acidentes de trânsito no Brasil, e que a cada 4 minutos, morre 1 criança no mundo vítima do Trânsito. Estes dados nos chama a atenção para a importância da responsabilidade dos pais ou responsáveis durante os deslocamentos diários, a atenção na responsabilidade da fiscalização frente ao uso das cadeirinhas e a responsabilidade das instituições do sistema nacional de trânsito frente a construção de calçadas que possibilitem circulação segura. .

  • Como dirigir bem? Confira nosso manual da direção perfeita!
    Postado às 10:09h, 31 julho Responder

    […] sabia que, no Brasil, mais de cem crianças morrem por mês em acidentes de trânsito? 70% desses acidentes poderiam ser evitados com o uso correto da cadeirinha e do bebê conforto, […]

  • Carlos Beraldo
    Postado às 08:05h, 01 agosto Responder

    Bom dia.
    Realmente estes números assustam a qualquer um que se detêm em alguns dados específicos.
    Preocupante sim, visto de que a responsabilidade com os mais vulneráveis inicia no seio da família. A instituição família tem como obrigação ensinar os hábitos salutares desde o início, fazendo com que assim tonem-se cidadãos responsáveis.
    Enquanto não mudarmos alguns hábitos, tradições e principalmente nosso comportamento, veremos ou leremos diariamente notícias trágicas sobre perda de vidas, principalmente de nossas crianças.
    As diretrizes para que reduzamos o número de acidentes já estão difundidas desde 11 de maio de 2011, portanto cabe a nós mudarmos o cenário.
    Trato especificamente dos dispositivos de segurança para os menores, a obrigatoriedade deve ser expandida a outros veículos de operam em nosso trânsito. Uma discussão mais ampla acredito que seja necessária.
    Aproveito para confirmar esta colocação que tenho a muito tempo, E o momento exato é agora nos próximos dias entrará em discussão na Câmara dos Deputados o PL 3267/2019.
    #tamojunto

  • Lucélia Rossi
    Postado às 09:00h, 06 agosto Responder

    Infelizmente nem todos os condutores e responsáveis se preocupam em tomar os cuidados que são indispensáveis para que as crianças possam estar seguras. Em se tratando de crianças o assunto é mais preocupante, pois estamos falando de pessoas que não possuem discernimento para diferenciar os perigos. Os pais e condutores adotam papel de garantidores das crianças em se tratando da sua segurança no automóvel,, além de serem para elas o exemplo do que deve ser praticado. Seria de extrema importância que todos os condutores praticassem as 12 estrategias sugeridas pelo observatório e assim garantir a segurança de nossas crianças.

  • Noedy Parice Mendes Bertazzi
    Postado às 19:15h, 06 agosto Responder

    Concordo plenamente com a educadora Roberta Torres a respeito das estratégias para minimizar os impactos do trânsito na mobilidade das crianças. O tema trânsito é um assunto de abrangência e urgência social, é de extrema importância que as estratégias citadas sejam realmente colocadas na prática. Os três “Es” do trânsito: Engenharia, Educação e Esforço Legal resolveriam o problema da segurança viária. Saber que as nossas crianças são as principais causas de morte e ferimentos graves nos deixam atônitos. Precisamos disseminar à sociedade os conhecimentos sobre a eficácia dos dispositivos de retenção pois as crianças em uso de dispositivos de retenção apropriados, no caso de acidente automobilístico, têm alta redução nos índices de risco de morte e de sofrer ferimentos graves. Às vezes por excesso de confiança alguns condutores deixam de utilizar os dispositivos de retenção em trajetos curtos e acabam por transportar os menores inadequadamente no colo ou até mesmo em pé. Creio que a educação para o trânsito seja um dos pilares principais na promoção de comportamentos saudáveis tão importantes na preservação da vida e do bem-estar.

  • Vicente M. V. Pinto
    Postado às 22:00h, 06 agosto Responder

    Diante da triste realidade que o artigo nos revela, mais repúdio nos gera o Projeto de Lei 3.267/2019, de autoria do atual presidente da república, o qual pretende acrescentar ao artigo 168 do Código de Trânsito Brasileiro, parágrafo alterando a atual multa gravissima, para àqueles que transportam crianças fora da cadeirinha, em simples advertência por escrito. Que consigamos barrar tal mudança legal, pois o preço é alto demais.

  • Christian Anderson Riger
    Postado às 16:13h, 08 agosto Responder

    O estudo representa muito bem a realidade brasileira em relação ao desenvolvimento de uma cultura de segurança no trânsito. Cultura que não é vista como prioridade por pais, responsáveis e muito menos pelos Estado, o que fica claro com o advento do Projeto de Lei 3.267/2019, que minimiza a penalidade para aqueles que transportarem crianças fora da cadeirinha. Tal medida até não seria considerada tão absurda se viesse acompanhada de medidas relacionadas a Educação no Trânsito, afinal, cidadãos conscientes e devidamente educados não precisam ser penalizados, adotam medidas pelo simples fato da segurança ofertada pelo dispositivo de retenção.

  • Jair Soares
    Postado às 10:52h, 10 agosto Responder

    Caros Amigos Observadores, isso ainda e um Monstro que nos assusta uma falta de cuidado e de interesses de cada um dos envolvidos porque: a minha segurança e da minha família quem faz sou eu, devemos usar os dispositivos de Seguranças como Bebe conforto, acento elevado, cadeira tudo de acordo com as suas idade conforme a legislação se existe temos que cumprir. mas oque na verdade mata e a falta de atenção, uso de Celular, velocidade acima dos permitidos ai chegamos nos acidentes onde temos perdas grandes. A solução são Campanhas e mais campanhas conscientizar a todos para um transito mais Seguro.

  • vitor bueno da silva
    Postado às 11:31h, 11 agosto Responder

    Infelizmente , diante de tantos dados e relatórios de mortes envolvendo crianças , existem grande parte dos pais que não tem a responsabilidade sobre a segurança de seus filhos e crianças no seu transporte ,os estudos estão cada vez mias comprovados para uso de forma correta para evitar ou pelo menos amenizar o impacto , quando falamos em segurança das pessoas que transportamos, temos que ter ciência das responsabilidades civíl e criminais , que bom seriam se não precisasse estar na regra na norma “ deixar de usar mecanismos de retenção “ infração gravíssima 7 pontos e 293,47 .
    Mas de forma consciente usar sempre sem se deixar vencer pela vontade da criança ao não querer usar e desde de cedo mostrar o certo e errado , dar exemplos de direção segura e tornar aquela criança um bom cidadão e bom motorista…

  • Marlene Alves da Silva
    Postado às 18:02h, 18 agosto Responder

    Marlene Alves da Silva
    O artigo retrata uma triste realidade brasileira. O trânsito ceifa a vida dos mais vulneráveis que são as crianças, o pedestre e o ciclista. O Brasil aderiu a década de ação pela segurança no trânsito (2011-2020) no intuito de diminuir em 50% o número de morte-morbidade no trânsito, observei, segundo o artigo, que em vários estados do norte e nordeste houve uma redução, no entanto, na Bahia houve um aumento de mortes desse grupo vulnerável. Apesar do CTB aponta no Art.5 “O Sistema Nacional de Trânsito é o conjunto de órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios que tem por finalidade o exercício das atividades de planejamento, administração, normatização, pesquisa, registro e licenciamento de veículos, formação, habilitação e reciclagem de condutores, educação, engenharia, operação do sistema viário, policiamento, fiscalização, julgamento de infrações e de recursos e aplicação de penalidades”. Verifica que a formação, a educação e a engenharia precisa ser mais divulgada e exercida em nosso país, assim como a normatização ser aplicada. No CTB têm artigos que falam do dispositivo de retenção para criança e as possíveis punições para quem não cumpre (fiscalização). No entanto, sem nenhum respaldo técnico científico, o nosso governante apresenta um Projeto de Lei em que beneficia os infratores contumazes em relação ao uso do dispositivo de retenção. Pelo visto, estamos indo na contra mão das pesquisas e do acordo firmado com a ONU. Temos muito o que avançar quando se fala do fenômeno trânsito.

  • SAMUEL MORGAN TEIXEIRA COSTA
    Postado às 11:12h, 20 agosto Responder

    Tema bastante atual e relevante para a nossa sociedade.

    Interessante notar, embora trágico, a informação contida no artigo acerca das maiores vítimas dentre as crianças: pedestres.

    Embora a nossa legislação, desde o Estatuto das Cidades, o Plano Nacional de Trânsito (Res. 514), passando pelo livro mestre- CTB, dentre outras normas, tenha priorizado o pedestre a veículos, na prática vemos a inversão de valores.

    Quando se levado em consideração, então, aqueles que nem CNH possuem, nem em veículos estão, os cuidados deveriam ser ainda mais que dobrados.

    Como dito no próprio artigo, as características das crianças exige que nós, condutores, tenhamos cuidado e atenção redobrados. Em especial, quando transitarmos por zonas escolares, por exemplo, locais de grande concentração desses pequenos.

    Do lado institucional, cabe às autoridades de trânsito cuidarem para que os limites de velocidades nas vias circundantes a esses pólos atrativos de crianças sejam baixos, e fiscalizar. Por último, não menos importante, a formação dos atuais e novos motoristas, em especial quanto aos cuidados com a direção defensiva – elementos e condições adversas-, deve estar bem afinada com campanhas educativas.

    Um exemplo, que deveria ser prioridade em todo o país, e que possibilitaria uma mitigação dos dados apresentados neste artigo, é a Campanha do respeito à Faixa de Pedestres realizada em Brasília e em algumas outras cidades isoladas do país!

    Excelente texto! Ótimo debate!

  • Reniê Alves Ferreira Júnior
    Postado às 11:32h, 20 agosto Responder

    O artigo nos faz refletir sobre a responsabilidade de nós, adultos por nossas crianças. E inadmissível morrer 3,5 por dia em nosso país. É interessante perceber que nossas crianças não possuem meios de transportes motorizados próprios, enfatizando a causa nos adultos. Temos inúmeros, fatores geradores de acidentes, desde da utilização de telefone celular à falta de fiscalização. Para combater essa epidemia de mortes no trânsito, precisamos de políticas públicas eficientes, maior gestão da segurança viária, vias mais seguras, veículos mais seguros, conscientização dos usuários das vias ( condutor e pedestre ) através de campanhas educativas e maior fiscalização. As 10 estratégias sugeridas pela OMS reforça a forma que todo o sistema de trânsito deve agir, porém, apresenta falhas que não deveríamos aceitar.

  • Ricardo Alencar Sampaio
    Postado às 21:48h, 21 agosto Responder

    Antes de qualquer estratégia para proteção e cuidado para com nossas crianças, devemos demonstrar aos nossos filhos como proceder através de exemplos.
    Utilize sempre o cinto de segurança , evidenciando sua importância e cuide para que eles também o faça;
    Ao atravessar a rua sempre na faixa apropriada, pare, olhe e evidencie aos seus filhos os perigos existentes e a importância de estar sempre visível para os condutores de veículos a sua volta;
    Ao conduzir um veículo , pratique uma velocidade compatível com a segurança e mostre a seu filho(a), o cuidado que precisa ter com a vida de todos no trânsito;
    Ao levar seu filho na escola, estacione corretamente e informe a importância de sua ação positiva;
    Independente de lei ou fiscalização, eles são nossos maiores presente dados por DEUS, CUIDE.
    Esses e outros EXEMPLOS, poderão ser dados a seus filhos para que fiquem vivos e no futuro deixem viver.
    Nossas crianças tem o discernimento e inteligencia de acompanhar esses ensinamentos, desde que praticados e cobrados por vocês de forma contínua.

  • Silvio Osmar Peron
    Postado às 13:10h, 22 agosto Responder

    No mundo globalizado foram sendo deixados de lado princípios simples, como por exemplo “Vigiai e orai”, ou seja, esquecemos da importância dos cuidados dos nossos pequenos. Necessariamente há que se cobrar do poder público vias devidamente sinalizadas, não menos importante a formação de condutores com a devida habilidade e por fim Agentes de Trânsito treinados para a realização de uma fiscalização eficiente.

  • Kelcilei Rosa de Oliveira
    Postado às 19:20h, 24 agosto Responder

    Números assustadores e alarmantes, o uso da cadeirinha é obrigatório está previsto em Lei. Todos os pais deveriam ser responsabilizados criminalmente pelo não uso do equipamento. Até quando vamos matar pessoas por atos irresponsáveis como um simples uso de uma cadeirinha.

  • Jorge Lopes dos Santos Júnior
    Postado às 17:11h, 25 agosto Responder

    O cumprimento do quanto preconizado na resolução n.º 277 do CONTRAN, com base no estudo apresentado, tem o condão a reduzir em mais de 70% os riscos de morte em uma situação de acidente envolvendo uma criança (até 4 anos). Por estes dados já seriam suficientes para assegurar a obrigatoriedade dos dispositivos de retenção, entretanto passamos por um momento de “questionamento” da necessidade da utilização ser obrigatória e a sua não utilização ser alvo de infração de trânsito.

    Nos paises europeus, a exemplo de Portugal e Espanha, até nos veículos de alugueis (taxi e vans) a utilização de dispositivos de retenção para crianças são obrigatório. O mais interessante que é muito comum na mala dos veículos ter uma caderinha (bem mais leve e menor, de facil colocação comparadas a que temos no mercado brasileiro) para utilização nos casos necessários, deixando que fazer a “corrida” caso não tenha o dispositivo.

  • Daniel Carlos Santos
    Postado às 12:57h, 27 agosto Responder

    É alarmante o número de acidentes ocorridos com crianças no trânsito.
    Solução para redução deste numero, inicialmente seria a educação de trânsito na base. Aplicado desde a pré-escola até o 3º grau como estabelece o art. 76 do CTB, mas infelizmente não é aplicado.
    Sendo aplicada à cada faixa etária de acordo com a utilização no trânsito, como pedestre, ciclista e próximo a maioridade, a aplicação nas práticas adotadas formando condutores conscientes.

  • Jose Batista de Carvalho Filho
    Postado às 14:01h, 30 agosto Responder

    As crianças nesta faixa etária realmente são mais vulneráveis, necessitando de um acompanhamento e supervisão de seus responsáveis, quando vemos um caso de óbito de criança passamos a pensar, quem foi o culpado,
    Ao analisarmos friamente, chegamos a conclusão de pode haver mais de um culpado, aquele que negligenciou, não usando os equipamentos de segurança, não teve atenção com o comportamento da criança na via, excedeu a velocidade máxima da via,
    distraiu-se com usando o celular.
    Sabedores da fragilidade de uma criança, não devemos negligenciar por sua segurança.

  • HUGO LEONARDO FORTES BARBOSA
    Postado às 22:47h, 31 agosto Responder

    Levantamento de quantidades de mortes no trânsito é assunto bastante desagradável, porém necessário, e quando o foco é o número de crianças mortas, isso realmente assusta, pois tratam-se de números alarmantes! De imediato vem a ideia da culpa, de quem é a culpa? Uma coisa é certa, da criança não é… estas são apenas vítimas em um cenário totalmente despreparado que não as têm como prioridades.

  • Vilnei Sessim
    Postado às 21:59h, 01 setembro Responder

    Vilnei Pinheiro Sessim.

    Preliminarmente é incontestável a obrigatoriedade do equipamento de segurança, cadeirinha, uma lastima constar duvida sobre a obrigatoriedade ou não. Os estudo apresentados no artigo reforça a importância e esclarece a queles que ainda tenha duvida sobre a necessidade. Me causou surpresa a questão do transporte por motocicletas que também tem significativa correlação com o índice de sinistralidade, este levantamento não tinha me dado conta.

  • Camila de Souza Dantas Mota
    Postado às 20:22h, 02 setembro Responder

    Muito triste os números que envolvem as crianças e os acidentes fatais no trânsito.
    Mas do que divulgar os dados, é notório a importância e a urgência da educação para o trânsito e educação de trânsito para todxs. Para os país, é preciso avançar e reforçar na discussão do quão é necessário o equipamento obrigatório para garantir o deslocamento das crianças nos veículos automotor com segurança. E para as crianças uma educação que ñ vise apenas a possibilidade de vivenciar o trânsito somente na perspectiva do automóvel. É preciso entender que todos nós devemos viver e vivenciar a cidade de forma segura, ampliando o entendimento “do que é seguro individual” para o “direito à cidade”, o acesso democrático de todos os serviços e lugares da cidade. Neste contexto, engloba o Trânsito e as demais formas de mobilidade na cidade.

  • Marcio Franclin Amaral Santana
    Postado às 07:18h, 03 setembro Responder

    Os dados acima são alarmantes, é preciso que os condutores independente de pais ou responsáveis pelas crianças entendam a necessidade dos dispositivos de retenção, aqui em nosso município (Camaçari/BA) é natural encontrarmos crianças literalmente solta nos veículos. Os condutores precisam entender a dinâmica do trânsito e ter a consciência que acidentes ocorrem ou por falhas humanas, mecânicas ou da própria estrutura viária e consequentemente em um evento desse essas crianças que não utilizam nenhum dispositivo de segurança será vítima dessa irresponsabilidade. Além da ausência do dispositivo de retenção, observo muito crianças sendo levadas em motocicletas sem capacetes ou com capacetes impróprios, exemplo como esse ocorrido na Itália apesar de lamentável torna-se necessário para que pais, responsáveis ou qualquer outro condutor entendam suas responsabilidades na condução de um veículo. Como exposto acima, crianças em geral não tem noção de risco ou perigos, elas precisam ser estimuladas a utilizarem tais dispositivos e isso deve ser explicitado para a criança compreender a importância da utilização, levando ainda em conta que essa criança será um possível condutor amanhã. Por tanto, considero que as estratégias da OMS são de fundamental importância para a redução desses índices apresentados.

  • Rafael Rodrigo da Fonseca
    Postado às 07:19h, 05 setembro Responder

    Quando falamos sobre trânsito, algumas pessoas não dão importância sobre o tema. A orientação vinda de casa é essencial para a segurança da criança quando ela estiver na rua. Acredito que o problema que acontece em minha cidade é atrelado a falta de uma plano de mobilidade e outro de segurança viária, muitas implementações, até algum tempo atras, eram realizadas sem um devido estudo. Quando falamos em mobilidade, temos que ter em mente que envolveremos todos os participantes do trânsito e não somente o veículo automotor/motocicleta. Precisamos pensar, e muito, nos pedestres e na qualidade de um transporte público de qualidade. Em certas ocasiões, é muito mais fácil atribuir a morte no trânsito ao acaso ou acreditar que ali era a hora da pessoa. A fiscalização e os responsáveis pelas crianças, para este momento, é a solução, com a melhora na educação de trânsito, talvez tenhamos futuros cidadãos conscientes.

  • Francieli Librelotto da Rosa
    Postado às 19:04h, 05 setembro Responder

    Embora o artigo tenha mostrado uma redução dos acidentes que envolvem crianças, os números ainda são alarmantes e dignos de preocupação. Obviamente, o Estado ainda possui a necessidade de tutelar pelo bem da incolumidade das crianças, sendo ainda mais reprovável o Projeto de Lei nº 3.267/2019, proposto pela Presidência da República, que visa, entre outros propósitos, a despenalização da infração de transportar crianças sem os dispositivos de retenção.

  • Márcia Nogueira Quaresma
    Postado às 21:55h, 05 setembro Responder

    Considerando os dados alarmantes das pesquisas, e sobretudo as características particulares aos deslocamentos de crianças para circularem nas vias, confirma-se a necessidade de uma educação para o transito sistemática, para assim promover na geração atual e futuras a conscientização do papel cada um, para um transito seguro e que tem como prioridade a vida. Pois a realidade do transito está mudando a cada dia. Com o aumento da frota de veículos nas vias conclui-se que pessoas estão circulando mais com veículos, e as vias estão cada vez mais movimentadas, Isso implica uma necessidade de proteger e cuidar, principalmente dos que estão na posição de maior fragilidade, e que não entendem a complexidade que envolve toda a dinâmica de circulação nas vias. Sendo assim os adultos precisam também estar cada vez mais informados sobre a sua responsabilidade nesse senário.Entendendo que esses, são condutores dos veículos.

  • Priscilla M. Borges
    Postado às 11:03h, 06 setembro Responder

    Os dados são extremamente preocupantes, especialmente em tempos em que se discute a possibilidade de retirar a multa dos pais que não utilizarem os dispositivos de retenção para evitar “exageros punitivos”. Como considerar um “exagero” algo que comprovadamente salva a vida das crianças? Considerar que a responsabilidade dos pais é suficiente para que tenham consciência de utilizar os dispositivos de retenção é no mínimo desconhecer a realidade que nos cerca. Além disso, conforme a diretora da OMS diz, “o futuro de um país são seus jovens. Não podemos nos dar ao luxo de perder nossos filhos no trânsito”. Perder vidas de crianças é inaceitável e é papel de todos lutar para mudar essa realidade. A educação é primordial nesse processo de mudança, e é ainda essencial que adultos se atentem para os riscos a que expõem as crianças ao não utilizar um dispositivo de retenção no veículo ou ao negligenciar os cuidados com elas nas vias. As 10 medidas citadas precisam ser colocadas em prática para iniciarmos um quadro de mudanças.

  • João Paulo Hidalgo de Moraes
    Postado às 15:35h, 06 setembro Responder

    Os números são alarmantes e um resultado positivo (redução das acidentes/mortes), só será possível de se alcançar após um longo período de educação/fiscalização a ser efetivado em nosso País. As 10 (dez) medidas sugeridas nos dão um norte do caminho que devemos traçar e, no cerne das sugestões, está sempre a educação da população. O óbito de tantas crianças, com absoluta certeza, tem como causa principal a falta de cuidado dos adultos. Exemplo que ilustra bem tal alegação é o fato de tantos falecimentos ocorrerem por ausência do uso do “bebê-conforto” ou da “cadeirinha”. Portanto, penso que o caminho é o de aumentar os trabalhos de educação para o trânsito e de endurecer fortemente a fiscalização, fazendo isso sempre de forma incessante e contínua.

  • ROCHANE PONZI
    Postado às 16:08h, 07 setembro Responder

    Nenhuma morte no trânsito é aceitável, muito menos quando falamos de crianças. Enquanto ao longo dos anos houve diversos esforços no sentido de proteger essa parcela da polução que é extremamente vulnerável (exigência de dispositivo Isofix para veículos novos, punição pra quem não usa cadeirinha…), o recente Projeto de Lei nº 3.267/2019, de autoriza da Presidência da República, que flexibiliza a punição para quem não usa este dispositivo de segurança, se mostra um retrocesso que precisa ser combatido.

  • DAYANA CAVALLI
    Postado às 17:23h, 07 setembro Responder

    As 10 medidas citadas são pilares importantes para a redução da mortalidade de todas as faixas etárias por acidente de trânsito, sem sombras de dúvidas. É preciso que a Educação, a engenharia a fiscalização e a certeza da punidade caminhem juntos. O exemplo da sentença na Itália que o artigo apresenta é excelente. Infelizmente ainda precisamos da fiscalização e da certeza de penas duras para que muitas vezes os próprios pais cuidem da segurança dos próprios filhos. A falta de percepção do risco é o nosso grande desafio para uma mudança de comportamento significativa no trânsito: fazer-se perceber a gravidade física corporal e emocional da desobediência da lei.

  • Paulo Roberto Cardoso da Conceição
    Postado às 19:01h, 07 setembro Responder

    Até quando os adultos irão negligenciar a segurança das crianças no trânsito?
    A prova dessa negligência é a informação trazida, conforme dados fornecidos pela Organização de Mundial de Saúde (OMS) que uma criança morre a cada quatro minutos no trânsito do mundo.
    Geralmente quando ocorre um acidente com criança no trânsito, ela está a pé ou sob a responsabilidade de um adulto quando transportada. Conforme o texto a faixa etária de zero a catorze anos representa 23% da população brasileira.
    Muitas dessas crianças morrem por não utilizarem a cadeirinha quando transportadas em automóvel, sendo que em 2016 do total das crianças mortas em acidentes de trânsito, 35% das vítimas fatais constituíam-se de pedestres ou ciclistas, segundo mencionado no texto acima.

  • Paulo Roberto Cardoso da Conceição
    Postado às 19:22h, 07 setembro Responder

    Até quando os adultos irão negligenciar a segurança das crianças no trânsito?
    A prova dessa negligência é a informação trazida, conforme dados fornecidos pela Organização de Mundial de Saúde (OMS) que uma criança morre a cada quatro minutos no trânsito do mundo.
    Geralmente quando ocorre um acidente com criança no trânsito, ela está a pé ou sob a responsabilidade de um adulto quando transportada. Conforme o texto a faixa etária de zero a catorze anos representa 23% da população brasileira.
    Muitas dessas crianças morrem por não utilizarem a cadeirinha quando transportadas em automóvel, sendo que em 2016 do total das crianças mortas em acidentes de trânsito, 35% das vítimas fatais constituíam-se de pedestres ou ciclistas, segundo mencionado no texto acima.
    Portanto há necessidade de olharmos de forma especial para as crianças que necessitam circular em vias terrestres, seja por transporte não motorizado, a pé ou sendo transportada em veículos diversos.

  • ELIAS TEIXEIRA PIHEIRO
    Postado às 20:37h, 07 setembro Responder

    ELIAS TEIXEIRA PINHEIRO – Professor e Ex-diretor de Trânsito de Triunfo/RS (Atividade 8) – Uma maior redução das mortes de crianças no trânsito – apesar da significativa redução alcançada pelo Estado do Rio Grande do Sul nos últimos anos – assim como nas demais faixas etárias, passa por uma participação mais efetiva das escolas (e o sustende ensino como um todo) na Educação para Prevenção de Acidentes de Trânsito. Infelizmente, ainda por questões políticas, em muitos municípios esse tipo de trabalho não é levado a sério ou sofre soluções de continuidade de acordo com cada momento político. Já tivemos, na nossa cidade de Triunfo/RS, momento em que o trabalho foi muito bem conduzido nas escolas, em todos os níveis, com respectivo acompanhamento da autoridade municipal e trânsito, noutros momentos, não foram encontrados documentos da realização desse tipo de trabalho. Acredito que, com a atuação do ONSV, através dos seus observadores e o seu trabalho junto ä comunicade e autoridades locais poderão em muito contribuir para melhoria do índices em favor da segurança no trânsito e na qualidade de vida das crianças adolescentes.

  • Arisberto Pereira da Silva
    Postado às 10:07h, 09 setembro Responder

    Bom, se trata de uma situação grave, que causa um desconforto muito grande quando ocorre acidente que envolva criança, porém, passado o impacto do momento a vida segue com a mesma frequência de desrespeito, seja no trasporte, sem uso de dispositivos próprios para sua segurança, seja violando os limites de velocidade nas proximidades de escolas, faixas de pedestres e outros pontos vulneráveis. É preciso, como no exemplo italiano, criminalizar com maior rigor a conduta, não importa se os pais sofrem com resultado, pois foi sua omissão que provocou o fato. De uma forma geral os crimes causados pelo uso indevido do automóvel são tidos como de menor relevância em nossa sociedade e isso precisa mudar.

  • Andréia Scheffer
    Postado às 19:19h, 09 setembro Responder

    Como bem refere o artigo, em que pese as crianças representem menos mortes no trânsito em comparação aos demais atores do sistema, o transporte motorizado não é por elas escolhido, não cabe a elas a opção pelo meio mais seguro ou ao uso de dispositivo de segurança eficaz, portanto cabe a nós, adultos, especialmente aos operadores do trânsito em geral, garantir-lhes o mínimo de segurança.
    Há de se resguardar todas as vidas em especial daqueles que não têm o poder de escolha. Neste sentido ressalto a importância de manutenção e contínuo aprimoramento e modernização dos dispositivos de segurança para crianças, bem como que seu descumprimento não seja reduzida a mera advertência, como pretende o projeto de lei nº. 3.267/2019.

  • Laura H. B. de Oliveira Alarcon
    Postado às 23:00h, 09 setembro Responder

    O individualismo no trânsito é o grande causador de acidentes e ultrapassa a linha de qualquer entendimento, quando pensamos que este individualismo pode ser o responsável pela morte de uma criança, de um FILHO.
    Em virtude da fragilidade nos deslocamentos de crianças, acredito que as 10 Estratégias recomendadas pela OMS são fundamentais.
    A educação para a vida e consequentemente para o trânsito devem ter início na família e nas escolas desde a infância e o resultado leva algum tempo, pois é uma semente a ser plantada.
    Se esta semente for plantada e devidamente regada, não precisaremos de obrigatoriedades e punições, pois um pai será incapaz de dirigir um veículo levando o seu filho sem um dispositivo de retenção.
    Enquanto isso não ocorre, somente leis severas e fiscalizações podem contribuir com uma mudança de comportamento.

  • Oszilene de Freitas Gazoni Ferreira
    Postado às 20:51h, 10 setembro Responder

    Através dessa importante leitura, podemos concluir que existe de fato a extrema necessidade de ações mais efetivas para diminuição dos acidentes de trânsito. Demostra-se alarmante a crescente da mortalidade infantil (cerca de 3,5 crianças por dia morrem no Brasil, provocada pelos acidentes de trânsito), na faixa etária dos 0 aos 14 anos.

  • Georlize Oliveira Costa Teles
    Postado às 22:33h, 10 setembro Responder

    MAIS DE CEM CRIANÇAS MORREM, POR MÊS, EM ACIDENTES DE TRÂNSITO NO BRASIL.

    O título do artigo provoca uma profunda reflexão. Estamos falando de mortes de pessoas a quem não é permitido sequer escolher a forma ou meio mais seguro de ser conduzida. Quando tratamos da condução de veículos sabemos da impossibilidade de uma criança se conduzir. Ao contrário do que percebemos no movimento atual de flexibilização da legislação quanto as regras estabelecidas para a condução de crianças, a leitura do artigo nos cobra um posicionamento mais firme em defesa da manutenção da legislação atual no que concerne a exigência de dispositivos de segurança para crianças. Entendo que é preciso que haja também uma responsabilização efetiva daqueles que de algum modo contribuíram para o resultado. Uma advertência ou repreensão não terá o condão de responsabilizar aqueles quem tem o dever de cuidar e não o fazem.

  • Fabia Meireles Veras Oliveira
    Postado às 02:11h, 11 setembro Responder

    Esse número de mortalidade de crianças no transito poderia ser muito menor se medidas de prevenção fossem adotadas de maneira severa como o aumento da fiscalização. Os dados demonstram, ainda, que não é só dentro de um veículo que a criança corre perigo. Nas ruas, enquanto vai e volta da escola ou joga bola, por exemplo, muitos acidentes podem acontecer. Para evitar que as crianças sejam atropeladas, é preciso que os adultos estejam sempre atentos ao dirigir, que respeitem a velocidade limite e as regras de trânsito. As crianças também podem aprender sobre comportamento seguro de pedestre, principalmente através do exemplo, mas até os 10 anos de idade elas ainda não possuem todas as capacidades necessárias para poderem andar nas ruas sozinhas. Até essa idade, a supervisão de um adulto é sempre necessária.

  • CLESTON ANDRADE CAVALCANTE
    Postado às 08:02h, 11 setembro Responder

    Após breve leitura do texto supramencionado, observamos que em 2016 a OMS apontou que na maioria dos acidentes de trânsito envolvendo crianças, estas estão diretamente relacionadas a usuários não motorizados. Já em 2017, 40% das crianças envolvidas em acidentes de trânsito estavam na condição de ocupantes de veículos. Essa é a principal circunstância de mortes de crianças no trânsito no país, segundo dados mais recentes do Ministério da Saúde. Os atropelamentos vêm em segunda colocação, representando 32% do total de mortes no trânsito.
    Não se quer aqui apontar o nexo de causalidade, mas atentar para as questões de segurança viária, pois algumas simples medidas são capazes de evitar o acidente., quais sejam: Exercer o comportamento seguro como pedestre e ensinar para as crianças a forma correta de fazer uma travessia de rua olhando para ambos os lados, respeitar o tempo imposto pelos sinais de trânsito e faixas para pedestres e, antes de atravessar na frente dos veículos, faça contato visual com os motoristas para ter certeza de que eles te viram.

  • WALLACE SILVA DE SOUSA
    Postado às 15:35h, 11 setembro Responder

    O artigo relata fatos importantes que muitas as vezes no nosso dia a dia passa despercebido, as crianças tem perdido a liberdade em espaços públicos comparando com crianças de décadas passadas, como por exemplo brincar na rua, que dava mais expertise. o que na minha opinião não representa uma possibilidade dos acidentes diminuírem. uma vez que nos dias atuais a tecnologia prende a atenção das crianças através de Games, celulares com fone de ouvido com músicas em alto som, além do despreparo familiar que também uma grande quantidade de pai e mãe por estar inserido no mercado de trabalho não tem suprido a atenção necessária que uma criança necessita deixando-as limitadas a TV e internet.

  • AIRTON ROCHA ALVES
    Postado às 18:22h, 11 setembro Responder

    Os dados estão bem claro, e todos sabem que a criança, em caso de acidente, se torna parte mais frágil, e que muitos pais, não por não amar seus filhos, mas sim com a ideia de que o deslocamento é curto, rápido, vou devagar, acabam deixando de lado os equipamentos adequados para o transporte,colocando em risco a vida de seus filhos.
    A pouco tempo quando foi entregue o projeto de lei do presidente, que em um de seus artigo, fala em acabar com a penalidade de multa e deixar somente uma advertência no caso do não uso da cadeirinha, muito foi debatido, muitos comentários em rede sociais, alguns até de pais dizendo que amavam seus filhos e que sabiam oque era melhor para eles, defendendo o fim da penalidade de multa, aí cabe a nós pensarmos, será que se a penalidade por não usar cinto de segurança fosse somente advertência, as pessoas iriam usar? se a penalidade por não usar capacete fosse só advertência, as pessoas iriam usar?? devemos sim cada vez mais mostrar os números e dados estatísticos, buscando sempre a conscientização, que transportar as crianças de modo correto, pode evitar muito sofrimento.

  • Bianca da Cruz Oliveira
    Postado às 19:29h, 11 setembro Responder

    Creio que esses casos ocorrem muito em cidades que não possuem um sistema de trânsito implantado, pois além de não existir um trabalho voltado à educação para o trânsito, não há a fiscalização. Outro ponto interessante colocado no texto foi a escassez de locais para o lazer das crianças, uma realidade que gera a utilização das ruas e vias para tal finalidade, deixando-as mais vulneráveis ao risco de atropelamento.

  • AGUINÉLIA SOUSA
    Postado às 19:34h, 11 setembro Responder

    Crianças nem sempre estão atentas ou conhecem as regras de segurança de trânsito. Por isso, você motorista deve estar sempre ligado. Respeite o limite de velocidade e as regras de trânsito, preste muito atenção ao andar em ruas onde existem escolas ou onde crianças podem estar brincando e sempre tome muito cuidado ao entrar e sair de garagens. Essas pequenas ações podem evitar grandes acidentes.

  • savana gardelly silva lopes teixeira
    Postado às 20:15h, 11 setembro Responder

    Infelizmente a nossa sociedade,ainda não tem consciência do quão importante tem um cadeirinha de segurança,muitos pais sentem dor ao colocar seu filhos nela, e acham que vao machucar,sendo que podem evitar algo muito pior,e quando acontece algo já é tarde.

  • Ana Paula Corrêa Fantin
    Postado às 21:30h, 11 setembro Responder

    Apesar das dez medidas indicadas serem muito importantes, devemos também considerar a melhora da educação para o trânsito no ensino fundamental, abrangendo a faixa etária das crianças e adolescentes mencionados no artigo. Considerando as características das crianças nos deslocamentos, palestras sobre como se portarem no trânsito e aulas integrando o assunto da educação para o trânsito de forma interdisciplinar proporcionariam uma segurança maior e minimizariam tais dados apresentados.

  • Monique Machado
    Postado às 22:01h, 12 setembro Responder

    Tal artigo revela que além dos adultos não possuírem os cuidados necessários para si, os mesmos também são negligentes com a próxima geração, Apesar de serem pais ou responsáveis não se apropriam da responsabilidade de educar o comportamento dos pequenos no trânsito bem como também não puxam para si a responsabilidade e ter o cuidado com eles.

  • Juliano Benfica Viana
    Postado às 22:53h, 12 setembro Responder

    É necessário a adoção de politicas públicas voltadas para a prevenção de acidentes envolvendo as crianças. Como tais são um grupo de vulnerabilidade que dependem em muito do acompanhamento do responsável que por vezes desobedece e infringe a legislação de trânsito. O trabalho integrado da engenharia de trânsito, educação no trânsito e fiscalização é um passo importante para a diminuição destes indices. Juliano Benfica Viana/MG

  • Fabiana Dias
    Postado às 00:50h, 15 setembro Responder

    É notório que esses tipos de acidentes estão relacionados a irresponsabilidade humana, tem que se conscientizar e cumprir as leis de trânsito.

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