Em um mundo conectado, em que algumas pessoas passam maior parte do tempo com os olhos voltados para a tela do smartphone ou do tablet, não é novidade que desenvolvedores aproveitem a oportunidade e criem aplicativos para chamar a atenção desse público.
A novidade do momento, denominada Pokémon GO, em que através da tecnologia da realidade aumentada, utilizando-se do GPS e câmera do aparelho celular, o jogador parte em busca de Pokémon, está a despertar paixão nos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, e já mobilizou personalidades do Brasil para que ela chegue antes das Olimpíadas.
Para encontrar Pokémon, o jogador utiliza locais reais como ruas, estabelecimentos comerciais e até cemitérios, não há limites para os chamados pokéspot, ou locais com itens para o jogo.
Os desenvolvedores do aplicativo já colocaram o Brasil entre aqueles que devem receber a novidade, já que ela ainda não ocorreu em razão do sucesso acima do esperado que ocorreu em outros países.
Nesse sentido, antes que a nova febre chegue ao país, é preciso ficar atento, pois será um novo item a chamar a atenção das pessoas para o celular, meio que reconhecidamente tira a atenção das pessoas em relação àquilo que acontece a sua volta, e quando o condutor tecla e conduz, potencializa o risco de acidente em vinte e três vezes.
Atualmente no país, conforme dados do portal iris do ONSV (OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária) ONSV mais de oito mil pedestres perdem a vida no trânsito. É possível afirmar que em vários casos o uso do celular pelo pedestre teve influência no resultado morte.
Quando um novo aplicativo se baseia na procura de itens com a câmera do celular em vias públicas, por exemplo, é preciso que a sociedade adote comportamentos seguros para evitar que essa diversão não venha a resultar em lágrimas posteriormente.
Prestar atenção ao movimento dos veículos antes de atravessar as vias, observar as condições dos passeios e calçadas em que caminha, são essenciais para a segurança. Já o condutor, em momento algum deve utilizar o celular e seus aplicativos enquanto dirige.
Portanto, caso tenha interesse, participe da brincadeira, interaja, mas opte por utilizar o aplicativo em locais seguros como parques, estabelecimentos fechados, em momento algum descuide da sua segurança, dos seus amigos e familiares, lembre-se, o único lugar onde a vida pode ser desperdiçada é no jogo.
Renato Campestrini é responsável pela área de Desenvolvimento e Pesquisa do ONSV (OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária)
Observadoras Certificadas tomam posse como membros da Câmara Temática de Saúde para o Trânsito (CTST)
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OBSERVATÓRIO participa de audiência pública para avaliação do Pnatrans
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