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Observatório pergunta: que motorista nós queremos para o País?
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Observatório pergunta: que motorista nós queremos para o País?

Observatório pergunta: que motorista nós queremos para o País?

A mudança no atual modelo de ensino para motoristas e motociclistas precisa considerar estudos técnicos

Com o intuito de ratificar o trabalho da nova proposta de formação de condutores (motoristas e motociclistas) no país, foi realizada em Brasília no último dia 8 de junho, mais uma audiência pública coordenada pela CVT (Comissão de Viação e Transportes) da Câmara dos Deputados. O OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, que há cinco anos trabalha na proposta, participou do encontro solicitando que os itens já tratados e aprovados pela Comissão sejam considerados quando da publicação da nova Resolução.

Ao longo desses últimos cinco anos, o OBSERVATÓRIO coordenou, a pedido da Comissão de Viação e Transportes, um grupo de trabalho formado pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), Detrans (Departamentos Estaduais de Trânsito), Cetrans (Conselhos Estaduais de Trânsito), Sindicato dos CFCs (Centros de Formação de Condutores), Sindicato dos Instrutores de CFCs, Associação de Empresas de Simuladores e Associação de Empresas que formam os instrutores de CFCs e apresentou dois conteúdos sobre o tema: o primeiro, reviu todo o atual processo de formação de condutores, ou seja, o que as autoescolas e CFCs (Centros de Formação de Condutores) atualmente oferecem aos alunos (seja na 1ª Habilitação, na renovação da CNH ou nos cursos de reciclagem) e propunha uma nova metodologia de ensino denominado Estudo sobre a Formação de Condutor no Brasil – 2015 e um segundo trabalho que é a proposta de toda a mudança nesse processo de ensino-aprendizagem, intitulado Referencial Teórico para a Formação de Condutores no Brasil – 2016.

Esses dois documentos, com mais de mil páginas, foram entregues à Câmara Temática Formação e Habilitação de Condutores do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) que após amplo debate interno e seis audiências públicas, validou o conteúdo. No entanto, parte dos estudos e propostas apresentadas foi ignorada pelo próprio CONTRAN na publicação da Resolução 726.

“A revogação dessa resolução se deu em razão da introdução pelo CONTRAN/DENATRAN, de um curso de dez horas que nunca havia sido objeto de discussão nos cinco anos do processo de análise, sequer na Câmara Temática e audiências públicas, e que foi alvo de críticas da sociedade, vindo o Ministro das Cidades, Alexandre Baldy, a público sugerir a revogação em razão da mesma, alegando ‘simplificar a vida dos brasileiros e reduzir custos de serviços’, relembra José Aurelio Ramalho, diretor-presidente do OBSERVATÓRIO.

Nova formação é urgente

Há um consenso entre as entidades envolvidas no debate sobre a urgência da modificação na atual formação para os condutores brasileiros diante do cenário em que o número de mortes no trânsito deixa o país em 5º lugar no ranking dos que mais matam por acidentes, gerando gastos na ordem de 52 bilhões de reais ano em atendimento as vítimas. Sabe-se também que 90% dos acidentes de trânsito são causados por falha humana o que demonstra urgência na implantação de uma nova formação de condutor.

“A preocupação do Observatório é que toda a proposta original foi construída em cima de um currículo didático pedagógico, preservando os entendimentos da pedagogia e qualquer modificação feita sem uma análise criteriosa, pode colocar todo o trabalho em risco, tornando o documento pouco eficiente e eficaz, diante das premissas estabelecidas com a participação de dezenas de entidades e especialistas”, destaca Ramalho. “Entendemos que o ministro foi mal assessorado, pois estamos falando de poupar vidas humanas, e a alegação de ‘desburocratizar e reduzir custos’ é um equívoco pois, quando ocorre o acidente de trânsito, há um altíssimo gasto social, além da perda de produtividade, dos congestionamentos, da poluição, dos danos ao patrimônio público, que são pagos pela sociedade, e o pior de tudo, há sequelados e perda de centena de vidas diariamente”, reforça o diretor-presidente do OBSERVATÓRIO.

51 Comments
  • Reginaldo Frigeri Martins
    Posted at 13:04h, 21 novembro Responder

    Bom dia concordo que deve-se ter uma mudança no processo da primeira habilitação, devemos reler e reformulação das apostilas do curso de primeira habilitação,uma renovação nas matérias, mas também devemos deixar claro que a formação dos instrutores, pois pedagogicamente não se exige nada em relação a isso, como você irá ensinar sem saber ensinar, os donos de CFCs A ou B deixarem de se eximir dessa estatística pois eles são culpados por até certo ponto nas estatística de mortes no transito, não cobrando de seus instrutores um ensino mais correto, pois cada habilitado a mais haverá um carro a mais nas ruas se ele não tiver sido instruído a ser um condutor com consciência sera um instrumento de morte a mais no transito.

  • BENEDITO LUIS DE FRANÇA
    Posted at 16:37h, 23 novembro Responder

    Observatório pergunta: que motorista nós queremos para o País?

    O Brasil tem que encarar com RESPONSABILIDADE & SERIEDADE tudo que diga respeito ao seu Sistema Nacional de Trânsito, tudo deveria ser tratado somente de forma TÉCNICA, como foi feito todos os trabalhos desenvolvidos pela COMISSÃO DE VIAÇÃO E TRANSPORTES – CVT, pelo ONSV e pelas dezenas de entidades e especialistas de trânsito que tiveram a oportunidade de participar das audiências públicas e estudos/ pesquisas. O Governo FEDERAL Brasileiro tem que começar imediatamente em ter POLÍTICAS DE ESTADO (E NÃO DE GOVERNO) EM PROL DA SEGURANÇA E DA EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, tem que deixar de tratar os problemas de trânsito como secundários, pois, a VIDA HUMANA tem que ter prioridade no Brasil e no mundo. O trecho abaixo do artigo retrata a realidade brasileira:

    “A preocupação do Observatório é que toda a proposta original foi construída em cima de um currículo didático pedagógico, preservando os entendimentos da pedagogia e qualquer modificação feita sem uma análise criteriosa, pode colocar todo o trabalho em risco, tornando o documento pouco eficiente e eficaz, diante das premissas estabelecidas com a participação de dezenas de entidades e especialistas”, destaca Ramalho.

    Eu quero o seguinte MOTORISTA para o Brasil:

    1. EDUCADO;
    2. GENTIL;
    3. CORTÊS;
    4.CAPACITADO;
    5. SOLIDÁRIO; E
    6. HUMANO.

    Temos que acabar de uma vez por todas com aquela necessidade de ficarmos DECORANDO PLACAS DE TRÂNSITO. O motorista, além de ter que saber o significado e o nome de cada placa de trânsito, ele tem que saber o COMPORTAMENTO ADEQUADO/ CORRETO AO SE DEPARAR COM UMA DETERMINADA PLACA E OU SITUAÇÃO NO TRÂNSITO.

  • Abimadabe Vieira
    Posted at 11:29h, 25 novembro Responder

    O Brasil no contexto trânsito, considerado o 5º mais violento no que tange as mortes no trânsito, sem sombras de dúvidas, precisa com urgência de mudanças no ensino-aprendizado do futuro condutor. Sendo assim, é imperiosa a necessidade que essas mudanças cheguem com brevidade nos Centros de Formação de Condutores (CFC’s), a fim de que essas medidas adotadas possam surtir efeitos com celeridade que o futuro motorista requer.

  • Marcelo Marcelino de Melo
    Posted at 16:53h, 25 novembro Responder

    É extremamente necessário e urgente a reformulação da atual método de formar condutores no Brasil, e muito me espantou ao ler o artigo saber que ( a revogação da resolução 726 do CONTRAN se deu em razão da introdução pelo CONTRAN/DENATRAN, de um curso de dez horas que nunca havia sido objeto de discussão nos cinco anos do processo de análise, sequer na Câmara Temática e audiências públicas, e que foi alvo de críticas da sociedade). Eu realmente não sabia, fiquei sabendo agora através desse artigo que o curso de dez horas não havia sido objeto de discussão durante a análise, esse é o tipo de coisa que não cabe mais, é necessário realmente levar em consideração os documentos técnicos e respeitar o processo, muito retrabalho e retrocesso poderia ter sido evitado se houvessem implantado as mudanças exatamente como estava prevista no processo apreciado pelos especialistas, sem acréscimos infundados de última hora.

  • Adriana Modesto
    Posted at 18:00h, 26 novembro Responder

    Tendo em vista a indagação que abre o artigo e tendo participado de duas reuniões da Câmara Temática, portanto, conhecendo in lócus a forma como foram conduzidas as reuniões, a pluralidade de sujeitos participantes e contribuintes e a forma como foi desenhada a nova proposta, é de se lamentar a revogação da mesma. A necessidade de um novo modelo de formação há muito é consenso, inclusive, tendo sido sinalizado por especialistas oriundos do contexto acadêmico, no entanto, parece haver “forças ocultas” dificultando a efetivação deste movimento. (Adriana Modesto)

  • Noe M. Silva
    Posted at 08:03h, 27 novembro Responder

    Vejo que a urgência e emergência em criar mecanismos tanto no processo administrativo quanto no processo de gerenciamento dessas CNHS. Esses centros hoje, não estão aptos à certificar novos motoristas pela própria fragilidade em que se encontra. Precisa urgentemente que se aparelhe seu corpo docente exigindo mais capacitação das pessoas que formam e treinam esses novos motoristas.

  • ARLEI SOUZA DE OLIVEIRA
    Posted at 00:08h, 06 dezembro Responder

    De todos os artigos, este é sem dúvida o que mais me chama atenção, haja visto que durante vinte anos estou na função de formação de condutores e particularmente não gostaria de expressar aqui minha opinião técnica, haja visto que contraria tudo que tenho lido e ouvido em seminários, congressos e etc. Vou apenas resumir com umas duas perguntas. Algum motorista já provocou acidentes por dirigir numa velocidade de 40 km por hora totalmente sóbrio? Pois é isso que ensinamos nos CFCs de todo o Brasil.

  • EMERSON SANTANA
    Posted at 13:12h, 06 dezembro Responder

    Entendo que o processo de formação de condutores existe falhas, em conceitos, didática e processo de avaliação. O que não podemos desconsiderar a atuação de profissionais, suas qualificações e aptidões, atribuindo a este processo toda a responsabilidade de formar um “cidadão” para o trânsito. Essa responsabilidade deve ser distribuída a várias esferas e não somente achar como único culpado o processo de formação de condutores. Todos estão envolvidos neste processo, inclusive na formação moral da nossa sociedade, desde as condições primárias de sobrevivência, ensino, família, escolas, infraestrutura e de “todos” os representantes políticos. Pensar de forma isolada, separatista, corremos o risco de penalizar um setor em detrimento da responsabilidade maior de todos.

  • Sérgio Augusto de Carvalho
    Posted at 23:41h, 06 dezembro Responder

    Para se falar do processo de formação de condutores precisamos entender todo o contexto que cerca o tema, desde as legislações pertinentes, as questões políticas, as questões culturais, a estrutura organizacional do Sistema Nacional de Trânsito, as dimensões sociológicas, socioeconômica, psicológica e biológica dos candidatos à habilitação.
    Neste contexto, precisamos navegar em caminhos ainda desconhecidos para conscientizar a sociedade das reais necessidades de mudanças no processo de formação dos condutores. Aí esbarramos essencialmente nas questões culturais do brasileiros no que diz respeito aos princípios da cidadania tornando assim enormes dificultadores para a identificação das coisa que realmente são importantes nesse processo educacional.
    Parabenizo o ONSV pela sua visão e missão em detalhar e diagnosticar que motorista nós queremos e precisamos para o Brasil

  • Emanoel Placido da Silva
    Posted at 11:31h, 07 dezembro Responder

    A formação de condutores no Brasil, apesar de ser prevista uma regulamentação nacional, ainda não é uniforme. Estudos apontam para essas diferenças. A formação deve ser padrão, levando em consideração a educação para a transformação de comportamentos. Esperamos que as autoridades passem a ter um olhar mais criterioso para esse processo de formação de condutores. Parabéns ao ONSV pelo importante trabalho desenvolvido.

  • CARLOVAN PORTO DA SILVA
    Posted at 21:18h, 07 dezembro Responder

    Inicialmente colocaria como preocupante ainda o descaso para mudanças nas regras que envolvem a formação do nosso condutor de veículo automotor, uma vez que além dos problemas advindos da má formação atual havendo um desencontro até certo ponto resistente com as novas tecnologias e ainda, se encontrando também com deficiência e contradizendo entre a parte teórico-técnica e a formação prática. Tudo isso foi estudado há anos e com profissionais distintos exigindo mudanças e quando se tem oportunidade de fazê-las muitas vezes não ocorre. Avançamos um pouco nesse sentido em Goiás, mesmo dentro dos “status-quo” vigente da Lei. Por exemplo, os exames da categoria da CNH “A” não seguiam um padrão e tecnicamente eram pobres do ponto de vista da avaliação. Resumindo sem muita descrição, todos passavam na prova e sem técnica. Com o advento da “Pista Legal” instituída pelo DETRAN-GO houve um aumento de grau de complexidade nos exames dessa categoria e um grande ajuste padronizando as pistas dos municípios que dispondo agora da “pista legal”. Isso trouxe mais qualidade para quem se habilita nessa categoria o que pode influenciar numa nova geração de condutores que poderão fazer a diferença nas estatísticas da redução da violência e mortes no trânsito do futuro pra quem depende das duas rodas.

  • MILTON RODRIGO LACERDA
    Posted at 19:29h, 08 dezembro Responder

    Concordo com a mudança, acredito que para que possamos mudar em relação ao ensino, o assunto Trânsito deveria iniciar nas escolas, pois com isso, nossos alunos já começaria a ter conhecimento necessário sobre a educação no Trânsito que sempre cobramos, bem como algumas regras que estes já poderia ter conhecimento, como atravessar a via sobre a faixa de pedestre entre outros, nosso modelo de ensino, está ultrapassado, ensino este que hoje se ensina a como passar em um exame para a obtenção da tão sonhada CNH, mas vejo que muitos condutores assumem o volante de um veículo sem saber por exemplo, o significado de uma placa de sinalização entre outras coisa básicas do CTB.

  • Ronaro Ferreira
    Posted at 16:02h, 11 dezembro Responder

    Ninguém nasce motorista.

    Nós nos tornamos motoristas a partir daquilo que aprendemos formalmente (nos cursos de CFC) e informalmente (com parentes, amigos, colegas de trabalho…).
    A nossa sociedade está em constante mutação. O processo de formação de condutores também precisa mudar.
    Dentro de tantas dificuldades, conseguiram fazer um processo técnico e participativo articulando desejos e interesses de órgãos de trânsito, donos de CFC, instrutores, psicólogos, médicos… Um lindo trabalho!

    Infelizmente comprometido por alguém (indefinido) que não participou do processo e fez uma mudança inadequada aos 45 minutos do segundo tempo. Seguido por uma infeliz decisão de revogar toda a resolução por causa de 1 ponto de conflito.

    Espero que o novo governo consiga criar ambiência para implementar de novo tudo de bom que estava previsto.

  • Julio Cesar Gonçalves
    Posted at 20:23h, 11 dezembro Responder

    Acredito que com uma reformulação no processo de formação de condutores seja necessário, pois a forma que é aplicada tanto as aulas teóricas como as praticas são apenas para passar no processo de habilitação.
    não vejo eficiência em 45 horas/aula no curso teórico, mais 25 horas/aula no curso pratico (simulador e direção).
    outro ponto diz respeito aos profissionais de Centro de Formação de Condutores, uma boa parte faz o curso de instrutor com isso acha suficiente para instruir, na realidade a responsabilidade desse profissional deve ir alem de instruir, mais sim educar porque o problema do nosso transito esta na falta de educação, ou seja a sociedade deve receber uma educação de transito de verdade forme o cidadão para o transito com diz o Código de Transito Brasileiro, hoje vejo esse trabalho de excelência que o ONSV vem desenvolvendo ao longo tempo que trara resultados positivos.

  • André M. Lourenço
    Posted at 03:55h, 12 dezembro Responder

    Trabalho com educação para o transito desde 1994, desde então o CONTRAN vem mudando o processo de formação de condutores. Ouço “especialistas” desde essa época afirmando que o processo de formação precisa ser melhorado. Enquanto taparmos o sol com a peneira vai continuar falho, o CONTRAN tenta substituir uma vida inteira de estudos que seria o correto Educação para o transito nas escolas, por cursos após a maioridade, em pouco tempo se continuarmos nesse caminho para conseguir a CNH um candidato ira demorar uns 3 ou 4 anos para conseguir completar o processo.
    Educação para o transito tem de ser encarado com a importância que merece pelo Ministério da Educação, que acabou de reformular o currículo escolar e aguem achou algo de concreto sobre transito lá, não por que a maioria nem leu ou sabe o que é isso.
    Portanto MEC e os órgãos de transito tem de sentar e estabelecer um plano de educação para o transito eficiente assim podemos acabar com CFCs e simplificar a vida da população.
    Para melhorar os motoristas que temos só com muita fiscalização.

  • Elaini Karoline Russi
    Posted at 18:52h, 13 dezembro Responder

    O estudo realizado pelo ONSV sobre a formação dos condutores no Brasil é bastante preciso e especifico na avaliação das etapas do processo de formação de condutores. Certamente este estudo é uma importante contribuição social para evidenciar que o modo como estão sendo realizadas as etapas do processo de formação de condutores (1° habilitação) não está obtendo os resultados desejados que acredita-se ser uma formação de qualidade que visa a segurança viária. O destaque aqui vai para para os Centros de Formação de Condutores (CFCs), na minha opinião para mudar o processo de formação de condutores é preciso primeiro transformar as ‘autoescolas’ (antiga nomenclatura) em reais instituições de ensino para a formação de condutores com comportamentos seguros no trânsito. A necessidade social é tão ampla que inicia com definir um objeto organizacional para o CFC e propor um modo de funcionamento. Os diretores dos CFCs muitas vezes estão tão orientados para cumprir normas legislativas que acabam tendo dificuldades de pensar o CFC como uma instituição de ensino para o desenvolvimento e aprimoramento de comportamentos no trânsito. De fato há necessidade de realizar mudanças no processo de formação de condutores, mas também há a necessidade de propor um modo de funcionamento para os CFCs que auxiliam esse tipo de organização a cumprir sua função social, a de capacitar condutores para conduzirem veículos motorizados de maneira segura para si e para os demais usuários da via.

  • Glendo Ghess de Amorim
    Posted at 19:01h, 13 dezembro Responder

    Pensar trânsito implica em diretamente pensar comportamentos dos condutores de veículo motorizado. E pensar comportamentos de condutores de veículo motorizado leva a pensar em Centro de Formação de Condutores (CFCs). A relação é direta, tanto que muitas vezes os CFCs são responsabilizados pela atual realidade do trânsito brasileiro. Responsabilizar somente os CFCs pela ‘má formação dos condutores’ é uma possibilidade, porém não é a solução do problema. Enquanto profissionais voltados para solução de problemas, precisamos observar que os CFCs são organizações que muitas vezes estão mais direcionadas para cumprir preceitos legais do que para criar condições para o desenvolvimento de comportamentos seguros no trânsito. Uma possibilidade de intervenção, a fim de buscar soluções para essa realidade seria produzir conhecimento científico ou técnico voltada para auxiliar os CFCs. Tem-se observar que somente criar exigências legais não está sendo suficiente para obter o resultado desejado, ou seja, uma formação de qualidade.

  • Sílvia Miranda Rosa de Lima
    Posted at 01:36h, 14 dezembro Responder

    Que tipo de condutores queremos para o Brasil?
    Queremos condutores que sejam norteados por um forte senso de respeito e valorização da vida. Que revelam capacidade de conviver harmonicamente com a diversidade e que domine os conhecimentos teóricos e práticos relevantes para conduzir em segurança. Queremos condutores com forte senso de responsabilidade e cidadania. O tipo de condutor que queremos para nosso país é capaz de fazer escolhas assertivas e agir com consciência perante os desafios do trânsito. Uma vez que a falha humana é a principal responsável por mais de 90% dos acidentes, segundo a OMS, o processo de formação de condutores deve incluir valores que norteiem a preservação da segurança pessoal, social e ambiental. Se queremos colher a paz no trânsito, devemos plantar sementes que fomentem uma cultura de paz na mente dos homens.

  • Fabio Fernandes Silva Alves
    Posted at 18:42h, 14 dezembro Responder

    A lei 13.281/2016 é a maior alteração no Código de Trânsito Brasileiro, no entanto, as mudanças precisam ser bem trabalhadas em sociedade. O problema se constitui no fato das diversas alterações que o regulamento do trânsito passa, a sociedade desconhece. Politicas de educação com foco nas alterações precisam ser trabalhadas, desta forma os reflexos na segurança do trânsito serão percebidos pelas estatísticas de forma positiva.

  • MAURICIO PONTELLO
    Posted at 10:38h, 15 dezembro Responder

    Queremos um motorista consciente da necessidade de ser cuidadoso com o outro, que age sempre de forma cautelosa, valoriza a preservação da vida e está imbuído de uma cultura de paz e segurança.
    A construção de um novo currículo para a formação do novo condutor é o caminho, mas eis aqui o grande obstáculo: “Esses dois documentos, com mais de mil páginas, foram entregues à Câmara Temática Formação e Habilitação de Condutores do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) que após amplo debate interno e seis audiências públicas, validou o conteúdo. No entanto, parte dos estudos e propostas apresentadas foi ignorada pelo próprio CONTRAN na publicação da Resolução 726.”. Diga-se de passagem que a dita Resolução 726 foi revogada.
    Foram 5 anos de trabalho árduo, não digo desperdiçados, mas descontinuados. Poderíamos estar gastando nossas energias no avanço das questões da nova formação, mas estamos as voltas em trazer de volta aquilo que já está pronto.

  • Priscila Uliana Albarice
    Posted at 02:44h, 16 dezembro Responder

    Além da necessária mudança no processo de habilitação é de suma importância que todos os atores envolvidos neste procedimento estejam comprometidos com a mudança, inclusive a autoescola, que não deve medir esforços para cumprir integralmente o determinado. É necessário também que os DETRANs estejam comprometidos à fiscalizar e evitar fraudes em processos de habilitação.

  • Beatriz Rocha Araujo
    Posted at 12:26h, 16 dezembro Responder

    Tudo o candidato habilitação deve passar por um processo que construa uma aprendizagem, não somente de conduzir o veículo, mas também de propostas viáveis para uma condução efetiva e segura do veículo. O motorista precisa apresentar condições física, emocionais e principalmente estar consciente de sua responsabilidade ao dirigir.

  • José Carlos de Lima Souza.
    Posted at 15:41h, 16 dezembro Responder

    Concordo, plenamente, que o atual modelo de ensino-aprendizagem para condutores, ministrados pelos Centros de Formação de Condutores (C.F.C.) precisa, urgentemente, ser aprimorado após estudos técnicos pertinentes. Como Diretor-Geral de C.F.C. credenciado pelo Detran/E.S. já por quase dez (10) anos,acompanho de perto os muitos desafios que fazem nossa atual realidade.
    Apoio, de modo pleno, as iniciativas do OBSERVATÓRIO focalizadas na matéria também relacionadas a novas metodologias, tanto seja o denominado “Estudo sobre a Formação de Condutor no Brasil – 2015” quanto para a reformulação do processo ensino-aprendizagem, intitulado “Referencial Teórico para a Formação de Condutores no Brasil – 2015”. .

  • ROKMENGLHE VASCO SANTANA
    Posted at 16:20h, 16 dezembro Responder

    A reformulação pedagógica da formação inicial e continuada de condutores é tema premente para uma mudança significativa no cenário do trânsito no Brasil. Essa mudança deve incluir desde uma nova proposta de currículo que atenda às demandas atuais, a uma profunda compreensão da avaliação dos objetivos educacionais. Outro ponto, é a formação inicial e continuada dos instrutores e examinadores de trânsito que deve estar voltada para o desenvolvimento de competências educacionais e não como mero treinamento para o desempenho do trabalho. Espero que as mudanças propostas sejam incorporadas o quanto antes.

  • Carlos Rummenigge Moreira da Silva
    Posted at 17:47h, 16 dezembro Responder

    Infelizmente muitos CFC’s não se preocupam com a real formação do condutor. Alguns apenas visam estatísticas e levam o aluno a passar na prova escrita e na prova prática.. Muitos alunos, após as aulas práticas não apresentam o mínimo domínio do veículo, deixando bem claro que existiu alguma falha no processo. Há necessidade de mudança sim! Que elas ocorram e que nossos condutores sejam melhores preparados.

  • Carlos José Antônio Kümmel Félix
    Posted at 20:44h, 16 dezembro Responder

    ENSINO / APRENDIZAGEM/ CAPACITAÇÃO: A mudança no atual modelo de ensino para motoristas e motociclistas precisa considerar estudos técnicos.

  • GUSTAVO VIANNA WEBER
    Posted at 14:02h, 26 julho Responder

    Este assunto extremamente polêmico e importantíssimo para todos, em geral, envolve critérios com inúmeras variáveis que são praticamente impossíveis de não ter algum efeito colateral para uma determinada classe, seja o Governo, os CFCs, Fornecedores ou a População. Os problemas começam já nos órgãos federais e chegam ao cidadão, passando por burocracias (sim, elas existem) tanto para os proprietários dos CFCs quanto para os que tentam conquistar a Carteira de Habilitação.
    Separar a análise entre a formação e as burocracias é importante quando quisermos alcançar as respostas sobre as responsabilidades dos “acidentes” em nosso País.
    O que somente parece é que, quanto mais se melhora a “educação”, mais o cidadão deve arcar com isso. A CNH está se tornando um documento cada vez mais distante e difícil de se conseguir do que a posse de uma arma de fogo, tanto em custos quento em tempo (fato, não é pessoal).

    Trabalho com CFCs há mais de 12 anos e vejo as dificuldades dos proprietários e também da população.
    Tenho a plena convicção de que o ensino deve melhorar e também do nosso dever em buscar meios para auxiliar os CFCs a conseguirem manter a proporcionalidade dos seus custos e valores finais ao consumidor. A população deve ter acessibilidade para conquistar a CNH, sem esquecer da excelência de sua formação como condutor. Acredito que possamos unir as necessidades e criar um Trânsito melhor e com condutores plenamente conscientes, levando de forma concreta uma solução para as partes envolvidas. Acredito também que muitas vezes os responsáveis em todas as áreas devem ser auxiliados sempre, de maneira com que entendam melhor sobre a situação e possam exercer suas funções de maneira mais digna.

  • Carlos Beraldo
    Posted at 09:19h, 01 agosto Responder

    Bom dia.
    Assunto este que teríamos que debater novamente em um amplo seminário.
    Mesmo que o assunto já tenha sido alvo de intensos estudos, passando por todos os estados brasileiros, a minuta havia sido elaborada com a participação de vários especialistas na área de trânsito e educação.
    Segundo informações havia-se chegado a um um consenso sobre a formação dos novos condutores.
    Contudo em 08 de março de 2018 foi publicada a Resolução CONTRAN 726 que gerou um desconforto geral em quase todos os órgão de trânsito.
    Polemizou-se a discussão resultando em sua revogação através da Deliberação 168 de 19 de março de 2018.
    Vida útil de aproximadamente 10 dias.
    Preocupante o cenário atual onde há indícios de que o governo federal entende que deva ser efetuada alterações no processo de habilitação reduzindo a carga horária ou até mesmo extinguindo as aulas teóricas/práticas.
    A pergunta no no caput do artigo é pertinente e acredito que tanto a AND, como os CETRAN’S e os Centros de Formação de Condutores devam participar em massa das discussões do PL 3267/19 que será discutido a partir deste mês junto a Câmara dos Deputados.

  • Lucélia Rossi
    Posted at 16:56h, 06 agosto Responder

    Não restam dúvidas de que o processo de habilitação necessita urgentemente passar por reformas. Infelizmente estamos vivendo um cenário onde o atual Presidente desconhece a importância do processo de habilitação, e pior, desconhece a importância da educação voltada para o trânsito. Ao mesmo tempo que compara o processo de habilitação no Brasil com o processo de habilitação no exterior ele compara os atuais exames de direção com a direção em área rural, comparações totalmente controversas, que demonstram por parte do governante falta de conhecimento sobre o nosso setor. No momento o governo esta preocupado apenas com a mudança econômica no processo de habilitação, fazendo com que essa mudança ocorra a qualquer custo, mesmo que isso tenha que custar a educação no processo de habilitação.

  • Christian Anderson Riger
    Posted at 16:52h, 08 agosto Responder

    Concordo plenamente com as colocações do artigo. Infelizmente medidas relacionadas a formação de condutores são impopulares e no âmbito político medidas impopulares costumam ser postergadas e até esquecidas.

  • Noedy Párice Mendes Bertazzi
    Posted at 17:18h, 08 agosto Responder

    A educação no trânsito é uma preocupação de todos que prezam pela cidadania no espaço de circulação pública.. Vejo claramente a necessidade de reformular a proposta pedagógica em relação à primeira habilitação. Creio que há a necessidade na mudança da estrutura como um todo. Os Centros de Formação de Condutores tem a obrigação de propiciar aos alunos uma formação consistente para o trânsito. Ensinar a dirigir qualquer pessoa ensina mas ensinar a se comportar e dirigir com responsabilidade é outra. A educação de trânsito é a educação de valores.. . Cabe ressaltar que o papel do instrutor de trânsito vai muito além do apenas preparar para que seus alunos sejam aprovados nos exames teóricos e práticos. Temos que pensar que no processo de formação de condutores a preocupação com a educação para a cidadania deve ser levada em consideração para que cada condutor seja um agente de transformação e que o processo ensino-aprendizagem seja melhorado através de um plano de ações com o objetivo de qualificar o processo educativo e melhorar a formação dos condutores..

  • vitor bueno da silva
    Posted at 10:07h, 14 agosto Responder

    Precisa de MUDANÇAS na formação de condutores sem duvidas alguma, os métodos atuais são ineficientes.
    para termos motoristas condutores conscientes educados , precisamos introduzir a EDUCAÇÃO para o trânsito com o código exige , em TODOS os níveis , formar primeiro um bom cidadão que consequentemente sera bom motorista pois os valores são os mesmo, pois os estudos demostram somos o reflexo de nossa vida pessoal, quando estamos tudo em harmonia em ordem a condução do veículo também sera prudente e segura.
    EDUCAÇÃO assim teremos um trânsito seguro e sem conflitos e violência…

  • Kelcilei Rosa de Oliveira
    Posted at 13:10h, 25 agosto Responder

    Acho que deveríamos evoluir e passar por um processo de mudança e reestruturação no processo da primeira habilitação, Uma melhor formação e capacitação de instrutores, mais voltada para educação no trânsito, pilar esse fundamental na redução de acidentes, reciclagem efetiva na renovação das CNH. Queremos condutores educados, gentil com respeito e valorização da vida, que tenham conhecimentos relevantes para conduzir com segurança e responsabilidade, assim colheremos um trânsito mais consciente e menos agressivo.

  • SAMUEL MORGAN TEIXEIRA COSTA
    Posted at 02:26h, 29 agosto Responder

    Faço das minhas as palavras de um dos sábios colegas acima (Rokmenghle), endossando o que trás o artigo.
    A reformulação pedagógica da formação do condutor é premente por um trânsito mais seguro.
    É com pesar que um grande passo dado nesse sentido é obstacularizado.
    A Res. 726/18, cuja vida útil foi bastante curta, trazia diversas modificações. Dentre elas, estava medidas dentro do processo de formação do motoclista e do de renovação da CNH – neste último passava-se a exigir aulas teóricas de atualização e prova.
    Temas que pela sensibilidade que carregam, podem fazer grande diferença no combate à violência no trânsito.

  • Vilnei Sessim
    Posted at 22:45h, 01 setembro Responder

    A Resolução 726 entendo como um divisor de águas na formação do condutor, contudo ao que parece, teve interesses outros que não foi deliberado pela CTHA, o que é uma lastima, e trouxe todo um transtorno desnecessário para o modelo que é referencia para muitos países. Quando falamos de desburocratização, estamos falando em agilidade e eficiência e em nosso pais temos estados que possuem este modelo bem definido e que já deu certo.

  • Márcia Nogueira Quaresma
    Posted at 00:01h, 08 setembro Responder

    Toda mudança gera resistências, mas isso não significa que devemos desistir, a mudança na formação dos condutores requer uma construção social e em todas esferas, tanto na escola, na família, e nos órgãos responsáveis pela formação desses condutores, até mesmo daqueles que desenvolvem as leis, pois assim a responsabilidade de um trânsito seguro tem que ser de todos os atores que circulam nas vias públicas.O motorista que queremos para o nosso pais, acima de tudo, deve ser, consciente e responsável pelas suas atitudes;

  • ROCHANE PONZI
    Posted at 17:16h, 08 setembro Responder

    O processo de formação de condutores no Brasil melhorou muito com o advento do CTB. A bem da verdade que ainda não é o ideal. Por isso importante que os estudos para o seu aperfeiçoamento sejam transparentes e atendam todos os lados (condutores, CFCs, Poder Público, sociedade), caso contrário, não haverá adesão e não havendo adesão, há grande chance de insucessos…

  • Arisberto Pereira da Silva
    Posted at 18:03h, 09 setembro Responder

    Diante da pergunta “que motorista nós queremos para o país”, observamos toda uma trajetória de trabalhos serem anuladas por uma decisão “fraca”tomada em face de um jabuti, inserido não se sabe ao certo por quem ou porquê, porém com capacidade de neutralizar, mesmo que temporariamente toda uma construção técnica e metodológica que buscava dar uma resposta a má qualidade da formação do condutor brasileiro. Ano politico acontece dessas!

  • Oszilene de Freitas Gazoni Ferreira
    Posted at 20:28h, 10 setembro Responder

    É preciso sim criar mecanismos tanto no processo administrativo quanto no processo de gerenciamento da formação, reciclagem e atualização dos condutores. Necessário sim que Precisa urgentemente que se aparelhe o corpo docente exigindo mais capacitação das pessoas que formam e treinam esses novos motoristas.

  • Laura H. B. de Oliveira Alarcon
    Posted at 12:11h, 11 setembro Responder

    Estamos há alguns dias do início da entrada em vigor da Resolução Contran 778/19, que estabelece novos procedimentos para os processos de habilitação.
    No Estado de São Paulo foi confirmado o início após publicação do Comunicado DH-6, porém no Rio Grande do Sul, uma liminar confirmou a continuidade da obrigatoriedade dos simuladores de direção.
    Enfim, somos um país dividido em todos os setores.
    A realidade de um Estado ou de um Município é totalmente diferente, considerando aspectos positivos e negativos.
    Precisamos unificar procedimentos e pensamentos.
    Trabalhar com jovens (maioria) nos Centros de Formação de Condutores, propicia uma constante esperança de que o fazer melhor é muito simples, porque sentimos a satisfação de todos em frequentar aulas presenciais com instrutores capacitados além de ter um aprendizado prático de qualidade.
    Impactar um jovem que não consegue deixar de lado o celular nem por um minuto, através de um momento presencial, é simplesmente maravilhoso.
    Acredito que o que falte seja uma campanha de valorização dos Centros de Formação de Condutores, dos profissionais de trânsito, porque o que se vê na mídia é simplesmente o que se faz de pior e nunca o que se faz de melhor e aonde se faz o melhor.
    Atualmente, todas as empresas e profissionais são avaliados diariamente através das mídias sociais, portanto, fica muito fácil saber o posicionamento de cada um no mercado. Existem os bons e os maus em todos os setores e profissões e cada pessoa está livre para escolher quem quiser.
    Sabemos do papel fundamental que os CFCs tem, portanto, desenvolvendo Observadores, o Observatório poderá verificar realmente o que cada município ou região tem feito, e quais são as reais sugestões de todos, seja no âmbito do aprendizado, seja no âmbito das avaliações e exigências impostas.
    Nós profissionais de trânsito precisamos urgentemente ser ouvidos para sermos respeitados e para que nossas sugestões sejam acatadas, pois temos muito a oferecer.

  • CLESTON ANDRADE CAVALCANTE
    Posted at 15:22h, 11 setembro Responder

    A legislação vigente estabelece alguns procedimento para que possamos conduzir algum veículo automotor, no entanto para tal o condutor precisa cumprir com algumas exigências. Tal exigência, sobretudo, incorre na formação e habilitação adequada do condutor para tornar-se habilitado, variando conforme a categoria que se pretende seguir e com a capacidade de obter as habilitações exigidas para a execução de certa atividade.
    Isso porque, não é segredo para ninguém que a boa conduta dos motoristas é um fator determinante para a redução de acidentes. E, como se apenas essa questão já não bastasse, temos ainda outros benefícios.

  • Fabia Meireles Veras Oliveira
    Posted at 15:29h, 11 setembro Responder

    É muito óbvio que o trânsito seguro é considerado parte essencial do direito à vida, à dignidade humana, à segurança, assim como aos direitos de locomoção, de liberdade e, consequentemente segurança e respeito no transito. É preciso discutir do ponto de vista do processo de habilitação e também que tipo de medidas nós, como sociedade, podemos tomar para evitar esta situação em torno dessa responsabilidade do nosso comportamento no transito.

  • Claudio Viera de Moura
    Posted at 19:10h, 11 setembro Responder

    Queremos motoristas conscientes e bem formados, porém este assunto que foi tratado com tanta competência pelas equipes multidisciplinares do laboratório e exaurido em câmaras temáticas está para ter um retrocesso, com a retirada de simuladores, e aumentos de prazos para realização de renovações, diminuição de horas aula detre outras surpresas que vem na contra mão da segurança e da boa formação do motoristas.

  • Dayana Cavalli
    Posted at 19:40h, 11 setembro Responder

    Hoje, ainda, infelizmente, a primeira capacitação oficial que o cidadão tem em relação ao trânsito é quando vai tirar a primeira habilitação. E essa por sinal é ineficiente. Não tanto em relação ao ato de dirigir. Mas ao ato de conduzir, de ter condutas corretas ao volante. Estamos necessitando de uma reforma pedagogia urgente nesse cenário. Os chefes de estado e seus ministros deveriam ter um olhar mais cuidadoso para essa causa, e se lhes faltam conhecimento de causa, dar mais atenção aos apelos dos técnicos. Um baixo índice de acidentes todos ganham. Ganhamos mais vidas e Menos gastos.

  • savana gardelly silva lopes teixeira
    Posted at 20:59h, 11 setembro Responder

    Um assunto bem delicado,infelizmente,muitos centros não pensam em um preparação de qualidade para seus candidatos,visando dinheiro, e muitas vezes deixam a desejar, e quem paga com isso? Nós que estamos expostos a ser atropelados por eles,pode sim haver mudança no processo, mas se não haver uma investigação um exigência maior na ministração de aulas de nada valera as mudanças.

  • ELIAS TEIXEIRA PINHEIRO
    Posted at 09:47h, 12 setembro Responder

    ELIAS TEIXEIRA PINHEIRO, Ex-PM, Professor, Bel. em Direito, Ex-diretor de Trânsito de Triunfo/RS – Temos no artigo acima uma demonstração clara e simples, de como, ao longo dos anos, têm sido tratadas “politicamente” as questões que lidam diretamente com a educação, saúde e segurança – a vida – no nosso país. A desconsideração de um trabalho onde se envolveram pessoas capacitadas, de qualificação técnica e superior indiscutíveis, sob vis alegações de “desburocratização e corte de custos” é de uma ignorância e amadorismo político administrativo estarrecedores, além de tripudiar sobre a opinião do povo (seis audiências públicas) que ajudou a validar o documento. Dito isto, na qualidade de professor e relembrando o Art. 76, da Lei 9.099/95, é questão fundamental se trabalhar numa pesquisa de verificação da implantação do tema em todos os níveis de ensino em todos os municípios brasileiros, eis que, sabemos que em muitas escolas a educação para o trânsito não tem sido aplicada a transversal e interdisciplinarmente como previsto. O condutor/motorista que queremos para o futuro passa pela pré-escola, ensino fundamental, médio, técnico e superior. Eis aí uma proposta de trabalho para o ONSV, através do seus observadores distribuídos pelos municípios de todos os rincões do nosso Brasil. E, desde já, coloco-me ä disposição.

  • WALLACE SILVA DE SOUSA
    Posted at 14:23h, 12 setembro Responder

    Inicialmente quero ressaltar que Se Dubai também parece uma cidade do futuro, esse é o lugar perfeito para ver a ficção científica se tornar real. Segundo estimativa, até 2030 cerca de 25% dos automóveis de Dubai serão autônomos, ou seja, dirigidos por computadores. Bastará entrar no carro, responder ao “robô” para onde se quer ir, e clicar em um mapa digital – que surgirá em seu janela – o destino exato da viagem. acesso em 12092019.

    Isso a nível mundial levará muito tempo para alcançarmos, dentro da realidade do Brasil, uns seculos, mas a realidade e na verdade a questão não esta no investimento e sim na pessoa Humana, não adianta tecnologia se as pessoas não mudarem e se sua cultura e educação não forem elevadas este sentimento. Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo… Paulo Freire.

  • Priscilla M. Borges
    Posted at 20:10h, 12 setembro Responder

    Talvez a pergunta a ser feita e se realmente queremos um motorista etico, capacitado e que respeita os demais, porque quando a proposta e aumentar exigencias e capacitar com mais qualidade para formar melhores condutores, ha sempre a reclamacao quanto ao custo financeiro e burocracia. E sempre baseado em achismos e opinioes pessoais. Precisamos amadurecer como sociedade.

  • Georlize Oliveira Costa Teles
    Posted at 20:47h, 12 setembro Responder

    Sabendo-se que 90% dos acidentes de trânsito são causados por falha humana, decorre dessa constatação a necessidade de formação de um condutor ético, respeitoso e que cumpra o que dispõe a lei. Muito precisa ser melhorado na formação atual do nosso condutor. Não é razoável desprezar informações colhidas a partir de estudos, em como sugestões decorrentes dos mesmos..

  • Monique Machado
    Posted at 22:32h, 12 setembro Responder

    Sabendo que 99% dos acidentes podem ser evitados, queremos motoristas mais responsáveis, pois eles foram formados então possuem a educação mas não a aplicam no cotidiano. Queremos pessoas comprometidas com a vida, que prezem pela segurança;

  • Juliano Benfica Viana
    Posted at 23:42h, 12 setembro Responder

    A analise criteriosa do processo de formação do condutor brasileiro é instrumento indispensavel para a redução da mortalidade no trânsito brasileiro. Medidas que simplesmente visam a desburocratização porém sem a devida discussão pelos setores competentes só irão ocasionar o aumento de mortes no transito

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