O programa Cidadania, da TV Senado - primeira emissora de TV legislativa do Brasil – entrevistou o head de Mobilidade Segura do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, Pedro Borges, que apresentou o Modelo Preditivo de Óbitos no Trânsito Brasileiro, sistema desenvolvido pela instituição para prever, com base em dados existentes e com mais agilidade, a quantidade de ocorrências fatais no trânsito do país, em comparação aos sistemas em uso atualmente.
“A quantidade oficial de mortes no trânsito é contabilizada pelo Ministério da Saúde, pelo Sistema de Informações de Mortalidade, esse sistema pega declarações de óbitos do Brasil inteiro, de todos os municípios e todos os estados, e é feita a validação desses dados para que seja somado a nível nacional. Só que o que acontece? Esse, é um processo que demora bastante pelo Ministério da Saúde porque é um grande volume de dados para consolidar e deixar um número validado. Então, atualmente no Brasil, nossa última estatística oficial de mortes no trânsito a nível nacional é de 2022, que foi o último dado lançado pelo DataSus”, explicou Pedro Borges em sua fala inicial.
O Modelo Preditivo é um modelo de aprendizado de máquina para a previsão de mortes no trânsito em âmbito nacional no Brasil, investigando dados socioeconômicos e estruturais com o propósito de explorar diversos tipos de tratamentos e análises estatísticas para criar perspectivas futuras acerca do cenário brasileiro da segurança viária. “Com esse modelo preditivo a gente busca tentar trazer um diagnóstico um pouco mais recente da quantidade de óbitos no trânsito”, destacou.
A reportagem reforçou que o Brasil ainda ocupa o 3º lugar no ranking de mais ocorrências de trânsito no mundo. As motocicletas têm a maior participação nas estatísticas. Hoje, 30% dos sinistros fatais envolvem motociclistas. Entender as causas das ocorrências é um caminho para conquistar a mobilidade segura.
“Esse é um problema muito grave para a sociedade brasileira. Você tem custos não só financeiros, mas o custo de perder a vida, realmente, de um ente querido. E você também tem os custos dos ferimentos, que muitas pessoas acabam não conseguindo se recuperar após um ferimento grave em um sinistro, e acabam não conseguindo retornar aos seus estudos, aos seus empregos e até prosseguir com a sua vida do jeito que elas gostariam”, alertou o head de Mobilidade Segura do OBSERVATÓRIO.
Assista à entrevista completa:
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