Mais uma semana marcada pelo registro de grave acidente que ceifa vidas e causa comoção na sociedade.
O fato novamente acontece: um veículo avança um cruzamento, o condutor supostamente a conduzir embriagado choca seu veículo com outro e temos mais uma família a chorar a dor da perda de entes queridos.
Infelizmente esse é apenas um dos inúmeros relatos de acidentes fatais no país. Em Santa Catarina, um dos principais jornais do Estado aponta que no final de semana oito mortes foram registradas em rodovias. Sete das oito vítimas fatais tinham menos de 25 anos.
Ao longo dos anos o Brasil tem se acostumado com acidentes de trânsito, tem visto isso como algo normal, uma consequência dos desígnios divinos, quando em muitos dos casos os acidentes e suas mortes e feridos graves poderiam ser evitados.
Seria ideal que nossa sociedade, da mesma forma que se mostra indignada com as ações de fiscalização que resultam na tal “indústria da multa”, a qual comprovadamente não existe, assim ficasse com os acidentes que ocorrem a todo o momento, e que a cada quinze minutos mata uma pessoa e a cada minuto deixa uma pessoa permanentemente sequelada.
Os números de mortos e feridos no nosso trânsito são excessivos, superiores a muitas guerras e apesar disso alguns governos, empresas e sociedade ainda não se deram conta da importância de reverter esse quadro para a preservação da vida e também para redução de despesas e melhoria da saúde pública.
A insistência com que tratamos desse assunto, de apresentar os dados é necessária para que possamos um dia minimizar os riscos e quem sabe mudar a cultura, o comportamento de nossa sociedade que fica consternada com eventos pontuais que ceifam vidas, mas que no dia a dia, não se importa em conduzir e manusear o celular, exceder os limites de velocidade, avançar o sinal vermelho.
Para o bem de todos, é preciso consciência de cada um, afinal de contas, no trânsito todos podemos nos tornar vítimas a qualquer momento. As 38.651 vítimas fatais de 2015 ratificam tal argumento.
Renato Campestrini | NOV/2017.
Os desafios do verão brasileiro: chuvas intensas e como minimizar os riscos ao volante
O verão brasileiro é marcado por altas temperaturas e chuvas constantes e intensas em quase todo o território nacional. Desde janeiro, diversos estados têm enfrentado transtornos por conta do volume de águas. Para orientar os condutores sobre como dirigir sob estas condições, o Jornal do Carro, do Estadão, destacou no início de fevereiro algumas dicas do OBSERVATÓRIO que podem contribuir para evitar sinistros neste período.
2ª edição do Rodovias do Futuro contará com apoio institucional do OBSERVATÓRIO
No mês de junho, mais especificamente no dia 4, a ABCR - Melhores Rodovias do Brasil realizará mais uma edição do Rodovias do Futuro. Este evento de grande importância para o setor ocorrerá na cidade de São Paulo, no complexo World Trade Center, localizado no bairro do Brooklyn Novo, um dos pontos mais dinâmicos e estratégicos da cidade.
Reunião de boas-vindas do Educa apresenta a equipe de coordenação e o planejamento para 2025
Foi realizada na manhã desta sexta-feira, 7, a primeira reunião do Observatório Educa de 2025. O encontro serviu como boas-vindas para os municípios e colégios integrantes da comunidade do programa.
Boleto
Reportar erro!
Comunique-nos sobre qualquer erro de digitação, língua portuguesa, ou de uma informação equivocada que você possa ter encontrado nesta página:
Você está acessando este conteúdo de forma gratuita devido ao apoio dos nossos Mantenedores Sociais.
Os mantenedores sociais são empresas que apoiam financeiramente e estrategicamente o OBSERVATÓRIO, contribuindo para a transformação social e redução de vítimas no trânsito.
Os comentários e avaliações são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site.